sábado, 26 de maio de 2018

Batalhão de choque liberta caminhoneiros que estavam sequestrados em bloqueios de estradas


A desmobilização de bloqueios em todo o país está ocorrendo de forma pacífica. As forças policiais estão se dirigindo aos bloqueios em todas as regiões do país libertando caminhoneiros que estavam sendo mantidos reféns por organizadores dos movimentos grevistas. Foi o que ocorreu no final da tarde deste sábado, quando veículos do Batalhão de Choque da Polícia de São Paulo seguiram pelo Rodoanel,em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.


Bastou o emprego de dois caminhões do Choque e mais de 15 viaturas para libertar centenas de caminhoneiros que estavam sendo retidos no bloqueio sob ameaça dos líderes do movimento grevista. 

A medida só foi possível após a assinatura do decreto do presidente Michel Temer, que autorizou o uso da força para desobstruir estradas e rodovias. 

No caso do Rodoanel, apenas um pequeno grupo de manifestantes tentou impedir que os caminhoneiros retidos no bloqueio fossem libertados. 

Homens da tropa de choque conseguiram conter os ânimos exaltados de uns poucos manifestantes e permitiram que todos aqueles que estivessem retidos no local contra a própria vontade prosseguisse viagem e voltassem para suas casas. Em poucas horas, o local estava completamente liberado.

Cerca de 90% dos caminhoneiros que estavam retidos no local seguiram para seus destinos ou para suas casas.



O ministro relatou que a Polícia Rodoviária Federal reportou pequenos focos de resistência em todo o país, mas que foram debelados sem uso de violência. No bloqueios, foram identificados caminhões com cargas de insumos hospitalares, alimentos perecíveis e até mesmo veículos vazios, cujos donos tentavam voltar para suas famílias, mas eram retidos e ameaçados por organizadores dos bloqueios.


Segundo o ministro Raul Jungmann, os grevistas contaram com o apoio criminoso de empresários que financiaram as paralisações. 

As prisões de responsáveis pela atividade criminosa serão mantidas em sigilo num primeiro momento, informou o ministro da Segurança Pública, afirmando que já foram expedidos mandados de prisão contra patrocinadores do locaute. 

Até o momento, já foram instaurados 37 inquéritos contra empresários que atuaram de forma criminosa nos bastidores do movimento grevista. Neste momento, ocorrem pelo menos dez interrogatórios em instalações da Polícia Federal em todo o país.



Em São Paulo, 97% das estradas já foram liberadas. No Distrito Federal, 70%, em Recife, situação está praticamente normalizada. A orientação do Comandante do Exército, General Villas Bôas, para seus comandados é no sentido de agir de forma pacífica, negociando a liberação das rodovias e dos caminhoneiros que desejam seguir para suas casas.


Diretrizes aos comandantes de área: buscar a solução da crise sem conflitos; o bem-estar social prevalecerá sobre interesses pontuais; privilegiar o abastecimento de itens básicos imprescindíveis e o transporte público nos distintos modais; e incentivar à exaustão a negociação.

Delegado da Polícia Federal revela grave denúncia sobre a Petrobras e exige demissão do presidente da empresa

O deputado Delegado Francischini, em vídeo, exige providências sobre as denúncias feitas pela revista Crusoé sobre o presidente da Petrobras, Pedro Parente. 

Segundo a revista, Parente é sócio do presidente da J. P. Morgan, em uma empresa de participações. A estatal, sob a condução de Parente, adiantou um pagamento de R$ 2 bilhões à J. P. Morgan. 

O deputado exigiu a demissão do presidente da Petrobras.

Assista:

Moro muda de ideia, mantém Delúbio preso em São Paulo e o afasta de Zé Dirceu

O  juiz Sérgio Moro estava cometendo um erro permitindo que dois marginais de alta periculosidade e pertencentes à mesma organização criminosa – Delúbio e José Dirceu – ficassem presos no mesmo local, convivendo diuturnamente.
Mas o experiente e competente juiz logo percebeu o ‘perigo’.
Em novo despacho, antes que a transferência de Delúbio se consumasse, o juiz, alertado pelo delegado Igor Romário, voltou atrás e mudou a decisão anterior.
Zé ficará em Brasília e Delúbio em São Paulo.
Os fatos dão a clara demonstração de que a Lava Jato é um trabalho de equipe.
Parabéns ao juiz e ao delegado.

