terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Rodrigo Janot foge

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot fugiu de dar explicações sobre o acordo de delação premiadíssima que firmou com os criminosos Joesley Batista, seu irmão e outros empregados. Janot se negou a atender o convite para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, em audiência marcada para esta quarta-feira (4), como foi antecipado anteriormente pelo site Imprensa Viva.

"Cumprimentando-o cordialmente, comunico a Vossa Excelência que, tendo em vista o disposto no art. 236, II, da Lei Complementar nº 75/1993, devo declinar do honroso convite formulado por meio do expediente em epígrafe, uma vez que o sigilo profissional imposto aos membros do Ministério Público Federal, ali previsto, impede-me de prestar quaisquer esclarecimentos sobre atos praticados em razão da função desempenhada e afetos ao meu ofício", alegou Janot. 

Pesam contra o ex-procurador suspeitas de que ele teria recebido uma fortuna do açougueiro Joesley Batista para conceder-lhe imunidade eterna no controverso acordo de delação da JBS, que teve a participação direta do ex-braço direito de Janot, Marcelo Miller.

Família que rouba unida, deve permanecer unida. Na prisão. Raquel Dodge denuncia até a mãe de Geddel Vieira Lima

A procuradora-geral da República Raquel Dodge pediu a prisão domiciliar da mãe de Geddel Marluce, Marluce Vieira Lima no bojo da denúncia encaminhada nesta segunda-feira (4) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes atribuídos à família do ex-deputado, como lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

A denúncia se refere ao caso dos R$ 51 milhões em dinheiro vivo atribuídos a Geddel, pela Polícia Federal (PF), encontrados em malas em um apartamento em Salvador. A PGR também acusou formalmente mais cinco pessoas. Entre elas, estão o irmão de Geddel, deputado federal Lúcio Vieira Lima e a mãe deles, Marluce Vieira Lima. 

Na denúncia, a procuradoria aponta quatro possíveis fontes dos R$ 51 milhões propinas da construtora Odebrecht, repasses do operador financeiro Lúcio Funaro derivados do esquema da JBS na Caixa durante o governo Dilma, desvios de políticos do PMDB e transferência de parte de salário de assessores. 

A Polícia Federal já identificou que os repasses ocorreram entre 2011 e 2015, durante a gestão da expresidente Dilma Rousseff. 

Apontada como cúmplice do filho por ter participado da ocultação dos R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento em Salvador, a mãe de Geddel Vieira Lima chegou a dizer que o filho não é bandido e sim doente que sofre há anos com o problema da cleptomania. 

Ao que tudo indica, Marluce sempre se beneficiou da doença do filho. 

Em 1983, aos 25 anos, recém-saído da faculdade de Administração de Empresas, Geddel foi indicado para o posto de diretor da corretora de valores do Banco Estadual da Bahia, Baneb. 

Era seu primeiro cargo público.

Segundo o Globo, uma auditoria interna pilhou um desvio de R$ 2,7 milhões (em valores atualizados), fruto de um esquema que teria beneficiado Geddel, seu irmão, o hoje deputado Lúcio Vieira Lima, seu pai, o ex-deputado Afrísio Vieira Lima, e ela mesma, mamãe Marluce Quadros Vieira Lima. 

Geddel foi demitido. Eleito deputado federal em 1990, foi citado no caso dos “Anões do Orçamento”, acusado de manipular emendas para beneficiar empreiteiras. A CPI que investigou o caso, em 1993, o absolveu. 

A carreira gloriosa no crime culminou nos 51 milhões de reais encontrados no apartamento de Salvador e na cana. 

Em janeiro de 2016, Dona Marluce passou a receber uma pensão de R$ 26.000,00 da Caixa de Previdência Parlamentar do Ceará por conta de 16 anos de contribuição de seu marido, o ex-deputado Afrísio Vieira Lima, morto naquele mês. 

Não que precisasse. “Meu pai casou com uma mulher rica”, falou Geddel. 

A declaração foi dada em 2000 à Folha, que investigava denúncias de Antônio Carlos Magalhães, então presidente do Senado, de irregularidades nas compras de fazendas de Geddel Vieira Lima. 

Com informações do Diário do Centro do Mundo e G1


O cinismo de Gilmar Mendes sobre o 'foro privilegiado' que concedeu a Jacob Barata Filho: É preciso nadar contra a corrente

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) se superou ao tentar justificar o fato de ter mandado soltar pela terceira vez o empresário e amigo Jacob Barata Filho, apontado como chefe da máfia dos transportes coletivos do Rio de Janeiro. 

“Nadar contra a corrente não é apenas uma sina nossa, é nosso dever. Se estivermos sendo muito aplaudidos porque estamos prendendo muito, porque negamos habeas corpus e tudo o mais, desconfiemos. Não estamos fazendo bem o nosso job [trabalho]. Certamente estamos falhando”, disse o ministro nesta segunda-feira, 4 durante um evento no Superior Tribunal de Justiça cujo tema era o ativismo judicial. 

