sexta-feira, 30 de março de 2018

Manifestantes da esquerda e do PT incendiaram Brasília para derrubar o governo e tentaram invadir o Palácio do Planalto. Agora Lula faz teatrinho com ovos


Quem vê o ex-presidente Lula, a Rede Globo e os representantes da esquerda brasileira reclamando das hostilidades sofridas pelo maior ladrão da história do Brasil em sua caravana da vergonha pela região Sul do país pode até imaginar que todos são santos. 


Dizem que o povo não tem memória, mas são os próprios meios de comunicação que omitem momentos históricos na vida do país e preferem que a população esqueça fatos vergonhosos patrocinados pelos mesmos grupos de comunicação, em conluio com a esquerda brasileira e até mesmo criminosos, como os açougueiros da JBS-Friboi. 

Tudo indicava que Temer não resistiria a tanta pressão. No auge da crise, instalada no dia 17 de maio a partir de um vazamento feito pela Globo de uma transcrição falsa da gravação feita por Joesley Batista com Temer, a própria Globo e o PT se uniram para derrubar o presidente e passaram a exigir sua renúncia. 

Artistas globais foram escalados para convocar uma manifestação monstro em Brasília e a emissora passou a semana insuflando manifestantes e exigindo a renúncia imediata do presidente. Obviamente, os blogueiros a serviço do mercado financeiro participaram ativamente deste capítulo sórdido da história do país. 




24 de maio de 2017 é apenas uma, entre tantas outras datas que deveriam entrar para a história do país. 

Grupos de guerrilheiros disfarçados de manifestantes comandados pelo PT e CUT tentaram incendiar Brasília numa quarta-feira fatídica, com o apoio de grupos de comunicação e setores do judiciário. 

Cerca de 500 ônibus fretados pelo PT e movimentos sociais e sindicais levaram para a capital federal manifestantes profissionais que foram insuflados pelos dirigentes sindicais a partir para a violência.  

Durante horas, manifestantes profissionais incendiaram três prédios na Esplanada dos Ministérios, colocando a vida de centenas de servidores em risco. Ficou claro que os arquitetos da manifestação precisavam não apenas de um defunto, mas dezenas de corpos carbonizados. Felizmente, os poucos servidores que não estavam no meio dos manifestantes conseguiram deixar os prédios. 

Black blocs e vândalos com treinamento em guerrilha avançavam com facilidade, rumo ao Palácio do Planalto, o alvo principal dos grupos infiltrados na manifestação. No auge dos atos de vandalismo, a Globo convocava a população para as ruas e chamava os vândalos que incendiavam a Esplanada dos Ministérios de "manifestantes".

Acuado no Palácio do Planalto cercado por vândalos, Temer mandou chamar imediatamente o então ministro da Justiça, Osmar Serraglio, que simplesmente desapareceu e desligou seus telefones. 

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, do PSB, fez a sua parte na trama e destacou um efetivo insuficiente de Policiais Militares para conter os atos de vandalismo. 

Diante da ameaça de ter o Palácio do Planalto invadido, sofrer um golpe de estado naquele dia ou até mesmo ser assassinado, Temer assinou um decreto autorizando o uso das Forças Armadas, que estavam em estado de prontidão.

Em poucos minutos, helicópteros com militares desciam na Esplanada dos Ministérios e em frente ao Palácio do Planalto para garantir a manutenção da ordem pública e proteger o presidente e o patrimônio da União contra vândalos e supostos guerrilheiros convocados pela Globo e o PT.



Temer resistiu, conseguiu manter sua base de apoio e não renunciou. O golpe fracassou. Na avaliação de cientistas políticos, o fato preponderante para o êxito do golpe não foi ponderado pelos que estiveram por trás da manobra para derrubar um presidente da República: o apoio da sociedade. 

Apesar do ataque coordenado entre a Globo, os irmãos Joesley e Wesley Batista, toda a esquerda brasileira, um ministro do STF e o procurador geral da República, o povo não comprou a ideia e não foi para as ruas pedir a renúncia de Temer.


Parlamentares de esquerda criticaram a decisão do presidente Michel Temer, que editou decreto para "Garantia da Lei e da Ordem" e permitiu que tropas federais atuem na segurança da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. 

Os militares foram convocados para evitar o depredamento do patrimônio público e garantir a ordem. 

Meses mais tarde, o mesmo decreto, o GLO, viabilizou a intervenção federal decretada pelo presidente no Rio de Janeiro.



O decreto de Temer foi anunciado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann e publicado em uma edição extra do "Diário Oficial da União" e previa o emprego das Forças Armadas no Distrito Federal entre 24 e 31 de maio.



Logo em seguida, a sociedade descobriu que os autores da tentativa de golpe tinham muito a ganhar com a queda de Temer. 

A Globo endividada, Janot querendo um terceiro mandato na PGR, Fachin tentando apagar o rastro de sua relação com a JBS, os irmãos Batista faturando bilhões com o caos no mercado e a oposição querendo antecipar as eleições para livrar Lula da cadeia. 