Caminhoneiros ensaiam recepção às forças de Michel Temer (veja o vídeo)

Os caminhoneiros já estão devidamente orientados por advogados e preparados para recepcionar às forças que serão enviadas por Michel Temer.
A ordem é não reagir. O movimento é pacífico, justo e conta com o apoio da população brasileira.
“Não reajam, ajoelhem-se em sinal de rendição”.
Este será o ato simbólico para evitar a violência, segundo o Jornal da Cidade Online.
Veja no vídeo abaixo, um ensaio do gesto que com certeza vai fazer o gigante acordar.

O Brasil não colapsou por milagre. Abutres disfarçados de pombinhos manipulam o povo apontando para o inimigo errado


Seria recomendável que cada brasileiro se propusesse a fazer uma reflexão profunda, tendo em vista a batalha ideológica que se instalou no país ao longo dos últimos dois anos. As narrativas bem construídas por grupos políticos e econômicos contribuem mais para confundir do que para esclarecer as reais causas dos problemas e desafios históricos da sociedade contemporânea. As pessoas são levadas a crer que aprenderam algo sobre o tal do "establishment" e não se dão conta de que estão sendo induzidas por membros do próprio sistema que tem se perpetuado no poder de forma cruel e covarde. 

 A fé da burguesia em um Estado mantenedor e propulsionador da economia é um conceito bastante antigo, visto com bons olhos por representantes da esquerda. Permitir que grupos poderosos e membros da elite dominante tenham acesso irrestrito ao dinheiro do contribuinte nos cofres públicos é a fórmula perfeita encontrada por políticos incapazes de conceber políticas desenvolvimentistas sem a interferência da iniciativa privada e sem a supervisão de membros de grupos dominantes.

Não é por acaso que os grupos políticos que comandaram o Brasil ao longo da última década entregaram postos chave no topo da burocracia estatal para agentes corruptos que faziam a interlocução com empresários, bancos e meios de comunicação que prosperaram de forma excepcional ao longo dos últimos anos, sobretudo durante os governos do PT.

Mas para que isso fosse possível, foi preciso aparelhar as instituições com indivíduos que compartilhassem das mesmas convicções, nas quais o povo ocupa uma posição de destaque neste tipo de arquitetura: a reserva pagadora de impostos que financia a burguesia e a elite de servidores. Para agradar outros setores mancomunados com o Estado, a inflação e os juros altos funcionavam como mais um perverso instrumento de transferência inversa de renda para especuladores, bancos e donos de grandes fortunas.

Para assegurar o funcionamento deste modelo cruel que permitia a alternância no poder apenas de grupos simpáticos, os políticos criaram uma verdadeira casta de privilegiados, comparativamente à maioria esmagadora das ocupações do mercado formal de trabalho. A elite de servidores, membros do Ministério Público Federal, do Judiciário e no Serviço Público, de modo geral, foi contemplada com um belo naco do dinheiro do contribuinte com altos salários, estabilidade, aposentadorias equivalentes aos salários da ativa, auxílio-moradia, auxílio-mudança, auxílio-alimentação, licenças remuneradas, semestres sabáticos, férias mais longas do que as dos trabalhadores da iniciativa privada, e, em muitos casos, carro oficial e respectivo motorista, além de outros benefícios menos conhecidos como financiamentos de cursos de pós-graduação e de idiomas, os quais podem ser cursados durante o período de trabalho sem desconto nos salários. São os indutores da economia de boutique, de joalherias, da alta gastronomia, das construtoras de prédios de alto padrão.

