sábado, 23 de dezembro de 2017

Gilmar Mendes se sente autorizado a barbarizar diante da 'patifaria' dos 7 colegas petistas do STF. Veja Barroso e Cármen Lúcia defendendo acordo com chefe de organização criminosa

Quem acompanhou o bate boca que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes protagonizaram nesta terça-feira (19/12) no plenário da Corte pôde perceber o que acontece quando um ministro qualquer ousa desafiar a maioria petista do Supremo. Nada menos que sete dos onze ministros foram nomeados por Lula e Dilma. Não há qualquer dúvida que isso faz uma grande diferença. 

Embora conivente, Gilmar Mendes ousou criticar o fato dos ministros do STF terem fechado os olhos para a Lei de Delação Premiada para atender a pressa do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de derrubar o governo Temer.

Gilmar Mendes, que foi conivente, jogou na cara dos colegas da Corte a validação do acordo de delação dos criminosos da JBS, mais tarde suspensa pela suspeita da omissão sobre a suposta orientação prestada por um procurador. Gilmar se referia ao fato da Lei de Delação vetar acordos com chefes de organização criminosa, condição que Joesley Batista se enquadrava no momento em que foi contemplado com o prêmio de imunidade total.

“O que nós estamos vendo aqui é a descrição de um grande caos. Uma grande bagunça. Serviço mal feito, apressado, corta e cola. Com as contradições que foram aí apontadas, isso é vexaminoso para o tribunal, é ruim. E claro nós temos a obrigação de aqui definir minimamente, até para que essa confusão não prossiga. Para nos poupar de um vexame institucional”, começou o ministro

Gilmar Mendes jogou na cara do colegas que todos já sabiam que Joesley Batista, era “chefe de quadrilha” – o que de acordo com a Lei de Delação, era fator impeditivo para a concessão de perdão –, o que não impediu o STF de conceder a ele o benefício, acusou Gilmar, numa referência à conivência dos colegas com Janot e o ministro Edson Fachin, que homologou o vergonhoso acordo de delação.

“Vamos fazer assim porque o Dr. Janot quer”, provocou Gilmar Mendes, em referência a Janot, responsável pelo acordo. “E viu do que que se tratava, do grande tipo de patifaria que se tratava. Grande erro aquele. Portanto o populismo criminal judicial é responsável por esse tipo de assanhamento e de erros graves que nós temos cometido”, reclamou o ministro, chamando claramente os colegas de patifes.

O ministro Luís Roberto Barroso logo tomou as dores dos colegas que estavam sendo desmascarados justamente no plenário do Supremo para todo o Brasil. Com seu discurso de porta de banheiro, o indicado por Sérgio Cabral para o cargo de ministro tentou usar a trama engendrada da PGR por Janot e Joesley como justificativa para o acordo com o chefe de organização criminosa. Barroso apelou para o mantra repetido por Janot:

"Há diferentes formas de ver a vida e todas merecem consideração e respeito. Eu gostaria de dizer que eu ouvi o áudio 'Tem que manter isso aí, viu' [veja: Eu quero dizer que eu vi a fita, eu vi a mala de dinheiro, eu vi a corridinha na televisão. Eu li o depoimento de [Alberto] Youssef. Eu li o depoimento de [Lúcio] Funaro", disse Barroso, citando dois delatores muito usados na PGR para alfinetar desafetos do PT.

A hipocrisia reinou como nunca no STF durante aquele bate boca histórico que trouxe à tona a podridão oculta por baixo das togas. Barroso sabe que Joesley prometeu R$ 500 mil ao ex-assessor de Temer para que ele conseguisse agendar um encontro com o presidente seguindo orientações bem específicas, como informar que estaria presente no encontro, informar a placa do carro que usaria para a segurança do Palácio do Jaburu e entregar o carro para que Joesley fosse sozinho, devidamente munido de um gravador e instruído pelo ex-braço direito de Janot, Marcelo Miller, sobre como tentar induzir o presidente a se comprometer na conversa que seria gravada.

Barroso sabia da operação controlada planejada por Janot e Joesley de filmar Rocha Loures recebendo seus R$ 500 mil e que aquelas imagens seriam usadas, juntamente com a gravação, para tentar dizer que o dinheiro era de Temer e derrubar o presidente. Barroso sabe que Joesley está em cana, que Rocha Loures virou réu e que as coisas estão prestes a serem esclarecidas. No entanto, não se conteve ao ser chamado de patife por Gilmar Mendes e acabou fazendo seu discurso de porta de banheiro, a exemplo dos meninos de Janot no MPF que passavam dias no Facebook fazendo guerrilha política.

Para finalizar o bate boca com chave de ouro, a presidente do STF, Cármen Lúcia pediu a palavra para defender os colegas nomeados pelo PT e para dizer que o STF não aceita a corrupção.

