terça-feira, 3 de outubro de 2017

Dodge dá parecer favorável para candidatura independente

A nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer favorável ao pedido de um político para que a Corte considere constitucionais as candidaturas avulsas, ou seja, sem filiação partidária. 

O parecer foi encaminhado porque o tema está na pauta de julgamento do STF desta quarta-feira (4). 

O caso é o do advogado Rodrigo Mezzorno, candidato a prefeito do Rio de Janeiro, que em 2016 teve registro negado porque não tinha filiação partidária. 

Dodge entende que o tipo de ação apresentada, um recurso extraordinário, não poderia ser utilizada para questionar o tema. O correto seria um mandado de injunção, outra ação para quando existe um vácuo legislativo para algum tema. 

Conforme o parecer, o Pacto de São José da Costa Rica, de 1992, assinado pelo Brasil, prevê que todo cidadão possa participar de assuntos públicos, “diretamente ou por meio de representantes livremente eleitos”. 

Nesse ponto, para a procuradora, a exigência de filiação partidária confronta com o pacto e não é uma cláusula pétrea (ou seja, um ponto que não pode sofrer revisão), da Constituição, que só diz que não podem ser alterados o “voto direto, secreto, universal e periódico”. 

“Apesar da relevância dos partidos políticos para o processo democrático, o art. 60, § 4º, ii, da CR não incluiu os partidos na cláusula de eternidade da Constituição de 1988. 

Ao contrário, nesse aspecto da organização social brasileira, a Constituição só declarou a salvo de mudanças o “voto direto, secreto, universal e periódico”, diz o texto da PGR. 

“Logo”, diz a procuradora na argumentação, “não parece haver incompatibilidade entre a norma internacional aludida e as restrições a emendas constitucionais ou à incorporação do pacto aludido na ordem brasileira. 

Daí que os partidos representados no Congresso Nacional abriram mão, validamente, da função de organizações intermédias exclusivas entre governantes e governados, ao terem aprovado o Pacto de São José”.

DODGE CONTESTA GILMAR

Raquel Dodge defendeu que Lélis Teixeira, ex-presidente da federação de empresas de ônibus do Rio, a Fetranspor, volte a ser preso.

Lélis foi um dos presos preventivamente, por decisão do juiz Marcelo Bretas, na Operação Ponto Final. Ganhou habeas corpus de Gilmar Mendes em agosto.

O Globo conta que, em manifestação enviada ao ministro do STF, a procuradora-geral disse que “o Ministério Público não se conforma” com a decisão de soltura.

E o Barata, PGR?

OS FATOS ALTERNATIVOS DE LULA

Lula disse achar pouco os 35%, 36% que a recente pesquisa do Datafolha lhe deu.

“Eles sabem que a pesquisa mentiu, porque colocaram uma pessoa com um percentual na pesquisa só para tirar voto meu. Eles sabem que eu poderia ter 40”, disse o petista no evento de que participou no Rio.

Lula não se conforma, é claro, com os 54% que acham que ele deveria ser preso. Também acusou Polícia Federal e Ministério Público de mentirem sobre a alma mais honesta do Brasil.

"DECRETEI A MINHA MORTE"

“Eu decretei a minha morte no dia da minha prisão pela Polícia Federal.”

A frase acima estava escrita num papel encontrado no bolso de Luiz Carlos Cancellier de Olivo, reitor afastado da Universidade Federal de Santa Catarina, que se jogou do vão de um shopping de Florianópolis.

Cancellier de Olivo era investigado na Operação Ouvidos Moucos, que apurava desvios de recursos na universidade.

A informação é do Estadão.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

JUIZ DERRUBA ACORDO QUE EVITARIA PRISÃO DE MANTEGA

O juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, não homologou o sinistro acordo firmado entre o procurador Ivan Marx e Guido Mantega.

Esse acordo evitaria a prisão do ex-ministro, que se comprometia a ajudar nas investigações sobre os empréstimos do BNDES à JBS.

Mantega, porém, se recusou a admitir seus crimes. Sem a homologação, o acordo não tem validade.

No despacho negando homologação do acordo com Guido Mantega, o juiz Ricardo Leite ressalta que o colaborador precisa admitir crimes para obter benefícios.

O acordo do MPF, portanto, não tem previsão na Lei 12.850 que define as regras da colaboração premiada.

Além disso, Mantega prestou um depoimento ao procurador Ivan Marx que contradiz a delação de Joesley Batista, já homologada pelo STF.

Felizmente, a pegadinha do Marx do MPF não colou.

DODGE E A 'ELEVADA CORRUPÇÃO' ELEITORAL

Raquel Dodge disse que boa parte da corrupção investigada no Brasil tem origem no sistema de financiamento eleitoral, que ainda apresenta “elevada corrupção”.

