domingo, 6 de maio de 2018

O REPERTÓRIO DE PULOS DOS GATOS

É exaustivo. O tal “exercício” da cidadania, no Brasil, é de pôr os bofes para fora. O brasileiro é um cidadão em luta contra as instituições. Precisamos defender-nos delas, precisamos enfrentá-las, somos compelidos a fazê-lo como forma de autopreservação e isso cansa mais do que “puxar ferro” numa academia. Os poderes de Estado, que constituímos e regiamente remuneramos, na esperança pueril de que viessem a zelar pelo interesse geral enquanto cuidássemos de nossas vidas e amores, se converteram em nossos não dissimulados adversários. Cuidam de si mesmos a nosso despeito e à nossa custa.
 A Constituição cidadã, sabe-se hoje, abriu um leque de oportunidades de negócios com os recursos públicos e fechou em torno delas um círculo de ferro de proteções recíprocas. Levamos 30 anos para entender a fria em que havíamos entrado. Primeiro, pressentimos; depois intuímos; e, agora, empírica e dolorosamente, constatamos o quanto o Estado brasileiro protegeu-se de seus cidadãos. Às vezes me dá vontade de sentar e ficar apenas observando o repertório de pulos desses gatos. São verdadeiros artistas nos seus ramos de atividade.
Já no ano passado, aquela parte da sociedade que não corteja bandidos decidiu que precisaria de um Congresso quase inteiramente renovado. Só assim, talvez – talvez! – pudessem ser desmontadas as armadilhas institucionais, bem como a arquitetura juspolítica de fossos, muralhas, escarpas e contraescarpas, que protegem as cidadelas do poder. Um legislativo que, em quatro anos, nada fez nessa indispensável direção, e que, ao contrário, sempre cuidou de sua própria cidadela, nada faria para mudar substancialmente as regras do jogo. O Brasil precisa mudar. Renovação já, portanto!
Eis que diante desse óbvio sentimento nacional, o sistema reage – escândalo! – com novas trancas e ferrolhos para garantir a renovação dos atuais mandatos. Os partidos políticos adotam estratégias para impedir que se cumpra o inequívoco e indispensável anseio dos eleitores. Não lembro de já haver visto algo assim. Tanto se empenharam pelo “virtuoso” financiamento público e contra o “vicioso” financiamento privado das campanhas! Resultado: os partidos dispõem, agora, de dinheiro dos nossos impostos para distribuírem, prioritariamente, aos atuais parlamentares, não por acaso as pessoas mais influentes dentro deles. As nominatas de candidatos serão formadas pelos próprios e mais uns poucos, bem poucos, para dificultar o ingresso de novos no círculo de ferro do poder e na distribuição da grana. Logo estaremos vendo isso tudo acontecer. Digam-me se não dá uma canseira.
Diante disso, ponho-me a pensar na recente experiência francesa. Esclareço: estou apenas pensando. O eleitorado gaulês escolheu um candidato (Emmanuel Macron) e seu partido (La République en Marche), conferindo-lhes vitória consagradora e uma base política amplamente majoritária. Não poderíamos reproduzir algo parecido por aqui, com as limitações, claro, do nosso sistema proporcional? Centrarmos a renovação em candidato e em poucos partidos?
Não sei. Mas sei que precisamos interromper o curso dessa bandalheira que pretende usar nosso dinheiro para forçar a reeleição de parlamentares que não queremos ver reeleitos e preservar essas desavergonhadas estruturas de poder.

Artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras,  arquiteto e escritor 

Gilmar, o comentarista político, e ministro, nas horas vagas...

Nesta sexta-feira (4), Gilmar fez aflorar, mais uma vez, toda a sua intimidade com o mundo político.
Após afirmar que Lula está ‘inelegível’, ele concluiu que ‘O PT não tem plano B’, dizendo isto para justificar o atual estado de desespero do partido.
Tal declaração aconteceu num encontro com correspondentes estrangeiros, registra o Jornal da Cidade Online.
Pena que Gilmar não demonstre a mesma intimidade com as questões do mundo jurídico, haja vista suas constantes mudanças de entendimento.
Aliás, como ministro, Gilmar é o autêntico ‘político brasileiro’.

