sábado, 18 de novembro de 2017

Na TV, PMDB vai ironizar Dilma 'saudando a mandioca'

Em novo filme de sua propaganda partidária, aprovado neste fim de semana pelo presidente Michel Temer, o PMDB vai ironizar a ex-presidente Dilma Rousseff em um discurso no qual a petista saúda a mandioca como "uma das maiores conquistas do Brasil".

O vídeo será veiculado em rede nacional a partir de terça-feira (21). Ele é a 12ª peça da série "O Brasil segue em frente", criada pelo publicitário Elsinho Mouco.

Temer estava relutante quanto ao conteúdo do filme –que relembra um discurso de Dilma que se espalhou nas redes sociais e foi muito utilizado por seus adversários como argumento para justificar uma suposta incapacidade de articulação.

Segundo aliados, porém, o presidente foi convencido por sua equipe de comunicação de que era importante mostrar as diferenças de gestões e de que não é possível "esquecer o que foi feito com o país".

"Não dá pra esquecer: 2016, com a economia em frangalhos, Dilma Rousseff anunciava a mandioca como uma das mais importantes conquistas do país", diz a apresentadora do programa.

O discurso foi feito em junho de 2015, durante a abertura dos Jogos Indígenas.

"O PT de Dilma desenterrou a mandioca e enterrou o país. Estava mesmo na hora de tirar o país do vermelho", completa a narradora em uma analogia à cor do PT, partido de Dilma.

Os outros filmes atacam a delação da JBS e uma suposta "trama" para "tentar derrubar" Temer, em uma referência indireta ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que apresentou duas denúncias contra o presidente.

Ambas, por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, foram barradas pela Câmara.

Quem tem medo de Bolsonaro além da imprensa?

