segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Prezado Parlamentar

Prezado Parlamentar.
A minha indignação é que me traz a você. São muitos os que me aconselham a nada dizer a respeito dos episódios que atingiram diretamente a minha honra. Mas para mim é inadmissível. Não posso silenciar. Não devo silenciar.

Tenho sido vítima desde maio de torpezas e vilezas que pouco a pouco, e agora até mais rapidamente, têm vindo à luz.

Jamais poderia acreditar que houvesse uma conspiração para me derrubar da Presidência da República. Mas os fatos me convenceram. E são incontestáveis.

Começo pelo áudio da conversa entre os dirigentes da JBS. Diálogo sujo, imoral, indecente, capaz de fazer envergonhar aqueles que o ouvem. Não só pelo vocabulário chulo, mas pelo conteúdo revelador de como se deu toda a trajetória que visava a impedir a prisão daqueles que hoje, em face desse áudio, presos se encontram.

Quem o ouviu verificou uma urdidura conspiratória dos que dele participavam demonstrando como se deu a participação do ex-procurador-geral da República, por meio de seu mais próximo colaborador, Dr. Marcello Miller. 

Aquele se tornou advogado da JBS enquanto ainda estava na PGR. E, dela sendo exonerado, não cumpriu nenhuma quarentena prevista expressamente no artigo 128, parágrafo 6°, da Constituição Federal.

Também veio a conhecimento público a entrevista de outro procurador, Ângelo Goulart Vilela, que permaneceu preso durante 76 dias, sem que fosse ouvido. Nela, evidenciou que o único objetivo do ex-procurador-geral era “derrubar o presidente da República”.

“Ele tinha pressa e precisava derrubar o presidente”, disse o procurador. “O Rodrigo (Janot) tinha certeza que derrubaria”, afirmou. A ação, segundo ele, teria dois efeitos: impedir que o presidente nomeasse o novo titular da Procuradoria-Geral da República, e ser, ou indicar, o novo candidato a presidente da República. Veja que trama.

Mas não é só. O advogado Willer Tomaz, que também ficou preso sem ser ouvido, registrou igualmente em entrevista os fatos desabonadores em relação à conduta do ex-procurador-geral.

Em entrevista à revista Época, o ex-deputado Eduardo Cunha disse que a sua delação não foi aceita porque o procurador-geral exigia que ele incriminasse o presidente da República. Esta negativa levou o procurador Janot a
buscar alguém disposto a incriminar o Presidente. Que, segundo o ex-deputado, mentiu na sua delação para cumprir com as determinações da PGR. Ressaltando que ele, Funaro, sequer me conhecia.

Na entrevista, o ex-deputado nega o que o dirigente-grampeador, Joesley Batista, disse na primeira gravação: que comprara o seu silêncio.

No áudio vazado por “acidente” da conversa dos dirigentes da JBS, protagonizado por Joesley e Ricardo Saud,
fica claro que o objetivo era derrubar o presidente da República.

Joesley diz que, no momento certo, e de comum acordo com o Rodrigo Janot, o depoimento já acertado com Lúcio Funaro “fecharia a tampa do caixão”. Tentativa que vemos agora em execução.

Tudo combinado, tudo ajustado, tudo acertado, com o objetivo de: livrar-se de qualquer penalidade e derrubar o presidente da República.

E agora, trazem de volta um delinquente conhecido de várias delações premiadas não cumpridas para mentir, investindo contra o presidente, contra o Congresso Nacional, contra os parlamentares e partidos políticos.

Eu, que tenho milhares de livros vendidos de direito constitucional, com mais de 50 anos de serviços na universidade, na advocacia, na procuradoria e nas secretarias de Estado, na presidência da Câmara dos Deputados e agora na Presidência da República, sou vítima de uma campanha implacável com ataques torpes e mentirosos. Que visam a enlamear meu nome e prejudicar a República.

O que me deixa indignado é ser vítima de gente tão inescrupulosa. Mas estes episódios estão sendo esclarecidos.

A verdade que relatei logo no meu segundo pronunciamento, há quase cinco meses, está vindo à tona. Pena que nesse largo período o noticiário deu publicidade ao que diziam esses marginais. Deixaram marcas que a partir de agora procurarei eliminar, como estou buscando fazer nesta carta.

É um desabafo. É uma explicação para aqueles que me conhecem e sabem de mim. É uma satisfação àqueles que democraticamente convivem comigo.

Afirmações falsas, denúncias ineptas alicerçadas em fatos construídos artificialmente e, portanto, não verdadeiros, sustentaram as mentiras, falsidades e inverdades que foram divulgadas. As urdiduras conspiratórias estão sendo expostas. A armação está sendo desmontada.

É preciso restabelecer a verdade dos fatos. Foi a iniciativa do governo, somada ao apoio decisivo da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, que possibilitou a retomada do crescimento no país.

