segunda-feira, 18 de junho de 2018

SE A MODA PEGA...

Os onze ministros do STF contrataram um espaço especial no aeroporto de Brasília. Pela bagatela de R$ 374 mil anuais livraram-se dos “desconfortos” da sala VIP que já utilizavam e transformaram seus voos num prolongamento das mordomias habituais em que tudo é privativo, do elevador ao “capinha” (aquele funcionário que puxa e empurra a cadeira quando sentam).
A nova sala vem acompanhada de outras regalias, como o procedimento de embarque exclusivo, uma van que transporta o ministro até a aeronave e uma escada lateral pela qual ascendem à cabine de passageiros. Todo o pacote minimiza o contato de suas excelências com o povo a quem dizem servir na “distribuição” da Justiça.
Com isso, e à nossa custa, evitam que algum passageiro malcriado lhes dirija palavras desagradáveis, como eventualmente acontece. Palavras desagradáveis também são privativas no topo do Poder Judiciário. Só ministros podem proferir desaforos a ministros. E normalmente com razão.

A assessoria do Tribunal, segundo matéria do Estadão, informa que se trata de conduta de segurança. O dito soa estranho porque a regalia se refere apenas ao aeroporto de Brasília. Se for, mesmo, procedimento de segurança, presume-se que algo assim deva se reproduzir nas capitais do país, especialmente nos destinos frequentes dos senhores ministros.

Sublinhe-se, em favor da população e de sua opinião sobre o colegiado do STF, que todo o descontentamento que, por vezes, se expressa em indignação, é motivado pelos bons favores e pela tolerância da Corte para com a prazerosa impunidade dos corruptos. A situação se tornou, mesmo, intolerável.

Se esses procedimentos típicos de recepção de motel pegarem, logo haverá salas especiais para deputados, para senadores, para ministros do TCU, para ministros de Estado. Ou - quem sabe? – surgirá uma nova capital federal, em área mais remota do sertão, onde não haja povo para encher o saco.

texto de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário e escritor, colunista de dezenas de jornais e sites no país. 

domingo, 17 de junho de 2018

Bretas abre ação contra Cabral, Messer e mais 60 na Operação ‘Câmbio, desligo’

O juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Criminal Federal, recebeu denúncia e abriu ação penal contra 62 acusados na Operação ‘Câmbio, desligo’. Entre os denunciados estão o ex-governador Sérgio Cabral, agora réu pela 24.ª vez – já condenado a 100 anos de reclusão -, e o doleiro Dario Messer, apontado como o líder de um esquema que movimentou US$ 6 bilhões em pelo menos 52 países, registra o site Folha Política.

A ‘Câmbio, desligo’, desdobramento da Lava Jato no Rio, foi deflagrada em 3 de maio, por ordem de Bretas. Muitos doleiros, no entanto conseguiram escapar, entre eles Messer, que tem cidadania paraguaia.

A Procuradoria da República imputa aos 62 réus formação de organização criminosa para lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Bretas dividiu a operação em três processos, um deles especificamente para os foragidos.

Polícia intima jornalistas para revelar fonte de reportagens sobre corrupção em Minas

O inciso XIV do artigo 5º da Constituição Federal é claro: é assegurado a todos os jornalistas o direito de sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional. Apesar disso, após requerimento para abertura de inquérito feito pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), a Polícia Civil de Minas Gerais intimou as repórteres Angélica Diniz e Ludmila Pizarro, do jornal O TEMPO, na tentativa de descobrir a identidade das supostas fontes internas da estatal que teriam contribuído com informações para reportagens publicadas pelo jornal. O pedido é assinado pelo delegado Daniel Buchmuller de Oliveira.

Desde fevereiro, as jornalistas vêm acompanhando e noticiando a estratégia do governo mineiro para pagar as dívidas do Estado utilizando a venda de ações do nióbio e a contratação de empréstimo a juros altos por meio da Codemig.

Na última quarta-feira, a intimação da Polícia Civil chegou à redação do jornal determinando o comparecimento das repórteres ao Departamento de Investigações de Crimes contra o Patrimônio já no dia seguinte para prestarem depoimento. O inquérito havia sido requerido pela Codemig na segunda-feira, tendo sido instaurado em apenas 24 horas pela Polícia Civil.

Segundo o advogado Fábio Antônio Tavares, que assiste o jornal no caso, as jornalistas foram convocadas como testemunhas na tentativa de identificarem a fonte que baseou as matérias. “Elas foram intimadas para fornecer os nomes das fontes ou dizer se conheciam o nome de um servidor que teria sido demitido da empresa após ser acusado pela própria Codemig de ter sido o responsável pelo vazamento das informações”, contou. 

Na manhã de quinta-feira, as duas jornalistas atenderam a intimação e prestaram depoimento à Polícia Civil. Resguardadas pela Constituição Federal, Angélica Diniz e Ludmilla Pizarro se recusaram a revelar as fontes, ato compreendido pela própria escrivã da corporação que atendeu as repórteres.

