domingo, 18 de março de 2018

Um recado aos canalhas


Todos sabem que eu tenho pavor de bandido.

Não me tragam mentecaPTos travestidos de falsos filósofos ou sociólogos de rodoviária, para dizer que bandido é vítima da sociedade.

Bandido é bandido.

É algoz, não é vítima.

Agora, vamos "colocar os pingos nos is".

É incrível que no caso da morte da Vereadora Marielle Franco, do RJ, a qual queria a extinção das Polícias, a esquerda quer a prisão sumária e imediata dos responsáveis.

Mas, para LULA, a esquerda quer a liberdade, mesmo ele já tendo sido responsabilizado e condenado em 2°. instância.

Dois pesos e duas medidas.

Esta é a esquerda canalha.

Sempre deturpando e violando as regras, conforme lhe convém.

A proPósiTo: 

Por que a esquerda não quer a prisão imediata e sumária dos responsáveis pelo assassinato de centenas de Policiais que perderam suas vidas protegendo o cidadão de bem em todo Brasil?

Por que a esquerda não luta pela assistência e proteção dos familiares destes Policiais?

Lamentavelmente, a estes (Policiais e familiares) a esquerda nunca dá voz. Pelo contrário, ela os sufoca, os persegue e os sataniza.

Lamentavelmente, a esquerda só deles recorda, quando tem, nos seus adePTos e mentecaPTos militantes, uma vítima.

Eis que, neste momento, a esquerda bate as portas dos Policiais, que tanto sufoca e persegue, clamando por socorro.

Cambada de canalhas.

Adoram transformar velórios em palanque para fazer ProseliTismo PolíTico.

texto de Pedro Lagomarcino, advogado.



Mais um valoroso PM é assassinado e esquerda silencia


Nesta sexta-feira (16) mais um policial militar foi assassinado no Rio de Janeiro.

O crime aconteceu na Zona Oeste da cidade e a vítima foi o soldado Jean Felipe de Abreu Carvalho, um PM muito elogiado dentro da corporação, com quatro anos de serviços prestados, sem qualquer mácula em sua carreira, lotado na UPP Kennedy.

Jean Felipe reagiu a um assalto e matou o bandido. Entretanto, outros criminosos que estavam em um veículo do outro lado da rua, balearam o soldado.

Jean Felipe agora é apenas uma estatística. É o 26º PM assassinado no Rio este ano.

Nenhum partido de esquerda se manifestou com relação ao fato e tampouco apresentou qualquer tipo de  solidariedade à família do soldado.

É a mais completa inversão de valores.

Enquanto a esquerda silencia, nós gritamos por esse guerreiro: 

Jean Felipe, PRESENTE!

Prefeito, sem explicações, manda lacrar loja na véspera da inauguração. Empresária chora indignada (Veja o Vídeo)

Em tempo complicados, com a crise assolando o país e todos os setores da economia, as administrações municipais tem buscado trazer investimentos para seus respectivos municípios, com o objetivo de suportar o momento de dificuldade e tentar de alguma forma reaquecer o mercado.

Todavia, é de se estranhar que numa cidade do interior do Rio Grande do Sul, que enfrenta dificuldades financeiras e que convive com a onda de desemprego, o prefeito não tenha preocupação em atrair novos investimentos. Pelo contrário, tem afugentado aqueles que se arvoram em investir no município.

Foi exatamente o que aconteceu esta semana em Passo Fundo (RS), cidade de 200 mil habitantes, localizada na região Norte do estado.

Uma jovem empresária durante quatro meses vem tentando viabilizar um investimento na cidade – a loja ‘Dia do Sapato Barato’ – para tanto, toda a documentação necessária e exigida foi rigorosamente providenciada e o alvará de funcionamento foi concedido pela administração municipal.

Um dia antes da inauguração, o Clube dos Diretores Lojistas da cidade (CDL), possivelmente sob a influência de comerciantes medíocres, temerosos com a concorrência, efetivou uma reclamação contra a nova empresa, aduzindo, entre outras coisas, que a loja iria trabalhar ‘com preços muito baratos’. Estranhamente, a prefeitura acatou a reclamação, lacrou a loja e detonou o investimento realizado.

Cassaram arbitrariamente um alvará que já havia sido concedido. 

Uma coisa própria de uma administração provinciana, sem olhos para o futuro e que realiza uma gestão com os olhos voltados para o umbigo do prefeito e para os amigos do rei.

