sábado, 9 de setembro de 2017

FACHIN ENVIA DENÚNCIA CONTRA LULA E DILMA À PRIMEIRA INSTÂNCIA

A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra os ex-presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff e o ex-ministro Aloizio Mercadante por obstrução à Lava Jato será encaminhada para a primeira instância por decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.
Relator do inquérito, Fachin contrariou o pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que queria o processamento da denúncia no STF. O ministro Fachin determinou a remessa do caso para a Justiça Federal do Distrito Federal, por não haver autoridade com foro privilegiado entre os denunciados. 
Na primeira instância, os processos têm um tempo médio menor de duração do que no STF.

FACHIN DETERMINA PRISÃO DE JOESLEY, SAUD E MILLER

Edson Fachin acatou o pedido de prisão de Joesley Batista, Ricardo Saud e Marcelo Miller, informou o site O Antagonista.

A princípio, trata-se de prisão temporária.

BARATA FILHO PAGOU 5 MILHÕES DE FRANCOS A PICCIANI

Lúcio Funaro, em sua delação premiada, contou que repassou 5 milhões de francos suíços do empresário Jacob Barata Filho ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, informa o site O Antagonista.
O repasse foi feito a pedido de Eduardo Cunha para a campanha de 2014.

O delator contou ainda que recebeu o dinheiro na conta CH930862403001101000B,  em nome da offshore Tuindorp Enterprises, no Banco Audi, na Suíça.

Após uma operação dólar-cabo efetuada por um doleiro chamado “Tony”, a quantia referida foi sacada no Brasil e entregue a “Milton”, operador de Picciani.

Além do extrato da conta, Funaro entregou à PGR mensagens que trocou com Cunha por meio de um celular não apreendido pela PF.

Barata Filho é aquele que Gilmar Mendes soltou. 
Em nota a O Antagonista, a defesa do empresário repudiou o que chamou de “boatos sobre depoimentos cuja existência ou eventual teor é desconhecido da defesa”.  “É falsa e caluniosa a história alegadamente narrada pelo delator.”

LULA PERDE MAIS UMA NO TRF - 4

O TRF da quarta região tomou mais uma decisão contra Lula.
Nesta sexta-feira (8), segundo o Estadão, o tribunal negou o pedido de Lula para que fosse adiado seu interrogatório em Curitiba, na quarta-feira que vem.

Só o Sírio-Libanês pode salvar Lula.

POR QUE LULA QUER CALAR A TV GLOBO

Na quarta-feira, o Jornal Nacional com suas reportagens sobre o depoimento de Antonio Palocci, teve uma audiência de 34 pontos.
Números assim só se viam no século passado.

Isso explica por que Lula quer calar a TV Globo.

O Brasil inteiro foi informado sobre o pacote de propinas que ele ganhou da Odebrecht.

O CRESCIMENTO DA ESGOTOSFERA PETISTA

A esgotosfera petista continua a dominar a internet.

“Um estudo do DAPP, da Fundação Getúlio Vargas, detectou que nos grandes debates políticos que ocorrem por aqui via Twitter, a presença de robôs é enorme. Ou seja, software que se faz passar por inúmeros usuários para interferir nas discussões, fazer com que determinados tópicos subam para destaque, e pender um debate para determinado lado.

Nas eleições de 2014, robôs representaram até 10% do debate. Na greve geral de abril último, 20% das interações no Twitter foram forjadas.”

A greve geral, lembre-se, foi coordenada pela CUT.

(Pedro Doria)

"MEU FILHO É DOENTE", DIZ MÃE DE GEDDEL

Marluce Quadros Vieira Lima teve sua casa revistada pela Polícia Federal nesta sexta-feira cedo. A agentes, ela disse, segundo a Folha: “Meu filho não é bandido, é doente.”
Também concordamos.

A doença de Geddel chama-se corrupção.

QUEREMOS NOSSO BRASIL DE VOLTA!

A corrupção que sempre existiu desde que a nação foi fundada foi levada, nos anos PT, a níveis nunca antes vistos na história deste planeta. Nestes 13 anos, perdemos, por baixo, um Brasil inteiro. Sim, teríamos um ou dois PIBs a mais se, ao invés de vazar para os bolsos de bandidos, os recursos tivessem sido aplicados em infraestrutura, no bem estar social e investindo no empreendedor nacional.
Quando pensamos que o fundo do poço já chegou, a semana da pátria nos traz imagens que ainda conseguem nos causar espanto. A corrupção e a bandalheira em que meteram o Brasil tem efeitos especiais dignos de Spielberg; a máfia brasileira dá inveja aos roteiristas dos filmes de Martin Scorcese.
A cena espetacular de malas e caixas cheias de dinheiro, por sí, é chocante. Mas nos faz pensar: esta é apenas UMA PARTE do assalto cometido por UM dos atores deste thriller que vivemos de alguns anos para cá. Geddel é coadjuvante; quanto terão amealhado os protagonistas, os atores principais?
Palocci poderá nos dar uma ideia. Cansado da monotonia de sua cela em Curitiba, resolveu começar a revelar o verdadeiro esquema, coisa de gente grande. O que será descoberto fará os 51 milhões de Geddel virarem dinheiro de pinga.
A corrupção que sempre existiu desde que a nação foi fundada foi levada, nos anos PT, a níveis nunca antes vistos na história deste planeta. Nestes 13 anos, perdemos, por baixo, um Brasil inteiro. Sim, teríamos um ou dois PIBs a mais se, ao invés de vazar para os bolsos de bandidos, os recursos tivessem sido aplicados em infraestrutura, no bem estar social e investindo no empreendedor nacional.
Nunca acreditem que o prejuízo causado pela corrupção se mede pelos valores recuperados ou apurados pela lava-jato. Além de representarem uma parcela ínfima do que foi desviado, os prejuízos pelo mau uso dos recursos e pela incompetência e descaso com a gestão pública multiplicam essa conta por 10, 50, 100 vezes.
O caso não é de simples crime de corrupção ativa ou passiva. O caso é de traição à pátria. A organização criminosa que se instalou no poder roubou o futuro e a dignidade de milhões de pessoas. Para que a corte petista voasse de jatinho pelo país e pelo mundo, tomando uísque 21 anos e se hospedando nos hotéis mais caros do planeta, milhões de pessoas viram suas despensas e geladeiras esvaziadas daquilo que lhes seria mais básico para a sobrevivência.
Não sei aonde tudo isso vai parar. Para mim, não basta prender, colocar tornozeleira ou tornar inelegível. QUERO MEU BRASIL ROUBADO DE VOLTA. Como eles vão pagar, não me interessa.
por José Maffei, colunista da República de Curitiba BR