“Quem quiser colher aplausos fáceis tem que escolher outra profissão”, afirmou Mendes. “Nadar contra a corrente não é apenas uma sina nossa, é nosso dever.”,

Gato e rato. Após Gilmar Mendes soltar Jacob Barata, Raquel Dodge volta a pedir ao STF a prisão do chefe da mãe do transporte coletivo do Rio

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apelou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 04 para que a Corte derrube a decisão do ministro Gilmar Mendes que mandou soltar pela terceira vez o empresário Jacob Barata Filho, dono e sócio de várias empresas de ônibus no Rio, na sexta-feira (1º). 

Raquel Dodge não se limitou a pedir novamente a prisão do "Rei do Ônibis", como também argumentou sustentou que o ministro não poderia decidir sobre a questão porque um outro habeas corpus sobre a matéria foi distribuído ao colega Dias Toffoli, que chegou a pedir parecer da PGR sobre o caso. 

“Com esta decisão, firmou-se a competência do ministro Dias Toffoli para, por prevenção, processar e julgar eventuais novos pedidos relacionados à Operação Cadeia Velha, em trâmite no TRF2 [ Tribunal Regional Federal da 2ª Região], inclusive, e por óbvio, eventuais novos pedidos voltados a revogar as medidas cautelares decretadas nos autos”, diz o recurso. 

Além disso, a procuradora argumenta que os documentos apreendidos na Operação Cadeia Velha, da Polícia Federal (PF), na qual o empresário foi preso pela última vez, mostram que ele continua a cometer crimes. 

“Vale lembrar que a análise dessas provas não pode ser dissociada do contexto de fundo das investigações criminais que revelam o papel de gestão e liderança exercido por Jacob Barata Filho nas empresas de seu grupo familiar”, afirma Dodge. 

Gilmar Mendes e sua esposa foram padrinhos de casamento de Beatriz Barata, neta de Jacob Barata, e Francisco Feitosa Filho, cujo pai é o dono da maior empresa do ramo no Ceará. 

Com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A presidente do STF tem muito o que explicar à sociedade

Presidente do Supremo Tribunal Federal, a ministra Cármen Lúcia tem muito a explicar à sociedade para que não lhe caia a pecha de preservar uma Corte corporativista. 

Até hoje não pautou pedido de suspeição do ministro Gilmar Mendes, solicitado há meses pelo então Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, no caso da soltura de Jacob Barata Filho por decisão de Gilmar em duas ocasiões. 

Gilmar, compadre  confesso de Barata, o soltou pela terceira vez e deixou o Supremo na contramão de outros casos de presos que também almejam a liberdade. Cármen já se enrolou com voto de minerva no caso que deixou para o Senado o aval de decidir se Aécio Neves deveria ser preso – e assim abriu precedente inédito no qual, agora, toda Assembleia Legislativa ou Câmara de Vereadores terá a palavra final sobre decisão judicial de prisão de mandatários.

O então governador Aécio, em Minas Gerais, foi um dos apoiadores para a nomeação da mineira Cármen Lúcia para o STF. Todo nome para o Judiciário passava por ele.

Não há erro na liminar monocrática para Barata Filho, solto por decisão de Gilmar. Foi à luz da interpretação da lei. 

O problema é a suspeição da relação de compadrio.

(com O DIA conteúdo)


Sem Lula a economia melhora

O mercado só quer se livrar de Lula.

Como é que ele vai reagir à notícia publicada pelo Zero Hora de que o desembargador João Pedro Gebran Neto já concluiu o voto sobre o triplex?

E como é que vai reagir ao Datafolha?

Sem a candidatura de Lula em 2018, a economia melhora imediatamente.

O GOLPE DE LULA FRACASSOU

O TRF-4 sabotou os planos de Lula.

O comandante máximo da ORCRIM pretendia arrastar sua candidatura até setembro, com chicanas jurídicas no STJ, no STF e no TSE.

Se ele fosse cassado, transferiria uma parte de seus votos para o poste Jaques Warner.

A rapidez do desembargador João Pedro Gebran Neto, porém, desarmou esse golpe, porque o discurso vitimista de Lula vai esfriar até o início da campanha eleitoral.

Além disso, ele corre o risco de ser preso – e, com isso, tornar-se um cabo eleitoral ainda mais tóxico.

O PT tem de refazer seus planos. Rapidamente.

O TRF-4 no pedestal

O desembargador João Pedro Gebran Neto merece uma estátua.

Ele sabe que o Brasil precisa de respostas rápidas da Lava Jato.

Por isso mesmo, acelerou o ritmo e relatou o caso de Lula em exatos 100 dias.

O jornal Zero Hora explicou os próximos passos do julgamento:

1) Revisor da Lava Jato no TRF-4, Leandro Paulsen, examina o processo e elabora seu voto. 

2) Votos são disponibilizados para os três desembargadores da 8ª Turma

3) Quando os três integrantes estiveram com seus votos prontos, o presidente da turma, Leandro Paulsen, marca o julgamento da apelação.

