Dia 27 de Março de 2017. Momento de tentar avaliar o que se passou no dia anterior e entender onde estamos e para onde estamos indo. As manifestações convocadas pelos movimentos de rua tiveram uma resposta relativamente fraca da sociedade brasileira. O site Antagonista adverte: Manifestação boa é manifestação cheia, e que rua vazia é prejudicial à democracia. Verdade. Mas será que isto será suficiente para estimular a ORCRIM a prosseguir com seus planos para matar a Lava Jato e anistiar todos malfeitores? Não teria sido pior não ter feito nada e passar a certeza de que toda a sociedade brasileira está adormecida? Não tenho certeza alguma sobre isto, e creio que saberemos melhor ao longo da semana, acompanhando o desenrolar dos fatos no Congresso.
O jornal O Estado de São Paulo trouxe neste domingo uma reportagem sobre o avanço da direita na internet. A matéria, um tanto preconceituosa, tem vários pecados. O principal deles é omitir a existência do site O Antagonista, um concorrente que se transformou num fenômeno que está roubando leitores da mídia impressa, afetando quase todos os jornais do país. Porém ela registra que a direita conquistou importantes trincheiras na internet. É um fato. Há cerca de 5 anos atrás o cenário era totalmente outro, e a internet brasileira era povoada de sites e blogs alimentados com polpudas verbas estatais distribuídas pelo governo do PT.
Numa nação submetida a um enorme processo de lavagem cerebral gramsciana por mais de 30 anos, o ressurgimento da direita pela via da internet é uma excelente notícia. Conquistamos a nossa cabeça de praia, a nossa Normandia. Mas não podemos de forma alguma subestimar o adversário. A esquerda se infiltrou ao longo de 40 anos por todo o aparato cultural e educacional deste país. É ela que ainda forma (ou melhor dizendo, deforma) a cabeça dos jovens desta nação, sobretudo os que tem menos acesso a outras fontes de informação. E ela também ainda dita o que é certo ou errado no mundo da cultura e das artes. Artistas como Danilo Gentili, Lobão, Roger, Regina Duarte, José Padilha e Zélia Duncan ainda são exceções em um cenário predominantemente esquerdista. A esquerda também domina e dominará por muito tempo ainda setores associados à enorme presença do estado na economia brasileira.
Nesta área encontramos grupos que se aliam à esquerda não por afinidade ideológica, mas por interesses corporativistas. É o caso de funcionários públicos, funcionários de empresas estatais, sindicatos, e empresários beneficiários do atual sistema de monopólios e de relações pouco republicanas entre o estado e as empresas privadas. Tivemos um festival de rock em São Paulo, com cerca de 100.000 pessoas, creio eu. Lá pelas tantas, uma banda gringa começou a tocar o velho jingle de campanhas presidenciais do PT, o Lula lá. Preocupante ver que parte da juventude brasileira ainda enxerga algum futuro em propostas socialistas que nasceram no século XIX, e que fracassaram em todo o mundo, quase sempre associadas ao surgimento de regimes ditatoriais bárbaros. Mais preocupante é observarmos esta parcela da sociedade ainda crer que um indivíduo pouco letrado, que é réu em 5 ações penais, e que foi responsável pela maior recessão e o maior desemprego da história deste país, possua as condições mínimas necessárias para ocupar novamente a presidência da nossa nação.
Uma breve espiada no noticiário da vizinha Venezuela seria bastante esclarecedora sobre as potenciais consequências de uma volta da esquerda ao poder no Brasil. Enfim, continuaremos a nossa luta para ampliar a cabeça de praia e ocupar os espaços ainda sob controle do inimigo comunista. A luta será dura e longa. Não se corrige em 1 ou 2 anos um processo pernicioso que foi implantado pelo adversário com muita estratégia e competência política por mais de 40 anos. Berlim ainda está muito longe, mas chegaremos lá.
por Gedson Meira.
quarta-feira, 29 de março de 2017
Joaquim Barbosa é um dos responsáveis pelos anos que o Brasil perdeu com a roubalheira de Lula e do PT
Há mais de dez anos, a maioria dos brasileiros alimentam a 'convicção' de que o ex-presidente
Lula é o homem por trás dos maiores esquemas de corrupção no país.
Quando explodiu o escândalo do mensalão em 2005, ficou comprovado que todo o
núcleo central do PT estava envolvido até os ossos no gigantesco esquema de
corrupção.
O braço direito do ex-presidente Lula, o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu foi apontado como um dos cabeças do esquema e apontado pelos integrantes do partido como herói por ter poupado o então presidente Lula. Todos no país, inclusive os petistas, tinham a convicção de que Lula era o chefe da quadrilha. Hoje se sabe que os desvios da Petrobras foram usados na época para comprar apoio de parlamentares não apenas para barrar a CPI do Mensalão, que durou 120 dias, chegou a propor a cassação de 18 parlamentares envolvidos no escândalo. mas terminou em pizza.
O esquema criminoso de Lula também serviu também para barrar um processo de impeachment contra o ele na mesma época do mensalão. Serviu também para livrar seu filho, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, de ser investigado no escândalo da Gamecorp e a empresa de telefonia OI. Lulinha, um ex-servente de zoológico, se tronou milionário da noite para o dia, após a transação suspeita. Hoje se sabe que a OI investiu milhões na empresa do filho de Lula após ter sido beneficiada por outros milhões oriundos dos fundos de pensão controlados pelo PT.
Uma das peças chave do gigantesco esquema de corrupção do PT, o publicitário Marcos Valério, confirmou recentemente que chegou a propor falar na Justiça sobre o envolvimento de Lula não apenas no mensalão, mas também no assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.
O publicitário lembra que sofreu uma campanha de difamação por parte de sites e blogs controlados pelo partido do ex-presidente.
"PT tem esta mania de querer desmoralizar as pessoas para tirar a credibilidade destas pessoas", afirmou Marcos Valério ao juiz Sérgio Moro
Marcos Valério alertou o então presidente do do Supremo Tribunal Federal, STF, o ex-ministro Joaquim Barbosa sobre os fatos em 2013. Barbosa o encaminhou ao então Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, que esteve à frente da PGR entre julho de 2009 e 14 de agosto de 2013. O procurador teria dito que estava com pressa e não tinha interesse em fazer nenhum acordo com Marcos Valério. Valério afirmou em depoimento prestado em 2012 que o empresário Ronan Pinto havia ameaçado Lula, seu ex-secretário da Presidência, Gilberto Carvalho, e o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, por isso teria recebido os 6 milhões de reais do PT, Na época, o então presidente do STF, Joaquim Barbosa admitiu saber do teor das denúncias feitas por Valério, mas não respondeu se considerava a acusação grave e disse que tomou conhecimento "não oficial" do depoimento dado por Marcos Valério. "Tomei conhecimento oficioso, não oficial". Leia . A conduta de Barbosa não é condizente com a de um homem que ocupava a presidência da Suprema corte do Brasil. Não é normal que um presidente do STF e um procurador da República ignorem uma denúncia envolvendo crimes de corrupção, chantagem e até assassinatos. Homem de convicções socialistas, Barbosa teve um papel crucial na manutenção do estado de coisas que teve início com a chegada de Lula e do PT ao poder em 2003.
O fato é que Joaquim Barbosa poupou Lula e permitiu que o PT continuasse no poder. Livre, Lula continuou atuando nos bastidores do esquema criminoso na Petrobras, de onde saiu o dinheiro roubado para eleger sua sucessora, Dilma Rousseff.
A ex-presidente, em parceria com Lula e o PT, deu continuidade ao esquema criminoso que colocou a Petrobras de joelhos, quebrou o país, deixando 12 milhões de chefes de família sem emprego e um rombo de R$ 170 bilhões nos cofres públicos. Parabéns, Barbosa.
Fique atento: Joaquim Barbosa foi sondado pela REDE para ser o vice de Marina Silva nas eleições presidenciais de 2018
conteúdo: Folha Política
O braço direito do ex-presidente Lula, o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu foi apontado como um dos cabeças do esquema e apontado pelos integrantes do partido como herói por ter poupado o então presidente Lula. Todos no país, inclusive os petistas, tinham a convicção de que Lula era o chefe da quadrilha. Hoje se sabe que os desvios da Petrobras foram usados na época para comprar apoio de parlamentares não apenas para barrar a CPI do Mensalão, que durou 120 dias, chegou a propor a cassação de 18 parlamentares envolvidos no escândalo. mas terminou em pizza.
O esquema criminoso de Lula também serviu também para barrar um processo de impeachment contra o ele na mesma época do mensalão. Serviu também para livrar seu filho, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, de ser investigado no escândalo da Gamecorp e a empresa de telefonia OI. Lulinha, um ex-servente de zoológico, se tronou milionário da noite para o dia, após a transação suspeita. Hoje se sabe que a OI investiu milhões na empresa do filho de Lula após ter sido beneficiada por outros milhões oriundos dos fundos de pensão controlados pelo PT.