Os dois piores conselheiros da imprensa atual são: o medo e o desespero. Elementos presentes na candidatura Bolsonaro. Um candidato sem dinheiro, sem partido e sem máquina propagandista, mas com incontáveis potenciais eleitores.
Ao ler a reportagem desonesta da revista IstoÉ tive a certeza de que os dois fatores acima determinarão o que será dito ou escrito contra o candidato.
Resgatam falas infelizes, deturpam citações, interpretam “cumpañeramente” o que lhes convém, manipulam fotos com semblantes beirando a raia da esquizofrenia e, sobretudo, tentam imprimir uma imagem de um homem-demônio para criar uma repulsa quase leprosa nos brasileiros.
Tudo isto para afastar sua tendência atual: ser o único nome capaz de enfrentar a velha política nacional, que está disposto a enfrentar as graves consequências e os reflexos da degeneração sócio-econômico-moral vivida pelo Brasil.
Bolsonaro não é perfeito e não está imune a críticas – é bom que seja questionado de forma séria e saudável, isto faz parte da democracia. Como ele mesmo disse: “Messias é só no nome, não sou salvador da pátria”. Entretanto, o que o mainstream brasileiro faz é absolutamente desonesto e seletivo. Primeiro, porque distorce o contexto e relativiza o estado de barbárie do Brasil atual – que deverá obrigatoriamente ser enfrentado por mãos firmes, não contaminadas pela praga do politicamente correto. Segundo, porque tivemos num passado não tão distante, políticos que pleitearam ( e levaram) a Presidência da República que falaram frases infinitamente mais infelizes e jamais foram rotulados de “ameaça totalitária”.
Vale lembrar das “brincadeirinhas” ( para a imprensa ) do mestre Lula da Silva elogiando genocidas como Adolf Hitler e Mao Tse Tung – dois assassinos totalitários que o Lulinha Paz & Amor nutre e confessa admiração. Vale refrescar a memória meio enferrujada dos nossos queridos jornalistas, quando o sociólogo prafrentex FHC chamou os aposentados brasileiros “carinhosamente” de vagabundos. Vale não esquecer do inclusivo Lula se referindo grosseiramente a suas feministas de plantão como mulheres daquilo duro, ou ainda dizendo que Pelotas é polo exportador de homossexuais.
Afinal…A lista é longa e memorável. Mas a seletividade norteia nossos iluminados escrevinhadores que se julgam os únicos, hoje, a influenciar a opinião alheia. Todavia, qualquer um poderá ter acesso ao que foi dito pelos nossos amados ex-presidentes, basta uma simples consulta.
Na atualidade, acusam Bolsonaro de “ignorância econômica” e aí mais risível torna-se o libelo de seus detratores. Tivemos dois presidentes analfabetos nos últimos anos e isto nunca foi motivo para qualquer questionamento e/ou impeditivo. Mas, enfim, algo precisa ser dito em um país de economia ARRASADA pelo socialismo. Assim, o tema não poderia ser ignorado. Compreensível a tentativa.
Enquanto o “democrático” e já condenado candidato Lula regurgita seu ódio contra a democracia e promete “regulamentar a mídia” ( outro nome para a censura); perseguir juízes que cumprem a lei – e que tiveram a inaceitável audácia de interromper seu projeto de poder, descortinando as maracutaias de sua quadrilha – o candidato que posta-se como uma ameaça autoritária é, claro, Jair Bolsonaro.
Bom, os dois conselheiros da imprensa acima citados – o medo e o desespero – serão decisivos para desmoralizar ainda mais a desacreditada imprensa nacional – a mesma que durante décadas, anos e muitos carnavais foi servil ao projeto mais audacioso e covarde que o Brasil já teve: o da implantação do socialismo cucaracha, aquele que também distribuiu gordos pixulecos para nossos “isentos” palpiteiros leninistas e stalinistas que confortavelmente sentaram-se nas redações dos jornais e hoje coordenam a jovem moçada atrasada em Woodstock, para que ela continue a enganar o povo brasileiro. Resta saber se conseguirão!
Não é de hoje que a propaganda é alma do negócio. Estes formadores de opinião de araque são os únicos que ainda não perceberam que o Brasil defendido pela imprensa é justamente tudo aquilo que não mais queremos. A maioria dos nossos jornalistas está trabalhando para aqueles que podem eleger Jair Bolsonaro. O “mito” que realmente existe chama-se o “mito da imprensa isenta”, nada mais.
Ademais, toda arrogância tende a ser castigada.
texto : Claudia Wild
(jornal hora extra conteúdo)

Magistrados entram com ação contra Alerj: “só juiz pode assinar alvará de soltura e decretar prisão”

Após a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) revogar a prisão e restituir os mandatos dos deputados peemedebistas Jorge Picciani, presidente da Casa, Paulo Melo e Edson Albertassi, nesta sexta-feira (17), o presidente da AMB (Associação de Magistrados Brasileiros) informou que a entidade vai entrar com uma ação pedindo esclarecimentos ao STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a decisão da Corte usada pela assembleia para reverter medidas cautelares contra os parlamentares. 

“Só juiz tem competência no Brasil para assinar alvará de soltura e decretar prisão”, afirmou Oliveira ao comentar a decisão dos deputados fluminenses. Picciani, Melo e Albertassi deixaram a Cadeia Pública José Frederico Marques,em Benfica, onde também está preso o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e outros envolvidos na Lava no Rio, pouco mais de uma hora depois dos parlamentares votarem pela soltura dos três, sem que a decisão tivesse sido informada à Justiça.