“Sabemos todos que muito do que está sendo investigado em termos de corrupção no país advém justamente do modo e das práticas que estavam vinculadas ao financiamento de campanhas eleitorais”, afirmou a procuradora-geral, conforme o relato da Folha.

Ela não citou nominalmente a Lava Jato. Nem precisava, é claro.

DEFESA DE AÉCIO NÃO QUER FACHIN

O advogado Alberto Toron entrou com recurso para que Edson Fachin redistribua a relatoria do mandado de segurança contra decisão da primeira turma que o afastou do mandato.

Toron alega que Fachin declinou de sua competência na ação cautelar 4.327, “o que afasta a prevenção”.

“Além do mais, a decisão impugnada por meio do presente MS restabelece as medida cautelares originariamente impostas”, pelo próprio Fachin.

O ideal mesmo era que o recurso de Aécio caísse no gabinete de Gilmar Mendes.

VENEZUELA: O PT NÃO TEM MESMO VERGONHA NA CARA

Em evento no Rio de Janeiro, agora à noite, Lula disse o seguinte sobre a Venezuela:

“Queria citar a Venezuela e seus representantes: que digam ao presidente dos EUA que quem decide o destino da Venezuela é o povo venezuelano.”

Que povo, Lula? Aquele que deu maioria à oposição no Parlamento venezuelano e teve seus votos jogados no lixo pela “Constituinte” de Nicolás Maduro? Ou aquele que apanha nos protestos contra o ditador?

MUITO MAIS QUE RECIBOS DE PAPEL

Há quase dois anos, o site O Antagonista publicou  informações ainda não esclarecidas pela Lava Jato que envolvem José Carlos Bumlai e seu primo-laranja
Glaucos da Costamarques.Vale a pena lembrar que Bumlai manteve escritório da Usina São Fernando –aquela que quebrou depois de sumir com meio bilhão do BNDES– no mesmo endereço da LLCS, empresa de Lulinha e Luleco, no conjunto 61 do edifício Office Brigadeiro.

Lá também funcionou a Bilmaker 600, de Glaucos da Costamarques, especializada em agenciamento e intermediação de negócios em geral.

Costamarques teve como sócios Fabio Tsukamoto e Otavio Portugal Ramos, que foram sócios de Luleco na ZLT 500, outra empresa de promoção de eventos esportivos.

Quem será que pagava o aluguel das salas?

A DEPOIMENTA DA PRESIDENTA

Dilma Rousseff prestará depoimento a Sérgio Moro no próximo dia 25, como testemunha de defesa de Aldemir Bendine.

Será por videoconferência, de Porto Alegre.

CLUBE DA LULUZINHA

Cármen Lúcia convidou Raquel Dodge para jantar em sua casa amanhã, registra o G1.

Além da procuradora-geral da República, a presidente do STF convidou Laurita Vaz, que preside o STJ; Grace Mendonça, advogada-geral da União; Maria Cristina Peduzzi, ministra do TST; e Cristina Machado, procuradora-geral do Ministério Público junto ao TCU.

Dilma deve estar muito chateada.

UM PRESIDIÁRIO NO PLANALTO


Pelos critérios do Datafolha, 42% dos eleitores rejeitam Lula.
Ao mesmo tempo, 54% defendem que ele seja preso.

Das duas uma, ou os brasileiros querem um presidiário no Palácio do Planalto, ou o número daqueles que o rejeitam está ridiculamente subdimensionado.

O ANALFABETISMO LULISTA

69% dos eleitores com curso superior querem ver Lula preso.
Isso mesmo: 69%.

Entre aqueles com nível fundamental, o número despenca para 37%, de acordo com o Datafolha.

A fratura entre o Brasil moderno e o Brasil arcaico se reflete nesse dado.

O Brasil moderno tem de impedir o Brasil arcaico de prevalecer.

O EDITORIAL DOS 3%

O Estado de S. Paulo, em editorial, diz que os brasileiros só não são capazes de reconhecer os méritos de Michel Temer porque ele é demasiadamente honesto.
Leia um trecho:

“A avaliação negativa de Temer subiu de 39% para 77%, enquanto a positiva despencou de 13% para 3%. Considerando que a pesquisa tem margem de erro de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, é possível concluir que quase ninguém no Brasil avalia positivamente o presidente.