Todas estas regalias e privilégios vergonhosos só seria possível com a imposição de uma altíssima carga tributária sobre o cidadão, de modo que a elite de servidores drena praticamente todos os recursos arrecadados pela União hoje em dia. De tudo que o cidadão pagador de impostos contribuiu compulsoriamente, sobra para o Estado apenas 7% para devolver à sociedade em forma de serviços como saúde, segurança e educação. A crueldade com que estes grupos se apropriou do dinheiro do povo, de forma legal, através de leis aprovadas por seus integrantes, se assemelha a um assalto.

Se os grupos políticos que se apropriaram do Estado ao longo da última década e meia operou nos moldes de uma organização criminosa, por óbvio, contaram com a cumplicidade de servidores, meios de comunicação, grupos econômicos, setores do Ministério Público Federal e do Judiciário. Foram cúmplices da ORCRIM responsável por ter mergulhado o país na maior recessão de sua história.

Todos estes fundamentos foram combatidos pela raiz pelo atual governo, o primeiro em décadas a enfrentar o braço da ORCRIM no Estado. De modo estoico, o governo atual tentou romper com este modelo e conseguiu salvar ao menos uma pequena parte do dinheiro do contribuinte drenado pela elite de servidores, empresários bilionários habituados ao dinheiro fácil do BNDES, grupos de comunicação que prosperaram através das gordas verbas da publicidade governamental, etc. Não foi possível avançar sobre os privilégios, pois as forças controladas pela burguesia e os braços da ORCRIM  no Estado se aliaram a criminosos para tentar derrubar o governo.

Desde então, estes grupos atuam diuturnamente na tarefa de tentar desestabilizar o atual governo, minar qualquer possibilidade de disputa nas próximas eleições e resgatar o poder do estado, perdido após a expulsão do PT do poder. É bem provável que o próximo presidente da República já esteja fechado com estes grupos. Nos acordos espúrios firmados nos bastidores, a restauração do modelo imposto pela burguesia. A geração de políticos que sucumbiu em meio aos escândalos de corrupção nos últimos anos era formada por meros operários a serviço da burguesia, que podem ser substituídos com facilidade. Gente sem escrúpulos ávida por dinheiro e poder é o que não falta neste Brasil.  O que se persegue agora é a perpetuação de segmentos do mesmo estrato social nas altas esferas do aparato estatal. A ORCRIM quer a garantia da manutenção de privilégios vergonhosos, a volta do acesso do dinheiro no BNDES, a volta dos juros altos e da inflação, mais dinheiro para publicidade governamentos, a volta do imposto sindical, a volta de indicações em cargos em estatais e o aumento dos salários e privilégios dos membros da elite da "burguesia estatal". Tudo financiado com a alta de impostos, volta da inflação e dos juros altos.

Nestes dias que antecedem as eleições, os grupos poderosos investem maciçamente na destruição  de toda a classe política, ao mesmo tempo em que afirmam que o brasileiro não sabe votar, criando uma confusão generalizada no processo sucessório. Obviamente, atacar a todos de forma tão sistemática visando destruir a reputação de agentes públicos tem um objetivo sórdido: equilibrar o jogo e permitir a volta de seus representantes ao poder. O braço da verdadeira ORCRIM tenta insinuar que tudo é ORCRIM, A indisfarçável  instrumentalização política promovida por meios de comunicação, jornalistas de aluguel, setores do MPF e do Judiciário ataca, sobretudo, aqueles que ameaçam interesses espúrios.

Para compreender melhor o que há por trás deste cenário conturbado construído pelos braços da ORCRIM, basta observar o alvo prioritário para o qual apontam suas artilharias. Junte-se os políticos cúmplices dos projetos do PT que barraram a reforma da Previdência, os meios de comunicação ligados à Rede Globo, os artistas, sindicalistas, jornalistas de aluguel, intelectuais, professores e reitores de universidades, pré-candidatos à Presidência, movimentos sociais e tradicionais aliados do PT ao longo da última década e meia, setores bolivarianos do MPF e Judiciário, etc. Para onde toda esta gente tem apontado e disparado sua artilharia de modo incansável ao londo dos últimos dois anos?

