quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

FALTA DE INTELIGÊNCIA
GSI defende ministro da Justiça, plano de segurança e controle de fronteiras.
Depois de Lula e Dilma acabarem com as câmeras de segurança no Planalto em 2009, o governo dela extinguiu em 2015 o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão de inteligência que assessora os presidentes da República nas diferentes áreas. Lula e Dilma temiam revelar quem circulava pelo poder? Tinham algo a esconder? E a extinção do GSI, com o esvaziamento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), foi puro desdém ou confusão entre inteligência e espionagem?
Conforme antecipou o Estado, Michel Temer restaurou logo ao assumir o GSI e nomeou para o cargo o general da reserva Sérgio Etchegoyen, quadro de elite do Exército. Além de encontrar a Abin com um terço da equipe, ele descobriu que não tem como responder a pedidos judiciais ou legislativos sobre a movimentação de pessoas no Planalto. Sabe quem entrou pela portaria principal, mas não se o empreiteiro tal, o lobista qual ou quem quer que seja passou em qual gabinete, em que dia, por quanto tempo.
Qualquer órgão público, prédio de apartamentos, shopping ou loja tem câmeras de segurança, fundamentais para desvendar dezenas, talvez centenas de crimes, como o recente assassinato do embaixador da Grécia. Mas justamente o prédio mais importante do País não tem câmeras há oito anos. Um espanto! 
O general disse ontem à coluna que “o leigo confunde inteligência com atividades românticas de 007 ou de espionagem grosseira, mas não é nada disso”. Os agentes são altamente capacitados, em geral trabalham em cima de informações abertas e vêm alertando antes dos massacres de Manaus e Boa Vista para a guerra entre as facções. O PCC mantém “comando nacional único”, o Comando Vermelho “abre franquias” nos Estados e a Família do Norte reage assim: “Neste terreiro já tem galo, quem manda aqui ‘soy yo’”.
Etchegoyen defende o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, o Plano Nacional de Segurança e a destinação de recursos do governo Temer para o Fundo Penitenciário (Funpen): nas despesas pagas, foram R$ 51,2 milhões em 2014, R$ 45,8 milhões em 2015 e R$ 1,17 bilhão em 2016. Por isso, quando ex-ministros petistas assinam manifesto contra Moraes, conseguem o oposto: “Pregaram ele na cadeira”. 
Para o chefe do GSI, o plano usa a Olimpíada como modelo e vem sendo construído desde a posse, quando José Serra (Itamaraty) começou a discutir as fronteiras com os países vizinhos. “O contrabando de drogas é o que garante mercado e alimenta as facções criminosas. Não adianta agir só nas penitenciárias”, diz o general, destacando a “Rota do Solimões”, que cruza o Brasil de oeste a este e escoa a droga para países ricos. Por isso, o Brasil está enviando adidos de inteligência para vizinhos ou receptores, como a França. Poliana Torres de Medeiros assumirá o posto em Paris e o próprio Etchegoyen irá ao país nesta semana para contatos bilaterais e uma reunião da União Europeia sobre segurança cibernética. 
A segurança, o tráfico e as penitenciárias estão fora de controle? Estão, mas, convenhamos, não dá para culpar o atual presidente, o atual governo, o atual ministro da Justiça. Eles apanham muito, o tempo todo, mas fazem o que podem. O que não podem é fazer milagres.
Entre amigos. O ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto, que foi ao Jaburu no domingo, é amigo de Temer há 40 anos, foi seu assistente na PUC-SP nos anos 1980, prefaciou seu último livro e o define como “equilibrado, sereno, sensato, lúcido, bom professor e experimentadíssimo na política”. Ayres Britto considera uma “convergência positiva” ter três constitucionalistas no primeiro escalão da República: Temer, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes. “A saída para a crise é a Constituição”, diz.
fonte: Eliane Catanhêde / Estadão
LULA E DILMA AMPLIARAM TRÁFICO DE DROGAS, ACABARAM COM A AGÊNCIA DE INTELIGÊNCIA E REMOVERAM CÂMERAS DO PLANALTO
Os ex-­presidentes Lula e Dilma agiram como verdadeiros chefes do crime organizado durante o período em que estiveram a frente do governo brasileiro. Juntos, os dois são os responsáveis pelo maior retrocesso nos mecanismos de inteligência do país. Segundo o general da reserva Sérgio Etchegoyen, membro da elite do Exército brasileiro, as medidas adotadas pelos petistas, como a extinção da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a eliminação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ajudaram os petistas não apenas a "encobrir" as tretas dos dois no Palácio do Planalto, mas também lhes tirou o controle de informações que poderiam inibir a ação do crime organizado e até mesmo evitado os massacres nos presídios. Sob a égide dos governos Lula e Dilma, os narcotraficantes ampliaram seu poder de atuação no país e desenvolveram rotas seguras para ingressar com grandes volumes de contrabando, de armas e drogas pelas fronteiras, que também foram abandonadas durante as gestões dos petistas. Durante este período, prosperaram grupos como o
PCC, Comando Vermelho e Família do Norte, que hoje atuam sob a forma de "franquias" em praticamente todas as regiões do país. Lula e Dilma chegaram ao extremo de mandar retirar as câmeras de vigilância do Palácio do Planalto para impedir registros de movimentação de pessoas no local. Como bem observou a colunista do Estadão, Eliane Cantanhêde, "Qualquer órgão público, prédio de apartamentos, shopping ou loja tem câmeras de segurança, fundamentais para desvendar dezenas, talvez centenas de crimes. Mas justamente o prédio mais importante do País não tem câmeras há oito anos"

fonte: Folha Polìtica 

LÍDER DO PT DIZ QUE MANTER DISCURSO DO 'GOLPE' É SECUNDÁRIO; IMPORTANTE É TER CARGO NA MESA DA CÂMARA
Ainda sem definição sobre que candidato apoiar na eleição para a presidência da Câmara, a bancada do PT tem apenas uma certeza: brigará para compor a Mesa Diretora da Casa, o que tem direito como segunda maior bancada do Parlamento. Em tom pragmático, o deputado Carlos Zarattini (SP), líder do PT na Câmara, disse nesta terça-­feira que é "secundário" o possível desconforto em apoiar um candidato que trabalhou pelo impeachment de Dilma Rousseff. O que importa, segundo ele, é marcar presença na Mesa, de preferência conquistando a primeira secretaria. 

Além de Rodrigo Maia (DEM­RJ), atual presidente, também disputam a presidência os deputados Rogério Rosso (PSD­DF) e Jovair Arantes (PTB­GO), presidente e relator da comissão de impeachment, respectivamente, e André Figueiredo (PDT­CE).

— Essa questão é secundária para nós desde que haja o respeito às regras democráticas, ao regimento e à proporcionalidade — afirmou o novo líder petista. 

Zarattini disse que a questão não é "ter ou não coerência", mas sim ocupar um cargo da Mesa. Os petistas estão fora desde que assumiu Eduardo Cunha (PMDB­RJ), eleito em fevereiro de 2015. 