Um absurdo e um desrespeito com os empresários que acreditaram e investiram na cidade e com a própria sociedade.

Abaixo veja o vídeo postado pela jovem comerciante:

POR QUE NÃO EXISTE UM PARTIDO CONSERVADOR NO BRASIL

A diferença entre conservadores e liberais não é o liberalismo destes. Falta algo essencial aos conservadores brasileiros. Saiba o que é.

Assista ao vídeo:

PSOL resolve acionar o CNJ contra magistrada que afirmou que Marielle foi eleita pelo CV


O PSOL, partido ao qual a vereadora Marielle Franco era filiada, anunciou neste sábado (17) que irá ingressar com representação junto ao Conselho Nacional de Justiça contra a desembargadora Marília Castro Neves do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que afirmou nas redes sociais que a parlamentar assassinada estava ‘engajada com bandidos’.

A magistrada afirmou ainda que Marielle foi eleita pela facção criminosa Comando Vermelho e teria sido morta por ter descumprido ‘compromissos assumidos com seus apoiadores’.

A representação será protocolada ainda esta semana.

Veja abaixo o que a desembargadora publicou:


Moro marca o dia do primeiro confronto com Sepúlveda Pertence


O juiz federal Sérgio Moro despachou na última sexta-feira (16) autorizando que o empresário Marcelo Odebrecht preste novo interrogatório na ação da Lava Jato que investiga a compra de um terreno por parte da Construtora Odebrecht para o Instituto Lula.

No mesmo dia também será reinquirido o ex-executivo Paulo Ricardo Baqueiro de Melo.

A data da nova oitiva foi marcada para o dia 11 de abril.

Os questionamentos na ocasião serão específicos sobre os novos e-mails anexados por Odebrecht. São mais de mil documentos absolutamente incriminadores contra o ex-presidente Lula.

Provavelmente o advogado Sepúlveda Pertence estará na bancada de defesa do petista.

Será o primeiro confronto entre Moro e Sepúlveda, que evidentemente terá um comportamento bem diferente daquele adotado pelo abobalhado Cristiano Zanin.

O BRASIL QUE EU QUERO (TV Globo)

Penso que todos deveríamos gravar vídeos curtos dessa linha e propagarmos nas redes sociais. 
Percival Puggina

ASSISTA AO VÍDEO:

sábado, 17 de março de 2018

QUEM MATOU MARIELLE FRANCO?

Percival Puggina
Não tenho a menor ideia. Surpreende-me que tantos analistas se apressem em indiciar “a polícia”, assim, genericamente, como se a instituição fosse executante de sentenças de morte. Tais generalizações me incomodam. Primeiro, porque presumem a burrice do interlocutor; segundo, porque se prestam para que a atividade policial, numa instintiva autodefesa, fique neutralizada. E quase acrescentaria um terceiro motivo, que me vem da morte de Celso Daniel. Lembram? No dia em que encontraram seu cadáver com 11 perfurações a bala e sinais de tortura, todo o alto comando petista desembarcou em Santo André tendo à frente o falante Dr. Eduardo Greenhalgh. Nos cochichos do velório, o que mais se ouvia eram insinuações de que o prefeito fora executado por adversários da campanha de Lula, que ele, Celso Daniel, iria coordenar. Depois, foi o que se sabe.

 Essas acusações afoitas sempre me parecem movidas a muito má intenção. Um crime pode ser cometido por médicos, mas isso não transforma o hospital em organização criminosa. Um crime pode ser cometido por policiais, mas isso não transforma a polícia em organização criminosa. Um crime pode ser cometido por uma facção criminosa. E isso é o que dela se espera. O que mais leio e ouço nestas últimas horas revela um esforço em entregar o cadáver da vereadora para as instituições policiais e em transformar sua morte numa questão racial. A “polícia” teria executado uma mulher negra. O assassinato não teria sido de uma pessoa humana, que para isso ninguém mais dá bola, mas de uma mulher  de pele escura e vereadora, o que amplia a dimensão política do fato. Já o seu motorista continua ignorado. Morto, oprimido e excluído, de “raça” ignorada, o infeliz. Entortou-se no Brasil a capacidade de análise. Em 2017, tal qual em 2016, 134 policiais foram mortos no Rio de Janeiro. Qual era a cor de sua pele? Isso não interessa pelo simples motivo de que isso realmente não interessa a qualquer pessoa intelectualmente honesta e mentalmente sã. Interessa a vida humana sacrificada.