4) Se o julgamento for por unanimidade, cabem embargos de declaração, recurso para explicar algum ponto da decisão. Contudo, em caso de condenação, os desembargadores podem decretar execução imediata da pena.

Sim, o comandante máximo da ORCRIM pode ser preso — se o STF não mudar as regras do jogo.

O VOTO DECISIVO

O voto sobre Lula do desembargador João Pedro Gebran Neto teve a sua conclusão facilitada pelo fato de que há uma montanha de provas contra o comandante máximo da ORCRIM.

O empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, confessou o pagamento de propinas a Lula.

E ele foi condenado pelo próprio TRF-4 por esse motivo.

A decisão da Oitava Turma sobre Lula vai determinar o futuro da democracia brasileira.

Os paulistas odeiam Lula

Lula é odiado em São Paulo.

De acordo com o Datafolha, 63% dos paulistas não votariam de jeito nenhum num candidato indicado por ele.

A terceira caravana do condenado

Lula parte nesta segunda-feira para o Espírito Santo.

Ele ainda não comentou o fato de que o desembargador João Pedro Gebran Neto concluiu seu voto sobre a propina da OAS.

Se a PF quiser prendê-lo, pode encontrá-lo aqui:

Segunda (4) Vitória:
18h00 – Ato de abertura da Caravana
Local: Praça Costa Pereira

Terça (5) Cariacica:
10h00 – Visita ao campus Cariacica do Instituto Federal do Espírito Santo e reunião com reitor e diretores
Local: Rod. Gov. José Sete, s/n

O começo do fim de Lula. Desembargador do TRF4 já concluiu seu voto sobre condenação do petista na Segunda Instância

O ex-presidente Lula foi pego de surpresa com uma notícia que pode significar o fim de seus planos de concorrer à Presidência da República. Segundo o jornal Zero Hora, o desembargador João Pedro Gebran Neto, Relator responsável pela Operação Lava Jato na 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), em Porto Alegre, concluiu seu voto em relação ao recurso do petista, que foi condenado pelo juiz Sergio Moro no dia 12 de julho a nove anos e seis meses de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no processo do apartamento tríplex do Guarujá (SP).

A conclusão do caso revela uma nova tendência dentro da Lava Jato, com a celeridade do andamento dos processos. O voto de Gebran Neto foi fechado exatamente 100 dias após a apelação chegar ao seu gabinete. De acordo com a reportagem do Zero Hora, apenas três apelações da operação ficaram menos tempo com o relator para preparação do voto.

O texto com a conclusão de Gebran Neto já está nas mãos de outro desembargador, Leandro Paulsen, revisor da 8.ª Turma. Pelos trâmites internos, Paulsen irá vistoriar o voto do relator, preparar seu próprio voto e encaminhar ambos para o terceiro membro do colegiado, Victor Luis dos Santos Laus. Somente depois disso será marcada a data do julgamento da apelação. Pelo andamento do processo, Lula pode ser condenado na Segunda Instância antes de maio do próximo ano. Neste caso, o petista será enquadrado na Lei da Ficha Limpa e se tornará inelegível por oito anos. 

Para que Lula seja impedido de concorrer à Presidência da República no ano que vem, a 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF4), a segunda instância judicial da Lava Jato, pode confirmar a sentença de Moro até agosto de 2018, período em que ocorrem os registros de candidaturas. 

Lula poderá tentar recorrer às instâncias superiores de modo a judicializar sua candidatura. Na prática, será apenas mais uma tortuosa sessão de esperneio. O petista conta com apenas 11,9% de preferência do eleitorado, enquanto 88,1% dos brasileiros anseiam por sua prisão. Embora apareça com pouco mais de 30% de intenções de votos nas últimas pesquisas, apenas 34% dos entrevistados manifestaram suas preferências para as eleições de 2018. 

De acordo com a última pesquisa do Datafolha, 46% não sabem em quem votar e 19% dizem ‘ninguém’. Isto significa 65% do eleitorado. 

Com uma rejeição tão significativa e com o clamor popular pelo banimento de candidatos condenados das eleições, a chace de Lula conseguir registrar sua candidatura é de praticamente zero. 

Há poucos dias, o desembargador Gebran Neto disse que “acabou a ingenuidade” nos julgamentos de casos de corrupção, nos quais não se deve esperar uma “prova insofismável” para eventualmente condenar um acusado. 

Para Gebran, os juízes brasileiros agora consideram suficiente uma “prova acima de dúvida razoável”, desde que seja possível identificar uma “convergência” nos elementos probatórios de um determinado processo. 

Em outras palavras, Gebran fechou a urna eleitoral para Lula e abriu a porta da cadeia para o petista entrar.


Campanha de Lula à Presidência nem começa. Petista se torna inelegível antes de maio. Após Dilma, terá que indicar outro poste

O ex-presidente Lula fez um péssimo negócio em querer usar seu partido como escudo para se proteger das ações penais que pesam contra ele. Enquanto o petista tenta correr contra o tempo, a conclusão de julgamentos que devem torná-lo inelegível se aproximam de seu traseiro como um pavio aceso. 