Esta mesma batalha continua sendo travada nos porões do STF até hoje. Livrar Lula da cadeia ou colocar no governo nas próximas eleições qualquer político conivente com os privilégios vergonhosos dos membros do Judiciário, como os altos salários, penduricalhos e benefícios, como o auxílio-moradia. 


O fracasso da tentativa de golpe custou quase um trilhão de reais em prejuízos para empresas, causou retrocessos na área econômica e a redução na geração de empregos com carteira assinada. 

Temer resistiu e ainda conseguiu manter seu cargo, após ter destruído e ameaçado os interesses de poderosos, da elite do funcionalismo público, de sindicalistas, artistas de esquerda e mamadores do dinheiro do BNDES. 

A Globo subestimou a maturidade política da sociedade, subestimou o poder das redes sociais e acreditou em sua capacidade de manipular a opinião pública.

Apesar de derrotados, setores do MPF, STF, Globo, blogueiros empregados de especuladores, o PT e a esquerda brasileira atuaram de forma sistemática para prolongar o desgaste do governo, visando as eleições de 2018. 

Temer foi o primeiro presidente da história da República a ferir de morte os interesses destas elites engordadas durante os governos do PT de Lula e Dilma. Foi o primeiro presidente a colocar seu cargo em risco para tirar das elites aquilo que roubaram do contribuinte, através de leis e privilégios aprovados na calada da noite. 

O Brasil testemunhou uma clara tentativa de golpe de Estado. Caso as tropas do exército não fossem convocadas, havia a possibilidade de invasão do Palácio do Planalto por uma horda de militantes da esquerda, algo característico de um golpe. Ninguém sabe o que teria ocorrido naquele 24 de maio, não fosse a convocação das Forças Armadas, que garantiram a manutenção da Democracia no país, contrariando os grupos que apostaram no golpe. 


Na ocasião, vários jornalistas, artistas e representantes da esquerda se queixaram da atitude de Temer em convocar as Forças Armadas. O deputado Carlos Zarattini (PT-SP), líder do partido na Câmara, disse que "Se o Exército, a Marinha ou a Aeronáutica de novo interferirem na vida da nação, será um caminho que nós podemos ficar muitos anos sofrendo. Temos que parar para discutir e refletir e o Congresso se posicionar em defesa da democracia, da soberania nacional e em defesa do povo brasileiro".


Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador - “Manifestação, repressão, black blocks é polícia que resolve. Era a polícia que resolveria. Chamar as Forças Armadas num momento grave da vida nacional. Isso é um crime de lesa-pátria, isso sim é que é contra a Constituição”.

Para um mero presidente transitório, Temer até que conseguiu de forma relativamente rápida evitar que o país quebrasse, após a maior crise econômica desde a grande depressão dos anos de 1930. Reduziu a inflação, juros, conseguiu atrair novos investimentos para o país e até gerar empregos. 

Mas seu maior feito foi sem dúvida ter sobrevivido à ira da Globo, das esquerdas brasileiras, de políticos opositores, sabotadores da PGR, STF, JBS e dos meios de comunicação, de modo geral.

Esta semana, o ministro do STF partiu para cima do presidente com todo gás. O ex-advogado do terrorista Cesare Battisti e defensor da liberação da maconha e cocaína que chegou ao Supremo por pressão de Sérgio Cabral sobre Dilma, segundo a imprensa, já havia quebrado o sigilo bancário do presidente. Na nova ofensiva de Barroso e da PGR, um decreto assinado por Temer em março de 2017 e um inquérito arquivado em 2011. Quatro amigos do presidente foram presos pela Polícia Federal em uma investigação que já foi prorrogada várias vezes. Espera-se que desta vez consigam encerrar o caso de forma satisfatória, comprovando supostos crimes ou inocentando quem deve ser inocentado. 

O Brasil espera uma resposta da Justiça, não um jogo político com vistas a promover vinganças pela queda do PT por parte dos Dilmistas do STF e Ministério Público, todos saudosos dos governos do PT, quando seus salários eram reajustados acima da inflação e seus privilégios vergonhosos não eram ameaçados. Temer tem 50 anos de vida pública e nunca foi alvo de nenhuma denúncia na Justiça. 

Bastou derrubar Dilma, e se tornou o primeiro presidente da República em exercício denunciado pela PGR com base na armação dos criminosos da JBS e o primeiro a ter seus sigilos bancários e fiscais quebrados por ordem Judicial, de Barroso. Seria bom para o país se seus investigadores conseguissem provar algo contra o presidente, após tantos ataques e acusações. 

Apesar das campanhas para desestabilizar seu governo, Temer afirmou nesta quinta-feira que considera este tipo de turbulência normal e que todo governo está sujeito a este tipo de pressão. Sem mimimi. O presidente conhece as regras do jogo e segue sem maiores abalos até o momento. Enquanto muitos fazem barulho, Temer tem governado o país com relativo êxito, mantido a inflação e juros baixos, atraindo investimentos e promovido mais reformas estruturantes que todos seus antecessores juntos. Aos olhos de muitos, sobretudo os mais velhos e experientes, tem sido o melhor presidente dos últimos 30 anos. 



Em março de 2017, encorajados pelo conluio do STF e PGR com os criminosos da JBS e na esteira de  trama vergonhosa patrocinada pela Globo, Blogueiros a serviço dos especuladores do mercado financeiro, o PT e seus subordinados incendiaram Brasília e tentaram derrubar o governo na base da violência. 

