quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

É PRECISO INVERTER A LÓGICA PRISIONAL

A insegurança a que o brasileiro honesto está submetido está intimamente ligada aos recentes massacres em presídios: prisões em que criminosos deveriam estar afastados do convívio social e em reabilitação são hoje territórios do crime, onde matam-se uns aos outros e ordenam a morte de quem está fora do cárcere – além de virarem QGs de facções criminosas. A falta de controle do Estado sobre apenados leva-nos a discutir o que fazer com a massa de criminosos ociosos, que via de regra pioram quando reclusos.
O Senado, por exemplo, realiza uma consulta pública para avaliar apoio a um projeto de emenda constitucional que pretende estabelecer a obrigação de o preso ressarcir o Estado pela sua estadia no cárcere. O resultado, até aqui, é de 97% de aprovação. Ou seja: a imensa maioria da população defende que criminoso pague, com recursos financeiros ou trabalho, a conta de sua hospedagem forçada.
Estamos lidando com o caos da segurança e do sistema prisional e não há quem discorde que precisamos mudar o que não está funcionando. A realidade é dura: altos índices criminais, prisões abarrotadas e um Estado falido. Como superar a barbárie?
A Lei de Execução Penal vigente descreve o trabalho do apenado como “um dever social e condição da dignidade humana”. Por isso, propus um projeto de lei, no âmbito estadual, que reforça o trabalho do apenado como essencial, para que ele possa pagar pela sua pena — e isso não é reinventar a roda. Nos EUA, por exemplo, alguns estados chegam a cobrar até US$90 dólares a diária do encarcerado.
No RS, cada preso custa até R$2 mil por mês. No Brasil, em média, R$3,4 mil – o dobro gasto com um aluno do ensino superior. Isso significa que o cidadão paga duas vezes pela insegurança: ao sofrer o crime e ao sustentar o criminoso. Para corrigir essa injustiça e dar oportunidade ao preso de trabalhar e se reinserir à sociedade, precisamos inverter a lógica.
MARCEL VAN HATTEM, cientista político

NEM DE NOITE , NEM DE DIA

Ao defender a transparência e a previsibilidade das pautas da Câmara, Jovair Arantes, candidato à presidência, afirmou que “a sociedade não suporta mais ver os deputados votando na calada da noite.”

Com certeza, mas não se pode esquecer daqueles que irritam a sociedade com o que fazem à luz do dia mesmo.

Conteúdo O Antagonista

MARCOS VALÉRIO QUER CHEGAR A JANOT

A estratégia de Marcos Valério é assinar, primeiro, a delação com Ministério Público de Minas, sobre o mensalão tucano. Em seguida, tentará fechar acordo de colaboração com a Lava Jato, conduzida em Brasília pela Procuradoria Geral da República.

Segundo o jornal O Tempo, o advogado Jean Robert Kobayashi Júnior, defensor de Marcos Valério, afirmou que seu cliente apresentará cerca de 48 anexos com documentos inéditos sobre o mensalão do PSDB, esquema de desvio de recursos públicos para reeleição do então governador Eduardo Azeredo, em 1998.
Diz a reportagem:
'A nossa intenção é assinar um acordo com o Ministério Público mineiro antes de conversar com o procurador geral, Rodrigo Janot. Em abril, teremos uma audiência de instrução e temos que ter tudo definido antes disso', disse (Jean Robert Kobayashi Júnior).

Segundo ele (Kobayashi Júnior), os anexos que tratam de denúncias relativas a irregularidades em âmbito nacional, como a citação de nomes do Executivo, do Judiciário e do Legislativo Federal, serão apresentados posteriormente a Janot. Valério diz ter provas contra políticos envolvidos na operação Lava Jato."

Conteúdo O Antagonista

TEMER, SIGA O EXEMPLO DE TRUMP

Como demonstra o índice Dow Jones, que superou os 20 mil pontos, Donald Trump segue animando a Bolsa de Nova York.
Se cortasse efetivamente impostos, como vai fazer o americano, Michel Temer animaria ainda mais a Bolsa brasileira.

Conteúdo O Antagonista

O TESOUREIRO DE JANETE

Carlos Cortegoso, dono da Focal, revelou à PF o nome de seu contato no PT: Edinho Silva.

Foi o tesoureiro de Dilma Rousseff que montou o esquema das gráficas de fachada que emitiram notas frias para ocultar o dinheiro imundo da campanha de 2014.

Conteúdo O Antagonista

TEM EMPRESÁRIO RECEBENDO BOLSA FAMÍLIA

E não são poucos.

Madeleine Lacsko explica essa fraude tipicamente brasileira...
fonte: O Antagonista

FAMÍLIA TEME O SUICÍDIO:Choro, medo e depressão estão destruindo Sérgio Cabral Filho

O semblante atual do ex-governador é outro, bem diferente daquele que estampava no dia de sua prisão.Cabral está acabado, tomado por uma intensa e inconsolável depressão.Bangu está um barril de pólvora, notadamente após a chegada de 600 presos da facção criminosa ADA (Amigos dos Amigos).
A coluna Radar da Revista Veja revela que ‘as piores crises de choro, com soluços em alto volume, podem ser ouvidas por carcereiros que ficam a até 50 metros de distância da cela de Cabral.

O MOTIVO DO SUMIÇO DAS CÂMERAS DO PLANALTO TEM NOME: LINA VIEIRA

A entrevista do general Etchegoyen informa que o governo lulopetista ocultou provas e obstruiu a Justiça