O fato é que, diante de tanta patifaria, o ministro Gilmar Mendes não se sente nenhum pouco constrangido em soltar criminoso como o "Rei do Ônibus" do Rio, Jacob Barata Filho. Tudo de acordo com o mais profundo eruditismo de seus saberes jurídicos, é claro. No STF de hoje, é um patife tolerando a patifaria do outro. Enquanto isso, o povo brasileiro vai sendo humilhado pelos intocáveis.




Com informações do site Imprensa Viva

Cármen Lúcia se antecipa e diz que concederá HC em caso de prisão de Lula


A ministra Carmen Lúcia já se antecipou e disse que caso venha a ser decretada a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no julgamento do dia 24 de janeiro pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), ela provavelmente irá conceder liminar num eventual pedido de habeas corpus a ser proposto em favor do petista.

A declaração soou estranha e parece ser uma demonstração de gratidão da ministra ao ex-presidente.

Em 2006, Carmen Lúcia foi indicada pelo então presidente Lula para o cargo de ministra do Supremo Tribunal Federal, tornando-se a segunda mulher a ocupar esta vaga. 




Vale dizer também que a ministra não é magistrada de carreira. Antes de galgar a condição de ministra do STF, ela exercia o cargo de procuradora do estado de Minas Gerais, no governo de Aécio Neves.

Tudo junto e misturado!




Com informações do Jornal da Cidade On Line

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O Brasil decente precisa deter o general de toga

No escurinho da noite, Gilmar aproveitou o começo do recesso do Judiciário para presentear Garotinho com um habeas corpus

Na segunda-feira, Gilmar Mendes abriu a última semana da primavera de 2017 mandando soltar Adriana Ancelmo, primeira-dama da organização criminosa chefiada pelo maridão Sérgio Cabral. No dia seguinte, o ministro da defesa de culpados socorreu o quadrilhão do PMDB com a transferência do processo para Brasília. Assim, com a ajuda de seus cúmplices no tribunal, Gilmar livrou da competência de Sérgio Moro os delinquentes Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Rodrigo Rocha Loures.

Na mesma terça-feira, Gilmar algemou a condução coercitiva. Assim, enquanto o plenário do Supremo não ressuscitar a sensatez assassinada, o Ministério Público, a Justiça Federal e a Polícia Federal estão proibidos de acordar um bando de meliantes às seis da manhã, levá-los para o confronto com pilhas de provas e vê-los enredar-se em contradições e mentiras. Ainda na terça, o general de toga mandou para casa os empresários Miguel Schin e Gustavo Estellita, ambos envolvidos no esquema criminoso de Sérgio Cabral.

Na quarta-feira, Gilmar superou-se. No escurinho da noite, aproveitou o começo do recesso do Judiciário para acionar a fábrica de habeas corpus em favor de Anthony Garotinho e do presidente do PR, Antonio Carlos Rodrigues. Mas o que tem o ministro do Supremo a ver com o caso do ex-governador?, perguntaram-se milhões de brasileiros. É que Gilmar ainda é presidente do Tribunal Superior Eleitoral e, pior, está de plantão por causa do recesso. Como perder a chance de decidir monocraticamente a pendência antes que o ministro Jorge Mussi pudesse examiná-la?

Está claro que o libertador de gatunos e seus parceiros no STF comandam uma ofensiva cada vez mais selvagem contra  a Operação Lava Jato. Só a mobilização dos brasileiros decentes, fartos da corrupção impune e agora abençoada pelo grupo liderado por Gilmar, poderá deter a tropa togada. As bofetadas na cara do país que presta passaram da conta. Ou o povo mostra nas ruas que apoia a Lava Jato ou os bandidos seguirão controlando o  Executivo, o Legislativo e o Judiciário.

Augusto Nunes / Veja

Globo anuncia demissão de William Waack

A Rede Globo anunciou na manhã desta sexta-feira a rescisão do contrato com o jornalista William Waack. O desligamento foi anunciado em um comunicado assinado pelo diretor de jornalismo da emissora, Ali Kamel (leia abaixo, na íntegra).

Embora afirme que Waack nega qualquer tipo de racismo e reconheça o seu valor profissional, a nota afirma que o jornalista e a emissora “decidiram que o melhor caminho a seguir é o encerramento consensual do contrato de prestação de serviços que mantinham”.

Waack comandava o Jornal da Globo e o Painel, na Globo News, e estava afastado desde novembro após acusações de racismo.

No dia 8 daquele mês, viralizou nas redes sociais um vídeo gravado minutos antes do apresentador entrar no ar, em uma transmissão realizada em frente à Casa Branca, em Washington. “Tá buzinando por que, seu m… do c…?”, diz o jornalista no vídeo, reclamando de uma buzina que soava na rua. Em seguida, ele balbucia ao convidado, o comentarista Paulo Sotero, ao seu lado: “Você é um, não vou nem falar, eu sei quem é…” E depois continua com um trecho em que parece dizer: “É preto, é coisa de preto”.