Uma das peças chave do gigantesco esquema de corrupção do PT, o publicitário Marcos Valério, confirmou recentemente que chegou a propor falar na Justiça sobre o envolvimento de Lula não apenas no mensalão, mas também no assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.
O publicitário lembra que sofreu uma campanha de difamação por parte de sites e blogs controlados pelo partido do ex-presidente.
"PT tem esta mania de querer desmoralizar as pessoas para tirar a credibilidade destas pessoas", afirmou Marcos Valério ao juiz Sérgio Moro
Marcos Valério alertou o então presidente do do Supremo Tribunal Federal, STF, o ex-ministro Joaquim Barbosa sobre os fatos em 2013. Barbosa o encaminhou ao então Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, que esteve à frente da PGR entre julho de 2009 e 14 de agosto de 2013. O procurador teria dito que estava com pressa e não tinha interesse em fazer nenhum acordo com Marcos Valério. Valério afirmou em depoimento prestado em 2012 que o empresário Ronan Pinto havia ameaçado Lula, seu ex-secretário da Presidência, Gilberto Carvalho, e o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, por isso teria recebido os 6 milhões de reais do PT, Na época, o então presidente do STF, Joaquim Barbosa admitiu saber do teor das denúncias feitas por Valério, mas não respondeu se considerava a acusação grave e disse que tomou conhecimento "não oficial" do depoimento dado por Marcos Valério. "Tomei conhecimento oficioso, não oficial". Leia . A conduta de Barbosa não é condizente com a de um homem que ocupava a presidência da Suprema corte do Brasil. Não é normal que um presidente do STF e um procurador da República ignorem uma denúncia envolvendo crimes de corrupção, chantagem e até assassinatos. Homem de convicções socialistas, Barbosa teve um papel crucial na manutenção do estado de coisas que teve início com a chegada de Lula e do PT ao poder em 2003.
O fato é que Joaquim Barbosa poupou Lula e permitiu que o PT continuasse no poder. Livre, Lula continuou atuando nos bastidores do esquema criminoso na Petrobras, de onde saiu o dinheiro roubado para eleger sua sucessora, Dilma Rousseff.
A ex-presidente, em parceria com Lula e o PT, deu continuidade ao esquema criminoso que colocou a Petrobras de joelhos, quebrou o país, deixando 12 milhões de chefes de família sem emprego e um rombo de R$ 170 bilhões nos cofres públicos. Parabéns, Barbosa.
Fique atento: Joaquim Barbosa foi sondado pela REDE para ser o vice de Marina Silva nas eleições presidenciais de 2018
conteúdo: Folha Política
terça-feira, 28 de março de 2017
POLÍTICOS MUDAM ESTRATÉGIA PARA GARANTIR FORO PRIVILEGIADO EM 2018
O avanço da Lava Jato, com a expectativa da divulgação das delações da Odebrecht, está fazendo parlamentares repensarem seus planos para as eleições de 2018, quando estarão em disputa todas as 513 vagas da Câmara e dois terços das 81 cadeiras do Senado. Políticos buscam “caminhos” para manter o foro privilegiado e continuar sob a alçada do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o ritmo é mais lento em comparação à primeira instância.
No Congresso, há pelo menos três movimentos nesse sentido. O primeiro é de senadores que queriam disputar governos estaduais, mas já pensam em não arriscar e devem tentar a reeleição. Outro movimento é de senadores que reconhecem a dificuldade que terão para se reeleger e cogitam disputar uma vaga para a Câmara. Há, ainda, deputados que pretendiam disputar o Senado, mas estão refazendo planos para tentar se manter no cargo.
No primeiro grupo está, por exemplo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (CE), um dos 15 senadores do PMDB que devem disputar novo mandato na Casa. Eunício tinha planos de disputar de novo o governo do Ceará mas, segundo aliados, mudou de ideia. Para tanto, vem se aproximando do governador Camilo Santana (PT), que o derrotou em 2014. Eunício, conforme interlocutores, não descarta uma aliança com o petista para concorrer ao Senado na chapa do governador.
Caso concorra ao governo do Estado, o peemedebista pode não ser eleito e perder a prerrogativa de foro. Citado na delação do ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que disse ter repassado dinheiro ao senador como contrapartida à aprovação de uma medida provisória, Eunício é um dos alvos dos 83 pedidos de inquéritos feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF, com base nos acordos da empreiteira. O peemedebista nega irregularidades.
Alianças
Assim como Eunício, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) busca alianças até com partidos adversários no plano nacional. O parlamentar do PP afirmou ao Estado que fechou acordo com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), para disputar reeleição ao Senado em 2018 na chapa do petista.
“Vamos separar os palanques de presidente (da República)”, disse Nogueira, que foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República na Lava Jato. O senador nega envolvimento em ilícitos.
Há, ainda, senadores que avaliam disputar uma vaga na Câmara, como os petistas Gleisi Hoffmann (PR), Lindbergh Farias (RJ) e Humberto Costa (PE). Gleisi é ré da Lava Jato no STF e Lindbergh, apontado como integrante da “lista de Janot” enviada à Corte com pedidos de investigação. Em relação a Costa, a Polícia Federal pediu o arquivamento de um inquérito contra ele, mas a mais recente fase da Lava Jato mirou em nomes ligados ao senador.
Segundo aliados, os três cogitam pleitear uma vaga de deputado também como forma de tentar reforçar a bancada do PT na Câmara. Questionados, os políticos afirmaram que seus planos para 2018 vão depender de alianças. “Vai depender muito da aliança que a gente vai construir, porque lá em Pernambuco o voto do senador é muito vinculado ao do governador”, disse Humberto Costa.
“O senador está se posicionando mais à esquerda, dentro do PT, em busca de apoio dos movimentos de rua, já como estratégia para 2018”, afirmou a assessoria de Lindbergh.
Imagem desgastada. Apesar de não ser alvo da Lava Jato, a senadora Ângela Portela (RR) repensa os planos e deve anunciar em breve a saída do PT, legenda que está na mira da operação. Aliada da governadora de Roraima, Sueli Campos (PP), Ângela encomendou pesquisas de intenção de voto ao Senado no Estado, em que teria constatado que é prejudicada nos levantamentos por ser do PT.
O deputado Maurício Quintella (PR-AL), atualmente licenciado porque é ministro dos Transportes, almejava o Senado em 2018, mas já disse a interlocutores que desistiu e vai disputar a reeleição. Ele recebeu doação de empreiteiras investigadas na Lava Jato, como a OAS, mas não aparece até o momento em nenhuma delação.
Procurados, Eunício, Gleisi e Maurício Quintella não quiseram se manifestar.
Fonte: O Estado de S. Paulo
No Congresso, há pelo menos três movimentos nesse sentido. O primeiro é de senadores que queriam disputar governos estaduais, mas já pensam em não arriscar e devem tentar a reeleição. Outro movimento é de senadores que reconhecem a dificuldade que terão para se reeleger e cogitam disputar uma vaga para a Câmara. Há, ainda, deputados que pretendiam disputar o Senado, mas estão refazendo planos para tentar se manter no cargo.
No primeiro grupo está, por exemplo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (CE), um dos 15 senadores do PMDB que devem disputar novo mandato na Casa. Eunício tinha planos de disputar de novo o governo do Ceará mas, segundo aliados, mudou de ideia. Para tanto, vem se aproximando do governador Camilo Santana (PT), que o derrotou em 2014. Eunício, conforme interlocutores, não descarta uma aliança com o petista para concorrer ao Senado na chapa do governador.
Caso concorra ao governo do Estado, o peemedebista pode não ser eleito e perder a prerrogativa de foro. Citado na delação do ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que disse ter repassado dinheiro ao senador como contrapartida à aprovação de uma medida provisória, Eunício é um dos alvos dos 83 pedidos de inquéritos feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF, com base nos acordos da empreiteira. O peemedebista nega irregularidades.
Alianças
Assim como Eunício, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) busca alianças até com partidos adversários no plano nacional. O parlamentar do PP afirmou ao Estado que fechou acordo com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), para disputar reeleição ao Senado em 2018 na chapa do petista.
“Vamos separar os palanques de presidente (da República)”, disse Nogueira, que foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República na Lava Jato. O senador nega envolvimento em ilícitos.
Há, ainda, senadores que avaliam disputar uma vaga na Câmara, como os petistas Gleisi Hoffmann (PR), Lindbergh Farias (RJ) e Humberto Costa (PE). Gleisi é ré da Lava Jato no STF e Lindbergh, apontado como integrante da “lista de Janot” enviada à Corte com pedidos de investigação. Em relação a Costa, a Polícia Federal pediu o arquivamento de um inquérito contra ele, mas a mais recente fase da Lava Jato mirou em nomes ligados ao senador.
