domingo, 29 de abril de 2018

Presos, deputados têm R$ 4,77 milhões em emendas liberadas

Presos em regime fechado, os deputados Celso Jacob (MDB-RJ) e João Rodrigues (PSD-SC) mantém suas rotinas de liberação de emendas parlamentares. Desde que foram presos, eles destinaram R$ 4.773.942,37 a seus Estados.
Para o deputado fluminense, foram R$ 3.905.114,76 de dezembro até abril. Já para o catarinense, R$ 868.827,61 nos últimos 2 meses. Os dados estão disponíveis no SIGA Brasil.

Nesses períodos, por cumprirem prisões em regime fechado na Penitenciária da Papuda, eles não registraram presença na Câmara.

JACOB

Desde que passou para o regime fechado, em novembro do ano passado, o emedebista teve 12 emendas liberadas. Elas variam de R$ 1.479,24 para ações de turismo no Estado do Rio a R$ 661.002,37 para projetos da área de saúde em Belford Roxo, na região metropolitana da capital fluminense.
Celso Jacob foi preso no início de junho do ano passado. Foi condenado pela 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) por falsificação de documento público e dispensa de licitação quando era prefeito de Três Rios, no sul do Rio de Janeiro.
De início, cumpriu a pena em regime semi-aberto. Durante 5 meses, sua rotina era dividida entre a Câmara dos Deputados e a Papuda.
Foi flagrado ao tentar entrar com queijos e biscoitos na prisão. Foi parar na solitária. Por decisão do TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios), teve sua pena alterada para o regime fechado.
Celso Jacob teve seu salário cortado em dezembro. Desde fevereiro, seu gabinete está vazio, sem funcionários.

RODRIGUES

O deputado catarinense teve 5 emendas liberadas. Elas variam de R$ 61.964,26 a R$ 441.642,26.
As emendas parlamentares de João Rodrigues são festejadas nas redes sociais. Como ele está preso, quem anuncia os repasses são a mulher dele e o chefe do gabinete de Florianópolis –tudo registrado no Instagram.
Reprodução/Instagram – Dep. João Rodrigues
João Rodrigues foi condenado em 2ª Instância pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal) a 5 anos e 3 meses de reclusão por fraude e dispensa de licitação. Foi preso no Aeroporto de Brasília. Ele vinha dos Estados Unidos e foi flagrado tentando alterar seu destino final para o Paraguai.
Ao Poder360, a assessoria de Rodrigues afirmou que o processo contra o deputado “é uma injustiça”. Sobre as emendas, disse que o catarinense não perdeu o mandato e que “ele tem forte atuação em todo o Estado de Santa Catarina”.

fonte: Poder360

Delação de Palocci na PF reconstitui esquema criminoso de Lula e Dilma em negócios que deram prejuízo De R$ 42 bilhões à Petrobras


Os relatos incluídos no acordo de delação do ex-ministro Antonio Palocci assinado com a Polícia Federal contém  uma série de fatos relacionados com esquemas ilícitos perpetrados pelos ex-presidente Lula e Dilma na Petrobras, registra O Globo.

A publicação informa que "fatos abordados pelo ex-ministro da Fazendo Antonio Palocci na delação premiada firmada com a Polícia Federal (PF) reconstituem o esquema de corrupção na Petrobras, as relações das empreiteiras com políticos do PT e a forma como os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff se envolveram com negócios que deram prejuízo de cerca de R$ 42 bilhões à empresa, segundo estimativa da PF".



Além da responsabilização de Dilma em eventos relacionados a desvios e prejuízos causados à Petrobras, a publicação adianta ainda que "Palocci detalhou entregas de dinheiro vivo a Lula. O ex-ministro detalhou ocasiões em que foi pessoalmente levar pacotes ao ex-presidente e relacionou datas e valores entregues por um de seus principais assessores, Branislav Kontic, na sede do Instituto Lula. Segundo Palocci, os pagamentos a Lula, feitos nos últimos meses de 2010, quando ele se preparava para deixar o Planalto, chegavam a somar R$ 50 mil".



O ex-ministro narrou ainda conversas com Lula no Palácio do Planalto, como a que teria tratado do esquema envolvendo a construção de sondas para exploração de petróleo em águas profundas. O objetivo da negociação, feita na presença de Dilma, seria levantar dinheiro para bancar a campanha da petista, na eleição de 2010, com recursos desviados da Petrobras.



