sexta-feira, 21 de julho de 2017

Lobista confessa a Moro: 'Renan, Jader e Aníbal receberam propina de R$ 11,5 milhões'

O lobista Jorge Luz, em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato,  afirmou que os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Jader Barbalho (PMDB-PA), o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) e o ex-ministro Silas Rondeau (governo Luiz Inácio Lula da Silva) receberam propina de R$ 11,5 milhões. As vantagens indevidas foram pagas, conforme o lobista, aos peemedebistas em troca de apoio para fortalecer os ex-diretores da área internacional Nestor Cerveró e de Abastecimento Paulo Roberto Costa.
Jorge Luz foi preso em fevereiro deste ano na Operação Blackout, 38ª fase da Lava Jato. Segundo ele, os repasses foram feitos por meio de uma conta na Suíça – a Headliner no Credit Suisse, na cidade de Lugano. “O senhor sabe de quem é essa conta?”, perguntou Moro. “Essa conta era do PMDB, pra mim do Aníbal, Renan, Jader”, respondeu.
O lobista contou ainda ao juiz que foi informado por Fernando Soares, o Fernando Baiano, também apontado como operador do PMDB, que os dois ex-diretores estariam “balançando” em seus cargos por volta de 2005. Em troca de apoio político, o lobista disse que os três parlamentares pediram propina. Rondeau, também do PMDB, comandava na época ministério ao qual a Petrobras é subordinada.
Jorge Luz é réu na Lava Jato sob a acusação de intermediar pagamentos de propina de R$ 2,5 milhões de executivos da empreiteira Schahin para funcionários da Petrobras em contratos da estatal. Ele e seu filho, Bruno Luz, também são investigados neste processo por intermediar valores indevidos a peemedebistas.
Ao juiz  Moro, o lobista afirmou que conhecia Jader e Renan “desde os anos 1980” e que voltou a contatá-los após ter recebido um pedido de ajuda de Fernando Baiano. Ainda de acordo com o lobista, ele chegou a entrar primeiro em contato com Aníbal Gomes, “muito ligado ao Renan”. O deputado teria tido uma primeira conversa com Jader, Renan e Rondeau. Com a resposta positiva dos peemedebistas a ajudar Cerveró e Costa, teriam “começado as negociações”.
“Repare só o seguinte, juiz Moro, o que aconteceu: Quando foi ser tratado o apoio, para os políticos não importava de onde vinha (o dinheiro). Para eles, tanto faz. ‘X’ e pronto, R$ 11,5 milhões”, afirmou Luz. “Havia um pedido alto para que houvesse esse apoio, o apoio se traduziria em ajuda financeira, e em uma oportunidade de que esses políticos pudessem participar de operações que viessem a surgir no decorrer do tempo.”
Luz afirmou a Moro que ainda houve uma reunião para que os diretores da Petrobras tivessem certeza de quem seriam os beneficiários da propina. “Estávamos eu, o Cerveró o Paulo Roberto Costa, Aníbal, Jader. Eu não tenho certeza se o Renan estava”, disse.
Houve também uma reunião de agradecimento de políticos e ex-diretores, na qual Jader teria dito, segundo o lobista: “Vocês cumpriram o papel de vocês, agora o problema é nosso”. Ele foi questionado na audiência: “Dos agentes políticos que você foi o responsável pela intermediação sabe quem foram os contemplados?” Luz afirmou que sim. “Sei porque participei, inclusive, da reunião de agradecimento”. Em seguida, o lobista citou os nomes. “Jader Fontenelle Barbalho, Renan Calheiros, Aníbal Gomes e Silas Rondeau são os agentes políticos.”
Os pagamentos foram efetuados em 2007 e, segundo o lobista Luz, houve atrasos nos repasses.
‘Não existe santo’
Jorge Luz afirmou que nos esquemas de corrupção na Petrobras “não existe nenhum santo” e rechaçou as afirmações de réus confessos e delatores que disseram à Justiça que os desvios na estatal são “a regra do jogo”. Questionado a respeito dos motivos que levaram as empresas a pagar propinas, ele disse que não daria a mesma resposta de outros acusados. “Eu tenho visto que o senhor fica muito zangado quando as pessoas vêm aqui e dizem: ‘é a regra do jogo’. Não tem santo nessa história. Se há um cobrador, alguém está disposto a pagar”, afirmou.
Os procuradores perguntaram se houve pagamento de propina na negociação dos navios-sonda Vitoria 10000 e Petrobras 10000. “Teve, teve”, disse. Ele, contudo, afirmou que o repasse não foi por seu intermédio.
Defesas
Os parlamentas citados no depoimento do lobista Luz negaram que receberam propinas ou qualquer tipo de vantagem indevida. Procurado pelo Estado, Renan Calheiros (PMDB-AL), por meio de sua assessoria, afirmou que a citação ao seu nome é “infundada”.
“O senador Renan afirma que conheceu Jorge Luz há mais de 20 anos e desde então nunca mais o encontrou. Diz ainda que não conhece nenhum dos seus filhos. Há 20 dias, o senador prestou depoimento ao juiz Sérgio Moro como testemunha de Luz e reafirmou que a citação a seu nome é totalmente infundada”.
Também por meio de sua assessoria, Jader Barbalho (PMDB-PA) afirmou “que nunca teve conta na Suíça e que cabe a Jorge Luz provar ao juiz os depósitos, o número da conta e as datas”. O senador peemedebista admitiu que “conhece Jorge Luz, mas jamais teve algum tipo de negócio” com ele. “Isso é declaração de criminoso que deve ser investigada pela Justiça.”
A reportagem entrou em contato com o gabinete do deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), mas não obteve resposta. O ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau não foi localizado. Procurado, o PMDB não havia se manifestado até a conclusão desta edição.
conteúdo: jornal O Estado de S. Paulo.