Segundo aliados, os três cogitam pleitear uma vaga de deputado também como forma de tentar reforçar a bancada do PT na Câmara. Questionados, os políticos afirmaram que seus planos para 2018 vão depender de alianças. “Vai depender muito da aliança que a gente vai construir, porque lá em Pernambuco o voto do senador é muito vinculado ao do governador”, disse Humberto Costa.
“O senador está se posicionando mais à esquerda, dentro do PT, em busca de apoio dos movimentos de rua, já como estratégia para 2018”, afirmou a assessoria de Lindbergh.
Imagem desgastada. Apesar de não ser alvo da Lava Jato, a senadora Ângela Portela (RR) repensa os planos e deve anunciar em breve a saída do PT, legenda que está na mira da operação. Aliada da governadora de Roraima, Sueli Campos (PP), Ângela encomendou pesquisas de intenção de voto ao Senado no Estado, em que teria constatado que é prejudicada nos levantamentos por ser do PT.
O deputado Maurício Quintella (PR-AL), atualmente licenciado porque é ministro dos Transportes, almejava o Senado em 2018, mas já disse a interlocutores que desistiu e vai disputar a reeleição. Ele recebeu doação de empreiteiras investigadas na Lava Jato, como a OAS, mas não aparece até o momento em nenhuma delação.
Procurados, Eunício, Gleisi e Maurício Quintella não quiseram se manifestar.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Operação Blackout: desvios de US$ 40 milhões na diretoria Internacional da Petrobras
Em entrevista coletiva para detalhar a Operação Blackout, 38ª fase da Operação Lava Jato deflagrada nesta quinta-feira, representantes do Ministério Público Federal (MPF) afirmaram que os lobistas Jorge Luz e Bruno Luz, operaram desvios de cerca de 40 milhões de dólares em dez anos, sobretudo na diretoria Internacional da Petrobras, mas também nas áreas de Abastecimento e Serviços. Eles tiveram as prisões preventivas decretadas, mas não foram localizados pelos policiais, que cumpriram dois mandados de prisão preventiva no Rio de Janeiro.
Segundo o procurador Diogo Castor de Mattos, os dois teriam “fortes conexões tanto com diretores corruptos da Petrobras quanto agentes políticos (diretores da estatal e políticos) do partido PMDB“. Mattos se recusou a citar nomes, mas confirmou que os políticos envolvidos são em sua maioria pessoas ainda no exercício dos cargos – e, portanto, com foro privilegiado –, sobretudo senadores. Ele disse ainda que havia um senador responsável pela divisão dos valores entre os demais envolvidos.
Individualmente, os repasses para agentes públicos e políticos teriam variado de 300 mil a seis milhões de dólares. Entre as empresas envolvidas estão a Schahin Engenharia, a Trafigura e a Samsung. Mattos ressalta que as informações que basearam a fase desta quinta-feira partiram das delações premiadas do ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e do lobista Fernando Baiano, ligado ao PMDB.
Ainda não estão claros os valores recebidos por agente envolvido. Em delação, Cerveró confessou ter recebido 2,5 milhões de dólares pela venda de um navio-sonda da Petrobras. Segundo os investigadores, as prisões preventivas de Jorge e Bruno Luz foram motivadas pela ida de ambos ao exterior – o filho, Bruno, em agosto de 2016 e o pai, Jorge, em janeiro deste ano, sem previsão de retorno ao Brasil. Segundo o delegado Maurício Moscardi Grillo, Bruno tem nacionalidade portuguesa. Os nomes dos dois já foram incluídos na lista de procurados da Interpol.
Segundo o procurador Diogo Castor de Mattos, os dois teriam “fortes conexões tanto com diretores corruptos da Petrobras quanto agentes políticos (diretores da estatal e políticos) do partido PMDB“. Mattos se recusou a citar nomes, mas confirmou que os políticos envolvidos são em sua maioria pessoas ainda no exercício dos cargos – e, portanto, com foro privilegiado –, sobretudo senadores. Ele disse ainda que havia um senador responsável pela divisão dos valores entre os demais envolvidos.
Individualmente, os repasses para agentes públicos e políticos teriam variado de 300 mil a seis milhões de dólares. Entre as empresas envolvidas estão a Schahin Engenharia, a Trafigura e a Samsung. Mattos ressalta que as informações que basearam a fase desta quinta-feira partiram das delações premiadas do ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e do lobista Fernando Baiano, ligado ao PMDB.
Ainda não estão claros os valores recebidos por agente envolvido. Em delação, Cerveró confessou ter recebido 2,5 milhões de dólares pela venda de um navio-sonda da Petrobras. Segundo os investigadores, as prisões preventivas de Jorge e Bruno Luz foram motivadas pela ida de ambos ao exterior – o filho, Bruno, em agosto de 2016 e o pai, Jorge, em janeiro deste ano, sem previsão de retorno ao Brasil. Segundo o delegado Maurício Moscardi Grillo, Bruno tem nacionalidade portuguesa. Os nomes dos dois já foram incluídos na lista de procurados da Interpol.
O BRASIL JÁ SABE EM QUEM NÃO VOTAR EM 2018
Talvez ainda não esteja claro em quem votar para Presidente em 2018 mas já está muito bem definido em quem NÃO votar.
Esta lista vai aumentar, vamos começar eliminando os péssimos e torcendo para alguém bom surgir.
Esta lista vai aumentar, vamos começar eliminando os péssimos e torcendo para alguém bom surgir.
Com lista fechada, a Quadrilhocracia estará oficializada
Em O idiota, Fiodor Dostoievski retrata a sociedade superficial de São Petersburgo, do século 19. Um ambiente em que as pessoas se avaliavam mutuamente pela quantidade de dinheiro que tinham, pelo tipo de famílias das quais se originavam e pelas pessoas que conheciam. “Cabeças ocas, gente que, em sua tacanhice, não se dava conta de que grande parte de sua excelência era apenas um verniz…”
A sociedade em que o autor estava inserido era muito rasa, tinha valores modelados pela mesquinhez e obsessão social. Nenhuma dessas pessoas realmente trabalhava. Eram parasitas na multidão de camponeses que cultivavam as terras. Como observou Eugene Peterson, ao ler as palavras desse magnífico escritor, qualquer um sente-se enojado com a sociedade complacente e corrompida da Rússia naquela época.
Pois bem. Na Rússia de Dostoievski e no Brasil de Elisa Robson, vejo similaridades quando penso em uma comparação daquela sociedade trivial, cheia de afetação e pose com a classe política do meu país.
Aqui, vivemos igualmente em tempos de declínio cultural e moral acelerado. Uma prova clara disso é o fato de termos, ao longo de nossa história recente, quadrilhas encasteladas no poder ocupando-se em implantar medidas econômicas destrutivas, cujo intuito é beneficiar apenas a si mesmas e a seus auxiliares (tanto públicos, quanto privados). Sem prestação de contas, nem imputabilidade. Com rios de dinheiro passando por suas mãos diariamente, somos espectadores de um regime totalmente propício ao abuso de poder.
Agora, podemos vivenciar algo ainda pior.
Parlamentares de diferentes partidos vêm defendendo uma mudança no sistema eleitoral para que, nas eleições de 2018, os eleitores votem nas chamadas listas fechadas das legendas.
Os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o relator da reforma política, deputado Vicente Cândido (PT-SP), têm discursado a favor do sistema nos últimos dias.
Por esse sistema, os partidos relacionam os candidatos em uma lista pré-ordenada e os eleitores votam na legenda e não diretamente no candidato. São eleitos os primeiros nomes da lista, de acordo com o número de cadeiras a que o partido tiver direito. O principal argumento é o de que com esse modelo, será possível diminuir os custos das campanhas políticas, pois permitiria uma campanha por atacado e não no varejo.
Mas a questão crítica é a que, nesse exato momento, o Brasil está passando por uma grande limpeza por meio da Operação Lava Jato.
E isso não pode ser interrompido.
Com tal proposta, dirigentes partidários vão conseguir proteger parlamentares investigados na Operação e viabilizar suas reeleições, para que mantenham o foro privilegiado.
Além disso, a decisão passará diretamente para as cúpulas partidárias. Elas vão criar as listas preordenadas e escolher quem elas querem e quem não querem que se eleja. A chance dessas cúpulas se perpetuarem nos mandatos parlamentares será muito maior.
Mesmo que o atual modelo tenha falhas e exija mudanças urgentes, hoje, enquanto a Lava Jato está a pleno vapor, será altamente perniciosa uma decisão que deixe os eleitores com menos opções ainda para escolher seus candidatos. Sobretudo, porque está prevista mais uma grande varredura, como foi feita em 2016 com o PT.