Embora haja um consenso de que o petista será condenado pela segunda vez na Lava Jato no caso do recebimento de vantagens indevidas da Odebrecht, o julgamento que mais tem preocupado é o do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o TRF-4, que deve conformar a sentença já proferida em primeira instância pelo juiz Sergio Moro por conta do tríplex no Guarujá. 

A expectativa é a de que o julgamento do TRF-4 ocorra entre março e abril. Como se trata de um processo rápido, Lula deve se tornar inelegível ainda no mês de maio. O desembargador Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF-4, concluiu seu voto sobre o recurso de Lula contra condenação de primeira instância no caso do Triplex. Gebran levou apenas 100 dias para analisar o processo. 

Seu voto já seguiu para o revisor e deve ser julgado na turma no início de 2018. 

Uma vez condenado na Segunda Instância, o petista terá a opção de entrar com recursos e tentar judicializar a sua candidatura, mas será pouco provável obter algum resultado favorável nas instâncias superiores. Não por conta da devoção dos ministros do STF, mas sim pela forte pressão da sociedade. Se 88% dos eleitores já não suportam a ideia de ter um candidato condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na primeira instância, que dirá na segunda. 

Neste momento, Lula tem pouco mais de 30% de intenções de votos de um universo de 35% dos eleitores que declararam suas preferências. Outros 65% dos eleitores disseram que não sabem em que irão votar em 2018. Na prática, Lula conta com apenas 11.9% da preferência do eleitorado, enquanto 88% dos brasileiros repudiam sua participação no pleito. 

Desde o início da Operação Lava Jato, a maioria dos brasileiros já sabia que Lula era um homem liquidado. De lá para cá, o petista se tornou réu em nada menos que seis ações penais e alvo de outros tantos processos e inquéritos em andamento. Lançar-se pré-candidato foi uma estupidez. Insistir nesta aventura natimorta é burrice, pois acaba com as chances do PT de participar do processo eleitoral. De todo modo, Lula e o PT já entraram neste processo liquidados, Afinal, ninguém em seu juízo perfeito votaria em um candidato indicado pelo petista, o responsável pela tragédia chamada Dilma Rousseff na vida dos brasileiros.


46% dos brasileiros não sabem em quem votar e 19% não pretendem votar em ninguém, diz Datafolha

O ex-presidente Lula anda se gabando de ocupar a preferência do eleitorado nas últimas pesquisa de opinião, onde aparece tecnicamente empatado com o deputado Jair Bolsonaro. O problema é que as pesquisas para corrida presidencial geralmente não mostram um dado importante: o número de eleitores indecisos e dos que declaram que não pretendem votar em nenhum candidato. 

Segundo indica pesquisa do Datafolha deste fim de semana, nada menos que 46% dos brasileiros não sabem em quem votar e 19% não pretendem votar em ninguém. Este eleitores representam um universo de 65% dos entrevistados. 

O instituto fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. Isto significa que menos de mil pessoas se dispuseram a arriscar um palpite. Além de prematura, a pesquisa realizada antes da definição dos candidatos e da campanha eleitoral, revela a apatia do povo em relação aos candidatos já conhecidos, que dividem a preferência de apenas 35% dos eleitores brasileiros. 

Tendo em vista estes números, é possível concluir que Lula possui cerca de 11,9 % de preferência do eleitorado, enquanto Bolsonaro aparece com quase 10% de todos os eleitores brasileiros. O que se depreende destes números é que 88,1% dos eleitores não pretendem votar em Lula, o líder de rejeição entre os pré-candidatos. 

Na última pesquisa, 96% dos brasileiros declararam apoio à Lava Jato e mais de 70% afirmaram que o ex-presidente merece ser preso pelos crimes que cometeu.

Ministro do STF já detonou candidatura de Lula. "Pode um candidato denunciado concorrer à luz do princípio da moralidade previsto na Constituição?"

O ex-presidente Lula continua dando uma de desentendido sobre a inviabilidade de sua candidatura à Presidência da República. Além do fato de se tornar ficha suja após a condenação em Segunda Instância, prevista para junho do ano que vem, Lula sabe que sua campanha seria inviável, tamanho é o repúdio da sociedade em relação ao pleito do criminoso condenado. 

Não adianta exibir pesquisas mentirosas para tentar pressionar as autoridades. Onde quer que vá, Lula é hostilizado, chamado de ladrão e seus simpatizantes já perderam a coragem de defendê-lo publicamente. Há inclusive militantes que se recusam a participar de comícios, mesmo remunerados antecipadamente. 

Há poucos dias, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, praticamente sepultou a candidatura do petista durante entrevista à Folha. Ao firmar posição contrária à candidatura de um condenado e réu em várias ações penais, Fux manifesta a opinião esmagadora da sociedade e pressiona os colegas no sentido de colocar logo um fim no constrangimento para o país em conviver com um criminoso condenado se inserindo sorrateiramente na disputa ao mais alto cargo da nação. 