"Prefiro ser nada do que ser ladrão", diz Doria

O prefeito de São Paulo, João Doria,  não deixou passar a oportunidade de responder a Lula, que ontem disse que o tucano é um "nada".
"Prefiro ser nada do que ser ladrão. E o nada ganhou do Fernando Haddad no primeiro turno”, registrou a Coluna do Estadão.

Bolsonaro e Doria são atacados por Lula durante entrevista

Em uma entrevista concedida aos jornalistas José Trajano, Juca Kfouri e Antero Greco, nesta quinta (20), o ex-presidente Lula da Silva comentou a candidatura do deputado Jair Bolsonaro e do prefeito de São Paulo, João Doria.
“Acho que Bolsonaro não disputa. Se disputar, não tem chance. As pessoas vão ter vergonha de dizer que votam numa pessoa tão reacionária.”
“O Doria, por enquanto, não é nada. É só um João trabalhador que não trabalha. Ele vai ter que provar. Governe São Paulo. Não é fazer discurso, porque aí todo mundo faz.”
Ele também fez um mea culpa e disse que o PT errou, afirmou que é difícil criar novas lideranças políticas e defendeu a eleição de Dilma Rousseff, apesar de ter reconhecido que ela não era uma “liderança” com apoio de base.
Lula disse que figuras como Fernando Haddad, Fernando Pimentel e outros governadores do PT teriam condições de disputar a presidência, mas o atual cenário pede uma “liderança” já consolidada. “Eles sabem que se eu disputar a eleição, eu posso ganhar”, acrescentou ao comentar sobre as investidas da mídia em coluio com a Lava Jato.
conteúdo: República de Curitiba

Como sobrevivemos ao PT? Os números são estarrecedores

É realmente de estarrecer:
40 bilhões de reais com os Jogos Olímpicos.

30 bilhões com a Copa do Mundo de Futebol.

121 bilhões de reais desviados da Petrobras,

12,6 bilhões de reais repassados a 7.700 ONGs, governo Lula.

9 bilhões de reais em publicidade, em 4 anos do governo Dilma.

7 bilhões de reais em publicidade, governo Lula.

1 bilhão de reais ao MST e outros movimentos ligados ao PT, governo Dilma.

152 milhões de reais repassados ao MST, governo Lula.

154 milhões de reais com cartão corporativo (gastos secretos), gestão Dilma.

65,9 milhões de reais repassados à UNE nos governos Lula e Dilma.

50 milhões de reais com cartão corporativo (gastos secretos), gestão Lula.

11 milhões de reais repassados por Dilma a blogueiros petistas às vésperas do impeachment.

6,5 bilhões de reais em obras na República Dominicana.

1 bilhão de reais/ano de mesada à ditadura cubana, sob o disfarce de ‘Mais Médicos’.

US$ 2,9 bilhões investidos a fundo perdido na construção da primeira fábrica de medicamentos contra Aids da África, em Moçambique; fazendas experimentais de arroz no Senegal e de algodão em Mali; projetos agropecuários, de combate ao trabalho infantil e de capacitação de docentes para o ensino de português no Timor-Leste e a implantação de bancos de leite humano de 22 países da África.

US$ 1,5 bilhão de prejuízo naquela falsa tomada de assalto às refinarias da Petrobras na Bolívia. Na verdade foi um ato nojento e covarde de traição do governo petista ao povo brasileiro. Conforme posteriormente Lula confessou, ele e o índio cocaleiro já haviam acertado toda a farsa, anteriormente: Evo faria o teatrinho de ‘ocupação’ das instalações da Petrobras e ele doaria tudo à Bolívia. E assim foi feito.

US$1,22 bilhão na construção de uma 2ª ponte de 3.156 m sobre o rio Orinoco, Venezuela.

US$1,5 bilhão na construção de um trem subterrâneo na Argentina (o famoso soterramento do Ferrocarril Sarmiento, ligando Buenos Aires a Moreno).

US$1 bilhão para o metrô Cidade do Panamá, Panamá.

US$ 900 milhões de perdão de dívidas a ditaduras africanas para com o Brasil.

US$ 792,3 milhões de prejuízo na compra da refinaria de Pasadena, Texas.

US$ 732 milhões na construção do Metrô de Caracas, Venezuela.

US$ 692 milhões para o porto de Mariel, Cuba.

US$ 636,8 milhões na expansão de gasodutos da distribuidora Cammesa, Argentina.