Quando se fala que a inflação caiu, que os juros foram reduzidos, que fomos capazes de liberar as contas inativas do FGTS e agora de antecipar as idades para percepção do PIS/Pasep, tudo isso tem um significado: impedir o aumento de preços, valorizar o salário e melhorar a vida das pessoas. 

Quero acrescentar o que fizemos na área social. No Bolsa Família, por exemplo. Quando assumimos aumentamos em 12,5% seu valor. E zeramos a fila daqueles que nele queriam ingressar.

Mas nós não queremos que os que estão no Bolsa Família nele permaneçam indefinidamente. Queremos que progridam. Por isso lançamos o programa Progredir, com participação dos bancos públicos e da sociedade civil com vistas a incluí-los positivamente na sociedade.

Nenhum programa social foi eliminado ou reduzido. O Brasil não parou, apesar das denúncias criminosas que acabei de apontar.

O Brasil cresceu e vem crescendo. Basta verificar os investimentos estrangeiros e o interesse acentuado pelas concessões e privatizações que estamos corajosamente a realizar.

E a agenda de modernização reformista do País avança com o teto de gastos públicos, lei das estatais, modernização trabalhista, reforma do ensino médio, proposta de revisão da Previdência, simplificação tributária.

Em toda a minha trajetória política a minha pregação foi a de juntar os brasileiros, de promover a pacificação, de
conversar, de dialogar. Não acredito na tese do “nós contra eles”. Acredito na união dos brasileiros.

O que devemos fazer agora é continuar a construir, juntos, o Brasil. Com serenidade, moderação, equilíbrio e
solidariedade.

Na certeza de que a verdade dos fatos será reposta, agradeço a sua atenção.

Atenciosamente,

Michel Temer”

Advogados apresentam patrimônio milionário de Marisa Letícia


A relação milionária do patrimônio de Marisa Letícia Lula da Silva já está juntada nos autos de inventário em São Bernardo do Campo.
Para quem nunca trabalhou, nunca recebeu herança e nunca ganhou na loteria, o patrimônio é assustador.

Quase R$ 12 milhões de reais.

Abaixo veja a relação dos bens. Sem contar os que porventura está no nome de ‘laranjas’ como Glaucos CostaMarques.

De qualquer forma, os advogados fazem uma ressalva de que não tiveram acesso a todas as aplicações financeiras. Com certeza é alguma ‘jogada’ para esconder os valores maiores, que no futuro deverão arrolar.

De todo modo, vejam o que por ora foi declarado: 



1 – Apartamento residencial no Edifício Green Hill, em São Bernardo do Campo

Valor: R$ 602.435,01

2 – Apartamento residencial, número 92, no Edifício Kentucky, em São Bernardo do Campo

Valor: R$ 179.606,73

3 – Apartamento residencial, número 102, no Edifício Kentucky, em São Bernardo do Campo

Valor: R$ 179.606,73

4 – Fração do Sítio Engenho da Serra, em São Bernardo do Campo

Valor: R$ 413.547,57

5 – Direito de aquisição de uma fração do Sítio Engenho da Serra, em São Bernardo do Campo

Valor: R$ 130.000,00

6 – Automóvel Ford Ranger 2013/2013

Valor: R$ 104.732,00

7 – Automóvel Ômega CD 2010/2011

Valor: R$ 57.447,00

8 – Conta-corrente no Bradesco

Valor: R$ 26.091,51 (posição de fevereiro/2017)

9 – Crédito junto à Bancoop referente a sua demissão do quadro de sócios

Valor: R$ 320.999,20 (posição de fevereiro/2017)

10 – 98 mil cotas sociais da LILS Palestras, Eventos e Publicações

Valor: R$ 145.284,91

11 – Poupança na Caixa

Valor: R$ 126.827,43

12 – Poupança no Itaú

Valor: R$ 21.438,70

13 – Poupança no Bradesco

Valor: R$ 2.946,69

14 – Aplicação financeira Invest Plus, no Bradesco

Valor: R$ 16.605,25

15 – Aplicação financeira LCA, no Banco do Brasil

Valor: R$ 98.378,89

16 – Renda Fixa, no Banco do Brasil

Valor: R$ 191.926,45

17 – Renda Fixa, no Banco do Brasil

Valor: R$ 52.709,96

18 – Renda Fixa, no Banco do Brasil

Valor: R$ 39.929,24

19 – Previdência Privada VGBL, no Banco do Brasil

Valor: R$ 7.190.963,75

20 – Previdência Privada VGBL, no Banco do Brasil

Valor: R$ 1.848.331,34
 
Total: 11.749.806,36

Jornal da Cidade Online conteúdo

A JUSTIÇA E OS JUÍZES BRASILEIROS SÃO MAIORES DO QUE O STF

Nós todos sabemos que o Foro de São Paulo, em seu projeto de dominação do Brasil, teria que fazer 4 coisas: 
1. Conquistar o poder Executivo pelo voto dos ignorantes em um líder carismático; 
2. comprar o já corrompido poder Legislativo;
3. cooptar as FFAA e
4. aparelhar, ao longo do tempo, o Supremo Tribunal Federal.