'CONHECI LULA EM JUNHO DE 75. DE CARA, VI QUE ERA MALANDRO. NUNCA VI PALOCCI E ELE SÓ SÓ CONFIRMOU O QUE ESCREVI EM 2011', AFIRMOU CONCEITUADO JORNALISTA

O jornalista José Nêumanne Pinto interrompeu as férias para comentar a confissão do ex-ministro Antonio Palocci: "Conheci Lula em junho de 75. De cara, vi que era malandro. 

Nunca vi Palocci e ele só confirmou o que escrevi no livro O que sei de Lula, em 2011".

SENADORA ANA AMÉLIA EMPAREDA PETISTAS: 'DIANTE DESSAS GRAVES ACUSAÇÕES, OS PETISTAS CONTINUARÃO INSISTINDO QUE LULA SOFRE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA ?

Após a confissão do ex-ministro Palocci ao juiz Sérgio Moro, a senadora Ana Amélia Lemos questionou: "Diante dessas graves acusações, os petistas continuarão insistindo que Lula sofre perseguição política?".

'DEPOIS DO NORDESTE, LULA QUER FAZER UMA CARAVANA PARA MINAS. A CARAVANA QUE LHE SOBRA É PARA CURITIBA, E SÓ', ALFINETA ROBERTO JEFFERSON

Após a viagem de campanha de Lula da Silva pelo Nordeste, alguns sites já anunciam que o ex-presidente pretende viajar para Minas Gerais. O presidente do PTB, Roberto Jefferson, ironizou: "Sites do lulopetismo dizem que depois do Nordeste, Lula quer fazer uma caravana para Minas. A caravana que lhe sobra é para Curitiba, e só".

MINISTRO DA JUSTIÇA DETERMINA À PF INVESTIGAÇÃO DE CITAÇÃO DE GILMAR MENDES EM REVISTA

Torquato Jardim, ministro da Justiça, determinou nesta sexta-feira que a Polícia Federal investigue denúncia da revista "Veja" envolvendo o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido foi feito pelo próprio ministro. A revista mostrou mensagens da advogada Renata Gerusa Prado de Araújo, próxima ao grupo J&F, controlador da JBS, em que ela relatou conversas com Dalide Corrêa, uma funcionária do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade de Gilmar. Dalide seria o braço-direito do ministro e teria procurado Renata preocupada com a possibilidade de a delação dos executivos da JBS vir a comprometer Gilmar e ela própria. Nas palavras da advogada, "Dalide ferrou o Gilmar".

As mensagens foram encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) por Pedro Bettim Jacobi, ex-marido de Renata. Numa conversa gravada que ele teve com Renata, a advogada disse ao marido que Dalide sabia que Francisco de Assis e Silva, diretor jurídico da JBS, seria a única pessoa capaz de frear eventuais implicações da delação dos executivos da empresa em relação a Gilmar e sua funcionária. Francisco teria feito uma cópia da troca de mensagens com Dalide. O temor era que o material fosse entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR). Assim, Dalide teria procurado a desembargadora Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), mãe de Renata, pouco após as primeiras revelações da delação da JBS.
"Aí minha mãe (a desembargadora federal Maria do Carmo Cardoso) falou: ô, Renata, você tem que garantir que com a Dalide não acontece nada, eu gosto muio da Dalide", disse Renata na conversa com o ex-marido Pedro Jacobi. O ex-marido disse então que era preciso também preservar Gilmar. Renata respondeu: "Isso. Óbvio. Mas a Dalide primeiramente. A Dalide ferrou o Gilmar." Depois, ainda afirmou que o próprio Gilmar pediu que ela apaziguasse tudo.

"Tendo em vista as graves ilações publicadas na Revista Veja, Edição 2547, ano 50, n. 50, data de 13.9.2017, na matéria intitulada 'O que a JBS não contou', solicito imediata instauração de investigação a respeito das declarações constantes na referida matéria, para que assim fiquem desde logo esclarecidos os fatos e as circunstâncias em que prestadas. Coloco-me à disposição para demais esclarecimentos", informou Gilmar no ofício a Torquato, superior hierárquico da Polícia Federal. À revista "Veja", o ministro disse não conhecer Renata.