US$ 400 milhões em auxílio para compra de alimentos para Cuba;

-US$ 200 milhões para compra de máquinas agrícolas para Cuba (bolsa agrícola cubana).

US$ 6 milhões para melhorias no porto de Mariel, em Cuba.
Esse é nosso país Brasil, ainda administramos Cuba.


Hospitalização de Joesley: truque jurídico

O empresário, dublê de gangster, Joesley Batista é um ‘artista’, capaz de tudo e sem limites.

Há fundado receio que sua recente internação em um hospital de São Paulo tenha sido pura encenação, no sentido de viabilizar futuras alegações nos processos em que está envolvido.

E tudo está a indicar que o plano do empresário já está andamento.

Intimado para depor como testemunha no próximo dia 26 de julho no processo movido contra o operador Lúcio Funaro, o empresário não irá comparecer.

Mandou avisar que está doente, sob monitoramento médico, em razão da suposta crise de inflamação do nervo ciático.

Assim, sob a alegação do problema crônico, Joesley, sempre que necessário, poderá alegar a tal doença para adiar compromissos com a Justiça.

O pedido de adiamento foi aceito e uma nova data será marcada.

Impõe-se que o meliante seja submetido a uma severa perícia no sentido de que seja atestado o seu verdadeiro estado de saúde.

NOVE MILHÕES DESMORALIZAM TODO O DISCURSO DE LULA

Após o bloqueio de mais de nove milhões do ex-presidente Lula da Silva, referentes a dois planos de aposentadoria junto a Brasilprev, empresa de previdência complementar  do Banco do Brasil, todo o discurso do petista sofre um irremediável e deprimente baque.

Os adversários do PT detonaram Lula nas redes sociais e um número expressivo de simpatizantes manifestou indignação. A militância, de um modo geral, silenciou.

O discurso petista do dia anterior de que o bloqueio de R$ 600 mil nas contas correntes do ex-presidente era uma ‘mesquinharia’ e ‘covardia’ do juiz Sérgio Moro, levando Lula a uma ‘asfixia financeira’, foi por água abaixo. O silêncio foi o melhor caminho.

O fato é que a máscara de Lula está desmoronada. Simplesmente não há o que dizer. 

O petismo descobriu que Lula faz parte da classe dominante. Lula é elite e tem inexplicáveis 9 milhões para justificar essa condição.

Óbvio que a coisa não para ai. Lula tem dinheiro, tem sítio, tem tríplex, tem gado, tem fazenda e tem filhos que também se enriqueceram.

Lula é um engodo. Só falta a minoria que ainda o idolatra perceber e repudiar.

Lula merece cadeia.

A recém criada força-tarefa da Lava Jato em São Paulo investigará Haddad, Genoino e Frei Chico, irmão de Lula

Após a solicitação do MPF em São Paulo, a Procuradoria Geral da República autorizou a criação de uma força-tarefa dedicada às investigações relativas à Operação Lava Jato em São Paulo. 

O grupo, composto, por quatro procuradores da República, atuará em feitos penais e cíveis relacionados à delação de executivos da construtora Odebrecht, nos casos declinados pelo STF para a Justiça Federal na capital.

Neste primeiro momento, foram designados para a força-tarefa os procuradores da República Thiago Lacerda Nobre, José Roberto Pimenta Oliveira, Anamara Osório Silva e Thaméa Danelon Valiengo. Pimenta, Anamara e Thaméa integram também o Núcleo de Combate à Corrupção da PR/SP.

A força-tarefa recém formada se diferencia da conhecida estrutura existente em Curitiba, visto que os procuradores de São Paulo não terão dedicação exclusiva à operação, acumulando seus demais procedimentos. No entanto, a constituição do grupo possibilitará que os membros atuem de maneira mais integrada e colaborativa, podendo haver mais de um procurador responsável por cada caso, agilizando, assim, o andamento dos trabalhos, visto que qualquer um deles pode participar de atos relacionados aos procedimentos.

PETIÇÕES. Um total de 201 petições relacionadas à delação da Odebrecht, contendo informações a respeito de ilícitos em obras ou cometidos por políticos em diferentes partes do país, mas por pessoas que não têm foro por prerrogativa de função no Supremo Tribunal Federal, foram encaminhados pelo ministro Edson Fachin, para diferentes tribunais do país.

Destas 201 petições, 29 foram destinadas para a primeira instância da Justiça Federal de São Paulo e suas subseções, onde atuam os procuradores lotados na Procuradoria da República no Estado de São Paulo (PR/SP). Destas 29, uma foi declinada ao Ministério Público Estadual e as restantes estão sob responsabilidade da Procuradoria da República em São Paulo: 12 já encaminhadas a procuradorias em municípios no interior do Estado, duas distribuídas a procuradores na capital, e as 14 restantes sob responsabilidade da força-tarefa.

As petições sob responsabilidade do grupo são:

6654/STF - Pagamento de vantagem não contabilizada na campanha eleitoral de 2010 a José Ricardo Franco Montoro para a Assembleia Legislativa de São Paulo.

