domingo, 19 de novembro de 2017

Dilma gasta nosso dinheiro para divulgar mentiras no exterior

“Dilma Rousseff continua gastando o dinheiro do contribuinte para divulgar no exterior mentiras sobre o Brasil.”
É o que diz o editorial do Estadão deste sábado, dando como exemplos “sandices, como a de que a elite brasileira está empenhada em inviabilizar a candidatura presidencial de Lula para, ‘aí, vender o pré-sal'”.

“No primeiro semestre deste ano, com viagens à Suíça, França, Estados Unidos, Espanha, Itália, Argentina e México – às quais se soma, agora, a visita a Berlim –, a equipe de Dilma já havia custado ao Tesouro mais de meio milhão de reais, o triplo do que gastaram, juntos, no mesmo período, todos os outros ex-chefes de governo.”

Dilma só deu prejuízo aos brasileiros desde que assumiu o poder.

O Condenado Lula pronto para “tomar o poder”

Na entrevista ao jornal francês Le Monde, o condenado Lula disse que estava pronto para “tomar o poder” em 2018.
Sim, foi o que publicou o Le Monde, em manchete com aspas para a expressão autoritária.

UM SOCIALISTA NO ARMÁRIO

O Brasil é um país socialista, que muitos, sacudindo bandeiras vermelhas, se esforçam para tirar do armário. Armário cheio de esqueletos.
UM SOCIALISTA NO ARMÁRIO
Pretendia contar o número de empresas, institutos e fundações estatais existentes no Brasil, considerando União, Estados e municípios. Comecei com determinação, mas desisti. Levei um susto! Quem quiser sentir a pujança do estatismo nacional vá à página da Wikipedia que tem a lista. Estamos falando de muitas centenas, senão de milhares desses entes. O Brasil é um país socialista, que muitos, sacudindo bandeiras vermelhas, se esforçam para tirar do armário. Armário cheio de esqueletos.
 A União tem 148 empresas estatais! Trinta por cento, segundo editorial de O Globo do dia 19 de agosto de 2016, criadas durante os governos petistas. Anos de gritaria contra privatizações e discursos de que "Estão vendendo tudo!" me levaram, ingenuamente, a crer que de fato estivessem. Mas era berreiro na sala, para distrair, enquanto a cozinha produzia novas iguarias para o cardápio político. A mesma matéria de O Globo conta que entre o fatídico ano de 2003 e 2015, esses filhotes do amor petista pelo Estado pagaram R$ 5,5 bi em salários e totalizaram um prejuízo de R$ 8 bi. A mais engenhosa das novas estatais foi concebida no PAC 2. É a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), que absorveria a tecnologia do trem-bala e executaria o projeto da ligação de alta velocidade entre Rio e São Paulo. A empresa, descarrilada desde sua criação em 2008, é totalmente dependente do Tesouro.
 O formidável e assustador conjunto das "nossas" estatais é parte ponderável dos problemas do Brasil. No entanto, o Instituto Paraná Pesquisas revelou, há três meses, que 61% dos brasileiros são contra privatizações feitas pelo setor privado. Pelo jeito, preferem as "privatizações" caseiras, as notórias apropriações, por partidos, sindicatos e líderes políticos, de tudo que for estatal. Se é para ser abusado que seja pelos de sempre. Trata-se de um vício do nosso presidencialismo. Quem governa comanda a administração e chefia o Estado, estendendo as mãos sobre o que puder alcançar em suas instituições.
É nos estofados desses grandes gabinetes, que a "privatização" do Estado proporciona os melhores orgasmos do poder. Em outras palavras: a experiência política e administrativa nos evidencia que empresas estatais realmente devotadas ao interesse público são fenômeno incomum. Como regra, resultam submetidas às conveniências privadas que descrevi acima. São nichos de usufruto e poder que pouco têm a ver com o bem nacional. Dentro desses domínios nascem as maiores reações a qualquer transferência que conduza ao desabrigo do Tesouro e às aflições do livre mercado. A ninguém entusiasma a ideia de remover o acento da poltrona e alinhá-lo à reta da competitividade.
A doutrinação socialista cumpre seu papel, ensinando que estatal é sinônimo de público, de social, e imune a interesses privados. Empresas estatais seriam como santuários de desprendimento e abnegação. Sim, claro. O Mensalão não existiu e a Lava Jato, você sabe, foi criada para impedir a alma mais honesta do Brasil de retornar à presidência.
E quando um partido sai, vem o outro para fazer a mesma coisa? - perguntará um leitor estrangeiro. Nem sempre, prezado visitante. Se o serviço for bem feito, a privatização partidária de um ente estatal pode ser anterior e se perpetuar além do governo desse partido. Quem duvida olhe para o Ministério de Educação e para as universidades públicas. Ali se educa a nação para amaldiçoar a iniciativa privada, amar o Estado, abrir o armário, e fornecer, nos ambicionados concursos públicos, respostas de acordo com o que pensa a banca.
texto Percival Puggina

MUITO OBRIGADO, CÁRMEN LÚCIA


Muito obrigado Presidente Cármen Lúcia Antunes Rocha. 
O Rio de Janeiro acaba de ver três ladrões do erário público serem soltos por outros 39 bandidos como eles.
O que a Senhora tem a ver com isso? Realmente tudo.