O ministro foi duro ao comentar “essa doutrina de presunção da inocência que às vezes o Supremo aplica”, e que ele diz não aceitar: 

"Ora, se o presidente é afastado, não tem muito sentido que um candidato que já tem uma denúncia recebida concorra ao cargo. Ele se elege, assume e depois é afastado?", disse Fux. 

"E pode um candidato denunciado concorrer, ser eleito, à luz dos valores republicanos, do princípio da moralidade das eleições, previstos na Constituição? Eu não estou concluindo. Mas são perguntas que vão se colocar", completou o magistrado do STF. 

“Às vezes o sujeito é denunciado, é condenado em primeiro grau, é condenado no juízo de apelação [segunda instância], a condenação é confirmada no STJ -e ele entra inocente no Supremo?”

"Quando o presidente [da República] tem contra si uma denúncia recebida, ele tem que ser afastado do cargo. Ora, se o presidente é afastado, não tem muito sentido que um candidato que já tem uma denúncia recebida concorra ao cargo". 

Lula não apenas foi denunciado à Justiça como já tem uma condenação em primeira instância, de 9 anos e meio de prisão, determinada pelo juiz Sergio Moro, da 13a Vara Federal de Curitiba. Ele apelou ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). O caso deve ser julgado antes das eleições de 2018. Caso a corte confirme a condenação, Lula poderia ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que torna inelegíveis candidatos condenados por um tribunal de segunda instância. 

Após as declarações contundentes do ministro do STF, ex-aliados do PT já começaram a traçar planos próprios para as próximas eleições. O PCdoB informou neste domingo que desembarca da aliança de mais de 20 anos e vai lançar a candidatura da deputada estadual Manuela D'ávila. O PSOL também definiu que irá lançar seu próprio candidato. O recuo do apoio à candidatura de Lula deve se intensificar nos próximos dias. Até o senador Renan Calheiros anda sondando como ficará o cenário no próximo ano antes de confirmar seus compromissos com o petista.

"A fala do ministro Fux é uma pá de cal na candidatura de Lula, apesar da conivência de setores da imprensa com esta desfaçatez. Até o momento, sabia-se que haveria uma certa pressão social, mas a declaração de um ministro do Supremo em uma fase com tanta indefinição já aponta para a inviabilidade do nome de Lula para 2018. Ninguém vai querer pagar para ver", diz um dirigente do PSOL 

"O ex-presidente Lula, sua defesa e os membros do PT vão tentar minimizar o impacto das declarações do ministro do STF, mas é inegável que a partir de agora, a situação muda completamente" 

Nem o ex-presidente Lula nem o PT se pronunciaram sobre as declarações de Luiz Fux, mas já há ministros do STF que apontam para o acerto do colega em antecipar os debates sobre o tema. 


Lula é praticamente dono dos institutos de pesquisas. Mas derrota do PT nas últimas eleições desmente a fraude do primeiro lugar

O PT foi o partido que mais distribuiu dinheiro aos institutos de pesquisas do Brasil. Os escândalos envolvendo repasses milionários ao IBOPE, ao UOL, do Grupo Folha, que controla o DataFolha, e outros institutos podem ser encontrados em qualquer pesquisa no Google. 

Não há qualquer dúvida de que Lula e o PT usaram bilhões do dinheiro do contribuinte para aparelhar não apenas o estado, as universidades e os meios de comunicação. Os institutos de pesquisa sempre representaram uma ferramenta estratégica para os governos petistas não apenas em tempos de eleição, mas para auferir a satisfação da população com seus governantes. Lula é praticamente o dono dos institutos, tendo em vista a fortuna que distribuiu aos grupos controladores. 

Mas as últimas eleições municipais comprovaram que Lula e o PT não estão mais com essa bola toda, após a crise econômica sem precedentes que levou mais de 1 milhão de empresas a falência e deixou 14 milhões de desempregados em todo o país. 

No lugar de realizar uma autocrítica e reconhecer seus erros e os danos que causaram ao país, todos, absolutamente todos no PT permaneceram com a mesma arrogância e prepotência, desafiando a sociedade com seu cinismo e suas mentiras. 

Vieram então as eleições municipais e o povo pôde finalmente dar sua resposta. Em São Paulo, o candidato Haddad sofreu uma das mais humilhantes derrotas do país e foi devolvido ao PT já no primeiro turno. No ABC de Lula, o berço da República Sindical, outra derrota humilhante. No Brasil, o PT perdeu mais de 400 prefeituras, elegeu apenas 1 prefeito em mais de 100 cidades com mais de 200 mil habitantes, ficando apenas com prefeituras de cidades inexpressivas. 

Apesar do favoritismo dos candidatos petistas nas pesquisas divulgadas às vésperas das eleições, o PT não elegeu nenhum prefeito de capital não apenas no nordeste, mas em praticamente todo o país, ficando apenas com Rio Branco, no Acre. Marcus Alexandre (PT-AC) se elegeu mais pela influência dos Jorge e Tião Viana do que propriamente pelo apoio de Lula. O petista, que não conseguiu eleger nem seu filho vereador em São Bernardo do Campo, aparece agora em primeiro lugar nas pesquisas na disputa pela Presidência da República em 2018. 