Principalmente agora, não podemos permitir que tentem esconder candidatos e que escolham por nós.
Afinal, aprendemos algo muito importante com Dostoievski, nossos políticos são, em grande parte, “cabeças ocas, gente que, em sua tacanhice, não se dá conta de que grande parte de sua excelência é apenas um verniz…”
conteúdo: Elisa Robson - jornalista.
A sociedade em que o autor estava inserido era muito rasa, tinha valores modelados pela mesquinhez e obsessão social. Nenhuma dessas pessoas realmente trabalhava. Eram parasitas na multidão de camponeses que cultivavam as terras. Como observou Eugene Peterson, ao ler as palavras desse magnífico escritor, qualquer um sente-se enojado com a sociedade complacente e corrompida da Rússia naquela época.
Pois bem. Na Rússia de Dostoievski e no Brasil de Elisa Robson, vejo similaridades quando penso em uma comparação daquela sociedade trivial, cheia de afetação e pose com a classe política do meu país.
Aqui, vivemos igualmente em tempos de declínio cultural e moral acelerado. Uma prova clara disso é o fato de termos, ao longo de nossa história recente, quadrilhas encasteladas no poder ocupando-se em implantar medidas econômicas destrutivas, cujo intuito é beneficiar apenas a si mesmas e a seus auxiliares (tanto públicos, quanto privados). Sem prestação de contas, nem imputabilidade. Com rios de dinheiro passando por suas mãos diariamente, somos espectadores de um regime totalmente propício ao abuso de poder.
Agora, podemos vivenciar algo ainda pior.
Parlamentares de diferentes partidos vêm defendendo uma mudança no sistema eleitoral para que, nas eleições de 2018, os eleitores votem nas chamadas listas fechadas das legendas.
Os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o relator da reforma política, deputado Vicente Cândido (PT-SP), têm discursado a favor do sistema nos últimos dias.
Por esse sistema, os partidos relacionam os candidatos em uma lista pré-ordenada e os eleitores votam na legenda e não diretamente no candidato. São eleitos os primeiros nomes da lista, de acordo com o número de cadeiras a que o partido tiver direito. O principal argumento é o de que com esse modelo, será possível diminuir os custos das campanhas políticas, pois permitiria uma campanha por atacado e não no varejo.
Mas a questão crítica é a que, nesse exato momento, o Brasil está passando por uma grande limpeza por meio da Operação Lava Jato.
E isso não pode ser interrompido.
Com tal proposta, dirigentes partidários vão conseguir proteger parlamentares investigados na Operação e viabilizar suas reeleições, para que mantenham o foro privilegiado.
Além disso, a decisão passará diretamente para as cúpulas partidárias. Elas vão criar as listas preordenadas e escolher quem elas querem e quem não querem que se eleja. A chance dessas cúpulas se perpetuarem nos mandatos parlamentares será muito maior.
Mesmo que o atual modelo tenha falhas e exija mudanças urgentes, hoje, enquanto a Lava Jato está a pleno vapor, será altamente perniciosa uma decisão que deixe os eleitores com menos opções ainda para escolher seus candidatos. Sobretudo, porque está prevista mais uma grande varredura, como foi feita em 2016 com o PT.
Principalmente agora, não podemos permitir que tentem esconder candidatos e que escolham por nós.
Afinal, aprendemos algo muito importante com Dostoievski, nossos políticos são, em grande parte, “cabeças ocas, gente que, em sua tacanhice, não se dá conta de que grande parte de sua excelência é apenas um verniz…”
conteúdo: Elisa Robson - jornalista.
JUSTIÇA DO RS DIZ QUE "NÃO CABE INTERFERIR"
Vencedor do BBB5 e Cuspidor Comunista Jean Wyllys ganha Medalha da Revolução de 1835.
28 de janeiro de 2017, uma data que vai entrar para História da Infâmia no Rio Grande Sul - Uma juíza gaúcha chamada Andreia Terre do Amaral diz que "não cabe ao Judiciário interferir na decisão da ALERGS", rejeita a petição de dois advogados gaúchos e uma ABERRAÇÃO MORAL E CÍVICA, um CUSPIDOR COMUNISTA, um VENCEDOR DO PROGRAMA MAIS NOJENTO E PODRE que já surgiu em toda história da Televisão Brasileira - Deputado Jean Wyllys, do PSOL - recebe a mais alta condecoração do Rio Grande Sul - a Medalha da Revolução de 1835, a "Medalha do Mérito Farroupilha".
Juíza Andreia Terre do Amaral, respondendo pela 3ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, negou a liminar pleiteada pelos advogados Pedro Lagomarcino e Marcelo Aiquel que impetraram ação popular requerendo liminar para que fosse determinada a imediata suspensão ou declarada nulidade do requerimento da deputada comunista - Manuela D'Avilla, filiada à Organização Criminosa Assassina e Maoísta conhecida como PC do B.
A APOSENTADORIA DOS BISPOS
E o Estadão, justamente, atacou a Igreja.
Leia um trecho de seu editorial:
“Não só políticos e sindicalistas apoiam a irresponsabilidade fiscal e o irrealismo financeiro. Políticas desse tipo podem até mesmo ser abençoadas por autoridades da Igreja. Em declaração contra a proposta de reforma da Previdência, classificada como destruidora de direitos, a CNBB propõe, entre outras soluções, ‘auditar a dívida pública, taxar rendimentos das instituições financeiras, rever a desoneração da exportação de commodities, identificar e cobrar os devedores da Previdência’. Essa proposta mistura tolices do século passado, como a ideia da auditoria da dívida pública, bobagens econômicas, como a taxação das exportações de commodities (os concorrentes do Brasil agradeceriam), e obviedades, como ir atrás dos devedores. Não se faz justiça com ignorância. Isso os senhores bispos deveriam saber”.
conteúdo Estadão
A fraude das palestras de Lula
No depoimento à Polícia Federal em 4 de março, Lula disse que cobra US$ 200 mil por palestra, "nem mais nem menos".
A versão, porém, não se sustenta.
Em 2014, Lula recebeu R$ 958 mil da Odebrecht. A cotação máxima do dólar naquele ano foi de 2,7 reais, o que daria cerca de US$ 355 mil.
Em 2013, quando a cotação máxima do dólar chegou a 2,38 reais, o ex-presidente recebeu R$ 400 mil da Camargo Corrêa, outros R$ 381 mil da UTC, R$ 857,7 mil da Queiroz Galvão, R$ 428,8 mil da Andrade Gutierrez, R$ 1,7 milhão da Odebrecht e R$ 1,4 milhão da OAS.
A situação se repete nos anos anteriores. A conta não fecha.
fonte: O Antagonista
A versão, porém, não se sustenta.
Em 2014, Lula recebeu R$ 958 mil da Odebrecht. A cotação máxima do dólar naquele ano foi de 2,7 reais, o que daria cerca de US$ 355 mil.
Em 2013, quando a cotação máxima do dólar chegou a 2,38 reais, o ex-presidente recebeu R$ 400 mil da Camargo Corrêa, outros R$ 381 mil da UTC, R$ 857,7 mil da Queiroz Galvão, R$ 428,8 mil da Andrade Gutierrez, R$ 1,7 milhão da Odebrecht e R$ 1,4 milhão da OAS.
A situação se repete nos anos anteriores. A conta não fecha.
fonte: O Antagonista
A VERDADE OCULTADA - ESPECIALISTAS DO MERCADO DE CARNE FALAM
GRAVÍSSIMO!!!!!
AS MENTIRAS do GOVERNO e da JBS para CRIAR UM CARTEL DE EMPRESAS EXPORTADORAS!!!
A FRAUDE DOS EMBARGOS QUE NUNCA EXISTIRAM!
Conheça o esquema criminoso.
veja também:
http://brasileticocontracorrupcao.blogspot.com.br/2017/03/a-grande-fraude-para-criar-um-cartel-de.html
A GRANDE FRAUDE PARA CRIAR UM CARTEL DE EXPORTAÇÃO DE CARNES
A entrevista com o especialista do mercado de carnes que denunciou a armação do governo(s) com a JBS para montar um CARTEL de exportação!!
QUantos médios frigoríficos quebraram? Quantos fazendeiros foram massacrados pela pressão deste cartel?
Desde quando o governo mente para os brasileiros?
veja também:
http://brasileticocontracorrupcao.blogspot.com.br/2017/03/a-verdade-ocultada-especialistas-do.html
FALANGES MIDIÁTICAS, ACADÊMICAS E PASTORAIS
Os que empurraram as esquerdas para suas vitórias e o Brasil para o fracasso retomam as antigas práticas. Astutamente, tendo suas opiniões perdido credibilidade nas questões internas, usam e abusam da cena internacional para continuar ministrando "lições" à opinião pública.