 Todo esse empenho em transformar a morte da vereadora num conflito entre raças, entre oprimidos e opressores, vem vestido com aquela malícia que, para dar vida à respectiva ação política, precisa de conflitos tanto quanto do ar que respira. Morreu uma mulher negra; logo, seus assassinos são homens brancos – presume-se que deduzam os tolos. Em artigo na Zero Hora de hoje, uma repórter da RBS dá números extraídos do Atlas da Violência: no Brasil, sete em cada 10 vítimas de homicídio são negros. É fato. No entanto, a redatora do texto, para mostrar o fato como lhe convém à tese, passa por cima de outras evidências: o número de homicídios cometidos no Brasil é impulsionado por conflitos entre facções criminosas em disputas de território. Nessas verdadeiras guerras de conquista pelo controle local do tráfico de drogas, bem como do roubo e comercialização de cargas, ninguém olha para a cor da pele, senhora repórter!

Não há uma “chacina dos jovens negros” por serem negros. Há uma chacina de jovens brasileiros recrutados pelas facções criminosas entre a população dos morros que é majoritariamente formada por negros e pardos. Sem óculos danificados pela ideologia do conflito, sem a tolice das dicotomias oprimido-opressor, excluído-incluído, vendo os fatos como são, a maioria dos que morrem são pretos e pardos; e a maioria dos que os matam são pretos e pardos. Mera estatística.

Partidos políticos que sistematicamente antagonizam a polícia e as Forças Armadas têm razões inconfessáveis para isso.

texto por Percival Puggina

“Lava Jato mostrou o quanto o crime se apropriou da política”

O procurador Carlos Fernando Lima, da Lava Jato de Curitiba, comentou no Facebook o editorial de sexta-feira do Globo sobre o mercado de compra e venda de deputados.

“Quando se fala no mercado de compra e venda de deputados é que se percebe o baixíssimo padrão ético de nossa classe política.

O fundão partidário, como já dissemos antes, foi apenas uma forma de dar dinheiro público para os caciques dos partidos poderem ‘arrematar’ deputados.

Depois vêm alguns condenados dizer que a Lava Jato criminaliza a política. Na verdade, a Lava Jato mostrou o quanto o crime se apropriou da política.”

Ditadura “reeleita”

O Congresso da China reelegeu neste sábado Xi Jinping como presidente do país pelos próximos cinco anos, com Wang Qishan como vice. ​

Uma semana após a aprovação da mudança constitucional que pôs fim ao limite de dois mandatos presidenciais, a cúpula da ditadura chinesa garantiu assim seu poder até 2022.

Agora só faltam as “eleições” cubanas.

CVM acusa 40 da Petrobras, incluindo Foster, Gabrielli e Bendine

Quarenta atuais e ex-administradores da Petrobras ignoraram por cinco anos indícios de que a refinaria de Abreu e Lima e o Comperj valiam menos do que constava no balanço da estatal.

A acusação é da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula o mercado de capitais, informa O Globo.

Entre os acusados, estão:

– os ex-presidentes José Sergio Gabrielli, Maria das Graças Foster e Aldemir Bendine;

– o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega;

– o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho;

– o ex-diretor financeiro da Petrobras Almir Barbassa.

– e atuais diretores, como Ivan Monteiro (financeiro) e Solange Guedes (Exploração e Produção).

Para a CVM, a maioria dos acusados falhou no dever de diligência e prejudicou a empresa e os investidores, induzindo esses últimos a erro de julgamento.

“A autarquia entende que a companhia deveria ter reconhecido baixas contábeis nos ativos de 2010 a 2013, o que não aconteceu, e ampliado o escopo da reavaliação dos valores feita em 2014 para Abreu e Lima.”

“Uma questão de honra nacional”

“É uma questão de honra nacional descobrir os assassinos de Marielle Franco”, diz Fernando Gabeira.

Ele continua:

“Li que Marielle Franco denunciava violência policial em Acari. É uma das hipóteses de investigação. Acari tem uma tradição de violência policial. Em 1990, houve a chacina de Acari, que levou sete jovens. As mães fizeram um movimento de denúncia. Uma delas também foi assassinada.

