terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ABSURDO: LIVRO RECOMENDADO PELO MEC FAZ PROPAGANDA PARA LULA E DIZ QUE GOVERNO FHC ERA "DITADURA"

O Programa Nacional do Livro Didático indica um livro de História para o 9º ano que enaltece Lula e diz que o governo FHC foi "a ditadura do mercado".

O livro da coleção Integralis diz que "o mercado tornou-se uma espécie de entidade: todas as medidas eram justificadas como importantes para a sua estabilidade, até mesmo aquelas prejudiciais à maioria da população. Essas medidas levaram o país a um processo de recessão, ampliando o desemprego, as desigualdades e a dependência do capital externo".

"Poucas atitudes efetivas foram tomadas para reduzir a miséria e garantir uma melhor distribuição de renda", diz o texto.

Sobre o governo Lula, no tópico "Operário no poder", o livro assim descreve a chegada do petista ao poder: 

"Fato simbólico! Pela primeira vez na história, um operário assumia o governo do país. Lula apresentava um passado semelhante à grande maioria da população, com infância marcada pela pobreza, com poucas possibilidades de estudo, tendo de garantir a vida por meio das próprias mãos". 


O texto ainda compra a tese do PT sobre o caixa dois no mensalão: "descortinou-se um esquema ilegal de arrecadação e de distribuição de dinheiro para campanhas políticas". Não afirma que houve compra de apoio político.

O livro termina com a eleição e reeleição de Dilma. O título? "Enfim, presidenta".

O CÃO POLITIZADO


O CÃO POLITIZADO
Veja o que acontece quando falam o nome de um político que o desagrada

A POSSE DOS PREFEITOS POR ALEXANDRE GARCIA


A POSSE DOS PREFEITOS POR ALEXANDRE GARCIA
OS INACREDITÁVEIS NÚMEROS DA MÁQUINA QUE SUSTENTAMOS.
A corrupção ficou escancarada na posse dos prefeitos.

EXCELENTE PROPOSTA APRESENTADA AO SENADO PELO JURISTA MODESTO CARVALHOSA


Excelente proposta já apresentada no Senado pelo jurista Modesto Carvalhosa: Entre o Estado e a empreiteira deve existir a presença de uma seguradora para controlar a idoneidade da obra e evitar desvios de dinheiro.

MAIS UMA VEZ O NORDESTE BRASILEIRO VOLTA A SER NOTÍCIA


MAIS UMA VEZ O NORDESTE BRASILEIRO VOLTA A SER NOTÍCIA.
E mais uma vez como tragédia. A seca na região continua intensa e nem mesmo ações do Governo revertem o quadro.

OS JULGAMENTOS DO ANO: LULA, PALOCCI, CUNHA, JOÃO SANTANA E CABRAL NO BANCO DOS RÉUS EM 2017


O ano de 2017 será marcado por uma série de julgamentos decorrentes de investigações da Operação Lava Jato. Vão se sentar diante do juiz Sérgio Moro pesos pesados da política nacional como o ex­presidente Lula, o ex­presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex­governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, o ex­ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci e o marqueteiro João Santana. 

Dada a gravidade das denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal contra os acusados, é certo de que todos terão ainda este ano algumas sentenças judiciais definidas. Lula deve deixar de ser réu primário logo na primeira sentença judicial e deve passar para o regime de prisão fechado a partir de qualquer uma das sentenças decorrentes de outros 4 ou 5 ações penais que enfrentará em 2017.
O POUCO QUE RESTOU DA ARROGÂNCIA DE DILMA ACABA EM 2017. PETISTA VAI RESPONDER POR CRIMES GRAVES
A ex-­presidente Dilma Rousseff, a exemplo de seu padrinho político, o ex-­presidente Lula, deve enfrentar uma série de encrencas nas justiça neste ano de 2017. A petista, ao que tudo indica, deve ser acusada formalmente por uma série de crimes graves relacionados a esquemas de lavagem de dinheiro de propina oriundos dos desvios da Petrobras. 

Dilma deve ser diretamente responsabilizada pelo uso de dinheiro roubado em suas campanhas eleitorais, já que é a responsável direta pelas declarações entregues à Justiça Eleitoral. Com relação a responsabilização de Dilma por crimes eleitorais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já enviou parecer técnico à Polícia Federal que serve como base para as investigações em curso na Corte. 

No documento encaminhado pelo TSE a PF, os técnicos do tribunal prestaram informações sobre os responsáveis pelas contas da campanha da ex-­presidente Dilma Rousseff em 2010. O texto apresenta dois pontos: quem é responsável pela veracidade das informações declaradas à Justiça Eleitoral e de quem é a responsabilidade pela apresentação das contas. 

No parecer, o tribunal cita que apenas a candidata, no caso Dilma Rousseff, e o administrador financeiro são solidariamente responsáveis pela veracidade das informações declaradas à Justiça Eleitoral. 