É MAIS FÁCIL ENTENDER O LADRÃO DO QUE O JUIZ


No último dia 2 de novembro, durante um show em Brasília, prenderam um homem com 29 celulares roubados. Carregava os objetos até dentro da cueca. Lavrado o flagrante, foi levado à presença de um juiz para audiência de custódia. O meritíssimo impôs fiança no valor de um salário mínimo e o devolveu às ruas para aguardar julgamento. Não duvido que à noite, ao repassar mentalmente sua atividade, o juiz se tenha considerado bom, justo e magnânimo. "Afinal, eram apenas bens materiais...", talvez tenha pensado. 
No entanto, desconsiderou: 1º) a segurança da sociedade que lhe paga os subsídios; 2º) as futuras vítimas das ações criminosas daquele meliante; 3º) a sensação de impunidade que, no mundo do crime, se inclui entre as mais eficazes causas da perpetuação desses mesmos atos; 4º) o crescente desrespeito, entre nós, ao direito de propriedade.
 Em vista do grande número e da frequência com que se verificam, são os crimes contra o patrimônio os que mais contribuem para o que deveríamos designar como real percepção da população sobre sua insegurança. Afinal, estamos falando de milhões de eventos anuais.
Os latrocínios são os crimes que mais apavoram a população. Embora, na prática, os 2514 casos ocorridos em 2016 representem apenas 4% dos homicídios, eles são uma ameaça presente em centenas de milhares de ações. Todo crime contra o patrimônio em saída de banco, estacionamento, porta de garagem, estabelecimento comercial aberto ao público é praticado sob a ameaça do gatilho ou da lâmina da faca, exibidos ou insinuados. Eis o grande terror. 
E a sociedade pressente que eventos dessa natureza podem acontecer a qualquer momento porque o número de ladrões em operação no país assumiu proporções demográficas.
Como chegamos a essa situação? Por um imprudente e ostensivo desrespeito legislativo, político e judicial ao direito de propriedade. Se quisermos restabelecer o respeito à lei, a ordem pública e a segurança da população, é importante recolocá-lo no devido lugar. O direito de propriedade não é uma coisa qualquer. 
Somente insidiosos motivos ideológicos podem explicar o crescente descaso para com ele dentro das nossas instituições. Ao privar alguém de algo, o ladrão está tomando produto do trabalho, meio de vida, material de estudo, conhecimento adquirido e rompendo gravemente a ordem! Quando a Justiça trata como irrelevantes os crimes contra o patrimônio está, simultaneamente, servindo injustiça aos cidadãos de bem e alimentando com liberdade de ação a cadeia produtiva do crime.
Por maligna que seja a ação do meliante, ele me é mais compreensível do que o juiz. Mais difícil ainda é entender aqueles tantos que, apenas por motivos ideológicos, não sendo uma coisa nem outra, defendem a ambos: o ladrão que vive dos bens alheios e o juiz que o devolve às ruas.
texto: Percival Puggina

CUT diz que vai demitir 60% dos funcionários. Revoltados, empregados anunciam greve

Funcionários da CUT (Central Única dos Trabalhadores) ameaçaram entrar em greve nesta semana, depois que a entidade iniciou na terça-feira (14) um Programa de Demissão Incentivada (PDI) para enxugar em quase 60% sua folha de pagamento. 

A entidade, com 178 empregados, se diz asfixiada pelo governo Michel Temer, que, com a reforma trabalhista, acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical. O tributo, que equivale a um dia de trabalho, é um dos principais recursos das centrais. 

Embora a cúpula da entidade afirme ter consultada seus trabalhadores sobre os critérios de exoneração, os funcionários chegaram a anunciar a deflagração de uma greve. O presidente da central, Vagner Freitas, diz desconhecer o movimento. 

Queixando-se de perseguição política, Freitas informa ainda que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares aderiu voluntariamente ao programa, abrindo mão de um salário de R$ 15 mil.

“Delúbio é um trabalhador da CUT. Agrega muito. É com muita dor que informo que ele tomou a iniciativa de aderir”, disse Freitas, lembrando que a contratação do ex-tesoureiro (condenado por corrupção ativa no julgamento do mensalão) foi autorizada por Joaquim Barbosa, então ministro do Supremo. 

A direção da CUT argumenta que o plano de demissão de funcionários foi uma resposta ao fim do imposto sindical obrigatório. De acordo com Freitas, a redução permitirá a manutenção das atividades da central. 

Ele não informou qual o impacto da medida adotada pelo governo Temer nos cofres da entidade nem o orçamento global da entidade. 

