segunda-feira, 23 de outubro de 2017

“Basta a aprovação de um projeto de anistia”

A Lava Jato pode ser destruída “numa madrugada”.
Foi o que disse Deltan Dallagnol, entrevistado pelo Estadão:

“O Congresso pode colocar toda a operação abaixo numa madrugada. Basta a aprovação de um projeto de anistia. Por isso, os resultados da Lava Jato dependem primordialmente de como a sociedade vai reagir.”

O cobrador Lula

Lula cobrava de Eduardo Paes os pagamentos para o sócio de Lulinha.
Marco Aurélio Vitale, diretor do Grupo Gol, disse à Folha de S. Paulo que a empresa de Jonas Suassuna só ganhou um contrato com a prefeitura do Rio de Janeiro por “indicação política”.

E que Lula era acionado quando o dinheiro atrasava:

“Quando algum desses pagamentos não acontecia, eles buscavam a interferência do Lula junto ao Eduardo Paes.”

Delator acusa irmão de ministro do STF de pagar propina



O irmão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, é acusado de pagar propina pelo delator Lúcio Funaro, operador do mercado financeiro ligado ao ex-deputado Eduardo Cunha.

Trata-se do economista Luciano Lewandowski, acusado por Funaro de pagar propina para conseguir investimentos, devolvendo uma comissão em "dólar papel".

O depoimento consta da leva de documentos enviada pelo Supremo Tribunal Federal à Câmara dos Deputados, que julgará um pedido de abertura de denúncia contra o presidente Michel Temer e que, por isso, publicou os documentos em seu site.

O caso é citado por Funaro como um dos episódios de corrupção ocorridos entre 2003 e 2006 na Prece, fundo de pensão dos funcionários da empresa de águas do Rio. Naquela época, o fundo era área de influência de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Funaro disse que era o operador.

O depoimento não cita valores específicos ou datas dos episódios. Em sua delação premiada, Funaro disse que a Prece injetou dinheiro em investimentos indicados por Luciano Lewandoswki. Em troca, recebeu comissão que, segundo o delator, foi dada a Eduardo Cunha. Ele não citou valores, apenas um percentual de 5% a 6%.

Assim falou Funaro no depoimento:


Entre os documentos divulgados pela Câmara, há um vídeo de Funaro citando o caso. Ele disse que a comissão paga por Luciano Lewandowski foi acima da média. Afirmou, ainda, que o irmão do ministro era o interlocutor com quem "falava e já tratava da propina".

Com a homologação da delação de Funaro, caberá à Procuradoria-Geral República decidir se inicia uma investigação, uma vez que a palavra do delator, por si só, não pode ser considerada prova definitiva, de acordo com a lei.

Procurado, Luciano Lewandowski não quis se manifestar. O BuzzFeed News pediu uma posição ao ministro Ricardo Lewandowski desde a última quarta-feira (18), mas não obteve resposta. O advogado de Eduardo Cunha, Délio Lins e Silva Júnior, negou a acusação. A corretora Rio Bravo negou a acusação de Funaro. Ressaltou, ainda, que Luciano Lewandowski deixou a empresa em abril de 2003.

"A Rio Bravo nega veementemente qualquer envolvimento ou relacionamento com o pagamento de propina para pessoa ou entidade conforme apontado."

Juiz Marcelo Bretas manda transferir Cabral para presídio federal

O juiz Marcelo Bretas acolheu, nesta segunda-feira (23), o pedido de transferência do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para um presídio federal, feito minutos antes pelo Ministério Público Federal (MPF) durante o interrogatório do político.

O depoimento foi sobre a compra de joias para a ex-primeira dama Adriana Ancelmo com dinheiro, segundo o MPF, de propina. O ex-governador citou supostos negócios da família do juiz no ramo de "bijouterias", além da suposta concretização da delação de Renato Pereira, ex-marqueteiro do PMDB, e o andamento do processo.

"Durante o interrogatório do senhor Sérgio Cabral, ele mencionou expressamente que, na prisão, recebe informações inclusive da família desse magistrado, o que denota que prisão no Rio não tem sido suficiente para afastar o réu de situações que possam impactar nesse processo", afirmou o procurador Sérgio Pinel.

Bretas acolheu o pedido, afirmando que este tipo de declaração é "inusual".

"Será que representa alguma ameaça velada? Não sei, mas fato é que é inusual", questionou.

"É no mínimo inusitado que ele venha aqui trazer a juízo, numa audiência gravada, a informação de que recebe ou acompanha a rotina da família do magistrado. Deixa a informação de que apesar de toda a rigidez (do presídio no Rio), que imagino que haja, aparentemente tem acesso privilegiado a informações que talvez não devesse ter", disse o juiz.