Esteve em suas mãos o Voto de Minerva para estancar esse absurdo, mas a Senhora fugiu da responsabilidade e resolveu deixar nas mãos do Legislativo a decisão sobre o destino legal de seus membros. O resultado que o Rio está vendo hoje é o reflexo da sua atitude que permitiu a soltura do Senador Aécio Neves e a devolução de seus direitos políticos pelos seus pares, igualmente corruptos que queriam uma proteção idêntica.

Afinal, o que a Senhora achou que eles fariam com a faca e o queijo na mão?

Senhora Presidente. A senhora é fluente em alemão, italiano, francês e espanhol, mas é analfabeta na língua do povo sofrido, do brasileiro honesto, do trabalhador que paga obrigatoriamente seus impostos que financiam todos os privilégios dos acastelados no poder, seus enormes salários e gordas aposentadorias que já não lhes bastam, pois precisam roubar cada vez mais e mais.

A Senhora não teve filhos nem netos e talvez por isso não consiga entender do que estou falando.

Obrigado presidente Cármem. O povo humilhado da nossa cidade lhe agradece enquanto mais uma vez enxuga as lágrimas pela covardia sofrida e limpa com resignação o escarro que ainda lhe escorre pela face.

Texto de um cidadão carioca comum e  anônimo escrito em 17/11/2017 após constatar que a saída legal para o Brasil já não existe.

ESSA UNIÃO FEZ A DERROCADA DO RIO: LULA, DILMA, CABRAL, LINDBERGH E PICCIANI

E ASSIM FOI DESTRUÍDA A ECONOMIA DO RIO !

O VÍDEO QUE O PT QUER APAGAR DA INTERNET: DILMA ELOGIANDO TEMER !

A REPÚBLICA CAIU !


FHC chama Bolsonaro de 'bizarro' e recebe duras respostas dos cidadãos

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista, chamou o deputado federal e pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro de "bizarro". Os internautas não pouparam críticas ao ex-presidente. 

Um internauta questionou:  "Quer dizer que é bizarro defender a família, os valores cristãos, a legítima defesa e não estar envolvido em nenhum escândalo de corrupção?". 

Outro comparou: "Bizarros são essas organizações criminosas chamadas de PT, PSDB, PMDB. Por mim ninguém devia votar nesses partidos mais, eles são culpados pela crise que estamos vivendo".

Ministro do Supremo diz que viu com ‘perplexidade’ decisão da Alerj

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira, 17, que viu com “perplexidade” a decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) de revogar a prisão do presidente da Casa, deputado Jorge Picciani, do deputado Paulo Melo e do líder do governo, deputado Edson Albertassi, todos do PMDB. 

A prisão tinha sido determinada na última quinta-feira, 16, por decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).

Ao reconhecer que o assunto “fatalmente” será analisado pelo plenário do STF, Marco Aurélio disse que a lei das leis “não é a Constituição do Rio, mas sim a Constituição Federal”. 

O Partido Social Liberal (PSL) já anunciou que vai recorrer ao Supremo para anular a sessão da Assembleia que derrubou as prisões nesta sexta-feira.

“Estou vendo com perplexidade, agora vamos aguardar os desdobramentos porque acabou um órgão político cassando a decisão de um órgão federal”, avaliou Marco Aurélio. 

“Isso vai ser julgado fatalmente pelo Supremo, e estou pronto para ouvir os colegas. Colegiado é sempre uma caixa de surpresa, não sei como os colegas vão enfrentar esse tema. É um tema muito delicado”, completou.

A Constituição do Estado do Rio de Janeiro prevê que, no caso de flagrante de crime inafiançável, caberá à Assembleia Legislativa deliberar sobre a prisão dos deputados – uma previsão na qual se enquadrariam os três deputados que tiveram a prisão revogada nesta sexta-feira pela Alerj.

Causou surpresa dentro do STF o “uso político” de uma decisão tomada pela Corte em outubro do ano passado, que abriu caminho para o Senado Federal revogar as medidas cautelares que haviam sido impostas pela Primeira Turma do STF ao senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Naquele julgamento, os ministros decidiram que a imposição de medidas cautelares – diversas da prisão – que dificultem o exercício regular do mandato de parlamentares deverá ser submetida ao aval da Casa Legislativa.

“Aquela decisão nada tem a ver com essa situação concreta”, comentou Marco Aurélio. 

“Acima da Constituição do Estado do Rio está a Constituição Federal. Ou seja, a lei das leis do País não é a Constituição do Estado do Rio, é a Constituição Federal.”

Nascido no Rio de Janeiro, Marco Aurélio garantiu que não perdeu o otimismo com os rumos do Estado, apesar dos sucessivos escândalos de corrupção que atingiram a Assembleia, conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), entre outros. 

“É um cenário alvissareiro porque sinaliza dias melhores. Sou otimista por criação”, concluiu o ministro.

Janaína Paschoal relata caso chocante de ódio e ameaça: 'Nunca vi tanto ódio nos olhos de alguém'

A jurista Janaína Paschoal, em um desabafo, expôs o clima de ódio que se instaura devido ao "acirramento de ânimos". Para exemplificar o acirramento de ânimos, a professora de Direito relatou um encontro com uma mulher que expressou seu ódio contra a autora do pedido de impeachment de Dilma: "Nunca vi tanto ódio nos olhos de alguém".