Desde então, os mesmos grupos vem mantendo campanhas sórdidas para desestabilizar o governo com vistas a lucros vergonhosos com agitações no mercado financeiro, flutuações do dólar e com a possível volta da inflação e alta dos jutos. 

Após tanto jogo sujo, a imprensa tenta se doer por Lula e o PT reclamando de ovos atirados por manifestantes. 

(Com Imprensa Viva conteúdo)

Região do 'atentado' a ônibus de Lula é inteiramente dominada pelo MST, diz general

O General Paulo Chagas considera que o local onde o suposto atentado ao ônibus de Lula ocorreu "seria o lugar mais improvável que alguém que fosse adversário da expedição escolheria", pois a estrada passa por uma região inteiramente dominada pelo MST. 

Segundo o General, "o 'atentado' tem a cara do PT, isto é, tem todos os ingredientes para ser uma fraude".



Leia abaixo o texto do General Paulo Chagas: 
O suspeitíssimo "atentado"
Caros amigos,
A estrada onde supostamente o comboio de Lula foi atingido por tiros é margeada, exclusivamente por acampamentos do MST (todos resultado de invasões do imóvel Fazenda Rio das Cobras, da empresa Araupel, empreendidas pelo movimento e ainda não transformadas em assentamentos).
Ou seja, teoricamente, seria o lugar mais improvável que alguém que fosse adversário da expedição escolheria para fazer um “atentado”.
Os moradores do entorno da estrada são do MST. Nessa estrada já tentaram bloquear inclusive um comboio do Exército Brasileiro que seguia para Cascavel.
No último trecho da PR 473, na margem da estrada há, também, uma terra indígena, área que não é ocupada pelo MST, mas que sofre influência de seus líderes, que preparam os indígenas para realizar invasões na região.
Conclusão, o "atentado" tem a cara do PT, isto é, tem todos os ingredientes para ser uma fraude!
Aguardemos o resultado das investigações e que os criminosos, sejam eles quem forem, não mereçam a proteção do STF!

Gen Bda Paulo Chagas

Lula, o criminoso condenado, diz que é candidato. Alguns safados da imprensa, do Judiciário e da esquerda torcem pelo bandido


Desafiando qualquer noção de bom senso e contando com a conivência de autoridades com o rabo preso, o ex-presidente Lula, um criminoso condenado, corrupto e baderneiro profissional, continua desfilando livremente pelo país se dizendo candidato à Presidência da República.

O cidadão honesto e envergonhado aos olhos do mundo civilizado deve se perguntar como isso é possível: o fato é que não há mais como ignorar a possibilidade de que alguns ministros da mais alta corte do país, o Supremo Tribunal Federal (STF), devem muitos favores impublicáveis ao bandido que assaltou os cofres públicos ao longo de mais de uma década e meia.

Por mais absurdo que pareça, Lula ainda é tratado como pré-candidato à Presidência por grupos de comunicação, como a Rede Globo. 

Os debates em torno da possibilidade de Lula de disputar a eleição, por mais vergonhosos que sejam, ocupam os jornais, colunas e sites de grandes meios de comunicação do país.

Políticos, jornalistas, intelectuais e artistas de esquerda fingem ignorar que Lula não é apenas um criminoso condenado em duas jurisdições pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, mas também é réu em outras seis ações penais e alvo de outros tantos inquéritos criminais.

Apesar do vasto histórico de crimes atribuídos ao petista, dos desvios bilionários dos cofres públicos, da quase falência da Petrobras, de ser o responsável direto pela maior recessão da história do país que ceifou os empregos de 14 milhões de trabalhadores, Lula ainda conta com a conivência, cumplicidade e guarita de setores da imprensa, do Judiciário, de servidores federais e de outros setores que mamaram o dinheiro do contribuinte ao longo dos governos do PT. 

Lula, apesar de ter se tornado ficha suja, continua ignorando as leis e fazendo campanha livremente pelo país. 

As autoridades que deveriam zelar pela Justiça, estão a serviço do ladrão, protegendo-o e livrando-o da prisão, numa clara tentativa de permitir que o criminoso condenado consiga disputar a eleição e reconduzir o país para as mãos dos mesmos grupos que se apropriaram do dinheiro do contribuinte durante tantos anos, registrou o site Imprensa Viva.


Brasil volta a era pré-Lava Jato, caso STF promova retrocesso sobre prisão em segunda instância - Impunidade de ricos e poderosos voltará a prevalecer no país


O Brasil deve voltar no tempo até a era pré-Lava Jato, caso Supremo Tribunal Federal insista em promover o retrocesso sobre o entendimento de permite que condenados em segunda instância possam iniciar o cumprimento da pena enquanto recorrem a instâncias superiores. 

Caso a corte Suprema do País promova tal retrocesso, a impunidade de criminosos ricos e poderosos voltará a prevalecer no Brasil, como ocorria com maior frequência antes de 2016, quando a regra passou a valer na maioria das apelações à Corte.