Junto com o prédio de São Paulo desaba a demagogia esquerdista

A catástrofe ocorrida no centro de São Paulo, com o incêndio e posterior desabamento do edifício ocupado por moradores pobres, revela de forma dura e crua, muito mais que o estilo de vida indigno da população mais desfavorecida da nação brasileira.
Esse "incidente" expõe para a população mais atenta, imune a manipulação demagógica e populista, como pessoas desonestas se aproveitam dos pobres para tirar proveito em benefício próprio.
Todos querem tirar uma lasquinha destes infelizes: ONG's e movimentos sociais, políticos de esquerda, alguns miseráveis mais espertos que os demais, religiosos mal intencionados, artistas oportunistas, imprensa sensacionalista, etc e tal.
A lista é grande e é composta por vorazes parasitas e insaciáveis abutres.
A esquerda se apoderou do "espírito humanitário e da solidariedade humana". Registraram em cartório o direito de propriedade destes sentimentos humanos.
Consideram-se os verdadeiros protetores dos pobres e dos oprimidos, são à versão mais moderna de Robin Hood no século XXI.
Mal sabem eles que já descobrimos o truque desta outrora e poderosa "mágica" que à todos enganava:
"A esquerda gosta tanto de pobre que os multiplica", já denunciava uma frase que desconheço o autor. Eles vivem às custas da miséria econômica, social, moral e ética dos menos favorecidos.
Quanto maior o número de seu "rebanho desnutrido" melhor.
Quem disse que a direita não é solidária e não se comove com a miséria e o sofrimento alheio?
Quem respondeu a própria esquerda acertou em cheio.
Em países desenvolvidos e capitalistas, como os EUA por exemplo, igrejas e grupos organizados da sociedade, o Rotary Club é um bom exemplo, fazem um belo trabalho social e comunitário.
A grande diferença existente entre a caridade realizada por esses grupos e a caridade praticada pelos "socialistas tupiniquins" é que os primeiros escolhem quem realmente merece e necessita de sua ajuda, e geralmente, suas ações são voltadas a retirar e libertar essas pessoas da pobreza; ao contrário do segundo grupo, que além de manter os indivíduos eternamente sob sua tutela e domínio, se puderem, tentam multiplicar o número de pessoas pobres e dependentes de suas "boas ações".
Finalizando: erraram os invasores, errou o Estado brasileiro e suas autoridades, erra a imprensa sensacionalista conjuntamente com os que se deixam manipular.
texto de Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Juíza Carolina Lebbos terá o seu primeiro embate no STF contra decisões no caso Lula

Nos casos envolvendo o presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, a juíza Carolina Lebbos terá pela primeira vez uma decisão de sua lavra submetida a apreciação do Supremo Tribunal Federal (STF).
A parte ex-adversa será a Câmara dos Deputados.
Rodrigo Maia, atendendo as lamúrias de Paulo Pimenta e Wadih Damous, ingressou na Suprema Corte contra a decisão da magistrada que impediu um grupo de deputados de visitar Lula, sob o argumento de que iriam fazer uma inspeção nas instalações do local onde o ex-presidente está preso.
A juíza negou a inspeção após observar que na semana anterior uma outra comissão do senado havia feito o mesmo trabalho.
O ministro Edson Fachin decidiu submeter o caso ao plenário.
Uma vitória da magistrada será fundamental para a valorização da autoridade contra a politicagem.

Maria Ribeiro, a boba da corte da vez da esquerda brasileira

Segundo Millôr Fernandes, "a Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e um morto rotativo".

Talvez aspirando à imortalidade, a esquerda brasileira segue o mesmo modelo: alguns ideólogos, uns milhares de militontos - e um bobo da corte rotativo.

Já passaram pelo rodízio o Wagner Moura, a Letícia Sabatella, a Taís Araújo, a Márcia Tiburi.

A boba da vez é a Maria Ribeiro, porta-voz do "roubou porque podia roubar".

Criticam a moça sem lhe reconhecer um grande mérito: ela não nega mais o roubo. É uma Boba 2.0, que já não roda o programa da negação, mas o da justificativa.

Os bobos e as bobas e xs bobxs anteriores e anterioras e anteriorxs vinham trabalhados e trabalhadas e trabalhadxs na tese da honestidade. Maria Ribeiro é modelo 2018/2019, trazendo novidades de fábrica.

Ainda não é a assunção da culpa (sem trocadilho com seu marido problemático), mas a era da inocência acabou.

Não há mais público para uma Joana Maranhão, uma Tatá Werneck, uma Camila Pitanga, e seu mantra "não sei quem plantou, desconheço a semente", declamado enquanto aperta unzinho. Bobas seniores, como Sonia Braga, ou bobos juniores, como Gregório Duvivier, tanto bateram na velha tecla que ela furou.

Se nas cortes medievais o bobo era uma espécie de consciência crítica, o único a poder dizer ao rei o que o rei precisava ouvir, aqui ele é boi de piranha, bucha de canhão, e cabe a nós ouvi-lo e interpretar sua fala, antes que o pobre (ou a pobra ou x pobrx) seja deglutido/a/x, pulverizado/a/x.

Tico Santa Cruz, Marina Lima, Maria Gadú, Aline Moraes, Fábio Assunção não são apenas bobos: são birutas - aquele troço colorido que se vê nos campos de aviação, indicando para onde o vento sopra.

A biruta da vez, Maria Ribeiro, parece indicar a mudança dos ventos.

Quem sabe o próximo bobo rotativo, a próxima biruta, já não ensaia uma autocrítica?

Veja o vídeo:


Texto de Eduardo Affonso

Reverteu tudo e Lava Jato de SP cai nas mãos de Moro e Bretas

Parece inacreditável, mas está acontecendo, em pleno andamento.
A informação consta na edição deste domingo da coluna do antenadíssimo Lauro Jardim.
Veja o que diz o colunista:
Por uma via inusitada, a Lava-Jato, que nunca engrenou em São Paulo, está ganhando velocidade no mais poderoso estado do país.
Essa trilha passa pelo Rio de Janeiro e Curitiba: quem está cuidando de parte das encrencas do PSDB paulista são os MPFs das duas cidades, além de Sérgio Moro e Marcelo Bretas.
No segundo semestre, a terra começa a tremer.
No caso de Bretas, por exemplo, uma parte da delação já homologada do operador Adir Assad passou a integrar a Operação Saqueador, um desdobramento fluminense da Lava-Jato.
Em sua delação, Assad conta como entregava dinheiro a Paulo Preto, hoje preso e próximo a José Serra, Aloysio Nunes e outros tucanos paulistas.
Essas investigações podem dar muita dor de cabeça a Geraldo Alckmin em plena campanha eleitoral.
Parece que finalmente no Brasil, não obstante a ação frequente da bandidagem, os fatos conspiram em favor do bem.