Histórico

No dia 27 de fevereiro, a reportagem do jornal revelou que o governo de Minas dividiu a Codemig em duas para facilitar a venda de 49% das ações sobre a exploração do nióbio. A recém-criada Codemge ficou com os negócios deficitários da empresa pública. Dessa forma, o governo conseguiria dinheiro rápido para o caixa, permitindo pagar dívidas com municípios e servidores públicos. Um dos problemas foi que toda a operação precisava da autorização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A negociação, porém, prevista para ser concluída em abril, não foi concretizada.

No final de março, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o processo de venda das ações. O argumento do órgão para barrar a privatização foi que a nova empresa, Codemge, foi registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg) sem a autorização da Assembleia. A equipe técnica do Ministério Público de Contas (MPC) também questiona erros técnicos, atropelos e “obscuridade” no processo de venda dos 49% das ações sob a exploração do nióbio. “Não ficou claro também onde o governo vai aplicar os recursos da venda das ações”, questionou o conselheiro e relator do processo, José Alves Viana.

Entidades acusam ameaça à imprensa

Associações representativas da área jornalística se manifestaram sobre a tentativa de tentar expor as fontes das repórteres de O TEMPO sobre a Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig).

A presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, Alessandra Mello, repudiou a atitude da Polícia Civil. "É uma coisa absurda, intimar repórter é coisa que acontecia só na ditadura. É lamentável ver isso acontecendo de novo. O sindicato se solidariza com as jornalistas e está sempre comprometido em defender os nossos direitos", apontou.

Para o diretor executivo da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, o ato se tratou de uma ameaça à liberdade de imprensa. “O sigilo da fonte é um direito dos jornalistas previsto na Constituição. É inadmissível que se busque afrontar esse direito. Trata-se de uma ameaça à liberdade de imprensa e, por consequência, ao direito da sociedade de ser livremente informada”, disse Pedreira em conversa com a reportagem.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) também condenou, em nota, a atitude. “A Abraji considera a intimação das jornalistas como testemunhas no caso um risco ao sigilo da fonte, ao pretender confirmar as acusações da Codemig de que o ex-servidor teria repassado as informações à imprensa. Colocar em risco este instrumento fundamental para o ofício, garantido pela Constituição Federal, é uma ameaça à liberdade de expressão e, como tal, é digna de repúdio”. 

Outro lado

Em nota, a Codemig afirmou que realizou protocolo de notícia-crime, interposta contra um ex-agente público. “Foi solicitada a instauração de inquérito para apuração de indícios de conduta criminosa perpetrada contra a Companhia. O protocolo foi realizado no Departamento de Fraudes da Polícia Civil”, mostra trecho do texto.

As informações são do site Folha Política.

Ministro do TSE defende que candidaturas fichas sujas sejam barradas 'de ofício'

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga afirmou nesta sexta-feira, 15, que a Corte deve barrar de ofício – ou seja, sem contestação prévia – o registro de candidaturas de condenados em segunda instância, considerados "fichas sujas". Gonzaga não citou especificamente o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba desde abril e com condenação penal confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, mas disse que “não se pode brincar com o país” quando se trata de postulantes à Presidência, publica o site Folha Política.

“Quem decide qual cargo almeja é o candidato e não a Justiça Eleitoral. Quando se almeja um cargo de Presidente da República, não se pode brincar com o país. Não podemos fazer com que milhões de brasileiros se dirijam à urna eletrônica para votar nulo. Não contem comigo para isso”, declarou em debate durante o VI Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral, em Curitiba.

Depois, em entrevista à imprensa, Gonzaga reafirmou que esta não é apenas sua posição como deve ser a dos demais ministros do TSE. “Chegando à mesa de todos os ministros, que são muito responsáveis [deve ser barrada a candidatura]”, disse. O magistrado afirmou ainda que a jurisprudência do TSE é da mesma posição. “No momento em que o candidato traz para o TSE uma certidão criminal positivada, ou seja, uma prova da sua inelegibilidade, isso já tem jurisprudência de 50 anos, eu posso indeferir o registro de candidatura de ofício”, apontou.

Adotando tal posição, numa eventual tentativa de registro de candidatura de Lula, o TSE impediria o petista de participar da campanha eleitoral, fazer propaganda na TV e no rádio e participar de  debates.

Admar foi lembrado por debatedores que, no entendimento atual do TSE, mantém-se a campanha eleitoral do candidato até que se julgue possível recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) – exemplo do que ocorreu em 2006, na campanha de Rui Costa Pimenta (PCO) à Presidência. “Se isso [julgamento de ofício da inelegibilidade] ocorrer, o TSE estará avançando na jurisprudência e ignorando parte da legislação”, afirmou o advogado Luiz Fernando Casagrande Pereira, destacando que a decisão tomada na questão de Lula vai valer para todos outros casos do país.

Ao fim da exposição, Gonzaga afirmou que, apesar de defender o indeferimento de ofício de candidaturas "fichas sujas", haverá respeito ao contraditório em eventual recurso que o partido ou candidato proponha junto ao STF. “Haverá respeito ao contraditório, mas existem situações e situações. Uma coisa é você entregar a jurisdição a prova de sua inelegibilidade [a certidão criminal positivada]. A certidão traz a condenação que me dará condições de abrir o código penal e verificar se há inelegibilidade”, finalizou.