Essa degradação é ainda mais espantosa porque se deu num período em que finalmente o Brasil começou a dar sinais alentadores de recuperação econômica, depois da trágica administração de Dilma Rousseff. Em pouco mais de um ano sob o governo Temer, a taxa básica de juros recuou de 14,25% ao ano para 8,25%; a inflação, que era de 9,28% em abril de 2016, deve fechar 2017 em torno de 3%, recuperando parte do poder de compra perdido durante os irresponsáveis anos petistas; o desemprego começou a ceder; e a produção da indústria, que chegou a cair 11,4% em março de 2016, voltou a subir, assim como as vendas do varejo.

Tudo isso aconteceu porque o atual governo agiu de forma célere e responsável para debelar a crise legada por Dilma, adotando políticas de austeridade e fazendo aprovar reformas com vista ao equilíbrio das contas públicas.

Mesmo assim, o porcentual de entrevistados pelo Ibope que consideram o governo de Temer melhor que o de Dilma é de apenas 8%, ao passo que 59% consideram o desempenho do atual presidente pior do que o da petista. São números que não encontram correspondência com a realidade, sob nenhum aspecto, e só podem ser resultado da desinformação que campeia nestes tempos de fake news.

Pode-se argumentar que Temer enfrenta essa inaudita impopularidade em razão do noticiário que o envolve em escândalos de corrupção, aspecto destacado na pesquisa. No entanto, é preciso um grande esforço retórico para considerar os atuais casos de corrupção mais graves do que os que marcaram os governos petistas, a ponto de conferir a Temer um índice de desaprovação sem paralelo.

Tudo considerado, essa quase unanimidade em relação a Temer indica que talvez falte ao presidente a disposição de engambelar os incautos demonstrada pelo ex-presidente Lula da Silva, que consegue manter apoio de 30% do eleitorado mesmo diante da montanha de evidências do grande mal que ele causou ao País.”





SUDESTE CONTRA NORDESTE

No Sudeste, 65% dos eleitores querem ver Lula na cadeia.
No Sul, o número cai ligeiramente: 61%.

O condenado só se dá bem no Nordeste: apenas 34% dos nordestinos entrevistados pelo Datafolha querem que ele seja preso.

O resto defende a impunidade.

TEMER SUPERA DILMA

O governo de Michel Temer é considerado ruim ou péssimo por 73% dos brasileiros.
É um recorde, segundo o Datafolha.

“O peemedebista superou a pior taxa de Dilma Rousseff – 71% em agosto de 2015 – e tornou-se o presidente mais rejeitado pela população desde o fim da ditadura.”




TEMER 5%

Michel Temer tem o apoio de apenas 5% dos eleitores, segundo o Datafolha.

“Trata-se da aprovação mais baixa desde setembro de 1989, quando José Sarney, em meio à crise da hiperinflação, teve o mesmo índice.”



MORO PEDE INFORMAÇÕES AO SÍRIO-LIBANÊS

Sérgio Moro aceitou o pedido da defesa de Glaucos da Costamarques e solicitou ao Hospital Sírio-Libanês a confirmação da internação de Glaucos e um relatório de visitas.

Para os advogados do primo de José Carlos Bumlai, as informações poderão comprovar que Glaucos assinou –enquanto estava internado e em um único dia– todos os “recibos” de aluguel referentes a 2015 que foram apresentados pela defesa de Lula.

O BRASIL QUER LULA PRESO

Lula na cadeia.

É o que querem 54% dos brasileiros, segundo o Datafolha.

Só 40% dizem que ele deve continuar solto.

Considerando que essa foi a pesquisa mais favorável a Lula em muito tempo, o número é avassalador.

PLANALTO E PT SILENCIAM SOBRE CUNHA

Nem o Palácio do Planalto nem líderes do PT quiseram comentar a entrevista na qual Eduardo Cunha acusa Rodrigo Janot de ter tentado usá-lo para derrubar Michel Temer, e Joesley Batista de ter “escondido” uma reunião com ele e Lula na véspera do impeachment.

“Não conheço nada desses fatos”, limitou-se a dizer ao jornal O Globo o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini.

Porém o governista Carlos Marun, velho parceiro de Cunha, não perdeu a oportunidade de dizer que as declarações do ex-presidente da Câmara reforçam que Janot está “sob suspeição”, assim como todos os seus atos, e que a segunda denúncia contra Temer é “ridícula”.

“Vejo com muita preocupação essa declaração de que o Janot queria que ele (Cunha) mentisse para incriminar o Temer”, disse Marun ao jornal.

LULA MONITOROU PALOCCI

Desde que Antonio Palocci foi preso em setembro de 2016, dirigentes do PT e interlocutores de Lula procuraram a família do ex-ministro em busca de informações sobre a possibilidade de ele fechar um acordo de delação premiada, informa o Estadão.

Também tentaram descobrir se Palocci estaria disposto a mudar de ideia de colaborar com a força-tarefa.