ELEITORES TERÃO NAS ELEIÇÕES O "DETECTOR DE CORRUPTO" (VEJA O VÍDEO)

Uma ideia sensacional e acessível a todo cidadão brasileiro acaba de ser lançada pelo Instituto Reclame Aqui. Trata-se do ‘Detector de Corrupção’. E funciona mesmo!
Para fazer uso do dispositivo basta ter em mãos um aparelho celular.
Com o aplicativo instalado, uma simples foto do político pesquisado e você terá uma listagem completa de todos os processos em que ele esteja condenado ou respondendo perante a Justiça.
Vale a pena espalhar a ideia para que todo cidadão possa fiscalizar e denunciar os corruptos.
O vídeo abaixo explica detalhadamente.

Boulos, gigolô de miseráveis

O cidadão Guilherme Boulos, vive e sobrevive na criminalidade.
É praticante contumaz do crime de extorsão.
O que diz o artigo 158 do Código Penal:
Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa: Pena - reclusão, de quatro a dez anos, e multa.

O crime está na letra da lei. É justamente o que fazem, sob o manto de movimentos sociais, os líderes dos ‘sem teto’ em São Paulo, conforme ficou plenamente demonstrado com o desabamento do prédio do Largo do Paissandu, lembra o Jornal da Cidade Online.
O objetivo de Boulos nunca foi conquistar moradia para os ‘Sem Teto’.
Boulos apenas utiliza os componentes do malfadado MTST como massa de manobra.
Quanto maior for o número de pessoas sem teto, maior será a sua liderança.
Boulos quer o poder pelo poder.
Em um país sério, este ordinário estaria na Cadeia e não candidato a Presidente da República...

A última tentativa da defesa de Lula para tirá-lo do xilindró

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva joga todas as suas fichas no sentido de obter a sua soltura esta semana, perante a 2ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
A rigor, o julgamento já teve início. É virtual. Uma tacanha invencionice para evitar a exposição pública dos julgadores.
O responsável por tal sandice foi o ministro Edson Fachin, que certamente foi pressionado.
O ministro tinha quatro possibilidades, registra o Jornal da Cidade Online:
Monocraticamente indeferir o recurso.
Submeter para a análise do plenário do STF, como fez com o habeas corpus.
Submeter para análise do plenário real da 2ª Turma.
E, por fim, levar para a apreciação do plenário virtual da 2ª Turma.

Estranhamente, optou por esta última, onde Lula certamente tem mais chances.

Entidades de juízes e do Ministério Público repudiam declarações de Gilmar Mendes

A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas) divulgou nota pública em repúdio a declarações do ministro Gilmar Mendes durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre o foro por prerrogativa de função, na última quinta-feira (3).

Segundo a nota, assinada por dirigentes de nove entidades ligadas à Frentas, o ministro “lançou ataques aos juízes e membros do Ministério Público”, ao dizer que “o sistema de Justiça Criminal nos diversos estados da federação é disfuncional e não está preparado para julgar detentores de foro”.


Gilmar Mendes afirmou que, ao deixar os processos “com essa gente”, a situação vai ser pior do que é no Supremo. “Vai dar errado”, manifestou.

“Essa gente”, a que se referiu o ministro, eram os juízes de primeiro grau –esclarece a nota.

“De forma genérica, sem dados específicos, [o ministro] questionou a remuneração de juízes e membros do Ministério Público, mas não apresentou, como de costume, soluções adequadas”.

A nota afirma que “as declarações desrespeitosas contra a atuação dos juízes e membros do Ministério Público brasileiros são despropositadas e com o nítido objetivo de desestabilizar o sistema de Justiça”.

Em outubro de 2016, a Frentas publicou nota pública em que externava “indignação” diante de declarações de Gilmar Mendes, na época presidente do Tribunal  Superior  Eleitoral, acerca do suposto uso de ações de improbidade por integrantes do Ministério Público e da Magistratura, acusando-os de “chantagear” e “ameaçar” parlamentares, além de “praticar, às escâncaras, abusos de autoridade”.

As entidades lembraram, na ocasião, que o ministro “está impedido de manifestar juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças de órgãos judiciais”, exceto nos autos, em obras técnicas ou no exercício do magistério.

Veja a íntegra da Nota Pública:

A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas), constituída pelas entidades ao final subscritas, congregando mais de 40 mil juízes e membros do Ministério Público em todo o país, repudia as declarações desrespeitosas do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, por ocasião do julgamento, na quinta-feira (3), de questão de ordem levantada nos autos da Ação Penal nº 937, contra a atuação dos juízes e membros do Ministério Público brasileiros.
Após formada ampla maioria em favor da tese apresentada pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso, no sentido de que o foro por prerrogativa de função aplica-se apenas aos crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados às funções desempenhadas, o ministro Gilmar lançou ataques ao juízes e membros do Ministério Público. Disse que o sistema de Justiça Criminal nos diversos estados da federação é disfuncional e não está preparado para julgar detentores de foro.
De forma desrespeitosa, após discorrer sobre pontos não diretamente ligados à questão jurídica discutida no plenário do Supremo Tribunal Federal sobre o alcance do foro por prerrogativa de função, chegou a dizer que, ao deixar os processos “com essa gente”, a situação vai ser pior do que é no Supremo. “Vai dar errado”, manifestou S. Exa. “Essa gente”, a que se referiu o ministro, eram os juízes de primeiro grau.
Causa espécie, também, que um ministro da Corte guardiã da Constituição Federal se indague sobre a necessidade de “25 ou 26” (na verdade 24) Tribunais Regionais do Trabalho, diante dos diversos comandos constitucionais de garantia de acesso à Justiça aos cidadãos. No caso da Justiça do Trabalho, o constituinte expressou a importante preocupação com sua atuação em todo o território nacional, como se percebe claramente dos artigos 112 e 115, §§ 1º e 2º (com a redação dada pela EC nº 45/2014).
Bastaria ao ministro consultar os dados do relatório Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça – órgão do qual, aliás, já foi Presidente. Os 24 Tribunais Regionais do Trabalho cumprem satisfatoriamente sua missão constitucional e garantem uma Justiça do Trabalho altamente operosa (número de processos julgados), célere (média de tempo da tramitação), eficaz (valores distribuídos) e informatizada (números do Pje).
É exatamente nestes trágicos tempos de reformas legislativas e institucionais agravantes do desemprego, da precarização do trabalho, da insegurança jurídica, das perdas de receitas ao erário, de rendição do governo aos interesses do grande capital financeiro e, com tudo isso, de descumprimento da Constituição, que se torna ainda mais imprescindível a Justiça do Trabalho interiorizada, funcional, espraiada por todo o País, próxima e acessível ao cidadão.
Ao tecer críticas aos juízes e membros do Ministério Público, Mendes também atacou, de forma descontextualizada, o sistema remuneratório da Justiça. De forma genérica, sem dados específicos, questionou a remuneração de juízes e membros do Ministério Público, mas não apresentou, como de costume, soluções adequadas.
De outra parte, as declarações desrespeitosas contra a atuação dos juízes e membros do Ministério Público brasileiros são despropositadas e com o nítido objetivo de desestabilizar o sistema de Justiça. Ao votar, o ministro deixou de se ater ao cerne da discussão jurídica e passou a ofender e desqualificar o trabalho dos magistrados, membros do Ministério Público e servidores que atuam incansavelmente nas mais diversas e caóticas regiões do Brasil.
Os ataques ao sistema remuneratório das referidas carreiras são descontextualizados e fora de uma discussão maior, que envolve a ausência de reajuste por anos de vencimentos das categorias. A magistratura e o Ministério Público não se furtam à discussão sobre férias e outros direitos, mas entendem deve ocorrer o âmbito correto.
A Frentas defende a independência funcional da magistratura e do Ministério Público e manifesta apoio integral aos juízes e membros do MP de todo o País, que têm atuado com firmeza, coragem, desprendimento e ética nas suas atividades. Os resultados do trabalho dos juízes e seu retorno à sociedade são públicos, com avanço civilizatório na defesa dos direitos fundamentais individuais e sociais dos cidadãos e no combate à corrupção.
José Robalinho Cavalcanti
Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR)
Coordenador da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas)

Roberto Carvalho Veloso
Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe)

Victor Hugo Palmeiro de Azevedo Neto
Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp)

Jayme Martins de Oliveira Neto
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

Guilherme Guimarães Feliciano
Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra)

Ângelo Fabiano Farias da Costa
Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT)

Antônio Pereira Duarte
Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM)

Elísio Teixeira Lima Neto
Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT)

Fábio Francisco Esteves
Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (Amagis-DF)

Diferente de outros presos, Lula não faz a faxina da própria cela, diz jornalista

Uma reportagem publicada pela revista Veja descreve a vida de Lula na prisão. Segundo o jornalista Thiago Bronzatto, "diferentemente do que fazem seus colegas presidiários, Lula não limpa o banheiro, não varre o chão nem recolhe o lixo da cela. Todas essas tarefas ficam sob a responsabilidade de um funcionário da limpeza da Superintendência da Polícia Federal, que, normalmente, executa a faxina quando o petista está no banho de sol".


Ainda segundo jornalista, "Por causa desses e de outros privilégios, Lula virou alvo de piadas entre os policiais. Alguns se referem ao ex-presidente como “cliente”, enquanto outros começaram a chamá-lo de “Lula Escobar”, numa referência ao narcotraficante colombiano Pablo Escobar, que, num acordo com a Justiça, construiu uma mansão-presídio para nela cumprir sua pena. Recentemente, Lula solicitou a instalação de uma esteira ergométrica e um frigobar para beber água gelada".

Um ideal deve perseguir o progresso da sociedade, não o lucro pessoal. Há uma enorme diferença entre idealista e oportunista


Apesar da vergonha, alguns dos cúmplices dos anos de corrupção dos governos do PT ainda são obrigados a pagar os favores que receberam dos governos mais corruptos da história do país. Artistas, jornalistas, meios de comunicação, políticos e formadores de opinião que se venderam para o plano nefasto de corrupção do PT continuam sendo intimados a defender o ex-presidente Lula, a atacar o atual governo e fazer campanha para os integrantes das linhas auxiliares de Lula na política, como Marina Silva, Joaquim Barbosa e Ciro Gomes.