No mesmo dia, a jornalista Renata Lo Prete substituiu William Waack na bancada do Jornal da Globo e abriu o programa anunciando o afastamento do colega.

Feito em 2016, o vídeo que emergiu somente agora, divulgado por um ex-funcionário negro da Globo e seu amigo, ambos militantes de causas negras, que alegaram indignação com a frase.

O episódio foi bastante ilustrativo sobre o poder das redes sociais na destruição de reputações, como mostrou reportagem de capa de VEJA.

Confira abaixo o comunicado escrito por Ali Kamel.

COMUNICADO

Em relação ao vídeo que circulou na internet a partir do dia 8 de novembro de 2017, William Waack reitera que nem ali nem em nenhum outro momento de sua vida teve o objetivo de protagonizar ofensas raciais. Repudia de forma absoluta o racismo, nunca compactuou com esse sentimento abjeto e sempre lutou por uma sociedade inclusiva e que respeite as diferenças. Pede desculpas a quem se sentiu ofendido, pois todos merecem o seu respeito.

A TV GLOBO e o jornalista decidiram que o melhor caminho a seguir é o encerramento consensual do contrato de prestação de serviços que mantinham.

A TV GLOBO reafirma seu repúdio ao racismo em todas as suas formas e manifestações. E reitera a excelência profissional de Waack e a imensa contribuição dele ao jornalismo da TV GLOBO e ao brasileiro. E a ele agradece os anos de colaboração.

Ali Kamel, diretor de Jornalismo da TV GLOBO

Com informações da Veja

Em entrevista, Lula demonstra confiança cega nas instruções que teria recebido de ministros do STF para acobertar seus crimes

Muitos brasileiros se dizem chocados com o cinismo com que o ex-presidente Lula desafia as autoridades a comprovarem seus crimes que já foram mais que comprovados. De acordo com as investigações da Operação Lava Jato, por mais evidentes que possam parecer os flagrantes, por mais óbvias que tenham sido as manobras do petista para acobertar o recebimento de vantagens indevidas, os subterfúgios clássicos de organizações criminosas e os expedientes manjados de lavagem de dinheiro estão todos descritos nas ações penais que pesam contra o petista.

Seria inocência imaginar que Lula seria capaz de cometer qualquer deslize legal sem consultar antes uma série de juristas, inclusive ministros do STF. O petista fez uma poupança de propina durante os oito anos, mas teve o zelo de não cometer nenhum crime durante o exercício da Presidência, por receio de perder seu mandato. Deixou para receber as vantagens indevidas para quando deixasse o cargo em janeiro de 2011. Mas para colocar a mão na bolada que havia acumulado com empreiteiros corruptos, foi necessário todo um planejamento para desvinculá-lo das operações ilícitas.

Foi a partir deste momento que Lula e seus cúmplices começaram a colocar em prática as instruções que possivelmente tenha recebido de juízes, desembargadores, ministros do STF, criminalistas e de juristas tarimbados. "Se você fizer assim, não tem como ligar você ao crime". "Não precisa de muita sofisticação, basta não contrariar o que está previsto no Código do Processo Penal". "Um laranja aqui, um contrato de palestras ali, e pronto. Ninguém vai poder provar nada contra você".

De fato, a Justiça se vê forçada a soltar diversos criminosos todos os dias, mesmo com todo mundo sabendo que o sujeito cometeu diversos crimes. Advogados chegam a se especializar em manobras que exploram lacunas da lei para livrar da cadeia toda sorte de sonegadores e pessoas que possuem rendas ilícitas das mais variadas origens. Os especialistas inclusive dão garantia de que seus clientes jamais serão alcançados pela Justiça. "Como eles vão provar que isso é seu!" 

Pois é justamente neste tipo de convicção que o ex-presidente Lula e seus aliados estão se fiando para chegarem ao ponto de desafiar a Justiça. Acompanhe abaixo um trecho da entrevista que o ex-presidente Lula convidou um grupo de jornalistas petista na sede do Instituto Lula em São Paulo ontem: 

"A minha condenação será a negação da Justiça. Porque a Justiça vai ter que fazer um esforço monumental para transformar uma mentira em verdade e julgar uma pessoa que não cometeu crime.

A sentença do juiz [Sergio] Moro me condenando, aos olhos de centenas de juristas, até de fora do Brasil, é quase que uma piada. 

Eu tenho a tranquilidade de que vou ser absolvido porque para um cidadão ser condenado ele tem que ter cometido um crime. E não tem [crime]. É por isso que eu tenho desafiado a Polícia Federal, o Ministério Público da Lava Jato, a mostrarem uma única prova. Eu não peço duas. Eu peço uma.

Na verdade estamos vivendo uma anomalia jurídica e política. Esse processo começou com uma mentira de um jornal, de uma revista, que foi transformada num inquérito pela Polícia Federal. O resultado do inquérito é mentiroso. Foi enviado ao Ministério Público, que mentiu e fez uma acusação. E o Moro aceitou a mentira.