Segundo o TSE, não há como definir se será o possível enquadramento de candidato também impacta o vice, já que o mesmo não teve envolvimento nas finanças das campanhas. Neste caso, Dilma e seus tesoureiros de campanha são os únicos responsáveis por declarações falsas ao Tribunal. 

A petista já foi delatada por Marcelo Odebrecht, que confirmou repasses de propinas para as campanhas de Dilma. O casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana também confirmaram que foram pagos com dinheiro roubado da Petrobras e que receberam propina em contas no exterior. 

Dilma já baixou bastante a bola após ter sido expulsa do Palácio do Planalto em 2016. O pouco que restou de toda sua arrogância deve dar espaço ao desespero, neste ano de 2017, com o estreitamento das investigações sobre seus crimes eleitorais e outros possíveis, relacionados a lavagem de dinheiro em organização criminosa.
 

MORO VOLTA DE FÉRIAS DIA 20 COM AS BATERIAS CARREGADAS. VEM AÍ NOVAS FASES DA OPERAÇÃO LAVA JATO
O juiz Sérgio Moro deve retornar de suas merecidas férias no dia 20 de janeiro com as energias totalmente renovadas para enfrentar um ano repleto de novas "emoções" na Operação Lava Jato. O magistrado tem em seu poder informações preciosas fornecidas por quase 80 delatores da Odebrecht sobre o mundo do crime na esfera política. 

Além das revelações bombásticas de Emílio Odebrecht, de seu filho Marcelo e dos de executivos do grupo, é certo que os integrantes da força­tarefa da Lava Jato já possuam conhecimento sobre detalhes escabrosos contidos em tratativas de outras delações em curso. 

Entre as mais temidas, estão as propostas de delação do ex­ -diretor da Petrobras, Renato Duque e de Léo pinheiro, ex­ -presidente do grupo OAS, a empreiteira que tem bancado Lula desde os anos 90. Renato Duque era o operador de propinas do PT na Petrobras e deve complicar a vida de muita gente no partido, como Jaques Wagner, Aloisio Mercadante entre outros. Duque já deu um pequena amostra e delatou a deputada Benedita da Silva. O ex-­diretor da Petrobras confirmou que Benedita usou dinheiro roubado da estatal em suas campanhas. 


Léo Pinheiro, que já teve um acordo de delação recusado pela Procuradoria-­geral da República, prometeu contar tudo sobre os esquemas de corrupção que manteve com Lula ao longo das duas últimas duas décadas, como forma de assegurar uma segunda chance. 

Os delatores estão com muita pressa. 

O entendimento do Supremo Tribunal Federal, STF, que assegura à Justiça a prerrogativa de manter preso um condenado em segunda instância, deixou a todos os prisioneiros da Lava Jato em polvorosa. Eles sabem que a partir deste entendimento, não poderão contar com a possibilidade de um habeas corpus ou recorrer indefinidamente de uma sentença em liberdade. 

Para o desespero de Lula e companhia, Moro está tranquilo. O magistrado sabe que a ânsia dos presos em Curitiba em colaborar aumenta a cada dia. Os presos da Lava Jato sabem que se não se apressarem, não vão ter nenhuma novidade para contar.




LULA E A 'COTA DE DENÚNCIA' DO MPF. 2017 SERÁ TRÁGICO PARA O PETISTA
Apesar do espetáculo fora da esfera judicial promovido pelo ex­presidente Lula, sua situação perante a justiça, particularmente na Lava Jato, tende a piorar de forma dramática nos próximos dias deste início de 2017. Ciente da ineficácia de sua defesa diante das denúncias criminais de que tem sido alvo, o petista tem tentado, sem sucesso, desencorajar as autoridades a adotarem medidas mais extremas contra ele através de pataquadas no campo político. 

Não que Lula acredite que suas explosões e ataques aos membros da força­tarefa e ao juiz Sérgio Moro servirão para alguma coisa. Tudo é fruto do desespero e ele sabe que espernear é tudo que lhe resta. Lula sabe que será preso, mas quer cair "esperneando". 

É justamente aqui que os problemas enfrentados por Lula o colocam numa situação cada vez mais delicada. As últimas denúncia criminais de que foi alvo não partiram da Lava Jato, mas sim do Ministério Público Federal em Brasília. Nenhuma das três denúncias recentes teve uso de Power Point, mas são, da mesma forma que as denúncias feitas pelo Ministério Público Federal do Paraná, são devastadoras.

Em uma das denúncias apresentadas à Justiça em Brasília, Lula, ao lado de Marcelo Odebrecht e mais 9 pessoas, é apontado como autor dos crimes de Organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, corrupção passiva. Segundo consta na denúncia do MPF, Lula atuou junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) "e outros órgãos de Brasília", para favorecer a Odebrecht em empréstimos para obras de engenharia realizadas em Angola. Em retribuição, ainda de acordo com as investigações, a empreiteira teria pago aos envolvidos valores que, atualizados, chegam a R$ 30 milhões. 