Também à "Veja", Dalide disse que conhecia pessoalmente Francisco e Joesley Batista, um dos donos da JBS. Afirmou também que negociava com o diretor da empresa patrocínios para o IDP, mas negou ter buscado ajuda para "apaziguar a relação".

No material entregue pelo ex-marido de Renata, também há conversas entre ela e Francisco de Assis e Silva, que também firmou acordo de delação. Nessas mensagens, eles também negociam compra de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em processos a cargo de três ministros: Napoleão Nunes Maia Filho, Mauro Campbell e João Otávio de Noronha. Mas não há nada indicando que os magistrados tenham participado de irregularidades. A maioria das decisões que eles tomaram, inclusive, foram contrárias aos interesses da JBS.
Renata é dona de um escritório de advocacia em Brasília. Segundo a "Veja", aproveitando o cargo ocupado pela mãe, ela mantém relações com vários magistrados na cidade, atuando nos bastidores a favor de seus clientes. Na troca de mensagens com Francisco de Assis e Silva, ela se gaba de ter proximidade com ministros do STJ.

Segundo a Veja, Renata trocou e-mail elogiosos com Napoleão, que chegou até mesmo a enviar um poema que tinha acabado de escrever para ela. A JBS conseguiu uma decisão favorável de Napoleão, que desbloqueou em 2015 as contas de um executivo da empresa, mas não há elementos para vincular isso à possível venda de sentença. Além disso, Napoleão deu outras decisões contrárias à JBS. À "Veja", a assessoria de Napoleãp disse que recebeu Renata para tratar de um processo da JBS em que ela tinha procuração para atuar.

No caso de Mauro Campbell e João Otávio de Noronha, os dois ministros negaram os pedidos sobre os quais Renata e Francisco conversavam na troca de mensagens. À revista, Campbell disse já ter frequentado a casa da mãe de Renata, mas negou ter recebido a advogada em audiência antes de tomar sua decisão. Noronha, por sua vez, disse à Veja que conhece Renata, mas negou saber de qualquer “parceria” entre ela e sua filha, uma advogada quer teria sido procurada de modo a influenciar a decisão do ministro.

Sem citar especificamente o caso do ministro Gilmar Mendes, a PF informou que o procedimento na corporação é encaminhar todos os pedidos para análise para ver se cabe investigação e eventual abertura de inquérito policial.

Em nota, o grupo J&F negou que os delatores da empresa tenham mentido. "Nenhum dos colaboradores mentiu em qualquer depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República e ao Ministério Público Federal. Os colaboradores apresentaram grande número de informações e provas à PGR e em atendimento aos demais ofícios do MPF, que estão sendo tratados dentro dos trâmites legais. Não é possível fornecer detalhes porque a documentação e depoimentos estão sob sigilo", diz a nota.

O ministro Napoleão repudiou "com veemência", também por meio de nota, as declarações de Renata Araújo e Fancisco de Assis. "A referida advogada esteve em meu gabinete tratando de processos, nos quais estava regularmente constituída. Os dois processos foram julgados favoravelmente (desbloqueio de bens), porque a empresa recorrente firmou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o MP e pagou o valor integral em juízo, ou seja, aquele bloqueio anterior, não se fazia mais necessário, haja vista que o dano objetivado no feito já estava satisfeito em juízo, repita-se, integralmente. Ambos os processos foram julgados pelo colegiado da Primeira Turma, que, por unanimidade, votou pelo desbloqueio dos bens, diante do pagamento integral, pela empresa recorrente", disse Napoleão em nota.

Assim como Gilmar, o ministro João Otávio de Noronha afirmou que pedirá que o caso seja investigado pelas autoridades competentes. Mauro Campbell também informou que solicitou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, "a instauração de competente e minuciosa apuração de tais fatos, com a consequente punição de todos os envolvidos".

Em nota, Noronha lembrou que deu decisão contrária ao que foi pedido. Disse ainda que concedeu audiência em seu gabinete ao advogado da JBS, "como regra a todos que pleiteiam". Afirmou ainda que "nega, veementemente, a ocorrência de qualquer diálogo obscuro ou de negociação em relação a esse ou a qualquer outro processo e repudia as ilações feitas pela revista Veja".

O ministro Mauro Campbell também destacou que deu decisão contrária à JBS. "Ressalto que, apenas, no dia 12.11.2015, após o indeferimento da Medida Cautelar, foi recebido em meu gabinete, nos moldes legais e regimentais, com agendamento prévio e de tudo disponível o acesso a quaisquer interessados, o advogado daquela sociedade empresária, ressalto que, pessoa diversa da advogada Renata Gerusa Prado de Araújo", diz trecho da nota.

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que representa mais de 14 mil juízes brasileiras, também saiu em defesa dos ministros. "Acusações sórdidas e sem qualquer comprovação têm sido dirigidas a juízes de todas as instâncias e, ultimamente, a membros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A mais recente acusação foi publicada pela revista Veja, mas igualmente despida de provas, depreendendo-se da leitura que os ministros citados, Napoleão Nunes Maia Filho, Mauro Campbel e João Otavio de Noronha, tiveram os seus nomes indevidamente utilizados", diz trecho da nota assinada por Jayme de Oliveira, presidente da AMB.