Posicionamento

A posição de Admar é parecida com a já exposta pelo presidente do TSE, ministro Luiz Fux, que já afirmou que pretende discutir com os colegas da Corte Eleitoral o veto automático a registro de candidatura de candidatos que se enquadrem na Lei da Ficha Limpa. Já a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, refutou no mês passado a possibilidade de que a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja bloqueada sem que haja contestação prévia - ou "de ofício", como se diz no jargão jurídico.

ARGENTINA: O TATU CARRETA E O ABORTO

Há alguns meses, um caminhão da CEEE passou pela minha rua podando galhos que interferiam com a rede de distribuição da empresa. Na árvore existente diante de minha casa havia um ninho de passarinho. Cuidadosamente, os operadores do serviço preservaram-no e o galho ficou ali, hígido com seu bercinho de gravetos, proporcionando pequeno e eloquente testemunho de defesa da vida. Tempos depois, abandonado pelos minúsculos moradores, desfeito o ninho, o caminhão voltou à rua e removeu o galho que ali ficara, alegoricamente, apontando para a abóboda celeste e para o Criador.
Na última quinta-feira (14/06), após quase 24 horas consecutivas de sessão, a Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, por uma diferença de quatro votos, o projeto de lei que descriminaliza o aborto feito até 14 semanas de gestação. No exterior do prédio, em meio a fogueiras para aquecer a fria noite de Buenos Aires, dois grupos distintos se confrontavam na defesa de suas convicções pró-vida e pró-aborto. Após a votação, jovens feministas trocavam abraços e lágrimas de emoção. Emoção? Que espécie de emoção é essa, a festejar o genocídio de seres humanos em sua mais indefesa condição? É de um cinismo inqualificável olhar a imagem de um feto com 14 semanas, fingir não saber de que se trata e tratar como coisa que se mata. Como não reconhecer ali um ser humano, uma vida diferente da vida da mãe?
Espera-se que os senadores argentinos rejeitem o projeto, pois deles se diz serem mais conservadores. Longa vida, então, aos conservadores! A idade talvez os ajude a compreender obviedades que, na juventude, obscurecem ante o império dos impulsos pessoais e do interesse próprio. Entre tais obviedades inclui-se a consciência de que a natureza, a vida e a dignidade da pessoa humana exigem proteção legal que independe da religião de cada um. Impressiona-me, por isso, a frieza quase inumana com que o Ocidente, moralmente danificado pela cultura da morte, vem tratando dessa questão, legalizando o aborto como um “direito da mulher”, a ser executado pelo Estado “de modo seguro e gratuito”. Claro, o orgasmo é do casal e a conta do crime, nossa.
A mesma República Argentina cuja Câmara dos Deputados legalizou o aborto até as 14 semanas da concepção (da concepção de quem, mesmo?) mantém excelentes reservas naturais, como a de Formosa para salvaguardar os tatus carretas em sua área de reprodução. Nossos vizinhos protegem, igualmente, sob o estatuto de monumentos naturais, algumas de suas espécies animais, como a taruca, a baleia-franca-austral, o huemul, o aguará guazu, e vegetais como o pinho do cerro.
Nenhum ser humano civilizado vai a um ninho de passarinho quebrar seus ovos e ninguém põe em dúvida a natureza do pequeno ser vivo que vai romper aquela casca desde dentro. No entanto, parlamentares, jornalistas militantes, feministas, globalistas financiados por George Soros e partidos de esquerda lutam para impor ao filhote do bicho homem, no ventre materno, perversidades que não admitiriam em relação a seus pets.
Artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário e escritor, colunista de dezenas de jornais e sites no país. 

O sonho de Lula entrar para a história como herói nacional não saiu como planejado


No auge de sua popularidade, o ex-presidente Lula chegou a afirmar que entraria para a história do Brasil como o herói nacional. Embalado pelo boom das commodities no mercado internacional, entusiasmado com a alta cotação do petróleo somada à descoberta do pré-sal e com o bom momento da economia mundial, o petista exagerou na confiança e meteu o pé na jaca, fiando-se num cenário passageiro, relata o site Imprensa Viva.


Segundo o relato, antes mesmo de ser preso, Lula já se queixava com seus interlocutores sobre a crueldade do destino para com ele e seu partido. O petista se queixava pelo fato da Lava Jato ter exposto as investigações como forma de angariar apoio popular e forçar a Justiça brasileira funcionar na marra.



O petista lamenta que tenha surgido no país uma geração de procuradores e juízes tão obstinados em combater a corrupção de modo tão sistemático. Embora todos os políticos e partidos tenham se desenvolvido sob a cultura da corrupção e do caixa 2, o PT foi o precursor de um modelo institucionalizado de corrupção e, segundo seus próprios integrantes já admitiram, a fórmula parecia infalível para levar adiante o plano de poder mais ambicioso do continente.