Leia o desabafo de Janaína Paschoal:

Amados, se vocês lerem a entrevista dada por Butler à Folha, vão perceber que, diferentemente do que se alardeia, ela questiona todas as categorias, sexo, gênero, etc.
Butler destaca o profundo dissenso que há entre os muitos grupos e reconhece haver divergências até mesmo acerca do que seja gênero.
Se os especialistas em sexualidade, questões de gênero, etc têm tantas dúvidas e divergem mutuamente (o que não é algo ruim em si) como exigir dos outros manifestações perfeitas?
Leiam a entrevista de Butler à Folha e a matéria que compartilho abaixo sobre a fala de um magistrado.
A matéria noticia que o FONATRAN representará o magistrado ao CNJ, por ter entoado um discurso de ódio, durante ato religioso, em que se questionava a ideologia de gênero.
O FONATRAN reclama do fato de o magistrado ter correlacionado gênero à homossexualidade.
Vejam, retomando, se até a maior especialista na matéria aponta não haver consenso entre os ativistas LGBTI..., como exigir do magistrado saber se gênero está, ou não, relacionado à homossexualidade? E ainda que tivesse sido um erro crasso, onde está o ódio?
A fala do magistrado foi generalizante? Misturou grupos que não devem ser misturados? A nota do movimento também foi! Atribuiu o comportamento criminoso de atacar sexualmente crianças a todos os religiosos. Tratou todos os agressores sexuais como pedófilos!
Eu, por trabalhar com Direito Penal, sei bem que toda generalização é injusta. Por atender vítimas de crimes sexuais e, por isso, precisar estudar os agressores, sei bem que nem todos são pedófilos. Mas nem todo ser humano sabe, nem mesmo no Direito e na Medicina!
É necessário haver um pouco de solidariedade também nos discursos. Seja daqueles que promovem e sempre podem passar a mesma mensagem em outro tom, seja daqueles que recebem. Esse acirramento de ânimos não ajuda ninguém.
Discursos de ódio são aqueles que incitam e/ou fazem apologia à violência.
Se uma pessoa acredita que a homossexualidade é um pecado e que homossexualidade está diretamente relacionada a gênero, pode-se tentar estabelecer um diálogo, mas não há medida judicial para moldá-la ou modificá-la!
Na entrevista, Butler fala algo muito importante. Algo que eu mesma costumo dizer aos meus alunos que, até pela idade, são radicais nessas questões. Nós não podemos obrigar os outros a nos aceitarem. Podemos exigir não sermos agredidos, nem prejudicados, mas não amados.
Por mais que muitos sonhem, não existe um direito fundamental a ser amado.
Às vezes, ouvindo alguns ativistas das mais diversas causas, penso que todos gostariam de ter uma lei que lhes garantisse aceitação e amor. Não há e é bom que não haja! Amor imposto é totalitarismo.
O magistrado que, ao que tudo indica, será representado por ter errado um conceito não definido de gênero, não pode prejudicar um transexual, que seja parte em processo em trâmite na Vara em que atua. Mas ele não é obrigado a estar atualizado com as várias teorias de gênero!
Eu não concordo com uma série de pontos levantados por Butler, mas acho que esses muitos grupos radicais nessas muitas causas deveriam ouvi-la em um aspecto. A vida pode ser mais leve!
Uma sociedade plural existe porque as pessoas pensam (e podem pensar) diferente, até mesmo acerca de qual o conceito de uma dada teoria.
Dia desses, na saída de um casamento, uma senhora aproveitou que eu estava só, se aproximou e disse bem baixinho: "Eu quero que você morra, que morra agora, que morra hoje". Nunca vi tanto ódio nos olhos de alguém.
A conversa foi um tanto longa. Eu fiquei abalada, não por mim. Eu não fiz nada para ela. Fiquei abalada por ela. O ódio só faz mal a quem sente. Quero muito que ela se cure desse sentimento e fique bem.
Entendem? Não posso entrar com uma ação para exigir que aquela mulher me ame, ou que me poupe de dividir comigo o seu sentimento de ódio. Se ela me agredisse, a situação seria diferente. Se fosse minha chefe e me assediasse, seria diferente. Mas amar e odiar são verbos intransitivos!
Eu poderia ingressar em uma análise jurídica, pormenorizada, sobre direitos constitucionais à liberdade religiosa, de consciência e à livre expressão. Mas antes do Direito vem a razoabilidade. Não é razoável, nem saudável, a expectativa de consenso.
Eu sou algumacoisafóbica por escrever o que escrevi? Uns dirão que sim. Digo que não! Só estou falando o que realmente penso.
Concordo com vários pleitos dos muitos grupos (LGBTI... ou não), discordo de outros tantos. Exigência de concordância absoluta leva ao totalitarismo!

'A sociedade não aceita o imposto sindical. E não vai admitir a sua volta', diz Caiado

O senador Ronaldo Caiado comentou uma ameaça de greve de funcionários da CUT - Central Única dos Trabalhadores: "A torneira do dinheiro fácil que vinha do trabalho suado e difícil do trabalhador secou. 

Resultado? A CUT, sempre usada para atuações ideológicas, que na maioria das vezes era apenas para atender interesses do PT, tem que diminuir sua megaestrutura. 
E ainda sofre com ameaça de greve. 

Parece que o jogo virou, não é mesmo? 

A sociedade não aceita o imposto sindical. E não vai admitir a sua volta".

'Os políticos mostraram do que são capazes. Isso tem que indignar Você', diz Deltan Dallagnol

O procurador e coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, manifestou sua indignação com a decisão da Alerj de revogar a ordem de prisão contra deputados estaduais e libertá-los sem sequer comunicar o Juízo competente: "Isso tem que indignar Você". 