As incontáveis abjeções produzidas pela usina fora-da-lei que funcionou no Planalto por mais de 13 anos não cabem no noticiário jornalístico, tampouco na memória dos brasileiros. O escândalo da vez não fica na vitrine mais que algumas horas. É muita bandalheira para pouco espaço. É muita pauta para pouco repórter. É delinquência demais para um país só. É tanta obscenidade que, nesta segunda década do século 21, o que houve na primeira parece anterior ao Velho Testamento. Isso ajuda a explicar a curta escala nas manchetes feitas pelo sumiço das câmeras de vigilância do Planalto, assombro divulgado em entrevista a VEJA pelo general Sérgio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
A remoção dos aparelhos ocorreu no segundo semestre de 2009, informou Etchegoyen. Se tivesse consultado os jornais da época, teria descoberto que o motivo da remoção dos aparelhos teve (e tem) nome e sobrenome: Lina Vieira, secretária da Receita Federal afastada do cargo em agosto daquele ano. Entre a história protagonizada por ela e a entrevista do chefe do GSI passaram-se apenas sete anos ─ e no entanto o resgate do caso parece coisa de arqueologista. Aos fatos. Em 9 de agosto de 2009, numa entrevista à Folha, Lina Vieira fez revelações que escancaram a causa da sua substituição. Fora demitida por honestidade.
Estava marcada para morrer desde o fim de 2008, quando fez de conta que não entendeu a ordem transmitida por Dilma Rousseff, então chefe da Casa Civil, numa reunião clandestina ocorrida no Planalto: “agilizar”a auditoria em curso nas empresas da família do ex-presidente José Sarney. Em linguagem de gente, deveria encerrar o quanto antes as investigações, engavetar a encrenca e deixar em paz os poderosos pilantras. Dilma poderia alegar que não dissera o que disse. Como serial killers da verdade primeiro mentem para só depois pensarem em álibis menos mambembes, resolveu afirmar que a conversa nunca existiu.
Lina pulverizou a opção pelo cinismo com uma saraivada de minúcias contundentes. Contou que o convite para a reunião foi feito pessoalmente por Erenice Guerra, braço-direito, melhor amiga de Dilma e gatuna ainda sem ficha policial. Como confirmou Iraneth Weiler, chefe de gabinete da secretária da Receita, Erenice apareceu por lá para combinar a data e o horário da reunião. Também queria deixar claro que, por ser sigiloso, o encontro não deveria constar das agendas oficiais. ” Em depoimento no Senado, descreveu a cena do crime, detalhou o figurino usado pela protetora da Famiglia Sarney e reproduziu o diálogo constrangedor.
“Foi uma conversa muito rápida, não durou dez minutos”, resumiu. “Falamos sobre algumas amenidades e, então, Dilma me perguntou se eu podia agilizar a fiscalização do filho de Sarney”. No fecho do depoimento, repetiu a frase com que o abrira: “A mentira não faz parte da minha biografia”. As informações que fornecera permitiriam a qualquer investigador de chanchada esclarecer a delinquência em poucas horas. Mas Franklin Martins, ministro da Propaganda de Lula, achou pouco. “O ônus da prova cabe ao acusador”, declamou. “Cadê as provas?”.
Estão no Palácio do Planalto, reiterou Lina. Como dissera durante a inquisição dos senadores, ela chegou sozinha para o encontro noturno, teve a placa do carro anotada ao entrar pela garagem, passou pelo detector de metais, deixou o nome na portaria, subiu pelo elevador, esperou na sala ao lado de duas pessoas e caminhou pelo andar. “É só requisitar as filmagens”, sugeriu. “Não sou invisível. Não sou fantasma”. Logo se soube que, no sistema de segurança instalado no coração do poder, todo mundo virava fantasma um mês depois de capturada por alguma câmera. Numa espantosa nota oficial, o bando fantasiado de governo confessou que as imagens eram guardadas por 31 dias.
Haviam sido destruídas, portanto, as cenas do entra-e-sai de outubro e novembro de 2008, entre as quais as que documentaram as andanças de Lina Vieira. E os registros na garagem? Esses nunca existiram. Como o serviço de segurança à brasileira confia na palavra dos visitantes, tanto as placas dos carros oficiais quanto a identidade de quem zanza por ali não são registradas em papéis ou computadores. O porteiro limita-se a perguntar ao motorista se há uma autoridade a bordo. Assim, o governo não tinha como atender às interpelações de parlamentares oposicionistas.
Conversa de 171. Acobertados pela mentira, os sherloques a serviço da bandidagem destruíram as gravações. A ex-presidente fantasiada de mulher honrada enquadrou-se, sempre em parceria com Lula, nos crimes de ocultação de provas e obstrução da Justiça. As câmeras foram escondidas em lugar incerto e não sabido. Nunca mais deram as caras no palácio. Nos sete anos seguintes, os quadrilheiros com direito a foro privilegiado agiram com a desenvoltura de quem se livrara até daquele simulacro de esquema de vigilância. Deu no que deu.

fonte: Veja / Augusto Nunes

terça-feira, 24 de janeiro de 2017


SÉRGIO MORO PODE SER O PRÓXIMO ALVO, ALERTA POLÍBIO BRAGA, APÓS A MORTE DE TEORI ZAVASCKI 
As suspeitas envolvendo trágica a morte do ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, podem até ser consideradas por alguns como teorias de conspiração. Mas o fato é que, dada a importância das delações envolvendo nomes de partido, políticos e empresários poderosos, nada pode ser descartado. Seria imprudência sim, aceitar que tudo não passou de um acidente e dar o caso por encerrado.
Forças poderosas estão prestes a ter seus interesses confrontados com a homologação do maior acordo de delação premiada da história mundia. Supor que estão todos acomodados, esperando que o pior aconteça é muita inocência.
Por outro lado, coincidências acontecem e a morte de Teori pode ter ocorrido mesmo em decorrência do acidente aéreo. Esta semana, o jornalista e escritor Políbio Braga, de Porto Alegre, postou novo vídeo nas redes sociais, em que questionou se após a morte de Teori Zavascki, que, na sua opinião, pode ter sido um atentado, será a vez do juiz federal Sergio Moro, titular da Lava Jato.
Segundo o escritor, Moro figura entre os alvos potencias daqueles que seriam os responsáveis pela morte de Teori e recomenda que o magistrado seja mais cauteloso daqui para frente.
Políbio Braga lembra da morte do juiz Giovanni Falcone, o juiz responsável pela Operação Mãos Limpas, na Itália, que inspirou o juiz Moro e a Lava Jato.
É claro que as suposições de Políbio Braga beiram as raias do absurdo, por seria muita ousadia de qualquer organização criminosa atentar contra a vida do juiz em maior evidência e o mais querido do país. Um acontecimento como este mergulharia o Brasil numa crise política e institucional sem precedentes na história.
"Sergio Moro tem que se acautelar", disse o escritor Políbio Braga. 

MARINA DIZ QUE CRISE ECONÔMICA NO BRASIL É PRODUTO DE 13 ANOS DE PT E PMDB, MAS OMITE QUE METADE FOI COM ELA NO PODER
A ex-­petista e ex-­ministra dos governos Lula entre 2003 e 2008, Marina Silva, atribuiu as crises política, ética e econômica enfrentadas pelo país nos dias de hoje são responsabilidade exclusiva do PT e PMDB, partidos que comandaram o Brasil ao longo dos últimos 13 anos. 