O avanço destes grupos sobre a parcela dos impostos arrecadados pela União ao longo da última década é assombroso. Nos anos 60, o Estado tinha como devolver ao cidadão até 53% do que arrecadava. Hoje, sobra apenas 7%. É isso mesmo. Ao longo das últimas décadas, a elite que controla o país avançou sobre o dinheiro do contribuinte nos cofres públicos de forma voraz, aprovando benefícios indecentes e salários incompatíveis com a realidade do país, que tem hoje 93% de tudo que arrecada comprometidos com gastos obrigatórios previstos em Lei. Setores do Judiciário e Legislativo toleravam a corrupção da classe política em troca de benefícios e privilégios mútuos vergonhosos que ajudaram a diminuir a capacidade do Estado de reduzir impostos e investir em bem estar social. Para garantir estes privilégios e altos salários, estes grupos apontaram como solução o aumento de impostos e o endividamento da máquina pública. Para reduzir impostos para o cidadão, a União teria que abocanhar parte dos míseros 7% que restam para devolver ao contribuinte na forma de serviços. 

Os culpados pelo caos no Brasil estão nas Redes Sociais, na imprensa, no Judiciário, no MPF, no meio artístico e em meio a grupos políticos que disputam a sucessão presidencial em 2018. São os donos dos altos salários e benefícios imorais garantidos por força de Lei que só podem ser honrados com a altíssima carga tributária do país. Elite de 1% escravizando 200 milhões de brasileiros. Pense nisso!

As informações são do site Imprensa Viva.


CUT apoia continuidade da greve dos caminhoneiros e defende que governo conceda mais subsídios para a categoria


A Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou uma nota em apoio ao movimento dos caminhoneiros e exige que o governo mude a política de preços da Petrobras que acompanha as cotações internacionais do barril de petróleo. 

Após a concessão de 12 reivindicações da categoria e a redução de 10% no preço do diesel auferidos em negociações com o governo, a maioria das entidades se deu por satisfeita e abandonou o movimento grevista. Parte dos caminhoneiros ainda mantém bloqueios e interdições em rodovias em todo o país.

Após esgotadas as negociações, o governo decretou o uso das Forças Especiais, o que inclui o Exército e a Polícia Federal, para atuarem na desobstrução de vias. 

O movimento enfraqueceu, mas há bloqueios que estão obrigando a adesão de qualquer caminhão que passe pelas áreas controladas por grevistas. 

Apesar dos esforços, a CUT reitera o apoio ao movimento grevista que tem causado uma série de transtornos em todo o país.

Comandante do Exército confirma decreto de Garantia de Lei e da Ordem assinado por Temer para garantir atuação de militares


O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, confirmou por meio de seu perfil no Twitter que o Presidente Michel Temer assinou o Decreto de Garantia da Lei e da Ordem que visa permitir a atuação de militares em todo o território nacional para conter a greve dos caminhoneiros. O Presidente da República mandou o Exército agir para desbloquear as estradas e restaurar a ordem pública e garantir o funcionamento de serviços essenciais à sociedade.



Mais uma vez, o @exercitooficial será empregado em uma operação de garantia da lei e da ordem (GLO), a fim de atender às necessidades da população afetada pela “greve dos caminhoneiros”. Como sempre, agiremos com base na CF, em apoio às instituições e pela democracia.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Já está decidido. Militares vão agir de forma e enérgica contra grevistas, ministro interino da Defesa, Joaquim Silva e Luna


A decisão sobre o uso da força progressiva contra manifestantes do movimento grevista de caminhoneiros foi decidida pela Cúpula das Forças Armadas. O anúncio foi feito pelo ministro interino da Defesa, Joaquim Silva e Luna, logo após uma reunião com o presidente Michel Temer.


Diante da decisão política do governo em usar as forças federais para conter a crise de desabastecimento, o Ministério da Defesa divulgou nota dizendo que as Forças Armadas terão atuação "rápida, enérgica e integrada".