Em 2016, ela recebeu R$ 59,8 milhões da contribuição. O presidente da CUT afirma ainda que o enxugamento da folha foi submetido à assembleia de trabalhadores após prévia apresentação de uma proposta da direção.

“Diferentemente das empresas, os trabalhadores foram consultados. Não é um momento de felicidade”, diz. 

O PDI será encerrado em 4 de dezembro e, caso não tenha adesão dos trabalhadores, será iniciado um processo de demissão até que se chegue ao percentual desejado. 

Freitas alega que as medidas garantirão ações de enfrentamento com o governo Temer. Um carro de som fornecido pela entidade acompanhou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na caravana que protagonizou pelo interior de Minas Gerais.

fonte: Folha de São Paulo

Os banqueiros de Bolsonaro

Jair Bolsonaro encontrou-se na quinta (16) com o presidente do Credit Suisse no Brasil, José Olympio.

“Desde que passou a subir nas pesquisas”, diz a Folha de S. Paulo, “Bolsonaro virou objeto de interesse do mercado e já se reuniu com várias instituições, inclusive fora do Brasil”.

VERGONHA! OFICIAL DE JUSTIÇA IMPEDIDA DE ENTRAR NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Assistam ao vídeo abaixo que mostra a falência institucional no Estado do RJ e o prenúncio do CAOS SOCIAL que poderá vir a contagiar todo o país. 
A Oficial de Justiça que portava a notificação judicial que determinava a suspensão da sessão da Alerj que iria votar a revogação da prisão de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi foi IMPEDIDA de entrar na Casa Legislativa, pela quadrilha dos Picciani, e protocolar a notificação judicial. 

Por que as Forças de Segurança impediram o seu acesso ? Essa é uma clara demonstração de que a situação atual do Rio de Janeiro e do Brasil expõem claramente um cenário de falência nas suas instituições, com efeitos no mínimo imprevisíveis.

O comandante e o chefe da segurança, responsáveis pela obstrução da Oficial de Justiça, deveriam ser processados por esses procedimentos.

Juiz de 1ª instância condena Renan Calheiros a perder o mandato e direitos políticos

A 14ª Vara Federal de Brasília condenou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) a perder o mandato e suspendeu seus direitos políticos por oito anos por improbidade administrativa. O alagoano, porém, ainda pode recorrer da decisão e se manter no cargo enquanto eventuais recursos não forem julgados.

A sentença foi dada nesta quinta-feira (16) pelo juiz de primeira instância Waldemar Carvalho, da 14ª Vara Federal, e obtida pelo UOL nesta sexta (17).

Renan foi condenado por "enriquecimento ilícito" e "vantagem patrimonial indevida". O caso ainda é segredo de Justiça, mas o UOL apurou que a sentença está relacionada ao caso Mônica Veloso.

O senador disse que vai recorrer e que a decisão sobre esse tema por um juiz de primeira instância "causa surpresa". Ele argumentou que o Supremo Tribunal Federal já analisou o caso e não o recebeu por falta de provas. 

Em 2007, Renan renunciou à Presidência do Senado porque a jornalista Mônica Veloso, com que tinha uma filha fruto de um relacionamento extraconjugal, denunciou que ele pagava a pensão da criança com dinheiro de um lobista da empreiteira Mendes Júnior, Cláudio Gontijo.

O episódio gerou ao menos duas ações judiciais. Uma delas, que ocasionou a atual condenação, era de caráter civil e foi aberta pelo Ministério Público em 2015, por improbidade administrativa.

A outra ação, de caráter criminal, foi enviada ao Supremo Tribunal Federal acusando Calheiros de uso de documento falso, falsidade ideológica e peculato (desvio de dinheiro público). Parte dela não foi aceita por falta de provas em 2016, mas o processo ainda está em tramitação.

A defesa de Renan pode apelar ao próprio juiz ou ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

O juiz ainda condenou Renan, Gontijo e a empreiteira Mendes Júnior a pagarem, juntos, a quantia de R$ 246.853,20 como multa civil, em valores a serem atualizados. Segundo o magistrado, esse foi o valor que a Mendes Júnior teria repassado ao senador por meio do lobista. 