Vale lembrar que, além desta denúncia Lula é réu em em mais quatro ações penais, duas no Paraná e outras duas no Distrito Federal. O petista ainda é investigado em outros dois inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal, todos relacionados à Operação Lava Jato. Mas o drama do petista não acaba ai. 

Apenas para ilustrar a dramática situação do petista, na ocasião em que denunciou o ex­presidente, o Ministério Público Federal informou à Justiça que existem outras investigações em andamento envolvendo as suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional, tráfico de influência, corrupção transnacional e desvio de finalidade. 

Embora tenha passado despercebido, um documento de quatro páginas chamado de “cota da denúncia”, o MPF especificou que existe a necessidade de prosseguir apurando condutas e fatos relacionados às suspeitas de irregularidades em obras na Venezuela, na República Dominicana, no Panamá, no Equador e em Cuba. A cota da denúncia é usada pelo MPF para evitar que fique implícito a informação de que outras suspeitas estão sendo arquivadas, mas sim que precisam de mais investigações. 

“Há, ainda, necessidade de prosseguir apurando condutas de terceiras pessoas, citadas superficialmente no [inquérito], por fatos que tangenciaram ou, quiçá, concorreram para a prática dos delitos apontados na denúncia”, escreveram os procuradores Ivan Cláudio Marx e Luciana Loureiro, que assinam a ação penal. Os procuradores ainda destacaram na peça judicial que será necessário a cooperação de órgãos internacionais para o avanço das apurações. 

Em 2017, Lula viverá os capítulos finais de sua controversa trajetória política.

JORNAL MAIS ANTIGO DA VENEZUELA SAI DE CIRCULAÇÃO POR FALTA DE PAPEL

CARACAS — A edição impressa do jornal “El Impulso” — o mais antigo da Venezuela, com 112 anos — circulará pela última vez neste sábado devido à falta de papel.
Carlos Eduardo Carmano, diretor do diário, informou na sexta-feira que o jornal sairia de circulação e culpou o governo de Nicolás Maduro por negar à empresa a venda de papel.
“El Impulso” se soma aos diários “El Carabobeño”, “La Mañana de Falcón” e “Diario Los Andes”, que também suspenderam suas impressões neste ano.
Proprietários de meios privados e jornalistas venezuelanos vêm denunciando que o governo de Maduro ataca profissionais da imprensa, ao limitar, segundo eles, a alocação de divisas para a importação de papel, mover processos penais e administrativos por difamação e criticar publicamente comunicadores.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

STF DETERMINA QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO DE GLEISI HOFFMANN

Enquanto o acordo de delação premiada da Odebrecht não é homologado pelo Supremo Tribunal Federal, a Operação Lava-Jato avança nas investigações sobre políticos que receberam propinas da empreiteira. Para apurar se a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) recebeu dinheiro sujo da construtora, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos do petrolão na Corte, a quebra do sigilo telefônico da parlamentar. O pedido foi deferido no fim do ano passado.
Gleisi é suspeita de figurar na lista do setor de propinas da Odebrecht com o apelido “Coxa”. A ex-ministra da Casa Civil teria recebido meio milhão de reais em  dinheiro vivo durante sua campanha para o governo do Paraná em 2014. Documentos encontrados pela Polícia Federal na sede da empreiteira relacionam o codinome “Coxa” a um número de telefone e a um endereço em São Paulo onde funciona a agência Sotaque Publicidade e Propaganda. O dono da linha telefônica é Bruno Martins Gonçalves Ferreira, ex-sócio da Sotaque, empresa que era administrada pelo marqueteiro Oliveiros Domingos Marques Neto, responsável pela campanha fracassada de Gleisi em 2014.

Procurado por VEJA, Bruno Martins Gonçalves esclareceu: “Caí de gaiato nessa história. Na verdade, o meu ex-sócio, Oliveiros Domingos, que estava cuidando da campanha da Gleisi em Curitiba, me pediu um favor: levar o Leones (Dall’agnol, ex-chefe do gabinete de Gleisi Hoffmann) do aeroporto de Congonhas até o escritório da Odebrecht, em São Paulo. Na reunião que ocorreu na empresa e que acompanhei, foram pedidos recursos para a campanha da Gleisi, e o executivo da Odebrecht disse que iria ajudar. Não me lembro de terem discutido valores”. Bruno esclareceu, em depoimento prestado à Polícia Federal, que a reunião na sede da empreiteira foi conduzida por Fernando Migliaccio da Silva, executivo da empreiteira responsável pelo gerenciamento do departamento de propinas da companhia.