Tudo isso poderia ter terminado se a Polícia Federal tivesse sido sincera e se o Moro tivesse feito papel de juiz. 

Acontece que estamos vivendo um momento muito delicado. Você subordinou o processo ao que a imprensa fala dele. Numa linguagem popular, eles estão sem rota de fuga. Ou seja, mentiram e não têm como sair. 

Qual é a única chance que eu tenho? É pedir provas. Tem que ter algum documento, algum contrato, aluguel, pagamento [do tríplex], algum ato de ofício, alguma coisa.

Eu tenho até o dia 24 para esperar que alguém diga qual foi o crime que eu cometi. E dizer que o apartamento [tríplex] é meu. Me entrega a chave. Quem sabe a nossa próxima conversa será na sacada do apartamento, tomando sol. Enquanto não for, por favor, parem de mentir a meu respeito. 

Eles [desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que vão julgá-lo] têm mais obrigação diante da sociedade no dia 24 do que eu. A minha inocência eu já provei. Quero que agora eles provem a minha culpa. 

Eu penso que meus acusadores vão ficar ridicularizados. Ridicularizados".

O petista já foi condenado no caso do triplex do Guarujá na primeira instância pelo juiz federal Sérgio Moro, que colheu, entre outras provas, o depoimento do principal cúmplice de Lula no esquema criminoso. O empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, confirmou que o imóvel havia sido reservado ao ex-presidente como forma de compensação por contratos superfaturados entre a Petrobras e sua empreiteira. O recurso do petista será julgado no dia 24 de janeiro pelo Tribunal Federal Regional da 4ª Região de Porto Alegre. Caso os três desembargadores confirmem a sentença de Moro, Lula cai na Lei da Ficha Limpa, se torna inelegível e pode ter sua prisão decretada. 

Lula conta justamente com os subsídios fornecidos por juristas para poder recorrer de suas sentenças. Os ministros do STF estarão prontos para evocar a Constituição e o CP para dar razão ao petista.

Com informações do site Imprensa Viva

Donos da Globo pedem penico e oferecem jantar a Temer. Não foi bonito. Irineu e João Roberto Marinho levaram uma dura do presidente

O presidente Michel Temer resolveu atender a um pedido de João Roberto Marinho, um dos donos do Grupo Globo e concordou em se encontrar reservadamente com o empresário, que promoveu um jantar na casa de seu irmão Roberto Irineu Marinho, há poucos dias.

Obviamente, o jantar tinha como propósito pedir uma trégua ao presidente, após o grupo de comunicação ter participado da maior conspiração da história da República para derrubar um chefe do executivo. A Globo patrocinou a trama engendrada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot e o criminoso Joesley Batista, que se encontra preso. 

Durante o encontro, os donos da Globo ouviram boas verdades do presidente Michel Temer, que não se furtou da oportunidade de acusar o grupo de ter participado da mais vergonha campanha contra os interesses do país de que se tem notícias até hoje.

Temer falou com todas as letras que a cobertura do grupo de comunicação para o caso JBS que tinha o claro propósito de derrubá-lo. 

Temer acusou que o comportamento imoral do grupo teve início no 17 de maio, quando o jornal "O Globo" divulgou uma transcrição falsa de uma gravação feita pelo açougueiro criminoso instruído pelos auxiliares de Janot.

O presidente não poupou críticas à atuação anti republicana da Globo e mencionou o editorial de "O Globo" em 19 de maio. Intitulado "A renúncia do presidente", que defendia que sua saída do cargo como a melhor opção para o país. Temer lembrou que o editorial foi veiculado mesmo depois que a divulgação da íntegra dos áudios originais, que revelaram a verdade sobre o teor da conversa que desmentia a transcrição divulgada pela Globo dois dias antes. 

Implacável, Temer ainda jogou na cara dos Marinhos que usaram uma delação de forma covarde e o acordo de colaboração do empresário J. Hawilla, da agência Traffic, com a Justiça dos EUA, que apontou o envolvimento da Globo no pagamento de propina no esquema de corrupção na Fifa. 

Os donos da Globo, que até pouco tempo contavam com um socorro de propagandas de governos do PT como os de Minas Gerais e Bahia, estão preocupados com a disposição do presidente em manter o corte de mais de 40% de gastos com publicidade. Para piorar, em pleno ano eleitoral, a Presidência da República anunciou que fará um corte extra de R$ 200 milhões em publicidade. 

Temer não quis conversa, afirmou que não pretende rever a política de redução de gastos públicos ou sacrificar áreas como a saúde para gastar com propaganda. O presidente apenas pediu que a cobertura da Globo reconheça a importância da reforma da Previdência. Os empresários ouviram calados as reclamações de Temer. 