A 15 minutos de distância está Vigário Geral, onde também houve uma chacina. Estive lá no primeiro momento e falava-se muito na culpa de um grupo de PMs intitulado Cavalos Corredores.

Tudo isso parece sepultado no século XX. Mas a violência nunca desapareceu de fato e, agora, com a ruína do governo, o processo de decomposição dos órgãos policiais é ainda maior.

Outra hipótese são as milícias. Uma delas foi desbaratada na véspera do assassinato de Marielle. As milícias, também, com o processo de decadência do governo, ampliaram-se e, hoje, segundo ouvi, já ocupam 164 comunidades e mandam no cotidiano de dois milhões de pessoas.

Se conduzida com seriedade, a intervenção federal terá de encarar esses problemas.

A derrocada da polícia do Rio foi precipitada pela corrupção dos governantes. Vi, de relance, algumas pessoas na rua, pedindo o fim da PM. Mas, o que colocar no lugar? Talvez não seja nem a pergunta mais difícil. A mais difícil é essa: como trocar os pneus com o carro em movimento?

Todos nós queremos ter certeza de que não só o Rio vai emergir desta tragédia, mas que o próprio país, sobretudo o Nordeste, também vai encontrar uma saída para deter o avanço do crime organizado (…).

Acabou o tempo de espanto e espera. Como diz o poeta, o drama se precipita sem máscara.”

Cármen Lúcia não cede

Merval Pereira explicou o conluio entre as diversas alas da ORCRIM para salvar Lula da cadeia.

Leia aqui:

“As pressões sobre a presidente do Supremo Tribunal Federal vêm de várias partes, além do PT e dos advogados de Lula. Há um conluio surdo entre as diversas forças políticas que estão de alguma maneira envolvidas nas investigações e denúncias da Lava Jato e suas decorrências pelo país.

O grupo que pressiona a presidente Cármen Lúcia pretende se reunir com ela na terça-feira, mas não está certo que essa reunião se realizará. O certo é que a presidente não está disposta a aceitar passivamente uma pressão que nunca aconteceu na História do Supremo Tribunal Federal para tirar de seu presidente o poder de organizar a pauta dos julgamentos.”

A exploração lulista do cadáver de Marielle

A resolução da Executiva Nacional do PT que compara o assassinato de Marielle Franco ao processo penal que resultou na condenação de Lula é de um oportunismo político sem tamanho, afirma João Domingos no Estadão.

“De acordo com a resolução petista, tanto a execução de Marielle quanto a condenação de Lula são consequências de uma escalada de autoritarismo no País.

Nesse clima, afirma o PT no documento (…), ‘os movimentos sociais são reprimidos, professores são espancados, a universidade é atacada, artistas são censurados, setores politizados do Judiciário atuam casuisticamente e o governo golpista apela, de forma demagógica e irresponsável, para a militarização de esferas de competência do poder civil’.

Tudo o que está escrito entre aspas no parágrafo acima faz parte de uma argumentação política a partir de uma visão ideológica das coisas. Portanto, o PT tem todo o direito de dizer isso. (…)

Comparar o assassinato da vereadora Marielle ao processo penal que condenou Lula por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, no entanto, supera a argumentação lógica da política.

(…) A condenação de Lula veio depois de um processo judicial (…). Para se defender, o ex-presidente contratou os melhores advogados, produziu as melhores peças jurídicas com as mais afamadas teses, ocupou as redes sociais, atacou Judiciário, Ministério Público, meios de comunicação e tudo o mais que viu pela frente.

Ao contrário de Lula, a vereadora não teve nenhuma oportunidade de defesa. Foi fuzilada.”

O site O Antagonista registra que, além de já ter pulado os trechos do artigo que exaltam a militância de Marielle, só tiraria da parte sobre advogados e peças jurídicas a palavra “melhores”.

4 anos de Lava Jato: 40 vezes Moro

A Lava Jato completa quatro anos neste sábado e, desde a deflagração da 1ª fase da operação, em março de 2014, 40 processos já foram sentenciados por Sergio Moro, registra o G1.

“Foram 188 condenações contra 123 réus, que somam 1.861 anos e 20 dias de pena.

O tempo médio de trâmite das ações da Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba – desde a aceitação da denúncia até a publicação da sentença – foi de 9 meses e 10 dias.”