Os integrantes da Associação Procure Saber, comandada pela mulher de Caetano Veloso, Paula Lavigne, sabem bem o que é isso. A associação é uma espécie de reduto de artistas petistas que prosperaram como nunca durante os anos de corrupção dos governos do PT de Lula e Dilma. Com o fim das mamatas, muitos se viram forçados a colocar o pé na estrada e voltar a trabalhar. Alguém precisa pagar as contas para manter um padrão mínimo de vida, após o fim da era de regalias da Lei Rouanet.

 A Associação Procure Saber é aquela que publicou um manifesto exigindo a saída de Temer e o retorno de Dilma e do PT ao poder. Caetano Veloso, o garoto propaganda do Fora Temer e Lula Livre, segue as orientações da mulher Paula, que cuida dos "interesses" de artistas como o próprio Caetano, Erasmo, Arnaldo Antunes, Chico Buarque, entre outros petistas de carteirinha e mamadores profissionais das tetas da Lei Rouanet.

Esta turma, ao lado de gente como Alessandro Molon, Marcelo Freixo e Randolfe Rodrigues estão se articulando em torno da candidaturas como a de Joaquim Barbosa. Considerando o retrospecto de promiscuidade e ganância pelo dinheiro do contribuinte, fica difícil confiar em qualquer iniciativa que este tipo de gente esteja envolvida. São todos ligados à Rede Globo, se calaram sobre os crimes de Joesley Batista e anseiam pela volta do PT ao poder ou qualquer 'coisa' parecida. 

A democracia do Brasil jamais estará segura, enquanto não se esclarecer a vergonhosa trama da JBS, MPF, STF e Rede Globo


Os meios de comunicação do país, o Ministério Público Federal e setores do Judiciário parecem querer que a população se esqueça do maior e mais vergonhoso escândalo da história da República de todos os tempos.

A participação indecente de setores do MPF, Judiciário e meios de comunicação na trama envolvendo os criminosos da JBS para derrubar o governo foi um dos mais tristes episódios da Democracia brasileira de todos os tempos.

Os criminosos, que já haviam sido alvos de cinco operações da Polícia Federal e estavam prestes a serem presos, ao que tudo indicava, prosperaram durante os anos de corrupção dos governos do PT de Lula e Dilma. 

Joesley Batista, o chefe da suposta organização criminosa que confessou ter atuado nos bastidores da política nacional para corromper agentes públicos em benefício de seu grupo, transformou o pequeno frigorífico Friboi no gigante JBS. 

Graças aos esquemas de corrupção com os governos do PT, Joesley acumulou patrimônio bilionário e poder de comprar simpatia de políticos, meios de comunicação e, certamente, de gente do Judiciário e MPF. 

Durante os governos do PT, o valor de mercado do grupo controlado por Joesley saltou de R$ 1,9 bilhões para R$ 170 bilhões. 

Boa parte deste dinheiro foi parar nos cofres da Rede Globo, que teve a JBS como maior cliente durante anos. 

O dinheiro da JBS foi parar ainda nas contas de muitos políticos, inclusive pré-candidatos à Presidência este ano. Coincidentemente, todos que receberam propinas da JBS votaram a favor da denúncia de Janot contra Temer na Câmara dos Deputados.

Não fosse isso, Joesley Batista não teria batido na porta do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e saído do prédio da PGR com um belíssimo acordo de delação premiada. 

O açougueiro e seu grupo confessaram mais de 200 crimes que lhes renderiam mais de 2000 mil anos de prisão, segundo levantamento feito pelo Estadão. No pacote negociado com Janot, treinamento para gravações clandestinas visando a obtenção de provas forjadas contra o presidente da República.

O Supremo Tribunal Federal do Brasil parece ter ignorado a própria Lei de Delação Premiada ao homologar o acordo com o suposto chefe de organização criminosa. O relator do caso foi o ministro Edson Fachin. 

Segundo o jornalista Jorge Bastos Moreno, falecido em 14 de junho de 2017, "o jurista Edson Fachin admite que pediu ajuda “ao pessoal da JBS” em 2015 para ser nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). 

A JBS era a empresa com o maior número de parlamentares eleitos. A indicação de Fachin para o STF dependia dos votos de senadores.

Ricardo Saud, diretor da JBS, de fato ajudou Fachin a cabalar votos". Esta informação foi divulgada pelo jornalista Ricardo Noblat em sua coluna do jornal O GLOBO. O papel de Janot e de seus axiliares na PGR ainda não foi esclarecido, embora se saiba que o MPF conduz uma investigação sigilosa sobre o episódio.

O próprio Joesley confessou em gravação que acreditava que Janot queria derrubar o presidente Michel Temer para assumir seu lugar ou indicar um sucessor. O problema é que, de acordo com o que se viu na gravação feita por Joesley com Temer, o açougueiro não possuía nenhuma intimidade com o presidente para falar abertamente sobre propina ou qualquer negócio ilícito. Joesley se revelou um homem sem vergonha, sem escrúpulos e sem qualquer moral em outras gravações, nas quais fala abertamente com seus interlocutores sobre dinheiro, prostitutas e travestis.

Na gravação com Temer, ficou naquela conversa tola, feito um moleque tentando obter alguma declaração comprometedora. De fato, aquela foi uma operação típica de bandidos, tramada por Joesley, Janot e seu braço direito na PGR, Marcelo Miller.

Como não foi possível extrair absolutamente nada que comprometesse o presidente, o jeito foi vazar uma transcrição falsa da gravação para a Rede Globo, que se encarregou de terminar o serviço sujo. 