Marina usou sua página no Facebook ( ) para criticar a deterioração do sistema político ocorrida sob o comando dos ex-­presidentes Lula e Dilma, mas se "esqueceu de mencionar que, como petista e ministra do meio ambiente, fez parte de praticamente todos os dois governos de Lula. 

Marina afirmou em sua página que “ aqui O PT e o PMDB, embora hoje se digladiem, ao longo dos últimos 13 anos foram como irmãos siameses. Juntos são responsáveis pela crise política, ética e econômica do Brasil. São os principais protagonistas dos inaceitáveis escândalos de corrupção que têm sido desvendados pela operação Lava­  Jato.

Marina esteve ao lado de Dilma, José Dirceu e toda a cambada de precursores dos esquemas do mensalão e petrolão. Testemunhou todos os esquemas do PT envolvendo financiamento irregular da campanhas com dinheiro desviado da Petrobras. A então petista começou a demonstrar seus primeiros sinais de ressentimento contra Lula por sua "predileção" por Dilma a partir de 2007. O Ápice da ciumeira de Marina culminou em sua saída do governo em 13 de maio de 2008, quando a petista entregou sua carta de demissão a Lula. Humilhada por ter sido preterida pelo ex­-presidente, que escolheu Dilma como sua sucessora, Marina abandonou o PT, após ter sido convidada para se candidatar a presidente pelo Partido Verde. 

A candidatura de Marina foi apontada como uma estratégia da esquerda que teria contado com a benção de Lula. Atuando como linha auxiliar, a ex­petista conseguiu 19,33% dos votos válidos, ocupando assim, o terceiro lugar na disputa que seguiu para o segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra. Há quem afirme que Dilma não chegaria ao segundo turno daquela eleição, não fosse a dobradinha com Marina. 

fonte: Imprensa Viva


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

MARINA SILVA, A CARNICEIRA QUE QUER SER PRESIDENTE DO BRASIL, NÃO APARECEU PARA COMENTAR CARNIFICINA EM PRESÍDIOS OU A MORTE DE TEORI
A ex­-senadora petista Marina Silva (atual Rede), tem se revelado uma oportunista de plantão de mão cheia. Ausente nos debates sobre os problemas e desafios do país, como o combate a corrupção, o golpe contra juízes e magistrados com a pressão do Congresso sobre a lei de abuso de autoridades, Marina tem "evitado" aparecer para comentar sobre assuntos mais áridos. 

Em uma de suas últimas aparições, a ex­-petista manifestou seu desejo pela renúncia do presidente Michel Temer até o dia 31 de dezembro do ano passado, apenas para que ela pudesse concorrer ao cargo ainda este ano, enquanto ainda figura como uma das favoritas na corrida presidencial. 

Marina não parece e nem se comporta como uma pessoa que realmente se importa com os destinos do país. Além de sua ausência nos debates sobre a tragédia na cidade mineira de Mariana, que agora está se refletindo em um perigoso surto de febre amarela que se espalha por toda a região afetada pelos deslizamentos, Marina tem se mantido calada sobre outras questões importantes. 

Até o momento, a ex-­petista não se pronunciou sobre os massacres ocorridos em presídios no país ou sobre o trágico acidente que ceifou a vida do ministro do Supremo Tribunal Federal STF, Teori Zavascki. Marina deveria ter se pronunciado não apenas em virtude da perda para o país, mas também sobre a expectativa que a morte do relator da Operação Lava Jato no Supremo criou no andamento das investigações e homologações que cuidava. Marina parece que vive num canto a espera de que algo de ruim aconteça no Brasil, mas procura se manifestar apenas nas circunstâncias em que pode obter algum dividendo político. 

Quando não dá para capitalizar em torno de algum ocorrido, a ex-petista prefere a obscuridade. Marina protagoniza um comportamento que pode ser chamado de aparições seletivas.


fonte: Imprensa Viva 

PT USOU PROVEDORES DE ESTATAL CUBANA EM 'ASSASSINATO DE REPUTAÇÃO' CONTRA AÉCIO
Provedores de uma estatal cubana, a Etecsa, foram usados por um perfil que promoveu ataques ao senador Aécio Neves (PSDB­-MG) nas redes sociais durante a campanha presidencial de 2014. 

A Etecsa é a empresa de telecomunicações do governo autorizada a fornecer conexão de internet em Cuba. 

O uso dos provedores da estatal foi revelado em processo que Aécio move há quase três anos na Justiça de São Paulo, com o intuito de quebrar o sigilo dos perfis e identificar seus detratores.

A ação tem como alvo disseminadores de informações que vincularam o tucano ao consumo e tráfico de drogas, em meio à disputa pelo Palácio do Planalto contra a ex­-presidente Dilma Rousseff. 

O perfil que usou a rede cubana também fez uma série de acusações ao senador de violência contra a mulher. 

A Justiça de São Paulo tem dado ganho de causa a Aécio e determinou que as redes sociais e provedores de internet e telefonia no Brasil entregassem dados vinculados a 20 perfis que o juiz responsável pelo caso entendeu terem, deliberadamente, atuado para produzir conteúdos degradantes contra o tucano. 

Segundo os dados entregues à Justiça, o perfil que usou a rede cubana para fazer os ataques foi acessado com login e senha por ao menos três pessoas diferentes. 

A Folha conseguiu localizar uma delas: Ana Maria Quaiato, secretária parlamentar do deputado Paulo Teixeira (PT-­SP). 

Procurados, tando o deputado como sua assessora disseram desconhecer detalhes do processo e afirmaram que vão aguardar o andamento das investigações. 

Além do cargo na Câmara, Quaiato também integrou como suplente o Conselho Municipal de Saúde de São Paulo durante a gestão do ex­-prefeito Fernando Haddad, também do PT. 

LOCALIZAÇÃO 

Pelos documentos obtidos até agora não é possível afirmar que a pessoa que usou provedores da Etecsa para acessar o perfil o fez de um aparelho da própria estatal. 

O uso do provedor pode ter se dado por meio de uma conexão simples ­com a compra de um cartão com pacote de dados, ou por wi­-fi em um ponto público ou privado, como casas e hotéis. 

Para descobrir a localização exata e o tipo de equipamento usado para acessar o perfil, Aécio precisaria obter uma ordem judicial para quebrar o sigilo dos dados de provedores da Etecsa. 

A assessoria jurídica do senador ainda estuda se impetrará a ação contra a estatal cubana na Justiça brasileira ou na daquele país. 