A quebra de sigilo telefônico, autorizada por Teori, também se estende a Bruno Martins Gonçalves, a Leones Dall’agnol e a Fernando Migliaccio, um dos 77 delatores da Odebrecht. O objetivo dos investigadores é conferir se os suspeitos se comunicaram entre si e depois provar, a partir de dados da localização dos celulares, que eles se reuniram na sede da Odebrecht.

FOTÓGRAFO DE LULA CONTINUA TRABALHANDO NA CBF

Ricardo Stuckert continua prestando serviços para a CBF. O fotógrafo, que também é responsável pelos registros do ex-presidente Lula, foi demitido da Confederação neste ano, mas continua atuando na entidade como freelancer.
Quando de carteira assinada, Stuckert recebia um salário milionário.

VEJA OS POLÍTICOS QUE SERÃO JULGADOS PELA LAVA JATO EM 2017

A Operação Lava Jato mirou – e acertou – nomes importantes da política nacional em 2016. Em Curitiba, Rio de Janeiro ou Distrito Federal, seja pelo escândalo de corrupção na Petrobras ou investigações derivadas dele, foram parar no banco dos réus pesos-pesados como o ex-presidente Lula, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci e o marqueteiro João Santana.

O juiz federal Sergio Moro e os demais magistrados de primeira instância à frente destas ações penais, a exemplo de Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, levam uma média de seis a nove meses entre o recebimento de denúncias do Ministério Público Federal e os julgamentos.
Considerando a velocidade das canetas de quem vai julgá-los, estes nomes outrora poderosos devem figurar em sentenças judiciais em 2017. Relembre na lista abaixo as acusações contra eles:

Lula
Réu em cinco ações penais na Justiça Federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve conhecer suas primeiras sentenças judiciais em 2017. Lula foi colocado no banco dos réus pela primeira vez em julho de 2016,
quando o juiz federal Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, aceitou a denúncia do Ministério Público Federal que acusa o petista de ter participado da tentativa de obstrução das investigações da Operação Lava Jato por meio da compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.  
O juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em Curitiba, abriu a segunda ação penal contra o ex-presidente em setembro. Neste processo, o petista é acusado dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex construído pela OAS no Guarujá (SP) e no armazenamento de seu acervo pessoal, bancado pela empreiteira. O terceiro processo contra o ex-presidente Lula foi aberto em outubro pelo juiz Vallisney Oliveira, também da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, a partir da Operação Janus. Neste caso, pesam contra Lula acusações de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência em contratos do BNDES que teriam favorecido a empreiteira Odebrecht. Nos dias 16 e 19 de dezembro, respectivamente, Oliveira em Moro aceitaram mais duas denúncias contra o ex-presidente, que sentou no banco dos réus da Operação Zelotes, acusado de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e em mais um processo da Operação Lava Jato, desta vez pelo suposto recebimento de propinas da Odebrecht.

Eduardo Cunha
Preso em Curitiba desde outubro por ordem do juiz federal Sergio Moro, o ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha é acusado em três ações penais e também deve ser julgado em 2017. Cunha é réu desde outubro na Justiça Federal do Paraná pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão fraudulenta de divisas por supostamente ter recebido propina na compra de um campo de petróleo no Benin, na África, pela Petrobras. 
O dinheiro teria sido escondido em contas não declaradas pelo peemedebista no exterior. Outra ação penal contra Cunha corre no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de Janeiro, esta por suposto recebimento de 5 milhões de dólares em propina oriundos de contratos de afretamento de navios-sonda da Samsung Heavy Industries pela Petrobras. Cunha ainda é réu em outro processo, que tramita na Justiça Federal do Distrito Federal, em que é acusado dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, prevaricação e violação de sigilo funcional em aportes de fundos de investimento administrados pela Caixa Econômica Federal, como o Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), em empresas.

Antonio Palocci
Identificado como “Italiano” nas planilhas departamento de propinas da Odebrecht, o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci está preso em Curitiba desde o fim de setembro, se tornou réu na Lava Jato no início de novembro e deve conhecer a sentença do juiz federal Sergio Moro em 2017. 

A força-tarefa do Ministério Público Federal atribui a Palocci os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por ter recebido e intermediado ao PT pagamentos de propina da empreiteira. Um relatório da Polícia Federal mostra que, entre 2008 e o fim de 2013, foram pagos mais de 128 milhões de reais ao partido e seus agentes, incluindo o ex-ministro.

João Santana
Preso em fevereiro de 2016 e colocado no banco dos réus da Lava Jato dois meses depois em duas ações penais, o marqueteiro João Santana ainda não foi sentenciado por Sergio Moro. Santana é acusado pelo Ministério Público Federal dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. 
Os investigadores da Lava Jato descobriram depósitos da empreiteira Odebrecht e do lobista Zwi Skornicki, representante do estaleiro Keppel Fels, de Singapura, em uma conta não declarada mantida na Suíça pelo marqueteiro e sua mulher e sócia, Mônica Moura. Os pagamentos, num total de 7,5 milhões de dólares, foram feitos até o final do ano de 2014, ou seja, na época em que o publicitário dirigia a campanha à reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff. João Santana deixou a cadeia em agosto e negocia um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Lava Jato.