Há uma hipocrisia que prevalece nos argumentos dos ministros conhecidos como 'garantistas', que usam a Constituição como argumento, o mesmo dos advogados dos criminosos, para sustentar o tal  princípio da presunção de inocência, um instituto que assegura a impunidade de poderosos previsto no artigo 5º, inciso LVII da Constituição Federal de 1988.

Quando os ministros do STF votaram, em outubro de 2016, a favor da possibilidade de execução da pena após condenação em segunda instância, todos sabiam que a medida tinha como objetivo acabar com a impunidade de criminosos poderoso, com recursos para protelar suas penas até a prescrição total. Naquela ocasião, o Plenário do STF entendeu que o artigo 283 do Código de Processo Penal (CPP)* não impede o início da execução da pena após condenação em segunda instância e indeferiu liminares pleiteadas nas Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) 43 e 44.

Ocorre que, desde então, a Operação Lava Jato lançou e deve lançar ainda centenas de poderosos na condição que pode significar suas prisões, como é o caso do ex-presidente Lula. Desde que o petista, apontado ao próprio STF como chefe de organização criminosa, foi condenado em segunda instância, o assanhamento de alguns ministros para rever as tais Ações Declaratórias de Constitucionalidade atingiu níveis surpreendentes.

A falta de sensibilidade de alguns ministros para com o clamor da sociedade pela preservação de regras mínimas que garantam a possibilidade de combater a impunidade beira o absurdo. Não há como ignorar que qualquer mudança vá de encontro aos anseios de chefes de organizações criminosas. Nem mesmo as amaças sofridas pelo ministro Edson Fachin por estas organizações foram capazes de sensibilizar os colegas.

O problema é que os ministros do STF tentam sugerir que são intocáveis e que suas vontades são "Supremas" e devem prevalecer sobre os interesses da sociedade. Eles próprios sabem que não é bem assim que as coisas funcionam. O deputado Alex Manente (PPS-SP) já protocolou nesta terça-feira, 27, a proposta que inclui na Constituição a possibilidade de prisão de réu condenado em segunda instância. A proposta superou em poucas horas as 171 assinaturas necessárias.

A proposta de emenda à Constituição (PEC), que conta com o apoio do Presidente Michel Temer e toda sua base de apoio, propõe a substituição do artigo da Constituição em que diz que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” por “ninguém será considerado culpado até a confirmação de sentença penal condenatória em grau de recurso”. Os ministros sabem que podem sofrer um desgaste acima do tolerável perante a opinião pública tentando impor algo que contrarie tanto os interesses da sociedade. Os ministros sabem que o Congresso pode modificar qualquer lambança que venham a fazer, diante da inevitável pressão popular.

(Imprensa Viva conteúdo)

Gilmar Mendes perde o controle e manda editor da Folha enfiar pergunta 'naquele lugar'


Hostilizado por populares durante sua estadia em Lisboa, Portugal, o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), perdeu a paciência com uma pergunta formulada pelo editor da Folha de São Paulo sobre os custos com passagem aérea de sua viagem.

Segundo informou a Folha, "O jornal questionou o ministro se voltaria para o julgamento do habeas corpus de Lula em 4 de abril e se o voo para Portugal tinha sido pago pelo STF.  A presença dele tornou-se incerta em razão de um seminário que será organizado em Lisboa pelo instituto do qual ele é sócio, o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público). 

“Devolva essa pergunta a seu editor, manda ele enfiar isso na bunda. Isso é molecagem, esse tipo de pergunta é desrespeito, é desrespeito”, disse o ministro por telefone, de Lisboa, ao repórter"

Na sequência, Gilmar Mendes insinuou que a Folha teria promovido evento escondendo o patrocínio da Souza Cruz e sugeriu que o jornal passasse um dia sem patrocínio. A folha esclareceu que Gilmar Mendes "se referiu ao 2º Encontro Folha de Jornalismo realizado em fevereiro, em São Paulo, em que foi um dos convidados. O evento teve patrocínio da Souza Cruz, como constava do material de divulgação e de amplo painel atrás dos convidados".

A lógica ilógica e desonesta do PT

Jogar ovo no Dória é do jogo democrático.
Jogar no Lula é violência inadmissível.
Queima de pneus pelo MST é manifestação.
Pela população sulista é impedir o direito sagrado de ir e vir.
Boicotar o Santander por causa de exposição é censura.
Fazer o mesmo contra série de TV é ferramenta da cidadania.
Pedir o impeachment de todos os presidentes eleitos é constitucional.
Pedir o da Dilma é golpe.
Temer e PMDB representam retrocesso.
Governar 13 anos com eles é garantir governabilidade.
Todos os condenados em 2ª instância devem ser presos.
O Lula, apenas depois de trânsito em julgado.
Lutar contra o capitalismo malvado é obrigação.
Taxar os pobres para financiar os campeões nacionais é estratégico.
O racismo, o machismo e a homofobia são inaceitáveis.
Exceto se você é bolivariano.
Pede o fim da Polícia Militar.
Mas anda com seguranças armados.
Repudia a ditadura militar.
Mas financia ditaduras na África e América Latina.
Faz textão para denunciar tropas que registram moradores das favelas.
Vota no Lula, criminoso condenado, que pede pra PM invadir casa e dar corretivo em quem protesta contra ele.