Oito fontes próximas a Lula, PT e Palocci disseram ao jornal que o primeiro familiar procurado foi o irmão mais velho do ex-ministro, o pediatra Pedro, que deixou de receber os petistas quando Palocci contratou um advogado especializado em delações.

A turma de Lula considerou as negativas um sinal de que Pedro incentivava o irmão a delatar.

Em abril, o ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, homem-forte de Lula, encontrou-se em Ribeirão Preto com a mãe de Palocci e fundadora do PT, Antonia, a dona Toninha, que teria dito não acreditar que o filho faria delação.

Um mês atrás, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) também encontrou Toninha.

Aparentemente, o monitoramento lulista não deu resultado.

A ESQUIZOFRENIA DOS NÚMEROS DE LULA NO DATAFOLHA

O Datafolha, que mostra Lula disparado em primeiro lugar nas intenções de voto, tem resultados esquizofrênicos, quando confrontados com levantamentos do próprio instituto, e curiosos, se comparados aos de concorrentes seus.

Senão, vejamos:

— A taxa de rejeição de Lula continua a mais alta entre todos os possíveis candidatos, embora tenha diminuído um pouco, em relação à pesquisa realizada pouco antes de ele ser condenado no processo do triplex. 42% do eleitorado não votariam nele de jeito nenhum, segundo o Datafolha.  

É uma rejeição bem menor do que a apontada pela mais recente pesquisa do Instituto Paraná, da ordem de 54%. 

O DataPoder360, por sua vez, apontou uma rejeição de 56% do eleitorado a qualquer candidato do PT. Tudo bem que, no geral, o viés é de baixa. Ainda assim, ninguém consegue ser eleito com um taxa de rejeição que vai de 42% a 56%.

— Lula perdeu substancialmente a capacidade de transferir votos. Somente 26% dos eleitores votariam num candidato apoiado por ele, contra 37% em 2014.

— Aumentou, ainda, o número de eleitores do espectro ideológico que vai do centro à direita. Passou de 58% para 65%, no Datafolha, de junho para cá. Não parece gente disposta a votar num Lula radicalizado, em nada paz e amor. A menos que boa parte dos eleitores que se declaram de centro seja, na verdade, de esquerda.

— O número de eleitores que considera muito importante que um candidato a presidente nunca tenha se envolvido num caso de corrupção é de 87%, de acordo com o Datafolha. Está muito longe de ser o caso de Lula.

— Por último, mas não menos importante, no Datafolha as intenções de voto em Lula no primeiro turno chegam a 35%, 36%. 

No Instituto Paraná e no DataPoder360, elas são menores em 10 pontos percentuais, com viés de baixa.

Até o momento, só no Datafolha o condenado Lula aumenta as suas chances de ser eleito presidente da República. 

Esperemos que o instituto esteja errado. E que esquizofrênicos sejam apenas os seus números.





IMAGINE SE DILMA E TEMER FOSSEM PREFEITOS

Desde as eleições de 2016, 49 prefeitos já foram cassados, média de um por semana no Brasil.

A tendência é que a estatística aumente.

“Um levantamento feito pelo Globo, com dados fornecidos por Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) de 26 estados, mostra que há mais de 300 cidades sendo governadas em meio a uma guerra no Judiciário.”

Os prefeitos não têm um TSE para chamarem de seu, como Michel Temer e Dilma Rousseff.

O GOGÓ DO ITALIANO

“Quem viu os anexos de Antonio Palocci garante que ele não ficou só no gogó”, diz Lauro Jardim, em O Globo.

Ele apresentou também “elementos probatórios”, como os contratos de sua empresa de consultoria, a Projeto.

Releia o que o site O Antagonista publicou alguns meses atrás:



ANA PAULA: "NÃO SEI POR QUE A FOLHA DEU ISSO"

A Folha sendo a folha...
Ana Paula do Vôlei entrou em contato com o site O Antagonista para dizer que “é falsa” a informação da Folha de que ela iria se encontrar com o deputado Jair Bolsonaro nos Estados Unidos – reproduzida em um dos itens do post “A agenda de Bolsonaro nos EUA“, do Antagonista.

“Não vou me encontrar com ele, e não sei por que a Folha deu isso”, afirmou a ex-jogadora da seleção brasileira e atual colunista do Estadão.

O TELEFÉRICO QUE EXPLICA O BRASIL

Sobre o teleférico do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, leiam abaixo a comparação entre um trecho de uma matéria do jornal O Globo deste domingo  e as promessas de Lula, Luiz Fernando Pezão, Sérgio Cabral, Eduardo Paes e Dilma Rousseff:

“Com o recrudescimento da violência e na esteira da crise econômica, a promessa de mais qualidade de vida para os cerca de 700 mil moradores das 38 regiões com UPPs não foi cumprida.