As duas primeiras foram facilmente realizadas, a terceira, relativa às FFAA, foi um fracasso e a quarta, como se sabe, era uma questão de tempo.
A sociedade seria facilmente submetida pelo caos provocado pela bancarrota do inviável Estado paquidérmico, onipresente, paternalista e provedor.
O projeto não está dando certo no Brasil, basicamente, por duas razões: A falta de respaldo militar e a antecipação do caos. Foram com muita sede ao pote e quebraram o país antes da hora!
Hoje, temos os três poderes da república desmoralizados, cambaleantes e desnorteados, batendo cabeças como se tivessem nas mãos uma batata quente que tem que ser passada adiante antes que lhes queime as mãos.
O protagonista do presente ato do drama (ou da trama) é o Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte do país, integrada por 11 Ministros "escolhidos" (não "selecionados") por interesses políticos circunstanciais. Desses, apenas 2 são juízes de carreira, ou seja, apenas 2, em algum momento e de alguma forma, exerceram a autoridade judicial antes de assumir a mais alta responsabilidade da estrutura jurídica brasileira. São ministros que vão julgar, em última instância, o trabalho dos Juízes de fato, aqueles que pelo estudo, por concurso e pela prática, adquiriram o conhecimento e a experiência que lhes dão a competência para JULGAR!
Não é por outras razões que, no último dia 11 de outubro, de forma totalmente incoerente com decisões anteriores, eles abriram mão da sua responsabilidade e do seu PODER em benefício dos "interesses circunstanciais" que deram razão à escolha dos seus nomes para integrar aquela Suprema Corte!
A JUSTIÇA BRASILEIRA não é o STF! É muito mais do que isso e eu não acredito que ela possa ser menor que o STF, nem que a operação Lava-Jato seja tão débil, que possa, como já disseram, ser "morta" pelo Supremo!
Tudo tem limites, inclusive a passividade dos brasileiros e dos verdadeiros JUÍZES e demais operadores do direito, achincalhados, tratados como idiotas pelas decisões fisiológicas e contraditórias de "supremos ministros" que, sem qualquer pudor, concedem até Habeas Corpus para condenados em 2ª instância, preparando o precedente que lhes dará condições para cumprir o compromisso que assumiram com quem lhes presenteou a suprema toga!
Eu, como a maioria dos brasileiros, não confio no conjunto dos atuais ministros da Suprema Corte, mas ainda tenho fé na JUSTIÇA brasileira e não aceito a ideia de que ela "já era", como li em um comentário que recebi!
Não concordo! Chegou a hora de a Justiça brasileira e os Juízes de fato reagirem e provarem que são maiores e melhores do que esse Supremo Tribunal Federal, organizado para acabar com ela, com eles e com o Brasil!
Eu acredito que, como em Berlim, ainda haja Juízes no Brasil. E não aceito, passivamente, a possibilidade de que um sistema jurídico integrado por magistrados como Sérgio Moro e tantos outros, seguidamente citados por sua coragem, competência e altivez profissional, "já era", porquanto, se assim for, é porque "nunca foi"!
Isso é inaceitável, porque a Justiça e os Juízes brasileiros são maiores do que esse STF!

Gen Bda Paulo Chagas

A balela do STF

O golpe do STF foi desmascarado por Miriam Leitão. 
Leia um trecho de sua coluna:

“A ideia de que ‘o mandato é o que está sendo protegido e não o parlamentar’ é balela. O voto é para que o político represente o seu estado ou sua região, e não para que cometa crimes. A imunidade foi pensada para proteger a atividade parlamentar. Por isso tudo o que se relaciona ao exercício dessa representação está protegida. E assim foi escrito na Constituição porque em períodos autoritários os parlamentares eram cassados por suas palavras, ideias, e atividades de representação. Quando se escreveu na Constituição o princípio da imunidade parlamentar não se pensava, evidentemente, em crime comum.

A questão da quarta-feira não era sobre o senador Aécio Neves oficialmente, mas de fato era. Com ele em mente, e o voto da presidente do Supremo, o STF errou. Minas Gerais votou para que o senador representasse os interesses do estado, e defendesse as ideias que apresentou na campanha. Ele não foi eleito para pedir dinheiro a um investigado em cinco operações anticorrupção. Dinheiro que seria entregue em espécie a um enviado especial, desses que ‘a gente mata antes’. Não foram esses os poderes que Minas delegou ao senador quando o elegeu. A tese de que ‘o mandato é do povo, e o povo, soberano’ só pode ser defendida se vier com a pergunta: qual poder foi delegado pelo povo ao seu representante? Certamente não foi o de cometer crimes.”