Com base numa transcrição criminosamente adulterada, o grupo de comunicação ajudou a instalar o caos no país e colocou todos seus empregados para pedir a renúncia de Temer, enquanto Joesley e outros especuladores do mercado financeiro faturavam milhões às custas da desgraça de investidores que perderam mais de R$ 200 bilhões naquele 17 de maio de 2017. 

Apesar da insistência do presidente, o ministro Edson Fachin se recusou a levantar logo o sigilo da gravação para acabar logo com a farsa, enquanto a Bolsa de Valores derretia e a Globo pedia a renúncia do presidente com base numa transcrição falsa. Todos os brasileiros se recordam destes tristes fatos.

Naquele momento, o país passava por um período de forte recuperação da economia e geração de empregos, mas foi tudo sacrificado em nome de interesses de um bando de vagabundos que não demonstrou qualquer responsabilidade com o país, com a Democracia e com o povo brasileiro. Outros conhecidos oportunistas da imprensa parecem ter lucrado bastante com a conspiração vergonhosa contra o país. Até hoje, estes grupos atuam para minar a candidatura de Temer à Presidência. O receio óbvio é o de que, durante o horário eleitoral, muita merda seja lançada no ventilador. Como não conseguiram derrubar o presidente, os mesmos grupos farão de tudo para impedir que Temer seja candidato agora.

Não fosse o suporte das Forças Armadas e a desconfiança da Sociedade, Temer teria sido removido por estes grupos com relativa facilidade. Enquanto este triste episódio da história do país não for devidamente esclarecido e os responsáveis punidos, a Democracia do Brasil continuará vulnerável aos ímpetos conspiratórios dos mesmos vagabundos que patrocinaram este vergonhoso capítulo da história da República. Qualquer presidente que for eleito e ameaçar os interesses destes grupos poderá se tornar alvo de ataques covardes para desestabilizar seu governo. Isto não é Democracia. É chantagem de covardes que lançam mão de jogo sujo para assegurar privilégios e proteger poderosos. Caso estes fatos não sejam esclarecidos antes das eleições, o povo jamais saberá nas mãos de quem o país estará nos próximos anos. 

Com informações do site Imprensa Viva.

AS REDES SOCIAIS E A VIDA INTELIGENTE FORA DA ESQUERDA

“Qualquer pessoa que tenha os jornais e a TV como sua fonte principal de informações está excluída, in limine, da possibilidade de julgar razoavelmente a veracidade e a importância relativa das notícias.” (Olavo de Carvalho, em “Quem eram os ratos?”)
Em 2012, num excelente artigo, o autor da frase acima discorreu sobre a distância que, em períodos soturnos da história, se estabelece entre o conjunto de crenças (e incertezas) da parcela pensante da sociedade e as inabaláveis convicções que marcam a opinião das massas.
 É diante disso que a frase em epígrafe amplia sua importância como auxiliar de diagnóstico da situação nacional. De 2012 para cá, ocorreu a explosão das redes sociais, que disponibilizou, à massa, o acesso a um volume até então inconcebível de informações, conhecimentos (para os mais dispostos a buscá-los) e capacidade de interpretação. O jornal impresso do dia tornou-se um depósito de notícias de ontem, opiniões sobre os fatos de anteontem e variedades. O noticiário dos canais tradicionais de TV perdeu sua dimensão informativa e ampliou dedicação à tarefa de adequar os fatos à opinião dos editores. Algumas emissoras de rádio e TV abriram canais e frequências voltados exclusivamente às “news”. O jornalismo, enfim, se digitalizou.
 Não foi por livre e espontânea vontade que o fizeram, mas por exigência da força avassaladora de suas novas concorrentes: as redes sociais, que, em muito pouco tempo, revolucionaram o mundo da comunicação. E o da manipulação. É verdade que as redes sociais se prestam para a proliferação das fake news, mas não parece sensato mencionar esse fato sem incluir a tradicional manipulação das notícias pelos grandes veículos.
Voltando à frase do Olavo. A longa história do jornalismo está ligada ao binômio notícia-opinião. Os jornais tinham colunas de opinião, nas quais uns poucos analistas, presumivelmente qualificados, serviam aos leitores suas interpretações dos fatos em curso. Era um grupo restrito, infinitamente menor do que o requerido pela dinâmica da vida social e, como regra quase geral, orientado para servir ao alinhamento ideológico que buscava o poder no Brasil. Foi assim que o PT e os partidos de esquerda conseguiram crescer sob o beneplácito da mesma “grande mídia” da qual sempre tanto se queixaram. E mesmo isso fez parte da estratégia. Só o referido beneplácito pode explicar as longas décadas em que o criminoso trabalho do Foro de São Paulo permaneceu oculto e protegido, enquanto toda menção a ele era tratada como “teoria da conspiração”. Só esse beneplácito pode explicar que prosperasse a ideia de que os partidos de esquerda eram incorruptíveis e poderiam passar o Brasil a limpo, mesmo depois da morte de Celso Daniel e de tantas experiências de gestão em Estados e municípios. Só esse beneplácito pode explicar que o PT chegasse ao poder com um discurso contrário àquele que construiu seu caminho até ele. E ficasse tudo por isso mesmo, inclusive quando reverteu sua marcha-ré. O que hoje se vê é escala ampliada do que há muito se via.
A única disputa que a esquerda perdeu e sabe que perdeu, no Brasil, nas últimas décadas, foi a das redes sociais. Elas tornaram visível a existência de vida inteligente fora da esquerda. A derrota intelectual foi tão acachapante que o petismo precisou mudar de ramo, criar uma seita e se reinstituir como igreja... É a antipolítica pela falência do que se apresentava como razão.
  