Quem pode acompanhar alguns vídeos das últimas caravanas de Lula, onde ele é hostilizado e chamado de ladrão por todas as cidades que percorreu, fica difícil acreditar nas pesquisas recentes. 

Após fim de ajuda financeira do PT, Globo deve começar a elogiar governo Temer

O PT andou dando uma forcinha para a Rede Globo nos últimos meses para compensar o corte de verbas publicitárias do governo Federal. Até a semana passada, propagandas dos governos petistas da Bahia, Minas Gerais, Piau e dos aliados no Maranhão eram exibidas com frequência regular nos intervalos da programação da emissora em rede nacional, inclusive nos da GloboNews. 

Mas ao que tudo indica, as verbas emergenciais minguaram. A tendência agora é a de que a emissora, visando assegurar um naco das verbas federais, mude o tom das matérias em relação ao governo Temer. As últimas edições do Jornal Nacional já apresentaram pautas favoráveis aos indisfarçáveis números da economia, agora sem as insinuações maldosas. 

domingo, 3 de dezembro de 2017

Eleitores do ladrão vão se decepcionar. Condenado na Segunda Instância, Lula se torna inelegível. É a Lei da Ficha Limpa

Como funcionam as Leis a que estão submetidos todos os brasileiros: O direito à pensão por morte de ex-marido se extingue com novo casamento, principalmente se a mulher deixa de comprovar a necessidade de continuar recebendo o benefício. A decisão, em sede de embargos infringentes, foi tomada pela 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e eximiu a União de continuar pagando pensão à ex-companheira de um militar morto em 2004. A Lei existe para ser cumprida. 

O jornal O Globo publicou neste domingo que o julgamento do ex-presidente Lula no mesmo TRF-4 deve acontecer entre março e abril do ano que vem. 

O desembargadores da Corte vão decidir se mantêm a condenação de Lula proferida pelo juiz Sérgio Moro no caso do triplex no Guarujá, no qual o petista foi condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Lula foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão e teve R$ 16 milhões em bens e dinheiro bloqueados na Justiça.

Embasamento da decisão do juiz contra o petista o torna inelegível em 2018, de acordo com a Lei da Ficha Limpa. 

Será uma decepção para milhões de brasileiros coniventes com a corrupção que pretendiam votar no ladrão. 

Janot obstruiu investigação para proteger Renan Calheiros, diz Polícia Federal

O rastro de sujeiras do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, parece não ter fim. Como se não bastasse ter se aliado aos criminosos da JBS, ter blindado os corruptos do PT, como os ex-presidentes Lula e Dilma, entre outros, Janot ainda é acusado de ter protegido o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). 

A Polícia Federal informou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin que uma das investigações contra Renan Calheiros foi interrompida deliberadamente por que Janot não devolveu o inquérito para continuidade da apuração. 

Segundo o delegado da PF Alessandro Maciel Lopes, lotado no Ginq (Grupo de Inquéritos do STF), uma unidade da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, a PGR ofereceu uma denúncia contra Renan e outras pessoas sem aguardar os resultados da investigação sobre uma série de documentos apreendidos em uma das medidas cautelares deflagradas na Operação Catilinárias, deflagrada em dezembro de 2015.

"Solicitamos então cópia do inquérito e verificamos que nela não foram contemplados os fatos objetos da ação cautelar 4027, deixando para trás um vasto material que estava sob análise da Polícia Federal", escreveu o delegado. "Na verdade, as investigações no inquérito 4215 foram desencontradas, realizadas de forma fragmentária pela polícia e pelo Ministério Público, com a produção [de] informações e provas que não comunicam entre si", afirmou Lopes. 

Segundo a Folha, "O delegado explicou que o inquérito 4215 nasceu de outro inquérito, o de número 3984, que apurava quatro fatos distintos. A apuração 4215 teve como foco inicial o senador Renan Calheiros e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) "no que tange à empresa Transpetro", uma subsidiária da Petrobras, sob suspeita de pagamento de propinas relativas a contratos. 

Ao novo inquérito foram anexadas duas ações cautelares, 4027 e 4030, ambas deflagradas na Catilinárias. A primeira ação teve por foco a apreensão de documentos relativos à construção do Estaleiro Rio Tietê. A PF esteve em vários endereços de pessoas e empresas, incluindo seis estaleiros, além do diretório estadual do PMDB no Estado de Alagoas, base eleitoral de Renan. 

Todo esse material apreendido passou a ser analisado pela PF e pelos peritos criminais federais do órgão. No meio da apuração, a PGR fechou acordos de colaboração premiada com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e com Felipe Parente, apontado como "operador" do PMDB. 

Porém, segundo o delegado da PF, os termos dos acordos das delações não foram anexados ao inquérito enquanto o caso estava sendo acompanhado pela PF. Sobre a delação de Machado, o delegado disse que só tomou conhecimento do seu teor "por meio da imprensa". 