O Complexo do Alemão, por exemplo, voltou a conviver com níveis alarmantes de criminalidade e problemas de infraestrutura. Seu teleférico de R$ 210 milhões, parado há mais de um ano, é o maior símbolo do abandono de um Rio que não aparece nos cartões-postais.”

Lembremos, então, os discursos do quinteto satânico  durante a construção e a inauguração do teleférico:

Lula: “Isso aqui pode ser um exemplo pra gente mostrar ao mundo que pobre não mora em péssimas condições porque não gosta de coisa boa. Pobre gosta de coisa muito boa. Ele só não tem quando ele não pode.”

Luiz Fernando Pezão, atual governador: “…a emoção hoje maior de nós estarmos subindo aqui nesse cenário maravilhoso, esse novo cartão-postal do Rio de Janeiro.”

Sérgio Cabral, atualmente preso: “Porque houve união, porque houve parceria, porque houve desejo de mudar a história do Rio de Janeiro… Desejo de não ver mais o Rio de Janeiro sendo destruído, sendo acabado, por forças políticas que pensavam em si e não pensavam na população… Essa região aqui, presidenta, foi uma região completamente abandonada pelo poder público. Os políticos vinham aqui fazer demagogia. Os políticos vinham aqui usufruir da comunidade, prometer o que não cumpriam. Enquanto isso, o poder paralelo ia se organizando.”

Eduardo Paes: “As coisas acontecem no Rio de Janeiro hoje porque os governos trabalham junto, trabalham olhando pra frente, ‘chegou’ de baixo astral, chegou de choramingar com os problemas do passado.”

Dilma Rousseff: “Vocês vejam que uma obra deste tamanho, que nunca tinha sido feita no Brasil [!?], que é um teleférico… Que é uma obra de mobilidade urbana, que faz parte de um conjunto de investimentos que nós fizemos aqui em várias áreas. Essa obra, ela é fruto de uma parceria muito estreita, uma parceria de interesses, uma parceria de interesses comuns, e de um interesse muito claro, o interesse é o povo do Rio de Janeiro. Investir no Alemão, construir esse teleférico que, vocês podem ter certeza, o Brasil inteiro vai olhar com os olhos da boa inveja…”

(O Antagonista conteúdo)

A REVISÃO DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO

Rodrigo Maia acertou um prazo de dez dias para que Alberto Fraga (DEM-DF) montasse uma pauta com projetos na área de segurança pública, informa a Coluna do Estadão.

“Há pelo menos um item polêmico: revisão do Estatuto do Desarmamento, para flexibilizá-lo.”

domingo, 1 de outubro de 2017

BRADESCO DÁ MILHÕES PARA GILMAR MENDES. PF TEM QUE APURAR

BRADESCO DÁ MILHÕES PARA GILMAR MENDES. 
PF TEM QUE APURAR


(Vídeo: página do jurista Luiz Flávio Gomes)

JUIZ SÉRGIO MORO FICA NA LAVA JATO ATÉ ENCERRAR TODAS AS INVESTIGAÇÕES

O juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, vai ficar na Lava Jato até o fim das investigações, sem possibilidade de abandono da Operação. A informação foi confirmada neste domingo pela equipe da República de Curitiba BR, portanto, desmentindo a nota plantada pela revista Veja que afirma que o juiz “teria confidenciado a um amigo que gostaria de deixar o comando das ações ligadas à Operação Lava Jato na primeira instância”. As informações foram publicadas pelo jornalista Gabriel Mascarenhas, da coluna Radar. 

De acordo com a coluna, o limite para o magistrado seria o fim de todos os processos que contra o ex-presidente Lula da Silva que estão na Vara Federal de Curitiba, sob análise de Moro. 

Na verdade, segundo fonte consultada pela República de Curitiba BR, o “juiz Moro não larga nada pela metade. Ele tem compromisso com o Brasil e com sua história e biografia impecável”, afirmou a fonte. 