A reportagem não conseguiu localizar Gontijo para comentar a decisão judicial. A reportagem entrou em contato com o escritório da construtora Mendes Júnior em São Paulo, mas não obteve resposta.

O processo cível na 14ª Vara corre em segredo de Justiça. O sigilo engloba a íntegra dos argumentos da sentença de condenação do senador, do lobista e da empreiteira. Só os réus podem conhecê-los integralmente.

Crítica ao Judiciário 

Renan Calheiros disse ao UOL, por meio de nota, que "a decisão do juiz de primeira instância causa surpresa".

"O Supremo já julgou esse caso e sequer o recebeu por falta de provas. Todos os ouvidos negam os fatos. Por isso, vou recorrer com serenidade a quem cabe a palavra final", disse o senador.

O senador ainda criticou o Judiciário sobre a decisão. "Mas não ignoro a sensação de que se trata de retaliação à defesa que fiz quando um juiz autorizou a invasão do Senado pela polícia", afirmou ele.

No ano passado, o senador disse que o juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, era um "juizeco" porque autorizou prisão de servidores do Senado e apreensão de maletas antigrampo usadas pela Casa. "Há um evidente desmonte do sistema de garantias individuais", continuou Renan na nota enviada à reportagem na tarde desta sexta-feira (17).
Ação no STF

O senador Renan Calheiros ainda responde à ação criminal derivada do caso Mônica Veloso no Supremo Tribunal Federal (STF).

A denúncia foi aberta em 2013, mas só quatro anos depois os ministros autorizaram a abertura do processo criminal. A acusação diz que o senador teria desviado dinheiro de verba indenizatória do Senado e teria usado notas frias de venda de gado para justificar ter renda para pagar a pensão a Mônica Veloso. Ele argumentou que por causa dessa renda não teria necessidade de se valer de dinheiro vindo de uma empreiteira.

Os ministros rejeitaram acusações do Ministério Público por falsidade ideológica e uso de documento falso, parte deles por prescrição, quando o processo demora demais para ser concluído, e por falta de provas.

A tese da Procuradoria-Geral da República (PGR) era que o senador teria forjado documentos para dar ares de legalidade a rendimentos a fim de justificar os pagamentos que fazia à jornalista Mônica Veloso.

Mas Renan ainda responde pelo crime de peculato, suspeito de desviar dinheiro de verba indenizatória da Casa. Essa acusação não se conecta diretamente ao caso Mônica Veloso, mas a promotoria colocou a acusação na mesma ação penal.

O advogado de Renan, Luís Henrique Machado, reforçou que o Supremo rejeitou as acusações criminais de falsidade ideológica e uso de documento falso. "Exatamente pelos mesmos fatos envolvendo o episódio Mônica Veloso, o Supremo Tribunal Federal quando analisou o caso no âmbito penal, nem sequer recebeu a denúncia por ausência de prova", afirmou ele, em nota para o UOL na noite desta sexta).


A defesa promete recorrer ao TRF-1. "De toda forma, cabe à defesa apelar da decisão confiando que o Tribunal Regional Federal restabeleça o mesmo critério e raciocínio utilizado pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal."

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR !


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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

"Brasil, o país onde os bandidos fazem a lei"

Fernando Gabeira disse que o Brasil é “o país onde os bandidos fazem a lei”.

Leia um trecho de sua coluna:
“Engolindo alguns sapinhos no cotidiano, nosso estômago é preparado para os grandes sapos de fim de mandato.

Um deles, que está sendo preparado nos bastidores, é a derrubada da prisão em segunda instância. As articulações correm no Congresso e no próprio Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto ministros do Supremo como parlamentares veem nisso uma saída para neutralizar não só a Lava Jato, como todas as operações que envolvam políticos corruptos.