6815/STF- Repasses em 2010 de 50 mil reais à campanha eleitoral de José Antônio Barros Munhoz para a Assembleia Legislativa de São Paulo

6804/STF - Repasses de 50 mil reais na campanha eleitoral de 2010 a João Paulo Cunha.

6844/STF- Vantagens indevidas não contabilizadas no âmbito de campanha eleitoral de José Aníbal Peres de Pontes em 2010.

6696/STF - Vantagens indevidas não contabilizadas no valor de um milhão de reais no âmbito da campanha eleitoral do candidato Alexandre Rosa Santos Padilha para o Governo de São Paulo em 2014.

6705/STF - Vantagens indevidas não contabilizadas no valor de 30 mil reais no âmbito da campanha eleitoral do candidato Francisco Chaves em 2010.

6731/STF - Vantagens indevidas não contabilizadas no âmbito da campanha eleitoral do candidato a deputado federal pelo estado de São Paulo Edson Aparecido em 2010.

6721/STF - Vantagens indevidas não contabilizadas no âmbito da campanha eleitoral do candidato José Maria Eymael nas eleições para Presidente da República de 2010.

6698/STF - Vantagens indevidas não contabilizadas no âmbito da campanha eleitoral de 2010 de José Genoíno Guimarães Neto.

6669/STF - Vantagens indevidas não contabilizadas no âmbito de campanha eleitoral de Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo.

6637/STF - Pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos no contexto das obras da linha 2 do Metrô de São Paulo.

6845/STF - Pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos visando a celebração de acordo judicial referente a contrato de construção da rodovia Carvalho Pinto.

6842/STF - Suposto comprometimento de Luiz Inácio Lula da Silva com Emílio Odebrecht para reforçar as relações com a então Presidente Dilma Roussef, acertando como contrapartida auxílio a Luís Claudio Lula da Silva no desenvolvimento do campeonato brasileiro de futebol americano.

6841/STF - Pagamento, por parte do Grupo Odebrecht, de uma espécie de “mesada” em favor de José Ferreira da Silva (Frei Chico), irmão do ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.


quinta-feira, 20 de julho de 2017

16 ‘pérolas’ que revelam Gleisi Hoffmann em estado puro

O colunista José Fucs, do Estadão, reuniu uma pequena antologia de frases da senadora Gleisi Hoffman que, segundo ele, mostram que "ela deixou claro que traz no sangue o DNA bolivariano do PT e que deverá aprofundar o discurso radical e original do partido". 