Lula e seus seguidores tinham planos de permanecer no poder por 30 anos ou mais. As costuras de acordos espúrios entre políticos, membros do Judiciário e empresários foi alinhavada de modo estratégico ao longo dos últimos 13 anos e todos no partido estavam muito confiantes de que conseguiriam levar a curso, de forma "democrática" os planos de perpetuação no poder.



Estava tudo indo tão bem que a "reserva moral" do partido quanto ao desvio de recursos públicos para enriquecimento pessoal foi se dissipando aos poucos e seus integrantes passaram a enfiar a mão na cumbuca do Estado com maior frequência e virulência. O próprio Lula, apesar de tentar se beneficiar dos cofres públicos de forma dissimulada, usando laranjas e falsas palestas, também se tornou um milionário após deixar o governo. Estava tudo indo muito bem...



Lula acabou tendo o mesmo destino de vários companheiros de partido e acabou na cadeia. Os planos de entrar para a história como grande herói nacional fracassaram e o petista é agora mais lembrado como o maior corrupto da história do país e identificado como o chefe da organização criminosa que mergulhou o brasil na maior recessão de todos os tempos. 

Lula tem certificado de LADRÃO, mas quer ser presidente. STF torra milhões do contribuinte julgando recursos do presidiário


O ex-presidente e atualmente presidiário Lula quer ser candidato à Presidência da República e atropelar a Lei da Ficha Limpa. Mas Lula se contenta em ser solto para poder participar da campanha eleitoral, mesmo ciente que o registro de sua candidatura será negado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O condenado conta com uma ajudinha dos amigos no Supremo Tribunal Federal, que tem passado boa parte dos dias ao longo do último ano julgando recursos do presidiário que já foi denunciado como chefe da organização criminosa que vitimou a Petrobras por praticamente todos os criminosos detidos na Operação Lava Jato, publica o site Imprensa Viva.

No dia 26, a Segunda Turma do STF, graças ao gesto do ministro Edson Fachin. julgará mais um recurso do presidiário, que pede para ser solto durante o período eleitoral. É fato que apenas os cúmplices da roubalheira do PT defendem a liberdade de um condenado delatado pelos ex-amigos e cúmplices, como Léo Pinheiro, da OAS, Marcelo Odebrecht, João Santana e Monica Moura, Joesley Batista e até mesmo do ex-diretor da Petrobras e operador do propina do PT na estatal, Renato Duque e seu ex-ministro Antonio Palocci.

Lula está preso pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, após ter sido condenado a uma pena de mais de 12 anos de prisão no caso do triplex do Guarujá. Como se não bastasse, o presidiário ainda é réu em nada menos que seis  ações na Justiça. Além disso, o petista ainda deve ser denunciado ainda por crimes de corrupção envolvendo liberação de recursos do BNDES em troca de propina, contas mantidas no exterior pelo sócio do Grupo JBS para ele e Dilma, entre outros tantos inquéritos ainda em andamento.

Mesmo após seu certificado oficial de LADRÃO conferido por unanimidade pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, que condenaram o petista pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, há o risco de ter seu recurso aceito pelos ministros da Segunda Turma do STF, composta por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, a maioria contrária à prisão em Segunda Instância. Como relator da Lava Jato no Supremo, Fachin bem que poderia negar mais este recurso imediatamente, poupando o dinheiro do contribuinte. 

Eduardo Bolsonaro desautoriza Joice Hasselmann usar sua imagem na presepada do lançamento de sua pré-candidatura ao governo de São Paulo


A jornalista Joice Hasselmann se envolveu em um baita quiproquó com o PSL ao participar de uma grande presepada que culminou no  lançamento prematuro de sua pré-candidatura ao governo de São Paulo, num evento organizado pelo partido em Araçatuba, na sexta-feira, 15, registra o site Imprensa Viva.

Joice Hasselmann chegou a comemorar o lançamento de sua pré-candidatura com dancinhas e agradecimentos em sua página no Facebook. Mas a alegria durou pouco. Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo, afirmou que “Aqueles que acham que o partido é a casa de mãe Joana vão cair do cavalo”.

Em declaração ao repórter Pedro Venceslau, do Estadão,  Joice Hasselmann reagiu com indignação e disse que não esperava a reação negativa do Major Olímpio e que ele não é o dono do partido e sugeriu que ele pode cair: “Eu fui pega de surpresa e as pessoas estão em polvorosa. Quem decide é o povo, não quem se acha dono de partido. Aliás, a presidência do partido em São Paulo pode mudar a qualquer momento”, afirmou. “Infelizmente o Major não entendeu que ele é presidente do partido, não dono do partido. A política do coronelato não funciona em São Paulo.”