Leia abaixo o texto de Deltan Dallagnol:

Não desista do Brasil. Hoje (17) os políticos mostraram do que são capazes. Não me refiro às provas consistentes da prática de corrupção por líderes políticos do Rio de Janeiro. Eu me refiro à conduta dos demais. Os deputados da Assembleia do Rio deveriam ser os primeiros a endossar a atuação da Justiça e apurar a responsabilidade de seus líderes, mas o comportamento foi o oposto.
Isso tem que indignar Você. Nós não podemos nos anestesiar, mas sim dar vazão à nossa indignação, de modo pacífico e democrático, por meio da participação popular. 
Se Você não se envolver, eles ocuparão o seu espaço. Se hoje (17) os políticos mostraram do que são capazes, em 2018 a sociedade brasileira precisa mostrar do que é capaz, nas urnas, agindo de modo organizado para eleger apenas políticos com ficha limpa, que expressem compromisso com a democracia e que apoiem propostas anticorrupção, com palavras, votos e atitudes.
Há entidades respeitadas da sociedade civil trabalhando nesse sentido. Não esqueça do que aconteceu nesta sexta (17) e se una a elas em 2018, o ano que representa a grande chance brasileira contra a corrupção.
O que aconteceu no Rio de Janeiro foi uma amostra do que pode acontecer em Brasília e com a Lava Jato se em 2018 não virarmos o jogo contra a corrupção.
Quando a punição bater na porta dos grandes líderes corruptos, eles perderão a vergonha de salvar a própria pele.
A única solução é por meio da democracia e de uma política mais íntegra, e isso depende de Você.




'A tendência é criar um País monstruoso, um País onde os bandidos fazem a lei', diz Fernando Gabeira

Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, Fernando Gabeira aponta o aumento dos absurdos relacionados à corrupção: "estamos tratando como normais e cotidianas várias aberrações que nos transformam num país virado de cabeça para baixo". 

Gabeira aponta que as aberrações tendem a aumentar, conforme os políticos tentam se safar, com soluções como acabar com as prisões após condenação em segunda instância: "na prática, resultará em impunidade geral". 

Leia abaixo o texto completo de Fernando Gabeira: 
De passagem pelo Brasil, um dirigente espanhol do Podemos, Rafael Mayoral, afirmou que a esquerda não vai salvar as pessoas e o essencial é fortalecer a sociedade para que ela possa controlar qualquer governo no poder. Não vi o restante do seu discurso. Mas até onde li, concordo. De certa forma, tenho usado esse argumento com novos grupos que querem a mudança no Brasil.
Muitos deles estão legitimamente preocupados com a falta de alternativas na eleição presidencial. Mas, ainda assim, afirmo que a descoberta de um nome não é tão importante quanto fortalecer a sociedade para que possa monitorar ativamente o governo.
No fundo, o objetivo maior deve ser a construção de um controle social tão preciso, diria até tão virtuoso que possa tornar mais amena a constatação de que não elegemos anjos, mas pessoas de carne e osso. Isso é válido para qualquer sociedade, mas no Brasil parece que somos mais intensamente de carne e osso.
De certo modo, já exercemos algum controle sobre o governo Temer. Duas medidas foram revertidas por pressão social: a abertura de uma área de mineração na Amazônia e o abrandamento da lei que pune o trabalho em condições análogas ao de escravo. Mas esse esforço de controle só tem surgido em grandes temas. Estamos tratando como normais e cotidianas várias aberrações que nos transformam num país virado de cabeça para baixo.
Um exemplo que me espantou foi o pedido oficial de Geddel Vieira Lima para saber o nome e o telefone de quem o denunciou. No apartamento ligado a Geddel foram encontradas as malas com R$ 51 milhões. Até agora não sabemos, e creio que a polícia também não, de onde veio o dinheiro atribuído a Geddel. Mas ele quer saber quem o denunciou. Se a polícia desse o nome e o telefone de quem denunciou, Geddel iniciaria uma prática internacionalmente nova: quebrar o anonimato dos informantes, para serem devidamente assassinados.
Raquel Dodge negou o pedido de Geddel. Mas o fato de ter existido e circulado como uma notícia normal revela como o País, no cotidiano, foi posto de cabeça pra baixo.
No caótico Estado do Rio de Janeiro, outra dessas barbaridades que quase passam em branco:
o governador Pezão indicou um deputado para o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o mesmo cujos membros foram presos.
Questionado na Justiça, Pezão chamou o procurador Leonardo Espíndola para defendê-lo. Impossível, disse o procurador, sua decisão é inconstitucional.
Ato contínuo, Pezão demitiu Espíndola. Felizmente, o indicado por Pezão caiu nas garras da Polícia Federal antes de tomar posse no TCE. É acusado de corrupção, ao lado do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jorge Picciani.
São só dois fatos cotidianos. Há algo comum em sua origem. Nascem de políticos do PMDB envolvidos em corrupção. Um quer o nome de quem o denunciou, o outro considera defender a Constituição algo incompatível com o serviço público.
E a vida continua. Engolindo alguns sapinhos no cotidiano, nosso estômago é preparado para os grandes sapos de fim de mandato.
Um deles, que está sendo preparado nos bastidores, é a derrubada da prisão em segunda instância. As articulações correm no Congresso e no próprio Supremo Tribunal Federal (STF).
Tanto ministros do Supremo como parlamentares veem nisso uma saída para neutralizar não só a Lava Jato, como todas as operações que envolvam políticos corruptos.
Enunciado apenas como uma tese jurídica, o fim da prisão em segunda instância é palatável. Todos são inocentes até que a sentença seja confirmada pelo STF. Na prática, resultará em impunidade geral. Todos terão direito a uma trajetória semelhante à de Paulo Maluf, que de recurso em recurso vai tocando sua vida, exercendo seus mandatos e até defendendo outros acusados de corrupção, como Michel Temer.
No momento em que as aberrações se acumulam, a tendência é criar um País monstruoso. Algo que já tentei definir num discurso, no alto de um caminhão, em protesto de rua: um País onde os bandidos fazem a lei.
Enquanto essas coisas acontecem, o debate entre os que querem a mudança tende a concentrar-se no perfil do líder que nos vai salvar. Em que rua, em que esquina vamos encontrá-lo? No Acre, em Alcácer Quibir?
Enquanto não aparece, creio ser necessário fortalecer as organizações que trabalham com a transparência. Estão surgindo de vários pontos.
Hoje se investiga como os partidos gastam seu dinheiro. Há um grupo que cuida exclusivamente de despesas de parlamentares. A intensa busca da transparência fortalece a sociedade. Da mesma maneira, ela ficará mais forte se todos os grupos que buscam a mudança se unirem num esforço comum.
Nem todos pensam da mesma maneira, estamos cansados de saber. Mas é preciso um mínimo de maturidade, na situação dramática do País, para encontrar pontos de convergência.
Não importa tanto se um grande líder vai emergir dos escombros. Mesmo se aparecer, não será um anjo. Não elegeremos anjos em 2018. Nunca o faremos, creio eu.
A fronteira do pessimismo não nos deve desesperar. Há algumas instituições funcionando, há grupos trabalhando na busca da transparência, há a possibilidade real de que todos os que querem mudança encontrem pontos de contato, um denominador comum.
Como o poeta que fabrica um elefante de seus poucos recursos, a sociedade brasileira terá de construir seu sistema de defesa. Alguns móveis velhos, algodão, cola, a busca de amigos num mundo enfastiado que duvida de tudo – o elefante de Drummond é inspirador.
Quem sabe, como em Portugal, conseguiremos construir nossa própria geringonça? Prefiro essa visão modesta e realista a esperar dom Sebastião. Curado de sua megalomania, talvez o Brasil aceite, finalmente, tornar-se um grande Portugal.