(República de Curitiba Online conteúdo)

CARTA ABERTA AOS MAUS CONGRESSISTAS

Por vossa causa, nenhuma legislatura deveu tanto ao país! Quem sabe sirvam estes últimos meses de vossos mandatos para um acerto de contas com o real interesse público?
CARTA ABERTA AOS MAUS CONGRESSISTAS
por Percival Puggina
Senhores!
Nós já sabemos quem os senhores são e vemos o que fazem. A sociedade brasileira, representada politicamente no Congresso Nacional, emerge de uma recessão que durou 12 trimestres e cujas causas são muito mais internas do que externas. Mesmo onde estas últimas tiveram algum significado, seu efeito se agravou pela gestão suicida do gasto público. O governo pródigo que dirigiu o país entre 2003 e 2016 se imaginou dotado do toque de Midas e presumiu que os preços das commodities se manteriam nos elevados patamares vigentes nos primeiros anos daquela gestão. Acreditou que os campos petrolíferos jorrariam para sempre cem dólares por barril extraído. Tal como o galo Chantecler, acreditou ser por sua causa que tudo acontecia. E acreditou, por fim, não haver juízes, nem promotores, nem policiais no Brasil.

Durante quase uma década e meia, na sequência de quatro mandatos presidenciais, vivemos sob combinação perfeita de irresponsabilidade fiscal e fanfarronice presidencial. O governo da União e os demais poderes de Estado fizeram crescer as respectivas despesas de modo leviano e numa frivolidade cujos exemplos mais vistosos, mas não únicos nem principais, foram proporcionados pela Copa do Mundo e pelos Jogos Olímpicos. Nisso se fizeram acompanhar, também, pela voracidade dos corruptos e pela ganância das corporações. Uns e outros assumiram como perene aquela aparente prosperidade calcada nas duas pernas de pau da riqueza externa e não na competitiva agregação de valor e geração de riqueza interna. Todos, num alegre convescote, foram com sede à mesa das inextinguíveis regalias. Não havia como dar certo. E não deu.

Admitamos que essa imprudência tenha sido contagiante, que o irrealismo da situação fosse sedutor. Vá que em tempos como aqueles fossem ao lixo os manuais, se danasse toda cautela, se fizessem calar os bons conselheiros. Mas, e agora? E agora, “que a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio e não veio a utopia, e tudo acabou, e tudo fugiu e tudo mofou”? O que têm a dizer, senhores, ante o sentimento dos brasileiros em hora tão grave?

Conheceis a opinião nacional a vosso respeito, como membros de um poder de Estado do qual pendem urgentes e indispensáveis decisões. Não vos constrange a divulgação dos votos vendidos e comprados? Credes que a nação acolhe tais práticas como normais? Sabemos bem, cá embaixo, nos porões onde essas contas nos são levadas a débito, que o único motivo pelo qual vos atreveis a buscar nosso voto é o baixíssimo conceito que fazeis de nosso discernimento.

Queremos todos uma reforma institucional. E vós? Buscais tão somente uma que vos favoreça a reeleição. Apreciamos campanhas eleitorais de baixo custo, feitas prioritariamente pelos candidatos e seus apoiadores voluntários, e não por máquinas eleitorais. E vós? Cogitais de uma reforma em que as maletas de dinheiro derivem de rubrica do orçamento da União. A nação precisa de reforma trabalhista, previdenciária, tributária. E vós? Pareceis inclinados a apoiar somente aquilo que não vos custe voto ou centavo. Projetos de elevado interesse público saem de vossas mãos desfigurados por destaques e emendas que tolhem sua eficácia. Nem o impeachment da presidente Dilma teríeis deliberado não houvesse o povo saído às ruas.

Senhores, não nos bastam os votos dos bons parlamentares, precisamos, também, dos vossos votos para as reformas de que o Brasil está tão carente!

Por vossa causa, nenhuma legislatura deveu tanto ao país! Quem sabe sirvam estes últimos meses de vossos mandatos para um acerto de contas com o real interesse público?

Percival Puggina (72), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.






CONDENADO POR CORRUPÇÃO, DATAFOLHA DIZ QUE LULA É O PREFERIDO PELOS BRASILEIROS

Enquanto o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) segue na segunda posição na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2018, segundo a pesquisa mais recente do Instituto Datafolha, o ex-presidente Lula da Silva (PT), condenado a 9 anos e meio de prisão por corrupção, aparece em primeiro lugar.

O petista acumula 35% das intenções de voto e Bolsonaro, 17%. De acordo com o Datafolha, Lula somou 30% no levantamento anterior, feito em junho — antes da condenação de prisão pelo juiz federal Sergio Moro. Ou seja, a aprovação de Lula pelos brasileiros teria aumentado após as comprovações dos crimes.

O Instituto diz ainda que Lula e Moro estariam empatados se houvesse uma disputa entre os dois. O juiz da Lava Jato nega ter pretensões de disputar a Presidência.

Lula foi sentenciado por Moro, no dia 12 de julho, a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex do Guarujá. Além da condenação, o ex-presidente é alvo de cinco ações penais – ou seja, já é réu – e três denúncias – é apenas acusado.