Lembramos que o STF ainda não condenou político algum na Lava Jato.

Parabéns, Moro.

O IRREDUTÍVEL TOTALITARISMO CUBANO

Na minha segunda visita a Cuba, em 2002, encontrei-me com o dissidente Oswaldo Payá, dirigente do Movimiento Cristiano Liberación. 
Uma figura humana admirável, que enfrentava com tenacidade as perseguições, injúrias, restrições e ameaças com que o regime tolhia sua ação e suas manifestações. Naquele mesmo ano, fora distinguido pelo Parlamento Europeu com o Prêmio Sakahrov de Direitos Humanos.

Convidei-o para jantar e nos encontramos certa noite nas circunstâncias novelescas que relatei em “Cuba, a tragédia da utopia”. Contou-me as quase invencíveis peripécias de seu cotidiano (nosso encontro mudou de lugar momentos antes de eu me dirigir para lá porque o local aprazado já estava sob vigilância). Sua casa era pichada e ele proibido de repintá-la, seu telefone grampeado, sua família vítima de acintes e provocações. Todas as suas tentativas de participar dos processos “eleitorais” eram bloqueadas desde a possibilidade de registro de candidatura. O manifesto de Payá à ONU sobre o regime cubano ilustra a contracapa da primeira edição do livro que escrevi e foi publicado em 2004.

Mediante contato mantido através de seu irmão Carlos, que mora na Espanha, havíamos combinado encontrar-nos novamente quando voltei a Cuba nove anos mais tarde. Dessa feita, porém, era o meu hotel que estava sendo vigiado naquela manhã de 22 de outubro de 2011. E Oswaldo não apareceu. Morreu no ano seguinte, numa rodovia deserta, em estranho acidente de carro.

Estou contando isso porque tenho lido curiosas afirmações sobre uma suposta abertura do regime, a propósito das recentes eleições. Abertura? Eleições? No sistema cubano, quando o eleitor é chamado à urna, todo um processo de filtragem assegurou que opositores ao regime não constem entre as alternativas a ele apresentadas. 

Nas eleições de novembro de 2017, nenhum dos 200 candidatos dissidentes conseguiu superar a barreira da respectiva comissão. 

Na eleição do último domingo para a Assembleia Nacional, 605 candidatos escolhidos pelas assembleias provinciais, disputaram as 605 vagas. Todos serão empossados, todos estão previamente alinhados com o Partido Comunista Cubano (PCC). 

Nenhum dissidente obteve mandato na mais exótica “democracia do mundo” e o futuro ditador já está escolhido pelo partido. Chama-se Miguel Diáz-Canel e cumprirá 10 anos de mandato.

Opor-se a isso, contestar o regime, continua fazendo mal à saúde. O notável Oswaldo Payá virou nome de um troféu – o Prêmio Payá. Através dele, movimentos dissidentes, sob a liderança de sua filha, Rosa Maria Payá, reconhecem o esforço de personalidades estrangeiras em favor da redemocratização e dos direitos humanos em Cuba. 

Pois nem mesmo os ex-presidentes Andrés Pastana e Jorge Quiroga, da Colômbia e Bolívia, conseguiram desembarcar em Havana no último dia 3 de março para receberem os troféus que lhes estavam destinados. Foram deportados. 

Assim é a “abertura” e assim são as “mudanças” em curso na ditadura imposta, há 60 anos, sobre o bom povo da ilha.

texto por Percival Puggina

 

ALEXANDRE FROTA COMENTA SOBRE A MORTE DA VEREADORA DO PSOL

TIROTEIO NO COMPLEXO DO ALEMÃO

OCORRENDO ESTA NOITE NO COMPLEXO DO ALEMÃO - RIO DE JANEIRO. Segundo informações da PM, duas pessoas morrem em tiroteio no Alemão, entre eles criança de 1 ano

sexta-feira, 16 de março de 2018

Coronel da PM contraria o "politicamente correto" e fala o que pensa sobre da morte da vereadora

Por que tanta tentativa de transformar essa vereadora em mártir?

Sem medo de contrariar o "politicamente correto" o Coronel Washington Lee Abe, manifestou sua opinião sobre a comoção popular em torno da morte da vereadora Marielle Franco, executada na última quarta-feira (14).