Sérgio Cabral
Preso na Operação Calicute, desmembramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral é o mais recente peixe grande a ser colocado no extenso banco dos réus da Lava Jato e também deve terminar 2017 com pelo menos uma sentença na primeira instância. 
O juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da operação no Rio de Janeiro, aceitou no início de dezembro a denúncia do Ministério Público Federal contra Cabral pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O peemedebista é acusado pelos procuradores de ter liderado um esquema de corrupção que desviou 224 milhões de reais de contratos públicos do estado do Rio com as empreiteiras Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia.


José Dirceu
Condenado a 7 anos e 11 meses de prisão no mensalão e a mais 20 anos e 10 meses no petrolão, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu deve receber outra sentença judicial em 2017. Dirceu, que está preso em Curitiba desde agosto de 2015, é réu em outro processo na Lava Jato, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no suposto recebimento de propina em contratos do setor de compras da Petrobras. 
Segundo o Ministério Público Federal, a Apolo Tubulars e a Confab, fornecedoras com 5 bilhões de reais em contratos com a estatal, pagaram propina de mais de 40 milhões de reais para “prosperarem” na petrolífera. Parte do dinheiro sujo teria sido destinada ao petista. A ação penal em que José Dirceu é réu está na fase de alegações finais, ou seja, a última oportunidade para acusação e defesa exporem seus argumentos ao juiz Moro.



VOLUME DE DADOS DA LAVA JATO LEVA PF A CRIAR NOVO SISTEMA

O gigantismo e a complexidade da Operação Lava Jato impuseram desafios aos peritos da Polícia Federal, e para dar conta do recado foi preciso criar ferramentas e métodos de trabalho.
As áreas de informática e engenharia da PF desenvolveram inovações que turbinaram as atividades e permitiram acompanhar o ritmo que o juiz federal Sergio Moro imprime ao caso.

O tamanho da Lava Jato pode ser medido pelo volume de dados coletados nas apurações: 1,2 milhão de gigabytes. O material veio principalmente de ações de busca e apreensão em servidores e computadores de empreiteiras.
Em 2014, ano inicial da operação, o setor de perícias da PF em Curitiba resolveu pedir a colaboração do perito Luís Filipe da Cruz Nassif, 33, que, desde 2012, vinha desenvolvendo um programa para acelerar o processamento de dados na PF.

As primeiras versões desse software, batizado de IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), já mostrava vantagens em relação a produtos similares no mercado, mas, a partir das exigências da Lava Jato, Nassif implementou outras ferramentas.

Uma delas permite processar de forma simultânea dados retirados de até cem diferentes equipamentos, como laptops e celulares. Com essa inovação, é possível que todo o material obtido em uma fase inteira da Lava Jato esteja disponível para pesquisa após um dia, afirma Nassif.

Outro problema eliminado com o IPED, na Lava Jato, foi o do tempo ocioso das máquinas no momento anterior a esse processamento, o de inserção dos dados no sistema da PF. O programa permite enfileirar os trabalhos de extração de dados de equipamentos.

"Antes era preciso colocar um HD de cada vez. Agora o sistema trabalha no fim de semana, de um dia para outro, algo que os softwares do mercado não permitem", diz.

Formado em engenharia da computação pelo IME (Instituto Militar de Engenharia) em 2005, Nassif conta que o desenvolvimento do IPED exigiu dedicação fora do horário de trabalho.

"Fiz grande parte do trabalho no meu tempo livre pessoal, em casa. Mas, de 2014 para cá, outros colegas da PF têm me ajudado ", afirma.

Nassif diz que o perito Wladimir Luiz Caldas Leite criou um detector de nudez, usado em apurações sobre pornografia infantil, e Patrick Dalla Bernardina desenvolveu um identificador de locais onde fotos e vídeos foram feitos, por georreferenciamento.

O IPED também está gerando redução de gastos para a PF e outras polícias. Antes a corporação usava um programa de análises forenses cuja licença de uso custa cerca de R$ 30 mil, anualmente, para cada máquina. Só na superintendência da PF em São Paulo, onde dez cópias do IPED são usadas, a economia, portanto, é de R$ 300 mil.

O programa já foi compartilhado com as polícias civis dos Estados do Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

CONTRATOS

O grupo de peritos da área de engenharia da PF em Curitiba também teve que inovar.

Em um dos processos da Lava Jato, o juiz Moro indeferiu o pedido de um réu para que fosse feita uma perícia para estimar superfaturamento em contratos da Petrobras.

Segundo o juiz, a realização dessa perícia demoraria muito tempo e ela não mudaria o quadro de acusações.