O delegado contou que tentou intimar Felipe Parente para depor, mas ele se negou a falar com a PF "sob o argumento de que havia firmado acordo de colaboração com o Ministério Público". Lopes disse que a PF continuou investigando o material apreendido e concluiu que eles "apresentam indícios de condutas criminosas". Em 26 de janeiro, a PF peticionou ao STF para pedir uma prorrogação do prazo da investigação. Desde então, contudo, o inquérito não retornou mais aos policiais, segundo o delegado. 

"Por diversas vezes mantivemos contato com a Procuradoria-Geral da República, tanto por telefone quanto em duas reuniões na sua sede. As respostas eram sempre no sentido de que haveria desmembramento de alguns fatos e que o feito retornaria à Polícia Federal, para continuidade da apuração", escreveu o delegado. Ele disse que "havia diligências a serem realizadas a partir dos elementos obtidos na análise do material da ação cautelar 4027". O delegado afirmou, porém, que sem o inquérito em mãos ele não poderia fazer tais diligências, "sob pena de se produzir investigação informal". "Não se coaduna com o sistema vigente a realização de uma investigação extra-autos, pois ela repele todas as formas de controle do ato investigatório, notadamente o controle jurisdicional dessa Corte, e contraria os termos expressos do artigo 230-C do Regimento Interno do STF." 

"Desde fevereiro aguarda-se o retorno dos autos à Polícia Federal para prosseguimento das investigações, o que não aconteceu", apontou o delegado. 

Nesse meio tempo, contudo, o então procurador-geral Rodrigo Janot ofereceu denúncia no inquérito 4215 contra diversas pessoas, incluindo Renan, os ex-senadores Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). 

Essas circunstâncias, que supostamente decorrem da denominada acumulação quântica de poder, a qual 'rompe o equilíbrio perseguido no âmbito das estruturas acusatórias', prejudicam o desenvolvimento das apurações e desviam-se do caráter subsidiário da investigação pelo Ministério Público", escreveu o delegado da PF. 

Por fim, o delegado encaminhou ao ministro Fachin os resultados das análises e laudos técnicos relativos ao material apreendido na ação cautelar. 

Procurado pela Folha na noite desta sexta-feira (1), Rodrigo Janot disse que "os inquéritos no STF são judiciais e não policiais e por decisão do ex-ministro Teori Zavascki a condução das investigações está a cargo da PGR". 

"A PF atua como polícia judiciária sob a condução do MP. E o que seria 'acumulação quântica de poder'? Não consegui alcançar essa profunda observação filosófica. Talvez seja a mesma daquela de que uma mala de propina com R$ 500 mil sem origem lícita e pilhada por uma ação controlada feita pela PF a pedido da PGR, e deferida pelo STF, não representa indício de crime. Deve ser a mesma lógica", ironizou Janot. 

O advogado do senador Renan Calheiros, Luís Henrique Machado, disse que a defesa do parlamentar "está muito tranquila, conseguimos rebater todos os pontos" levantados pela PGR na denúncia relativa ao inquérito 4215. "Os elementos de prova reunidos são muito fracos", disse o defensor". 

Gilmar Mendes ao soltar "rei do ônibus" no Rio pela 3ª vez desmoraliza totalmente o STF

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal) voltou a desafiar a sociedade e soltou pela terceira vez o empresário Jacob Barata Filho, conhecido como "rei do ônibus" no Rio. 

O ministro que possui relações pessoais com a máfia do transporte coletivo do Rio de Janeiro, também determinou a libertação de Lelis Teixeira, ex-presidente da Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio) 

NÃO PERCA A CONTA 

O empresário Barata Filho, apontado como integrante de uma organização criminosa, foi preso em julho na operação Ponto Final. Em agosto, Gilmar concedeu habeas corpus. O juiz federal Marcelo Bretas, do Rio, determinou nova prisão e o ministro concedeu novamente a liberdade.

O Ministério Público Federal recorreu, em outubro, mas a Segunda Turma do STF defendeu a decisão de Gilmar de soltar o empresário e amigo. 

Em novembro, Barata Filho foi preso na operação Cadeia Velha, que atingiu a cúpula do PMDB no Rio- inclusive o então presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Jorge Picciani. 

Na mesma semana, a juíza federal Caroline Vieira Figueiredo também decidiu pelo restabelecimento da prisão preventiva do empresário por desrespeito às medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal. 

Ela atendeu a pedido do Ministério Publico Federal, que afirma ter obtido provas de que o empresário seguiu participando da gestão de suas empresas, o que contrariava a decisão do ministro Gilmar Mendes de agosto. 

Na busca e apreensão realizada na Operação Cadeia Velha, a Polícia Federal encontrou relatórios gerenciais, balancetes financeiros, relações de pessoal e situação de frota relativos aos meses de setembro e outubro de 2017, posterior à sua soltura, em agosto. Havia ainda anotações manuscritas atribuídas a Barata Filho sobre mudanças na gestão da Fetranspor. 