Enunciado apenas como uma tese jurídica, o fim da prisão em segunda instância é palatável. Todos são inocentes até que a sentença seja confirmada pelo STF. Na prática, resultará em impunidade geral. Todos terão direito a uma trajetória semelhante à de Paulo Maluf, que de recurso em recurso vai tocando sua vida, exercendo seus mandatos e até defendendo outros acusados de corrupção, como Michel Temer.



No momento em que as aberrações se acumulam, a tendência é criar um País monstruoso. Algo que já tentei definir num discurso, no alto de um caminhão, em protesto de rua: um País onde os bandidos fazem a lei.”

Barroso monitorado pela Abin

Voz progressista no STF, Luis Roberto Barroso vem chamando a atenção de alguém muito poderoso. 
Na Polícia Federal circula a informação de que ele está sendo monitorado pela Abin, diz a Veja.

Um colega?

Não Sou Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem ....

Não Sou Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais?

Não Sou: 

- Nem Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?



Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins*



Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.



Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna).



Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela - passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.



Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.



Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo!



Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', simplesmente porque esse cumpre a lei..



Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.



E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema?



Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios, deste governo.



Nota do editor: 
Para os que desconhecem o Inciso IV, do art. 3°, da Constituição Federal a que se refere o Dr. Ives Granda, eis sua íntegra: 

"Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.




(*Ives Gandra da Silva Martins, é um renomado professor emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro e Presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

Confundindo o Brecht com o Brecha

André Lazaroni, secretário de Cultura do estado do RJ e um dos deputados do PMDB do Rio que votaram a favor da libertação de Jorge Picciani, tentou citar o dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht em seu discurso.

Acabou atribuindo a frase “ai do povo que precisa de heróis” a Bertoldo Brecha (foto abaixo), personagem da Escolinha do Professor Raimundo interpretado pelo humorista Mário Tupinambá, que morreu em 2010.

É o que dá estudar na escolinha do professor Picciani.

Temer é um escravo

”Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo”, diz o comercial encomendado pelo governo para defender a reforma previdenciária.

Josias de Souza nota o cinismo de Michel Temer, critica privilégios dos quais ele próprio é beneficiário.

“Sua reforma propõe que a idade mínima para a aposentadoria dos homens seja 65 anos. Em 1996, aos 55 anos, Temer requereu sua aposentadoria como promotor do Estado de São Paulo. Recebe há mais de 20 anos uma pensão que, hoje, soma R$ 45 mil. A cifra precisa ser rebaixada para não ultrapassar o teto do funcionalismo, regulado pelos vencimentos dos ministros do STF: R$ 33,7 mil”.

Julgamento sobre foro privilegiado é retomado, após pedido de vista de Moraes feito em junho


A ministra Cármen Lúcia decidiu trazer à tona no dia 23 de novembro o julgamento sobre a restrição do foro privilegiado para autoridades. O julgamento havia sido interrompido no dia 1º de junho, após pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Alexandre de Moraes. Ele devolveu o pedido de vista no final de setembro.

Até agora, quatro ministros já se posicionaram no sentido de que os políticos só terão direito ao foro privilegiado se o crime do qual forem acusados tiver sido cometido no exercício do mandato e tiver relação com o cargo que ocupam. 

Já votaram nesse sentido os ministros:
Luís Roberto Barroso, 
Marco Aurélio Mello, 
Rosa Weber e 
Cármen Lúcia. 

Para Barroso, que é o relator do processo, a prerrogativa de foro tem sido usada como instrumento para garantir que os políticos sejam julgados no Supremo. 

Segundo o ministro, se a instância onde alguém fosse julgado “não fizesse diferença”, os políticos não se empenhariam tanto em manter o foro.

AS ‘DEZ PASADENA’ DE GABRIELLI

O TCU descobriu que José Sérgio Gabrielli e demais diretores da Petrobras no governo Lula aprovaram a construção do Comperj, mesmo sabendo que o retorno financeiro da refinaria não cobriria nem um terço do custo da obra.