Vereza advertiu sobre o atentado que o PT iria encenar

Numa postagem realizada há poucos dias, o famoso e respeitado ator Carlos Vereza havia alertado sobre a intenção de Lula e do PT em provocar a confrontação e, segundo ele, se possível, mais um cadáver que pudesse servir de bandeira para causar comoção social.
O ator estava certo. O PT não conseguiu o cadáver, mas criou um atentado para fazer a sua encenação.
Esse atentado tira o foco da denúncia feita pelo ministro Edson Fachin, de que estaria sendo ameaçado e põe um fim na discussão sobre as agressões que a segurança armada do meliante Lula, havia realizado contra manifestantes anti-PT e jornalistas, no Paraná.
Além dos fatos acima mencionados, o PT também tira o foco sobre o próprio fracasso de sua caravana na Região Sul do país. Aliás, um retumbante fiasco.
Nesse sentido, não faltou ao PT a providencial e parcial ajuda da imprensa amiga.
A Folha de S.Paulo, por exemplo, estampa nesta quarta-feira (28) a seguinte manchete: “Ataque a caravana infla tese de que Lula é alvo de caçada”.




Abaixo, veja o alerta que o ator Carlos Vereza havia postado, prevendo esse desfecho:



A Farsa: PRF que acompanhava a Caravana da Vergonha diz que não houve "atentado"

Inúmeros veículos da Polícia Rodoviária Federal (PRF), caracterizados e descaracterizados, acompanhavam a caravana petista no percurso entre Quedas do Iguaçu até Laranjeiras do Sul, onde supostamente aconteceu o ‘atentado’.
Para cada trajeto realizado, a PRF emite um relatório.
Vejamos o que diz o relatório desse trecho da caravana:
"Desde o início das atividades na praça em Quedas do Iguaçu, no ato com o ex-presidente, e no deslocamento até Laranjeiras do Sul, nada de anormal foi visualizado pelos agentes da PRF, tanto os que estavam nas viaturas caracterizadas quanto na viatura descaracterizada", diz o documento.
As próprias testemunhas arroladas pelo PT para forjar a encenação não descrevem o momento do suposto atentado.
O que disseram na delegacia é que em determinado momento em que os ônibus pararam constataram um pneu furado e marcas de tiro na lataria.
Noutras palavras, ninguém viu ou ouviu os disparos.
Doravante, a polícia deve começar a tratar o caso como ‘Falsa Comunicação de Crime’.
O atentado é mais um crime para o abastado prontuário do PT.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Melhor amigo de Michel Temer é preso pela PF

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (29) o advogado José Yunes, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer.
A decisão foi do ministro Luís Roberto Barroso e representa um enorme problema para Temer.
O advogado foi preso no bojo de uma operação que investiga se o presidente da República beneficiou empresas do setor de portos em troca do suposto recebimento de propina, registra o Jornal da Cidade Online.
A prisão por enquanto é temporária, de cinco dias.
O advogado de Yunes, José Luís de Oliveira Lima já se manifestou sobre o ocorrido, caracterizando como absurda a medida. "É inaceitável a prisão de um advogado com mais de 50 anos de advocacia, que sempre que intimado ou mesmo espontaneamente compareceu a todos os atos para colaborar. Essa prisão ilegal é uma violência contra José Yunes e contra a cidadania".
Todas as atenções agora estão voltadas para o falastrão Carlos Marun. 
O que dirá o ministro fanfarrão e irresponsável?

UMA MENSAGEM DO FUTURO


Esta é uma mensagem do futuro!
SÓ DEPENDE DE VOCÊ !

Mais um ex-ministro de Lula e Dilma é recolhido ao xilindró

O ex-ministro Wagner Rossi também foi preso nesta quinta-feira (29) pela Polícia Federal.
Homem de 75 anos de idade, filiado ao PMDB, Rossi foi ministro da Agricultura nos governos Lula e Dilma.
Quando deixou o governo em 2011, já pairavam denúncias de irregularidades.
Ante a carta de demissão em caráter irrevogável, Dilma, na época, expediu nota dizendo que Rossi "deu importante contribuição ao governo com projetos de qualidade que fortaleceram a agropecuária brasileira".
A contribuição foi tão relevante que acaba de levá-lo ao xilindró.

Gilmar Mendes parte para a agressão contra repórter da “Folha”

Entrevero áspero e de baixo nível envolveu nesta quinta-feira (29), em Lisboa (Portugal) o ministro Gilmar Mendes e um repórter do jornal Folha de S.Paulo.
O motivo foi a pergunta formulada.
O ministro considerou um tremendo desrespeito e partiu para a agressão verbal.
O repórter apenas quis saber quem havia pago a passagem aérea de Gilmar.
A resposta foi extremamente irada:
“Devolva essa pergunta a seu editor, manda ele enfiar isso na bunda. Isso é molecagem, esse tipo de pergunta é desrespeito, é desrespeito.”
É o segundo entrevero que Gilmar tem em Portugal, nesta temporada de 'férias extras'.
Ontem (28) foi com um popular, em plena rua.