A condenação do ex-presidente será julgada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável por avaliar as decisões da Lava Jato em segunda instância. Se a sentença for ratificada, a candidatura de Lula poderá ser barrada pela Lei da Ficha Limpa. 

Neste caso, o Datafolha diz que o PT poderá ter dificuldades para eleger o próximo presidente. A pesquisa feita pelo instituto diz que só 26% das pessoas admitem votar em um candidato indicado por Lula

(República de Curitiba online conteúdo)

CANDIDATURA INDEPENDENTE PODE SER NOVA VITÓRIA CONTRA O ESTADO NOVO

A próxima quarta-feira, dia 4, será um dia especial para o estimado amigo e advogado Rodrigo Mezzomo – autor, inclusive, do texto de orelha do meu livro Guia Bibliográfico da Nova Direita, e que já escreveu artigos para o Instituto Liberal – e para outros ativistas do meio liberal e conservador. A ministra Carmen Lúcia marcou para esse dia o julgamento no STF do recurso de Mezzomo pleiteando o direito à candidatura independente de partidos políticos.

Mezzomo tentou concorrer como candidato independente à prefeitura do Rio em 2016 e destacou, em entrevista ao Boletim da Liberdade, que se fundamenta no Pacto de São José da Costa Rica, assinado pelo Brasil, que determina em seu artigo 23 que “todos os cidadãos devem ter o direito de participar diretamente dos assuntos públicos, tendo acesso em condições de igualdade às funções políticas”. Ele deduz disso que “nenhum obstáculo de inscrição partidária pode ser antagônico ao indivíduo, impedindo-o de exercer sua plena cidadania política e eleitoral”.

Queremos deixar claro, de antemão, que defendemos a importância dos partidos políticos. O professor Antônio Paim, em seu clássico História do Liberalismo no Brasil, evidencia que um dos grandes problemas do longo período republicano brasileiro foi o seu descuido original com a teoria da representação, calcada na organização política de interesses e correntes de opinião. Os partidos, desde que efetivamente representativos de segmentos da sociedade, são relevantíssimos para a vida política; ainda são mecanismos melhores para qualificar os sistemas de viés liberal-democrático – ou ao menos com a pretensão de o serem – do que a devoção a personalidades ou nacionalismos diluídos, desembocando em messianismos e autoritarismos.

Dito isso, apoiamos a luta do professor Mezzomo. Em primeiro lugar, pelo motivo mais óbvio: a afirmação básica de nosso amigo e de todos que defendem essa tese dando conta de que a medida prestigia a liberdade de participação dos indivíduos está correta. Qual o fundamento moral para que o direito a concorrer pelas próprias vias seja vedado?

Em segundo lugar, porque as candidaturas independentes são vastamente permitidas ao redor do mundo, ainda que com variações. Inclusive essas diferenças ajudam a confrontar um dos argumentos contrários à sua implantação no Brasil, que reside nas supostas dificuldades em adequar o sistema eleitoral nacional, na prática, à sua existência. Não há nada que impeça esse esforço, sobretudo por parte do Poder Legislativo, de organizar um sistema que se ajuste à nova realidade. Segundo dados do ACE Project, apenas 9 % dos países do mundo, entre eles o Brasil, não permitem que políticos concorram a cargos sem ligação com partidos, nem para funções legislativas, nem para funções executivas. 43 %, entre eles os Estados Unidos, admitem essa modalidade para todos os cargos.

Em terceiro, porque entendemos que a permissão das candidaturas independentes não implica, por si só, a morte dos partidos, em contextos em que eles estão efetivamente cumprindo seu papel. Ora, precisamente o que se espera é que eles tenham uma coesão programática e de princípios e que vocalizem demandas e posições daqueles a que pretendem representar. Se eles o fizerem, em vez de serem regidos por caciquismos e fisiologismos de toda sorte, não há por que temerem os candidatos independentes, porque saberão atrair a atenção do eleitorado. Se não é o que tem ocorrido, tendemos a estar entre os que acreditam que a liberdade não pode ser prejudicial ao cenário; a “concorrência” com candidatos que desafiem os partidos poderá suscitar um trabalho interno de organização da integração participativa das legendas. Poderá pressionar os partidos a repensar sua razão de ser e seu modo de operação.

Ensejando a liberdade, adequando-se a algo que é feito com sucesso na maior parte do planeta e potencialmente produzindo uma “chacoalhada” pedagógica nos partidos políticos, a possibilidade de candidaturas independentes parece ter muito mais benefícios a oferecer do que prejuízos. Há ainda, entretanto, uma quarta razão. A candidatura avulsa representaria mais um passo, junto ao fim do imposto sindical, para sepultar o persistente edifício institucional, legal e cultural que herdamos da ditadura mais caracterizada que o Brasil já teve: o Estado Novo de Getúlio Vargas.