Zé de Abreu fala das contas reprovadas e adota 'padrão Lula' ao colocar a culpa na ex-mulher

O ator José de Abreu teve as contas reprovadas e foi condenado a devolver cerca de R$ 127 mil reais aos cofres públicos, após sua ex-esposa apresentar notas fiscais falsas. 

O ator se manifestou e adotou o "padrão Lula", tirando o corpo fora e jogando a culpa na ex-mulher, que descreveu como "uma de minhas sete ex-mulheres". 

Para José de Abreu, é a ex-mulher que tem que devolver o dinheiro de seu projeto. 

Veja as manifestações do ator, coletadas pelo site Ceticismo Político: 




Senado ameaça não cumprir decisão da Justiça que proibiu votação secreta no caso Aécio

O juiz Márcio Luiz Coelho de Freitas, da Justiça Federal de Brasília, concedeu uma liminar que impede a votação secreta no caso do afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG). 

A determinação irritou o comando da Mesa do Senado, que já fala em sequer receber a notificação sobre a decisão do juiz. 

Parlamentares acusaram o Judiciário de mais uma vez interferir nas competências do Poder Legislativo e criticaram o fato de um juiz de primeira instância "palpitar" sobre questões internas do Parlamento.

Aliados de Aécio defendem que a votação sobre o caso seja sigilosa, para facilitar um voto favorável ao tucano sem desgaste perante o eleitorado. 

Se for mantida a decisão judicial, ela pode dificultar a vida de Aécio e desequilibrar a balança, que pendia em favor do senador. 

A decisão sobre a forma de votação, no entanto, ainda não foi tomada pelo Senado. A Mesa deve se reunir nesta segunda para deliberar sobre isso.

- Desde quando juiz de primeira instância decide sobre o Poder Legislativo? Todos nós devemos respeitar a independência entre os poderes e a Constituição. Não vamos nem receber (a decisão do juiz) - afirmou um senador da cúpula, sem esconder a irritação.

Na decisão, o juiz afirma que uma eventual votação secreta seria "ato lesivo à moralidade administrativa":

"Tenho que efetivamente a adoção de votação sigilosa configuraria ato lesivo à moralidade administrativa, razão pela qual defiro a liminar para determinar que o Senado Federal se abstenha de adotar sigilo nas votações referentes à apreciação das medidas cautelares aplicadas ao Senador Aécio Neves", afirmou Coelho de Freitas na liminar.

Interlocutores do senador mineiro relatam que, nos últimos dias, ele está muito pessimista e assustado com a possibilidade de um resultado negativo, em função das últimas votações na Casa e decisões da Corte, quando seus pleitos foram derrotados.

A situação do tucano ficou fragilizada com a decisão do PT de fechar questão contra seu retorno ao mandato. 

A esperança de seus aliados é que, com uma votação secreta, ele poderia ter votos mesmo na oposição. Com o recuo petista, Aécio, que somava um apoio estimado em até 50 votos, poderá perder nove preciosos apoios - tamanho da bancada do PT no Senado -, o que dificultaria a conquista dos 41 necessários para derrubar a medida cautelar imposta pelo Supremo.

A situação do senador afastado é delicada. Se ele não tiver 41 votos a favor da suspensão das medidas cautelares da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ele poderá ficar afastado do mandato por tempo indeterminado, e ainda terá que derrubar, no Conselho de Ética, o processo aberto pelo PT por quebra de decoro, que poderia, aí sim, resultar na cassação de seu mandato. 

O Conselho de Ética, entretanto, não tem por prática punir ou afastar senadores.

Juiz do DF proíbe Senado de fazer votação sigilosa sobre afastamento de Aécio

O juiz federal Márcio Luiz Coelho de Freitas, da primeira instância do Distrito Federal, concedeu uma liminar nesta sexta-feira (13) que proíbe a realização de votação secreta no Senado na sessão que irá julgar o retorno de Aécio Neves (PSDB-MG) ao mandato de senador, na próxima terça-feira (17). Ou seja, o voto terá que ser aberto, para o conhecimento de todos. 

O autor do pedido de liminar foi o presidente da União dos Juízes Federais (Unajuf), Eduardo Luiz Rocha Cubas.

Na sua decisão, o juiz afirma que a Constituição não fala de votação sigilosa quando se julga medidas cautelares contra parlamentares. “Há um silêncio retumbante que deixa clara a opção do constituinte pela publicidade da votação”, afirma Freitas na sua decisão.


E diz mais: “a adoção de votação sigilosa é um ato lesivo a moralidade administrativa e por isso defiro a liminar para determinar que o Senado se abstenha de adotar sigilo nas votações referentes a apreciação das medidas cautelares aplicadas ao senador Aécio Neves”.