'PALOCCI FOI DEVASTADOR PARA LULA E O PT. É UMA RELAÇÃO DE DÉCADAS. ASSUMIU A COORDENAÇÃO EM 2002 COM A MORTE DE CELSO DANIEL', DIZ JORNALISTA

Andreia Sadi, jornalista da Globonews, classificou como "devastador" o depoimento do ex-ministro Palocci: "O ex-presidente Lula e o ex-ministro Antonio Palocci têm uma relação de décadas. Este assumiu a coordenação do programa de governo da quarta campanha presidencial do petista, em 2002, com a morte do então prefeito de Santo André, Celso Daniel".

PAULO HENRIQUE AMORIM ALUCINA DE VEZ APÓS DELAÇÃO DE PALOCCI E DIZ QUE "SÓ O PT VAI FICAR NA CADEIA", POR CULPA DA ... CIA

Construir narrativas falsas tem sido a prática comum dos petistas, principalmente depois do início da Lava Jato.

Mas normalmente eles buscam um pouco de verossimilhança, razão pela qual demanda um pouco de trabalho para refutá-los.

Por esse motivo este novo vídeo de Paulo Henrique Amorim é praticamente um desserviço ao PT, de tão patético e fora da realidade que é.

Em uma época na qual o PT tem sido protegido até demais – tanto que Lula está solto até hoje, enquanto Cunha está preso -, PHA segue dizendo que todos estão perseguindo… Lula e o PT.

Assista ao show do absurdo:



ceticismopolítico conteúdo

A PRESSÃO QUE FORÇOU JANOT A PEDIR A PRISÃO DE JOESLEY, SAUD E MILLER AGORA CAI SOBRE A CABEÇA DE FACHIN

Rodrigo Janot, procurador geral da república, mandou ao STF na noite desta sexta (8) o pedido de prisão de Joesley Batista, de Ricardo Saud e do ex-procurador Marcelo Miller.
Agora a responsabilidade por analisar o pedido cabe a Edson Fachin, ministro relator da Lava Jato no STF. As informações são do Estadão.
Janot havia aberto um procedimento de revisão do acordo de delação dos empresários na última segunda (4) pela revelação de áudios em que Joesley e Saud falavam da interferência de Miller nas negociações de delação premiada. Pouco tempo após o acordo, o procurador saiu da PGR para trabalhar na defesa da JBS.
É provável que Janot só tenha tomado essa decisão por causa de pressão, uma vez que lutou bravamente pelo acordo de total impunidade dos irmãos JBS. Agora a pressão deve recair sobre a cabeça de Edson Fachin, que não deve ter dias fáceis até tomar sua decisão.
Vale lembrar que a pressão sobre Janot e Fachin não pode parar, pois é preciso exigir que as empresas de Joesley e Wesley sejam bloqueadas.
(ceticismo político conteúdo)

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

JANOT PEDE AO STF AS PRISÕES DE JOESLEY, SAUD E DO EX-PROCURADOR MARCELO MILLER


Pedido está sob sigilo - nem a Procuradoria-Geral da República nem o Supremo confirmam que foi enviado. Decisão caberá ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato.

(ATUALIZADO ÀS 23,45)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta sexta-feira (8) ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de uma ação cautelar, as prisões do empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, de Ricardo Saud, executivo da empresa, e do ex-procurador da República Marcelo Miller.

O pedido está sob sigilo - nem a Procuradoria-Geral da República nem o Supremo confirmam que foi enviado. A decisão sobre o pedido será tomada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF.

Se Fachin autorizar as prisões, o acordo de delação premiada firmado entre a JBS e a Procuradoria-Geral da República deve ser rescindido. O termo de delação prevê que o acordo perderá efeito se, por exemplo, o colaborador mentiu ou omitiu, se sonegou ou destruiu provas. Sobre a validade das provas apresentadas, mesmo se os termos da delação forem suspensos, continuarão valendo – provas, depoimentos e documentos. Esse é o entendimento de pelo menos três ministros do Supremo – a rescisão do acordo não anula as provas.

Na segunda-feira (4), a Procuradoria Geral da República (PGR) informou que novos áudios entregues pelos delatores da JBS indicam que o ex-procurador da República Marcello Miller atuou na "confecção de propostas de colaboração" do acordo que viria a ser fechado entre os colaboradores e o Ministério Público Federal. Ele também disse que os delatores podem ter omitido informações.

Nas novas gravações, entregues pelos próprios delatores à Procuradoria, Joesley e o executivo Ricardo Saud falam sobre a intenção de usar Miller para se aproximar de Janot. Joesley admitiu que se encontrou com Miller ainda em fevereiro, mas ele teria dito que já tinha pedido exoneração do Ministério Público.
Na quinta (7), Joesley, Saud e Francisco Assis, executivo do grupo J&F (controlador da JBS) prestaram novos depoimentos ao Ministério Público Federal, em Brasília. Nesta sexta, depôs Marcelo Miller, no Rio de Janeiro.

Joesley foi questionado pelos investigadores e teve que explicar cada trecho da gravação da conversa entre ele e Ricardo Saud. Os depoentes tentaram justificar que aquilo era uma conversa de bêbados. Afirmaram que não entregaram os áudios por acidente, mas para demonstrar transparência.

Miller
Marcelo Miller integrou a equipe da Lava Jato na Procuradoria, em Brasília. Depois, foi para Procuradoria no Rio de Janeiro, mas continuou atuando como colaborador da Lava Jato.