Aécio foi o primeiro político de projeção nacional a entrar com ações contra perfis de internet. O caso foi revelado pela Folha em setembro de 2014. Desde então, o jornal identificou outros que fizeram o mesmo.


Em novembro do ano passado, a Folha revelou que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pediu a quebra do sigilo de seis usuários do Twitter que o chamaram de "ladrão de merenda". 

Já este mês, a Folha mostrou que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, também pediu a abertura dos dados de perfis do Facebook que o vincularam a uma facção criminosa. 

OUTRO LADO 

A reportagem tentou contato com a assessoria da Etecsa, mas não obteve sucesso. Foi feito, primeiro, um contato com a embaixada cubana no Brasil, que disse não ter como dar qualquer informações sobre o caso ou mesmo indicações de contatos na estatal. 

A Folha também encaminhou um e-­mail para o endereço eletrônico que consta no site da Etecsa, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. 

Procurada, Ana Maria Quaiato, secretária parlamentar do deputado Paulo Teixeira, afirmou que jamais foi notificada sobre a ação. "Vou aguardar o andamento do processo para verificar o que procede e o que não procede", disse. 

Teixeira fez afirmação semelhante. "Como é um caso que está sub judice e eu não conheço o teor, prefiro aguardar o desfecho para emitir qualquer juízo de valor." 

Os advogados de Aécio argumentam na ação que movem o processo para identificar o que eles chamam de "uma rede de detratores" que atuou de forma deliberada para difamar o tucano nas redes sociais. 


fonte: Folha Política
Não podemos descartar a hipótese de acidente provocado, diz o presidente da Fenapef, Luís Boudens
Com 20 anos de Polícia Federal, o presidente da Fenapef, Luís Boudens, lembra o histórico de crimes políticos no país

Pode ter sido uma inimaginável coincidência que Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, tenha morrido a poucos dias de homologar a “mãe de todas as delações” – a bomba armada pelos executivos da Odebrecht. Mas, para alguém com 20 anos de Polícia Federal, não é possível ignorar nenhuma hipótese, inclusive a de que a queda do avião não foi um infeliz acidente.

“O histórico recente do Brasil contém diversos casos de assassinato de cunho político”, afirma Luís Antônio de Araújo Boudens, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). Veja a conversa com O Antagonista:

O Antagonista: Quão importante é esclarecer as circunstâncias da morte de Teori?

Luís Antônio de Araújo Boudens: Teori era o relator da Lava Jato no STF, já que a operação investiga diversos políticos com foro privilegiado. Seu papel abrangia todas as requisições da Polícia Federal envolvendo essas pessoas, além da homologação das delações premiadas. Sua morte não pode trazer prejuízos à Lava Jato. Em segundo lugar, é necessário analisar tudo o que cerca o acidente para prestar contas à sociedade. Circulam relatos de ameaças a ele e à família.

O Antagonista: Há quem diga que falar de atentado é teoria da conspiração. O senhor concorda?

Boudens: O histórico recente do Brasil contém diversos casos de assassinato de cunho político. É a popular queima de arquivo. Temos o Celso Daniel, por exemplo. Isso mostra que o Brasil não está imune a essa prática. O contexto geral da morte de Teori justifica uma investigação muito precisa e muito cautelosa. Com 20 anos de Polícia Federal, sendo 15 na área de inteligência, digo que é preciso um trabalho muito apurado.

O Antagonista: Falando objetivamente, não se pode descartar que foi um atentado?

Boudens: Não se pode descartar essa hipótese. É preciso respeitar o luto da família; esse momento de dor. Mas não podemos esquecer de que há essa hipótese de acidente provocado. Não podemos desconsiderar que isso pode ter sido feito por uma organização criminosa.

fonte: O Antagonsita/ Por Márcio Juliboni

domingo, 22 de janeiro de 2017

RELATOR DO PROJETO QUE QUER O FIM DA LAVA JATO GANHA PENSÃO ABSURDA E MILIONÁRIA
O Senador Roberto Requião é o relator do projeto de abuso de autoridade proposto por Renan Calheiros. Ele já se declarou a favor do projeto que acabará com a operação Lava Jato.
Ele recebe R$ 5,5 milhões por ano de pensão.

fonte: noticiasbrasilonline
APÓS CONFIRMAR QUE PT USAVA DINHEIRO ROUBADO EM SUAS CAMPANHAS , EX-TESOUREIRO DO PARTIDO É ABANDONADO POR "COMPANHEIROS"
O ex-­tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) Paulo Ferreira, que foi preso durante a 31ª fase da Operação Lava Jato, desencadeada em julho de 2016, já teve sua prisão preventiva revogada pelo juiz Sério Moro desde dezembro, mas permanece preso por falta de dinheiro para pagar uma fiança. Ferreira e mais 13 acusados viraram réus em processo que apura irregularidades nas obras do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, no Rio de Janeiro. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) na terça-­feira (9) e aceita pelo juiz Sérgio Moro. 

Passados mais de um mês desde a revogação de sua prisão preventiva, o ex-­tesoureiro do PT ainda não conseguiu "levantar" o dinheiro para pagar a fiança. A defesa alega dificuldade em levantar o dinheiro para pagar a fiança, que foi reduzida de R$ 1 milhão para R$ 200 mil pela juíza federal Gabriela Hardt, que substituía Moro durante as férias do magistrado.

QUANTA INGRATIDÃO

Apesar do verdadeiro "black Friday" estipulado pela substituta de Moro, nenhum dos ex-­companheiros de Ferreira no PT se mobilizou para fazer uma vaquinha para liberta o ex tesoureiro. O motivo seria a delação feita por Paulo Ferreira, que confirmou ao juiz Sérgio Moro que o PT vivia de propinas e esquemas ilícitos com os quais financiava as campanhas dos candidatos do partido, inclusive as de Lula e Dilma.

fonte: Imprensa Viva

LULA E PT TORCEM POR ATRASO OU RECUSA DA HOMOLOGAÇÃO DA DELAÇÃO DA ODEBRECHT. CANDIDATURA DO PETISTA DEPENDE DISSO
O ex-­presidente Lula e o PT bem que tentaram antecipar para o último dia 20, o lançamento oficial da candidatura do petista à Presidência da República. O objetivo do lançamento prematuro do petista para a corrida eleitoral tinha apenas um propósito: fornecer uma narrativa de que aponte qualquer condenação de Lula em algumas das cinco ações penais em que figura como réu seja classificada como perseguição política. 