O advogado Rodrigo Rocca, que defende o ex-governador, criticou a decisão. Ele afirmou que não houve nenhuma ameaça por parte de Cabral.

"Se meus familiares mexem com pastel ou outro ramo não tem importância alguma para criar embaraço à Vossa Excelência ou a quem quer que seja, além de inusitado (o fato de aceitar a denúncia) violaria preceitos constitucionais", disse.

O advogado afirmou ainda que a decisão é arbitrária. “Os presos entram e saem de lá e dizem coisas que nem sempre condizem com a verdade. Presumo que é verdadeira. Não diria que (a decisão) foi infeliz, diria que foi desnecessário”

Interrogatório de Sérgio Cabral tem discussão entre ex-governador e juiz Marcelo Bretas

O interrogatório de Sérgio Cabral (PMDB), conduzido pelo juiz Marcelo Bretas, começou com discussão entre os dois nesta segunda-feira (23). O ex-governador disse que o Ministério Público Federal faz um teatro, que está sendo injustiçado e chegou a dizer que Bretas se referia a ele de maneira "desdenhosa". O magistrado rebateu.

Cabral resumiu a denúncia como "um roteiro mal feito de corta e cola". Ele respondeu às primeiras perguntas sobre a denúncia de compra de joias com dinheiro de propina citando que o magistrado deve conhecer o assunto já que sua família tem negócios no ramo de bijuterias.

"Não me senti confortável com acusado dizendo que minha família trabalha com bijuteria. Pode ser entendido de alguma forma como ameaça. Não recebo isso com bons olhos. Se a ideia é criar algum tipo de suspeição, quero lembrar que a lei veda que acusado crie suspeição, isso é muito óbvio", rebateu Bretas.

Cabral estava preso desde maio em Benfica

Sérgio Cabral foi transferido no dia 28 de maio para a cadeia pública José Frederico Marquês, nova unidade prisional construída em Benfica, na Zona Norte do Rio. A ala em que ele fica é destinada a presos de nível superior e casos de não pagamento de pensão alimentícia. São 146 presos no local.

Antes de ir para Benfica, o ex-governador estava em Bangu 8. Ele foi preso no dia 17 de novembro do ano passado, na operação batizada como Calicute, resultado da ação coordenada entre as forças-tarefa da Lava Jato do Rio e do Paraná.

O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba.


G1 conteúdo

Propina de R$ 1 milhão para Gleisi foi no ‘fio do bigode’, diz ex-deputado

O ex-deputado Pedro Corrêa (ex-PP) afirmou que propinas de R$ 1 milhão oriundas do suposto ‘caixa’ de seu partido junto à Diretoria de Abastecimento da Petrobrás à campanha de Gleisi Hoffmann (PT) ao Senado, em 2010, foram acertadas ‘no fio do bigode’. A presidente do PT e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, são réus por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no STF.

Pedro Corrêa teve sua delação homologada em agosto de 2017 pelo ministro do Supremo Edson Fachin. O ex-parlamentar, condenado a 30 anos na Lava Jato e a 7 anos e 2 meses no Mensalão, é testemunha de acusação em processo contra Gleisi. Ele depôs no dia 19 de setembro.

O ex-deputado confessou ter sido um dos políticos que se beneficiavam de esquemas de corrupção na Petrobrás. Ele relata que o falecido deputado José Janene (PP) e o doleiro Alberto Yousseff eram os arrecadadores do PP. A ‘conta’ de propinas do partido na Petrobras era alimentada por desvios de contratos da Diretoria de Abastecimento, ocupada por Paulo Roberto Costa, que também é delator e corrobora com a versão de Corrêa.

Quando Janene esteve doente, em 2010, Pedro Corrêa alega que somente Yousseff passou a prestar contas para os políticos que recebiam propinas no PP. Ele diz que o doleiro ‘arrecadava’,’mostrava’ e os políticos faziam ‘a distribuição para os diversos parlamentares, inclusive para ajudar uns mais necessitados, outros menos necessitados’.

“Então isso, em 2010, Alberto Youssef, numa das reuniões para prestar contas, ele tinha dito que tirou um milhão de reais do caixa do partido, a mando de Paulo Roberto Costa, para entregar ao ex-ministro Paulo Bernardo, de quem eu tinha sido companheiro”, alega.

O ex-deputado relata que chegou a reclamar com o ex-diretor da estatal ‘porque o PT tinha a Diretoria de Serviços’ e o PP enfrentava ‘dificuldade grande de fazer a campanha, para terminar a campanha do partido’.

“Então fui reclamar de Paulo Roberto, e ele então me disse que tinha sido uma determinação da Presidente Dilma, que mandou que ele ajudasse a Senadora Gleisi Hoffmann, e, por isso, ele mandou que se entregasse um milhão de reais. E, na verdade, a Senadora foi eleita e, logo depois, em janeiro, foi Ministra da Presidente Dilma”, afirma.