Após recibos falsos, Lula pode ter se metido em nova encrenca no caso do ataque à caravana


O suposto ataque sofrido pela caravana do ex-presidente Lula pode lhe render muita dor de cabeça nos próximos dias, caso fique comprovado que houve algum tipo de simulação por parte de seus subordinados no episódio dos tiros nos ônibus da caravana do petista.

Parte das contradições envolvendo o incidente partiram do próprio PT, que, segundo noticiou o Globo, rebateu as informações prestadas pelas autoridades do Paraná: "A Secretaria de Segurança Pública do Paraná mente para omitir sua responsabilidade no atentado sofrido pela caravana do presidente Lula. O ex-presidente não usou helicóptero no percurso entre Quedas do Iguaçu e a Universidade Fronteira do Sul, no município de Laranjeiras do Sul. Esse percurso foi feito em um dos três ônibus da caravana. Centenas presenciaram Lula descendo do ônibus na universidade. O PT pediu, sim, ao governo do estado que providenciasse toda a segurança para a caravana." informou o PT, segundo O GLOBO.

Prematura, a nota apenas complicou ainda mais a situação. Logo em seguida, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná disse que a organização da caravana do ex-presidente Lula não pediu uma escolta. Em comunicado enviado à imprensa nesta quarta-feira (28), a pasta ainda pontuou que houve alteração no roteiro e no cronograma da caravana que haviam sido informados anteriormente às forças de segurança do estado.

Estas contradições tornam o incidente ainda mais suspeito. Por qual motivo os organizadores da caravana teriam alterado o roteiro e 'dispensado' a requisição de escolta, para logo em seguida ser envolvida em um suposto ataque? Qual o motivo em insistir em afirmar que Lula estava no ônibus?

Segundo a Sesp, "Não houve qualquer pedido formal de escolta da caravana do ex-presidente nem o próprio ex-presidente, embora ele tenha esta prerrogativa. Tanto é que o paradeiro dele é incerto e não sabido", diz a nota da Secretaria, rebatendo novamente a informação de que Lula estava em um dos ônibus.

É fato que há vários aspectos a serem esclarecidos em mais este episódio. O simples esclarecimento se Lula estava ou não presente no ônibus já é mais que suficiente por enquanto.  Sobre os organizadores da caravana terem alterado o roteiro e deixado de solicitar escolta à Polícia Militar nos momentos que antecederam o suposto araque, é pouco provável que algo seja esclarecido. O ex-presidente já se envolveu em uma série de enrascadas tentando criar soluções mágicas para problemas insolúveis, como no caso dos recibos 'ideologicamente falsos', segundo o Ministério Publico Federal.

PM do Paraná desmente Lula, Gleisi Hoffmann e o PT

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A Secretaria de Segurança Pública do Paraná acaba de desmentir declarações do ex-presidente Lula, da presidente nacional do PT, Senadora Gleisi Hofmman e do próprio PT sobre uma série de declarações relacionadas ao suposto ataque sofrido pela caravana do petista no trajeto entre os municípios de Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no interior do Paraná.

Mais cedo, o PT havia rebatido a informação de que nem o ex-presidente Lula nem os organizadores da caravana haviam informado as autoridades o trecho que a comitiva iria percorrer ou solicitado escolta para o deslocamento. O PT também rebateu a informação Secretaria de Segurança Pública do Paraná, que havia assegurado que Lula não estava em nenhum dos ônibus da caravana no momento do incidente. A Sesp informou que Lula havia feito o trajeto em um helicóptero.

Diante das controvérsias criadas por declarações desencontradas divulgadas pelos integrantes do PT, incluindo o próprio ex-presidente Lula, a Sesp divulgou a seguinte nota:


"A respeito do episódio envolvendo a caravana do ex-presidente da República, a Secretaria da Segurança Pública informa: 
- Um inquérito policial foi aberto para apurar as circunstâncias do fato e duas equipes do COPE (Centro de Operações Policiais Especiais), unidade de elite da Polícia Civil do Paraná, estão na cidade de Laranjeiras do Sul para ajudar nas investigações. 
- O Instituto de Criminalística do Paraná está finalizando o laudo de perícia no ônibus e o documento deve ficar pronto nos próximos dias. 
- Não houve qualquer pedido formal de escolta da caravana do ex-presidente nem o próprio ex-presidente, embora ele tenha esta prerrogativa. Tanto é que o paradeiro dele é incerto e não sabido. Cabe ressaltar que houve alteração, por parte dos organizadores da caravana, do roteiro e do cronograma que foram informados previamente às forças de segurança do Estado do Paraná. 
- Por fim, a Sesp reafirma que a Polícia Militar do Paraná reforçou o policiamento em todos os locais indicados pelos representantes da caravana, onde seriam realizadas as manifestações com a presença do ex-presidente Lula".

Secretaria da Segurança Pública do Paraná

No vídeo divulgado pelo PT logo após o incidente, a senadora Gleisi Hoffmann informa o ex-presidente Lula, já na  Universidade Federal da Fronteira Sul, em Laranjeiras do Sul (PR), que a comitiva havia sido vítima de uma emboscada. Caso Lula estivesse de fato em um dos ônibus, não haveria necessidade da senadora informar o petista sobre o ocorrido. 