Caberá ao juiz Sérgio Moro homologar o acordo de delação celebrado entre o ex-ministro Antonio Palocci e a Polícia Federal.



Com informações de O GLOBO.

Carvalhosa explica os 9 motivos para o impeachment de Gilmar


O jurista Modesto Carvalhosa, na Veja, explica os nove motivos para o impeachment de Gilmar Mendes:

“1. Gilmar telefonou espontaneamente a Silval Barbosa, ex-governador de Mato Grosso, horas antes preso em flagrante na Operação Ararath, hipotecando-lhe solidariedade e prometendo interceder a seu favor junto ao ministro Toffoli, que relatava o inquérito. Silval Barbosa é, nas palavras do ministro Luiz Fux, o protagonista de uma delação monstruosa.

2. Gilmar votou contra a prisão do secretário da Casa Civil e da Fazenda desse mesmo ex-governador. Éder de Moraes Dias, segundo a Polícia Federal, foi o principal operador do esquema de corrupção descoberto na Ararath.

3. Gilmar teve inúmeros encontros privados com o presidente Michel Temer, fora da agenda oficial, alegando velha amizade, e, ainda assim, com voto de minerva no Tribunal Superior Eleitoral, absolveu a chapa Dilma-Temer de abuso de poder político e econômico na última campanha, de maneira a preservar o mandato do amigo. Nesse processo, a ex-mulher de Gilmar, Samantha Ribeiro Meyer-Pflug, emitiu parecer favorável a Temer, que depois viria a nomeá-la conselheira da Itaipu Binacional, sem contar que o presidente ainda tornou um primo de Gilmar, Francisval Dias Mendes, diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

4. Gilmar, agindo como verdadeiro soldado do PSDB, a despeito de ser o relator de quatro entre nove inquéritos contra Aécio Neves, aceitou o pedido deste para convencer o senador Flexa Ribeiro a seguir determinada orientação no tocante a projeto de lei de abuso de autoridade.

5. Gilmar, desprezando o fato de que sua atual mulher trabalha no escritório que defendia os interesses do notório Eike Batista, mandou libertá-lo da prisão.

6. Gilmar, por três vezes, livrou do cárcere Jacob Barata Filho, milionário do setor de transportes do Rio de Janeiro, cuja filha se casou com o sobrinho de Guiomar Mendes, mulher do ministro. Mais: Francisco Feitosa, irmão de Guiomar, é sócio de Barata.

7. Gilmar mandou soltar o ex-presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Rio Lélis Marcos Teixeira, cliente, como Barata, do escritório de advocacia integrado pela esposa do ministro.

8. Gilmar votou no processo de anulação da delação premiada dos proprietários do grupo J&F, a despeito de a JBS haver patrocinado com 2,1 milhões de reais eventos do Instituto de Direito Público (IDP), empresa da qual o ministro é sócio.

9. Gilmar determinou a soltura do ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso José Riva, conhecido como “o rei da ficha suja no Brasil”, que foi defendido por Rodrigo Mudrovitsch, não só professor do IDP, mas também advogado do ministro em outra causa.”

Todo errado e ilegal, presidente do TRF-1 resolve atacar Moro

O juiz Sérgio Moro determinou a extradição do lobista Raul Schimidt Felippe Júnior, preso em Portugal e acusado de operar a distribuição de dinheiro de propinas aos ex-diretores da Petrobras Jorge Zelada, Renato Duque e Nestor Cerveró.
Schimidt recorreu ao TRF-4, tribunal a qual o juiz da República de Curitiba está subordinado, que manteve a decisão. Na sequência, o lobista impetrou novo recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também manteve a decisão.
Eis que, num malabarismo jurídico inusitado e ilegal, a defesa do lobista entrou com um outro pedido de anulação da extradição junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
Estranhamente e de maneira totalmente descabida, um desembargador do TRF-1 concedeu a liminar.
Moro evidentemente ignorou a decisão e determinou o prosseguimento dos procedimentos para extradição do criminoso.
Neste sábado (28), o presidente do TRF-1, desembargador Ney Belo emitiu uma nota criticando a decisão de Moro, dizendo que o juiz da Lava Jato ‘atenta contra o Judiciário’, registra o Jornal da Cidade Online.
Ou seja, o TRF-1 ignora uma decisão do STJ e é Moro quem atenta contra o Judiciário?
Aliás, o TRF-1 é absolutamente incompetente para recursos contra decisões da Lava Jato de Curitiba.
Cabe ai uma representação no CNJ contra o desembargador que expediu a liminar e contra o presidente do colegiado pelas declarações estapafúrdias.
Moro é inigualável, age dentro da lei, com coragem e sem medo de 'cara feia'.