Confira a carta divulgada por ele próprio, na íntegra:

Por que o mundo inteiro respeita a Polícia? Por que o mundo inteiro precisa da Polícia? Não existe governo, não existe judiciário em nenhum lugar do mundo sem uma polícia. Por que tanta tentativa de transformar essa vereadora em mártir? Ela representa o povo? Que povo? Qual segmento do povo? Do cidadão de bem? 

A Polícia Militar, responsável pela morte de negros e pobres na ordem de 30% no País (segundo a vereadora) é morta por quem? Pelo cidadão de bem? Nós, PM, saímos pelas ruas escolhendo 30% de negros e pobres para matar (hahaha). Quando atingimos a nossa quota diária, vamos completar nossa meta matando brancos, asiáticos e tudo o mais que aparecer na nossa frente. É assim que funciona? E quando morrermos em combate, tentando salvar uma vida inocente que clama pela nossa presença, vamos aguardar pacientemente os políticos, a imprensa, autoridades que estão fazendo todo esse alarde pela morte dessa "pessoa" intitulada vereadora, promotora dos direitos humanos, mãe, homossexual (como ela mesma se apresenta) fazerem também o mesmo alarde exigindo respostas rápidas e firmes das autoridades? O mais incrível é declararem em coro que os matadores "sabiam atirar", insinuando serem policiais. 

Nós, policiais, temos uma missão muito maior do que essa mesquinharia. Somos muito mais do que "isso". Somos a Polícia! 

Coronel Washington LEE Abe - Comandante do 5º Cmdo Regional da Polícia Militar do Paraná

Carlos Marun, o pangaré folgado


O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) decidiu denunciar o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, por ter ameaçado pedir o impeachment  do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisões que desagradaram ao presidente Michel Temer. A representação será apresentada na Procuradoria Geral da República. O senador quer que a PGR solicite ao  Supremo a abertura de inquérito contra Marun. Fonte: Congressoemfoco.

O gaúcho Carlos Marun é um pangaré folgado. Está precisando de uma grande lição. Desde que defendeu o corrupto Eduardo Cunha não parou mais de  sua fanfarrice, comportando-se como um autêntico saltimbanco na política nacional.

Escudado ninguém sabe em quê, blasona valentia como se fosse um Dom Quixote no Planalto. Mas não passa de um reles vira-lata. 

Certamente, como não teve competência para exercer atividade profissional, foi em busca da política em Mato Grosso do Sul como meio de sua sustentabilidade,  corroborando, assim, o que escreveu certa feita o jornal espanhol El País: que ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as grandes vantagens auferidas. 

Petulante, Carlos Marun desrespeita o Estado Democrático de Direito ao afrontar o STF na pessoa do ministro Luís Roberto Barroso. Com intimidação  despropositada ao ministro, a conduta de Marun é própria de elemento de estado de anomia e de comportamento despótico. Marun revela não ter envergadura ética e moral para exercer atividade em pasta ministerial.

texto de Júlio César Cardoso, bacharel em direito

Marielle não foi eleita pelas favelas

Um mapeamento sobre os votos que Marielle Franco obteve em 2016 revela que a vereadora do PSOL, executada há dois dias, não foi eleita pelas favelas, conforme relata O Antagonista .

Cerca de 20 mil votos, quase metade dos 46 mil votos que elegeram a socióloga, saíram dos bairros nobres da Zona Sul carioca e da Barra da Tijuca, Zona Oeste.

Enquanto na Rocinha ela teve apenas 22 votos, no Leblon foram 1.027. Marielle colheu mais 1.900 votos em Laranjeiras e outros 2.742 votos em Copacabana.

Na também famosa Cidade de Deus, foram apenas 89 votos. Já na Freguesia, área de classe média alta de Jacarepaguá, a política do PSOL foi a escolha de 707 eleitores.

Na Grande Tijuca, Marielle teve um ótimo desempenho: 6.500 votos.

No Complexo da Maré, suposta base eleitoral da vereadora, foram apenas 50 votos.

Se incluirmos Ramos e Bonsucesso, esse número sobe para 2.196 votos – resultado distante do obtido entre o eleitorado de melhor poder aquisitivo.

“A cidade cada vez mais quer a intervenção”

Miro Teixeira disse que “tudo indica que quem matou Marielle Franco foi a milícia” — o que, na opinião dele, mostra ter sido acertada a decisão do governo federal de intervir na segunda pública do estado do Rio de Janeiro, relata O Antagonista.