Segundo a Folha, João Roberto Marinho contou com a ajuda do vice-presidente de Relações Institucionais da Globo, Paulo Tonet e do deputado Beto Mansur (PRB-SP), para conseguir o encontro com Temer. 

texto: Imprensa Viva
Com informações da Folha.

Calma gente. Ainda não acabou. O PT ainda vai reinar no STF durante muitos anos ainda

Quem pensa que já se viu livre do PT apenas pelo fato da ex-presidente Dilma Rousseff e sua corja terem sido expulsos de Brasília ainda não viu nada. Mesmo que ninguém vote em candidatos do partido nas próximas eleições, o brasileiro ainda vai ter que conviver durante muitos anos com as tragédias criadas pelo partido de Lula na vida do povo, que vai pagar durante muitos anos as faturas salgadas das lambanças na Petrobras, na Eletrobras, nos Correiros, etc.

Mas não fica apenas nisso. O povo terá que aturar ainda durante muitos anos as figuras bolivarianas nomeadas por Lula e Dilma para os cargos de ministros do STF. Os ministros Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin ainda prometem fazer muita gente passar raiva durante as próximas décadas com suas 'relatividades morais'. Muitos destes caras foram colocados no STF sob influência de gente bacana como o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral e pelo açougueiro criminoso Joesley Batista. Juntos, os sete ministros petistas garantem vitória em qualquer parada no STF. Isso sem contar a ajuda de seus colegas nomeados por Sarney, Collor, FHC e Temer, cada um com apenas um indicado no STF.

Além dos sete petistas, ainda tem ministros para todo gosto. Como Gilmar Mendes, cria do FHC, e Marco Aurélio Melo, o primo de Fernando Collor de Melo.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

PEC de Gilmar Mendes que cria cargo de primeiro-ministro é suspensa

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), determinou na terça-feira (19) a suspensão da emenda constitucional que propunha a adoção do semipresidencialismo no Brasil, de autoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes. A retirada da proposta ocorreu após revelação feita pela Gazeta do Povo sobre a existência do texto e de sua velocidade de tramitação - em caráter "urgente", estava pronto para leitura em plenário. A ordem de tramitar, anteriormente, partiu do próprio Oliveira.

Após a repercussão da notícia, a tramitação da PEC de Gilmar Mendes desapareceu do sistema eletrônico do Senado. Não se encontra mais sua tramitação. À tarde, a assessoria do ministro informou à Gazeta do Povo que ele não havia enviado "oficialmente" nenhuma proposta de semipresidencialismo, mas que discutia o assunto no Senado e que era autor dessa "minuta". 

A chefia de gabinete da Presidência do Senado chegou a enviar um ofício à Secretaria-Geral da Mesa, responsável pelo funcionamento da Casa, para que fosse "tomada providência" em relação à PEC, sim, de autoria do ministro Gilmar Mendes. Por ordem de Eunício. Na noite desta terça, o Senado informou que se tratou de um erro esse memorando ao atribuir um "estudo preliminar" do ministro do STF como uma PEC de sua autoria. 

“O Presidente do Senado Federal, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), concordou, em conversas com o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ministro Gilmar Mendes, em receber comentários e sugestões para melhoria do sistema político-eleitoral do país”, informou o Senado. 

Eunício Oliveira afirmou ao Estadão/Broadcast, à noite, que o documento era "apenas uma sugestão" do presidente do TSE e que o objetivo é “sentir o desejo do parlamento e ver qual o sentimento da população” sobre a proposta. 

Na nota à Gazeta do Povo, o Senado citou o artigo da Constituição sobre a quem cabe propor emenda à Constituição, que exclui ministros de tribunais superiores.

Conteúdo Gazeta do Povo

Lula visita as tralhas

O condenado Lula visitou as suas “tralhas” — aquele monte de presentes que ele ganhou quando era presidente da República, cujo transporte e depósito foram pagos pela OAS –, acompanhado de Paulo Okamotto e o fotógrafo oficial, Ricardo Stuckert.

Os bens preciosos foram confiscados a mando de Sérgio Moro.

Gilmar: “Desaprovação subindo”

O diretor do Instituto Ipsos comentou no Estadão:

“Gilmar Mendes continua com sua desaprovação subindo, atingindo 85% (próximo ao patamar de políticos como Eduardo Cunha, Aécio Neves e Renan Calheiros)”.

Caiado, o ex-presidenciável: “Eu tentei”

Após dois meses fora do “campo de batalha”, como ele mesmo diz, o senador Ronaldo Caiado conversou com O Antagonista.

Foi a primeira entrevista depois da queda de uma mula, que o obrigou a passar por cirurgias e a ficar de repouso. Nesse tempo, o DEM decidiu mesmo não apoiá-lo ao Planalto em 2018.

“Eu tentei. Dizer que eu não tentei, não. Eu tentei. Mas essa não foi a opção do partido. Apresentei meu nome e algumas lideranças disseram que era só uma coisa pessoal minha. Eu não poderia continuar levando aquilo adiante sem o respaldo do meu próprio partido. Não poderia ficar totalmente à deriva.”