Ao Lula dos “excessos” e das “faltas”, definitivamente, preso ou livre, você acabou

Foram tantos os “excessos” cometidos por você, Lula!
Você ultrapassou todos os limites em termos de excesso de vaidade. De orgulho. De prepotência. De incivilidade. De ganância. De abuso de poder. De deboche.
Esses “excessos” revelaram quem você realmente era, enquanto se deixava corromper pelo contaminado, sombrio e vermelho “jogo político”, desfrutado por você, e que só satisfazia - e ainda satisfaz - interesses escusos e prazeres mórbidos.
Você ficou em falta, então, com o devido respeito pelos nossos princípios e valores. Pelas cores da nossa bandeira e da nossa alma. Pelo lema Ordem e Progresso. E até por você mesmo.
Como a vida é feita de “opostos”, e o “excesso” está intimamente relacionado à “falta”, faltou a você, Lula, cumprir o seu dever como cidadão e político prestador de bons serviços.
Foi assim que o “trabalhador humilde” que se tornou líder do seu próprio partido e presidente extremamente ardiloso deste país, - perdeu o direito à liberdade, à credibilidade, e passou a ser desprezado. Ridicularizado
“Excessiva indignação”. Eis o que você causou.
Você diria, levianamente, que seu comportamento se justifica, já que “ficar em falta com atos corretos e se exceder com atos impróprios, abusivos” é, hoje, “mera rotina” praticada por muitos que nem deveriam estar no poder.
Levando em conta, então, os opostos “verdade e mentira”, você estaria sendo, - quem diria! - verdadeiro.
Só ficaria “faltando” romper com o excesso de “arrogância” e de “falsidade”, e recorrer aos seus respectivos opostos - a “humildade” e a “sinceridade” -, para que você, num lampejo de consciência, ao menos, se desculpasse.
Até porque mesmo que você se livre da prisão, - protegido pelas conspirações inadmissíveis de um grupo de ministros de toga, que vem desvirtuando as leis e a essência do que conhecemos como “suprema justiça”, - vai continuar carregando sozinho, na sua memória, o pesado fardo de culpas e mais culpas. E não existe provação pior.
O que está faltando em você, portanto, “Lula dos excessos e das faltas”, é parar de subestimar a inteligência dos milhões de cidadãos de bem, legítimos donos deste Brasil, que nós somos, porque não admitimos mais ser manipulados. Ultrajados!
Nem por você, nem por qualquer outro, que desonre, - “com fingidas intenções políticas” -, o nosso solo pátrio e o que nós acreditamos!

Texto por L. Oliver, escritora.

Detalhes do xeque-mate de Moro no STF

As provas contra Lula que vão muito além das delações dos executivos da Odebrecht

Sergio Moro agiu rápido e tranquilizou aqueles que temiam que após a decisão dos Ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli o processo de Lula sobre o sítio de Atibaia escapasse de suas mãos.
Através de um despacho, o juiz Sérgio Moro decidiu manter consigo o processo contra o ex-presidente Lula que trata sobre o sítio de Atibaia, justificando sua atitude afirmando que o “respeitável acórdão” do STF “sequer foi publicado” e que o processo contém “mais provas” que vão para além das delações de executivos da Odebrecht.
“Oportuno lembrar que a presente investigação penal iniciou-se muito antes da disponibilização a este Juízo dos termos de depoimentos dos executivos da Odebrecht em acordos de colaboração, que ela tem por base outras provas além dos referidos depoimentos”, escreveu.
O juiz ainda destaca que houve uma precipitação por parte do Ministério Público Federal (MPF) e da defesa de Lula ao comentarem a decisão do Supremo. O magistrado avalia que somente após a publicação do acórdão da decisão do STF é que se pode avaliar os efeitos da decisão e a extensão do julgado pelo colegiado.
Moro se mostrou tranquilo em relação ao andamento das ações contra Lula que estão sob sua responsabilidade.
O juiz lembrou que o ministro Dias Toffoli não fez referência direta nem à ação penal nem a competência dele para julgar, destacando que a decisão tinha caráter provisório e tinha presente apenas os elementos então disponíveis naqueles autos.
Moro não vai deixar que que estas manobras do STF interfiram no seu julgamento.
(Jornal da Cidade Online conteúdo)

Um sítio abandonado, mas que não interessa ao MST, nem ao MTST...