Recordemos. Durante décadas, formadores de opinião, "trabalhadores em educação" e seguidores da Teologia da Libertação arrastaram o corpo social brasileiro para a valeta esquerdista. Era uma força irresistível a alavancar o PT para a condição de grande partido nacional, levar Lula à presidência da República e arrastar o Brasil para o caos. Nos microfones, as falanges midiáticas não poupavam sequer o público dos programas futebolísticos. Nas salas de aula, tornos e marretas ideológicas faziam cabeças em linha de produção. A CNBB e o clero dito progressista esmeravam-se em documentos e campanhas cujo cunho religioso se consumia em brevíssimas referências à Santíssima Virgem; tudo mais era perdição eufemística da mensagem cristã a serviço de determinada política. Certa feita, anos 90, designado pelo admirável arcebispo de Porto Alegre, D. Cláudio Colling, participei dos eventos que compunham o projeto da CNBB chamado "O Brasil que queremos". Nos bastidores de todos os eventos e mesas de trabalho, os assuntos mais abordados pelas pastorais presentes eram eleição vindoura e Lula-lá... A tudo testemunhei porque, como peixe fora d'água, lá estava.
Assim, ao longo de muitos anos, o povo brasileiro foi orientado pelos corregedores da opinião pública a pensar com critérios esquerdistas, estatistas, coletivistas. Toda a análise sociológica, histórica, política e econômica era promovida com lentes marxistas. Quando, nos anos 90, o Leste Europeu sacudia do próprio lombo sete décadas de opressão, ferrugem e lixo comunista, o Brasil da teologia da libertação, dos progressistas, dos movimentos sociais mantidos pelos inesgotáveis fundos petistas estava ávido de importar tudo para cá.
O que aconteceu após 13 anos do sucesso eleitoral de 2002 foi o inevitável fracasso operacional e moral de 2014, quando já não podia mais ser ocultado. E tudo fica bem resumido nestas estrofes narrativas e proféticas de Miguezin de Princesa em "Nunca recebi propina":
Prometeu melhores dias
Para um bocado de gente,
Vivia quase montado
No pescoço do vivente,
Mas, na hora de comer,
Só comeu quem foi parente.
Agora no xilindró,
Com saudade do faisão,
Come pão com margarina
E almoça rubacão
E diz: - Esse povo ingrato
Inda beija meu retrato
Nessa próxima eleição!
O poder petista, como tal, acabou. Junto com sua parceria, virou caso de polícia. A conexão publicitária entre esquerda e progresso, a ninguém mais convence. Com os foguetes queimados para levar o PT ao poder, torrou-se o prestígio de seus apoiadores. Por isso, leitor, você não ouve mais qualquer discurso esquerdista.
Que fazem, então, as falanges midiáticas, acadêmicas e pastorais? Reconhecidas as próprias limitações, dedicam-se a: 1) combater quem esteja à sua direita no arco ideológico, jogando rótulos entre os quais os de "ultradireita" e "fascista" são os mais recorrentes; 2) atacar propostas que busquem desfazer os estragos promovidos por um quarto de século de governos de esquerda; 3) investir contra conservadores e liberais como sendo os vilões a serem evitados.
Observe, então e por fim, o quanto se valem para isso do cenário internacional. Ali está o campo de prova onde reiteram suas convicções e "ensinamentos", sem que o passado os condene. Não, as falanges não se penitenciam nem redimem. Apenas mudam de estratégia. Agora, pretendem nos ensinar a compreender o mundo com seus olhos.
por Percival Puggina
Recordemos. Durante décadas, formadores de opinião, "trabalhadores em educação" e seguidores da Teologia da Libertação arrastaram o corpo social brasileiro para a valeta esquerdista. Era uma força irresistível a alavancar o PT para a condição de grande partido nacional, levar Lula à presidência da República e arrastar o Brasil para o caos. Nos microfones, as falanges midiáticas não poupavam sequer o público dos programas futebolísticos. Nas salas de aula, tornos e marretas ideológicas faziam cabeças em linha de produção. A CNBB e o clero dito progressista esmeravam-se em documentos e campanhas cujo cunho religioso se consumia em brevíssimas referências à Santíssima Virgem; tudo mais era perdição eufemística da mensagem cristã a serviço de determinada política. Certa feita, anos 90, designado pelo admirável arcebispo de Porto Alegre, D. Cláudio Colling, participei dos eventos que compunham o projeto da CNBB chamado "O Brasil que queremos". Nos bastidores de todos os eventos e mesas de trabalho, os assuntos mais abordados pelas pastorais presentes eram eleição vindoura e Lula-lá... A tudo testemunhei porque, como peixe fora d'água, lá estava.
Assim, ao longo de muitos anos, o povo brasileiro foi orientado pelos corregedores da opinião pública a pensar com critérios esquerdistas, estatistas, coletivistas. Toda a análise sociológica, histórica, política e econômica era promovida com lentes marxistas. Quando, nos anos 90, o Leste Europeu sacudia do próprio lombo sete décadas de opressão, ferrugem e lixo comunista, o Brasil da teologia da libertação, dos progressistas, dos movimentos sociais mantidos pelos inesgotáveis fundos petistas estava ávido de importar tudo para cá.
O que aconteceu após 13 anos do sucesso eleitoral de 2002 foi o inevitável fracasso operacional e moral de 2014, quando já não podia mais ser ocultado. E tudo fica bem resumido nestas estrofes narrativas e proféticas de Miguezin de Princesa em "Nunca recebi propina":
Prometeu melhores dias
Para um bocado de gente,
Vivia quase montado
No pescoço do vivente,
Mas, na hora de comer,
Só comeu quem foi parente.
Agora no xilindró,
Com saudade do faisão,
Come pão com margarina
E almoça rubacão
E diz: - Esse povo ingrato
Inda beija meu retrato
Nessa próxima eleição!
O poder petista, como tal, acabou. Junto com sua parceria, virou caso de polícia. A conexão publicitária entre esquerda e progresso, a ninguém mais convence. Com os foguetes queimados para levar o PT ao poder, torrou-se o prestígio de seus apoiadores. Por isso, leitor, você não ouve mais qualquer discurso esquerdista.
Que fazem, então, as falanges midiáticas, acadêmicas e pastorais? Reconhecidas as próprias limitações, dedicam-se a: 1) combater quem esteja à sua direita no arco ideológico, jogando rótulos entre os quais os de "ultradireita" e "fascista" são os mais recorrentes; 2) atacar propostas que busquem desfazer os estragos promovidos por um quarto de século de governos de esquerda; 3) investir contra conservadores e liberais como sendo os vilões a serem evitados.
Observe, então e por fim, o quanto se valem para isso do cenário internacional. Ali está o campo de prova onde reiteram suas convicções e "ensinamentos", sem que o passado os condene. Não, as falanges não se penitenciam nem redimem. Apenas mudam de estratégia. Agora, pretendem nos ensinar a compreender o mundo com seus olhos.
por Percival Puggina
RESCALDO DAS MANIFESTAÇÕES DE 26 DE MARÇO
Ninguém ficou mais feliz com o pequeno público presente às manifestações deste domingo do que os corruptos, os foragidos no foro privilegiado, os proponentes do voto em lista fechada pré-ordenada, os defensores do auto-indulto, a mídia esquerdista e todos que temem Sérgio Moro. Lula teve seu primeiro dia feliz nos últimos dois anos. Os sites petistas encontraram, enfim uma pauta. E vibraram. Certamente houve brindes eufóricos na casa do Wagner Moura, do Luis Nassif, do Paulo Henrique Amorim.
Eu entendo o desalento de muitos conservadores e liberais. Ingenuamente acreditaram que do interior de um governo corrupto desde a medula poderia brotar, sob comando de seu vice-presidente, um grupo de honrados cavalheiros capazes de levar o filósofo Diógenes a rir feliz e jogar fora a lanterna com que vida afora procurava um homem honesto. Daquele mato não sairiam tais coelhos.
Há que reconhecer. Muitos brasileiros são assim. Suas paixões futebolísticas não esmorecem diante das piores crises morais e de qualidade de seus clubes; já seu civismo queima rápido ante a menor fagulha das dificuldades. No entanto, lembremos que com povo na rua, com milhões de brasileiros na rua, conseguiu-se, em 2015/2016 realizar o que parecia impossível há menos de três anos: parar por impeachment o catastrófico governo Dilma; afastar o PT e os petistas do poder; estancar a sangria do erário, a roubalheira do petrolão e assemelhados; colocar na cadeia frequentadores dos mais altos andares do poder público e dos negócios privados, que hoje tomam sol uma hora por dia e comem na marmita da prisão.