O ministro interino da Defesa, Joaquim Silva e Luna, fez uma reunião para definir as atividades que visam dar normalidade nas atividades do país, prejudicadas pela paralisação dos caminhoneiros que já se estende pelo quinto dia.



Participaram do encontro os comandantes das três forças armadas, com o chefe de Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas e com o comandante de Operações Terrestres do Exército.



"As Forças Armadas serão empregadas em reforço às ações federais e estaduais, disponibilizando meios em pessoal e material para: distribuição de combustível nos pontos críticos; escolta de comboios; proteção de infraestruturas críticas; e desobstrução de vias e acessos às refinarias, bases de distribuição de combustíveis e áreas essenciais, a fim de evitar prejuízos à sociedade", explica a nota.

Comando do Exército de prontidão para desobstruir rodovias. Decreto de Temer autoriza militares a tomar controle de caminhões

Comando do Exército de prontidão para colocar as tropas nas ruas para forçar o desbloqueio de estradas em regiões críticas. Os militares aguardaram apenas a assinatura do decreto do presidente Michel Temer, que ampara o emprego das Forças Armadas na desmobilização da greve de caminhoneiros. O decreto presidencial, de caráter administrativo, foi discutido na reunião desta tarde no Palácio do Planalto. A partir do decreto, as forças de segurança podem passar a efetuar as ações, como, por exemplo, dirigir um caminhão e tirá-lo da estrada.


Em outra ponta, A Advocacia Geral da União e o presidente Michel Temer assinaram uma notificação ao Supremo Tribunal Federal pedindo que o Supremo reconheça a ilegalidade do movimento grevista que pode instalar o caos social no país. O governo exige uma medida cautelar para garantir a segurança na circulação da população nas rodovias e a possibilidade de aplicação de multas que variam entre R$ 10 mil e R$ 100 mil contra caminhoneiros e entidades. Coube ao ministro Alexandre de Moraes conceder a liminar assinada pelo presidente e pela Advogada Geral da União, Grace Mendonça.



Temer é o Comandante Supremo das Forças Armadas e não precisa de qualquer autorização para convocar os militares para que atuem na desobstrução de rodovias. O Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas determinou a imediata mobilização de todo o efetivo da força logo após o presidente Michel Temer ter feito pronunciamento anunciando formalmente a operação de desobstrução das vias ocupadas pelo movimento de caminhoneiros.





Os três comandantes – Exército, Marinha e Aeronáutica – das Forças Armadas estiveram reunidos na tarde de hoje no Ministério da Defesa para planejar o emprego das tropas na operação ordenada pelo presidente Michel Temer no começo da tarde desta sexta-feira. O governo de São Paulo também autorizou as forças policiais do Estado a desobstruírem todas as rodovias com a aplicação do uso progressivo da força contra manifestantes do movimento grevista de caminhoneiros, segundo o site Imprensa Viva.

“É mentira da mais vergonhosa qualidade”

Dilma Rousseff negou que tenha quebrado a Petrobras.

Ela disse, segundo a Folha de S. Paulo:

“É uma falsidade dizer que a Petrobras estava numa situação falimentar. É mentira da mais vergonhosa qualidade, porque é contra o país”.

E também:

“Pegaram a Petrobras, usaram a Petrobras, disseram que a Petrobras estava quebrada. E nós sabemos que a Petrobras não está quebrada”.

É para dar esses vexames que Dilma Rousseff ganha 17 mil reais por mês do fundo partidário.

O golpe do PT

Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Paulo Pimenta soltaram uma nota ontem à noite dizendo que a TV Globo usa o motim dos caminhoneiros para armar um golpe militar:

“A paralisação do transporte rodoviário no país é resultado direto da política irresponsável de preços de combustíveis da  Petrobras sob o  governo golpista, que atingiu primeiramente a população mais pobre, com os aumentos escandalosos do gás de cozinha. Trata-se de uma crise anunciada e agravada pelo noticiário da  Rede Globo, que estimula a corrida aos postos e supermercados, além da especulação com preços dos alimentos. A Globo investe na crise, como fez em 2013 e ao longo do golpe do impeachment de 2016 (…).