O belo imóvel está abandonado. O mato começou a tomar conta do local.
No seu interior ainda permanece uma infinidade de pertences de um amigo do dono.
Esse sujeito, o amigo do dono, usou as instalações, mandou reformar o imóvel, colocou uma bela cozinha, idêntica a de um tríplex no Guarujá, que ele também jura que não é o proprietário.
Porém, esses movimentos, ditos sociais - MST e MTST - se recusam a fazer a ocupação desse bem que está desocupado e sem dono.
MST e MTST são na realidade facções a serviço de uma organização criminosa e de um projeto diabólico, que felizmente não deu certo.

Moro peita o TRF-1 e manda prosseguir extradição de criminoso

A extradição do lobista Raul Schimidt Felippe Júnior, suspensa por uma liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), foi desautorizada nesta sexta-feira (27) pelo juiz Sérgio Moro.
O lobista é acusado pela força-tarefa da Operação Lava Jato de operar a distribuição de dinheiro de propinas aos ex-diretores da Petrobras Jorge Zelada, Renato Duque e Nestor Cerveró.
Para o magistrado da República de Curitiba a liminar do TRF-1 interfere indevidamente na competência do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).
No despacho, Moro aduz que a ordem de prisão foi mantida à unanimidade pelo TRF-4 e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
(via Jornal da Cidade Online)

sábado, 28 de abril de 2018

Lava Jato destrói o 'suplente de deputado' do PT, Wadih Damous

A força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná que integra a Operação Lava Jato divulgou uma resposta duríssima contra as manifestações estapafúrdias do suplente de deputado Wadih Damous (PT-RJ) contra a juíza federal Carolina Moura Lebbos. A Lava Jato repudiou as críticas do petista contra a magistrada que impediu que membros do PT transformassem a sede da PF em Curitiba, onde Lula está preso, em escritório político do condenado.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Lava Jato: força-tarefa repudia insultos proferidos contra procuradores e juízes



A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) repudia os insultos lançados pelo suplente de deputado federal Wadih Damous (PT/RJ) contra juízes e procuradores da República, especialmente em relação à juíza federal Carolina Moura Lebbos, responsável pela condução da execução penal da condenação de Luiz Inácio Lula da Silva. 
Suas palavras mostram destempero e completa falta de compromisso com a verdade, preferindo denegrir pessoas e instituições a estabelecer uma crítica minimamente razoável ou fundamentada, sobre os trabalhos de dezenas de agentes públicos nos processos da operação Lava Jato, o que se esperaria de um parlamentar e ex-presidente de seccional da Ordem dos Advogados. Infelizmente, o suplente de deputado esconde-se atrás da imunidade parlamentar para dar vazão aos seus despropósitos e insultos. 
Registra-se, por fim, que o fato de que juízes e procuradores chegaram às suas importantíssimas funções por meio de concursos abertos, competitivos e públicos, sem a necessidade de se valer de relações de compadrio ou econômicas, é motivo de orgulho e contribui para o caráter profissional e técnico de sua atuação.

Reveja o vídeo com os ataques de Damous à juíza  Carolina Moura Lebbos:

Não vamos permitir que supremas e injustas decisões afetem a nossa democracia

O que as FFAA farão se a Segunda Turma do STF soltar Lula, e afrontar a vontade dos brasileiros de bem?
 “Existe um golpe bem planejado para libertar o ex-presidente da prisão”. – a mídia vem alertando.
E, “injustamente”, diga-se de passagem, pela Suprema Justiça, que parece querer beneficiar esse mesmo Lula, que, desde 7 de abril, vem cumprindo pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Superintendência da PF de Curitiba.
Se isso acontecer, será público e notório que a “suprema arrogância”, que causa a “cegueira em relação a princípios e valores”, se instaurou, definitivamente, entre aqueles que deveriam se posicionar, e com total rigor, contra o mal.
Basta ver que quatro dos cinco ministros que compõem a Segunda Turma do STF são contra prisão após condenação em 2ª instância: Gilmar Mendes, Toffoli, Lewandowski e Celso de Mello.
Sem mencionar que três ministros dessa Segunda Turma atacaram, brutalmente, a Lava Jato, ao inviabilizar novas condenações de Lula, abrindo espaço para a anular a sua prisão.
Perguntamos: Isso é defesa de Estado de Direito ou “obstrução da Justiça”?
Falta consciência em relação ao dever a ser cumprido no supremo poder judiciário? Isso não é o mesmo que dizer: “falta tudo nessa Corte e no nosso país”?
Será que vai prevalecer, entre nós, a afirmação de Rui Barbosa, “A pior ditadura é a do poder judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”?
Ou será que os ministros Toffoli, Lewandovski e Gilmar, apoiados pelo ministro Marco Aurélio, - enquanto vêm ferindo as leis e agindo como se estivessem a serviço de um partido político e de seu líder -, vão abrir as portas para a “intervenção militar”? 
Uma coisa é certa: Nós, cidadãos de bem, não vamos aceitar ser afrontados!  E esperamos que as FFAA também não aceitem.
Até porque a situação de caos, - altamente nociva e preocupante, que estamos vivendo, - vai ter de acabar.
Nem que seja com uma providencial, justíssima e histórica “Intervenção Popular”.

texto de L.Oliver, redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. 

(via Jornal da Cidade Online)

Associação de magistrados sai em defesa da Juíza Carolina Lebbos

Os ataques a Juíza Carolina ofendem as mulheres magistradas e insulta todos os magistrados concursados do país

A Associação dos Juízes Federais do Brasil – Ajufe, entidade representativa da magistratura federal do Brasil, vem repudiar veementemente os ataques proferidos pelo suplente de deputado federal, Wadih Damous, à juíza federal Carolina Moura Lebbos, ao tempo em que presta total solidariedade à magistrada indevidamente atacada.
A manifestação irresponsável e antirrepublicana assacada contra membros da magistratura incitando ódio e desordem pública, em vídeo postado nas redes sociais, fora do exercício da atividade parlamentar ou política, é completamente descabida e revela o desejo de impedir a atuação firme da Justiça Federal e do Ministério Público no enfrentamento da corrupção.
Manifestações ofensivas à imagem da magistratura, tais quais as manifestadas pelo parlamentar Wadih Damous, que fala explicitamente em “fechar o Supremo Tribunal Federal", além de atacar um dos poderes da República, também ofende as mulheres magistradas e insulta todos os magistrados concursados do país.
Respeito às mulheres, às leis, à Constituição e a todo o povo brasileiro é o mínimo que se espera de uma pessoa que exerceu o elevado cargo de presidente de uma seccional da OAB.
Brasília, 25 de abril de 2018
Roberto Carvalho Veloso
Presidente da Ajufe

Deltan detona Gilmar

É guerra!
O bem resolveu encarar o mal.
As postagens do procurador da República e coordenador da força tarefa da Lava Jato, Deltan Dallangnol, dão uma clara demonstração de que ninguém está disposto a ceder às arbitrariedades e condutas ao arrepio da lei, patrocinadas por autoridades que se julgam realmente supremas, acima da própria Constituição, registra o Jornal da Cidade Online.
Mesmo um ser supremo deve obediência às leis, mas certos ministros não veem desta forma.
Veja o que postou o procurador a respeito de um desses seres, o insuportável Gilmar Mendes:
Na sequência, Deltan fez uma outra postagem com referência ao que foi publicado pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo. Veja em seguida o que publicou a colunista e o comentário do procurador.
E disse Deltan:
Salve-se quem puder!

Promotor escancara e chama ministros do STF de canalhas: “Até quando vamos ter que aguentar esta bandidagem togada?”

A postagem de um promotor público do estado de São Paulo nas redes sociais com comentários extremamente fortes sobre a decisão dos ministros da 2.ª Turma do Supremo que, na sessão de terça-feira (24), mandaram tirar dos processos contra Lula as delações da Odebrecht, causou enorme repercussão nos meios jurídicos.
O promotor Ricardo Montemor fez ataques diretos a quatro ministros do STF:
“Confesso estar muito, mas muito cansado mesmo de toda esta canalhice que é feita no STF pelos canalhas Lewandowski, Toffoli, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello. Não há um só dia que estes fdp não tentam sacanear e acabar com a Lava Jato ou botar na rua o bandido corrupto Lula. A solução ideal não posso dizer. Perderia o emprego se dissesse o que eles realmente merecem. Até quando vamos ter que aguentar esta bandidagem togada?”, postou o Montemor.
A Corregedoria do Ministério Público de São Paulo abriu procedimento para investigar o caso.
O promotor certamente tem o apoio da população.