No dia 5 de abril, ele deixou a Procuradoria depois de pedir exoneração. Menos de uma semana depois, já participava de reuniões como advogado de um escritório que atuou nas negociações do acordo de leniência da J&F.

A conversa em que Joesley e Saud falam sobre a ajuda que Miller estaria dando ao grupo foi gravada em março, quando ele ainda era integrante do Ministério Público, segundo apurou o portal G1.


JANOT PEDE AO STF AS PRISÕES DE JOESLEY, SAUD E MARCELO MILLER

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta sexta-feira (8) ao Supremo Tribunal Federal (STF) as prisões do empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, de Ricardo Saud, executivo da empresa, e do ex-procurador da República Marcelo Miller.

O pedido está sob sigilo - nem a Procuradoria Geral da República nem o Supremo confirmam que foi enviado. A decisão sobre o pedido será tomada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, segundo apurou o portal G1.


'ACABA DE OCORRER A MORTE POLÍTICA DE LULA', DIZ JORNALISTA

Augusto Nunes, jornalista da revista Veja, resumiu a situação do ex-presidente Lula da Silva após a confissão de Palocci: "o que eu acho evidente é a morte política do Lula". 

Nunes lembrou que Palocci ainda não fez delação premiada: "se com o que ele disse já inviabilizou a candidatura do Lula, imagine o que vem por aí". 

GUGA CHACRA CAUSA POLÊMICA AO ACUSAR 'FANATISMO' DE ALGUNS PETISTAS POR LULA

O jornalista Guga Chacra expôs o caráter fanático dos que defendem Lula de forma cega e intransigente: "O fanatismo de alguns brasileiros por Lula lembra muito o fanatismo de alguns americanos por Trump. Eles aceitam todos erros de seus 'líderes' ".

JANAÍNA PASCHOAL 'ENQUADRA' PETISTAS: 'LULA, DILMA E GLEISI INSISTEM EM DEFENDER UMA DITADURA SANGRENTA. OS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS CALAM DIANTE DOS CRIMES DE MADURO!'

A jurista Janaína Paschoal criticou novamente os petistas por continuarem a defender a ditadura sanguinária de Nicolás Maduro na Venezuela: "Lula, Dilma e Gleisi insistem em defender uma ditadura sangrenta. Os defensores dos direitos humanos calam diante dos crimes de Maduro!". 

Janaína apontou um trecho da denúncia do quadrilhão, mostrando que o Brasil financiou as campanhas de ditadores, em Angola e na Venezuela, e comentou: "Como ditador não precisa fazer campanha, certamente esse dinheiro foi para coisa pior!". 

Veja o trecho da denúncia:



PROCURADOR DIZ QUE SENADORES DO PMDB PEGARAM PROPINAS DE R$ 864 MILHÕES

Ao denunciar a cúpula do PMDB no Senado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusou Edison Lobão, Jader Barbalho, Renan Calheiros, José Sarney, Sérgio Machado, Romero Jucá e Valdir Raupp de pegar R$ 864 milhões em propinas de contratos da Petrobrás e da Transpetro. Os supostos crimes apontados por Rodrigo Janot teriam causado um prejuízo de R$ 5,5 bilhões à Petrobrás e de R$ 113 milhões à Transpetro.

Segundo ainda a Procuradoria-Geral da República, 'as ações ilícitas voltaram-se inicialmente para a arrecadação de recursos da Petrobras por meio de contratos firmados no âmbito da Diretoria de Abastecimento e da Diretoria Internacional, assim como da Transpetro'.

"O aprofundamento das apurações levou à constatação de que, no mínimo entre os anos de 2004 e 2012, as diretorias da sociedade de economia mista estavam divididas entre os partidos políticos responsáveis pela indicação e manutenção dos respectivos diretores", declara o Ministério Público Federal.

JANOT DENUNCIA POLÍTICOS DO PMDB DO SENADO POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (8) denúncia contra políticos do PMDB do Senado.

Foram denunciados os senadores Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), além do ex-senador e ex-presidente José Sarney.

Também foi denunciado o ex-senador pelo PSDB e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

A denúncia apresentada por Janot aponta crime de organização criminosa, cuja pena varia entre 3 a 8 anos de prisão, além de multa. Para a PGR, há indícios de que o grupo mantinha controle sobre a Diretoria Internacional da Petrobras para angariar propinas de fornecedores da estatal.

As vantagens indevidas seriam cobradas por diretores indicados pelo partido, que se mantinham no cargo graças ao apoio dos políticos.

Poucos dias atrás, uma denúncia semelhante foi apresentada contra políticos do PT, incluindo os ex-presidente Dilma Rousseff e Lula da Silva, este apontado como líder da organização criminosa.

Os políticos do PP já foram denunciados pelo mesmo crime e a PGR ainda prepara denúncia contra membros do PMDB da Câmara, entre os quais o presidente Michel Temer.

Com essa denúncia em mãos, o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, deverá notificar os acusados a apresentarem uma defesa prévia.

Após, levará o caso para análise da Segunda Turma do STF, que decidirá se eles viram ou não réus pelo crime. Compõem o colegiado, além de Fachin, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

JORNALISTA AFIRMA QUE FOI RICARDO SAUD QUE GRAVOU JOESLEY


Ricardo Noblat apresenta a explicação para a gravação da longa conversa entre Ricardo Saud e Joesley Batista, que pode levar à perda dos benefícios da delação premiada dos donos da Friboi. Segundo o jornalista Noblat, a gravação não foi acidental; foi realizada por Ricardo Saud. 