Esse despacho, porém, foi encarado como um desafio pelos peritos. A PF então pediu ao juiz a quebra do sigilo fiscal de 36 consórcios de empresas que haviam contratado com a estatal de petróleo.

Após iniciar o exame dos papéis, os peritos João José de Castro Baptista Vallim, gestor do grupo da Lava Lato, Regis Signor e Alexandre Bacellar Raupp decidiram mudar o jeito de fazer as apurações.

Em vez de analisar cada contrato individualmente, por meio de cotações dos preços dos materiais usados nas obras, os peritos resolveram focar dois grandes conjuntos de licitações: um com indícios de formação de cartel e outro no qual havia mostras de disputa efetiva.

Em seguida, aplicaram métodos probabilísticos e estatísticos para identificar padrões de superfaturamento.

A confiabilidade dos resultados foi comprovada pela comparação com os dados obtidos em perícias feitas pelo método antigo, diz Vallim.

Em seis meses na Lava Jato, foi feito um trabalho que levaria oito anos pela fórmula tradicional, diz o perito.

O BOLSA RESSACA DE PIMENTEL


O BOLSA RESSACA DE PIMENTEL
O mais novo abuso de Fernando Pimentel, o governador petista de MG, que deverá ser denunciado ao MP, já tem nome: BOLSA RESSACA.
PIMENTEL VAI BUSCAR O FILHO DEPOIS DA BALADA DE ANO NOVO, COM HELICÓPTERO DO ESTADO DE MG. O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES MINEIROS SUSTENTANDO O BOLSA RESSACA.

fonte O Antagonista

domingo, 1 de janeiro de 2017

CONTRA FATOS, NÃO HÁ ARGUMENTOS!!!!
Então candidato à presidência do PT, Dirceu chora
 após críticas de militantes contrários ao recebimento
 de dinheiro da Odebrecht para financiar campanha

NOS ANOS 1990, LULA E DIRCEU CHORARAM AO SEREM CRITICADOS POR DOAÇÕES DA ODEBRECHT

Há mais de 20 anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-deputado José Dirceu choraram em um encontro nacional do PT quando um militante foi à tribuna para criticar os rumos que a corrente majoritária do partido vinha tomando. No centro da polêmica estavam pagamentos feitos pela Odebrecht ao partido.

A história começou na campanha eleitoral de 1994, quando José Dirceu se lançou ao governo de São Paulo, mas foi derrotado. Após a disputa, a imprensa revelou a lista dos doadores. Naquela época, os financiadores só eram divulgados pela Justiça Eleitoral após o fim da campanha.
Dirceu declarou ter arrecadado R$ 1,1 milhão. Desse total, 42% vieram da Odebrecht e de uma empresa sob seu controle, a CBPO. A empreiteira também doou para as campanhas do PT no Distrito Federal e no Espírito Santo.

A notícia chocou a militância mais à esquerda no partido porque a Odebrecht havia passado por dois escândalos duramente atacados pelo PT– em especial por José Dirceu, na época deputado federal– nas CPIs que investigaram o esquema PC Farias, durante o governo de Fernando Collor, em 1992; e dos Anões do Orçamento, em 1993.

Uma corrente do PT em Brasília tentou até mesmo devolver à empreiteira os R$ 200 mil que a sigla havia recebido. Um dos fundadores do partido, o economista e ex-guerrilheiro Paulo de Tarso Venceslau disse à Folha que soube do próprio Dirceu o quanto o caso Odebrecht o incomodou na época.

"Eu tive reuniões com ele e estava frustradíssimo. Ele dizia que esses recursos da Odebrecht estavam aparecendo na prestação de contas dele, mas que o dinheiro era para a campanha do Lula. A campanha do Dirceu foi usada para fazer a triangulação", disse Venceslau, que contou a mesma história à CPI dos Bingos, em 2006.

Venceslau disse que, no começo de 1995, Dirceu se mostrava disposto a deixar a organização do partido e chegou a procurar um imóvel para montar um escritório de advocacia na companhia de outras duas militantes petistas. Mas ele se acertou com Lula e passou a ser apoiado para a presidência nacional do PT, segundo Venceslau.

"Esse é o maior mistério: como foi esse acordo. É uma coisa que ninguém sabe direito", afirmou o ex-guerrilheiro que, nos anos 1990, denunciou o que ficou conhecido como Caso CPEM.

Considerado o primeiro escândalo do PT, o caso gerou uma investigação conduzida pelo partido sobre Lula e seu compadre, o advogado Roberto Teixeira –hoje, o ex-presidente e Teixeira são réus na Operação Lava Jato.

Meses depois de ficarem conhecidas as doações da Odebrecht para Dirceu, o PT realizou em Guarapari (ES) seu 10º encontro nacional para escolher o novo presidente da sigla. Contra o candidato de Lula –José Dirceu–, estava Hamilton Pereira, apoiado pelo editor e ex-guerrilheiro César Benjamin na corrente "A hora da verdade".