Abaixo o texto de Fucs: 
A senadora Gleisi Hoffmann acabou de tomar posse como “presidenta” do PT, em substituição ao ex-deputado Rui Falcão, que surpreendentemente conseguiu escapar ileso até agora das denúncias de corrupção que envolvem o partido e seus líderes.
Mas, em apenas duas semanas, Gleisi mostrou por que foi a preferida pelo ex-presidente Lula, o czar do PT, para assumir o comando da legenda, em meio à maior crise de sua história.
Ré por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato e casada com o ex-ministro Paulo Bernardo, acusado de ter cobrado comissão para fechar um contrato de crédito consignado para os aposentados do INSS, Gleisi defendeu com unhas e dentes as ‘narrativas’ fantasiosas criadas pelo PT para negar o envolvimento do partido em escândalos bilionários de corrupção e contestar a condenação de Lula pelo juiz Sérgio Moro.  Em um sinal de que, para ela e para o PT, o Brasil não passa de uma republiqueta de banana, Gleisi ameaçou se insurgir contra a Justiça e denunciar a condenação de Lula no exterior.
Mais que isso, Gleisi se mostrou uma caricatura bem acabada da estirpe de “revolucionários” tão bem retratada pelo escritor Carlos Alberto Montaner no livro "Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano".
Na reunião do Foro de São Paulo, realizada nesta semana na Nicarágua, a “Narizinho”, como ela é chamada nas redes sociais, por causa de uma cirurgia plástica que fez para afinar e arrebitar o nariz, defendeu Cuba, o ditador Nicolás Maduro e o guerrilheiro Che Guevara, numa só tacada. De quebra, ainda declarou que, com Lula candidato, o PT, responsável pela maior recessão de que se tem notícia na história do Brasil, tem “possibilidade enorme” de voltar ao poder.
Para quem acompanhou a trajetória política de Gleisi, nada disso surpreende. Com seu indefectível colar de pérolas, um ícone da burguesia que ela tanto critica, Gleisi nunca deixou dúvidas – deve-se admitir isso em seu benefício – sobre as suas inclinações ideológicas nem sobre o seu oportunismo político. Mas agora, ao assumir o comando do PT, Gleisi se superou.
Em tempo recorde, ela deixou claro que traz no sangue o DNA bolivariano do PT e que deverá aprofundar o discurso radical e original do partido, amenizado com o objetivo de viabilizar a eleição de Lula em 2002, para mobilizar sua tropa de choque e tentar enfrentar os momentos difíceis que a sigla atravessa.
Confira abaixo as 16 “pérolas” perpetradas por Gleisi depois que ela assumiu a presidência do PT, há duas semanas. São Gleisi Hoffmann e PT em estado puro. 
Sobre a condenação de Lula pelo juiz Sérgio Moro
1. “Não pensem que uma sentença de um juiz de primeiro grau vai inviabilizar o processo democrático, deixando Lula de fora das eleições. Nós temos que dizer em alto e bom som que uma eleição presidencial sem Lula não é eleição, é uma fraude à democracia brasileira.”
2.“Para defender nosso partido, mas, principalmente, para defender o presidente Lula, não vamos descansar nem um minuto.”
3.“Vamos fazer denúncia internacional, mobilização, não vamos reconhecer (a condenação de Lula). Não há nenhuma prova que incrimine o ex-presidente Lula. A decisão do juiz Sérgio Moro é uma decisão política.”
4.“Estamos frente à judicialização da política em todo o continente. No Brasil a intenção é destruir o PT e impedir que o maior líder popular brasileiro, Lula, seja nosso candidato nas eleições presidenciais de 2018, pois sabem que a possibilidade de sua vitória é enorme.”
5.“(A condenação de Lula) é  uma decisão sem provas, para o juiz Sérgio Moro prestar contas à opinião pública. As únicas provas que tem são as provas de inocência do presidente Lula.”
Sobre a eventual substituição do presidente Temer pelo deputado Rodrigo Maia
6.”Se Temer cair, desde já é ‘Fora Maia’. Trocar um golpista por outro não tem diferença alguma”
7. “[Maia] é tão ruim quanto Michel Temer. É trocar seis por meia dúzia para o Brasil. É irrelevante para nós”
Sobre as eleições de 2018
8.“Mais do que nunca, necessitamos de um governo de esquerda de volta ao nosso País, para retomar o desenvolvimento nacional, a política externa altiva e ativa e reverter as consequências do ajuste neoliberal imposto pela quadrilha golpista que se instalou no nosso governo”
Sobre a reforma trabalhista aprovada pelo Senado
9.“Os senhores rasgaram a constituição, tiraram a Dilma (…), apoiaram esse governo de quinta categoria e agora estão acabando com os direitos dos trabalhadores”
10.“Os senhores estão rasgando a CLT, uma legislação de mais de 40 anos, achando que isso é bonito e é moderno”
Sobre a “mídia golpista” e a revista Carta Capital
11.“O braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia, a concentração, o monopólio econômico da imprensa. A estrutura de telecomunicações do Brasil vem do tempo da ditadura”
12.“Nós precisamos nos unir para defender aqueles veículos de comunicação que são importantes para a nossa sociedade, que fazem o contraponto, que garantem a nossa democracia. Façam a assinatura da Carta Capital  para ajudar a democracia do País e a diversidade de opinião”
Sobre Cuba, Venezuela e Che Guevara
13.“O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, a seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro frente à violenta ofensiva da direita contra o governo da Venezuela e condenamos o recente ataque terrorista contra a Corte Suprema. Temos a expectativa de que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”
14.“Comemoramos o cinquentenário da queda em combate e o assassinato posterior do guerrilheiro heroico, o comandante Ernesto Che Guevara, para que tenhamos sempre presente a necessidade da transformação social de nossos países”
15. “Aproveitamos para manifestar nosso irrestrito apoio e solidariedade aos companheiros do Partido Comunista Cubano e ao povo de Cuba diante do retrocesso imposto pela nova administração do governo estadunidense em relação aos acordos alcançados com a administração Obama e à manutenção do criminoso bloqueio econômico”, discursou.
16. “Apesar do revés eleitoral que sofremos na Argentina e o golpe parlamentar no Brasil, os principais partidos membros do Foro de São Paulo estão retomando a ofensiva política diante dos atuais governantes da direita nos dois países com a perspectiva de voltar a governá-los no curto prazo”.

Ex-assessor de Evo Morales é preso com 100 quilos de cocaína pura em SP

No último dia 7, às 23h53, o delegado de polícia civil José Eduardo Jorge, de São Bernardo do Campo, prendeu em flagrante Leonardo de Faria, Everton Gambarró Ploia, Olbis Rueda Garcia e Romer Gutierrez Quezada. 
Os 4 portavam num carro 99 quilos e 245 gramas de cocaína pura, com porções da droga distribuídas em 100 tijolos.

O delegado achou que eram simples traficantes. e lavrou o BO sob o número 228/2017.

Mas as investigações avançaram. E a inteligência do Ministério Público de SP trocou figurinhas com a DEA, a toda-poderosa agência anti-drogas dos EUA.

Então veio a surpresa, nessa terça-feira (18), revelada pelo blog de Cláudio Tognolli: Romer Gutierrez Quezada foi assessor especial do presidente da Bolívia, Evo Morales, e trabalhou para sua campanha no partido MAS (Movimento para o Socialismo). 

Vale lembrar que Evo era líder sindical dos cocaleros, os plantadores de folhas de coca.




Petistas causam revolta ao fazer imagem para comparar Lula com Jesus



Na cidade de Recife militantes petistas utilizaram, em um ato com cerca de 20 pessoas, uma cruz em que a imagem do ex-presidente Lula da Silva, condenado a nove anos e meio de cadeia, é colocada em uma cruz, juntamente com a imagem de Jesus Cristo, com os dizeres "condenados sem provas". 