Caiado disputará o governo de Goiás no ano que vem. Vai enfrentar o atual vice de Marconi Perillo, José Eliton.

O senador afirmou que respeita a decisão do DEM de não abraçar a sua candidatura para a Presidência, garantiu que não trocará de partido, mas ao tocar no assunto não conseguiu esconder uma certa insatisfação:

“Diante de todos os envolvimentos dos ministros do presidente [Michel] Temer [em escândalos] e dele mesmo… Fui vencido nessa discussão. Ou seja, o partido preferiu não antecipar o processo eleitoral e continuar no governo.”

Lula se compara a Saddam Hussein

O condenado Lula se comparou a Saddam Hussein, na entrevista a jornalistas convidados. Lula não é um candidato, Lula é uma arma química de destruição em massa:

“Eu às vezes tento ficar encontrando um roteiro de processo para comparar o meu e o mais forte que vem à minha cabeça é o da invasão ao Iraque. O Bush sabia que era mentira, que o Iraque não tinha arma química. O Tony Blair sabia que não tinha e inventaram uma mentira, sustentaram uma mentira e conseguiram fazer a invasão de um país por conta de uma mentira. Invadiram um país há 15 anos e cadê a arma química? Arma química era o próprio Saddam Hussein. 

E o Saddam é outro exemplo que eu dou. Ele contou por tanto tempo mentira para o povo e ele gostava que o povo soubesse que ele tinha arma de destruição em massa. Ele adorava blefar, vendia isso e ele acreditava na própria mentira. Ele não teve coragem de dizer, para dizer: ‘chama a agência internacional que controla arma de destruição em massa e dizer que não tem’. Ele não teve coragem. Preferiu ser encontrado dentro de um buraco como se fosse um rato do que ter a dignidade de dizer para o povo que mentiu. Tenho 72 anos de idade e acredito na Justiça. Se eu não acreditar na democracia, se eu não acreditar na Justiça, vou propor ao povo o que, a luta armada, na minha idade? Então prefiro continuar acreditando na democracia, na Justiça.”

Eduardo Cunha quer eleger a filha

Da cadeia, Eduardo Cunha prepara uma eventual campanha para que a filha, a publicitária Danielle Dytz da Cunha, se candidate a uma vaga na Câmara dos Deputados no ano que vem, segundo noticia Gerson Camarotti.

O colunista lembra que, em 2015, quando o pai virou presidente da Casa, Danielle ganhou algumas contas de deputados para fazer assessoria e divulgar mandatos.

Rollemberg e a loba

Rodrigo Rollemberg, governador do Distrito Federal, vai pagar 300 mil reais — em contrato sem licitação — para Alcione cantar num palco na Esplanada dos Ministérios na virada do ano por uma hora e meia.

O Ministério Público de Contas quer explicações do socialista, uma vez que um show que a cantora fará hoje na Bahia, por exemplo, custará 130 mil reais.

O procurador Marcos Felipe Pinheiro Lima, registrou o site Metrópoles, entende que “o valor da contratação abriga indícios de violação aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, sobretudo se comparado às recentes contratações realizadas pela artista”.

Jucá quer dobrar o fundo eleitoral

Ele disse que, se isso não for feito, os candidatos vão roubar.

Leia um trecho de sua entrevista ao Valor:

Os R$ 1,7 bilhão previstos no orçamento são suficientes?

O fundo terá importância no momento em que tiver um valor que seja razoável. Sou contra ter fundo só para constar. Se não tivermos valores razoáveis, as campanhas serão feitas de forma irregular. Ou teremos campanhas financiadas por facções criminosas ou por setores heterodoxos da política e da economia, porque manuseiam dinheiro e terão mais facilidade.

O que seria razoável?

O valor de R$ 1,7 bilhão não leva em conta a necessidade da disputa eleitoral. Em 2014, tivemos uma despesa declarada de R$ 7,2 bilhões. Vamos chegar quatro anos depois e gastar R$ 1,7 bilhão? Isso é factível? 

Então quanto?

Eu defendi um fundo de R$ 3,6 bilhões porque era 50% do valor de 2014, extra-teto, sem impactar nos gastos com educação e saúde. Infelizmente, o bom senso não prosperou. O pessoal faz média e depois, cai na esparrela.

Então vão aprovar mais recursos para fazer campanha?

A gente tem que discutir o que quer: a solução passa por ter dinheiro lícito ou dinheiro ilícito. Eu defendo deixar o fundo eleitoral fora do teto do gasto. Essa decisão será do Congresso.

Gilmar Mendes manda soltar Anthony Garotinho

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mandou soltar o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho na noite desta quarta-feira (20). 

Segundo ministro, que tomou a decisão como representante do TSE, "não há indicação de nenhum ato concreto e atual praticado por Garotinho com o intuito de fragilizar a instrução criminal".