Marcha em São Paulo apoia o General Mourão e pede imediata Intervenção Militar


Neste feriado de 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, ocorreu, em São Paulo, a  Marcha da Família Cristã pela Intervenção Militar.

Coordenada por grupos intervencionistas e por setores conservadores da Igreja Católica e de denominações protestantes, a manifestação contou com a participação de lideranças políticas de exposição nacional. Entre estes, destacaram-se o presidente do PRTB e candidato à Presidência da República em 2014, Levy Fidelix, o ativista pela Intervenção Militar Antônio Ribas Paiva, Ricardo Rocchi - famoso por organizar um "Tomataço" contra Gilmar Mendes -, José Parra, organizador do 1º Fórum Nacional da Direita, além de lideranças no cenário de movimentos intervencionistas e padres da Liga Cristã.

A concentração ocorreu na Avenida Paulista, em frente ao prédio da Gazeta, iniciando uma marcha em direção à Catedral da Sé. Manifestantes vindos do interior do estado acompanharam o grupo de paulistanos que foi guiado por um caminhão de som. 

"A marcha chegou a ocupar 5 quarteirões, e a tendência é de que o número aumente nas próximas manifestações. A população está indignada e percebeu que, com as instituições aparelhadas e viciadas, o único caminho para retornarmos à legalidade, recolocando o nosso país no rumo correto, é através da intervenção militar", afirmou um dos organizadores.


Intrépido advogado de Temer pede desculpa a Maia

Depois da barbeiragem que fez, ao chamar de criminosa a divulgação dos  vídeos da delação de Lúcio Funaro, o advogado de Michel Temer, o intrépido Eduardo Carnelós, pediu desculpa a Rodrigo Maia, por meio de nota, da qual já publicamos uma parte.

Mas vale a pena dar a trapalhada completa:

“Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.

“Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.”

O intrépido Eduardo Carnelós, claro, culpou a imprensa por ter divulgado os vídeos que são públicos.



Hipócritas do STF vão esperar fim do mandato de Gleisi Homann para cassá-la? Ré há dois anos com dinheiro do povo

Após quase um ano após ter sido denunciada na Lava Jato, a senadora Gleisi Hoffmann se tornou ré no Supremo Tribunal Federal, que acolheu em setembro de 2016 a denúncia criminal contra a senadora petista, acusada de receber embolsar milhões do esquema de propinas da Petrobrás para sua campanha em 2010. 

O ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula), marido de Gleisi, e o empresário Ernesto Kugler, também viraram réus. Todos são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro. 

O ministro Teori Zavascki, um dos membros da 2ª Turma do Supremo que acolheu a denúncia contra a petista já morreu e até agora, nada. 

Se os ministros do STF acolheram a denúncia, é por que há elementos concretos na acusação conta a petista, seu marido e seu laranja. 

Apesar destes fatos, Gleisi continua senadora, recebendo o dinheiro do contribuinte, mesmo tendo sido acusada de roubar o contribuinte. 

Imprensa Viva conteúdo

domingo, 15 de outubro de 2017

Gleisi e Paulo Bernardo vaiados na Rússia

A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, ambos réus na Lava Jato, foram vaiados neste domingo por um grupo de brasileiros durante visita ao Museu Hermitage, na cidade russa de São Petersburgo, informa Sônia Racy, no Estadão.

“Um dos maiores museus do mundo, o Hermitage é considerado uma das grandes atrações de arte e cultura da cidade.”

Gleisi e Paulo Bernardo são amostras da cultura brasileira.


Maia critica “meia justificava” do advogado de Temer

Rodrigo Maia reagiu às acusações do advogado de Michel Temer de que a divulgação dos vídeos do operador Lúcio Funaro, feita no site da Câmara, foi um “criminoso vazamento”; afirmou estar perplexo “depois de tudo que fiz pelo presidente”; e ainda criticou a “meia justificava” de Eduardo Carnelós.

Eis a íntegra da nota de Maia:

“A nota do advogado… ela dá uma resposta parcial. Ele fala da publicidade dos vídeos, dos documentos no site da Câmara a partir do dia 29. Mas, três, quatro dias antes, a Câmara dos Deputados, através do seu secretário-geral, deputado Giacobo, entregou ao assessor Gustavo toda documentação alertando que a PET 7099 estava sob sigilo e assim foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça.

A nota do advogado não esclarece o ponto mais importante. Ele fala apenas que não sabia que o site da Câmara tinha dado publicidade. Ele deveria saber que todos os documentos encaminhados pelo STF estavam à disposição dele, dos advogados, dos ministros. Eu, inclusive, estive com a presidente Cármen Lucia e com o ministro Fachin perguntando o que estava sob sigilo e a única peça que estava sob sigilo é a PET 7099, que não tem relação com os vídeos do Lúcio Funaro. A PET 7099 é anterior à delação do Lúcio Funaro.