Queriam, como aquele repórter ao pé da escada do carro de som, que a manifestação de domingo gritasse "Fora Temer"? Estão de brincadeira. Temer foi eleito pelos petistas. Sua presidência decorre de preceito constitucional. Ponto. Para um ato assim devíamos então - paradoxo insano - convocar os petistas a participar porque essa é a pauta deles desde o impeachment. Não, mil vezes não, leitores! Até da burrice se deve exigir moderação. Até das mais acendradas paixões se deve cobrar prudência. E a prudência, num país com 13 milhões de desempregados, desaconselha inteiramente uma nova crise institucional. Cadeia para os corruptos, inelegibilidade para os criminosos do poder e vamos para o voto em 2018. Na forma da Constituição e sem rupturas. Daí as pautas que levamos para as ruas e que não sairão dos horizontes deste blog. Elas são muitas porque somos brasileiros do bem e só os defensores de bandidos e os que chamam corruptos de heróis têm pautas tão simples quanto imorais. Tudo se satisfaz e basta com PT e Lula-lá.
Os que fomos ao Parcão, aqui em Porto Alegre, pedimos cadeia para todos os criminosos - e todos são todos! - quaisquer que sejam as letrinhas partidárias em que se escoltem ou escondam, e o cargo em que se homiziam. Pedimos fim do foro privilegiado. Os motivos institucionais e políticos para sua existência se tornam insignificantes diante do desastre político e moral que ele provoca e a impunidade que determina. Dissemos não à lista fechada e pré-ordenada, ao autoindulto, à escola com partido, ao desarmamento. E que Deus não abandone o Brasil apesar dos desanimados que o parecem abandonar.
por Percival Puggina
Eu entendo o desalento de muitos conservadores e liberais. Ingenuamente acreditaram que do interior de um governo corrupto desde a medula poderia brotar, sob comando de seu vice-presidente, um grupo de honrados cavalheiros capazes de levar o filósofo Diógenes a rir feliz e jogar fora a lanterna com que vida afora procurava um homem honesto. Daquele mato não sairiam tais coelhos.
Há que reconhecer. Muitos brasileiros são assim. Suas paixões futebolísticas não esmorecem diante das piores crises morais e de qualidade de seus clubes; já seu civismo queima rápido ante a menor fagulha das dificuldades. No entanto, lembremos que com povo na rua, com milhões de brasileiros na rua, conseguiu-se, em 2015/2016 realizar o que parecia impossível há menos de três anos: parar por impeachment o catastrófico governo Dilma; afastar o PT e os petistas do poder; estancar a sangria do erário, a roubalheira do petrolão e assemelhados; colocar na cadeia frequentadores dos mais altos andares do poder público e dos negócios privados, que hoje tomam sol uma hora por dia e comem na marmita da prisão.
Queriam, como aquele repórter ao pé da escada do carro de som, que a manifestação de domingo gritasse "Fora Temer"? Estão de brincadeira. Temer foi eleito pelos petistas. Sua presidência decorre de preceito constitucional. Ponto. Para um ato assim devíamos então - paradoxo insano - convocar os petistas a participar porque essa é a pauta deles desde o impeachment. Não, mil vezes não, leitores! Até da burrice se deve exigir moderação. Até das mais acendradas paixões se deve cobrar prudência. E a prudência, num país com 13 milhões de desempregados, desaconselha inteiramente uma nova crise institucional. Cadeia para os corruptos, inelegibilidade para os criminosos do poder e vamos para o voto em 2018. Na forma da Constituição e sem rupturas. Daí as pautas que levamos para as ruas e que não sairão dos horizontes deste blog. Elas são muitas porque somos brasileiros do bem e só os defensores de bandidos e os que chamam corruptos de heróis têm pautas tão simples quanto imorais. Tudo se satisfaz e basta com PT e Lula-lá.
Os que fomos ao Parcão, aqui em Porto Alegre, pedimos cadeia para todos os criminosos - e todos são todos! - quaisquer que sejam as letrinhas partidárias em que se escoltem ou escondam, e o cargo em que se homiziam. Pedimos fim do foro privilegiado. Os motivos institucionais e políticos para sua existência se tornam insignificantes diante do desastre político e moral que ele provoca e a impunidade que determina. Dissemos não à lista fechada e pré-ordenada, ao autoindulto, à escola com partido, ao desarmamento. E que Deus não abandone o Brasil apesar dos desanimados que o parecem abandonar.
por Percival Puggina
TSE se prepara para cassar a chapa Dilma Temer O que virá?
Claudio Dantas comenta a decisão do ministro Herman Benjamin de pedir a Gilmar Mendes para marcar o julgamento da ação que poderá cassar a chapa Dilma-Temer.
Abuso contra Renan
A Lava Jato descobrir que Renan Calheiros sacou 300 mil reais em dinheiro vivo é um tremendo abuso de autoridade
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domingo, 26 de março de 2017
Presidente de partido anuncia que haverá confronto de militantes com Moro para evitar prisão de Lula
O presidente do Partido da Causa Operária, Rui Costa Pimenta, afirmou que o juiz Sérgio Moro pretende prender o ex-presidente Lula no dia de seu depoimento, em 3 de maio.
Para Pimenta, os militantes, operários e sindicalistas não podem permitir a prisão de Lula.
ASSISTA
conteúdo: Folha Política
conteúdo: Folha Política
'Lula é hoje uma caricatura do que foi', diz colunista
A colunista Vera Magalhães, do jornal O Estado de S. Paulo, comenta o seminário realizado pelo PT para atacar a Lava Jato. Segundo a jornalista, enquanto os petistas criam uma narrativa vitimista, "no mundo real as provas estão à mão de quem se dispuser a consultar os arquivos públicos da Lava Jato, num acervo horripilante da corrupção". E, "a cada dia em que se sucedem revelações escabrosas de como as empreiteiras criaram um Estado paralelo no Brasil, principalmente de 2006 a 2014, soam mais inverossímeis os discursos repetitivos de Lula".
Leia abaixo o texto completo:
Em mais um dos muitos comícios que tem feito na esperança de convencer a sociedade de que é vítima de perseguição política, e não um réu em cinco ações penais decorrentes de seu exercício da Presidência e das atividades a que se dedicou depois de deixá-la, Luiz Inácio Lula da Silva participou na última sexta de um evento em que o PT, vejam só, se propôs a apresentar o “outro lado” da Lava Jato.Na versão petista da história não há provas do petrolão, a Lava Jato é mais arbitrária que o regime militar, o governo Lula promoveu o renascimento da indústria naval brasileira e, depois que ele deixou o poder, voltou a predominar no País o “complexo de vira-lata”. Tudo nas palavras roufenhas, intercaladas por assoadas de nariz, de um Lula cada vez mais apagado, uma sombra do orador que já foi.
Pois no mundo real as provas estão à mão de quem se dispuser a consultar os arquivos públicos da Lava Jato, num acervo horripilante da corrupção chamado E-proc. O tal renascimento da indústria naval foi mais um cavalo de Troia para usar o Estado como veículo de propina para partidos aliados, diretores de estatais corruptos e empresários idem. E a volta do complexo de vira-lata talvez se deva ao fato de que os poucos avanços sociais promovidos por Lula foram roubados pelo desmonte que sua afilhada Dilma Rousseff promoveu na economia brasileira.
Ainda no mundo lulista, aos amigos tudo é facultado e com eles se vai longe. Não bastassem as evidências de que, no poder, Lula promoveu um verdadeiro capitalismo dos amigos tendo como plataformas a Petrobrás, o BNDES, a tal política dos campeões nacionais e um aparelhamento sem precedentes da administração federal, ele próprio se pôs a fazer perorações sobre o valor das amizades.
Disse o ex-presidente que, diante da “falta de provas” cabe a cada petista aprender a ter “coragem” e estar “ao lado dos amigos da gente”. Fazia uma referência não só a si próprio, mas também aos companheiros presos, como João Vaccari, Antonio Palocci e José Dirceu.
Também admitiu ter “amigos” em outro setor: o empresariado. Desafiou qualquer um deles, preso ou solto, a dizer se alguma vez ele, Lula, pediu um centavo que fosse.
De fato, esse parece ser um ponto sustentável da defesa do ex-presidente. Afinal, Alexandrino Alencar, o “brother” de Lula na Odebrecht, disse em sua delação que a reforma do sítio de Atibaia foi pedida pela ex-primeira-dama Marisa Letícia, já que a obra corria muito devagar.
Marcelo Odebrecht disse que havia uma conta sigilosa no departamento de propinas da empresa, operada por Palocci, mas preferiu não dizer à Justiça Eleitoral a quem se destinava.
José Carlos Bumlai afirma que intermediou um empréstimo fraudulento junto ao banco Schain, mais tarde pago com um contrato com a Petrobrás, para resolver um incêndio do PT – mas não diz que Lula lhe pediu para fazer isso.
Mas nem todos os amigos são tão benevolentes. E Delcídio do Amaral, que foi líder de Dilma e frequentador assíduo do Instituto Lula nos últimos anos, diz que foi ele, Lula, quem pediu para intermediar o silêncio de Nestor Cerveró. Mas ele não pediu nenhum centavo, Lula tem razão.