O ex-parlamentar, no entanto, relata que não restaram provas documentais sobre os supostos acertos.

“Não ficava nada, nada. O trabalho da politica e sempre no “fio do bigode”, por isso que a prova do politico e mais complicada, porque e sempre o que você tem, que, embora se diga que a pior das provas seja a prova testemunhal, mas e a maneira que tem de juntar a prova, varias testemunhas pra saber que o fato existiu. Porque, na verdade, não fica escrito nada”.

COM A PALAVRA, GLEISI

A senadora negou irregularidades por meio de sua assessoria de imprensa.

“A defesa já restabeleceu a verdade com relação a essas acusações infundadas e levianas. Por não existirem fatos concretos e plausíveis que respaldem tais delações, elas só podem alimentar a atenção da imprensa novamente por interesses políticos e com o intuito de perseguir o PT, seus dirigentes e suas lideranças. O PT tem mais de 22% da preferência popular de acordo com as recentes pesquisas de opinião; o Presidente Lula, que parte agora em caravana pelo interior de Minas Gerais, quase 40% das intenções de voto para a Presidência da República, se as eleições fossem hoje, e novas filiações aumentam a cada dia junto aos diretórios do PT e pela internet. Somos mais de 1,8 milhão de filiados em todo o País. Mais uma vez, o PT representa a esperança do povo em reverter os estragos feitos pelo golpe no Brasil.”

COM A PALAVRA, DILMA

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou em depoimento que a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) não participou da manutenção de Paulo Roberto Costa como diretor da Petrobrás. A assessoria de Dilma tem dito que Pedro Corrêa mentiu em delação premiada.

“A Senadora Gleisi era Ministra Chefe da Casa Civil em 2011, no momento em que eu demiti o senhor Paulo Roberto Costa da Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Ela, nesse  momento, ela era simplesmente Ministra-Chefe da Casa Civil. E quem decide quem demite ou quem nomeia e a relação entre a diretoria da  Petrobras e a presidência. E óbvio que ela não participou da contratação do senhor Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento, porque  isso, se eu não me engano, remonta a 2003, ou 2004 ou 2005 – eu não lembro  bem -, não era eu Presidente da Republica”, afirmou, em depoimento, no âmbito da ação penal.

Cabral bate boca com Bretas e depoimento é suspenso

A audiência para ouvir o ex-governador Sérgio Cabral nesta segunda-feira começou tensa e teve que ser suspensa por cinco minutos. Logo no início, Cabral lembrou as duas sentenças do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

— Vossa Excelência não acredita em mim — disse Cabral.

Em determinado momento da audiência sobre o processo de lavagem de dinheiro por meio de compra de jóias da H.Stern, Cabral lembrou que a família do magistrado tem uma loja de bijouterias:

— Não recebi com bons olhos o interesse manifestado do acusado de informar que minha família trabalha com bijouterias. Esse é o tipo da coisa que pode ser entendida como ameaça — afirmou Bretas.

Antes, o peemedebista já tinha dito que o Ministério Público Federal (MPF) está fazendo um teatro e falado que Bretas via em seus processos uma forma de se projetar:

— O senhor está encontrando em mim uma possibilidade de gerar uma projeção pessoal e me fazendo um calvário.

Com o clima tenso, o advogado de Cabral, Rodrigo Roca, pediu a suspensão do depoimento por cinco minutos para que pudesse conversar com o cliente.

— Não há necessidade — chegou a dizer Cabral ao advogado.

Bretas acolheu o pedido e suspendeu o depoimento por cinco minutos.


Marco Aurélio: PF também pode fechar delação

Marco Aurélio Mello sustenta que a Polícia Federal, e não apenas o MPF, pode fazer acordo de delação premiada com interessados em colaborar em qualquer etapa de uma investigação criminal, segundo O Globo.

O voto do ministro, relator de uma ação direta de inconstitucionalidade contra o alegado direito da PF, está pronto e deve ser liberado para inclusão em pauta ainda nesta semana.

“A partir daí, caberá a presidente do tribunal, ministra Cármen Lúcia, definir a data de votação do caso.”


Ex-presidentes unidos

Cinco ex-presidentes americanos – os democratas Jimmy Carter, Bill Clinton e Barack Obama, e os republicanos George Bush e seu filho George W. Bush – reuniram-se na Universidade do Texas, no sábado, para arrecadar dinheiro para vítimas de furacões devastadores em Texas, Flórida, Louisiana, Porto Rico e Ilhas Virgens dos Estados Unidos.

No Brasil, os ex-presidentes só têm se unido contra a Lava Jato.