— Aqui não se trata de ter ou não coerência, queremos que os candidatos que querem presidir a Câmara se comprometam em estabelecer a democracia na Casa, permitir que a Casa funcione através das suas regras. Para nós, coerência é preservar o direito do povo brasileiro. 

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, que também participou da reunião da bancada em Brasília, foi na mesma linha. Ele desconversou quando perguntado sobre uma falta de coerência em eventualmente apoiar algum candidato que patrocinou o impeachment, e reiterou que o mais urgente agora é ter um cargo na Mesa. Apesar disso, negou que a decisão da legenda seja pragmática. 

— Temos dialogado permanentemente com os movimentos sociais que querem na Câmara uma possibilidade de barrar essas medidas de retrocesso que o governo golpista vem implementando, independente do candidato, porque o importante é que haja democracia para que a gente possa se manifestar como oposição — disse o presidente do PT. 

LULA SE REÚNE COM DEPUTADOS NA QUINTA 

Com a direção nacional do PT entrando de cabeça na discussão sobre a eleição na Câmara, o ex-presidente Lula vai se reunir nesta quinta­-feira, em São Paulo, com uma comissão interna, formada por nove deputados petistas, para discutir a sucessão na Casa. A comissão ­ formada pelos deputados Paulo Teixeira (SP), Carlos Zarattini (SP), Afonso Florence (BA), Paulo Pimenta (RS), Arlindo Chinaglia (SP), José Mentor (SP), Pedro Uczai (SC), Décio Lima (SC) e Givaldo Vieira (ES) ­ tem como missão conversar com os quatro candidatos e garantir o compromisso de que os petistas terão espaço na Mesa Diretora. Na sexta e sábado, o diretório nacional se reúne na capital paulista e, já munida de posicionamento de Lula, poderá decidir que candidato apoiar no primeiro turno.

fonte: Folha Política


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

LULA 2018
PARTICIPE DESSA CAMPANHA!
Conheça o logo da campanha.

GUILHERME BOULOS, LÍDER  DO MOVIMENTO PETISTA MTST, É PRESO EM SÃO PAULO
O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, foi preso na manhã de hoje em São Paulo. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Segurança Pública.
Ele foi detido sob acusação de desobediência civil e incitação à violência enquanto acompanhava a reintegração de posse de uma invasão em São Mateus, zona leste de São Paulo. Neste momento, Boulos está prestando depoimento na 49ª DP de São Mateus.
fonte: Jornal Livre

ALGUMAS CENTENAS DE BANDIDOS REUNIDOS DE VÁRIOS PODERES FORMARAM UMA QUADRILHA PARA JUNTOS ASSALTAREM E SAQUEAREM O PAÍS! 
BASTA! LUGAR DE BANDIDO É NA CADEIA!

UM ESCÂNDALO MAIOR QUE O PETROLÃO
Assista à análise de Claudio Dantas, com informações exclusivas, das investigações do MPF e da PF em Brasília sobre um esquema de corrupção que envolve 50 grupos econômicos beneficiários de até R$ 1 trilhão em recursos públicos.
São três operações (Sepsis, Greenfield e Cui Bono) que O Antagonista apelidou de 'Lava Fundos'.
O DADO CONCRETO É QUE LULA É RÉU EM MEIA DÚZIA DE CASOS. ENTENDA AS CINCO AÇÕES PENAIS CONTRA O PETISTA NA JUSTIÇA
O ex­-presidente Lula já bateu um recorde mundial como o ex­-chefe de Estado com maior número de ações concretas na Justiça em apenas um ano. Acompanhe abaixo as ações penais em que o petista já figura como réu sob a forma da lei e que terá que se sentar como julgado perante um juiz para se explicar, antes de ter sua sentença definida: 

1) Acusação: Obstrução da Justiça 

Operação: Lava Jato 

Situação: Réu 

Em julho de 2016, a Justiça Federal do Distrito Federal tornou Lula réu pela primeira vez. A ação também envolve o ex­senador Delcídio do Amaral, o banqueiro André Esteves e outras quatro pessoas. Todas foram acusadas de tentar obstruir a Lava Jato ao tentar comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex­diretor da área internacional da Petrobras e delator do esquema de corrupção na estatal. 

As negociações foram conduzidas por Delcídio, que chegou a ser preso quando o caso foi revelado. "Delcídio aponta Lula como sendo chefe da empreitada", diz a denúncia. 

O que diz a defesa: 
Os advogados de Lula negam as acusações e dizem que ele "jamais interferiu ou tentou interferir em depoimentos relativos à Lava Jato". Ainda segundo a defesa, o caso se baseia "exclusivamente em delação premiada de réu confesso e sem credibilidade (Delcídio Amaral)". 

2) Acusação: 

Corrupção e lavagem de dinheiro 

Operação: Lava Jato 

Situação: 

Réu Lula se tornou réu pela segunda vez em setembro de 2016 pelas mãos do juiz Sérgio Moro. Segundo a procuradoria, ele recebeu 3,8 milhões reais em propina da empreiteira OAS, envolvida no esquema de desvios da Petrobras e que teria sido beneficiada por meio da influência do ex-­presidente. 

O pagamento dos 3,7 milhões, de acordo com a denúncia, não foi feito em espécie, mas por meio da reforma e decoração de um tríplex no Guarujá, além do armazenamento de bens do ex­presidente em um depósito pago pela empreiteira. 

Os procuradores apresentaram documentos e recibos que mostram os pagamentos, mas foram vagos em ligá-­los diretamente com algum ato específico de Lula na Petrobras. O próprio Moro disse no despacho que as provas apresentadas que apontam Lula como parte do esquema "criminoso" na Petrobras são "questionáveis". Além de Lula, também figuram como réus a esposa do ex­-presidente, Marisa Letícia, entre outros. 

O que diz a defesa: 

A defesa do ex­presidente nega as acusações e disse que os procuradores não apresentaram provas. À época da apresentação da denúncia, os advogados de Lula criticaram a forma como os procuradores apresentaram as acusações durante uma coletiva, que contou com o uso de um gráfico em Power Point e presença massiva da imprensa. "A força­-tarefa da Lava Jato valeu­-se de truque de ilusionismo, promovendo um reprovável espetáculo judicial e midiático", disse a defesa.

 3) Acusação: tráfico de influência, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva 

Operação: Janus 

Situação: Réu 

Em outubro, a Justiça Federal do Distrito Federal aceitou nova denúncia contra Lula. O ex-­presidente é acusado de usar sua influência em órgãos do governo e no BNDES para beneficiar a empreiteira Odebrecht em contratos de obras em Angola. 

Segundo a procuradoria, em retribuição aos serviços do ex­-presidente, a Odebrecht pagou 30 milhões de reais em propina. Os valores teriam sido repassados como pagamentos de palestras do ex-­presidente e de contratos de fachada (sem prestação de serviço) com uma empresa que tinha como sócio Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho da primeira mulher de Lula. 