Neste sábado, por meio de nota, o Presidente Nacional em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, informou que "o partido não tem pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, tampouco apoia, até o momento, qualquer candidatura de outro partido. A jornalista Joyce Hasselmann não é pré-candidata ao governo de São Paulo pelo PSL"

Logo em seguida, foi a vez do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidenciável Jair Bolsonaro, refutar a pré-candidatura de Joice Hasselmann. “Eu, como filiado, desautorizo minha imagem para promover qualquer ato em desacordo com o Estatuto”, afirmou. “O PSL de São Paulo nada deliberou sobre possível pré-candidatura estadual.”, declarou o parlamentar em sua página no Twitter, também neste sábado, 16.

A equipe econômica de Bolsonaro

Paulo Guedes, conselheiro de Jair Bolsonaro, está montando uma equipe para escrever o plano econômico do presidenciável do PSL, publica Lauro Jardim em O Globo.

O time é formado por: Adolfo Sachsida (pesquisador do Ipea), Rubem Novaes (UFRJ e formado em Chicago), Marcos Cintra (presidente da Finep), Roberto Castello Branco (FGV), Abraham Weintraub (FGV) e Arthur Weintraub (Unifesp).

sábado, 16 de junho de 2018

Mais senadores pressionam por análise de impeachment de Gilmar

Após os senadores Lasier Martins e Randolfe Rodrigues solicitarem ao presidente do Senado que leve a votação algum dos pedidos de impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF, mais senadores reforçaram o pedido, segundo o site O Antagonista, que afirma: "dois senadores se juntaram a Lasier Martins e Randolfe Rodrigues no entendimento de que Eunício Oliveira deve pautar os pedidos de impeachment de Gilmar Mendes: Reguffe e João Capiberibe"

BRASIL X SUÍÇA

O jogo nem começou...
E já perdemos de goleada!
Ainda dá tempo de mudarmos esse placar!

PT do Rio lança pré-candidatura de Marcia Tiburi no domingo

O PT do Rio de Janeiro vai homologar no domingo a pré-candidatura de Marcia Tiburi ao governo do estado, informa O Globo.

O presidente regional do partido, Washington Quaquá, disse que Celso Amorim — que era uma opção — “vai ficar cumprindo tarefas nacionais e internacionais”.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Fuga de Pimentel deixa ministro do STJ indignado

A Justiça está há vários dias no encalço do governador Fernando Pimentel. 

Envolvido em inúmeros e escabrosos casos de corrupção, Pimentel se mantém escondido no interior do estado. Ninguém sabe informar onde se encontra o governador, segundo o Jornal da Cidade Online.

A intenção é só reaparecer na próxima segunda-feira (18). 

Assim, em razão de não ter sido intimado, ele conseguiu adiar o depoimento de 34 testemunhas numa das ações penais em que é réu.

Os depoimentos estavam previstos para começar nesta quinta-feira (14). 

Indignado, o ministro Herman Benjamin determinou que o petista seja intimado por hora certa, pois está nítido que está fugindo do oficial de justiça. 

Pimentel deveria ser preso por notória obstrução da Justiça.


A mulher que hoje mora em Paris, responsável pelo inferno astral de Michel Temer

Idos de 2001, a estudante de psicologia Erika Santos encerrava um relacionamento conjugal de três anos com Marcelo Azeredo, o presidente da Companhia Docas de São Paulo, indicado por Michel Temer. 

A Companhia Docas é a encarregada da administração do maior porto do país, o porto de Santos. 

Durante o período em que ficou casada com Azeredo, a jovem estudante obviamente desfrutou de um altíssimo padrão de vida, o que fez com que, ao final da relação, exigisse uma pensão de 10 mil reais mensais.

Com a negativa de pagamento da polpuda pensão, a briga se transformou num litígio judicial, com Marcelo alegando que não tinha condições de pagar uma pensão tão vultosa.

Erika, esperta, havia durante a relação, copiado inúmeros documentos do computador pessoal do marido, que demonstravam cabalmente que Marcelo ganhava muito dinheiro e que ocultava a sua renda.

Essa briga de marido e mulher desencadeou os problemas que hoje afligem o presidente Michel Temer.

A fortuna que Azeredo mantinha escondida, era produto de corrupção e propina advinda de transações ilícitas com empresas que mantinham relações comerciais com o Porto de Santos.

Michel Temer era o sócio de Azeredo. 

Reportagem publicada nesta sexta-feira (15) pela Revista Crusoé, esclarece o caso: 

"Era ali que começava o problema de Temer – um problema do qual ele conseguiu se manter distante por anos, mas que voltou com força com a Operação Lava Jato e, hoje, está no centro de um inquérito em curso no Supremo Tribunal Federal que tem tirado a sua tranquilidade, a pouco mais de seis meses do fim do mandato. Os papéis incluíam registros de seis operações que, segundo Érika sustentava perante o juiz, davam a Marcelo de Azeredo – e a seus parceiros de empreitada — uma considerável renda. Todas as transações envolviam supostas propinas cobradas de empresas que mantinham relações comerciais com o Porto de Santos. Integravam a lista de pagadores, por exemplo, o grupo Libra, que tinha acabado de ganhar a concessão de dois terminais, e uma tal de Rodrimar, pouco conhecida à época. As planilhas que Érika encontrou nos computadores do ex detalhavam a divisão da propina entre três beneficiários: MA era o próprio Marcelo de Azeredo, MT era Michel Temer e L era um sujeito então identificado apenas como ‘Lima’. Na partilha, MT ficava sempre com 50% dos pagamentos, MA com 25% e L com os 25% restantes. Só o Grupo Libra teria repassado 1,2 milhão de reais, dos quais 640 mil teriam ficado com Temer. Das empreiteiras encarregadas de construir os terminais ferroviários e de grãos do porto, o trio teria recebido 3,1 milhões. Em outro negócio, envolvendo a empresa responsável pela coleta de lixo no porto, a receita era mensal, segundo os documentos: 26.750 reais para Temer e 13.130 reais para Lima e Marcelo.”