Côrtes admite propina

Sérgio Côrtes, ex-secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro preso preventivamente desde abril, admitiu pela primeira vez ter recebido propina do empresário Miguel Iskin, apontado como o corruptor do esquema na pasta revelado pela operação Fatura Exposta, informa  O Globo.

A admissão de Côrtes ocorreu em depoimento de 10 de agosto, em investigação do MPF sobre uma conta na Suíça de Verônica Vianna, sua mulher, que, em 2011, recebeu um depósito de US$ 6 milhões de Iskin.

Iskin é acusado de subornar Côrtes para obter vantagens em contratos de compra de equipamentos hospitalares pela secretaria estadual de Saúde do Rio na gestão do ex-governador Sérgio Cabral.

Alvo da investigação, Verônica disse que assinou o documento de abertura da conta a pedido do marido, que lhe teria dito ser um papel para a criação de um cartão de crédito internacional.

“Côrtes repetiu aos procuradores a história contada pela mulher e foi além: afirmou que ele próprio falsificou a assinatura de Verônica para encerrar a conta na Suíça, abrir outra nas Bahamas e transferir para lá o dinheiro, o que ocorreu em janeiro de 2016. No pedido de cooperação com a Suíça para levantar o histórico da conta, os procuradores afirmam que ‘não se afigura crível’ a versão contada por Côrtes e sua mulher.”





Os pagamentos a Padilha “Fodão” e Geddel “Babel”

A Folha informa que a PGR encontrou no sistema eletrônico Drousys, da Odebrecht, ordens de pagamentos ao ministro Eliseu Padilha, codinome “Fodão”, e ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, o “Babel”, ambos do PMDB.

Uma planilha chamada “programações semanais-2010”, por exemplo, traz uma de R$ 200 mil para “Fodão” na data de 27 de julho de 2010 e sete para “Babel” no mesmo ano, em Salvador. A primeira, de R$ 155 mil, indica “Obra: Tabuleiros Litorâneos”.

“Outros arquivos apontam ainda repasses atribuídos a Padilha por meio dos codinomes ‘Primo’ (R$ 4,6 milhões em 2008 e 2014) e ‘Bicuira’ (R$ 1,4 milhão em 2010).”

“Para investigadores, a importância dos arquivos reside no fato de mostrar que foram criados e modificados na época dos repasses delatados, e não forjados recentemente.

A existência deles, porém, não comprova a efetiva entrega do dinheiro aos políticos.”

PF conclui que Pimentel favoreceu Casino

A Polícia Federal concluiu que o governador Fernando Pimentel (PT-MG) atuou com o auxílio do ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho para favorecer o Grupo Casino ao não liberar empréstimo para viabilizar a fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour.

É o que consta em relatório encaminhado ao STJ, no âmbito da Operação Acrônimo, segundo o Estadão.

A PF aponta que o Casino, contrário à fusão, teria efetuado pagamentos de R$ 8 milhões para uma empresa do ex-jornalista e consultor Mário Rosa que cedeu 40% dos valores à mulher de Pimentel, Carolina de Oliveira.

Para os investigadores, o repasse seria uma contrapartida à inclusão de uma cláusula em desfavor do empresário Abílio Diniz.

A cláusula tratava da obrigatoriedade do Pão de Açúcar não possuir qualquer disputa judicial com os franceses para poder ter acesso ao dinheiro do BNDES, o que acabou, na prática, impedindo a fusão.


PF indicia Luciano Coutinho e mulher de Pimentel

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho, a primeira-dama de Minas Gerais, Carolina de Oliveira, e o consultor Mário Rosa por corrupção passiva no âmbito da Operação Acrônimo.

O petista Fernando Pimentel não foi indiciado porque é governador e tem foro privilegiado no STJ.


“Não foi o melhor exemplo a ser dado por um grande líder”

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, que na semana passada lançou seu nome dentro do PSDB como um pré-candidato à Presidência da República, falou ao Globo sobre Aécio Neves:

“Com 48 milhões de votos, o Aécio encarnava a esperança, mas perdeu para as mentiras da campanha de Dilma. Ele ia muito bem, era opção inquestionável para 2018 e sei que para ele a queda é muito grande. O fato é que aconteceu esse episódio do Joesley. Não vejo crime, não houve nada em troca, mas não deveria ter conversa com esse tipo de gente, não foi o melhor exemplo a ser dado por um grande líder, e o povo não perdoa. 

Do ponto de vista jurídico, ele pode se defender, mas o erro capital do ponto de vista da política é muito difícil consertar. Houve uma colisão com a opinião pública que está sedenta de Justiça.”

Hostilizado antes de chegar. Manifestantes prometem protestos contra Lula em Ipatinga,Minas Gerais

O ex-presidente Lula inicia esta semana mais uma etapa na sucessão de constrangimentos que tem marcado suas viagens pelo país. O petista iniciará por Ipatinga a edição da caravana pelo estado de Minas Gerais, mas a sua chegada à cidade nesta segunda-feira (23), promete ser marcada por diversos protestos. 