Lula e o PT também tinham pressa por outros motivos. Entre eles, a proximidade da homologação do acordo de delação premiada da Odebrecht, previsto para o início de fevereiro. O relator dos processos da Lava Jato no Supremo, ministro Teori Zavascki, havia dedicado boa parte de suas férias para adiantar os trabalhos, mas acabou morrendo em um trágico acidente aéreo no mesmo dia em que o PT se reuniu em um Congresso em São Paulo para avançar com o nome de Lula como pré­-candidato do partido. 

Agora estão todos em compasso de espera. O anúncio da candidatura de Lula está previsto para o próximo Congresso Nacional do PT em abril. A torcida agora no partido é a de que o processo de homologação do acordo de delação da Odebrecht seja finalizado apenas após o lançamento de Lula como candidato.

O PT ainda nutre a esperança sobre a nomeação do ministro Dias Toffoli ou de Ricardo Lewandowski para a relatoria da Lava Jato no Supremo, por meio de sorteio. Neste caso, dizem os petistas, é certo de que a homologação não saia tão cedo. Os membros do STF simpáticos ao PT poderiam alegar que vão precisar de "bastante tempo" para se familiarizaram com todos os documentos.


fonte: Imprensa Viva



LULA AFUNDA JUNTO COM O PT. MILITANTES DECEPCIONADOS COM A DECADÊNCIA DO LÍDER
O ex­-presidente Lula já não é mais o mesmo. Foi o que se constatou durante o lançamento do 6º Congresso do PT esta semana. O petista, que queria lançar sua candidatura no último dia 20, teve suas pretensões rechaçadas pela maioria dos membros do partido, que recomendaram "prudência". 

A pressa de Lula em lançar sua candidatura não tem nenhuma relação com a disputa presidencial, mas sim criar uma narrativa de que ele é perseguido pela Justiça brasileira. Lula e alguns setores do PT acreditam que o lançamento prematuro do nome do petista possa causar embaraços ou inibir a justiça de condená­-lo em algumas das cinco ações penais em que figura como réu. No caso de condenação, o mais provável, o petista e seu partido alegariam que uma eventual sentença teria como objetivo único tirá­-lo da disputa eleitoral. 

Lula não está preocupado com o PT, mas sim em salvar a própria pele. O petista, contrariando as bases do partido, estimulou que a bancada petista apoiasse a candidatura de Rodrigo Maia para a Presidência da Câmara. Maia tinha se comprometido com o PT de levar adiante o projeto de abuso de autoridade que tem como objetivo inibir que juízes e procuradores investiguem políticos e outros criminosos de toda sorte. 

O PT, que já não tem mais uma boa reputação perante o eleitorado, começa a perder o apreço de seus próprios militantes. Os propósitos de Lula não têm nada a ver com os objetivos de alguns petistas de tentar recuperar a imagem do partido. Todos também sabem que a altíssima taxa de rejeição ao nome de Lula por parte do eleitorado é algo que inviabiliza sua candidatura. Em consultas encomendadas pelo partido, Lula não consegue romper a barreira dos 22% de intenções de votos em nenhum cenário, mesmo sendo um dos candidatos com maior visibilidade em todo o país e antes mesmo da definição de outros nomes. 

Pressionado, o presidente nacional do PT, Rui Falcão se viu forçado a admitir que o lançamento de uma pré­-candidatura de Lula à Presidência da República dependerá da construção de um programa de governo, algo que nem Lula nem o PT possuem. 

"No PT, se vive uma ilusão de que o Lula é a salvação do partido e ninguém considera o "imponderável", diz um dirigente do partido. 

Durante o último congresso, Lula falou em tentar se reaproximar dos movimentos sociais, dos sindicatos e da juventude, mas não explicou como conseguirá sensibilizar os setores que apoiavam o partido que foram os mais traídos durante os governos petistas. Os militantes sabem que não adianta ter uma boa interlocução com os líderes dos movimentos sociais em nível nacional ou regional. Seria preciso reconquistar os corações e mentes dos integrantes destes movimentos, e não seus líderes. 

O senador Lindbergh Farias estava presente no Congresso e deu um jeito de deixar o local onde Lula falava para denunciar o racha no partido. O senador gravou um vídeo que publicou em seu perfio no Facebook, denunciando o racha na legenda. Outros interlocutores confirmam que a maioria dos presentes saiu decepcionada com Lula, que não conseguiu apresentar nenhum argumento razoável, capaz de mobilizar a militância. 

Fragilizado nas últimas eleições municipais, quando perdeu mais de 80% do poder de influência, o partido deve sofrer ainda novos reveses nos próximos meses. Dezenas de parlamentares sinalizam que pretendem deixar a legenda. Antes ou após a prisão de Lula.

fonte: Imprensa Viva


LULA ESTÁ NA PRORROGAÇÃO. NOVOS DETALHES SOBRE CRIMES DO PETISTA DEVEM GERAR NOVOS INQUÉRITOS  E ATÉ PEDIDOS DE PRISÃO
O ex­-presidente Lula e demais membros do PT já foram informados que podem se decepcionar duplamente com as informações contidas no acordo de delação da Odebrecht, que deve ser homologado antes de março. 

Se por um lado, não há muita coisa que possa incriminar seus adversários, o material promete ser devastador para Lula, Dilma e outros membros "ilustres" do PT. O jogo que está sendo jogado no momento não fará nenhum sentido assim que for levantado o sigilo sobre o conteúdo das delações, garantem fontes do Supremo Tribunal Federal. 

Enquanto os setores da esquerda tentam criar um clima de suspense sobre o que vem por aí contra o presidente Michel Temer e outros opositores tradicionais, como os membros do PSDB, a batata dos petistas já está assada e fria na pedra aguardando para ser degustada por todos os brasileiros. De acordo com as expectativas, não será nada bonito.

A homologação do acordo da Odebrecht promete não apenas desencadear uma série de novos desdobramentos nas investigações da Operação Lava Jato, como também fazer com que vários presos em Curitiba se precipitem para contar tudo que sabem antes que seja tarde demais para que também possam tentar um acordo de delação. 

fonte: Imprensa Viva

MILITANTE JOGA A TOALHA COM O PT. NEM O PARTIDO NEM LULA TEM NADA DE NOVO A OFERECER AO PAÍS
O militante do Partido dos Trabalhadores, Carlos Araújo, de Brasília, enviou um relato dramático sobre como se decepcionou com o partido e observou como a legenda se descaracterizou ao longo dos últimos anos em que esteve dentro e fora do poder. 