O que diz a defesa: 

A defesa nega as acusações e diz ainda que o ex-­presidente "jamais interferiu na concessão de qualquer financiamento do BNDES". "Como é público e notório, as decisões tomadas por aquele banco são colegiadas e baseadas no trabalho técnico", disse a defesa. Em depoimento à PF, Lula também disse que "não chegou a tratar, em nenhum momento, nem quando era presidente ou depois, das relações comerciais vinculadas a Taiguara". 

4) Acusação: tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa 

Operação: Zelotes 

Situação: Réu 

Em dezembro, a Justiça Federal do Distrito Federal aceitou nova denúncia contra Lula. Segundo os procuradores, Lula "integrou um esquema que vendia a promessa no governo" para beneficiar empresas. 

Eles afirmam que investigações apuraram que Lula, seu filho, Luís Claúdio, e dois lobistas donos da empresa Marcondes & Mautoni, que atua desde 1998 como representante de montadoras, participaram de negociações ilegais para promover a compra de 36 caças suecos Gripen pelo governo, além de atuarem na prorrogação de uma medida provisória que concedida incentivos fiscais para montadoras de veículos. As empresas envolvidas eram clientes da Marcondes & Mautoni. 

Os procuradores afirmam que os lobistas pagaram 2,5 milhões de reais em propina à empresa do filho de Lula disfarçados como contrato de consultoria. Luís Cláudio chegou a elaborar alguns estudos para os lobistas, mas, segundo a Polícia Federal, parte dos documentos foi plagiada de textos na internet. Os investigadores também apontaram que os estudos "pareciam ser de rasa complexidade, em total falta de sintonia com os milionários valores pagos". 

O que diz a defesa: 

Em nota, a defesa do ex­-presidente e do seu filho negaram as acusações. "Nem o ex-presidente Lula nem seu filho participaram ou tiveram conhecimento de qualquer ato relacionado à compra dos aviões caças da empresa sueca SAAB, tampouco para a prorrogação de benefício fiscais." 

5) Acusação: Corrupção passiva e lavagem de dinheiro 

Operação: Lava Jato 

Situação: Réu 

Também em dezembro, Lula se tornou réu pela quinta vez após o juiz Moro aceitar mais uma denúncia. Segundo o MP, Lula recebeu propina da empreiteira Odebrecht na forma da compra de um terreno (avaliado em 12,5 milhões de reais) que seria usado para a construção do Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo do Campo (no valor de 504 mil), que fica no mesmo andar de um imóvel de propriedade do ex ­presidente. 

Também viraram réus Marisa Letícia, o ex­-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o empreiteiro Marcelo Odebrecht. 

Os procuradores do caso afirmam que o presidente teria recebido o terreno e o apartamento pelo seu papel como comandante de uma estrutura que organizava apoio parlamentar para firmar contratos entre a Odebrecht e a Petrobras. 

O Ministério Público afirma, por exemplo, que não existem registros de que Lula pagou aluguel pelo apartamento vizinho entre 2011 e 2015, apesar de tê­lo usado. O imóvel foi comprado por Glaucos da Costamarques, primo do pecuarista José Carlos Bumlai, já condenado na Lava Jato. Ainda segundo o MP, o dinheiro usado por Costamarques para comprar o apartamento foi repassado pela Odebrecht.



fonte: IMPRENSA VIVA

MORO VOLTA DIA 20. PT QUER LANÇAR LULA CANDIDATO DIA 20. ESTÃO TODOS SE BORRANDO DE MEDO
O juiz federal Sergio Moro volta de férias no próximo dia 20 para reassumir o comando da 13ª Vara Federal, em Curitiba, a responsável pela condução dos inquéritos da Operação Lava Jato. Moro já chega preocupando os petistas, pois sua primeira audiência será uma nova conversa com Pedro Barusco e depois, com Milton Pascowitch. Em depoimentos anteriores, os dois mencionaram fatos relacionados aos nomes de José Dirceu e João Vaccari Neto. 

Mas o petistas temem algo bem pior: diante da possibilidade de que Moro determine novas medidas judiciais contra o ex­presidente Lula, todo o partido está mobilizado para lançar logo a candidatura do petista. Dirigentes do partido já marcaram uma reunião para o mesmo dia 20 no Diretório Nacional do PT, em São Paulo, na qual pretendem anunciar o lançamento da candidatura do ex­presidente Lula à Presidência da República. 

Lula, Rui Falcão, Carlos Árabe e outros dirigentes do partido está todos se borrando com a volta de Sérgio Moro. 

“Lula é o nosso candidato, quanto antes colocarmos a candidatura dele na rua”, disse o secretário nacional de Organização do partido, Florisvaldo Souza. Os petistas acreditam que o lançamento da candidatura de Lula possa inibir medidas judiciais mais duras contra ele por parte da Justiça Federal em Brasília e em Curitiba. Mas o fato de Lula encenar o papel de presidenciável não anistia seus crimes. O petista pode ser preso a qualquer momento de qualquer forma, seja como candidato ou não.



fonte: IMPRENSA VIVA

GLEISI HOFFMANN NÃO SERIA SENADORA SEM O DINHEIRO ROUBADO DA ODEBRECHT PEDIDO POR DILMA
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-­PR), não ocuparia o cargo que ocupa, não fosse os esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo seu Marido, seu partido e a empreiteira Odebrecht. O ex­-presidente da empreiteira,Marcelo Odebrecht, confirmou ter repassado R$ 4 milhões não declarados à senadora petista para saldar suas dívidas na campanha de 2014. O pedido teria sido feito a mando da ex-presidente da República Dilma Rousseff. As informações são da revista IstoÉ. A declaração de Odebrecht ocorreu em delação premiada, firmada com a Operação Lava Jato em conjunto com dezenas de ex­-executivos e funcionários da empreiteira. Atualmente, o ex-­presidente da empresa se encontra preso na Polícia Federal de Curitiba (PR). De acordo com o depoimento, Gleisi ficou com as dívidas na mão após perder a eleição para o governo no Paraná em 2014 e o PT não quis saldá­-las. Assim, Dilma teria prestado socorro à senadora, fazendo o pedido a Odebrecht.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, autorizou a abertura do segundo inquérito para investigar Gleisi Hoffmann na Operação Lava Jato. A parlamentar é suspeita de corrupção passiva. A senadora já é ré na Corte por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Em setembro, a Segunda Turma do STF aceitou por unanimidade a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra a petista e o marido dela, o exministro Paulo Bernardo, na Lava Jato. 

fonte: IMPRENSA VIVA



SE ACHANDO O DONO DO BRASIL, LULA PROTOCOLA PEDIDOS PARA AFASTAR TODOS OS JUÍZES QUE O CONDENA
Lula protocolou um pedido para afastar de seus processos o desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF-4, que se recusou a salvá-lo do juiz Sergio Moro, considerando-o suspeito. O ex-metalúrgico faz isso com todos os juízes que não sentenciam o que ele quer.