Evidente que Temer negou qualquer envolvimento com o Azeredo. 

Para tentar se manter incólume na falcatrua, a reportagem revela que Michel Temer convocou um amigo para uma espinhosa missão. O jornalista José Amilcar Tavares Soares deveria ir ao encontro de Azeredo, pois Temer não poderia se expor.

O jornalista foi ao encontro de Azeredo com a determinação de que este colocasse um ponto final no imbróglio com a ex-mulher. 

Azeredo abriu o jogo. Disse que Érika queria R$ 5 milhões para acabar com o processo.


'Tem que pagar', teria dito o emissário do atual presidente da República.

Érika recebeu a grana. O processo teve um fim e hoje ela vive tranquilamente em Paris. 

Politicamente o caso foi abafado.  

A ascensão de Temer à presidência trouxe tudo de volta. 

Maldita ambição!

(Com Jornal da Cidade Online conteúdo)

















Lula comentará a Copa direto da cadeia

Lula vai comentar a Copa para a TV do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, informa O Globo. Ele enviará comentários da cadeia, por escrito, para o programa de José Trajano.

“Não tô brincando, não. É sério. Luiz Inácio Lula da Silva será comentarista da TVT”, disse Trajano. “Ele vai escrever as suas impressões, manda pra gente, a gente coloca na tela com aspas.”

Abaixo vejam algumas sugestões para o quadro, propostas pelo site O Antagonista, que obviamente não serão usados: “Direto do Xilindró”, “Cornetando da Cadeia”, “Jogando Preso”. 

Fiquem à vontade para outras sugestões nos comentários.

PF rastreia entrega de propina no dia da festa de 15 anos da filha de Geddel

A Polícia Federal (PF) comprovou a versão do operador Lúcio Funaro sobre a entrega de propina ao ex-ministro Geddel Vieira Lima no dia da festa de 15 anos da filha do político, em 2014, em Salvador. Em seu acordo de delação premiada, Funaro relatou ter entregue R$ 800 mil a Geddel em um hotel, no dia 22 de março de 2014, mesmo dia da festa.

As informações estão no relatório final da Operação Cui Bono, que investiga irregularidades na Caixa Econômica Federal. A PF indiciou 16 pessoas, entre elas Funaro, Geddel, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB) e o empresário Joesley Batista, conforme antecipou o "Jornal Nacional" na semana passada.

Há o registro de que o avião de Funaro ficou estacionado em Salvador entre 00h15 do dia 22 de março e 15h30 do dia 23 de março. Além disso, o Hotel Pestana confirmou que o operador e sua mulher, Raquel Pitta, estiveram hospedados no local nessa data. Os registros dos telefones dos dois também mostram uma ligação entre eles nas proximidades do hotel, no dia 23 de março.

O relatório da PF diz que a "possível permanência por um período prolongado deve ter se dado em razão da indisponibilidade de Geddel, tendo em vista a hora da chegada e a possível ocupação com a festa de debutante de sua filha".

O operador disse que o ex-ministro foi ao seu encontro no hotel, e que a entrega do dinheiro ocorreu no carro de Geddel, um Cherokee. A PF confirmou a propriedade no veículo na declaração de bens apresentada pelo emedebista na Justiça Eleitoral naquele mesmo ano, quando ele concorreu ao cargo de senador.

De acordo com o relatório, o depoimento de Funaro também bate com as planilhas de pagamento de propina que ele apresentou, como parte de sua delação. Os documentos registram o saque de R$ 800 mil no dia 19 de março, com um doleiro, e o pagamento dos mesmos R$ 800 mill, acompanhados das iniciais "lf/g". De acordo com Funaro, "lf" se refere a ele próprio, e "g" se refere a Geddel.

Para a PF, a trajetória do saque do dinheiro e da viagem se "encontra em harmonia com os registros telefônicos e contábeis de Lúcio Funaro, datado de 21/03/2014, na planilha de entregas de dinheiro a Geddel Vieira Lima, de pagamento de R$ 800.000, e com relato de Funaro de que teria ido a Salvador/BA, em sua aeronave, para proceder à entrega de dinheiro em espécie nas mãos de Geddel".

A festa da filha de Geddel reuniu diversos políticos, entre eles os então pré-candidatos à Presidência Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB); o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) e Eduardo Cunha, então líder do MDB na Câmara.