Grupos locais e contrários a corrupção estão se organizando para recepcionar o petista com toda pompa e circunstância digna de um criminoso condenado e réu em seis ações penais. 

As manifestações contrárias à presença do petista estão sendo organizadas nas redes sociais, onde até o momento, mais de mil pessoas confirmaram presença nos atos de protestos. 

Segundo o portal Vale do Aço Notícias, "Moradores das quatro principais cidades do Vale do Aço, já estão se mobilizando para o protesto contra o ex-presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT).

Os manifestantes se concentrarão às 17h, na próxima segunda-feira (23), no Centro de Ipatinga, próximo a Praça dos Três Poderes. Segundo Alessandra Silva, a Alê, da Direita Minas, o objetivo da manifestação é demonstrar apoio a investigações e mostrar que o Vale do Aço é contra a corrupção. “O foco da manifestação é mostrar apoio a Operação Lava Jato e as ações da Polícia Federal. 

Mostrar também nossa irresignação com essa corrupção que está tomando conta do Brasil. E, nada melhor que a data que o ex-presidente Lula estará no Vale do Aço, para que ele veja que o povo da nossa região não gosta de corrupção e não quer bandido aqui”, disse Alê. 

Na abertura da caravana por Minas Gerais, o ex-presidente, discursará em um evento denominado “Em defesa da soberania nacional”, na Praça dos Três Poderes, em Ipatinga, às 17h. 

Após Ipatinga, a caravana passará por mais 11 cidades de Minas Gerais. O encerramento acontecerá no dia 30 de outubro, em Belo Horizonte. 

O ex-presidente deverá estar acompanhado da ex-presidente Dilma Rousseff e também do governador Fernando Pimentel, que ainda não confirmaram presença. 

PT no Vale do Aço 

O Partido dos Trabalhadores que esteve no comando das prefeituras das principais cidades do Vale do Aço, no mandato 2012-2016, foi derrotado em todas elas na última eleição. A região, que era um dos principais redutos eleitorais do partido, conseguiu eleger poucos vereadores nas cidades. 

Alê Silva informou ainda que a adesão à manifestação é grande. “Várias pessoas da região estão nos procurando para participar e alguma maneira. A expectativa é que muitas pessoas compareçam”, destacou". 

Com informações do Vale do Aço Notícias

Cena de uma das CPIs da Câmara dos Deputados

Não se trata de uma cena da Escolinha do Professor Raimundo, mas de uma das CPIs da Câmara dos Deputados.
Chico Anísio talvez não fosse tão criativo e hilário.

AÉCIO DEPUTADO

Os principais aliados do senador Aécio Neves reconhecem que a disputa por uma das 513 vagas na Câmara dos Deputados seja seu caminho mais provável em 2018, segundo O Globo.

Aécio se queimou tanto que chegou ao nível de petistas como Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias, que cogitam descer um degrau no Congresso para manter o foro privilegiado.



domingo, 22 de outubro de 2017

Como será o amanhã?

A incerteza sobre as eleições de 2018 limita movimentos mais ousados na hora de apostar no Brasil.
É o que dizem investidores e empresários ouvidos pela Folha.

“Aqueles investidores que não têm relação obrigatória com o Brasil, que não têm mandato para América Latina, não querem entrar agora. Há muita incerteza para uma expectativa de retorno não tão boa quanto era no passado”, disse o economista Evandro Buccini, que conversou com investidores estrangeiros há duas semanas em Nova York e Washington.

“A preocupação é se o candidato que vencer vai aprovar reformas”, completou.

A fiscal é considerada pela maioria dos gringos a mais importante.


Bolsonaro x China

De Jair Bolsonaro, no Twitter:
”Terras agricultáveis, subsolo, hidrelétricas, portos, frigoríficos… a China está comprando não NO Brasil, mas O Brasil…”

Antes o Brasil estava sendo vendido à Odebrecht.


ESCRAVIZAR OS LIVRES



A nossa campeã de vôlei, Ana Paula, que escreve no Estadão, nos lembrou das divergências políticas entre ela e a companheira de equipe Ana Moser. 
Relatou que havia uma exceção em que esqueciam as divergências e se uniam com a maior firmeza - era o momento em que defendiam as cores do Brasil em competições. Representando o Brasil, eram uma só, uma jogando para a outra, as duas jogando por um time chamado Brasil. A hora do hino, de levar a bandeira no peito, era hora de esquecer diferenças pessoais e políticas em nome da Pátria. 
Isso é patriotismo, pôr o interesse do país, isto é, de todos os brasileiros, acima de tudo. Patriotismo não é exclusividade de militares que proclamam o Brasil acima de tudo!