O ex-governador do Rio estava preso por determinação da Justiça Eleitoral de Campos dos Goytacazes sob a acusação de ter recebido R$ 3 milhões em caixa dois do grupo J&F durante a campanha eleitoral de 2014. 

Garotinho e chegou a ser transferido de prisão por suspeita de "fingir" um ataque dentro do presídio. 

Carmen Lúcia requisitará intervenção militar contra tumultos no julgamento de Lula no TRF-4?


A Ministra Cármen Lúcia terá uma rara oportunidade no próximo dia 24 de janeiro de 2018 de mostrar claramente ao Brasil de que lado está: se da lei e da Justiça, ou da desordem e da  bandidagem.

Na tentativa de constranger, intimidar e  pressionar os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) durante o julgamento do recurso de Lula, tentando reverter a condenação à prisão que recebeu em Curitiba, na sentença prolatada pelo Juiz Federal Sérgio Moro, algumas organizações  que costumam agir provocando tumulto e violência, como o MST, a CUT, o PT e os movimentos variados dos “sem Isso ou sem aquilo”, anunciam abertamente que farão concentração de uma multidão furiosa nas imediações do prédio onde o processo de Lula estará sendo julgado, sede do TRF-4, em Porto Alegre, no dia 24 de janeiro de 2018.                                                                                         
Em análise transacional, reduto da psicologia, dir-se-ia que essas organizações desordeiras buscam alcançar o seu intento, que se resume na  absolvição incondicional do seu “deus”, Lula, na base do chamado “estímulo negativo condicionado”, que traduzido em linguagem popular significa o mesmo que “não condenem Lula, senão o quebra-quebra e o pau vão rolar”.

Ora, essa escancarada pressão para livrar Lula das malhas da Justiça sem dúvida alguma configura ameaça à LEI e à ORDEM. E essa ameaça tem explícita proteção no artigo 142 da Constituição Federal, autorizando requisição das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem. 


Apesar desse tipo de requisição só ter sido usada até hoje exclusivamente pelo Presidente da República, na verdade igual direito é estendido igualmente ao Presidente da Câmara Federal (Poder Legislativo) e do Supremo Tribunal Federal (Poder Judiciário), ou seja, às cúpulas dos Três Poderes Constitucionais. 


Saliente--se, por oportuno, que enquanto os outros Dois Poderes jamais utilizaram dessa prerrogativa constitucional (CF art.142), os Presidentes da República usam-na frequentemente até mesmo para acabar com  brigas e freges em botequim de quinta categoria, mobilizando as Forças Armadas por qualquer “tumulto” que seria da alçada policial.

Com efeito, o comando maior do Supremo Tribunal Federal deverá ser muito enérgico para coibir os abusos cometidos contra um importante órgão da Justiça. 

E pela dimensão e violência com que antecipadamente se anuncia essa “ameaça” ao livre funcionamento da Justiça, todos os excessos que eventualmente forem cometidos, e serão, certamente, deverão ser creditados à Ministra Presidente do STF, por omissão. 

Não pode a Presidente do STF ficar de costas para as ameaças a seus pares lá no Sul, abandonando-os à própria sorte e  “azar”. 

Mesmo uma criança pode enxergar antes que somente forças policiais não terão condições nem força suficiente para frear os tumultos que se avizinham no julgamento do  delinquente “messias” das esquerdas e dos baderneiros.


texto de Sérgio Alves de Oliveira
publicado originalmente no Jornal da Cidade On Line

Zanin vai recorrer da sentença do PowerPoint


Cristiano Zanin vai recorrer da sentença do juiz Carlo Mazza Britto Melfi, que negou o pedido de indenização por danos morais de Lula contra Deltan Dallagnol em razão do PowerPoint que retratava a verdade.

Deixe estar.

O PowerPoint de Dallagnol estava certo

O PowerPoint de Deltan Dallagnol sobre Lula retratava a verdade.

Leia um trecho da decisão do juiz Carlo Mazza Britto Melfi que condenou o condenado:

“Certo é que, à vista da demonstração gráfica feita por PowerPoint, imputa-se ao autor (Lula) a condição de personagem central de um amplo esquema de corrupção, tanto pelo seu poder decisório, quanto pelos indícios de enriquecimento e capacidade de inter-relacionamento com ocupantes de funções de relevo na Petrobras

Independentemente de uma eventual conclusão pela existência de associação criminosa ou simplesmente de uma posição de direção da forma de atuar dos demais envolvidos, é evidente que o cerne dos fatos mencionados é justamente a ocorrência de corrupção, consubstanciada no recebimento de vantagem econômica, além da ocultação dos valores decorrentes. E, a respeito, repita-se, há no mínimo relevantes indícios justificadores da conduta do membro do Ministério Público, no sentido de retratar a conclusão das investigações e da denúncia formulada.”