Na análise do investimento prévio, verificou-se que o custo (corrigido em valores atuais) seria de US$ 18 bilhões, enquanto o retorno ficaria em apenas US$ 5,5 bilhões.

O prejuízo de US$ 12,5 bilhões equivale a dez vezes o dano referente à compra da Refinaria de Pasadena.

O Código Penal poderia incluir prisão perpétua para gente que faz isso.

O possível placar de Lula no STF

No STF, quais ministros votariam a favor ou contra a candidatura do condenado Lula ao Planalto?
O último cenário apresentado a bancos brasileiros é o seguinte:

A favor da candidatura do condenado Lula: 

Ricardo Lewandowski, 
Dias Toffoli, 
Marco Aurélio Mello, 
Celso de Mello e 
Rosa Weber.

Contra a candidatura do condenado Lula: 

Gilmar Mendes, 
Luiz Fux, 
Luís Roberto Barroso, 
Luiz Edson Fachin, 
Alexandre de Moraes e 
Cármen Lúcia.

“Política é veneno nos tribunais de contas”

Júlio Marcelo de Oliveira, procurador de contas junto ao TCU, foi essencial para o impeachment de Dilma Rousseff, ao destrinchar as pedaladas fiscais.
Ele agora batalha por uma causa abraçada também por este blog: o fim das indicações políticas para os tribunais de contas — todos eles, da União aos municípios.

Em entrevista à Jovem Pan, Júlio Marcelo disse o seguinte:

“Política é veneno nos tribunais de conta. No espaço de uma semana, a gente teve essa indicação ridícula do Edson Albertassi, no Rio de Janeiro, que não tem curso superior pra exercer uma função técnica (e foi pego pela Lava Jato). 
No Mato Grosso do Sul, dois conselheiros foram nomeados, apesar de réus. 
Em Santa Catarina, houve a posse de um conselheiro indicado politicamente e também delatado na Lava Jato, pela Odebrecht. 
Não há o mínimo cuidado do corpo político em fazer indicações de alta qualidade. Pelo contrário, parece que, quanto mais a ficha corrida do sujeito for pesada, mais indicado ele está para cargo.”

Os conselheiros dos Tribunais de Contas deveriam ser gente com formação técnica e reputação ilibada. E ponto final.

A mentira é libertadora

No programa do PMDB, Michel Temer dirá que “a verdade é libertadora. E não só nos livra das injustiças como nos dá ainda mais força, vontade e coragem para seguir em frente. Porque agora é avançar”.

Temer também dirá que foi vítima de uma “trama”.

No Brasil, a mentira também é libertadora.

PF contra as ‘fake news’

Fernando Segovia quer que a Polícia Federal participe das discussões no TSE sobre os riscos da disseminação de “fake news” na campanha do ano que vem, registra Fausto Macedo.

O tribunal prepara uma força-tarefa para combater a disseminação de notícias falsas na disputa de 2018, e integrantes do TSE já se reuniram com representantes do Google e do Facebook para tratar do assunto.

“Dentro de uma sociedade democrática onde a Polícia Federal faz o seu papel investigativo, ela não pode ser alijada de qualquer possibilidade de crime que aconteça dentro da sociedade”, disse o novo diretor-geral.

Parece que a parceria de Segovia e Gilmar vai longe.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Defesa de Lula ataca o MPF

A defesa de Lula acaba de divulgar uma nota em que ataca o pedido do Ministério Público Federal para bloquear R$ 24 milhões de suas contas.

Assinada por Cristiano Zanin, a nota diz que o pedido do MPF “não tem qualquer base jurídica e materialidade” e que as provas dos autos mostram, “com absoluta segurança”, que Lula e Luleco não tiveram participação na compra dos caças suecos.

Também diz que as afirmações do MPF “partem de certezas delirantes”.

Bolsonaro é ‘líder da extrema direita’, diz Dilma

Em sua turnê pela Alemanha, além de falar pela milionésima vez do “golpe”, Dilma Rousseff tenta desqualificar Jair Bolsonaro chamando-o de “líder da extrema direita” no Brasil, informa a Época.