Entre uma boa parte de “intelectuais“ brasileiros, aí incluídos os aprendizes, os estagiários em intelectualismo e entre estudantes de todos os níveis que recebem doutrinação ideológica de alguns professores, difunde-se, sob o embrulho dourado do politicamente correto, que patriotismo é coisa de fascista. A maior parte nem sabe o que é fascismo, tal como tudo dizem e nada sabem sobre a sentença do juiz que nada fala em cura-gay; pouco sabem sobre a reserva mineral revogada e recriada na Amazônia e menos sabem da consequência do Fora Temer - que é entregar o poder ao DEM.

Criaram, com sucesso, a mordaça, o medo, a covardia, a canga para jungir os desinformados inocentes-úteis no pensamento único de forma planejada por Antonio Gramsci. George Orwell faria uma nova “Revolução dos Bichos”, com os porcos usando o pretexto do Politicamente Correto. Sonham com “Democracia” sob a tutela da minoria; não resultado da vontade da maioria, como definiram os gregos. Como escreveu a campeã Ana Paula: “...uma geração desorientada, perdida e MANIPULADA”(as maiúsculas são minhas).

Como a maioria discorda dessas idéias absurdas, tratam de aplicar o divide et impera. Dividir para impor suas idéias. Separam brancos e não-brancos, homens e mulheres, jovens e sêniores, liberais e conservadores, pobres e ricos. Para isso, não querem que todos sejam apenas igualmente brasileiros. Gênero, deixou de ser gênero humano, como aprendemos na escola. Passou a ser resultado de decisão pessoal de ser macho ou fêmea. Revogam a natureza, a biologia, o mérito, as diferenças individuais. Passam a identificar as pessoas pela cor da pele, as posses(burgueses x proletários), o local de moradia(bairros “nobres” x periferia), a condição na economia (patrões versus empregados) e até pelas preferências sexuais. Esse politicamente correto assim, significa também um apartheid, regime das separações. Impõem obediência e medo, com submissão aos comissários do politicamente correto. Para isso, precisam enfraquecer a resistência: as religiões, os conservadores (considerados fascistas), as polícias e as forças armadas e, principalmente, dominar o ensino e infiltrar-se nos lares, para anular a influência dos pais.


texto: Alexandre Garcia.

Lula diz que doará imóveis ao MTST se a Justiça provar que são seus

Em visita a uma ocupação do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) no ABC, neste sábado, 21, o ex-presidente Lula voltou a afirmar que os processos a que responde na Justiça são fruto de "perseguição política" e ironizou as acusações de que é dono de imóveis não declarados. 

Em um discurso aos sem-teto da ocupação, Lula disse que se conseguirem provar que o triplex no Guarujá, o apartamento vizinho à sua cobertura em São Bernardo do Campo e o sítio de Atibaia forem seus, ele vai doá-los ao MTST.

"Estejam preparados, porque vocês podem ganhar dois apartamentos e uma chácara. Se conseguirem provar que são meus, serão seus. 

Pode avisar ao Moro (juiz Sérgio Moro)", disse Lula sob os aplausos dos sem-teto que acompanhavam seu discurso. 

Em apoio à ocupação do MTST, que reúne mais de sete mil famílias, Lula disse que o terreno de cerca de 70 mil m2 em que estão instaladas não estava destinado a cumprir qualquer função social, e o movimento agiu corretamente ao ocupar o local.


Papa pede clero unido no Brasil diante de 'escandalosa corrupção'


O papa Francisco defendeu neste sábado (21) a necessidade da união do clero no Brasil diante da "escandalosa corrupção" ocorrida no país durante um encontro com a comunidade do Pontifício Colégio Pio Brasileiro de Roma.

"Neste momento difícil de sua história nacional, quando tantas pessoas parecem ter perdido a esperança em um futuro melhor pelos enormes problemas sociais e por uma escandalosa corrupção, o Brasil precisa que suas curas sejam sinais de esperança", disse o papa.

Para Francisco, os brasileiros precisam ver um "clero unido, fraterno e solidário". "Os sacerdotes precisam enfrentar lado a lado os obstáculos, sem cair nas tentações do protagonismo ou de fazer carreira", afirmou o pontífice.

"Tenho certeza de que o Brasil superará sua crise e confio que vocês atuarão nisso como protagonistas", disse o pontífice aos estudantes e membros do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, recebidos por ele por causa do 300º aniversário da descoberta da imagem de Nossa Senhora de Aparecida, padroeira do país.

No discurso, no entanto, Francisco alertou aos estudantes que essa "nova condição" pode representar um "desequilíbrio" entre os quatro pilares que sustentam a vida de um sacerdote: a dimensão espiritual, a acadêmica, a humana e a pastoral.