O fato é que, a cada dia em que se sucedem revelações escabrosas de como as empreiteiras criaram um Estado paralelo no Brasil, principalmente de 2006 a 2014, soam mais inverossímeis os discursos repetitivos de Lula.
O abatimento do antes mitológico líder popular parece vir menos da suposta “perseguição” de que se diz vítima e mais da certeza, estampada em seus olhos, de que ele é hoje uma caricatura do que foi. E a culpa não é do juiz Sérgio Moro, do Ministério Público ou da imprensa. Quem traçou o caminho de Lula foi o próprio Lula.
Ciro Gomes receberá SERGIO MORO 'na bala'
Assista ao vídeo em que Ciro ameaça atirar em Moro e “sua turma”.
Achamos o vídeo em que Ciro Gomes ameaça receber “a turma de Moro” à bala, se tiver sua prisão decretada.
Ministra do STJ restabelece prisão domiciliar de Adriana Ancelmo, mulher de Cabral
A ministra do Superior Tribunal de Justiça Maria Thereza de Assis Moura concedeu liminar em Habeas Corpus e voltou a permitir que a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral (PMDB), fique em prisão domiciliar. A decisão foi divulgada pelo tribunal na sexta-feira (24/3).
Presa preventivamente no dia 6 de dezembro, Adriana teve sua prisão convertida em domiciliar no dia 17 de março. A decisão, de ofício, foi do juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas, que levou em consideração o fato de que tanto ela quanto o marido estarem presos dificulta a criação dos dois filhos menores, de 11 e 14 anos.
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro impetrou Mandado de Segurança, com pedido de liminar, para que a decisão do juiz Marcelo Bretas fosse suspensa. O desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região Abel Gomes deu razão aos procuradores da República, e concedeu a liminar determinando que Adriana Ancelmo retornasse à prisão.
O próprio desembargador já havia relatado pedido de Habeas Corpus em favor da advogada. Na ocasião, a 1ª Turma Especializada do TRF-1 negou a conversão de preventiva em domiciliar entendendo que o artigo 318 do Código de Processo Penal — que permite a prisão domiciliar da mulher gestante ou mãe de filhos com até 12 anos incompletos — não se aplica a Adriana Ancelmo devido à gravidade dos fatos a ela imputados.
Segundo o magistrado, o juiz não poderia, de ofício, conceder a prisão domiciliar uma vez que não havia fatos novos para justificar a alteração da situação da custódia da acusada.
O artigo 318 do Código de Processo Penal diz que o juiz poderá substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for mulher com filho de até 12 anos de idade incompletos. Contudo, Abel Gomes apontou que o termo "poderá" contido no artigo "não remete a decisão judicial apenas ao que passa a achar o magistrado de uma hora para outra, nem lhe é uma 'permissão' vazia de conteúdo silogístico à luz do mundo do processo e do direito".
Abel Gomes considerou ainda que a decisão beneficiando a advogada criaria expectativas para outras mulheres presas preventivamente, que não conseguem o mesmo direito.
Contra essa decisão, os advogados de Adriana, Luís Guilherme Vieira, Eduardo de Moraes, Renato de Moraes, Alexandre Lopes, Aline Amaral de Oliveira, Lucas Rocha e Pedro Machado de Almeida Castro, impetraram HC no STJ. Eles alegaram não ser cabível a impetração de MS com a finalidade de conferir efeito suspensivo a recurso em sentido estrito interposto contra decisão concessiva de liberdade e, por conseguinte, da aplicação de medida cautelar pessoal diversa.
A ministra Maria Thereza de Assis Moura concordou com os advogados, e restabeleceu a prisão domiciliar de Adriana. Mas a mulher de Cabral só poderá ir para casa após vistoria da Polícia Federal no imóvel, para confirmar que não há internet ou telefone no local. Essa foi uma das exigências de Marcelo Bretas para que ela pudesse deixar o presídio de Bangu 8.
Desvio de dinheiro
Sérgio Cabral foi preso preventivamente em 17 de novembro. O político foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Sérgio Cabral foi preso preventivamente em 17 de novembro. O político foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.
A ação em conjunto no Rio e em Curitiba tinha como objetivo aprofundar investigações sobre um esquema que envolvia o pagamento de propinas para a execução de obras públicas no estado, como a reforma do Maracanã e a construção do Arco Metropolitano, e posterior ocultação desses valores. Segundo o MPF, a organização criminosa envolve dirigentes de empreiteiras e políticos de alto escalação do governo do Rio de Janeiro. Cabral seria o líder do esquema. O prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões.
Duas semanas depois, Adriana Ancelmo também foi encarcerada provisoriamente. Sua prisão preventiva se baseou na suspeita de que ela tenha usado seu escritório de advocacia para lavar dinheiro repassado por empresas que conseguiram isenção fiscal junto ao Executivo fluminense durante a gestão do peemedebista. Isso fez com que a seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil suspendesse por 90 dias o registro profissional dela.
Cabral já foi denunciado seis vezes pelo MPF. Ele já é réu em quatro ações penais. Com informações da Agência Brasil.
sexta-feira, 24 de março de 2017
Lula passa dos limites e diz que procurador da Lava Jato é 'moleque sentado na Bíblia'
Réu em cinco processos, três deles provenientes da Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, de “moleque”. E acrescentou que o procurador, que é fiel da Igreja Batista, acha que “sentar em cima da Bíblia dele” é a solução dos problemas do país.
FILHO DE CABRAL VISITOU O PAI FORA DE DIAS E HORÁRIOS PERMITIDOS.
E AGORA, DESEMBARGADOR ABEL GOMES, O QUE O SENHOR TEM A DIZER ?
FILHO DE CABRAL VISITOU O PAI FORA DE DIAS E HORÁRIOS PERMITIDOS.
"Sérgio Cabral tinha passado uma semana na carceragem da polícia federal no Paraná. Voltou para o Rio, depois de uma decisão do desembargador Abel Gomes, do Tribunal Federal da 2ª Região."
FILHO DE CABRAL VISITOU O PAI FORA DE DIAS E HORÁRIOS PERMITIDOS.
"Sérgio Cabral tinha passado uma semana na carceragem da polícia federal no Paraná. Voltou para o Rio, depois de uma decisão do desembargador Abel Gomes, do Tribunal Federal da 2ª Região."
Deputado federal, Marco Antonio Cabral esteve mais de 30 vezes com o pai após prisão. Outros políticos também estiveram em Bangu 8, diz relatório obtido pela GloboNews.
O Deputado federal, Marco Antonio Cabral esteve mais de 30 vezes com o pai, o ex-governador Sérgio Cabral Filho, preso em novembro. Segundo levantamento a qual a Globonews teve acesso, 20 visitas foram feitas fora dos dias e horários permitidos. Além disso, ele não foi o único político a fazer visitas a Cabral fora dos dias e horários estabelecidos.
O relatório da secretaria de administração penitenciária do rio mostra que o ex-governador sérgio cabral está recebendo visitas de forma irregular no complexo de Bangu, Zona Oeste da cidade.
O documento foi obtido com exclusividade pela GloboNews através da lei de acesso à informação. Segundo esse relatório, o filho de Sérgio Cabral, que é deputado federal, se aproveita de uma prerrogativa parlamentar para entrar no presídio a qualquer hora do dia. Em dezembro do ano passado, o Ministério Público já tinha alertado a justiça sobre essa prática.
O pedido pelo relatório foi feito no dia 31 de janeiro. Por lei, a resposta deveria sair em no máximo 30 dias, mas só vinte e dois dias depois do prazo final, a relação de nomes foi enviada.
Sérgio Cabral está preso desde 17 de novembro do ano passado em Bangu 8, na operação Calicute, desdobramento da Lava Jato. As visitas são permitidas apenas duas vezes por semana: às quartas e aos sábados, de nove da manhã às quatro da tarde.
Sérgio Cabral está preso desde 17 de novembro do ano passado em Bangu 8, na operação Calicute, desdobramento da Lava Jato. As visitas são permitidas apenas duas vezes por semana: às quartas e aos sábados, de nove da manhã às quatro da tarde.
Mas a lista a que a GloboNews teve acesso mostra que a regra não está valendo para o ex-governador. O levantamento registrou todas as visitas que Cabral recebeu entre os dias vinte e quatro de novembro e quatro de março deste ano. Ao todo, foram 70 visitas, quase metade feitas pelo filho, Marco Antonio Cabral.
Deputado federal pelo PMDB do Rio, Marco Antonio foi ao Complexo de Bangu 32 vezes. Em 23, ele usou a prerrogativa de parlamentar para visitar o pai. E, em 20, as visitas foram fora dos dias e horários permitidos.