Para Lula, juiz bom é somente aquele faz o que ele manda. O molusco tem que ser preso para parar de tentar interferir na justiça.


fonte: Folha Edition

LULA NÃO CONSEGUIU ELEGER NEM O PRÓPRIO FILHO EM SÃO BERNARDO, FALA EM SE LANÇAR CANDIDATO A PRESIDENTE
O ex­-presidente Lula e o PT estão falando sobre a candidatura do petista com a maior naturalidade nos últimos dias. Não se importam em violar as leis eleitorais, que proíbem propaganda eleitoral meses antes do pleito. Não se importam com o fato de Lula ter se tornado réu em meia dezena de ações criminais e de ter metade da cúpula do partido presa ou investigada na Lava Jato. Fingem ignorar ainda a fragorosa derrota nas urnas nas últimas eleições municipais, quando o partido conseguiu eleger apenas um prefeito nas 100 maiores cidades do país. Apenas em São Paulo, o partido perdeu 90% das prefeituras que comandava, caindo de 72 para apenas 8. Todas em municípios inexpressivos. Isso tudo sem contar o desgaste desde o impeachment da ex­-presidente Dilma e as revelações escandalosas sobre os esquemas de corrupção dos governos do PT nos últimos treze anos. Apesar de todos estes fatos, o partido não se envergonha de anunciar a candidatura do ex­-presidente Lula para a corrida presidencial de 2018.

Para lançar Lula candidato, membros do PT falam em "limpar imagem do partido". Haja papel higiênico e soda cáustica .



fonte: IMPRENSA VIVA


ENQUANTO O POVO SOFRE COM A CRISE, SENADORES DOBRAM GASTOS COM FUNCIONAMENTO DE GABINETES
Apesar de o Brasil enfrentar uma grave recessão, os senadores dobraram os gastos de seus gabinetes em Brasília com combustível, viagens, alimentação e Correios entre 2014 e 2016. 
Levantamento feito pela Casa a pedido da Folha revela um salto de R$ 2,4 milhões, em 2014 (em valores atuais), para R$ 4,8 milhões, em 2016. 

Com a rubrica "gastos extras", o Senado custeia o consumo em Brasília de combustível, material de limpeza, papelaria, alimentação, Correios e as viagens oficiais, autorizadas pela Casa.

Há limites para cada serviço, nem sempre cumpridos. 

Os R$ 2,4 milhões gastos a mais seriam suficientes para construir quatro escolas com boas instalações ou remunerar por um ano 60 professores com o piso da categoria. 

A rubrica dos gastos extras não está incluída na cota parlamentar a que cada senador tem direito, em geral usada em seu Estado de origem. 

Essa cota se destina a arcar com todo tipo de atividade do senador em seu Estado, como viagens de ida e volta de Brasília à base eleitoral, aluguel de escritório, alimentação e segurança privada. 

No caso dessa verba para os Estados, os gabinetes, juntos, gastaram R$ 24 milhões, queda de 11% sobre 2014. A verba varia de R$ 21 mil no Distrito Federal a R$ 44 mil no Amazonas.

EXTREMOS 

A forma de conduzir as contas de gabinete varia enormemente no Senado. 

Ciro Nogueira (PP-­PI), por exemplo, é um dos mais dispendiosos. Seu gabinete custou aos cofres públicos, em 2016, R$ 560 mil, mais o salário de R$ 34 mil e auxílios como o de moradia de R$ 5.500 mensais. 

Em cota parlamentar, Nogueira gastou R$ 360 mil –em um ano, um senador do Piauí tem direito a R$ 466 mil. 

Foram R$ 38 mil em passagens, mais R$ 250 mil com hospedagem, alimentação e locomoção. Ele não gastou nada com divulgação da atividade parlamentar. 

Em julho, por exemplo, Nogueira gastou R$ 5.000 com alimentação. No dia 29, uma sexta, ele pagou R$ 966 em uma refeição na tradicional churrascaria Rodeio, em São Paulo. No domingo seguinte, dia 31, desembolsou R$ 978 no restaurante Bendito Fogão, na cidade de Picos (PI).  

Em setembro, o senador usou R$ 54 mil da cota. Despesas com combustível de aviação somaram R$ 38 mil. A verba de transporte aérea prevista para senadores do Piauí é de quase R$ 24 mil por mês. 

Além da cota parlamentar, Nogueira desembolsou R$ 200 mil dos gastos extras em 2016, dos quais R$ 133 mil em viagens oficiais. 

Em outro extremo, o senador Reguffe (sem partido-­DF) custou R$ 514 ao Senado em 2016. Ele não fez uso da cota e não cobrou da Casa custos com combustível nem viagens oficiais. Os desembolsos feitos se resumem a água, material de limpeza e de escritório.

fonte:  Folha Política

SINDICALISTAS FAZEM SORTEIO DE CARROS PARA ATRAIR PESSOAS PARA 'PROTESTO' E VÍDEO CAUSA REVOLTA
Circula na internet um vídeo que mostra sindicalistas no centro de São Paulo, tentando atrair pessoas para um "protesto", oferecendo shows gratuitos e o sorteio de três carros.


PF ENCONTRA DOSSIÊ CONTRA EMPREITEIRA EM APREENSÃO NA ANTIGA CASA DE CUNHA
A Polícia Federal apreendeu na antiga residência do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha um dossiê completo com supostas 106 contas bancárias da construtora Schahin – com quem Cunha trocava farpas – no Brasil e no exterior. Segundo a papelada, a construtora acumulava R$ 350 milhões de saldo. Os investigadores suspeitam que Cunha tenha se utilizado de uma agência de investigação contratada pela Câmara para quebrar o sigilo bancário da construtora. Procurada, a Schahin não quis se manifestar. 


fonte: Folha Política


TSE VAI GASTAR ATÉ R$ 53 MIL PARA LAVAR VEÍCULOS
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê gastar até R$ 53 mil para lavar os 48 veículos de sua frota no intervalo de um ano. Estão previstas mais de 1.000 lavagens para manter os “veículos em condições de asseio e esmero”. As maiores despesas estão concentradas na limpeza dos veículos que atendem ministros da Corte.

fonte: Folha Política

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

LULA NO TRF-4

O delegado Maurício Moscardi Grillo, da Lava Jato, descartou a prisão preventiva de Lula.

Então temos de esperar sua condenação no TRF-4.
A Folha de S. Paulo, nesta segunda-feira, publicou mais um levantamento sobre a taxa de sucesso da Lava Jato no segundo grau.
“O TRF-4, responsável por julgar os recursos de decisões do juiz Sergio Moro, manteve ou endureceu as penas dos réus em 70% dos casos.
Até o momento, Moro condenou 83 pessoas. Destes, o TRF-4 analisou as apelações referentes a 23 condenados.
Dos 23, 8 tiveram as penas mantidas, e outros 8, endurecidas (70%). Outros 4 condenados acabaram absolvidos pelo tribunal (17%), enquanto 3 (13%) tiveram suas penas diminuídas”.
DISPUTA PELA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA MOSTRA QUE DEPUTADOS NÃO OUVEM AS RUAS
A disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, que vai ter eleição no próximo dia 2, não mudou em nada o quadro da velha política, com as tradicionais denúncias de uso da máquina, oportunismo, golpes baixos e falsas promessas. E assim tem sido a campanha dos quatro candidatos na disputa pela cadeira: Rodrigo Maia (DEM­RJ), Rogério Rosso (PSD­DF), Jovair Arantes (PTB­GO) e André Figueiredo (PDT­CE) repetem o inadmissível jeito de fazer política no Brasil. A cobiçada cadeira de presidente da Câmara dará ao eleito o poder de decidir os rumos políticos do País, cabendo a ele colocar em votação as matérias mais importantes para o Brasil. Dentre as benesses incalculáveis, há a prerrogativa de administrar um orçamento de R$ 5,9 bilhões, valor previsto para 2017. 