GEDDEL ESTAVA NO AEROPORTO EM DIAS DE ENTREGA

A entrega de dinheiro no hotel, contudo, foi uma exceção. Funaro relatou outras sete ocasiões — entre janeiro e novembro de 2014 — em que propina era entregue em um hangar no aeroporto de Salvador.

Em todas dessas ocasiões, o avião do operador ficou estacionado por no máximo 2 horas e meia — sendo que, em seis delas, a permanência não passou de 45 minutos. Para PF, esse curto espaço de tempo é um indicativo que ele só estava em Salvador para fazer a entrega de dinheiro. Também há registros, nas planilhas pessoais do Funaro, dos repasses.

Além disso, registros do celular de Geddel indicam que ele estava nos arredores do aeroporto em cinco das datas em que, segundo Funaro, ocorria a entrega de dinheiro. Essa informação foi antecipada pelo "G1".

Em dois dias, o ex-ministrou ligou para Eduardo Cunha: em um deles, enquanto o avião de Funaro ainda estava no aeroporto; em outro, logo após a decolagem. O relatório diz que Cunha, “conforme evidenciado ao longo das investigações, utilizava Lúcio Funaro como operador financeiro de suas movimentações ilícitas”.

No total, a PF diz ter indícios do repasse de R$ 16,9 milhões a Geddel entre 2012 e 2015, ressaltando que o número pode ser maior, já que "não é possível afirmar se esses repasses esgotam todos os eventos ocorridos".



De acordo com o relatório, a propina era referente a "negociações ilícitas" ocorridas enquanto Geddel era vice-presidente da Caixa (entre 2011 e 2013), mas os pagamentos continuaram mesmo após ele deixar o cargo.

General ataca decisão do STF que proibiu conduções coercitivas: 'A mentira e o silêncio deveriam ser agravantes. Pena aumentada por não elucidar os fatos'

O General Eliéser Girão Monteiro manifestou sua discordância com alguns argumentos usados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal para proibir as conduções coercitivas: 

"Ainda sobre a errônea decisão do STF de hoje, o direito de permanecer calado não deveria nem ser um direito. O sujeito sob a custódia do Estado TEM O DEVER de falar a verdade, sem omissões. 
A mentira e o silêncio deveriam ser agravantes. Pena aumentada por não elucidar os fatos".

Carta branca para roubar. Nem Lula nem ninguém no PT imaginava que os eleitores do partido eram tão sem vergonhas


Diante das últimas pesquisas eleitorais que apontam o ex-presidente Lula e vários petistas como favoritos nas eleições de outubro, é possível supor que os próprios petistas estão surpreendidos com a quantidade de brasileiros dispostos a conceder-lhes mais mandatos.


Obviamente, boa parte do eleitorado de Lula e do PT faz parte de grupos que foram beneficiados com o dinheiro do contribuinte ao longo da última década e meia, como os fraudadores dos programas sociais, integrantes de movimentos sociais cooptados, militantes remunerados e profissionais de aluguel, como jornalistas, artistas e servidores de modo geral, publica o site Imprensa Viva.

Segundo a publicação, esta fidelidade com o partido que ficou conhecido como uma organização criminosa e seu chefe é até compreensível, levando em conta que nem todos brasileiros são dotados de caráter, moral ou honestidade. 

Por outro lado, boa parte dessa gente que ocupa as Redes Sociais tentando justificar o voto no PT quer na verdade é recuperar as boquinhas perdidas.



O problema é quanto ao eleitor enganado, desempregado, massacrado em periferias sem saneamento básico votar num partido que tem praticamente toda a cúpula na cadeia. 

Dada a notória cultura que prevalece no partido e seus integrantes coniventes com a corrupção, votar em candidatos da  legenda é no mínimo uma temeridade. 

No entender da maioria dos brasileiros conscientes, votar no PT significa conceder carta branca para ser roubado. Ou deixar roubar para também levar um pouquinho?

Juiz não pode atacar candidatos ou partidos nas Redes Sociais, segundo nova norma do Conselho Nacional de Justiça


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acaba de editar uma regulamentação de conduta na qual fica definido que juízes não podem atacar candidatos ou partidos nas Redes Sociais. O texto, assinado pelo corregedor-nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, afirma que não caracteriza atividade político-partidária críticas a ideologias ou programas de governo, mas que são vedados “ataques pessoais a liderança ou partido político com a finalidade de descredenciá-los perante a opinião pública”. 

Segundo o provimento, tal atitude configura violação do dever de manter conduta ilibada e decoro.

A regulamentação ocorre às vésperas das eleições de outubro e é uma forma de impedir manifestações de cunho ideológico político partidário por parte da magistratura em relação ao uso de redes sociais e deixou clara a proibição de juízes declararem apoio a qualquer candidato.

O CNJ avança na modificação da cultura herdada pelos anos de aparelhamento da máquina pública ao longo da última década e meia pelo PT e pretende expandir a regulamentação para a formação dos magistrados. 