Benjamin foi ao microfone para uma plateia estimada em 500 delegados da sigla de todo o país. Ele denunciou que "parte da campanha" de Dirceu havia sido bancada pela Odebrecht e fez duras críticas à cúpula da legenda por receber de empreiteiras.

A Folha, que acompanhou o encontro, narrou na época que petistas do grupo de Lula e Dirceu "avançaram em direção a Benjamin", enquanto Dirceu chorava, sentado. "Lula também chorou, assim como outros dirigentes." Uma fotografia mostra Dirceu passando o dedo no olho direito enquanto é consolado pelo hoje deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Três dias depois, Benjamin anunciou em artigo publicado pela Folha, que deixaria o PT. "Minha frase sobre a Odebrecht não foi dúbia nem irônica", escreveu.

"Não houve desvio individual de conduta. Tudo decorreu de uma lógica, a das máquinas eleitorais (que, aliás, só no PT, entre os grandes partidos, ainda pode ao menos ser questionada). Dirceu é inocente, mas não o sistema de poder que governa o PT, aliás, com apoio das bases", concluiu Benjamin.



QUEBRA DE SIGILO DA 'AGÊNCIA DIGITAL DO PT' MOSTRA PAGAMENTOS DA CNI E DO SISTEMA S

Epicentro da Operação Acrônimo e suspeita de obter dinheiro de caixa dois em eleições, a agência de comunicação Pepper Interativa recebeu uma série de pagamentos de entidades do Sistema S, como Sesi e Senai, e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que supervisiona essas instituições.

A agência de comunicação foi financiada ainda por empresas de publicidade contratadas pelo governo federal, na época dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff.

Os dados estão em uma quebra de sigilo fiscal da agência, que traz informações até o fim de 2013. Nesses documentos, o PT e suas campanhas eleitorais aparecem como a maior fonte de pagamentos da empresa, com um total de R$ 15 milhões.

A Confederação Nacional da Indústria pagou à agência R$ 326 mil entre os anos de 2008 e 2010.

Delator da Acrônimo, o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, conhecido como Bené, acusou o atual presidente da confederação, Robson Andrade, de pagar R$ 1 milhão em caixa 2 para a campanha do petista Fernando Pimentel, hoje governador de Minas, em 2014. O dinheiro iria para empresas credoras da campanha.

Robson Andrade assumiu a confederação em 2010. Em 2009, quando presidia a Federação das Indústrias do Estado de Minas, ele contratou por R$ 1 milhão a P21, empresa de Pimentel, para uma consultoria econômica.

A dona da Pepper, Danielle Fonteles, também relatou em depoimento recebimentos via caixa dois de variadas fontes, mas em 2010, quando Pimentel concorreu ao Senado.

Naquela época, o Sesi e o Sebrae já despontavam como importantes fontes da agência. Somando aos pagamentos do Senai e Instituto Euvaldo Lodi (que atua estimulando inovação de empresas), o total pago de 2008 a 2013 chega a R$ 1,9 milhão, em valores não corrigidos.

Quando Pimentel virou ministro do Desenvolvimento, em 2011, indicou Heloisa Meneses, ex-presidente do Instituto Euvaldo Lodi, a uma secretaria vinculada à pasta.

As entidades do Sistema S são de direito privado, mas bancadas na maior parte com contribuições compulsórias recolhidas pelas empresas. O objetivo dessas instituições é estimular treinamento, assistência e consultoria.
Os órgãos costumam ter indicações políticas –o presidente do conselho do Sesi naquela época era Jair Meneguelli, ex-presidente da CUT, que foi substituído em 2015 por Gilberto Carvalho, ex-ministro de Dilma e ex-chefe de gabinete de Lula.

Neste ano, ao assumir, Temer nomeou para o cargo João Henrique de Almeida Sousa, ex-deputado federal filiado ao PMDB do Piauí.

O Tribunal de Contas da União criticou em auditoria, em 2016, a falta de transparência nessas entidades. Questionou, por exemplo, a não divulgação na internet de detalhamento de despesas, demonstrações contábeis e de plano de cargos e salários.

Em 2015, o volume de recursos públicos nesses serviços foi de R$ 17,2 bilhões.

OUTROS CONTRATOS

Além da Acrônimo, deflagrada em 2015, a Pepper ganhou notoriedade nas investigações sobre as campanhas de Dilma. Em 2010, a empreiteira Andrade Gutierrez pagou R$ 6,6 milhões à agência. Delatores da empresa afirmam que os repasses se tratavam de caixa dois para a campanha de Dilma.