O deputado escolhido chefiará quase 20 mil servidores, terá direito a desfrutar da residência oficial da Câmara em área nobre de Brasília e de ter um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) à disposição. Atual detentor da máquina, o presidente Rodrigo Maia abriu seu poder de fogo tão logo recebeu sinal verde da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para disputar a recondução ao cargo que ocupa desde julho, quando houve uma eleição extraordinária para suprir a cadeira após a renúncia de Eduardo Cunha (PMDBRJ), hoje preso em Curitiba. Maia prometeu acelerar projetos de deputados caso seja confirmado no cargo, mas passou até mesmo a oferecer cargos na estrutura do governo Michel Temer (PMDB) para obter apoio. Por exemplo: ao PSB, bancada com 34 parlamentares, ofereceu a presidência da Nuclebras, estatal que cuida de tecnologia nuclear.

Mas sua principal barganha é a primeira­-secretaria da Câmara que, no escopo de sua próxima gestão, ainda está vaga. Ele usa o cargo para fisgar partidos do maior bloco do parlamento, o Centrão, composto pela união de 13 siglas da base aliada, como PP, PR, PSD e PTB. A estratégia prevê que, além de incorporar votos, Maia desidrate o apoio aos dois principais concorrentes na corrida à cobiçada cadeira: Jovair e Rosso. 

OPORTUNISMO DO PT 

Dono da segunda maior bancada da Câmara, o PT cobra o cumprimento da regra da proporcionalidade e pede a Maia o cargo de primeiro­secretário da Câmara em troca de apoio ao atual presidente. O impasse tem sido o divisor de águas no namoro entre Maia e o PT. Em dezembro, após conduzir a última sessão, que votou a renegociação das dívidas dos estados, Maia foi à liderança petista e agradeceu pessoalmente aos deputados que ali se encontravam. Em troca, integrantes do PT declararam apoio ao democrata. 

Há quem queira tirar proveito desse imbróglio. É o caso de Jovair Arantes. O candidato petebista e relator do processo de impeachment da ex­-presidente Dilma Rousseff – deu parecer favorável à admissibilidade ­, acenou com apoio ao pleito do PT. Candidato do centrão, o líder do PTB garantiu que vai respeitar a proporcionalidade. Fez críticas ao adversário por ameaçar escantear o PT com a composição de um bloco forte. “Os lugares que existem na mesa já são destinados aos partidos políticos”. A estratégia surtiu efeito. Mesmo sendo relator do impeachment de Dilma Rousseff, alguns petistas demonstram apoio ao candidato que foi algoz da ex­-presidente. Alinhado com a barafunda interna que tem dificultado a reconstrução da legenda, o PT não consegue unir os discursos e nem o apoio a uma mesma candidatura. Enquanto a maior parcela é simpática a Rodrigo Maia, outra ala do PT, liderada pelo deputado Carlos Zarattini (SP), não abre mão da primeira-­secretaria da Câmara. Ele pede que o novo presidente respeite a vontade popular, que elegeu os 57 parlamentares petistas. 

A demagogia também tem ocupado papel de destaque nesta eleição. Aproveitando a onda de comoção que se formou em torno da tragédia com o time de futebol da Chapecoense, Rogério Rosso apelou para o emocional. Vestido com o uniforme do time catarinense, Rosso lançou nas rede sociais uma emotiva candidatura. Mas Rosso refuta ter sido demagogo. “O deputado João Rodrigues é integrante da nossa bancada do PSD na Câmara e foi prefeito de Chapecó. Ele foi um dos grandes apoiadores da minha campanha e nos ensinou a torcer pelo time narrando jogos em tempo real pelo whatsapp”. De olho na sobra dos votos, o deputado André Figueiredo (PDT­CE) espera por um aceno do PT para, junto com o PDT, chegar ao coeficiente de 77 votos, com os 20 da legenda trabalhista, e conseguir barganhar ao menos um lugar na Mesa Diretora. Figueiredo usa o fato de não ter votado na admissibilidade do impeachment de Dilma para ter o apoio da segunda maior legenda. 

USO DA MÁQUINA

 Mesmo no recesso parlamentar, os quatro candidatos não descansaram no final do ano. Entre os Estados aonde foi fazer campanha, Maia esteve no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. No primeiro Estado se encontrou com o governador Robinson Faria, que é do mesmo partido de Rosso. Falou de outros assuntos, mas também de eleição da Câmara. Maia ainda participou de um almoço em Pernambuco com 20 deputados federais e também do Ceará, Piauí e Paraíba. 

Após críticas de adversários de que estava fazendo viagens com o avião oficial da FAB para alavancar sua campanha, Maia passou a voar com um avião bancado pelo DEM. Assistindo de camarote os quatro candidatos se digladiarem, o Palácio do Planalto tenta manter distância, apesar dos indícios de que confia mais em Maia.

Sempre os mesmos Ao contrário do que acontece na Câmara dos Deputados, em que a disputa pela presidência será nariz a nariz, a eleição para o comando do Senado Federal está praticamente equacionada. A supremacia do PMDB e um grande acordo de entre legendas praticamente garantem a vitória do senador Eunicio Oliveira (PMDB­CE). O que chama atenção na equação é o oportunismo do PT, que se tornou oposição ao governo federal, mas mesmo assim quer garantir uma cadeira na mesa diretora. O plano acertado até o início do recesso parlamentar é que, em contrapartida ao apoio a Eunicio, alguém do PT assuma a primeira­-secretaria do Senado e que um representante do PSDB seja escolhido para a primeira vicepresidência da Casa. Apesar do acordo com o líder do PT, Humberto Costa, Eunício encontra dificuldade em ter os votos totais do partido. 

Dois senadores petistas se recusam a apoiá­lo: Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR) discordam do acordo em torno do nome de Eunício, que eles chamam de golpista, por ter sido o relator da PEC dos gastos públicos. “A questão de cargos não pode ser argumento”, justificou Gleisi. A escolha pelo nome do cearense dentro do PMDB também passou por longa negociação para poder acomodar outros peemedebistas de porte que estavam de olho na mesma cadeira. Atualmente no posto, caberá a Renan Calheiros (PMDB­AL) a liderança do PMDB no Senado ou a chefia da principal comissão, que é a de Constituição e Justiça

EXECUTIVOS QUEREM DELATAR SÉRGIO CABRAL
A Lava ­Jato no Rio foi procurada por pessoas envolvidas com o esquema de corrupção que, segundo eles, era comandado por Sérgio Cabral. Estavam interessados em se antecipar a uma eventual prisão e fazer uma delação premiada. Pelo menos uma dessas conversas, com executivos de uma construtora fluminense, com atuação nacional, está bastante avançada. 