E mais:

“A forma de ilustração dos fatos, com ampla divulgação pela mídia nacional, foi o suficiente para se estabelecer, desde o início, que não se tratava, à época, de condenação, inclusive por meio de inúmeras notas divulgadas pela própria defesa, na qual rebatia os fatos imputados ao acusado.

Só posteriormente sobreveio a condenação criminal, consoante a conhecida sentença juntada a fls. 1234/1410, pela qual o réu Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado à pena de nove anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de multa, pela soma dos delitos de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.”

Lula condenado a pagar 100 mil reais

Lula terá de pagar as despesas do processo contra Deltan Dallagnol.

Não só isso.

O juiz o condenou a desembolsar também 100 mil reais em honorários para os advogados do procurador – ou 10% do valor da causa de 1 milhão de reais.

Destino: voos de galinha

Habituada aos voos de galinha, boa parte dos brasileiros não associa combate à corrupção a crescimento econômico consistente.

Foi o que se viu, recentemente, no governo Lula — e é o que se esboça agora, a um ano do fim do governo Temer.

A corrupção só incomoda quando a galinha não consegue voar, como no governo Dilma.

Bolsonaro negocia com PR e PSL

Sem dinheiro e sem TV, Jair Bolsonaro tende a ser esmagado em 2018.

Por isso mesmo, diz o Estadão, ele “negocia com o PR e com o PSL sua inscrição para disputar a eleição ao Planalto.

A filiação ao Patriota não deu certo até agora”.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

MST vai acampar em Porto Alegre

Depois da convocação de José Dirceu, o MST confirmou que acampará em Porto Alegre para o julgamento de Lula no TRF-4, marcado para 24 de janeiro.

A turma chegará antes.

O cabo eleitoral de Ciro Gomes

Túlio Gadelha, namorado de Fátima Bernardes, é cabo eleitoral de Ciro Gomes.

Militante do PDT, ele acompanhou nesta segunda (18) uma palestra do presidenciável em João Pessoa.

A imagem é do blog local de Heron Cid:


LULA PODE CONTAR COM CÁRMEN LÚCIA

Cármen Lúcia vai salvar Lula.

A presidente do STF já avisou que, se o condenado apresentar um pedido de habeas corpus preventivo em janeiro, ela assina na hora, informou o site O Antagonista.

Gleisi é hostilizada em avião por uma brasileira indignada

Após ouvir umas verdades, das quais não gostou, a senadora chama a PF.
A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), sofreu hostilidades nesta terça-feira (19), ao desembarcar num voo vindo de São Paulo para Brasília . O incidente ocorreu ao meio-dia, após a aterrissagem do avião.

Gleisi foi chamada de corrupta por uma passageira, que defendeu ainda sua prisão. A senadora pediu a intervenção da Polícia Federal.



A inferioridade da Suprema Corte

Um amigo me disse que Gilmar Mendes é um mal necessário porque é o contraponto de Luís Roberto Barroso. Isso é muito bom, na medida em que caracteriza a inexistência de unanimidade no STF.
Realmente, seria catastrófica a junção da má fé, da inépcia, do comprometimento político ideológico, do compadrio, da insegurança, da vaidade e da ambição pessoal com a unanimidade!

Os placares discordantes de 5 a 6 e outros nos dão a esperança de podermos contar, pelo menos, com o contraditório para atenuar a capacidade de ser leniente com a corrupção e de fazer lambança demonstrada por seus ministros e pelo conjunto da corte.

O Brasil é, seguramente, maior do que a inferioridade da sua Constituição e da sua Suprema Corte e, graças a Deus e aos bons brasileiros, sobreviverá à utopia e a todos os seus vícios e vedetismos e assistirá ao retorno da sabedoria, da isenção e do bom senso ao palco maior da Justiça.

Gen Bda Paulo Chagas

TRF-4 sitiado

“O MST quer montar acampamento em frente ao TRF-4 a partir do dia 8 de janeiro”, diz a Folha de S. Paulo.
Nesse caso, será preciso expulsá-los dali com cassetetes, jatos de água, bombas de efeito moral e balas de borracha.

Ninguém tem o direito de intimidar os desembargadores.

O PASSAPORTE DE LULA

Lula viaja para a Etiópia dois dias depois de ser julgado pelo TRF-4.
Segundo Josias de Souza, ele participa de um 'evento' organizado pelo petista José Graziano, que comanda a FAO.

A Lava Jato deveria retirar seu passaporte.

O STF é o maior inimigo do Brasil

Gilmar Mendes e Dias Toffoli inocentaram mais um. 
Eles rejeitaram a denúncia apresentada pela PGR contra o deputado Eduardo da Fonte, do PP, acusado de intermediar o pagamento de 10 milhões de reais ao senador tucano Sérgio Guerra, para proteger empresas na CPI da Petrobras.

Os dois ministros aproveitaram o clima de Natal para matar a Lava Jato.

O STF, hoje, é o maior inimigo do Brasil.