"O que vimos com a ascensão de Lula em 2003 foi a realização de um sonho de muitas décadas. Os militantes e simpatizantes que conheço só não deram o grito sobre as alianças espúrias e a mudança no comportamento dos ídolos petistas devido ao entusiasmo com o fato de o partido ter finalmente alcançado seu maior objetivo", diz Araújo. 

De lá para cá, virou um Fla x Flu, onde a maioria dos petistas torciam pela vitória do partido apenas por uma questão ideológica, mas muitos sentiam que o PT já não representava mais os ideais da esquerda. Os membros do partido foram se tornando iguais aos outros, muito identificados com o dinheiro e o poder. Diziam que isso era algo natural quando se chega ao poder, mas na verdade todos acabaram se vendendo barato e abrindo mão de suas ideologias em troca de dinheiro sujo" 

Araújo conta que fez questão de comparecer ao último Congresso Nacional do PT, em em São Paulo esta semana justamente para tentar renovar suas esperanças no partido ao qual é filiado desde os anos 90. Segundo o militante, "foi uma decepção profunda poder constatar que nem Lula nem o PT têm nada de novo para oferecer aos seus seguidores. Me senti arrasado enquanto tentava colocar algum sentido no que o Lula dizia, mas percebi que ele estava tentando convencer alguém que não estava naquela plateia. Quando sugeriu que o partido precisa se concentrar nos movimentos sociais e sindicais para encontrar um novo rumo e afinar um novo discurso, compreendi que aquilo era apenas uma forma de tentar mobilizar novamente a militância, mas que ele, o Lula já tinha em mente o que fazer, independente da vontade dos militantes" 

Segundo Araújo, Lula tem uma fórmula que nem ele mesmo acredita. Uma fórmula apenas populista, que não tem qualquer chance de voltar a funcionar nos dias de hoje e sob as atuais circunstâncias da economia. 

"O PT está sem rumo e o Lula parece não acreditar mais em nenhum projeto de longo prazo para o país. Sua preocupação é literalmente apenas com o amanhã. Ninguém ali falou nada que faça algum sentido. Parecem que estão todos desesperados para retomar um poder intangível. Foi um circo do qual não quero mais fazer parte", disse Araújo em seu e­mail ao Imprensa Viva. O Agora "ex­petista" informa que não vai desistir de militar politicamente, apesar de seu desencanto com o PT. 

"Eu entrei para o partido por acreditar que este seria o melhor caminho para transformar o Brasil, mas percebo agora que tudo que o PT fez virou pó. Foram treze anos erguendo castelos de areia, sem nada sólido, nada concreto para o povo."

fonte: Imprensa Viva


SILÊNCIO DE DILMA É TÍPICO DE QUEM TEM RABO PRESO. DELAÇÕES DA ODEBRECHT PROMETEM ESCANCARAR BANDIDAGEM PETISTA
A ex-­presidente Dilma Rousseff tem mantido absoluto silêncio sobre a delação a ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal, STF da empreiteira Odebrecht. Apesar do atraso na homologação do acordo após a morte do ministro Teori Zavascki, que era o relator dos processos da Lava Jato no Supremo, nada poderá mudar o que já foi dito até o momento, garante um dos funcionários que participara da triagem dos vídeos contendo os depoimentos de 77 executivos da empreiteira. 

O depoimento mais comprometedor é justamente o do ex­-presidente do Grupo, Marcelo Odebrecht, que após passar mais de um ano resistindo na expectativa de conseguir um habeas corpus para responder aos processos em liberdade, se viu forçado a rever sua estratégia. A gota d'água para foi a decisão do Supremo, que manteve o entendimento sobre a possibilidade de prisão após uma condenação por colegiado de segunda instância. 

Diante do risco de mofar anos a fio na prisão, Marcelo Odebrecht tomou a decisão de contribuir com as investigações e se tornou uma ameaça contrata contra a ex-presidente Dilma. Por força das circunstâncias e obviamente pressionado pelas delações do casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana, o empreiteiro se viu forçado a confirmar repasses de propina para as campanhas de Dilma. Marcelo confirmou que a petista o pressionou para liberar dinheiro para o casal. 

Com a homologação da delação da Odebrecht, Dilma deve se tornar alvo de novos inquéritos no âmbito da Lava Jato ainda no primeiro semestre deste ano.

fonte: Imprensa Viva
LULA E O QUADRILHÃO DO PT FORAM OS MAIORES BENEFICIÁRIOS DO BANCO DAS PROPINAS DA ODEBRECHT, CONFIRMA EXECUTIVOS
O ex-­presidente Lula e seus amigos do PT fizeram a festa com o dinheiro oriundo do banco de propinas da Odebrecht, conhecido como o departamento de operações estruturadas. Em seu acordo de delação, o ex­-presidente do Grupo, Marcelo Odebrecht, confirmou que Lula figurava nas planilhas da propina com créditos superiores a R$ 20 milhões. Num dos 300 anexos da delação da Odebrecht, considerada a mais robusta colaboração premiada do mundo, o herdeiro e ex-presidente da empresa, diz ter entregue a Lula dinheiro em espécie. 

O quadrilhão do PT não ficou de fora da farra com o dinheiro público que ia parar nos cofres da empreiteira e retornava sob a forma de propina para os petistas. As delações de Marcelo Odebrecht, Emílio Odebrecht e de mais outros 75 executivos acertam o quadrilhão em cheio, especialmente Lula, Dilma, com respingos ácidos em Palocci, Guido Mantega, Gleisi Hoffmann e outras estrelas de primeira grandeza do PT. 

Na delação que deve ser homologada pelo STF até o mês de março, os Odebrecht deixam claro que Lula foi o maior beneficiário do banco das propinas, por que foi o que mais atuou para liberar dinheiro do BNDES para ‘obras da empreiteira’, em Cuba, Argentina, Uruguai, Panamá, Costa Rica, Venezuela, Bolívia, Peru, Guatemala, África e no Brasil, entre outros países. Lula gostava de dinheiro vivo e Dilma intermediava as propinas. 

Os investigadores são unânimes em afirmar que Lula é a estrela principal da delação. Recentemente, a Polícia Federal conseguiu rastrear o repasse de aproximadamente R$ 8 milhões a Lula mencionado por Marcelo Odebrecht.


fonte: Imprensa Viva

FILIPE PACE NÃO SE INTIMIDA POR AMEAÇA DE LULA E FAZ REVELAÇÕES SOBRE PROPINAS RECEBIDAS PELO PETISTA
Apesar de ter sido processado pelo ex­-presidente Lula, o delegado da Polícia Federal Filipe Pace não se intimidou com a tentativa do petista de inibir as investigações que pesam contra ele no âmbito da operação que levou o ex­-ministro Antonio Palocci para a prisão. 