Palocci prova a entrega de pacotes de dinheiro para Lula

Metódico, Antonio Palocci anotava todas as vezes que fazia repasse de dinheiro vivo para Lula. Dia, hora e local.
Um assessor que dirigia o carro para Palocci é testemunha de todos os encontros e repasses.
Esta pessoa está sob a proteção da Polícia Federal e sua identidade não é revelada.
O detalhe importante é que com a enorme listagem de entrega de dinheiro vivo para Lula, a PF terá condições de comprovar todos os encontros, vez que Palocci e Lula sempre se falavam via-celular momentos antes do repasse.
As identificações telefônicas estão sendo feitas e a posição dos aparelhos no mapa de antenas detectadas, registra o Jornal da Cidade Online.
É este apenas um dado da delação, que é simplesmente devastadora.

Calote de Venezuela e Moçambique faz Brasil buscar R$ 1,3 bi

Depois de Venezuela e Moçambique deixarem de pagar R$ 1,5 bilhão por obras e serviços, o governo brasileiro tenta mobilizar sua base no Legislativo para não ficar inadimplente, informa a Folha.

O Congresso vai precisar aprovar a inclusão no Orçamento de cerca de R$ 1,3 bilhão –total necessário para que o fundo garantidor de exportações pague os financiamentos do BNDES e do Crédit Suisse.

Segundo Romero Jucá, hoje o fundo garantidor não tem recursos para esse pagamento.

“O não pagamento teria consequências completamente indesejadas. O Brasil se tornaria inadimplente. Temos necessidade de [fazê-lo], para que continuemos gozando da real condição de bons pagadores”, afirmou Carlos Marun.

Nunca é demais lembrar que Venezuela e Moçambique são países amigões das gestões de Lula, hoje encarcerado em Curitiba, e Dilma Rousseff.

E que quem vai pagar pelo calote somos nós.

Nem só de cueca, Temer

A verdade sobre Michel Temer é que ele não atrairia muita atenção mesmo se fosse a público só de cueca para dizer que roubou.

Mais do que um presidente em exercício, Temer é um exercício de paciência, registra O Antagonista.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Lula não explicou por que roubou objetos de ouro do acervo público e escondeu numa sala-cofre do Banco do Brasil


O ex-presidente Lula, que se encontra devidamente preso numa sala especial da Policia Federal em Curitiba, teve várias oportunidades para explicar à população porque roubou vários objetos de ouro do acervo da Presidência da República e escondeu em uma sala-cofre de uma agência do Banco do Brasil em São Paulo.

O tesouro foi descoberto durante a operação Aletheia, em em 24 de fevereiro de 2016, quando Lula foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento à PF, por determinação do juiz Sérgio Moro. Perto das 8h40, Lula foi levado para o Aeroporto de Congonhas, em um carro descaracterizado, para depor à PF. Foi naquela ocasião que as autoridades descobriram que Lula ocupava duas coberturas no Edifício Green Hill, em São Bernardo do Campo. Enquanto o petista era interrogado na sala da PF no Aeroporto, agentes realizavam buscas nos dois imóveis.

Entre outras coisas, os investigadores encontraram um documento relacionado à uma sala-cofre de uma agência do Banco do Brasil, em São Paulo, em nome da ex-primeira dama Marisa Letícia e de um dos filhos do casal. Os agentes acharam o documento “Termo de Transferência de Responsabilidade” (Custódia de 23 caixas lacradas). A descoberta foi comunicada pela PF ao juiz federal Sérgio Moro por meio de relatório que inclui fotos do local onde estão os itens. Quando chegaram ao local, os agentes se depararam com 133 peças peças de ouro, jóias, obras de arte e outros objetos que deveriam ter permanecido no Acervo da Presidência da República.

Desde aquele episódio, o ex-presidente Lula concedeu centenas de entrevistas, subiu em dezenas de palanques, fez caravanas por quase uma centena de cidades pelo país, mas não explicou à população por que roubou um tesouro do acervo do povo e escondeu em uma sala-cofre do Banco do Brasil. 

Na época da descoberta, o Instituto Lula divulgou uma nota informando que Todos os objetos listados estavam "guardados, preservados e intocados.” 

Lula também está guardado, preservado e intocado numa sala especial da Polícia Federal, em Curitiba, mas por outro crime. 