Então, o advogado faz uma meia justificativa, o que não esclarece os fatos e o que vai obrigar – infelizmente – a que os funcionários da Câmara tomem atitudes, inclusive na justiça, porque são servidores, tem fé pública e, com a nota dele, continuam sendo desrespeitados.

E, da minha parte, uma perplexidade muito grande ver o advogado do presidente da República, depois de tudo que fiz pelo presidente, da agenda que construí com ele, de toda defesa que fiz na primeira denúncia, ser tratado de forma absurda e – vamos chamar assim – sem nenhum tipo de prova, de criminoso.

Porque quando ele diz ‘aqueles que divulgaram os áudio são criminosos’ e foi a Câmara que colocou de forma legítima, respeitosa, tudo aquilo que estava na denúncia de forma pública no site… quando ele diz que é criminoso, eu preciso, de fato, defender a minha posição porque eu não posso aceitar de nenhuma forma que um advogado possa me tratar desta forma.

Acho que o advogado não respondeu de forma correta o que deveria e a minha posição é apenas que tudo fique claro. Os documentos que estão públicos são documentos que vieram sem nenhum tipo de ressalva por parte do Supremo, que foram esclarecidos comigo, com a presidente Cármen Lúcia e com o doutor Fachin.

E se há alguma dúvida por parte do advogado, ele não deveria primeiro atacar. Ele deveria primeiro avaliar, investigar para ver se de fato existia alguma atitude criminosa que, eu tenho certeza, muito menos da minha parte, mas também da parte dos servidores da Câmara, não houve nenhuma atitude que não fosse apenas preservar a transparência e a possibilidade de cada um dos 513 deputados pudessem ter acesso a todos os documentos da denúncia apresentada pelo doutor Janot.”

Advogado de Temer baixa o tom

Um dia após chamar de “criminoso vazamento” a divulgação dos vídeos da delação do operador Lúcio Funaro, o advogado Eduardo Carnelós, que defende Michel Temer, baixou o tom.

“Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem”, alegou o advogado.

“Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime.”

Era só o que faltava, de fato, para azedar de vez a relação já abalada de Temer e Rodrigo Maia, às vésperas da votação da segunda denúncia de Rodrigo Janot contra o presidente.

Panos quentes, rápido.

Presidente João Figueiredo entrevistado por Alexandre Garcia


Presidente  João Figueiredo entrevistado por Alexandre Garcia pela extinta TV Manchete no ano de 1985

PRA QUE SUPREMO?

“O que era pra ser um Tribunal onde a justiça prevalecesse, mesmo para os mais ricos e poderosos, na prática STF se esqueceu que ninguém está acima da lei, e virou a Instituição mais podre da República. Com seus ministros indicados por governos corruptos, para obterem impunidade total pelos crimes cometidos, esta Instituição está corroída até a alma, e se tornou o pivô da crise existente no Brasil. Amoral e sem ética, essa Instituição liderada por um juiz arrogante, desequilibrado, e parcial, está comprometida com a rejeição dos processos de seus padrinhos políticos, e empresários poderosos, já se vão 4 anos de lava jato, e não prenderam ninguém, correm para soltar os criminosos que foram presos em primeira instância, com seus habeas corpus imorais, numa demonstração clara de desespero em acabar com a operação, antes que a lava jato chegue até eles, afundando no mar de lama que estes ministros estão navegando. Pobres de nós, que estamos reféns desses marajás gananciosos, que dão a última palavra nas decisões, e recebem em troca pela proteção dada aos corruptos, altos salários, mordomias mil, nomeações para parentes em altos cargos, e talvez mais coisas que desconhecemos. Só ficam repetindo, estado democrático de direito, e as Instituições estão funcionando. Pra quem ? Só se for para os meliantes de colarinho branco. Para os amigos corruptos, impunidade, para o cidadão a lei. Fica aqui a pergunta do título, pra que STF? Tão caro e tão prejudicial a sociedade, dando o péssimo exemplo, que o crime compensa. Já passou da hora de investigar esses ministros, que descaradamente mantém uma relação promíscua com o legislativo, executivo, e grandes empresários, e estão afundando o Brasil, sem o mínimo remorso, pisando na cabeça do cidadão, que com seus impostos os sustenta. Suprema Vergonha Nacional, fazendo um triste espetáculo, onde tira a esperança da população em dias melhores, um povo que não acredita na justiça, que futuro terá ? Quem pode investiga-los? São intocáveis? Estão acima da lei? São Santos? Talvez sim, Santos protetores dos corruptos !” 

Wladimir Sampaio, em Carta-protesto enviada ao STF. 