Leia abaixo o texto de Ricardo Noblat: 

Havia até ontem uma pergunta que não queria calar: por que Joesley Batista, dono do Grupo JBS, despacharia para a Procuradoria Geral da República uma gravação que poderá lhe custar, e a executivos de sua empresa, a perda dos benefícios da delação premiada e, quiçá, a liberdade?

A resposta à pergunta é esta: não foi Joesley que despachou a gravação para a Procuradoria. O que ele chamou de conversa de bêbados foi gravada por Ricardo Saud, diretor de relações institucionais do grupo. Saud meteu a gravação em meio a documentos enviados recentemente ao procurador Rodrigo Janot.  Não foi também uma conversa de bêbados. O único bêbado era Joesley, que não sabia que estava sendo gravado. 

Na maior parte das 4 horas de gravação, Saud pouco falou para não se comprometer. Desde que a gravação foi feita em meados de março último, se deterioram as relações entre Saud e Joesley.

Joesley gravou o presidente Michel Temer no porão do Palácio do Jaburu em 7 de março. A gravação deu no que deu – quase derrubou Temer, paralisou o governo por alguns meses e enfraqueceu-o ao ponto de tornar improvável a aprovação pelo Congresso do cardápio de reformas formatado pelo presidente.

Saud gravou Joesley e agora tem esperança de não ser punido porque nada disse de grave durante a conversa, quase um monólogo do seu patrão. Foi Joesley, ele não, quem soltou uma nota pedindo desculpas aos atingidos pelo que disse – entre outros, três ou quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)

A respeito da ministra Cármen Lúcia, Joesley disse que ela fora namorada do ex-presidente Itamar Franco, a quem serviu quando ele era governador de Minas Gerais. Mentiu, e em tom de deboche. Os dois jamais namoraram. Joesley foi também desrespeitoso ao fazer referências à vida particular de outras autoridades.

A Polícia Federal está à caça de informações sobre um voo do jatinho de Joesley com destino a Miami que teria proporcionado a políticos a experiência pouco usual de uma suruba aérea. Pelo menos um senador do Nordeste estava a bordo, mas, segundo confidenciou a um amigo, recusou-se a participar da folia.

Se não hoje, o que parece mais provável, até o início da próxima semana Janot deverá propor ao STF a anulação dos benefícios concedidos a Joesley e a executivos do seu grupo por conta da delação que fizeram. 

Não descarta pedir também a prisão deles. Uma vez que o faça, será atendido.
 

VENEZUELA DÁ CALOTE DE R$ 12 BILHÕES NO BRASIL

Já é dado como certo pelo Brasil um gigantesco calote do governo do ditador venezuelano Nicolas Maduro junto a empresas brasileiras. Da dívida total de US$5 bilhões (R$15,6 bilhões), cerca de US$3,8 bilhões (R$12 bilhões) vencem já em outubro e novembro próximos. O Brasil aposta em “beiço” da Venezuela. “A expectativa é de default (calote)”, informou à Comissão de Relações Exteriores da Câmara o embaixador Tarcísio Fernandes Costa, do Departamento de América do Sul do Itamaraty. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Essa dívida do desastroso governo Maduro junto a empresas brasileiras representa mais da metade do total de reservas internacionais.

As reservas internacionais da Venezuela totalizam, hoje, apenas US$9,8 bilhões. Já as reservas do Brasil somam R$ 350 bilhões.

Com a penúria, a Venezuela entrou no chamado “default seletivo”, deixando de pagar credores variados e investidores dos seus papéis.

'PALOCCI INAUGURA UMA NOVA FASE. PETISTAS COMEÇARAM A SE COMER UNS AOS OUTROS. ACABOU COM LULA'., DIZ JOSIAS DE SOUZA

O jornalista Josias de Souza comentou o impacto da confissão do ex-ministro Antonio Palocci ao juiz Sérgio Moro: "Foi deflagrada a etapa da antropofagia dos petistas. Pode demorar um pouco. Mas eles vão se comer uns aos outros".

GLEISI HOFFMANN SURTA, DIZ QUE PALOCCI ACUSOU LULA POR TER SIDO 'TORTURADO' POR MORO E APELA PARA BAIXARIA

A senadora Gleisi Hoffmann, que é ré por corrupção, investigada em outros processos, e que acaba de ser denunciada por formação de quadrilha, atribuiu a confissão do ex-ministro Palocci a uma imaginária "tortura": "Paloci (sic) é um homem moralmente subjugado. Vencido pela tortura do juízo de Curitiba. Tenta se livrar da cadeia jogando a culpa sobre Lula".

'É UMA AFRONTA AO ESTADO DE DIREITO', REPLICA PROMOTOR APÓS CHEFE DO MST XINGAR, AO LADO DE LULA, MORO DE 'MERDINHA'

O promotor Roberto Livianu criticou o "chefe" do MST e o ex-presidente Lula da Silva pelos xingamentos ao juiz Sérgio Moro, que condenou o ex-presidente a 9 anos e meio de cadeia. Para Livianu, "a atitude de Stédile, do MST, de chamar Sergio Moro de merdinha e bundão ao lado de Lula é uma afronta ao Estado de Direito".