Uma crise dessas dimensões, diante um governo que já não tem sequer a capacidade de dialogar, por absoluta falta de credibilidade, pode se transformar em terreno fértil para aventuras autoritárias.”

O desvario petista foi antecipado por Gleisi Hoffmann, em discurso no Senado:

“Porque não tem pouca gente falando aí, atrás da greve dos caminhoneiros, em um golpe militar, chamando os militares para assumir. É isso que vocês vão fazer de novo? Como vocês fizeram em 1964? É nessa crise de novo que vocês vão jogar o País? Tenham responsabilidade.”

O julgamento de Gleisi Hoffmann

Celso de Mello disse que vai liberar nos próximos dias o julgamento de Gleisi Hoffmann:

“Estou praticamente concluindo a revisão do voto”, informa o Estadão.

A porta-voz do presidiário pode precisar de um porta-voz.

Decreto vai autorizar uso de forças federais contra a paralisação dos caminhoneiros, diz governo

Integrantes das forças federais envolvidos na operação poderão assumir o controle dos veículos para desbloquear estradas. Caminhoneiro que resistir pode ser multado e preso.

O governo informou que um decreto será assinado nesta sexta-feira a fim de viabilizar o emprego das forças federais para desbloquear rodovias fechadas pelo movimento dos caminhoneiros.

O anúncio do uso das forças federais – que segundo a assessoria do Planalto inclui Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança – foi feito pelo presidente Michel Temer em pronunciamento no Palácio do Planalto.

O governo informou que já entrou em contato com governadores, para que as polícias militares também sejam utilizadas na operação para desbloquear rodovias estaduais

Em razão da paralisação, faltam alimentos em supermercados e combustível em postos de gasolina. O transporte coletivo em diversas cidades foi afetado, indústrias pararam atividades e voos começaram a ser cancelados por falta de combustível nos aeroportos.

O decreto será ainda publicado nesta sexta, em uma edição extra no “Diário Oficial da União”. Mesmo assim, as Forças Armadas já estão mobilizadas, mas vão esperar a publicação para iniciar a operação.

Segundo o governo, a prioridade é desbloquear as rodovias para garantir abastecimento de combustível em seis aeroportos e duas termelétricas. Entre os aeroportos, estão Brasília, Recife, Congonhas, Confins e Porto Alegre.

A ordem será liberar todas as estradas, inclusive os acostamentos.

Segundo informações do governo, caso algum caminhoneiro não queria retirar o caminhão da rodovia, os militares que estivem atuando na operação poderão assumir o controle dos caminhões e dirigir os veículos.

Além disso, os caminhoneiros que resistirem à desocupação poderão ser presos e multados.

Está prevista para a tarde desta sexta-feira uma entrevista coletiva do Ministério da Segurança Pública a fim de explicar como será feita a operação de desbloqueio das rodovias.

A Polícia Federal investiga "a associação para prática de crimes contra a organização do trabalho, a segurança dos meios de transporte e outros serviços públicos".

Confaz

Durante a reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que decidiu por uma redução extra de R$ 0,05 no preço do diesel, o presidente Michel Temer defendeu sua decisão de convocar Forças Armadas, Força Nacional de Segurança e Polícia Rodoviária Federal para dar fim à greve dos caminhoneiros e liberar as estradas.

Para Temer, a população esperava “uma palavra dessa natureza”.

“Assim como nós tivemos coragem do diálogo, nós temos a coragem de exercer autoridade. E eu estou colocando todas as forças federais para garantir a livre circulação e, naturalmente, o abastecimento do país. Eu acho que o país esperava uma palavra dessa natureza”, declarou o presidente.

Ele afirmou que o governo federal está acompanhando a greve dos caminhoneiros desde o início, porque “desde logo, desde a deflagração do movimento, percebemos a gravidade desse movimento”.