sábado, 18 de novembro de 2017

Procurador faz grave denúncia e explica como o STF está 'por trás' da sabotagem ao combate à corrupção

O procurador Danilo Dias explicou como funcionam os ataques à luta contra a corrupção: "Há formas sutis de matar o combate à corrupção e promover a impunidade. 

Estamos vendo duas formas aplicadas na prática: 
-esvaziamento da colaboração premiada; e
-autorização para que o Congresso e as Assembleias se tornem salvaguardas de criminosos. 

O STF está por trás das duas".

Na TV, PMDB vai ironizar Dilma 'saudando a mandioca'

Em novo filme de sua propaganda partidária, aprovado neste fim de semana pelo presidente Michel Temer, o PMDB vai ironizar a ex-presidente Dilma Rousseff em um discurso no qual a petista saúda a mandioca como "uma das maiores conquistas do Brasil".

O vídeo será veiculado em rede nacional a partir de terça-feira (21). Ele é a 12ª peça da série "O Brasil segue em frente", criada pelo publicitário Elsinho Mouco.

Temer estava relutante quanto ao conteúdo do filme –que relembra um discurso de Dilma que se espalhou nas redes sociais e foi muito utilizado por seus adversários como argumento para justificar uma suposta incapacidade de articulação.

Segundo aliados, porém, o presidente foi convencido por sua equipe de comunicação de que era importante mostrar as diferenças de gestões e de que não é possível "esquecer o que foi feito com o país".

"Não dá pra esquecer: 2016, com a economia em frangalhos, Dilma Rousseff anunciava a mandioca como uma das mais importantes conquistas do país", diz a apresentadora do programa.

O discurso foi feito em junho de 2015, durante a abertura dos Jogos Indígenas.

"O PT de Dilma desenterrou a mandioca e enterrou o país. Estava mesmo na hora de tirar o país do vermelho", completa a narradora em uma analogia à cor do PT, partido de Dilma.

Os outros filmes atacam a delação da JBS e uma suposta "trama" para "tentar derrubar" Temer, em uma referência indireta ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que apresentou duas denúncias contra o presidente.

Ambas, por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, foram barradas pela Câmara.

Quem tem medo de Bolsonaro além da imprensa?