APÓS SER MENCIONADO EM REPORTAGEM SOBRE COMPRA DE SENTENÇAS GILMAR PEDE INVESTIGAÇÃO

O ministro Gilmar Mendes pediu ao Ministério da Justiça que investigue a influência da JBS no Judiciário, baseado em reportagem da revista Veja. De acordo com as mensagens mostradas pela matéria, o diretor jurídico da empresa Francisco Assis e Silva demonstra intimidade com alguns ministros do STJ. Mendes também pede que seja investigada a citação feita a ele nas mensagens.

'DEVASTADOR PARA A IMAGEM DE LULA. É O PRIMEIRO PETISTA A ACUSÁ-LO DE CORRUPÇÃO', AFIRMA JORNALISTA SOBRE PALOCCI

Ricardo Noblat, jornalista do jornal O Globo, classificou como "devastador" o depoimento do ex-ministro Antonio Palocci ao juiz Sérgio Moro: "Foi devastador para a imagem de Lula o depoimento de Palocci ao juiz Sérgio Moro. Palocci é o primeiro petista a acusar Lula de corrupção".

JANAÍNA PASCHOAL PROVOCA O STF: 'NÃO SEI SE TERÁ CORAGEM PARA RECEBER DENÚNCIA OFERTADA EM FACE DE LULA, DILMA, GLEISI E COMPANHIA, POR CRIME ORGANIZADO'

A jurista Janaína Paschoal afirmou que a denúncia da cúpula do PT por formação de quadrilha é muito bem elaborada, mas questionou se o STF terá coragem de recebê-la: "Não sei se o STF terá coragem para receber a denúncia ofertada em face de Lula, Dilma, Gleisi e companhia, por crime organizado. Na condição de advogada e de Professora de Direito Penal, digo que poucas denúncias se revelam tão aptas e fortes como a do quadrilhão. A aptidão de uma denúncia tem a ver com os requisitos formais (processuais). Eles estão presentes! A justa causa de uma denúncia tem a ver com os fundamentos fáticos. A materialidade do crime. Eles estão presentes!".

'DE CADA PINTADA A CARA DE PAU. LÍDER ESTUDANTIL SEM NUNCA TER SE FORMADO', DIZ ALEXANDRE FROTA SOBRE LINDBERGH FARIAS

Alexandre Frota, ator e ativista, irritou-se com as manifestações do senador Lindbergh Farias, que subiu à tribuna do Senado para defender seus correligionários após a denúncia da cúpula petista por formação de quadrilha. 
Frota atacou Lindbergh: "De cara pintada a cara de pau. Líder estudantil sem nunca ter se formado. Acabou com Nova Iguaçu. Capacho de Lula".

JANAÍNA PASCHOAL PRESTA SOLIDARIEDADE A ENGENHEIRO ESPANCADO POR CAPANGAS DE LULA: 'ELE DISSE UMA GRANDE VERDADE. TRATA-SE DE UMA QUADRILHA INTERNACIONAL.'

Herbert dos Santos Matos Júnior, engenheiro e funcionário da Caixa, foi espancado por seguranças de Lula da Silva e teve seu celular furtado por ter se manifestado contra o ex-presidente em um evento. Matos Júnior questionou quem pagava as despesas de Lula e xingou o ex-presidente Lula. Foi espancado por ao menos cinco seguranças de Lula, tendo sido levado ao hospital com fraturas múltiplas de costelas, concussão, e com o risco de perder um olho. O engenheiro afirmou ter sido vítima de uma quadrilha e que o Brasil já vive o bolivarianismo. 

A jurista Janaína Paschoal manifestou sua solidariedade: "Minha solidariedade ao engenheiro agredido por seguranças de Lula. Ele disse uma grande verdade: trata-se de uma quadrilha internacional!".

PF DEFLAGRA NOVA FASE DA 'CUI BONO' E PRENDE GEDDEL, DO 'BUNKER DA PROPINA'

A PF deflagrou, nesta sexta-feira, 8, a 4ª fase da Operação Cui Bono. O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso dias após a descoberta do bunker com R$ 51 milhões.

Após a Operação Tesouro Perdido, a pedido da Polícia Federal, estão sendo cumpridos 5 mandados judiciais expedidos pela Décima Vara Federal de Brasília, sendo 3 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva.


Uma das buscas foi feita na casa da mãe de Geddel. Também foi preso o diretor da Defesa Civil, Gustavo Ferraz, em Salvador.

A Polícia Federal havia achado as impressões digitais de Geddel nas notas de dinheiro que estavam no bunker.

Foram apreendidos R$ 51 milhões – R$ 42.643.500,00 e US$ 2.688.000,00. O dinheiro foi depositado em uma conta judicial.

ROBERTO JEFFERSON FICA IMPRESSIONADO COM NOVO DISCURSO PETISTA E DIZ QUE GOEBBELS, MINISTRO DA PROPAGANDA NAZISTA, TERIA ORGULHO

Roberto Jefferson, presidente do PTB, comparou as "narrativas" adotadas pelo PT face à exposição dos crimes do partido com a tática do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels: "A nova narrativa petista é que Janot denunciou e Palocci falou para ofuscar o sucesso da caravana de Lula. Goebbels ficaria orgulhoso do PT".

PF ENCONTRA DIGITAIS DE GEDDEL E DE PESSOA LIGADA A ELE NO 'BUNKER' DO DINHEIRO DA PROPINA

A Polícia Federal encontrou digitais do ex-ministro da integração nacional do governo de Lula da Silva, Geddel Vieira Lima, no “bunker” que escondia R$ 51 milhões em dinheiro em espécie, em Salvador.
Na busca e apreensão realizada no local, ainda foram identificadas digitais de uma pessoa ligada ao ex-ministro Geddel, segundo apuração da Folha.