Temer responsabiliza Lula e o PT por suposto ataque a tiros contra caravana do petista


O presidente Michel Temer responsabilizou indiretamente o ex-presidente Lula e seus subordinados do PT pelo suposto ataque contra a caravana do ex-presidente Lula ocorrido na véspera no Paraná.

O presidente lamentou o ocorrido, mas insinuou que a responsabilidade pelo clima de instabilidade e divisão no país vem do passado e do discurso de "uns contra outros" que caracterizou a carreira política de Lula ao longo das últimas décadas.

É uma pena que tenha acontecido isso. Ficamos no país com essa coisa raivosa, isso não é útil", disse Temer. "Agora, devo dizer também que na verdade essa onda de violência não foi pregada talvez por esses que tomaram essa providência. Talvez tenha começado lá atrás, e a história de uns contra outros cria essa dificuldade que gera atritos dessa natureza", alertou Temer.

“É uma pena que tenha acontecido isso, porque vai criando um clima de instabilidade no país, de falta de pacificação, que é indispensável no presente momento”, disse Temer em entrevista à rádio Bandnews de Vitória, no Espírito Santo.

Obviamente, Temer se referiu ao espetáculo de hostilidades que Lula foi alvo ao longo de sua caravana pelo Sul, e não apenas ao episódio suspeito envolvendo disparos contra a comitiva do petista. Lula incita o ódio contra seus opositores há décadas, debocha dos 'coxinhas' e chegou a encorajar seus seguranças a darem 'porrada' em manifestantes durante a caravana no Sul do país, onde  o petista foi recepcionado por chuvas de ovos em várias cidades.

Horas mais tarde, Temer voltou a se manifestar sobre o caso em seu perfil no Twitter.


Tiros nos ônibus de Lula - Policiais experientes não descartam a hipótese de armação


O Diário do Poder publicou uma matéria na manhã desta quarta-feira, 28, informando que "Policiais experientes não descartam a hipótese de armação, no suposto atentado a tiros à caravana do ex-presidente Lula no Paraná", que teria ocorrido no município de Laranjeiras do Sul.


Segundo a publicação, que lembra que esta não é a primeira vez que atentados suspeitos a alvos ligados ao petista são registrados em momentos de crise política, como foi o caso do atentado ao Instituto Lula no ano passado, na ocasião em que Lula foi condenado na Lava Jato no caso do triplex.



Segundo a publicação, o atentado supostamente forjado teria  como objetivo de “vitimizar” o ex-presidente Lula nos dias que antecedem a  votação de um habeas corpus no qual o petista pede para não ser preso, no Supremo Tribunal Federal (STF).



Lula e seus subordinados há haviam tentado utilizar os ataques de manifestantes que atiraram ovos em sua comitiva e no palanque que o petista falava como motivos para vitimização de Lula, que estaria sendo perseguido por milícias e fascistas intolerantes.



Ainda segundo o Diário do Poder, "Três tiros teriam atingido dois dos três ônibus da comitiva, e o único a não ser perfurado por balas foi exatamente aquele que conduz o ex-presidente. Mas ele não estava no veículo porque fez o percurso de helicóptero. Um dos ônibus atingidos foi o que transportava jornalistas, claro, e o outro, com duas perfurações, levava “convidados”.



Os jornalistas estranharam porque não ouviram o disparo e somente perceberam o orifício supostamente produzido por bala quando chegaram ao destino e seguranças da comitiva e petistas chamaram atenção para os sinais do suposto atentado".



Os ônibus seguiam de Quedas do Iguaçu, no oeste do Paraná, para a cidade de Laranjeiras do Sul, quando segundo o PT os tiros foram disparados. A Polícia Militar do Paraná informou por meio de nota que "Lula não solicitou escolta" para o pequeno deslocamento de sua comitiva, apesar do petista e de seus subordinados terem acusado as autoridades por negligenciarem a segurança da comitiva do petista.



Opositores do PT destacam que em todos os episódios envolvendo protestos contra Lua, na visita que ele faz a Estados do Sul, foram vistas armas apenas na cintura e nas mãos de seguranças do ex-presidente. A Polícia Civil promete investigar e chegar aos autores, tendo sido o atentado real ou simulado.



Análises preliminares de especialista que avaliaram as imagens do local onde um dos disparos em um dos ônibus da comitiva levantaram a suspeita de que o tiro teria sido dado por uma pessoa parada com o ônibus também parado. Nas opiniões de peritos que circulam na internet, a perfuração da bala não poderia ter "aquelas" características, caso o ônibus estivesse em movimento.



Com informações do Diário do Poder

Ministro do STF que negou habeas corpus de Lula diz sofrer ameaças e aciona a PF


O ministro Edson Fachin, relator dos processos da operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em entrevista que ele e seus familiares vem sofrendo ameaças. Fachin substituiu o ministro Teori Zavascki, morto em janeiro de 2017 em 'acidente' aéreo em Parati, no Rio de Janeiro.