A quebra de sigilo mostra uma ascensão veloz da Pepper na década passada. De pequena agência até 2007, passou, em 2008, a amealhar contratos públicos, como da Caixa. Chegou a receber pagamentos de cinco ministérios, além de órgãos como o BNDES e a Apex (Agência de Promoção da Exportação).

Entre os financiadores da Pepper, estão outras agências de publicidade, que tinham contratos com o governo federal –as principais são a Nova S/B, com R$ 786 mil pagos, e a Lew Lara, com R$ 1,1 milhão.

Em outubro, a Acrônimo fez buscas em três construtoras que pagaram, juntas, R$ 840 mil, à Pepper em 2010. Outro alvo foi o sindicato das empresas de transporte de Belo Horizonte, que pagou R$ 600 mil.
OUTRO LADO

A Confederação Nacional da Indústria disse que, nos últimos cinco anos, outras duas agências de publicidade venceram as licitações para prestar serviço à entidade e ao Sesi, Senai e Instituto Euvaldo Lodi. Sustenta que os pagamentos citados pela reportagem "fogem ao ciclo de responsabilidade da atual administração".

Diz ainda que o conselho nacional do Sesi, que pagou R$ 479 mil à Pepper em 2013, funciona de modo autônomo em relação às outras instituições e que não poderia se manifestar em nome dele. A Folha não conseguiu localizar Jair Meneguelli, que presidiu o conselho até 2015, para comentar o assunto.
O Sebrae diz que trabalha apenas com empresas licitadas e que a Pepper prestou serviços por meio de outras agências de publicidade, que tinham sido contratadas pelo menor preço.

Ainda no governo Dilma, os ministérios e a Apex disseram que não celebraram contratos diretos com a Pepper e que os repasses foram feitos devido a terceirizações realizadas por agências de publicidade prestadoras de serviço, que haviam sido contratadas por licitação.

Cleber Lopes, advogado de Danielle Fonteles, dona da Pepper, diz que a agência prestou serviços para várias entidades e que os contratos com a CNI e o Sistema S não são alvo da investigação da Operação Acrônimo.

A Lew Lara diz que pagou à Pepper por serviços prestados para clientes privados da agência, na área de monitoramento digital de redes sociais, em trabalhos sem relação com a gestão pública.

A Nova S/B diz que a Pepper é uma das 63 empresas que já prestaram serviços digitais para seus clientes e que os trabalhos incluem desenvolvimento de sites, hotsites, blogs e banners de mídia digital. O sindicato do transporte não respondeu.




ADVOGADOS RECLAMAM QUE ODEBRECHT ATRASA AS DELAÇÕES DAS OUTRAS EMPREITEIRAS

Advogados de empreiteiras na fila para delação premiada anseiam para que a Procuradoria Geral da República volte a dar sequência às negociações. Estão à espera OAS, Mendes Júnior, Delta, Galvão Engenharia e EIT.  Alguns defensores das empreiteiras reclamam que as delações da Odebrecht travaram o andamento dos trabalhos na Procuradoria. Há negociações de outras construtoras aguardando há mais de três meses.


HERANÇA MALDITA DO PT PARA OS BRASILEIROS!!!

O FIM DA URSS


FIM DA URSS
A União Soviética deixou de existir oficialmente em dezembro de 1991. Mas seu esfacelamento teve início meses antes com o golpe que tentou tirar Gorbachev do poder.
A Rússia, a Ucrânia e a Bielo‐Rússia – que respondiam por 70% da população da URSS e pela maior parte das riquezas do país – criaram a Comunidade de Estados Independentes ﴾CEI﴿ no dia 8 de dezembro de 1991. A decisão se chocava com os planos de Gorbachev de criar uma União de Estados Soberanos para substituir a URSS. Nos dias que se seguiram, as demais repúblicas soviéticas foram aderindo à CEI, com exceção da Geórgia e do Azerbaijão ﴾que só ingressaram na Comunidade em 1993﴿ e das repúblicas bálticas.
Com a aprovação pelo parlamento, em 12 de dezembro, da nova comunidade independente de Boris Yeltsin, a renúncia de Gorbachev era uma questão de dias. De volta a Moscou, Pedro Bial e Sergio Gilz acompanharam o desmoronamento da URSS. A reportagem da dupla, exibida pelo Jornal Nacional no dia 16 daquele mês, mostrava que o líder soviético, cada vez mais, perdia a força.
No Natal de 1991, Mikhail Gorbachev, no poder havia mais de seis anos, renunciou. Logo depois de seu discurso, a bandeira vermelha com a foice e o martelo foi retirada do Kremlin e, em seu lugar,
subiu a bandeira russa. Naquele dia, Pedro Bial entrou ao vivo interrompendo por alguns minutos o programa Roberto Carlos Especial.
A União Soviética deixou de existir oficialmente no dia 31 de dezembro de 1991. A Federação Russa foi reconhecida pela comunidade internacional como sua legítima sucessora.

fonte: REDE GLOBO