Em 1945, quando o regime personalista, sob o influxo da luta brasileira ao lado dos Aliados contra o fascismo e o nazismo na Europa, precisou aceitar a própria abertura, isso não se fez acompanhar de uma contestação das forças políticas que o alicerçaram e conduziram. Prova disso é que o ditador não sofreu qualquer punição à altura pelos anos de repressão e desprezo à constitucionalidade e ao império da lei. Não houve, como quereria o tribuno da UDN do extinto Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, nenhuma “desvarguização” do país.

Por isso, embora precisando consentir em avanços, as elites estadonovistas conseguiram estabelecer, através de mecanismos como a Lei Agamenon – uma referência a Agamenon Magalhães, ministro da Justiça de Vargas que comandou a feitura do decreto de regulamentação eleitoral -, seu predomínio sobre a vida política brasileira. Um dos artifícios da Lei Agamenon determinava que, para se registrarem, os partidos deveriam ter base nacional, obtendo o apoio de, no mínimo, 10 mil eleitores em cada um de pelo menos cinco estados. A intenção era impedir um retorno ao modelo da República Oligárquica pré-Estado Novo, consolidado pelo presidente Campos Sales, com “partidos” regionais sem qualquer identidade que sustentavam o poder central mediante conchavos.

Evitar a volta da República Velha era evidentemente algo positivo, mas na prática, as forças mais bem estruturadas eram, de longe, os herdeiros da casta burocrática e do grupo dos interventores que deram sustentação ao poderio varguista. A lei eleitoral também estabelecia o sistema do voto proporcional e as coligações dos partidos, estimulando ligações eminentemente fisiológicas nos diversos estados e permitindo que o próprio Vargas, podendo então concorrer a diferentes cargos em estados diferentes (ao menos hoje essa loucura não se mantém), viabilizasse a diplomação de vários candidatos sem votação expressiva. A isso se somou mais uma grande inovação, a que nos interessa aqui: justamente a proibição das candidaturas independentes.

Considerando-se que o maior partido do país era o Partido Social Democrático (PSD), aglutinando todas essas elites interventoras, entrosadas com os “coronéis” e detendo o controle das diversas esferas administrativas locais; que o PSD detinha ainda vantagens por conta da possibilidade de alistamento de eleitores “ex-officio”, viabilizando o registro de blocos de eleitores com base em listas preparadas por empregadores e agências do governo; e que havia ainda o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), terceira maior sigla, aglutinando as forças sindicais, sendo ambos os partidos diretamente ligados às bases de apoio ao autoritarismo estadonovista, definitivamente podemos dizer que a Lei Agamenon foi uma consagração do continuísmo.
A proibição de candidaturas independentes tem, portanto, um vício de origem no Brasil: já nasceu como um dos dispositivos concebidos para proteger os herdeiros do varguismo, facilitando a vida do ditador e seus companheiros no interesse de manterem a condução das rédeas do país, mesmo em um regime nomeadamente democrático, conquanto, sob vários aspectos, disfuncional. Assim como o imposto sindical, excrescência varguista desafiada pelo admirável parlamentar Paulo Eduardo Martins, ela é filha de um regime que marcou o Brasil moderno e permitiu a entronização de enfermidades de toda sorte em nossa alma nacional. Que, pois, como tal, termine.

Por Lucas Berlanza, publicado pelo Instituto Liberal

FRASE DE EDUARDO CUNHA SOBRE MORO MOSTRA QUE O JUIZ ESTÁ NO CAMINHO CERTO

O engano do Cunha é não perceber que toda a nação apoia o Moro e seu trabalho incondicionalmente. 
Eduardo Cunha afirmou em entrevista à revista Época desta semana que o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância se acha um salvador da Pátria e que Moro quer destruir a elite política. “Conseguiu”, avalia. 

Ainda não Cunha, mas vamos conseguir destruir TODOS os políticos corruptos no Brasil.  

(República de Curitiba online conteúdo)

LULA: LEMBRE SEU CONTADOR QUE HOJE É DIA 31/09, DIA DE PAGAR O ALUGUEL "



PMDB VAI ACEITAR ADIAR O CASO AÉCIO

O PMDB, que é o partido de maior bancada na Câmara, acatará uma sugestão que Eunício Oliveira fará na reunião de líderes da próxima terça-feira (3): a de que o julgamento do caso Aécio no Senado, previsto para o mesmo dia, seja adiado até que o STF julgue a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) sobre medidas cautelares para parlamentares.

A tendência é que os demais partidos também acatem a sugestão do presidente do Senado.

(O Antagonista conteúdo)