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto e escritor 

Lula terá esteira ergométrica

A Justiça liberou visita dos médicos pessoais de Lula e permissão para que seja colocada uma esteira ergométrica na cela do presidiário ilustre, registra Ancelmo Gois em O Globo.

Correios vão fechar mais de 500 agências

Os Correios fecharão 513 agências nos próximos meses e demitirão 5.300 funcionários, publica a Coluna do Estadão.

A medida foi aprovada em fevereiro e é mantida em sigilo pela empresa.

Só em São Paulo, 167 agências serão fechadas – 90 na capital e 77 no interior.

“A decisão causa polêmica dentro dos Correios. O assunto foi tratado como extra-pauta na reunião da diretoria sem o anexo da relação de agências. A desconfiança é de que a medida foi tomada para beneficiar os franqueados.”

Segundo o ex-presidente dos Correios Guilherme Campos, serão fechadas agências próprias que ficam próximas de outras operadas por agentes privados e o número de demissões pode ser até maior.

Dilma: “Muito estranho as 5 maiores empresas de engenharia do Brasil terem sido destruídas”

Durante o Fórum Brasil-Reino Unido, neste sábado, em Londres, Dilma ataca a Lava Jato e diz que “acho muito estranho as cinco maiores empresas de engenharia do Brasil terem sido sistematicamente destruídas.”

Bandeira contra o comunismo é colocada no Corcovado

Enquanto Maduro dá os parabéns pelos 200 anos de Marx, uma bandeira enorme contra o comunismo apareceu hoje no Morro do Corcovado, próxima ao Cristo Redentor, e onde se podia ler: “A nossa bandeira jamais será vermelha. Fora comunismo. FHC, Lula e Dilma”

As imagens estão circulando na internet.

sábado, 5 de maio de 2018

Novo juiz, nova opinião e mais uma derrota para o abobalhado Zanin

A defesa de Lula, que por estratégia centra suas críticas no juiz Sérgio Moro, uma espécie de ‘símbolo’ da Operação Lava Jato e prolator da sentença condenatória do ex-presidente, na realidade já foi derrotada em todas as instâncias e por decisão de inúmeros magistrados.
Nesta sexta-feira (4) os ilustres causídicos comandados pelo abobalhado Cristiano Zanin conheceram a opinião de uma magistrada, que até então não havia participado de nenhum ato nos processos do meliante petista.
Coube à desembargadora Maria de Fátima Freitas Labarrète, vice presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, analisar o recurso que pedia a suspensão da decisão da 8ª Turma da Corte que condenou Lula a 12 anos e 1 mês de reclusão, com a execução provisória da pena de prisão.
Zanin, acompanhado de 6 advogados de sua banca, estava em Curitiba, ansioso aguardando o veredito.
A base do recurso focava na ideia de que Moro é suspeito para julgar o petista, e argumentava sobre a ‘inobservância do princípio da ampla defesa, a atipicidade e equívocos na dosimetria da pena’.
A desembargadora considerou que os argumentos utilizados pela defesa do condenado não eram ‘sólidos e passíveis de acolhimento pelas instâncias superiores, do ponto de vista da legalidade e constitucionalidade’, registrou o Jornal da Cidade Online.
Nova derrota.

Forças Armadas e Policias de todo o país se prepararam a toa para prisão de Lula. Caos social prometido até por ministros do STF era balela


A prisão do ex-presidente Lula foi anunciada pela esquerda brasileira, por líderes de movimentos sociais e até mesmo por ministros do Supremo Tribunal Federal, como um fator precipitador de caos social em todo o país. A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, chegou a se reunir com comandante-geral do Exército, general Eduardo Villas Bôas, para tratar do assuntos ainda no ano de 2017. 

Na pauta da reunião, foram abordados temas como a segurança institucional e as estratégias para conter possíveis tumultos e protestos de movimentos sociais controlados pelo PT diante da eventual prisão do ex-presidente Lula.

Líderes de movimentos sociais como Vagner Freitas, da CUT, a Central Única dos Trabalhadores, João Pedro Stédile. líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MTST), e Guilherme Boulos, do Movimento Sem Teto, MST, haviam se pronunciado várias vezes sobre a disposição de criar tumultos durante a prisão de Lula.

Além dos movimentos sociais citados acima, representantes do PT também antecipavam sua disposição de encorajar a militância petista para a promoção de atos violentos em protesto contra a prisão do líder máximo do partido. Por receio de ameaças e tentativas de intimidação, autoridades de todo o país se anteciparam e traçaram estratégias de contingenciamento de possíveis tumultos.

As ameças se acirram após a condenação do ex-presidente Lula no TRF-4. Segundo setores da inteligência militar, este tipo de reação era esperada e manifestações passaram a ser constantemente monitoradas. 

Embora o comando militar não tenha se manifestado sobe possíveis manobras para conter atos de vandalismo, informações que circularam na imprensa davam conta da mobilização de quarteis, onde militares permaneceriam de prontidão. 

A Polícia Federal elaborou um esquema especial para efetuar a prisão do ex-presidente Lula, enquanto forças policiais dos estados chegaram a planejar operações especiais para conter possíveis tumultos.