Mesmo diante do surgimento de novas provas que incriminam o empresário, Gilmar Mendes desafiou o bom senso e mandou soltar Barata Filho pela terceira vez. 

Um doente faz ataques racistas, um bandido ataca um travesti que vive em ambiente de risco, e a Globo culpa toda a sociedade

A Rede Globo acaba de afirmar que o Brasil é um país racista. A emissora fez a afirmação em matéria do Fantástico deste domingo, mesmo diante de uma pesquisa em que 9% dos brasileiros (negros e brancos) admitiram "já terem tido" algum tipo de preconceito no passado. 

A Globo tenta reduzir toda a sociedade ao nível de pessoas desajustadas que eventualmente cometem crimes de injúria racial nas redes sociais ou em situações de conflitos. A emissora também costuma culpar toda a sociedade pela violência e o preconceito contra os homossexuais, mesmo ciente de que estes grupos costumam viver em locais de risco onde há prostituição, consumo de drogas e convívio com gente perigosa que vive totalmente à margem da sociedade. 

Tentar taxar toda a sociedade com base no comportamento de pessoas desajustadas ou de criminosos é revoltante. A impressão que a Globo tenta passar é a de que apenas seus atores, jornalistas e entrevistados são civilizados. Embora a violência contra homossexuais e atitudes racistas sejam gestos condenáveis, as pessoas responsáveis por estes atos devem ser identificadas, responsabilizadas por seus crimes e punidas de forma exemplar. 

Tentar nivelar a sociedade com criminosos e desajustados é apenas uma comprovação da postura hipócrita, antiética e imoral da Rede Globo. Milhões de brasileiros amam, se casam, adotam, se confidenciam e convivem harmoniosamente entre si sem se importar com cor, o credo ou a opção sexual das pessoas que gostam e se relacionam. Entretanto, milhões de brasileiros estão adquirindo verdadeira antipatia das pautas e dos profissionais da Rede Globo. Pelo menos por enquanto, antipatia ou mudar de canal ainda não é crime.

ROMERO JUCÁ RECEBE 'SAUDAÇÃO' DE UMA BRASILEIRA DO BEM

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BOLSONARO RESPONDE AO JORNALISTA DO JORNAL O GLOBO

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O novo, o limpo e o cunhado

Geraldo Alckmin foi delatado pela Odebrecht.

Sua candidatura, segundo Carlos Pereira, da FGV, depende desse fato.

Ele disse à Veja:

“Há um equivoco em curso sobre o eleitor brasileiro estar em busca do novo. Ele não quer o novo. Ele quer o limpo. Se Alckmin provar que é limpo, não haverá obstáculos à sua vitória”.

Mesmo que o inquérito seja sumariamente engavetado pela ministra Nancy Andrighi, do STJ, Geraldo Alckmin nunca conseguirá provar que seu cunhado não é seu cunhado.

Teto constitucional, essa ficção

Quase quatro meses após o CNJ ordenar a todos os tribunais do país que divulgassem os salários de seus magistrados, só três enviaram a lista no modelo exigido, informa o jornal O Globo.

Os três foram os Tribunais de Justiça de Minas e do Espírito Santo e o TRE de São Paulo.

Em Minas, de um total de 1.548 magistrados, 877 –mais da metade– receberam acima do teto constitucional, de R$ 33.763.

A tese de Bolsonaro

Jair Bolsonaro tenta atrair o eleitorado anti-PT e anti-PSDB, informa O Antagonista.

Em tese, é a maioria esmagadora dos brasileiros.

Lula: “Vamos brigar para ver”

Lula prometeu disputar o Palácio do Planalto mesmo que seja condenado pelo TRF-4.

Ele disse para um site do PT:

“Se o objetivo deles é tentar não deixar eu ser candidato, vamos brigar para ver. Eu vou estar na disputa até que eles tenham coragem de cometer a barbárie de sangrar mais uma vez a democracia brasileira. Porque já sangraram com impeachment da Dilma. Porque, se tiraram a Dilma porque ela estava pouco na pesquisa, o Temer nem deveria estar lá”.

BOLSONARO MANDA UM AVISO AO MST

BOLSONARO MANDA UM AVISO AO MST


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Doria ataca o “assaltante” Lula

Depois de debochar do “choque de capitalismo” proposto pelo PSDB, João Doria atacou o “assaltante” Lula.
Ele disse, segundo a Folha de S. Paulo:

“Outros candidatos, além de preguiçosos, são assaltantes. Veja o Lula. Trabalhou oito anos na vida, fez uma previdência de 7 milhões de reais, um patrimônio de mais de 40 milhões de reais. Isso o que se sabe, fora o triplex, sítio.

Será que é isso que desejamos para o Brasil?

Há muitos brasileiros, que ou por inconsciência, ou por opção, entende que esse ainda é um caminho para o Brasil. É uma vergonha. Como é vergonhoso imaginar que a opção para o país é um movimento de extrema-direita.”

O PSDB realmente vai se suicidar candidatando Geraldo Alckmin?