Os dois piores conselheiros da imprensa atual são: o medo e o desespero. Elementos presentes na candidatura Bolsonaro. Um candidato sem dinheiro, sem partido e sem máquina propagandista, mas com incontáveis potenciais eleitores.
Ao ler a reportagem desonesta da revista IstoÉ tive a certeza de que os dois fatores acima determinarão o que será dito ou escrito contra o candidato.
Resgatam falas infelizes, deturpam citações, interpretam “cumpañeramente” o que lhes convém, manipulam fotos com semblantes beirando a raia da esquizofrenia e, sobretudo, tentam imprimir uma imagem de um homem-demônio para criar uma repulsa quase leprosa nos brasileiros.
Tudo isto para afastar sua tendência atual: ser o único nome capaz de enfrentar a velha política nacional, que está disposto a enfrentar as graves consequências e os reflexos da degeneração sócio-econômico-moral vivida pelo Brasil.
Bolsonaro não é perfeito e não está imune a críticas – é bom que seja questionado de forma séria e saudável, isto faz parte da democracia. Como ele mesmo disse: “Messias é só no nome, não sou salvador da pátria”. Entretanto, o que o mainstream brasileiro faz é absolutamente desonesto e seletivo. Primeiro, porque distorce o contexto e relativiza o estado de barbárie do Brasil atual – que deverá obrigatoriamente ser enfrentado por mãos firmes, não contaminadas pela praga do politicamente correto. Segundo, porque tivemos num passado não tão distante, políticos que pleitearam ( e levaram) a Presidência da República que falaram frases infinitamente mais infelizes e jamais foram rotulados de “ameaça totalitária”.
Vale lembrar das “brincadeirinhas” ( para a imprensa ) do mestre Lula da Silva elogiando genocidas como Adolf Hitler e Mao Tse Tung – dois assassinos totalitários que o Lulinha Paz & Amor nutre e confessa admiração. Vale refrescar a memória meio enferrujada dos nossos queridos jornalistas, quando o sociólogo prafrentex FHC chamou os aposentados brasileiros “carinhosamente” de vagabundos. Vale não esquecer do inclusivo Lula se referindo grosseiramente a suas feministas de plantão como mulheres daquilo duro, ou ainda dizendo que Pelotas é polo exportador de homossexuais.
Afinal…A lista é longa e memorável. Mas a seletividade norteia nossos iluminados escrevinhadores que se julgam os únicos, hoje, a influenciar a opinião alheia. Todavia, qualquer um poderá ter acesso ao que foi dito pelos nossos amados ex-presidentes, basta uma simples consulta.
Na atualidade, acusam Bolsonaro de “ignorância econômica” e aí mais risível torna-se o libelo de seus detratores. Tivemos dois presidentes analfabetos nos últimos anos e isto nunca foi motivo para qualquer questionamento e/ou impeditivo. Mas, enfim, algo precisa ser dito em um país de economia ARRASADA pelo socialismo. Assim, o tema não poderia ser ignorado. Compreensível a tentativa.
Enquanto o “democrático” e já condenado candidato Lula regurgita seu ódio contra a democracia e promete “regulamentar a mídia” ( outro nome para a censura); perseguir juízes que cumprem a lei – e que tiveram a inaceitável audácia de interromper seu projeto de poder, descortinando as maracutaias de sua quadrilha – o candidato que posta-se como uma ameaça autoritária é, claro, Jair Bolsonaro.
Bom, os dois conselheiros da imprensa acima citados – o medo e o desespero – serão decisivos para desmoralizar ainda mais a desacreditada imprensa nacional – a mesma que durante décadas, anos e muitos carnavais foi servil ao projeto mais audacioso e covarde que o Brasil já teve: o da implantação do socialismo cucaracha, aquele que também distribuiu gordos pixulecos para nossos “isentos” palpiteiros leninistas e stalinistas que confortavelmente sentaram-se nas redações dos jornais e hoje coordenam a jovem moçada atrasada em Woodstock, para que ela continue a enganar o povo brasileiro. Resta saber se conseguirão!
Não é de hoje que a propaganda é alma do negócio. Estes formadores de opinião de araque são os únicos que ainda não perceberam que o Brasil defendido pela imprensa é justamente tudo aquilo que não mais queremos. A maioria dos nossos jornalistas está trabalhando para aqueles que podem eleger Jair Bolsonaro. O “mito” que realmente existe chama-se o “mito da imprensa isenta”, nada mais.
Ademais, toda arrogância tende a ser castigada.
texto : Claudia Wild
(jornal hora extra conteúdo)

Magistrados entram com ação contra Alerj: “só juiz pode assinar alvará de soltura e decretar prisão”

Após a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) revogar a prisão e restituir os mandatos dos deputados peemedebistas Jorge Picciani, presidente da Casa, Paulo Melo e Edson Albertassi, nesta sexta-feira (17), o presidente da AMB (Associação de Magistrados Brasileiros) informou que a entidade vai entrar com uma ação pedindo esclarecimentos ao STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a decisão da Corte usada pela assembleia para reverter medidas cautelares contra os parlamentares. 

“Só juiz tem competência no Brasil para assinar alvará de soltura e decretar prisão”, afirmou Oliveira ao comentar a decisão dos deputados fluminenses. Picciani, Melo e Albertassi deixaram a Cadeia Pública José Frederico Marques,em Benfica, onde também está preso o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e outros envolvidos na Lava no Rio, pouco mais de uma hora depois dos parlamentares votarem pela soltura dos três, sem que a decisão tivesse sido informada à Justiça.