O ministro fez o relato durante uma  Em entrevista ao programa de Roberto D´Ávila na Globonews, e informou que já  pediu providências à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, e à Polícia Federal. Fachin negou um pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula e tem manifestado que vai votar contra novamente em 4 de abril, quando o STF vai julgar o mérito do habeas corpus no qual Lula pede para não ser preso.

— Uma das preocupações que tenho não é só com julgamento, mas também com a segurança de membros da minha família —disse o ministro. — Tenho tratado desse tema e de ameaças que têm sido dirigidas a membros da minha família”.

O ministro disse ainda ter solicitado “algumas providências” à presidente do STF e à PF “por intermédio da delegada que trabalha aqui no tribunal”.

— Nem todos os instrumentos foram agilizados, mas eu efetivamente ando preocupado com isso, e esperando que não troquemos fechadura de uma porta já arrombada também nesse tema — disse.

O ministro deixou claro que há uma preocupação real contra ameaças recebidas por seus familiares:

— De fato essas circunstâncias não são singelas, mas em relação a mim, que aqui estou por ter respondido afirmativamente a esse chamamento que a vida me fez, e sou grato à vida por isso. Fico preocupado sim com aqueles que, membros da minha família, não fizeram essa opção e poderão eventualmente sofrer algum tipo de consequência. Mas espero que nada disso se passe.

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, confirmou Cármen Lúcia que autorizou o aumento do número de agentes na escolta permanente de Fachin, bem como o uso da segurança do ministro no acompanhamento dos seus familiares.

Lula é ficha suja e está inelegível com tiro ou sem tiro


O ex-presidente Lula e seus subordinados na imprensa devem tentar explorar politicamente a episódio envolvendo disparos suspeitos contra os ônibus da caravana do petista pela região Sul do país. A narrativa de que Lula tem sido perseguido de forma implacável por opositores nos últimos dias deve ser amplificada agora após o episódio dos tiros na comitiva do petista. Os ovos atirados contra o petista ao longo da caravana não foram suficientes para colocá-lo no papel de vítima 'de milícias', como vinham denunciando a ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

A Polícia Federal deve investigar as circunstâncias dos disparos e procurar averiguar os motivos pelos quais os organizadores da caravana não solicitaram escolta policial durante o pequeno trajeto entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no interior do Paraná, no final da tarde de terça-feira, 27. Conforme a Polícia Militar do Paraná, que tem cuidado do reforço o policiamento nos locais de manifestação determinados previamente pela caravana do ex-presidente, “não houve, por parte do ex-presidente, o pedido de escolta” para o referido trajeto, informou o Estadão.

Lula não estava nos ônibus atingidos por dois ou três disparos. O petista teria se deslocado entre uma cidade e outra em um helicóptero.  Segundo avaliação de peritos em balísticas divulgadas na internet, há suspeitas de que os disparos contra os veículos foram efetuados por uma pessoa parada e com o ônibus parado.

O fato é que o ex-presidente Lula tem pela frente o julgamento de um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal no qual pede para não ser preso, após ter sido condenado em duas jurisdições penais e ter sua prisão determinada pelos desembargadores do TRF-4. O Tribunal da Lava Jato confirmou sua condenação a uma pena de 12 anos e um mês de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Mais do que nunca, Lula e o PT precisam desesperadamente de 'fatos ou factoides' para mobilizar a imprensa em torno da figura do petista, que precisa estar em evidência máxima nestes dias que antecedem a decisão fatal do STF.

Independente de conseguir se safar da prisão por meio da camaradagem de alguns ministros do STF,  Lula já tornou-se  oficialmente, um “ficha-suja” – isto é, não pode ter sua candidatura a qualquer cargo eletivo aceita pela Justiça Eleitoral, em razão de condenação judicial em duas instâncias.

O fato é que com tiro ou sem tiro, Lula está inelegível. 

"Portar ovos não é crime", diz policial a petistas que expulsaram casal em ato de Lula em Curitiba

A caravana do ex-presidente Lula registra mais um episódio pitoresco na etapa final da comitiva que se encerra no ato em Curitiba nesta quarta-feira, 28. 

Segundo matéria publicada na revista EXAME,  "Um casal que carregava duas caixas de ovos foi expulso por militantes petistas da Praça Santos Andrade, no centro de Curitiba. 


Logo em seguida, um petista denunciou o casal para um grupo de policiais que se encontravam nas imediações. O soldado Silva Souza respondeu ao petista que portar ovos não é crime.

O casal formado pelo empresário Fabio Monroe, de 44 anos, e a gerente comercial Rosangela Araújo, de 47 anos, foram obrigados a deixar a praça sob ameaças de militantes petistas que diziam “coxinha aqui, não”. Um deles jogou água no casal, registrou o site Imprensa Viva.

Quando perguntados sobre quais seriam suas intenções com as caixas de ovos, Monroe respondeu: “se eles estão fazendo o exercício democrático deles, a gente também quer. Os ovos são para fazer o que paranaenses, riograndenses e catarinenses fizeram nos últimos dias”.


Senadora Ana Amélia enfrenta petistas: 'não vão me transformar em bode expiatório'

quarta-feira, 28 de março de 2018

O PT ESTÁ COLHENDO O QUE PLANTOU

Vereador de Porto Alegre faz contundente pronunciamento sobre procedimento do PT
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