De acordo com o regulamento da secretaria de administração penitenciária autoridades constituídas e sob as prerrogativas da lei podem fazer visitas, desde que seja no exercício da função pública. Ou seja: a trabalho, como parlamentar.
Outros políticos também usaram a prerrogativa parlamentar para visitar Cabral na cadeia. A deputada estadual cidinha campos (PDT), o então deputado e agora prefeito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Washington Reis (PMDB), o deputado estadual Paulo Melo (PMDB) e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani.
VISITAS MOTIVARAM TRANSFERÊNCIA PARA CURITIBA
O excesso de visitas foi uma das irregularidades apontadas pelo promotor André Guilherme Freitas, em dezembro do ano passado. Com base em um relatório feito por ele, o juiz Marcelo Brêtas, responsável pelos processos da operação Lava Jato no Rio, determinou a transferência do ex-governador para Curitiba.
Sérgio Cabral passou uma semana na carceragem da polícia federal no Paraná, depois voltou para o Rio, depois de uma decisão do desembargador Abel Gomes, do Tribunal Federal da 2ª Região.
Ele classificou que irregularidades na visitação não foram muito bem definidas e que não corresponderiam, a princípio, à falta grave à disciplina que justificassem a transferência do ex-governador para outro estado.
Ele classificou que irregularidades na visitação não foram muito bem definidas e que não corresponderiam, a princípio, à falta grave à disciplina que justificassem a transferência do ex-governador para outro estado.
Depois da volta a Bangu 8, a romaria de políticos diminuiu drasticamente, menos no caso do filho deputado. Marco Antonio Cabral visitou o pai na cadeia 16 vezes usando a prerrogativa parlamentar – sendo 13 fora dos dias e horários regulares.
Outro lado
O deputado federal Marco Antônio Cabral afirmou à GloboNews que todas as visitas feitas ao pai na cadeia foram feitas legalmente e dentro das normas previstas.
O deputado federal Marco Antônio Cabral afirmou à GloboNews que todas as visitas feitas ao pai na cadeia foram feitas legalmente e dentro das normas previstas.
O presidente da Alerj, Jorge Picciani, afirmou que fez uma única e rápida visita, em solidariedade ao ex-governador e que na época apresentou a documentação exigida, e cumpriu todos os procedimentos determinados por lei. Picciani disse ainda que em nenhum momento foi informado que poderia estar infringindo qualquer norma.
A deputada estadual Cidinha Campos disse que não vai se manifestar. O deputado estadual Paulo Melo citou a longa amizade e o sentimento de gratidão com o ex-governador, mas não fez referência às visitas fora dos dias e horários estabelecidos.
A produção entrou em contato também com o atual prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, mas ele ainda não havia respondido até o momento da publicação desta reportagem.
A produção entrou em contato também com o atual prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, mas ele ainda não havia respondido até o momento da publicação desta reportagem.
conteúdo G1
O MEU PAÍS, poema declamado por João de Almeida Neto
Um país que crianças elimina;
E não ouve o clamor dos esquecidos;
Onde nunca os humildes são ouvidos;
E uma elite sem Deus é que domina;
Que permite um estupro em cada esquina;
E a certeza da dúvida infeliz;
Onde quem tem razão passa a servis;
E maltratam o negro e a mulher;
Pode ser o país de quem quiser;
Mas não é, com certeza, o meu país.
E não ouve o clamor dos esquecidos;
Onde nunca os humildes são ouvidos;
E uma elite sem Deus é que domina;
Que permite um estupro em cada esquina;
E a certeza da dúvida infeliz;
Onde quem tem razão passa a servis;
E maltratam o negro e a mulher;
Pode ser o país de quem quiser;
Mas não é, com certeza, o meu país.
Um país onde as leis são descartáveis;
Por ausência de códigos corretos;
Com noventa milhões de analfabetos;
E multidão maior de miseráveis;
Um país onde os homens confiáveis não têm voz,
Não têm vez,
Nem diretriz;
Mas corruptos têm voz,
Têm vez,
Têm bis,
E o respaldo de um estímulo incomum;
Pode ser o país de qualquer um;
Mas não é, com certeza, o meu país.
Por ausência de códigos corretos;
Com noventa milhões de analfabetos;
E multidão maior de miseráveis;
Um país onde os homens confiáveis não têm voz,
Não têm vez,
Nem diretriz;
Mas corruptos têm voz,
Têm vez,
Têm bis,
E o respaldo de um estímulo incomum;
Pode ser o país de qualquer um;
Mas não é, com certeza, o meu país.
Um país que os seus índios discrimina;
E a Ciência e a Arte não respeita;
Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina;
Um país onde a Escola não ensina;
E o Hospital não dispõe de Raios X;
Onde o povo da vila só é feliz;
Quando tem água de chuva e luz de sol;
Pode ser o país do futebol;
Mas não é, com certeza, o meu país!
E a Ciência e a Arte não respeita;
Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina;
Um país onde a Escola não ensina;
E o Hospital não dispõe de Raios X;
Onde o povo da vila só é feliz;
Quando tem água de chuva e luz de sol;
Pode ser o país do futebol;
Mas não é, com certeza, o meu país!
Um país que é doente;
Não se cura;
Quer ficar sempre no terceiro mundo;
Que do poço fatal chegou ao fundo;
Sem saber emergir da noite escura;
Um país que perdeu a compostura;
Atendendo a políticos sutis;
Que dividem o Brasil em mil brasis;
Para melhor assaltar, de ponta a ponta;
Pode ser um país de faz de conta;
Mas não é, com certeza, o meu país!
Não se cura;
Quer ficar sempre no terceiro mundo;
Que do poço fatal chegou ao fundo;
Sem saber emergir da noite escura;
Um país que perdeu a compostura;
Atendendo a políticos sutis;
Que dividem o Brasil em mil brasis;
Para melhor assaltar, de ponta a ponta;
Pode ser um país de faz de conta;
Mas não é, com certeza, o meu país!
Um país que perdeu a identidade;
Sepultou o idioma Português;
Aprendeu a falar pornô e Inglês;
Aderindo à global vulgaridade;
Um país que não tem capacidade;
De saber o que pensa e o que diz;
E não sabe curar a cicatriz;
Desse povo tão bom que vive mal;
Pode ser o país do carnaval;
Mas não é, com certeza, o meu país!
Sepultou o idioma Português;
Aprendeu a falar pornô e Inglês;
Aderindo à global vulgaridade;
Um país que não tem capacidade;
De saber o que pensa e o que diz;
E não sabe curar a cicatriz;
Desse povo tão bom que vive mal;
Pode ser o país do carnaval;
Mas não é, com certeza, o meu país!
quinta-feira, 23 de março de 2017
BOECHAT: GILMAR MENDES PRESSUPÕE QUE O CIDADÃO É IDIOTA
Ricardo Boechat analisa a fala do Ministro do Superior Tribunal (STF). Mendes se colocou contra a proposta de um plebiscito para uma futura Reforma Política.
BANDNEWSFM CONTEÚDO
segunda-feira, 20 de março de 2017
LULA CHEGA A MONTEIRO - PB PARA 'REINAUGURAR' A OBRA DE TRANSPOSIÇÃO DAS ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO
De fato, não há como não ficar profundamente enojado com todo esse espetáculo. Uma ópera bufa não chega perto do circo patético que é o Brasil, ainda dominado por figuras asquerosas como Lula e Dilma. Vejam que cenas patéticas, de embrulhar o estômago.
Josias de Souza perguntou em seu blog quem pagou por toda essa palhaçada, já que o governador paraibano afirmou que “não foi gasto um centavo de dinheiro público”:
Josias de Souza perguntouem seu blog quem pagou por toda essa palhaçada, já que o governador paraibano afirmou que “não foi gasto um centavo de dinheiro público”:

Quem financiou? Além do palanque, ao fundo, comício de Lula teve uma ala de tendas, à direita..

Quem custeou? Coutinho levou Lula e Dilma às margens do São Francisco em ônibus refrigerado...
Quem bancou? Parte da plateia companheira que ovacionou Lula foi transportada em ônibus fretado...
Quem pagou? Lula, ao lado da deputada Estela Izabel (PSB), chegou à Paraíba de jatinho...
Jatinho, mega estrutura, ônibus fretados, e o governador cara de pau tem a pecha de dizer que não foi gasto um centavo de recurso público?! Essa gente é criminosa, e os otários que vão atrás são cúmplices, não apenas imbecis, mas indecentes, sem caráter. Quem ainda defende Lula e Dilma depois de tudo que a dupla fez com o Brasil merecia, como castigo, ir viver na Venezuela ou em Cuba. Os brasileiros decentes – ainda maioria – não merecem viver num país em que essa gentalha ainda faz tanto barulho e desfruta de tanto poder…
Rodrigo Constantino
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