É MAIS FÁCIL ENTENDER O LADRÃO DO QUE O JUIZ


No último dia 2 de novembro, durante um show em Brasília, prenderam um homem com 29 celulares roubados. Carregava os objetos até dentro da cueca. Lavrado o flagrante, foi levado à presença de um juiz para audiência de custódia. O meritíssimo impôs fiança no valor de um salário mínimo e o devolveu às ruas para aguardar julgamento. Não duvido que à noite, ao repassar mentalmente sua atividade, o juiz se tenha considerado bom, justo e magnânimo. "Afinal, eram apenas bens materiais...", talvez tenha pensado. 
No entanto, desconsiderou: 1º) a segurança da sociedade que lhe paga os subsídios; 2º) as futuras vítimas das ações criminosas daquele meliante; 3º) a sensação de impunidade que, no mundo do crime, se inclui entre as mais eficazes causas da perpetuação desses mesmos atos; 4º) o crescente desrespeito, entre nós, ao direito de propriedade.
 Em vista do grande número e da frequência com que se verificam, são os crimes contra o patrimônio os que mais contribuem para o que deveríamos designar como real percepção da população sobre sua insegurança. Afinal, estamos falando de milhões de eventos anuais.
Os latrocínios são os crimes que mais apavoram a população. Embora, na prática, os 2514 casos ocorridos em 2016 representem apenas 4% dos homicídios, eles são uma ameaça presente em centenas de milhares de ações. Todo crime contra o patrimônio em saída de banco, estacionamento, porta de garagem, estabelecimento comercial aberto ao público é praticado sob a ameaça do gatilho ou da lâmina da faca, exibidos ou insinuados. Eis o grande terror. 
E a sociedade pressente que eventos dessa natureza podem acontecer a qualquer momento porque o número de ladrões em operação no país assumiu proporções demográficas.
Como chegamos a essa situação? Por um imprudente e ostensivo desrespeito legislativo, político e judicial ao direito de propriedade. Se quisermos restabelecer o respeito à lei, a ordem pública e a segurança da população, é importante recolocá-lo no devido lugar. O direito de propriedade não é uma coisa qualquer. 
Somente insidiosos motivos ideológicos podem explicar o crescente descaso para com ele dentro das nossas instituições. Ao privar alguém de algo, o ladrão está tomando produto do trabalho, meio de vida, material de estudo, conhecimento adquirido e rompendo gravemente a ordem! Quando a Justiça trata como irrelevantes os crimes contra o patrimônio está, simultaneamente, servindo injustiça aos cidadãos de bem e alimentando com liberdade de ação a cadeia produtiva do crime.
Por maligna que seja a ação do meliante, ele me é mais compreensível do que o juiz. Mais difícil ainda é entender aqueles tantos que, apenas por motivos ideológicos, não sendo uma coisa nem outra, defendem a ambos: o ladrão que vive dos bens alheios e o juiz que o devolve às ruas.
texto: Percival Puggina

CUT diz que vai demitir 60% dos funcionários. Revoltados, empregados anunciam greve

Funcionários da CUT (Central Única dos Trabalhadores) ameaçaram entrar em greve nesta semana, depois que a entidade iniciou na terça-feira (14) um Programa de Demissão Incentivada (PDI) para enxugar em quase 60% sua folha de pagamento. 

A entidade, com 178 empregados, se diz asfixiada pelo governo Michel Temer, que, com a reforma trabalhista, acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical. O tributo, que equivale a um dia de trabalho, é um dos principais recursos das centrais. 

Embora a cúpula da entidade afirme ter consultada seus trabalhadores sobre os critérios de exoneração, os funcionários chegaram a anunciar a deflagração de uma greve. O presidente da central, Vagner Freitas, diz desconhecer o movimento. 

Queixando-se de perseguição política, Freitas informa ainda que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares aderiu voluntariamente ao programa, abrindo mão de um salário de R$ 15 mil.

“Delúbio é um trabalhador da CUT. Agrega muito. É com muita dor que informo que ele tomou a iniciativa de aderir”, disse Freitas, lembrando que a contratação do ex-tesoureiro (condenado por corrupção ativa no julgamento do mensalão) foi autorizada por Joaquim Barbosa, então ministro do Supremo. 

A direção da CUT argumenta que o plano de demissão de funcionários foi uma resposta ao fim do imposto sindical obrigatório. De acordo com Freitas, a redução permitirá a manutenção das atividades da central. 

Ele não informou qual o impacto da medida adotada pelo governo Temer nos cofres da entidade nem o orçamento global da entidade. 

Em 2016, ela recebeu R$ 59,8 milhões da contribuição. O presidente da CUT afirma ainda que o enxugamento da folha foi submetido à assembleia de trabalhadores após prévia apresentação de uma proposta da direção.

“Diferentemente das empresas, os trabalhadores foram consultados. Não é um momento de felicidade”, diz. 

O PDI será encerrado em 4 de dezembro e, caso não tenha adesão dos trabalhadores, será iniciado um processo de demissão até que se chegue ao percentual desejado. 

Freitas alega que as medidas garantirão ações de enfrentamento com o governo Temer. Um carro de som fornecido pela entidade acompanhou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na caravana que protagonizou pelo interior de Minas Gerais.

fonte: Folha de São Paulo

Os banqueiros de Bolsonaro

Jair Bolsonaro encontrou-se na quinta (16) com o presidente do Credit Suisse no Brasil, José Olympio.

“Desde que passou a subir nas pesquisas”, diz a Folha de S. Paulo, “Bolsonaro virou objeto de interesse do mercado e já se reuniu com várias instituições, inclusive fora do Brasil”.

VERGONHA! OFICIAL DE JUSTIÇA IMPEDIDA DE ENTRAR NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Assistam ao vídeo abaixo que mostra a falência institucional no Estado do RJ e o prenúncio do CAOS SOCIAL que poderá vir a contagiar todo o país. 
A Oficial de Justiça que portava a notificação judicial que determinava a suspensão da sessão da Alerj que iria votar a revogação da prisão de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi foi IMPEDIDA de entrar na Casa Legislativa, pela quadrilha dos Picciani, e protocolar a notificação judicial. 

Por que as Forças de Segurança impediram o seu acesso ? Essa é uma clara demonstração de que a situação atual do Rio de Janeiro e do Brasil expõem claramente um cenário de falência nas suas instituições, com efeitos no mínimo imprevisíveis.