E lembrou a dimensão acadêmica de sua vocação não deve resultar em um descuido das outras três, porque isso abriria as portas de algumas "doenças" para os estudantes.

Entre elas, Francisco destacou o "academicismo" e a "tentação de fazer dos estudos simplesmente um meio de afirmação pessoal que acaba sufocando a fé".

Geddel afirma que Temer o indicou para cargo na Caixa



Em depoimento dado à Polícia Federal, o ex-ministro Geddel Veira Lima (PMDB) afirmou que foi indicado em 2011 para o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa pelo então vice-presidente Michel Temer (PMDB).

Geddel disse que assumiu o cargo por indicação da presidência do PMDB, que na época era exercida pelo hoje presidente da República.

Ele negou qualquer participação dos então deputados federais peemedebistas Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves na indicação.

O depoimento foi concedido em 20 de julho, uma semana depois de o ex-ministro ter sido autorizado pelo Tribunal Regional Federal a deixar a Penitenciária da Papuda para cumprir prisão domiciliar.

Geddel havia sido preso no dia 3 de julho pela PF no âmbito da Operação Cui Bono?, que investiga suposto esquema de corrupção na Caixa nos anos de 2011 a 2013 –anos em que ocupou o cargo no banco.

No depoimento, ele negou ter cometido irregularidades e disse que não recebeu "nenhuma vantagem indevida" por sua atuação no cargo, tendo recebido apenas seu salário no período.

Também negou que tenha passado informações privilegiadas para interlocutores como Cunha e que as informações "eventualmente demandadas" pelo deputado "não alteravam o curso natural das operações de crédito".

"UM ABRAÇO"

Geddel confirmou que se encontrou com Lúcio Funaro no hangar da empresa Aero Star, em Salvador.

Afirmou ter recebido ligação do doleiro, que teria dito que o seu avião estava fazendo uma parada técnica e que queria dar um abraço no então vice-presidente da Caixa.

O ex-ministro saiu de sua casa na praia em Camaçari e foi até o aeroporto de Salvador para "dar um abraço" no doleiro, um trajeto de 23 km feito em cerca de 35 minutos.

Geddel diz que os dois conversaram sobre "amenidades". Em sua delação, Funaro dá outra versão: afirma que o hangar era usado para fazer repasses de dinheiro de propina ao peemedebista.

O ex-ministro afirmou que, naquela ocasião, conheceu Raquel Pitta, mulher de Funaro. Em depoimento à PF, Raquel afirmou que foi pressionada com ligações de Geddel, que a sondava sobre a possibilidade de o doleiro firmar delação premiada. O peemedebista nega pressão.

Afirmou ainda que encontrou Funaro outras vezes em São Paulo, Brasília e Salvador "circunstancialmente".

Geddel foi questionado ainda sobre a suspeita de que teria enviado seu assessor Gustavo Ferraz para se encontra em São Paulo com Altair Alves Pinto, assessor de Eduardo Cunha, para buscar remessas de dinheiro.

O peemedebista afirmou que não tinha "nenhuma recordação" de ter enviado um interlocutor de nome "Gustavo" para encontrar Altair. Preso em setembro após a descoberta de umbunker num apartamento em Salvador com R$ 51 milhões, Gustavo, um dos aliados de Geddel, disse à polícia que foi a São Paulo buscar dinheiro para o ex-ministro.


AO SER ATACADA POR CIRO GOMES, JANAÍNA RETRUCOU

O pré-candidato à Presidência Ciro Gomes, para criticar Marina Silva, disse que "o momento  é muito de testosterona", e que a pré-candidata não teria condições de competir. 

A jurista Janaína Paschoal retrucou: "Onde estava Ciro Gomes, quando eu estava enfrentando o PT? As mulheres do Brasil são mais macho que muito homem! É fácil aparecer agora!". 