Muito barulho por nada. Lula foi preso, não houve comoção social e apenas uns poucos militantes remunerados foram mobilizados para um acampamento no entorno da sede da Polícia Federal, onde Lula está preso. 

Apenas isso. 

O esculacho duplo no estagiário. Moro e Toffoli fazem Zanin passar vergonha


Logo que a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal retirou das mãos do juiz federal Sérgio Moro trechos da delação da Odebrecht com citações sobre Lula nos casos do sítio em Atibaia e do terreno do Instituto Lula na semana passada, a defesa do petista ficou bastante animadinha.

O advogado Cristiano Zanin, entusiasmado com a decisão dos ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, integrantes da conhecida "Turminha" do STF, solicitou imediatamente ao juiz Sérgio Moro que ele transferisse os processos para a Justiça de São Paulo. Zanin ainda provocou Moro e indagou na petição se o magistrado iria desafiar o STF.

Tranquilo, Moro se negou a atender ao pedido da defesa de Lula e manteve os casos do sítio de Atibaia e do terreno do Instituto Lula sob sua jurisdição na 13.ª Vara Federal de Curitiba. Moro afirmou que os processos independem dos trechos da delação da Odebrecht tirados por determinação da "Turminha". Moro lembrou ainda que, em seu voto, Dias Toffoli não fez qualquer referência quanto à necessidade de transferir os processos para a Justiça de SP.

Inconformada com a determinação de Moro em manter os processos de Lula em Curitiba, a defesa do petista então recorreu ao STF. O pedido caiu justamente nas mãos do ministro Dias Toffoli. Zanin e Lula se animaram. Mas o entusiasmo não durou muito tempo. O próprio Toffoli reconheceu que o pedido da defesa de Lula não tinha "plausibilidade jurídica" e indeferiu a liminar.

Além de desqualificar a defesa de Lula ao afirmar que Moro não afrontou o STF, Toffoli afirmou ainda que em nenhum momento a turma determinou que Moro redistribuísse essas ações à Seção Judiciária de São Paulo. Toffoli esclareceu que decisão que afastou delações da Odebrecht envolvendo ex-presidente com fraudes na Petrobras, não afeta competência do juiz Sérgio Moro.

O que parecia uma vitória, acabou se transformando em mais uma demonstração da inépcia da defesa de Lula, sobretudo Zanin, que ficou com uma baita cara de estagiário após a sequência vergonhosa de trapalhadas. 

Para piorar a situação, Moro poderá contar em breve com os acordos de delação do ex-ministro Antonio Palocci e do ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, que prometem afundar Lula ainda mais nos processos que estão tirando o sono do ex-presidente e do PT. 

Lula é o ex-presidente mais corrupto da história da humanidade


Lula é tão corrupto e tão criminoso que nem mesmo o Supremo Tribunal Federal bolivariano montado por ele mesmo foi capaz de livrá-lo da cadeia.

Os números não mentem. Nem as cifras. Além de ter se tornado em sete ações penais e alvo de outros tantos inquéritos, o petista é acusado de ter embolsado mais de R$ 50 milhões em propina em apenas 4 anos após deixar a Presidência da República, em janeiro de 2011.

Outros números ajudam a isolar Lula no alto do podium de ex-presidente mais corrupto da história. De longe, o petista é o ex-chefe de estado que teve mais amigos presos por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em todos os casos, Lula possui fortes ligações com os crimes que levaram seus companheiros para a prisão. Como se não bastasse, Lula teve ainda vários parentes citados por envolvimentos em atividades criminosas, como a própria mulher, Marisa Letícia, falecida em fevereiro, além dos filhos, irmãos e sobrinhos.

Mas ainda não é tudo. Por meio de esquemas criminosos, Lula transferiu bilhões do dinheiro do povo para bandidos como Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro e Joesley Batista, do grupo JBS, que era até bem pouco tempo, o maior anunciante da Rede Globo.

Não é por acaso que Lula foi preso. Além de ser o primeiro ex-presidente do Brasil condenado e preso por crimes comuns como corrupção e lavagem de dinheiro, Lula é o primeiro ex-presidente de um país com mais de 200 milhões de habitantes a ser preso na história mundial. Para não perder a conta, até o momento Lula é alvo de nada menos que seis ações penais em que figura como réu. Além destes seis processos que correm na Justiça, Lula é alvo de outras três investigações em andamento, conduzidas pelo Ministério Público Federal.

Para ficar apenas nos casos em cinco ações penais, Lula figura como protagonista de crimes de lavagem de dinheiro (211 vezes), corrupção passiva (dezessete vezes) e tráfico de influência (quatro vezes),  organização criminosa e obstrução da Justiça. Ao todo, Lula é apontado como protagonista em mais de 300 eventos criminosos, o que significa de além de ser o ex-presidente mais ladrão de toda a história da humanidade, é também o mais estúpido, ao imaginar que seria capaz de se safar de tanta 'safadeza'. Lula roubou onde foi possível e ajudou a desviar recursos dos ministérios, do BNDES, Petrobras, Caixa Econômica e onde mais se possa imaginar.

Como se não bastasse ser o ex-presidente mais corrupto da história mundial, Lula ainda é o mais cara de pau. Mesmo da cadeia, o petista e seus subordinados ainda falam que ele vai se candidatar à Presidência da República.