Fonte: Folha Política

LULA AUTORIZOU REPASSES DA ODEBRECHT À EX-PRIMEIRA-DAMA DO PERU, RELATAM DELATORES
O Ministério Público do Peru investiga se a ex­-primeira­-dama Nadine Heredia, mulher do ex-presidente Ollanta Humala (2011­ 2016), recebeu da Odebrecht cerca de US$ 3 milhões de caixa dois para a campanha do marido. 

Até agora, a Odebrecht firmou um termo preliminar no qual se compromete a pagar 30 milhões de soles peruanos (R$ 28 milhões). A empresa negocia um acordo de delação premiada naquele país. 

Anotações em agendas de Nadine mostram valores ao lado do nome "Marcelo" em 2010 e 2011. Procuradores acreditam ser Marcelo Odebrecht, ex-­presidente e herdeiro da Odebrecht. 

"Marcelo, 21 de maio. + 30 mil dólares; Marcelo, 24 de julho. + 30 mil dólares; Marcelo, 23 de julho. + 30 mil dólares; Marcelo, 10 de janeiro de 2011. + 70 mil dólares", diz uma das anotações.

Outra rubrica mostra que foi marcada em 2010 reunião entre Humala e Jorge Barata, principal representante da Odebrecht no Peru e delator da Lava Jato. 

A hipótese dos investigadores peruanos é que a empreiteira teria repassado ao todo R$ 4,8 milhões. O valor consta na planilha "Italiano", apreendida no e­mail da área de pagamentos de propinas da Odebrecht, o setor de Operações Estruturadas. No documento, o valor R$ 4,8 milhões está ao lado da citação "Projeto OH" (que seria de Ollanta Humala). 

O assunto foi abordado por executivos da Odebrecht no acordo de delação assinado no Brasil recentemente. 

Segundo envolvidos na negociação, a Odebrecht disse que os R$ 4,8 milhões saíram do caixa que a empreiteira tinha junto ao PT administrado pelo ex-­ministro Antonio Palocci, chamado internamente de "Italiano". 

O dinheiro teria sido direcionado a Humala com autorização de Lula. A Folha não confirmou se o nome de Nadine está no relato. 

A investigação sobre o ex­presidente peruano é um novo capítulo na internacionalização da Lava Jato. A Odebrecht começou a atuar no Peru em 1979. De acordo com a companhia, oito obras estão em andamento no país. 

A Odebrecht realizou obras de saneamento e mineração, entre outras, além de negócios com a subsidiária Braskem e de participar como investidora em projetos de infraestrutura no Peru. Ao longo dos últimos 35 anos, trabalhou em 67 projetos. 

De acordo com o Departamento de Justiça americano, a Odebrecht pagou mais de US$ 29 milhões em propinas no Peru entre 2005 e 2014 com o objetivo de conseguir contratos com o governo. Com o suborno, a empresa obteve benefícios superiores a US$ 143 milhões. 

OUTRO LADO 

A defesa de Heredia não respondeu às perguntas enviadas a seu advogado, Roy Gates. 

O Instituto Lula disse que, "se delações feitas em acordos para obter benefícios judiciais não são provas, muito menos o vazamento de supostas delações merecem (sic) comentários". 

José Roberto Batochio, que defende Palocci, negou que seu cliente seja o "italiano". A Odebrecht disse que não se manifesta sobre conteúdo de acordos. 

Fonte: Folha Política


DEPUTADO RÉU NA LAVA JATO VIAJA A CADA 4 DIAS COM DINHEIRO PÚBLICO
Conhecido no noticiário político-policial da Operação Lava ­Jato, o deputado federal e réu no petrolão Aníbal Gomes (PMDB-CE) é uma figura praticamente invisível na Câmara dos Deputados. De 1995 para cá (está no sexto mandato), há apenas registros de cinco discursos de Gomes em plenário – o último aconteceu em 2004, para saudar a nomeação do então senador e hoje deputado Carlos Bezerra (PMDB­-MT) ao cargo de presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nesta legislatura, o peemedebista não apresentou nenhum projeto e, ao longo de todo o ano de 2016, apenas compareceu ao Congresso a partir de setembro.

Até mesmo quando justificou ter dores na coluna para não comparecer à Câmara – ele faltou a simplesmente todas as 36 sessões realizadas entre o início de fevereiro e o final de abril com tal argumento ­, o deputado desfrutou do dinheiro que deveria cobrir exclusivamente gastos decorrentes da atividade parlamentar. 

Nesse período, Gomes fez mais de trinta viagens entre Fortaleza, sua base eleitoral, e Brasília, onde mora com a família. Ou seja: uma média de um voo a cada quatro dias. Todas as notas foram apresentadas à Casa e, em seguida, reembolsadas. Ao faltar às sessões nos primeiros quatro meses do ano, o congressista afirmou que estava em tratamento de saúde. 

O site de VEJA pediu os atestados, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), com as motivações apresentadas por Gomes para justificar as sucessivas ausências na Câmara dos Deputados. O fornecimento dos dados, no entanto, foi negado sob o argumento de que informações relativas a procedimentos médicos são “expressamente” consideradas atos pessoais e, portanto, protegidas por sigilo. A Casa ressaltou, ainda, que as informações exigem “consentimento expresso” para serem repassadas. 

Procurado, o deputado disse que apresentou atestados em “quase todas as faltas”. “Houve algumas que não [apresentei]”, admitiu. “A gente fica até com vergonha. É tão problemático que às vezes a gente prefere não ir para não estar lá atormentando os médicos. Mas quase todas estão justificadas”, completou. A ausência por questões de saúde é um dos poucos argumentos aceitos para evitar que haja corte de salário proporcional à quantidade de faltas. 

O deputado afirmou ainda sentir fortes dores na coluna e já ter passado por duas cirurgias. “O fato de estar doente, em crise, e, portanto, não ir ao plenário, não quer dizer que dois ou três dias depois eu não esteja bom o suficiente para fazer uma viagem ao meu estado. E coluna é assim, meu amor: tem dia que eu não me levanto. Aí eu tomo um remédio, ligo para o médico, e dois dias depois estou andando”, disse, para justificar a rotina de faltas. 

Em dezembro de 2016, o Supremo Tribunal Federal acolheu denúncia do Ministério Público que esmiuçou um pouco mais profundamente a atuação do parlamentar cearense. Aníbal Gomes tornou-­se réu por corrupção (ativa e passiva) e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de prometer pagamento de propina de 800.000 reais ao então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa para permitir e facilitar as negociações entre a estatal e empresas de praticagem da Baixada Santista e de São Sebastião (SP). Gomes também é alvo de outra denúncia, ainda não analisada pelo Supremo, em que é acusado de receber propina no petrolão em nome do presidente do Senado, Renan Calheiros , (PMDB­-AL), de quem é aliado. 