Moro não tem pressa. Lula está na cadeia, preso com força. Demais processos contra o petista também ficam em Curitiba


O juiz federal Sérgio Moro declarou nesta quinta-feira, 26, que os processos contra o ex-presidente Lula vão permanecer na 13.ª Vara Federal, em Curitiba, sob sua jurisdição. A afirmação ocorre um dia após a decisão dos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, da Segunda Turma do STF, de retirar das mãos de Moro trechos das delações da Odebrecht sobre os processos contra Lula nos casos do sítio em Atibaia e recebimento de vantagens indevidas da empreiteira.

Moro afirmou que os processos não dependem dos trechos das delações, pois já estão em fase adiantada, com acúmulo de outras provas, depoimentos e demais diligências. No caso do sítio em Atibaia, Lula responde por ter recebido propina das construtoras OAS e Odebrecht por meio da realização de reformas.

Na ação sobre o terreno do Instituto Lula, o ex-presidente foi acusado de ter sido beneficiado pela Odebrecht por meio da compra de um terreno que serviria para a futura instalação da entidade que leva o nome do petista. Nos dois casos, Moro já colheu depoimentos de cúmplices nos esquemas de corrupção, como Léo Pinheiro, Marcelo Odebrecht e Antonio Palocci, que confirmaram que os esquemas de corrupção envolveram desvios na Petrobras. 

O juiz lembrou ainda que, no caso do sítio de Atibaia, a Odebrecht não é a única envolvida, já que as obras tiveram participação também da OAS e do pecuartista José Carlos Bumlai, amigo de Lula.

O processo do sítio de Atibaia está na fase de depoimentos de testemunhas. Até 29 de junho, mais de 100 pessoas convocadas pela defesa dos réus deverão ser ouvidas. 

Já o caso que envolve o Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo está mais adiantado. Esta ação já deveria ter sido encerrada, mas o pedido por produção de novas provas e novos interrogatórios fez o caso se arrastar. 

Para que Moro apresente sua sentença, ainda é necessário passar pela fase de alegações finais. Isso deve acontecer apenas no segundo trimestre deste ano.

De qualquer forma, Lula já está devidamente preso em Curitiba após ter sua condenação no processo do tríplex do Guarujá (SP) confirmada pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). Trata-se de um processo finalizado, onde dificilmente haverá alguma reversão em favor do condenado. A defesa de Lula já apresentou recursos contra a prisão do petista, mas todos já foram negados pelo STJ e pelo STF. 

Contar com a conivência de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli não adianta nada ao petista. Dificilmente qualquer um destes ministros terá justificativas ou mesmo coragem de livrar Lula da cadeia, ou mesmo livrá-lo de algum processo das mãos de Moro. Lula segue preso.

Sutil, Moro lembrou que o próprio ministro Dias Toffoli evitou cruzar a linha ao ousar votar favoravelmente a remessa dos trechos da delação da Odebrecht para a Justiça de São Paulo:

"Pelas informações disponíveis, porém, acerca do respeitável voto do eminente Relator Ministro Dias Toffoli, redator para o acórdão, não há uma referência direta nele à presente ação penal ou alguma determinação expressa de declinação de competência desta ação penal. Aliás, o eminente ministro foi enfático em seu respeitável voto ao consignar que a decisão tinha caráter provisório e tinha presente apenas os elementos então disponíveis naqueles autos", escreveu Moro no despacho em que decidiu manter em Curitiba o processo em curso contra Lula.

Moro deve homologar acordo de delação de Palocci com a PF. Não adiantou nada manobra da 2.ª Turma do STF para livrar a cara de Lula


A manobra dos ministros da 2.ª Turma do STF para livra a cara de Lula nos processos em curso sob jurisdição do juiz federal Sérgio Moro pode ter sido completamente em vão. A assinatura de um acordo de delação do ex-ministro Antonio Palocci a ser homologado pelo próprio Moro não apenas anula qualquer efeito sobre a decisão dos ministros do Supremo, como também agrava ainda mais a situação de Lula na Lava Jato.

Palocci era justamente o administrador das contas de Lula e do PT no banco de propinas da Odebrecht. Cabia a ele gerenciar os recursos ilícitos originários de desvios da Petrobras num montante que superou a cifra dos R$ 300 milhões, sendo que cerca de R$ 35 milhões eram de uso exclusivo do ex-presidente Lula, segundo Palocci.