(República de Curitiba conteúdo)

A RESPOSTA À "BOBAGEM" DOS POLÍTICOS INVESTIGADOS

O Estadão também entrevistou Piercamillo Davigo, um dos coordenadores da força-tarefa da Operação Mãos Limpas, inspiradora da Lava Jato, e hoje presidente da seção criminal da Corte de Cassação (o supremo tribunal) da Itália.

O jornal perguntou qual era, de todas a acusações feitas pelos políticos, a que mais o incomodava. Eis a melhor resposta da entrevista:

“Não ser imparcial. A imparcialidade é essencial para um magistrado. Trata-se daquilo que os criminólogos chamam de técnica da neutralização, isto é, a justificação que um culpado dá para si mesmo para outros de modo que o fato pareça menos grave.

Dou um exemplo: uma das coisas mais extravagantes que aconteciam quando um acusado era citado era ele dizer: ‘E o outros, por que vocês não pegaram os outros?’ Pois bem, na Itália, identificamos apenas 3% dos autores de furtos de veículos. Tirando os casos em que as pessoas são apanhadas em flagrante, é difícil prender alguém que roubou um carro. Jamais encontrei um ladrão de carro que me dissesse: ‘E os outros? Por que você não prendeu os outros?’ Eu teria respondido: ‘Queria começar com você. Se quiser, pode me dar a lista dos teus colegas que eu processarei eles também.’

Mas, na Itália, essa coisa é repetida como se fosse uma coisa sensata, quando não faz sentido pensar que, para processar alguém, é preciso descobrir os autores de todos os crimes. Quando você reflete sobre isso, você percebe que é uma bobagem.”

Uma das bobagens mais repetidas pela turma de Lula.

AS MÃOS SUJAS DO CONGRESSO

O Estadão entrevistou Gherardo Colombo, ex-ministro da Corte de Cassação (o supremo tribunal italiano) no período da Operação Mãos Limpas, inspiradora da Lava Jato.

Ele resumiu os efeitos das investigações e como se deu a blindagem contra a Justiça.

“Muitos foram os condenados. Alguns foram para a cadeia. Mas muitos empresários – devo dizer que não sei se o nosso sistema corresponde ao de vocês – fizeram acordos e conseguiram a suspensão condicional da pena. E, portanto, não foram para a cadeia. Depois, progressivamente, nossos legisladores – nossos processos e investigações duraram 13 anos – modificaram alguns crimes, como o de falsificação de balanços e o favorecimento administrativo, reduzindo o prazo de prescrição; modificaram os valores das provas, retirando o valor de atos processuais que antes tinham valor como prova, razões pelas quais depois o número de condenações diminuiu bastante.”

Qualquer semelhança com as iniciativas do Legislativo brasileiro não é mera coincidência.

O “delivery” de Moreira Franco

O ministro denunciado Moreira Franco afirmou no Twitter que a delação de Lúcio Funaro foi uma “encomenda remunerada” feita por Rodrigo Janot.

“Como o objetivo da dupla Joesley e Janot era derrubar Michel Temer, após a derrota na primeira denúncia, só um fato novo justifica a segunda flecha.

Flechada que muito antes foi anunciada pelo PGR. Como faltava-lhe bambu, ocorreria a encomenda remunerada da delação de Funaro.

Seria um delivery de matéria-prima: Janot pedia e Joesley pagava.”

Segundo Funaro, o “delivery de matéria-prima” era outro: Moreira e Eduardo Cunha recebiam propina para facilitar liberação de recursos do FGTS.


Menos inflação, mais poder de compra

O Estadão destaca que as famílias de baixa renda estão aos poucos retomando as compras, depois de passarem dois anos consumindo apenas o básico.

O recuo no preço dos alimentos abriu espaço nos últimos meses para a aquisição de eletrodomésticos, por exemplo.

Os dados oficiais ainda não capturaram esse efeito, mas indicadores já apontam nessa direção.

– “Em setembro, o fluxo de pessoas nos shoppings do país teve o maior crescimento desde 2015, puxado pelos shoppings populares.”

– “Trabalhadores que ganham até dois salários mínimos são maioria entre os que limparam o nome no serviço eletrônico da Serasa Experian.”

– “E nas lojas de eletrodomésticos, outro sinal concreto: a venda de TVs básicas, por exemplo, está crescendo mais do que a dos aparelhos mais sofisticados.”

Henrique Meirelles vai ganhando discurso para sua campanha.




O PRÊMIO DOS PARTIDOS REPROVADOS

Nove partidos, grandes e pequenos, tiveram suas contas reprovadas pela Justiça Eleitoral nos balancetes julgados neste ano, mas referentes a 2011, segundo O Globo.

“PT e PSDB encabeçam a fila, seguidos por PR, PPS, PCB, PCO, PRTB, PSL e PTN.”