O Conselho define que o e-mail funcional dos magistrados devem ser usados apenas para atividades institucionais. Além disso, determina que as corregedorias dos tribunais deem ampla divulgação às normas e pede que as escolas judiciais insiram nos cursos de ingresso na magistratura temas relativos ao provimento editado na quarta-feira (13/6) desta semana.

O presidente do CNJ explica que  levou em consideração a necessidade de os “membros do Judiciário brasileiro adotarem cautelas antes de publicar, comentar ou compartilhar conteúdo em perfis pessoais nas redes sociais”, além de citar o amplo alcance desses sites. Ao editar o Provimento 71/2018, Noronha explica que a liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não pode ser utilizado pelo magistrado para “afastar a proibição constitucional do exercício de atividade política” e cita o Código de Ética da Magistratura.

A norma veda, também, publicações que possam ser interpretadas como discriminatórias de raça, gênero, condição física ou orientação sexual. As regras, segundo a regulamentação, são necessárias para assegurar a confiança do cidadão no sistema de Justiça, “de modo que a manifestação de posicionamento, inclusive em redes sociais, não deve comprometer a imagem do Poder Judiciário nem violar direitos ou garantias fundamentais do cidadão”.

O artigo 5ª do provimento determina ao magistrado que evite pronunciamentos sobre casos em que atuou e estabelece só pode ser compartilhadas notícias sobre casos de sua competência quando o fato já tiver sido divulgado oficialmente pelo Judiciário.

Embora as novas normas apresentem um alinhamento com conceitos modernos sobre a independência e isonomia entre os poderes, a nova regulamentação do CNJ não se aplica aos membros do Ministério Público Federal, que continuam liberados para fazer política nas Redes Sociais. 

Pelo menos aqueles que ainda não se mancaram que pega mal usar instalações e recursos públicos, tempo e dinheiro do contribuinte para atuar como cabos eleitorais informais da esquerda inflamando seguidores contra políticos e candidatos. 

Não raro, membros do MPF e até mesmo da Polícia Federal ocupam as Redes Sociais para promover política ideológica disfarçada com ataques e insinuações contra políticos que sequer foram indiciados. Estes grupos usam seus cargos para interferir no processo democrático lançando ilações contra políticos de alguns partidos, visando favorecer outros políticos poupados de investigações. 

A ex-presidente Dilma Rousseff, por exemplo, a mãe do famigerado auxilio-moradia, citada por delatores como Joesley Batista, Marcelo Odebrecht e João Santana, eleita com dinheiro roubado da Petrobras, jamais é citada por estes grupos de paladinos da moralidade nas Redes Sociais.

Com informações do site Jota.

Após corte de mais de 1 milhão de benefícios irregulares do Bolsa Família, as vaquinhas do PT naufragam


O fracasso das vaquinhas do PT e dos demais apoiadores do ex-presidente Lula pode ser explicado por um fenômeno recente. Após a queda da ex-presidente Dilma, o governo cortou mais de 1 milhão de benefícios irregulares no Bolsa Família, auxílio doença e outras mamatas obtidas de forma irregular por pessoas com filiações partidárias, relata o site Imprensa Viva. 

A farra das doações destes grupos a partidos políticos durou até as eleições de 2016, quando o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, ministro Gilmar Mendes, se disse chocado com os altos valores doados por pessoas sem renda nas eleições municipais desse ano. No último balanço divulgado antes daquelas eleições, o Tribunal já havia identificado pelo menos 93 mil pessoas de baixa renda  que fizeram doações para candidatos a prefeito e a vereador, sobretudo aos partidos de esquerda, como PT e PSOL. Ao todo, eles teriam doado R$ 300 milhões.


Para o TSE, esses casos evidenciaram fraudes descaradas e levantaram suspeitas de que algumas campanhas utilizaram CPFs de cidadãos comuns para engordar o caixa de seus candidatos, coniventes com as falcatruas. 

Aquela foi primeira corrida eleitoral em que empresas não puderam  apoiar financeiramente candidatos. Em um dos casos detectados, um beneficiário do Bolsa Família doou R$ 67 mil ao PSOL. Outro caso identificado é mais escandaloso ainda: um único eleitor sem emprego doou R$ 100 mil a um candidato (ou candidata) a prefeitura de Porto Alegre.



Naquele ano, TSE forneceu os dados dos "doadores" para o governo, que promoveu a suspensão e o bloqueio de quase um milhão de benefícios. O TCU e outros órgãos de controle também realizaram o cruzamento dos cadastros e foram encontrados milhões de fraudes na concessão dos benefícios. Um  levantamento feito pelo MPF revelou repasse irregulares a fraudadores que alcançam a monstruosa cifra de R$ 3,3 bilhões, no intervalo entre o início de 2013 e maio daquele ano. O MPF revelou que os repasses suspeitos a beneficiários do Bolsa Família foram identificados em 5.540 cidades do país, o que equivale a 99,4% do total de municípios brasileiros.






As vaquinhas recentes dos partidos de esquerda não tiveram o mesmo desempenho de arrecadação observado nas eleições de 2016.
Terá este fato alguma relação com o corte de mais de 1 milhão de benefícios irregulares dos programas sociais?