O comandante e o chefe da segurança, responsáveis pela obstrução da Oficial de Justiça, deveriam ser processados por esses procedimentos.

Juiz de 1ª instância condena Renan Calheiros a perder o mandato e direitos políticos

A 14ª Vara Federal de Brasília condenou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) a perder o mandato e suspendeu seus direitos políticos por oito anos por improbidade administrativa. O alagoano, porém, ainda pode recorrer da decisão e se manter no cargo enquanto eventuais recursos não forem julgados.

A sentença foi dada nesta quinta-feira (16) pelo juiz de primeira instância Waldemar Carvalho, da 14ª Vara Federal, e obtida pelo UOL nesta sexta (17).

Renan foi condenado por "enriquecimento ilícito" e "vantagem patrimonial indevida". O caso ainda é segredo de Justiça, mas o UOL apurou que a sentença está relacionada ao caso Mônica Veloso.

O senador disse que vai recorrer e que a decisão sobre esse tema por um juiz de primeira instância "causa surpresa". Ele argumentou que o Supremo Tribunal Federal já analisou o caso e não o recebeu por falta de provas. 

Em 2007, Renan renunciou à Presidência do Senado porque a jornalista Mônica Veloso, com que tinha uma filha fruto de um relacionamento extraconjugal, denunciou que ele pagava a pensão da criança com dinheiro de um lobista da empreiteira Mendes Júnior, Cláudio Gontijo.

O episódio gerou ao menos duas ações judiciais. Uma delas, que ocasionou a atual condenação, era de caráter civil e foi aberta pelo Ministério Público em 2015, por improbidade administrativa.

A outra ação, de caráter criminal, foi enviada ao Supremo Tribunal Federal acusando Calheiros de uso de documento falso, falsidade ideológica e peculato (desvio de dinheiro público). Parte dela não foi aceita por falta de provas em 2016, mas o processo ainda está em tramitação.

A defesa de Renan pode apelar ao próprio juiz ou ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

O juiz ainda condenou Renan, Gontijo e a empreiteira Mendes Júnior a pagarem, juntos, a quantia de R$ 246.853,20 como multa civil, em valores a serem atualizados. Segundo o magistrado, esse foi o valor que a Mendes Júnior teria repassado ao senador por meio do lobista. 

A reportagem não conseguiu localizar Gontijo para comentar a decisão judicial. A reportagem entrou em contato com o escritório da construtora Mendes Júnior em São Paulo, mas não obteve resposta.

O processo cível na 14ª Vara corre em segredo de Justiça. O sigilo engloba a íntegra dos argumentos da sentença de condenação do senador, do lobista e da empreiteira. Só os réus podem conhecê-los integralmente.

Crítica ao Judiciário 

Renan Calheiros disse ao UOL, por meio de nota, que "a decisão do juiz de primeira instância causa surpresa".

"O Supremo já julgou esse caso e sequer o recebeu por falta de provas. Todos os ouvidos negam os fatos. Por isso, vou recorrer com serenidade a quem cabe a palavra final", disse o senador.

O senador ainda criticou o Judiciário sobre a decisão. "Mas não ignoro a sensação de que se trata de retaliação à defesa que fiz quando um juiz autorizou a invasão do Senado pela polícia", afirmou ele.

No ano passado, o senador disse que o juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, era um "juizeco" porque autorizou prisão de servidores do Senado e apreensão de maletas antigrampo usadas pela Casa. "Há um evidente desmonte do sistema de garantias individuais", continuou Renan na nota enviada à reportagem na tarde desta sexta-feira (17).
Ação no STF

O senador Renan Calheiros ainda responde à ação criminal derivada do caso Mônica Veloso no Supremo Tribunal Federal (STF).

A denúncia foi aberta em 2013, mas só quatro anos depois os ministros autorizaram a abertura do processo criminal. A acusação diz que o senador teria desviado dinheiro de verba indenizatória do Senado e teria usado notas frias de venda de gado para justificar ter renda para pagar a pensão a Mônica Veloso. Ele argumentou que por causa dessa renda não teria necessidade de se valer de dinheiro vindo de uma empreiteira.

Os ministros rejeitaram acusações do Ministério Público por falsidade ideológica e uso de documento falso, parte deles por prescrição, quando o processo demora demais para ser concluído, e por falta de provas.

A tese da Procuradoria-Geral da República (PGR) era que o senador teria forjado documentos para dar ares de legalidade a rendimentos a fim de justificar os pagamentos que fazia à jornalista Mônica Veloso.

Mas Renan ainda responde pelo crime de peculato, suspeito de desviar dinheiro de verba indenizatória da Casa. Essa acusação não se conecta diretamente ao caso Mônica Veloso, mas a promotoria colocou a acusação na mesma ação penal.

O advogado de Renan, Luís Henrique Machado, reforçou que o Supremo rejeitou as acusações criminais de falsidade ideológica e uso de documento falso. "Exatamente pelos mesmos fatos envolvendo o episódio Mônica Veloso, o Supremo Tribunal Federal quando analisou o caso no âmbito penal, nem sequer recebeu a denúncia por ausência de prova", afirmou ele, em nota para o UOL na noite desta sexta).


A defesa promete recorrer ao TRF-1. "De toda forma, cabe à defesa apelar da decisão confiando que o Tribunal Regional Federal restabeleça o mesmo critério e raciocínio utilizado pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal."

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR !


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