As irregularidades “vão desde questões formais, como a apresentação de notas fiscais incompletas, a suspeitas de desvios. Alguns casos envolvem uso de verba do fundo partidário — portanto, dinheiro público —, para o pagamento de empresas de dirigentes das siglas por supostos serviços prestados ao partido, compra de vinhos e até reforma em residência de presidente de legenda”.

Mesmo assim, esses partidos receberão sua parcela do fundão eleitoral estimado em R$ 1,7 bilhão para as campanhas de 2018.

RENAN, O CABO ELEITORAL DE LULA

Renan Calheiros publicou no Instagram:
“Essa insistência em tirar o Lula da corrida presidencial serve para abrir espaço para o Bolsonaro. O Brasil não merece isso!”

A declaração vem escrita no mesmo post de um vídeo em que o senador diz:

“O que lamentavelmente, tristemente caracteriza o país nesse momento é essa discussão infame, esse debate nojento, esse noticiário repetitivo se é legal ou não é legal o recibo de aluguel do apartamento vizinho ao apartamento em que mora o ex-presidente.”

O fato: Renan, alvo de uma dúzia de inquéritos no STF, precisa do foro privilegiado e, para ser reeleito em 2018, aposta na força de Lula com o eleitorado de Alagoas.

“O cara saía com a mala, ia andando meia quadra e já estava no escritório dele”

Lúcio Funaro também relatou à PGR a facilidade para repassar a propina a Michel Temer, já que seu escritório em São Paulo era próximo ao do atual presidente – 100 m de distância, segundo o delator – e ao do advogado José Yunes, ex-assessor especial dele, informa a Folha.

“O Altair às vezes comentava que tinha que entregar um dinheiro para o Michel. O escritório do Michel é atrás do meu escritório. O lugar onde era localizado o meu escritório era um lugar muito bom para o Eduardo [Cunha] porque era próximo ao escritório do José Yunes, que era uma das pessoas que às vezes arrecadava dinheiro, que ia pegar dinheiro pro Michel Temer.”

Funaro acrescentou:

“Sendo próximo, o risco era pequeno. O cara saía com a mala, ia andando meia quadra e já estava no escritório dele, entendeu. Não tinha problema nenhum.”



Novo mortadelão dos sindicatos: R$ 1 bilhão

Pressionado para restituir o imposto sindical, o Ministério do Trabalho estuda liberar até R$ 1 bilhão para os sindicatos, informa a Coluna do Estadão.

O valor é o conjunto das contribuições retidas pelo governo nos últimos anos em razão de erros no preenchimento das guias pelas empresas entre 2008 a 2015.

“A contrapartida do ministério é destinar 15% do saldo residual para formar um fundo que irá financiar o combate ao trabalho escravo e infantil.”

Associar uma causa humanitária é só tentativa de justificar o mortadelão.



Aécio está “muito pessimista e assustado”

Interlocutores de Aécio Neves disseram ao Globo que ele está muito pessimista e assustado com a possibilidade de um resultado negativo na sessão do Senado sobre seu afastamento e recolhimento noturno.

Sobretudo depois que o PT anunciou a decisão de fechar questão contra seu retorno, a esperança dos aliados de Aécio era de que, com uma votação secreta, ele pudesse ter votos mesmo na oposição, para atingir o mínimo de 41 necessários.

No entanto, a determinação de um juiz de Brasília, antecipada na sexta-feira pelo Antagonista, para que a votação seja aberta, é mais um motivo de preocupação.

Aécio corre o risco de ser afastado “e ainda ter que derrubar, no Conselho de Ética, o processo aberto pelo PT por quebra de decoro, que pode, aí sim, cassar de vez seu mandato”.

Dodge refuta ladainha de Cunha

Raquel Dodge apresentou parecer no STF contra a transferência definitiva de Eduardo Cunha para Brasília, onde o ex-deputado está desde o mês passado,  em razão de depoimento a ser prestado em 26 ou 27 de outubro.

A PGR contestou o argumento de que a transferência para Brasília diminuiria os gastos da Polícia Federal com o uso de aeronaves para a realização de depoimentos.

Segundo Dodge, Cunha “é réu ou investigado em processos em outras regiões do país, especialmente na Região Sul, mas também no Centro-Oeste, no Nordeste e no Sudeste, logo, haverá gastos com seu eventual deslocamento para essas regiões de qualquer forma, não sendo a transferência para o Distrito Federal que irá eliminar tais custos”.

O acordão para salvar Temer e Aécio

Michel Temer tenta costurar um acordo nos bastidores para o PMDB salvar Aécio Neves, primeiro no plenário do Senado e, depois, no Conselho de Ética, em troca do apoio dos deputados tucanos contra a segunda denúncia de Rodrigo Janot, confirma Andréia Sadi.

“Temer está preocupado com os votos do PSDB.”

Temer está saindo muito, muito caro.