O SENADOR MAGNO MALTA ESTÁ FALANDO POR MIM

É da natureza da tolerância a existência de limites. Questão de pura racionalidade: na ausência de quaisquer balizas, a tolerância que abrangesse o impossível de tolerar abraçaria, inclusive, a mais odienta intolerância, tornando-se autodestrutiva.
Por isso, é importante a construção de consensos mínimos, em torno de algumas verdades e direitos em torno dos quais se constroem leis e preceitos constitucionais. Com eles se elimina a subjetividade em relação a algumas determinações de certo e errado, justo e injusto, permitido e proibido. Conta-se que um professor, interpelado por aluno que afirmou ser subjetivo e relativo o conceito de justiça, apontou-lhe a porta e ordenou-lhe, em alta voz, que se retirasse da sala. Diante da surpresa de todos, o professor perguntou à classe: "O que estou fazendo lhes parece justo?" Como a resposta foi negativa, esclareceu: "Ele acha que é tudo relativo e que na minha perspectiva pode ser, sim."
Como lembra Alfonso Alguiló num interessante livrinho sobre tolerância, foram necessários milênios para que a humanidade, através dos pensadores gregos, alcançasse a capacidade de distinguir o bem do bem individual. Isso representou um enorme avanço no sentido da moral e o fato de que ainda hoje, em diferentes culturas, essa noção esteja dispersa, não significa que não existam concepções superiores e inferiores, embora nos tentem convencer de que é "politicamente incorreto" afirmá-lo. Opinem sobre isso as crianças emparedadas, os bebês abortados, os ladrões de mãos cortadas e os infiéis de cabeças decepadas... Os profetas do relativismo moral, os sacerdotes do "politicamente correto" vivem de convicções que negam a todos os demais. E ainda lograram convencer parcela expressiva das sociedades civilizadas de que não precisam respeitar a ninguém exceto a si mesmos.
Vamos ao ponto desta reflexão: o senador Magno Malta fala por mim nestes tempos marcados por inegável, inocultável, palpável e multiforme investida contra alguns daqueles limites além dos quais a tolerância ganha outro nome e passa a denominar-se lassidão, covardia. Não preciso descrever (até porque já cumpri a indigesta tarefa em texto anterior) os extremos a que chegam as agressões a duas dessas balizas: a inocência da infância e a sacralidade das manifestações de fé. O senador Magno Malta já abordou o tema de uma forma que representa meu pensamento e me dispenso de ampliá-lo aqui.
Minhas perguntas vão além. O que faz o governo Temer que não fecha a torneira da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual para eventos que atentam contra a infância e cometem vilipêndio religioso? O PPS apoia o disponibilização desses recursos através do ministério da Cultura sob seu comando? O que têm a dizer ou fazer os católicos do Congresso Nacional a esse respeito? Ou só cuidam de reeleição? O DEM apoia o aparelhamento do Ministério da Educação por pedagogos cujo objetivo de vida parece ser a implantação da ideologia de gênero no cérebro das nossas crianças? Por que não se conhecem ações expressivas da CNBB (como acontecem em certas pautas ideológicas) com relação a essas perniciosas políticas de cultura e educação?
Seremos tão poucos os que compreendemos o quanto deve ser maligno o objetivo de quem mobiliza, em todo o Ocidente, ações multiformes e sistemáticas contra o cristianismo, a instituição familiar a vida e a infância? Não se pode e não se deve tolerar o intolerável.
texto: Percival Puggina

Roberto Jefferson xinga Lula de covarde

Após dizerem que Lula não era responsável pelo pagamento dos aluguéis porque o contrato era em nome da falecida ex-primeira-dama Marisa Letícia, os advogados do ex-presidente "explicaram" a ausência de evidências de pagamento como "prova inequívoca" de que os pagamentos teriam sido feitos em dinheiro vivo. 

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, criticou a decisão dos advogados e aproveitou para alfinetar Lula: "Os advogados de Lula perderam de vez a compostura e agora dizem que os aluguéis foram pagos diretamente para Marisa, em dinheiro. Covardia".

A estatização “apressada”

A Folha publica matéria sobre o inquérito civil aberto pelo promotor Daniel Balan Zappia para investigar a estatização da então chamada Uned (União de Ensino Superior de Diamantino), comandada à época pela irmã de Gilmar Mendes, Maria Conceição Mendes.

A instituição foi vendida por R$ 7,7 milhões ao governo estadual, então comandado por Silval Barbosa (PMDB), que, após quase dois anos preso, está em prisão domiciliar – benefício alcançado porque admitiu, em delação premiada, desvios de R$ 1,03 bilhão.

Lotado em Diamantino, cidade natal de Gilmar, situada ao norte de Cuiabá, Zappia apura indícios de que a transação – que resultou na atual Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso) – ocorreu de forma apressada, sem estudo prévio.

Na placa que oficializa a estatização do campus, datada de 16 de setembro 2013, dois meses após a venda, lê-se a homenagem: “Temos de agradecer à família Mendes, em especial ao ministro do STF Gilmar Mendes, pelo esforço em construir uma sociedade mais justa e igualitária por meio da oferta do ensino superior.”

Gilmar, que descerrou a placa em cerimônia ao lado de Barbosa, afirma que não se envolveu mais com a administração da universidade desde que deixou a sociedade.

Caetano Veloso processa MBL

Caetano Veloso e Paula Lavigne estão processando o MBL e Alexandre Frota porque o cantor foi chamado de “pedófilo”. Cada um quer uma indenização de 100 mil reais.

Caetano Veloso tirou a virgindade de Paula Lavigne quando ela contava 13 anos e ele, 40.

Na época, não era crime previsto em lei ter relações sexuais com menores de 14 anos — e, convenhamos, Paula Lavigne sempre foi adulta.

fonte: O Antagonista