Voltaram a circular nas redes sociais imagens de um outro protesto realizado também em Recife, em setembro do ano passado, em que sindicalistas já tinham colocado a imagem de Lula em uma cruz, comparando-o a Jesus Cristo. 

As comparações ofenderam profundamente diversos grupos cristãos. 

Lula entra com recurso contra bloqueio de bens, que já chega a quase 10 milhões

Os advogados de defesa do ex-presidente Lula da Silva entraram nesta quinta-feira, 20, com mandado de segurança no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) para impugnar a decisão do juiz Sérgio Moro que bloqueou bens do petista.

O argumento dos advogados: “Uma vez que o próprio Moro reconheceu em decisão dada na semana passada que não houve dano financeiro da Petrobras na ação do ex-presidente, não haveria por que determinar o futuro cumprimento de reparação deste prejuízo.” 

“Não há demonstração de conduta para dilapidar patrimônio”, disse o advogado Cristiano Zanin Martins, durante uma reunião com a imprensa na qual estavam presentes as principais lideranças do PT pouco antes do ato na Avenida Paulista em defesa do ex-presidente.

O advogado disse que a defesa "foi surpreendida" com a decisão do bloqueio porque ela se baseou em um pedido do MPF feito há nove meses e que tramitou em sigilo. “Nem os advogados de defesa tiveram acesso”, criticou. Segundo ele, o pedido do Ministério Público Federal "não apresentou qualquer elemento probatório que o justificasse".

“O MP só fez afirmação. Cogitar é diferente de provar. Mais uma vez o MPF fez pedido com base em cogitação”, disse ele. Zanin disse, ainda, que a Procuradoria "não pode agir em nome da Petrobras". Aliados de Lula também usaram argumentos políticos para defender o ex-presidente.

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, chamou de "chicana" a decisão de bloqueio de bens. “É uma chicana, um absurdo que tem como objetivo dificultar a defesa e a subsistência de Lula”, disse. “Para nós soou como perseguição.”

Procuradoria em São Paulo cria força-tarefa para delação da Odebrecht


Foi autorizada  a criação de uma força-tarefa dedicada às investigações relativas à Operação Lava Jato em São Paulo, pela Procuradoria-Geral da República. A decisão atende solicitação do Ministério Público Federal na capital paulista.

Um total de 201 petições relacionadas à delação de 77 executivos da Odebrecht, contendo informações sobre supostos ilícitos em obras ou cometidos por políticos em diferentes partes do país que não têm foro por prerrogativa de função no STF, foram encaminhados pelo ministro Edson Fachin, para diferentes tribunais.

Destas 201 petições, 29 foram destinadas para a primeira instância da Justiça Federal de São Paulo e suas subseções, onde atuam os procuradores lotados na Procuradoria da República de São Paulo.

Destas 29, uma foi declinada ao Ministério Público Estadual e as restantes estão sob responsabilidade da Procuradoria da República em São Paulo: 12 já encaminhadas a procuradorias em municípios no interior do Estado, duas distribuídas a procuradores na capital, e as 14 restantes sob responsabilidade da força-tarefa.

A força-tarefa criada, composta por quatro procuradores da República, atuará em feitos penais e cíveis relacionados à delação dos executivos da Odebrecht, nos casos declinados pelo Supremo Tribunal Federal para a Justiça Federal na capital.

Foram designados para compor a força-tarefa os procuradores da República Thiago Lacerda Nobre, José Roberto Pimenta Oliveira, Anamara Osório Silva e Thaméa Danelon Valiengo – que também integram o Núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria.

Segundo o MPF, a força-tarefa paulista se diferencia da estrutura de Curitiba, base e origem da Lava Jato, ‘visto que os procuradores de São Paulo não terão dedicação exclusiva à operação, acumulando seus demais procedimentos’.

“No entanto, a constituição do grupo possibilitará que os membros atuem de maneira mais integrada e colaborativa, podendo haver mais de um procurador responsável por cada caso, agilizando, assim, o andamento dos trabalhos, visto que qualquer um deles pode participar de atos relacionados aos procedimentos”, informa nota distribuída pela PGR.


Caiado fala sobre os milhões do ex-presidente: 'Lula precisa ensinar essa mágica para os pobres que diz tanto defender'

Ao saber que foram encontrados mais de R$ 9 milhões em aplicações em previdência privada em nome de Lula, o senador Ronaldo Caiado atacou: 
"Me lembro quando disputei a Presidência em 89 e o confrontei em debate. Lula me rotulou de latifundiário. Hoje é milionário e não explica como. 

Se Lula tem esse dom de transformar o salário de presidente em milhões, precisa ensinar essa mágica para os pobres que diz tanto defender". 

Ronaldo Caiado acrescentou ainda: "Outro detalhe: Lula é uma das vozes mais barulhentas contra reforma da previdência mas investe o dinheiro do assalto em previdência privada".

Deltan Dallagnol diz que penas aplicadas por Moro ‘são brandas’

procurador Deltan Dallagnol, Coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato, afirmou nesta quinta-feira, 20, que o juiz federal Sérgio Moro tem aplicado ‘penas brandas para a gravidade dos fatos que estão sob consideração’. Deltan deu palestra na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará. As informações são do portal G1.