A operação, batizada de Tesouro Perdido, ocorreu na última terça-feira (5), com autorização do juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília.

DEPOIMENTOS DE JOESLEY E DOIS DELATORES NA PGR SÓ CHEGARAM AO FIM APÓS QUASE DEZ HORAS

Iniciados às 10h de ontem (7), na sede da PGR (Procuradoria-Geral da República), em Brasília, os depoimentos dos executivos do grupo J&F Joesley Batista e Ricardo Saud e do advogado Francisco de Assis e Silva somente chegaram ao fim depois de dez horas, pouco antes das 20h20.

A ida deles à PGR foi definida após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciar, na segunda (4), uma investigação sobre a possível omissão de crimes por parte dos executivos do grupo J&F que não foram revelados durante o acordo de delação premiada entre a PGR e o grupo.

O primeiro a chegar e a depor foi  Francisco Silva que é advogado do grupo e participou das negociações do acordo de delação premiada firmado com a PGR e homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Em seguida, foi a vez de Joesley, cujo depoimento durou aproximadamente três horas. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", Joesley afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar um acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer no encontro no Palácio do Jaburu, em 7 de março. O empresário teria dito ainda que foi apresentado a Miller por Francisco Silva durante busca por alguém para a área de anti-corrupção da empresa. 

O último a falar foi Ricardo Saud. Nenhum dos três falou com a imprensa.

Em nota divulgada à noite, a J&F Investimentos informou que "não é possível fornecer detalhes em razão de sigilo". "O empresário e os executivos continuam à disposição para cooperar com a Justiça", conclui o comunicado.


Áudios entregues pela defesa do grupo J&F como parte da complementação do acordo de delação premiada revelaram conversas entre Joesley e Saud nas quais eles falam sobre a suposta atuação do ex-procurador federal Marcelo Miller junto ao grupo antes de ele deixar o Ministério Público Federal e sobre a possibilidade de Rodrigo Janot ter conhecimento do plano do grupo para delatar políticos.

Os dois também faziam menções a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Ao anunciar a investigação sobre as omissões da dupla, Rodrigo Janot disse que, a depender do que for constatado, é possível que o acordo de delação do grupo seja revisto.

Entre as consequências práticas dessa revisão estaria a possível suspensão dos benefícios concedidos aos executivos do grupo como a imunidade penal, que impede os delatores de serem presos pelos crimes que eles revelaram, por exemplo.

Ao longo da semana, Joesley e Saud emitiram uma nota oficial na qual eles afirmaram que as conversas sobre as atuações de Marcelo Miller, Rodrigo Janot e as menções feitas a ministros do STF não eram verdadeiras.

Na última quarta-feira (6), ministros do STF defenderam a suspensão dos benefícios concedidos aos executivos do grupo, mas sustentaram que as provas oferecidas pelo grupo até agora precisam continuar válidas. O ministro Luiz Fux chegou a sugerir que Joesley e Saud deveriam ser presos.

'DEPOIS DO TESTEMUNHO DO PALOCCI, FINALMENTE ENTENDI O QUE O LULA QUERIA DIZER QUANDO DISSE QUE TIROU MILHÕES DA POBREZA', AFIRMA ECONOMISTA

Ricardo Amorim, conceituado economista, ironizou o discurso do ex-presidente Lula da Silva, após as revelações feitas pelo ex-ministro Antonio Palocci sobre a corrupção nos governos petistas: "Depois do testemunho do Palocci, finalmente entendi o que o Lula queria dizer quando disse que tirou milhões da pobreza".

PGR QUER DECIDIR SOBRE RESCISÃO DE DELAÇÕES DO J&F JÁ NESTA SEXTA-FEIRA

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, quer tomar a decisão sobre a rescisão – ou não – das delações dos executivos do J&F já nesta sexta-feira (8). A subprocuradora encarregada de investigar a omissão de informações por parte dos executivos do J&F, Cláudia Sampaio, deverá encaminhar a Janot um relatório com considerações a respeito dos depoimentos tomados até hoje (8) para ajudá-lo a decidir.

Na quinta-feira (7), Joesley Batista, Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva prestaram depoimentos na PGR. Na sexta-feira (8), será a vez do ex-procurador da República Marcello Miller, que passou a advogar para o J&F. 

A decisão só não será anunciada nesta sexta porque a PGR ainda tomará outros depoimentos no começo da próxima semana. 

LULA SE PRONUNCIA E DIZ QUE ESTÁ VIVENDO O 'AUGE' DA 'PERSEGUIÇÃO' A ELE EM TODA A SUA VIDA

O ex-presidente Lula da Silva, após a denúncia por formação de quadrilha, afirmou estar vivendo o "auge da perseguição" contra ele. Por meio de sua assessoria, Lula afirmou: "A denúncia da PGR, sem qualquer fundamento, é uma ação política. É o auge da campanha de perseguição contra o ex-presidente Lula movida por setores partidarizados do sistema judicial. 
Foi anunciada hoje para tentar criar um fato negativo no dia em que Lula conclui sua vitoriosa jornada pelo Nordeste". 

No dia seguinte, Lula foi alvo de outra denúncia e seu ex-ministro Palocci revelou em depoimento ao juiz Sérgio Moro uma miríade de detalhes do esquema de corrupção do ex-presidente.