Temer avaliou que a greve “está atingindo seu pico no dia de hoje” e que diante do quadro, foi preciso adotar a medida.

O presidente disse ainda aos secretários estaduais de Fazenda que participavam da reunião que está entrando em contato com os governos estaduais para garantir a normalização das estradas.

"Como os senhores vão voltar para os seus estados, eu já me comuniquei com vários governadores, estamos falando com vários governadores, para que eles também ajudem, com seus instrumentos de segurança, a regularização do transporte nessas regiões. Se não assegurarem, as forças federais assegurarão”, declarou.


fonte: G1

Comandante do Exército, general Villas Bôas, “determinou a imediata mobilização de todo o efetivo da força para ser empregada

Logo após o pronunciamento do Presidente Michel Temer sobre o emprego da Forças Armadas para desobstruir as rodovias bloqueadas por caminhoneiros, o Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, “determinou a imediata mobilização de todo o efetivo da força para ser empregada tão logo o presidente Michel Temer realize o pronunciamento anunciando formalmente a operação de desobstrução das ruas ocupadas pelo movimento de caminhoneiros”.

A Operação Militar deve ser colocada em prática imediatamente. – Segundo informações do  O GLOBO, o comandante determinou que as áreas fiquem em condições de ser empregadas.

Na noite desta quinta-feira, por volta de 22h, o comandante Villas Bôas realizou uma videoconferência com todos os sete comandantes militares de área do Exército – comandos militares da Amazônia, Norte, Nordeste, Oeste, Leste, Sudeste e Sul – para tratar do assunto. 

Acompanhe abaixo o pronunciamento do presidente:

Temer convoca Forças Armadas para acabar com greve. General Heleno apoia medida e prevê cenas desagradáveis com uso da força militar

O General Augusto Heleno afirmou que parte dos líderes do movimento grevista dos caminhoneiros tentam sequestrar o país e disse que a medida drástica anunciada pelo Presidente Michel Temer se faz necessária, e defendeu o uso da força para remover os caminhões que bloqueiam estradas.

Segundo o General, especialista em segurança, haverá cenas desagradáveis, caso os manifestantes tentem resistir à ação dos militares, que estão autorizados a assumir o volante de caminhões e, em último caso, utilizar tanques para remover caminhões das estradas.

Tropas do Exército já estão sendo mobilizadas em todo o país, segundo o site Imprensa Viva. 

Acompanhe no vídeo abaixo o pronunciamento do presidente:

URGENTE Temer anuncia uso das Forças Armadas para desobstruir estradas

O presidente Michel Temer acaba de anunciar que, após um acordo com representantes dos caminhoneiros, o governo não terá outra alternativa para desobstruir as estradas, a não ser através do emprego da força.

Em seu pronunciamento, o presidente listou todas as reivindicações atendidas pelo governo, resumindo de forma rápida as demandas dos caminhoneiros, que se comprometeram a encerrar o movimento grevista.

Temer se referiu a uma minoria radical que ainda mantém bloqueios nas estradas e anunciou de imediato a implantação do plano de segurança e comunicou que acionou as forças federais de segurança, incluindo as Forças Armadas.

ASSISTA AO VÍDEO:

Delúbio se entrega e quer ficar preso junto com José Dirceu

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares se entregou na tarde desta quinta-feira (24) à Polícia Federal de São Paulo.
Sua prisão foi decretada pelo juiz Sérgio Moro, após rejeição pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região de seu último recurso.
A rendição do meliante foi demorada e veio como um pedido bastante estranho.
Delúbio quer cumprir a pena na Papuda. Curiosamente no mesmo lugar onde está preso o ‘cabeça da serpente’, José Dirceu.
Não convém deixar os dois juntos.
Seria a junção dos dois maiores bandidos da Organização Criminosa.
É óbvio que Delúbio tem motivos para querer ficar próximo a Dirceu.
Certamente as intenções não são boas.
texto de de Amanda Acosta, articulista e repórter do Jornal da Cidade Online.