No último dia 12, Moro condenou o ex-presidente Lula a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso triplex.
“O Ministério Público Federal pede a adequação da sentença que condenou o ex-presidente Lula e outras pessoas que foram condenados com ele”, declarou Deltan. “Os pontos que nós recorreremos estão em análise, estão em estudo. Mas entre eles seguramente estará a ampliação das penas. O que nós vimos em vários casos é que o Tribunal tem sistematicamente ampliado as penas aplicadas pelo juiz Sérgio Moro. As penas do juiz Sérgio Moro têm sido brandas para a gravidade dos fatos que estão sobre consideração”, afirmou.

Dallagnol também voltou a afirmar que vai recorrer da condenação do ex-presidente Lula.

O juiz federal da Lava Jato assistiu apenas cinco das 40 condenações que decretou na Operação Lava Jato – contra as quais foram movidos recursos – serem completamente revertidas em absolvições pela 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Corte responsável por julgar sentenças da Justiça Federal do Paraná.
O colegiado do Tribunal Regional Federal da 4ª Região também reverteu quatro absolvições de Moro para condenações. O juiz da Lava Jato ainda teve 16 penas reiteradas e aumentadas e 8 diminuídas pelo órgão recursal. Em um dos casos, a sentença foi parcialmente mantida.


POR QUE TANTOS PROFESSORES DE HISTÓRIA SÃO COMUNISTAS?

...Assim fica fácil entender, também, o processo pelo qual militantes comunistas insistem em dizer que lutavam pela democracia contra o regime militar nos anos 60 e 70. Ora, eles tinham e mantêm ojeriza pela democracia que denominam burguesa e, por isso, tanto se empenham, ainda hoje, em implantar seus conselhos populares (sovietes). No entanto, com vistas aos fins, reconstroem a própria história. Lutaram para implantar uma ditadura comunista de inspiração cubana em nosso país e hoje negam haver crido no que creram, pelo que pegaram em armas, e ainda creem.... 
Perdi a conta do número de vezes em que participei de debates de natureza política ou ideológica tendo do outro lado da mesa professores de História que não dissimulavam suas convicções comunistas, ou marxistas, ou socialistas. Não são poucas, por outro lado, as mensagens que recebo contendo relatos de alunos sobre a doutrinação política desenvolvida nesses cursos tão importantes ao desenvolvimento intelectual e cultural dos estudantes. Por outro lado, sempre que conheço algum professor ou aluno fora desse mainstream doutrinário, sei que estou diante de um valoroso resistente.
 Afinal, por que tantos professores de História são comunistas? E, numa extensão disso, por que, embora em grau menor, igual tendência ocorre em outros cursos das Ciências Humanas? Creio que se trate da convergência de dois fatores. De um lado, a prévia doutrinação dos colegiais no ensino fundamental e médio; de outro, a conveniência política dos partidos mais à esquerda do leque ideológico que sabem quanto vale o domínio da narrativa histórica para as determinações políticas do presente e para os alinhamentos do futuro.
 Não se peça da ciência aquilo que ela não pode proporcionar. Os eventos da História sempre admitem várias interpretações, notadamente quando envolvem conflitos. Nestes casos, obviamente, as partes em disputa têm divergentes pontos de vista sobre os acontecimentos e farão deles relatos desiguais.
 É nessa tensão que entram Marx e suas convicções sobre o futuro. Ao se assumir como profeta, o alemão fundou uma religião, e seus seguidores são convocados a um ato de fé. Como bem ensinou Olavo de Carvalho, ao ver a história desde seu ponto de chegada, os seguidores de Marx com estrado de professor, púlpito de pregador, teclado de jornalista ou escritor, microfone de comunicador passam a ver tudo que acontece entre o ponto de partida e o ponto de chegada como pá e picareta para abrir o caminho. Portanto, não há limites para a manipulação dos fatos e não há verdades que se mantenham além do tempo necessário a dar um passo adiante.
Eis o motivo pelo qual o que antes se chamava, de modo adequado "interpretações da História", passou a ser denominado pelos marxistas como "guerra de narrativas", desdobramento de sua indispensável luta de classes. Danem-se as perspectivas dos atores nos fatos narrados! Aliás, danem-se os próprios atores! O único interesse do relato é obter vantagem para o processo político do momento.
Assim fica fácil entender, também, o processo pelo qual militantes comunistas insistem em dizer que lutavam pela democracia contra o regime militar nos anos 60 e 70. Ora, eles tinham e mantêm ojeriza pela democracia que denominam burguesa e, por isso, tanto se empenham, ainda hoje, em implantar seus conselhos populares (sovietes). No entanto, com vistas aos fins, reconstroem a própria história. Lutaram para implantar uma ditadura comunista de inspiração cubana em nosso país e hoje negam haver crido no que creram, pelo que pegaram em armas, e ainda creem.
Não é possível fazer política nesses moldes sem usar e abusar da História e sem meter o dedo na jugular dos fatos.

Juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato do Rio de Janeiro, exprime brilhante frase

O juiz Federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, diz que restringir a Colaboração Premiada de réu preso é inconstitucional:
“Se você proíbe um réu preso de fazer você está restringindo a ampla defesa, e você não pode proibir isso. Para proteger outras pessoas, está negando o direito de defesa a uma pessoa que quer colaborar. Então, para mim quanto a isso não há dúvida. Proibir a colaboração premiada de quem está preso é restringir o direito de defesa, e na minha opinião isso é inconstitucional.”

Marcos Valério diz ter informações sobre Celso Daniel e fecha delação com a Polícia Federal

Marcos Valério de Souza, após uma série de tratativas frustradas,  conseguiu fechar um acordo de delação premiada com a PF. Em uma tentativa anterior de colaboração, ele havia dito ter informações sobre os desvios do Banco Rural e o envolvimento de dirigentes do PT (inclusive do ex-presidente Lula da Silva), com o assassinato do prefeito Celso Daniel.

Desta vez, as informações coletadas pelos investigadores foram encaminhadas para STF porque o operador citou políticos envolvidos no chamado mensalão mineiro que detêm mandatos — o chamado foro privilegiado. O documento é extenso e está no gabinete da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. Como a Corte está em recesso, ela pode homologar o acordo por conta própria ou aguardar o retorno dos demais ministros para distribuir o caso.

Marcos Valério, condenado a mais de 37 anos de prisão no julgamento do mensalão, foi transferido na segunda-feira da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, para a Associação de Proteção e Assistências ao Condenado (Apac) de Sete Lagoas (MG). Ele alegava correr risco de morte no presídio e pedia a transferência para se sentir seguro com a colaboração.

Agora, Valério prometeu entregar detalhes do chamado mensalão mineiro e a participação de políticos influentes nas últimas décadas no Estado. A Polícia Federal avaliou que os dados são novos.

Definitivamente, Gleisi perdeu o controle, a compostura e o decoro



Gleisi Hoffmann, senadora (PT-PR), não se comporta mais como uma detentora de um importante mandato parlamentar. Perdeu a decência, o respeito e o equilíbrio.

Não tem mais qualquer responsabilidade em suas palavras, afronta quem ela bem entende e toma atitudes que denotam inconveniência, insolência e torpeza.

Dias atrás, aprontou novamente no senado, quando numa clara demonstração de quebra do decoro, ocupou a mesa para impedir o andamento dos trabalhos. Um verdadeiro absurdo!

Agora, sua última proeza foi dirigir ofensas ao juiz Sérgio Moro, numa reunião do PT.
Logo ela, ré no STF, mas ainda solta por força do nefasto ‘foro privilegiado’. 

É uma pessoa que precisa ser contida, afinal quem tem tantas contas a acertar com a Justiça, não pode sair por ai dizendo o que quer, sem medir as palavras e desrespeitando pessoas de bem.


Polícia Federal mentiu e Moro é um “czar”, diz Lula

O ex-presidente Lula da Silva (PT), condenado na última semana a nove anos e meio de prisão, disse, na manhã desta terça-feira, 18, que o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela sua sentença, “não pode continuar se comportando como se fosse um czar”. Lula também acusou a Polícia Federal e o Ministério Público da Lava Jato de ter mentido a respeito das investigações.
“O juiz Moro não pode continuar se comportando como se fosse um czar. Ele faz o que quer, como quer, sem respeitar o direito democrático, sem respeitar a Constituição. Ele vai passando por cima, não deixa a defesa falar, tenta cercear o direito da defesa”, disse o ex-presidente à Rádio Capital de São Paulo. “
Segundo o ex-presidente petista, que voltou a afirmar, em pronunciamento um dia após sua condenação, que será candidato a presidente da República, o processo “está ligado ao fato de não quererem que o Lula possa voltar a ser candidato a presidente da República.”
“A Polícia Federal da Lava Jato mentiu, o Ministério Público da Lava Jato mentiu, e o juiz deu uma sentença sem explicação. Ele passa 60 páginas se explicando sobre a sentença sem nenhuma prova”, disse Lula. 

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Beira-Mar volta a traficar em presídio, mesmo depois de condenado por Moro

Fernandinho Beira-Mar, apelido do detento Luiz Fernando da Costa, 50, completa nesta terça-feira (18) exatos 11 anos cumprindo pena no sistema penitenciário federal.
Mesmo enclausurado em presídios de segurança máxima, ele foi condenado no ano de 2008 pelo juiz Sergio Moro por comandar uma quadrilha de tráfico de drogas, a partir da sua cela.
Nove anos após essa condenação, em maio último, Beira-Mar foi flagrado novamente liderando um esquema idêntico em outra penitenciária federal. Segundo a PF, o grupo movimentou valores superiores a R$ 9 milhões, com ordens recebidas pela troca de bilhetes de dentro do presídio.
Isolar líderes das facções criminosas e diminuir seu poder de influência nos sistemas penitenciários de origem é um dos objetivos da criação de presídios federais.
“Porém, sem a proibição permanente das visitas íntimas e sociais  esse objetivo não é alcançado”, diz Carlos Augusto Machado, presidente do sindicato dos agentes penitenciários federais no Paraná.
Fonte: Uol