Fonte: Folha Política

'LULA É BANDIDO COMO TODOS OS OUTROS', TERIA DITO JANOT A EUGÊNIO ARAGÃO
O sub-procurador Eugênio Aragão, foi ministro de Dilma apenas durante o tempo que a Justiça levou para declarar que ele não podia ocupar o cargo. A Constituição veda expressamente que procuradores assumam cargos como o de ministro, mas Aragão insistia que haveria uma brecha na lei. Foi afastado pela Justiça. 

Aragão voltou então à Procuradoria­-Geral da República, e agora relata o que teria sido sua última conversa com o Procurador­-Geral, Rodrigo Janot. O relato foi inteiramente feito por Aragão ao jornal O Estado de S. Paulo. Não se sabe se Aragão pode lembrar com detalhes cada fala da conversa, mas ele assim a relatou: 

Janot: Você me deu um soco na boca do estômago com aquela mensagem (“não estou interessado em cargos”).Aragão: É aquilo mesmo que está escrito lá. Janot: Então considere-se desconvidado.

Aragão: Ótimo. Eu não quero convite (para função), tudo bem, não tem problema. Olha, Rodrigo, nós somos diferentes. É isso mesmo. Para mim, você foi uma decepção... Janot: O que você está querendo dizer? Vai me chamar de traíra?Aragão: Não, traíra não. Não chega a tanto. Desleal, mas traíra não. (No caso Operação da Lava Jato) você foi extremamente seletivo...  Janot: Você vem aqui no meu gabinete para me dizer que eu estou sendo seletivo?Aragão: É isso mesmo. Janot: Você vai para a p... que o pariu... Você acha que esse (ex­-presidente) Lula é um santo? Ele é bandido, igual a todos os outros...Aragão: Você foi muito mesquinho em relação ao Lula, só porque ele disse que você foi ingrato (em razão da indicação para a função)... Não tinha nem de levar isso em consideração. Janot: Isso é o que você acha. Eu sou diferente. O Lula é bandido, como todos os outros. E você vai à m...Aragão: E os vazamentos das delações? Eu tive informações, quando ministro da Justiça, pelo Setor de Inteligência da Polícia Federal, que saíram aqui da PGR... Janot: Daqui não vazou nada. E eu não te devo satisfação, você não é corregedor.Aragão: É, você não me deve satisfação, mas posso pensar de você o que eu quiser. Janot: Você vá à m..., você não é meu corregedor.Aragão: Eu não vim aqui para conversar nesse nível. Só vim aqui para te avisar que estou de volta. 

Durante seu curto período à frente do Ministério da Justiça, Aragão nada fez pelo sistema penitenciário, mas após sua saída vem criticando o governo atual como se todos os problemas tivessem surgido em seis meses. 

Já em relação à Lava Jato, Aragão foi mais ativo: tentou afastar o diretor da Polícia Federal, prometeu afastar toda a equipe se houvesse qualquer "cheiro" de vazamento, e deu várias declarações que levaram a população a acreditar que ele pretendia "enterrar" a operação. Após sua saída, vem agora relatar conversas pessoais sobre o Procurador-­Geral da República, sugerindo parcialidade. Janot recusou-­se a comentar.


Fonte: Folha Política

domingo, 15 de janeiro de 2017

O FINADO LULA

“Nunca entre num lugar de onde tão poucos conseguiram sair”, alertou Adam Smith. “A consciência tranquila ri-se das mentiras da fama”, cravou o romano Ovídio. “Corrupção é o bom negócio para o qual não me chamaram”, ensinou o Barão de Itararé.
E na contramão de todos está alguém que abriu mão de si mesmo pelo poder. Lula construiu uma história de vida capaz de arrastar emoções e o levar à presidência. Agora, de modo desprezível, o mesmo Lula destrói-se por completo.
Não é preciso resgatar o tríplex, o sítio ou os R$ 30 milhões em “palestras” para atestar a derrocada do ex-presidente. Basta tão somente reparar a figura pitoresca na qual Lula se tornou.
O operário milionário sempre esbanjou o apoio popular e tomou para si o mérito de salvar o país da miséria. Contudo, junto disso, entregou-se aos afetos das maiores empreiteiras, não viu mal em lotear a máquina pública, nem constrangeu-se em liderar uma verdadeira organização criminosa.
Sem hesitar, brincou com os sonhos do povo e fez de seu filho, ex-faxineiro de zoológico, um megaempresário. Aceitou financiamentos regados à corrupção, fez festa junina pra magnatas e mentiu, mentiu e mentiu. O resultado, enfim, chegou: ao abrir mão de si mesmo, Lula perdeu o povo.
Pelas ruas, o ex-presidente é motivo de indignação e fonte de piadas. Lula virou chacota, vergonha, deboche. Restou-lhe a militância do pão com salame e aqueles que tratam a política com os olhos da fé messiânica.
Seu escárnio da lei confirma sua queda. Lula ainda enxerga o Brasil como um rebanho de gados e não percebe que está só, cercado por advogados que postergam seu coma moral. Enquanto ofende o judiciário e todos aqueles que não beijam seus pés, Lula trancafia-se na bolha de quem ainda acredita que meia dúzia de gritos e cuspes podem apagar os fatos.
O chefe entrou num mundo sem saída, trocou sua consciência pelo poder e corrompeu-se até dissolver sua essência. Lula morreu faz tempo. Restou-lhe, apenas, uma carcaça podre que busca a vida eterna no inferno de si mesmo.
por Gabriel Tebaldi (graduado em História pela Ufes)


ALEXANDRE GARCIA FALA SOBRE A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

ABATIDO, APÓS VAIAS, LULA DISCURSA E COMETE UM CONDENÁVEL DESLIZE

Desconfortável, em função de um grupo de militantes da ‘Conlutas’ tê-lo vaiado e virado as costas no momento em que discursava durante o 33.º Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em Brasília, Lula cometeu um deslize fatal. Ele próprio se condenou.