O ex-­presidente Lula foi citado nominalmente pela Polícia Federal no relatório de indiciamento do ex-­ministro petista Antonio Palocci. O responsável pelo indiciamento, o delegado Filipe Pace fez uma clara referência ao nome de Lula, relacionando­-o ao codinome "Amigo" e o crédito no valor de R$ 8 milhões que aparece nas planilhas da Odebrecht apreendidas pela PF. 

O delegado Filipe Pace é reconhecido como um agente rígido e o fato de ter citado o ex­-presidente Lula gerou o maior rebuliço na cúpula do PT, que passou a ver a citação como uma nova ameaça ao ex­-presidente. O delegado Marcio Anselmo, que investiga os crimes de Lula, já tomou conhecimento de tais elementos probatórios. 
O ex­-presidente Lula entrou com uma ação indenizatória na Justiça e exigiu uma reparação de R$ 100 mil do delegado da PF. No vídeo abaixo, o delegado Pace esclarece a participação de Antonio Palocci sobre os esquemas de obras superfaturadas dos governos petistas com o empreiteiro Marcelo Odebrecht.

Delegado ressalta que o que mais chama atenção dos investigadores são os valores:




fonte: Imprensa Viva

MORO NÃO DEPENDE DO STF PARA HOMOLOGAR ACORDO DE LENIÊNCIA DA ODEBRECHT. LULA E O PT ESTÃO FRITOS DE QUALQUER JEITO
O juiz federal Sérgio Moro não precisa aguardar a decisão sobre quem irá substituir o ministro Teori Zavascki na relatoria dos casos da Lava Jato no Supremo para homologar ele próprio o explosivo acordo de leniência da Odebrecht. 

De acordo com as tratativas envolvendo o compromisso, o grupo é obrigado a entregar à força-­tarefa da Operação Lava Jato, até o fim de janeiro, o total de doações oficiais e de pagamentos de propinas e caixa dois nas eleições dos últimos anos. A obrigatoriedade para a entrega dos documentos consta no inciso XIV da cláusula 6ª, que estipula as obrigações da colaboradora no acordo fechado com o Ministério Público Federal. 

Assinado no dia 1º de dezembro e protocolado nesta sexta­-feira na Justiça Federal, em Curitiba, em uma ação cível na qual a Odebrecht é alvo, O documento com 26 páginas contém uma lista completa com nomes, datas e contas no exterior, para onde foram transferidos recursos ilícitos para políticos investigados no esquema de corrupção comandado por Lula e pela empreiteira. 

Segundo o Estadão, a Lava Jato aponta desvio de mais de R$ 40 bilhões na Petrobrás, entre 2004 e 2014, por empreiteiras que agiram cartelizadas e em conluio com políticos – em especial do PT, e agentes públicos. Além de enriquecimento ilícito, o esquema teria patrocinado ilegalmente as campanhas eleitorais de Lula (2003 e 2010) e de Dilma Rousseff (2011 e 2014)". 

O termo obriga o grupo a entregar também “uma lista consolidada com beneficiários de pagamentos de vantagens indevidas, como é o caso do ex­-presidente Lula, que se beneficiou de obras da empreiteira no triplex no Guarujá, no sítio em Atibaia, na aquisição de um apartamento de cobertura vizinho ao que o petista mora com a família em São Bernardo do Campo, além de um terreno, adquirido por R$ 12 milhões, onde seria erguida a nova sede do instituto Lula. 

A Odebrecht também tem de entregar ao Ministério Público a “identificação das empresas e contas bancárias no exterior utilizadas em conexão com os fatos ilícitos revelado neste acordo e respectivos saldos, bem como apresentar, mediante demanda, extratos e documentos das operações”. 

O acordo de leniência é assinado por 26 procuradores da República, de Curitiba e de Brasília, e deve ser homologado exclusivamente pelo juiz Sergio Moro, sem qualquer interferência do STF. O termo já foi homologado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão, órgão do Ministério Público competente para analisar o ajuste.

fonte: Imprensa Viva
LULA QUER ELEIÇÕES EM 2017, QUER SER PRESIDENTE. QUER SER INOCENTADO NA JUSTIÇA E QUER SER AMADO DE NOVO
Após chefiar a maior organização criminosa de que se tem notícia na história do pais, após comandar o maior assalto aos cofres públicos e patrocinar o maior caso de suborno da história mundial, segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o ex­-presidente Lula quer passar uma borracha sobre tudo isso. 

O petista quer uma ruptura constitucional especialmente concebida para atender seus interesses e deseja que sejam realizadas eleições presidenciais ainda este ano de 2017. Só que para ser candidato e receber o registro da Justiça Eleitoral, Lula não pode figurar como condenado em nenhuma ação penal. E ele já é réu em cinco processos criminais e alvo de outros tantos inquéritos que podem se somar ao incrível histórico de ações na Justiça. Isto significa que, além de moldar a constituição ao sabor de sua vontade, Lula também quer ser inocentado, para que posa etão se candidatar. 

Mas Lula não quer apenas isso. Ele quer voltar a ser presidente de todos os brasileiros. Ele quer o poder, a chave do cofre do dinheiro público, quer foro privilegiado e quer tripudiar sobre todos aqueles que o atacaram e criticaram por seus crimes e mal feitos ao longo dos últimos treze anos. 

Como sonhar não é proibido, Lula pode continuar sonhando e contaminando a cabeça vazia de seus súditos com seus sonhos intangíveis. Quando estiver preso, Lula poderá continuar alimentando seus sonhos, só que serão bem mais modestos, como conseguir uma tornozeleira eletrônica e responder por seus crimes em "liberdade".


fonte: Imprensa Viva



MORO VOLTA AO TRABALHO E LAVA JATO RETOMA 20 NOVAS DELAÇÕES. TODAS COM PODER DE FOGO LETAL CONTRA LULA E O PT
Após a volta ao trabalho do juiz federal Sérgio Moro nesta segunda-­feira, 23, a força-tarefa da Operação Lava Jato deve retomar as tratativas para cerca de 20 delações premiadas de investigados na Operação Lava Jato. 
Entre os delatores, estão executivos de empreiteiras, ex­-agentes públicos, lobistas e operadores financeiros acusados de corrupção na Petrobras. Todos com poder de fogo letal contra o ex-presidente Lula e o PT.