“A extrema direita no Brasil é liderada por aquele deputado [Bolsonaro] que, em abril de 2017, votou pelo meu impeachment homenageando a ditadura militar, a tortura e o torturador que me levou ao pavor”, numa alusão ao general Brilhante Ustra.

Dilma, como se vê, errou a data do próprio impeachment, que foi em 2016. Também omitiu que, até 2015, Bolsonaro estava no PP, partido que integrava a sua base aliada.

Viva Aécio!

Jorge Picciani é igual a Aécio Neves, do ponto de vista da Justiça.

Como diz O Globo, “a possibilidade de revisão da decisão dos desembargadores ocorre após o STF decidir no mês passado que as casas legislativas podem rever decisões judiciais cautelares, mesmo diversas da prisão em flagrante, impedindo a aplicação de medidas como a suspensão do mandato.

A decisão do STF abriu margem para que deputados estaduais afastados no país inteiro pudessem regressar à atividade após seus pares derrubarem decisões judiciais”.

Repetindo o nome dos seis ministros do STF que libertaram todos os corruptos com mandato: 

Gilmar Mendes, 

Ricardo Lewandowski, 

Dias Toffoli, 

Alexandre de Moraes, 

Marco Aurélio Mello e, claro, 

Cármen Lúcia.



O outro partido de Bolsonaro

Jair Bolsonaro está com um pé no segundo turno.
Apesar disso, ele ainda não escolheu um partido.

Diz O Globo:
“Desde que Jair Bolsonaro anunciou em agosto que estava conversando com o PEN, o Pastor Everaldo, presidente do PSC, partido ao qual o deputado ainda é filiado, percorreu 18 estados. Conseguiu 1.748 assinaturas em fichas de filiação. Everaldo tem dito que Bolsonaro ‘não saiu, mas não está’ no PSC”.

“Lewandowski contra o STF”

Ricardo Lewandowski desmoralizou ainda mais o STF.
Ao se negar a homologar o acordo do delator Renato Pereira com a PGR, ele atropelou uma decisão do próprio STF.

Leia um trecho da coluna de Merval Pereira:

“No julgamento que definiu que os acordos gerados pelas delações premiadas só podem ser revistos caso seja constatada alguma ilegalidade, com base no §4º, artigo 966 do Código de Processo Civil, a maioria do plenário decidiu que o STF deveria avaliar a eficácia pura e simplesmente do acordo firmado, e não seu mérito.

Foi o decano Celso de Mello quem melhor definiu a postura do Supremo, afirmando durante os debates que o STF não pode recusar homologação de acordo de delação premiada aprovado pela Procuradoria-Geral da República, como fez agora Lewandowski, sob o risco de arquivar a investigação.

Pelo entendimento vitorioso no plenário, a legislação em vigor não permite a intervenção do magistrado nessa fase do processo. A homologação só deve levar em conta aspectos formais da delação, como definiu no voto que liderou a divergência o ministro Luis Roberto Barroso: os acordos fechados pela Procuradoria-Geral são analisados em um primeiro momento pelo relator dos processos, apenas sob o prisma da voluntariedade, espontaneidade e legalidade, e num segundo momento, pelo colegiado, na hora de dar a sentença, pela eficácia das denúncias.

Pelo texto aprovado por sugestão do ministro Alexandre de Moraes e assumido pelo relator Edson Fachin,  somente quando forem encontradas ilegalidades fixadas no Código de Processo Civil os acordos poderão ser anulados.”

TRF-2 JÁ TEM MAIORIA PELA PRISÃO DE PICCIANI

Paulo Espírito Santo acompanhou o voto do relator Abel Gomes e deixa em 3 a 0 o placar a favor da prisão dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi.

A decisão do tribunal, porém, não tem efeito prático. Quem decidirá o futuro de Picciani e seu bando é a Alerj controlada por Picciani e sua turma.