“A cidade cada vez mais quer a intervenção. Estou vendo algumas pessoas se manifestando contra a intervenção. Ora, o assassinato da Marielle é a demonstração mais dramática da necessidade dessa ação.”

Para Cármen, fim da prisão em segunda instância seria retrocesso contra a corrupção

Na reportagem de capa sobre Cármen Lúcia, a IstoÉ reproduz declarações da presidente do Supremo sobre a pressão feita pelo PT para tentar pautar a revisão da execução provisória da pena.

Segundo Cármen, “o fim da prisão em segunda instância faria retroceder em 50 anos o combate à corrupção”.

“As inúmeras possibilidades de recurso fariam os crimes prescreverem. Não haveria mais motivo para que alguém fizesse colaboração premiada.”

Ela diz também que, mesmo os amigos (como Sepúlveda Pertence), recebem tratamento protocolar.

A vaquinha de Lula é um fracasso

Faltando três dias para a nova “caravana” de Lula pela região Sul, apenas 195 pessoas se dispuseram a colaborar financeiramente com a empreitada, relata a Época.

A tour do condenado por corrupção e lavagem de dinheiro começará em Bagé na segunda, 19, e terminará em Curitiba no dia 28.

O PT não informa a quantidade de dinheiro arrecadado. Em seu site, o partido pede recursos para que Lula “continue percorrendo o país e dando voz e visibilidade a nossos sonhos”.

Jungmann e Braga Netto têm de cortar cabeças

A melhor maneira de ajudar a polícia do Rio de Janeiro é promover uma limpeza geral de alto a baixo, tanto na Civil como na Militar.

Raul Jungmann e o general Braga Netto têm de começar a cortar cabeças imediatamente.

É uma guerra contra o Estado.

General se manifesta fortemente sobre a morte da vereadora do PSOL e post repercute na internet


O General Paulo Chagas se manifestou no Facebook sobre a morte da vereadora do PSOL, Marielle Franco.

Veja abaixo o texto na integra:

Consagração da hipocrisia ou do desrespeito?

Caros amigos

Fico em dúvida se qualifico a comoção pela morte da vereadora Marielle Franco como hipocrisia ou como desrespeito aos mais de 60 mil brasileiros que morrem por ano em condições semelhantes, aí incluídos centenas de policiais.

Pela qualidade e pela quantidade de políticos dos partidos que nas últimas décadas nada fizeram pela segurança dos cidadãos, muito pelo contrário, sou levado a afirmar que ambos os comportamentos norteiam a falsidade das lágrimas.

Ninguém sabe ainda quem cometeu o crime, mas posso assegurar que quem o fez atendeu, mesmo que com outras intenções, ao desejo quase incontido e inescondível dos líderes das espetaculosas manifestações de protesto e comoção que contaminam as manchetes de todos os jornais do País e, por osmose, até do exterior, com o único e vergonhoso objetivo de desmerecer e boicotar a necessária intervenção federal em processo na Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Afinal, quantas mulheres “incríveis e corajosas” como Marielle morrem todos os dias no Brasil em consequência da falta de honestidade, de pulso, de coragem, de energia e de efetividade no combate aos criminosos que são, demagogicamente, paparicados pelos mesmos que choram a sua morte em busca de poder e de alguns segundos a mais de “fama”?

Lamento a morte da vereadora, tanto quanto a de seu motorista e de outros brasileiros que se foram nas mesmas condições, mas repudio, enojado, a exploração midiática dessa violência, porquanto, em seu âmago, ela tem por finalidade exatamente o contrário do que querem fazer crer os falsários que em nome dos “direitos humanos” desrespeitam a vida e se colocam contrários ao combate, sem tolerância, aos criminosos de todos os tipos, matizes e colarinhos que insistem em dominar o Brasil e em continuar a matar, impunemente, outras tantas Marielles!

É tempo de acabar com a politicagem, com o desrespeito e com a hipocrisia! 

Gen Bda Paulo Chagas

Finalmente o cadáver sob medida que a esquerda precisava


Todos tinham certeza, inclusive a MÍDIA mais esclarecida e honesta avisava, que a qualquer momento iria surgir um cadáver “de esquerda” para manchar a imagem da “direita”, atribuindo-lhe a autoria do crime. Todos já estavam esperando esse “espetáculo” durante a recente sessão da 8ª Turma do TRF-4, de Porto Alegre, que confirmou a condenação de Lula. Mas nada de extraordinário aconteceu. Frustração “geral”!!!