É provável que entre a maioria dos militantes a tal fala de Lula tenha até passado despercebida, mas o fato é que aos poucos o ex-presidente, nos últimos tempos sempre pressionado, vai se entregando e perdendo seguidores.
No discurso desta quinta-feira (12) Lula, inflamado, vociferou: ‘Quem é o culpado de um jovem de 25 anos estar preso hoje? O que deram de oportunidade para ele quando ele tinha 8 anos? Se não dou educação, trabalho, essa criança vai fazer o quê da vida? A gente percebe que o dinheiro que se economizou na educação no passado está se gastando hoje para se fazer cadeia. E cada vez vai custar mais caro…’
Ora, esse personagem criado por Lula tinha dez anos quando o PT chegou ao poder e 24 quando Dilma sofreu o impeachment.
Portanto viveu o final de sua infância, toda a sua adolescência, e a sua juventude até o momento da prisão, sob o governo do PT.
Qual seria então a resposta para o questionamento de Lula – ‘Quem é o culpado de um jovem de 25 anos estar preso hoje?’
Você, leitor, é capaz de responder?
A conclusão é de que Lula está perdido, sem lenço, sem documento e sem rumo.
E o ‘golpe fatal’ está a caminho. Lula pressente, esperneia e fala bobagens.
Ao final de sua fala, fora de si, Lula garantiu para a platéia apática que voltará a governar o país.
LULA FRACASSOU EM ALIANÇA COM A ESQUERDA. PETISTA CORRE CONTRA O TEMPO E LANÇA CANDIDATURA ANTES DA VOLTA DE MORO
O ex­-presidente Lula está correndo contra o tempo. Réu em cinco ações penais e alvo de outros tantos inquéritos, o petista bem que tentou, através de Frente Brasil Sem Medo, articular uma grande aliança da esquerda para se lançar candidato a Presidência da República, mas não conseguiu sensibilizar setores da esquerda e até mesmo de seu partido, o PT. Partidos como o PDT, PTB, PCO e REDE rechaçaram qualquer tipo de aliança com Lula. Diante do fracasso em sensibilizar a esquerda em favor de Lula, o PT se mobiliza para tentar convencer setores do partido sobre a necessidade e urgência de lançar a candidatura do petista antes da volta das férias do juiz federal Sérgio Moro. O temor de Lula e de seu partido é o de que novas denúncias criminais sejam acolhidas contra o petista, que pode ainda ser alvo de novas medidas judiciais no âmbito das ações em que já figura como réu. Lula tem pressa e o partido deve anunciar sua prematura candidatura na próxima sexta-­feira, 20.
A quase dois anos do próximo pleito, Lula e seu partido irão insistir na tese da violação constitucional e propor eleições diretas ainda em 2017. A proposta do partido agora é derrubar Temer de qualquer jeito, antes que ele consiga avançar nos resultados positivos na economia. 

Fonte: Imprensa Viva

PROJETO DE LEI IMPEDE BLOQUEIO DE INTERNET FIXA; VOTAÇÃO SERÁ ABERTA NA SEGUNDA-FEIRA
O senador Ricardo Ferraço apresentou um projeto que impede qualquer limite na franquia nos planos de internet banda larga fixa. A proposta impede que o fornecimento do serviço seja interrompido caso atingido o limite estabelecido. O site do Senado, que abre as consultas públicas para que a população vote, está em manutenção e só será restabelecido na segunda-­feira, quando será possível votar e dar sua opinião sobre o projeto.

Fonte: Folha Política
LULA MANDOU TIRAR CÂMERAS DO PALÁCIO DO PLANALTO, REVELA GENERAL
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, disse que o Palácio do Planalto está sem câmeras de segurança desde 2009, quando os equipamentos foram retirados durante reforma feita no prédio pelo governo Lula. Ele disse acreditar que a medida foi tomada para evitar registros do que ocorria na sede da Presidência da República, o que caracterizaria obstrução da Justiça. Segundo as declarações de Etchegoyen, dadas em entrevista à revista “Veja”, o Palácio vem negando pedidos da Justiça para ter acesso a imagens, no âmbito de investigações contra corrupção, porque não havia qualquer câmera nos últimos anos. O general, que está à frente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), disse que “o Palácio passou anos em que, convenientemente, não se registrou nada”. 

Etchegoyen afirmou que houve uma tentativa de reinstalar os equipamentos de segurança, mas “impediram” que o serviço fosse feito. Questionado especificamente sobre pedido do Ministério Público de acesso a imagens, na investigação que apura se a ex-­presidente Dilma Rousseff tentou obstruir a Justiça em reuniões no Planalto, o general foi categórico: “não tem imagem”. Ele disse que “a situação era descontrole”, ao se referir ao período em que as câmeras foram retiradas. O general informou que uma nova licitação está sendo feita para adquirir câmeras de segurança para o Palácio do Planalto. O GLOBO tentou contato com o general, mas a assessoria de imprensa não respondeu Ao G1, o Instituto Lula não informou o motivo de as câmeras terem sido retiradas. E afirmou que a agenda de Lula como presidente sempre foi pública e acompanhada pela imprensa. Já a ex-­presidente Dilma Rousseff disse, por meio da assessoria, que “a responsabilidade pela segurança dos palácios presidenciais e das residências do presidente e do vice-­presidente sempre foi atribuição do Gabinete de Segurança Institucional (GSI)” sem explicar a razão de os equipamentos não terem sido reinstalados. 

Fonte: G1
FAZENDO O QUE O PT QUERIA FAZER NO BRASIL. MADURO AMEAÇA DEPUTADOS E CRIA 'COMANDO ANTI-GOLPE'
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou nesta terça­feira a oposição ­ que controla o Parlamento ­ de tentar um "golpe de Estado" ao declará­-lo em "abandono do cargo", e advertiu que a decisão terá consequências. "Atenham-­se às consequências do chamado golpe de Estado que a quadrilha aprovou ontem na Assembleia Nacional", disse Maduro ao ativar nesta terça um "comando anti-­golpe" integrado por figuras que se autoproclamam chavistas radicais. Em sua primeira reação à decisão do Legislativo, Maduro afirmou que é um "manifesto golpista e nulo", que incita à violência e ao caminho para tirá­-lo do poder por qualquer meio, incluindo a intervenção estrangeira.

Após intensa repercussão negativa, Kassab volta atrás e diz que não vai cortar internet Magno Malta diz que quer ser candidato à Presidência da República: 'Tenho vontade e coragem!'; veja vídeo "Sou o presidente da República Bolivariana da Venezuela, o chefe de governo e o chefe de Estado pelo mandato do povo, e com o povo seguirei defendendo a paz", afirmou Maduro em rede nacional de rádio e TV. 

O Legislativo declarou Maduro em "abandono do cargo" por não cumprir suas funções em meio à grave crise política e econômica, e exige a convocação de eleições antecipadas. "Dizem que abandonei o cargo e há 10 milhões de estudantes", se defendeu Maduro ao citar os investimentos do governo em setores como educação, saúde e habitação. Após a decisão do Parlamento, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) declarou que o Legislativo não tem a faculdade de destituir o presidente. O governo recorreu ao TSJ para poder processar penalmente os congressistas que aprovaram o "abandono de cargo" de Maduro. 

O presidente destacou a necessidade de se constituir um "comando anti-­golpe" para atuar com "firmeza" contra a oposição. "Sabemos quais são os promotores da violência e devemos agir preventivamente", declarou Maduro ao integrantes do "comando", ao qual delegou o combate às conspirações. Liderado pelo recém­-nomeado vice-presidente, Tareck El Aissami, o "comando" é integrado ainda por Diosdado Cabello, número dois do chavismo; Vladimir Padrino López, ministro da Defesa; Néstor Reverol, ministro do Interior; e Gustavo González López, diretor do Serviço de Inteligência. 

Fonte: Folha Política