As negociações estavam suspensas desde o fim de 2016, em compasso de espera pela confirmação do mega acordo com a Odebrecht. As informações prestadas pelos 77 executivos e ex­executivos  do grupo devem fornecer novos detalhes sobre crimes praticados por políticos e que podem ser usadas para nortear futuros acordos. 

Entre os que estão na fila para fechar acordos de delação, estão o ex­-diretor da Petrobras Renato Duque, operador de propinas do PT na estatal, o ex-­marqueteiro do PT João Santana, o lobista Adir Assad, além de executivos das empreiteiras Mendes Júnior, Galvão Engenharia, Delta e EIT. Com cláusula de sigilo obrigatório para as tratativas, as defesas dos investigados não comentam os acordos. 

Desta vez, não se trata de especulação se fulano ou sicrano vai falar ou não. Todos na lista iniciaram conversas com o Ministério Público Federal, por meio de advogados, em busca de uma redução de pena nos processos sob responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro ­ que julga os casos de alvos sem foro privilegiado. Algumas se arrastam, sem definição, há quase um ano. 

A expectativa é a de que as novas revelações feitas por executivos da Odebrecht devem levar mais empresas, negócios, políticos e operadores financeiros para o foco das apurações. Além deste aspecto, os novos delatores terão que se esforçar mais para conseguir firmar um acordo com o Ministério Público Federal, que já possui conhecimento sobre uma ´serie de crimes relacionados a sangria da Petrobras pelo PT e partidos aliados dos ex-­presidentes Lula e Dilma. 

Ao contrário do que tentam justificar o ex-­presidente Lula, membros do PT e outros investigados na Lava Jato, ninguém será condenado apenas por delações de outros criminosos. Pela lei, em busca de uma redução de pena, os candidatos a delator têm de confessar crimes e apresentar fatos desconhecidos dos investigadores, além de provas sobre o que dizem. 

Em alguns casos nos quais as negociações podem ser retomadas, as tratativas foram encerradas justamente por falta de informação ou provas relevantes, afirmou em reservado um dos investigadores. Foi o que aconteceu, por exemplo, com as tratativas para um acordo com as empreiteiras OAS e Engevix.

fonte: Imprensa Viva



LULA AFIRMOU QUE POLÍTICOS SÃO MAIS HONESTOS QUE SERVIDORES. QUE MENTALIDADE DOENTIA PODERIA CONCEBER TAL RACIOCÍNIO ?
O ex-­presidente Lula já comprovou ser uma pessoa completamente desqualificada e defensor de conceitos morais distorcidos em relação aos demais membros da sociedade. Lula alega que receber presentes e benefícios de empresas em troca de contratos superfaturados não é crime. O petista acredita que receber dinheiro de forma dissimulada e em nome de laranjas é uma forma infalível de se esquivar dos braços da Lei. 

Há poucos meses, o petista ficou indignado com uma denúncia oferecida contra ele pelo Ministério Público Federal, MPF, no qual foi acusado pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. Lula chamou os procuradores do MPF de "meninos", numa clara tentativa de desqualificar o trabalho dos jovens, porém experientes servidores. O petista também ironizou o fato de alguns dos procuradores eram evangélicos e afirmou que eles se sentem "ungidos por Deus". 

Na prática, Lula tentava justificar seus crimes, com pinceladas de que tudo que fez era "normal". Mas o pior viria por seguir. O petista que figura como réu em cinco ações penais e é investigado em outros tantos inquéritos criminais nos quais é acusado de ter cometido crimes como lavagem de dinheiro em pelo menos uma centena de oportunidades, afirmou que os políticos são mais honestos que os funcionários públicos, em outro ataque as membros concursados do Ministério Público: 

"Eu de vez em quando falo que as pessoas achincalham muito a política, mas a posição mais honesta é a do político, sabe por quê? Por que todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem que ir pra rua encarar o povo e pedir voto. O concursado não. Se forma na universidade, faz um concurso e tá com um emprego garantido para o resto da vida", afirmou Lula.

Na ocasião, o presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac), Marco Antônio Araujo Junior, classificou a comparação do ex­-presidente como “leviana” e “absurda”. — 

Soa muito mal para alguém que dirigiu um país fazer uma comparação leviana desta natureza. Podemos dizer, com convicção, que os aprovados em concursos públicos são extremamente bem preparados, que dedicaram anos de estudo. Menosprezar a categoria para elevar a figura de um político que roubou é uma comparação absurda — criticou. 

fonte: Imprensa Viva
MAIOR INVESTIGAÇÃO SOBRE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA MUNDIAL PARALISADA. STF PRECISA DAR UMA RESPOSTA RÁPIDA URGENTE À SOCIEDADE
O acidente que levou a morte o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, paralisou um dos maiores acordos de delação da história mundial. Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o caso de suborno envolvendo a Odebrecht e os governos dos petistas Lula e Dilma é o maior do mundo. 

A Presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia deve, o quanto antes, se pronunciar sobre o que será feito sobre o assunto, já que o relator anterior, morto em um acidente aéreo na sexta-­feira, 19, estava prestes a homologar o mega acordo de delação do Grupo Odebrecht. 

Neste momento, mesmo tendo em vista a comoção pela morte do ministro Teori, existe um clima de grande expectativa em relação aos desfechos da delação da empreiteira, sobretudo nos casos em que são citados os ex­-presidentes Lula e Dilma, além de outros políticos "ilustres". 

O risco de prolongar os debates em torno da sucessão de Teori significa mais demora na homologação das importantes informações prestadas per 77 executivos do grupo, inclusive as de Marcelo e de seu pai, Emílio Odebrecht. 

Os brasileiros estão fartos de tanta morosidade da Justiça e enojados com tanto escárnio de políticos notadamente corruptos. 

fonte: Imprensa Viva


JAQUES WAGNER OBSTRUI A JUSTIÇA E GANHA FORO PRIVILEGIADO

A Folha noticia que Jacques Wagner, ex-governador e ex-ministro de Lula e Dilma, foi nomeado neste sábado ao cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico pelo governador Rui Costa, da Bahia. O petista ganha, portanto, foro privilegiado.
"O inquérito a que ele respondia na Lava Jato, nas mãos de Sérgio Moro, em Curitiba, será encaminhado ao Tribunal Federal Regional da 1ª Região, em Brasília".
Rui Costa já tinha tentado 'blindar' o Opaió, mas, agora, como secretário, o foro do petista está mais do que garantido.
Conteúdo: O Antagonista