Talvez tenham achado Porto Alegre “província” demais, um local que não daria a repercussão e o impacto mundial que “eles” tanto esperavam. Melhor seria num “palco” mais conhecido no mundo, São Paulo ou Rio, por exemplo.

Pois esse “cadáver-de-esquerda” acabou surgindo logo após.  E melhor que a encomenda.  E o “palco” foi para não se botar defeito: o Rio de Janeiro.                                                                    

O assassinato, ou execução, da vereadora Marielle Franco, do PSOL/RJ, negra, de origem humilde, ativista de direitos humanos, ocorrido no Rio, dia 14.03.18, causando enorme  comoção interna e no exterior, com grande repercussão na imprensa nacional e internacional, atendeu plenamente a expectativa da previsão que se alimentava.

Normalmente na apuração de qualquer crime, a primeira questão levantada pelos investigadores é sobre “QUEM TERIA SE BENEFICIADO COM O CRIME?”.

As duas únicas hipóteses que podem ser levantadas sobre os motivos dessa execução violenta, em vista dos elementos e informações já surgidas, seriam motivos PESSOAIS (vingança, grupos criminosos descontentes com a vereadora, etc.), ou POLÍTICOS. Em princípio parece que deveriam ser descartados de plano quaisquer motivos “pessoais”, pelas características do crime.

Restaria então unicamente motivações políticas para explicar o ocorrido. É evidente que tanto na ESQUERDA, quanto na DIREITA, deveriam haver motivos para eliminá-la. Mas na direita esses motivos, mesmo que houvessem, seriam de tamanha insignificância que não valeria a pena correr o risco de cometer um brutal assassinato como esse. Que vantagem teria a direita? Eliminar um dos concorrentes adversários de pouca expressão lhe traria alguma vantagem política significativa?

Então tudo leva a crer que a morte da vereadora poderia ter o patrocínio direto ou indireto da própria esquerda, mesmo que eventualmente se utilizando de policiais assassinos com desvio de conduta, que não é regra, mas que lamentavelmente existem nessas corporações. E se isso fosse provado, confirmando as APARÊNCIAS talvez “plantadas”, seria um “prato cheio” para a esquerda, principalmente num momento em que muitas das suas lideranças estão sendo processadas na Justiça. Sem dúvida a esquerda apostou todas as suas fichas na possibilidade dessa “virada” espetacular.

A questão a ser apreciada é bem simples, portanto: quem mais se beneficiou politicamente com a morte da Vereadora Marielle?

Atrás da resposta virá o nome do mandante do assassinato.

texto: Sérgio Alves de Oliveira, Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, 

Modesto Carvalhosa manifesta apoio a Barroso e detona Marun: “elemento desprezível” (Veja o Vídeo)

O respeitado jurista Modesto Carvalhosa publicou um vídeo nesta quinta-feira (15) onde oferece apoio e solidariedade ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso e simplesmente aniquila o ministro do governo Michel Temer, deputado Carlos Marun.

Veemente e impiedoso em seu ataque, Modesto Carvalhosa destrói Marun, a quem ele trata como ‘uma das figuras mais execráveis desse país’ e ‘elemento desprezível’

Na sequência, do alto de seu saber jurídico, ele desmonta os argumentos do troglodita que responde pela Secretaria de governo do atual presidente, que ameaçou propor impeachment contra o ministro Barroso.

Vale a pena ver o vídeo.

Modesto Carvalhosa, aos 85 anos de idade, esbanja coragem, lucidez e sabedoria.

Veja o vídeo:

O medo bate e Lula que estava “pronto para ser preso”, acaba de mudar de ideia


No livro que lança nesta sexta-feira (16), entre lamúrias e incontáveis mentiras, o ex-presidente Lula, banca o corajoso e afirma que está pronto para ser preso.

É mais um blefe.

Lula está apavorado.

Nesta quinta-feira (15), em entrevista a uma rádio baiana, o ofegante meliante petista mudou o tom e o discurso.

Já não mais admite ser preso, pois, segundo ele ‘não cometeu crime’.

Na realidade, a prontidão para o xilindró está se esvaindo na medida em que a hora se aproxima.

Lula vai ser preso.