Neste aspecto, de nada adiantou os ministros do STF Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski terem tirado os trechos das delações da Odebrecht relativos ao triplex do Guarujá, ao sítio em Atibaia, a cobertura de São bernardo do Campo e as negociações envolvendo a compra de um terreno para o instituto Lula. O próprio Palocci foi o responsável pela gestão dos recursos referentes a praticamente todas estas transações.

Um outro fator bastante claro neste episódio é que Palocci não teria conseguido fechar um acordo de delação com a Polícia Federal sem que conseguisse comprovar os relatos constantes no acordo. 

Apenas fatos comprovados documentalmente entram num acordo de delação, após as longas tratativas e depoimentos colhidos pela Polícia Federal, etapa já concluída até este ponto.

O pavor de Lula com acordo de delação de Palocci. "Se ele não fosse um ser humano, ele seria um simulador"


O ex-presidente Lula e seus subordinados estavam confiantes que o acordo de delação do ex-ministro Antonio Palocci jamais sairia do papel, assim como ocorre atualmente com o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que teria delatado favores ao ministro do STF, Dias Toffoli.

Palocci também teria citado a Rede Globo, bancos e membros do Judiciário nos anexos de sua primeira tratativa visando a celebração de um acordo de delação com o Ministério Público Federal. Preso desde 2016, o ex-ministro petista não conseguiu avançar em seu promissor acordo, no qual fazia revelações estarrecedoras sobre Lula, Dilma, Guido Mantega e outros membros da cúpula do PT. Durante todo este tempo, surgiram suspeitas de que setores do MPF, capitaneados pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, teriam criado embaraços apenas para blindar gente poderosa e influente, como Dilma, ministros do STF e outras autoridades.

Diante da resistência de setores do MPF em celebrar um acordo de delação, Palocci resolveu adiantar alguns trechos durante seus depoimentos ao juiz federal Sérgio Moro. Em uma das ocisões, Palocci chegou a afirmar que suas revelações poderiam prolongar a Lava Jato por muito tempo.

Em um destes depoimentos, Palocci, afirmou que ele recebeu mais de 300 milhões de reais da Odebrecht em vantagens indevidas, e afirmou que a parte de Lula era de R$ 35 milhões. Cabia ao próprio Palocci, segundo admitiu Marcelo Odebrecht, administrar os fundos de Lula e do PT no banco de propina da empreiteira. Uma semana depois deste depoimento, Lula foi interrogado pelo juiz Sérgio Moro. Na ocasião, o ex-presidente afirmou que Palocci é um sujeito "simulador, frio e calculista".

"O Palocci, se ele não fosse um ser humano, ele seria um simulador", disse o petista. "Ele é tão esperto que ele é capaz de simular uma mentira mais verdadeira que a verdade", disse Lula a um estupefato Sérgio Moro. 

Intimamente, o magistrado conhecedor de coisas do arco da velha sobre o petista, deve ter se questionado se Lula estava mesmo se referindo a Palocci ou a ele mesmo.


Ciro Gomes diz que é preciso ser ‘muito homem’ para derrubá-lo

Ciro Gomes esteve hoje na 16ª Marcha dos Vereadores, em Brasília, e disse no evento que, se for eleito presidente, não será tarefa fácil derrubá-lo do cargo.

“Se vocês deixarem, vão me derrubar. [Mas] Não vai ser fácil, não, porque não sou a Dilma [Rousseff], sou do ramo. Tu acha que um marginal como Eduardo Cunha me derrubaria? É preciso ser muito mais homem do que eu para me derrubar”, declarou o presidenciável do PDT.

Salvo engano, isso é o que a esquerda costuma classificar de machismo –quando não vem de um dos seus adeptos.

Jair Bolsonaro tem brincado com seus aliados

Jair Bolsonaro tem brincado com seus aliados:

“Não sou eu quem sou bom. Os outros que são ruins demais.”

Palocci explode Lula e Dilma

Antonio Palocci, em seu acordo com a PF, vai explodir Lula de uma vez por todas.

Mas ele promete entregar também Dilma Rousseff.

Diz O Globo:

“Ao falar da ex-presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro disse que ela não apenas sabia do esquema corrupto entre PT e as empreiteiras, como teria sido beneficiária e mantenedora dos arranjos. Palocci deu exemplos de situações em que tais temas foram tratados na presença de Dilma ou dependeram de sua chancela.”

Mais do que nunca, Dilma Rousseff precisa de um foro privilegiado.