quinta-feira, 19 de julho de 2018

Justiça de Barueri bloqueia R$ 94,5 milhões de Funaro

A Justiça Federal de Barueri determinou o bloqueio de bens de Lúcio Funaro no valor de R$ 94,5 milhões.

A medida, segundo O Antagonista,  se refere a uma dívida tributária da Guaranhus Empreendimentos, empresa criada em nome do operador do MDB, que cumpre prisão domiciliar em uma fazenda no interior de São Paulo.

Ele avisou que vai recorrer. Leia nota de sua assessoria:

“Trata-se de um verdadeiro ‘Frankenstein jurídico’, feito ao arrepio do Código de Processo Civil e do Código Tributário Nacional. Passado quase um mês da decisão do magistrado, nem sequer foi dada à defesa o direito de retirar do cartório os nove volumes do processo para cópia, visto que na Vara em questão não existe sala da OAB para que as cópias sejam efetuadas, caraterizando-se gritante cerceamento à defesa.

Causa estranheza aos defensores a velocidade dos atos, assim como o cerceamento ao direito de defesa.”

MBL contra Lula e Ciro

O MBL anunciou que vai fazer campanha contra Lula e Ciro Gomes, registra O Antagonista.

É a melhor escolha.

O procurador “filho da puta” de Ciro Gomes é uma mulher

O procurador que Ciro Gomes xingou de “filho da puta” é, na verdade, uma mulher, diz a Folha de S. Paulo.

O Ministério Público de São Paulo, em nota, defendeu o trabalho da procuradora e preservou seu nome.

Gilberto Carvalho quer ‘levante popular’ para soltar Lula

Gilberto Carvalho foi entrevistado por um site do MST.

Ele disse, segundo O Antagonista, que só “um levante popular” é capaz de tirar o presidiário da cadeia.

“Só há uma forma de tirá-lo da cadeia: um levante popular, uma mobilização muito forte, uma radicalização do processo, seja de que forma for, que faça com que eles sintam que está ameaçada a estabilidade do país, e aí, por uma razão de força maior, libertem o Lula.”

A surpresa de Lindbergh

Lindbergh Farias, de acordo com O Globo, “surpreendeu o partido em reunião na noite da última segunda-feira: avisou que vai ser candidato a deputado federal, e não mais ao Senado”.

Os petistas realmente se surpreenderam?

Lula é o mais rejeitado

Lula é o mais rejeitado no Estado de São Paulo, mostra a nova pesquisa do Instituto Paraná.

64,4% dos paulistas não votariam nele de jeito nenhum.

Depois dele, aparecem Marina Silva, com 58,5%, Geraldo Alckmin, com 56%, e Jair Bolsonaro, com 54,8%.

Janaína Paschoal para vice

Depois de perder Magno Malta e o general Augusto Heleno, Jair Bolsonaro vai apostar em Janaína Paschoal para a vaga de vice-presidente, diz a Veja.

Ciro chama de ‘filho da puta’ promotor que o investiga por injúria racial

Não contente com chamar Fernando Holiday de “capitãozinho do mato”, ofensa racista, Ciro Gomes chamou de “filho da puta” o promotor que pediu inquérito policial no caso.

“Um promotor aqui de São Paulo resolve me processar por injúria racial. E pronto, um filho da puta desses faz isso. Ele que cuide de gastar o restinho das atribuições dele, porque se eu for presidente essa mamata vai acabar”, disse o pedetista no evento da Abimaq, ontem à noite.

Nesta segunda (16), o MP-SP solicitou à Polícia Civil que abrisse inquérito sobre as ofensas de Ciro ao vereador paulistano.

fonte: O Antagonista

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Exclusivo: Nova pesquisa aponta Bolsonaro na liderança

O mercado financeiro encomenda pesquisas para tentar adivinhar o buraco em que vamos nos meter, publica o site O Antagonista.

Segundo a publicação, uma das maiores gestoras de fundos do Brasil acabou de receber os dados de uma pesquisa realizada no dia 15:

Jair Bolsonaro: 22%

Marina Silva: 11%

Ciro Gomes: 9%

Geraldo Alckmin: 8%

Alvaro Dias: 4%

Outros nomes citados: 9%

Candidato do PT: 9%

Toffoli está voltando ao país

Dias Toffoli já estará no Brasil nas próximas duas viagens de Michel Temer ao exterior, informa Crusoé.

Sua chefia de gabinete, porém, não informou se ele continuará de férias no país ou voltará ao trabalho na vice-presidência do Supremo.

O Brasil só tem uma chance em outubro

O Brasil mal saiu do transe da Copa e já começa a decidir, nesta semana, seu destino.

Sim, daqui a apenas 2 dias começa oficialmente a temporada de alianças partidárias, que vão definir os pactos e os embates da eleição de outubro.

Crusoé vem revelando diariamente as negociações (e negociatas) de bastidores e, na edição desta semana, mostra quais são as questões que vão dominar a disputa pela Presidência: em quem o eleitor órfão de Lula vai votar? Bolsonaro vai para o segundo turno? Ciro Gomes morrerá pela boca? Alckmin e Marina... alguém quer saber deles?

Além da guerra política, a eleição será envolta por questões judiciais - o PT não vai sossegar até libertar Lula.

A respeito, Diogo Mainardi, em sua coluna em Crusoé , faz uma defesa da democracia e diz que o "Brasil só tem uma chance em outubro": que Lula "continue sendo 'o grande presidiário de 2018'".

texto por Mario Sabino, jornalista e escritor 

Meirelles no primeiro turno

Henrique Meirelles, com 1% nas pesquisas, disse para o Estadão:

“Não tenho dúvidas de que estaremos no segundo turno. Minha dúvida é apenas se daria para ganhar no primeiro turno”.

Foi assim que ele calculou o rombo nas contas públicas?

Boa tarde, Lula

Os idiotas acampados em Curitiba estão impedidos de dar “boa tarde” ao presidiário.

As novas regras impostas pela PM foram resumidas pelo Estadão:

“A partir de agora, as manifestações de ‘bom dia’ e ‘boa noite’ ao ex-presidente ocorrerão durante meia-hora pela manhã e à noite, excluídos os finais de semana, a cerca de cem metros do prédio da PF, e será excluído o ‘boa tarde’. Nas segundas e quintas-feiras, quando o petista recebe visitas de religiosos, da família e de amigos, o ‘boa noite’ será estendido para duas horas. Fora desses períodos, as reuniões só poderão ocorrer em imóveis particulares. Também fica restrita a circulação de manifestantes pelo bairro fora desses horários.”

A farsa de Sepúlveda Pertence

A comédia judiciária de Sepúlveda Pertence ganhou um novo ato.

Depois de vazar para a imprensa que ele estava se afastando da defesa de Lula, agora o PT faz o movimento contrário.

Gilberto Carvalho disse para o Valor:

“Trata-se de uma pessoa com autoridade, tecnicamente muito boa e importante. Faremos um esforço para evitar uma desistência. Seria muito ruim e impensável”.

Wadih Damous completou:

“Tenho certeza de que o Lula, com a sua habilidade, vai driblar esse mal-entendido”.

A farsa é evidente: o PT cumpre o papel de policial malvado, atacando o Judiciário, e Sepúlveda Pertence aparece como o policial bonzinho, negociando favores com o STF.

O espetáculo da democracia

Ninguém quer saber o que ACM Neto disse sobre o PP ou o que o presidente do PRB disse sobre Geraldo Alckmin ou o que Ciro Gomes disse sobre o PCdoB ou o que Gleisi Hoffmann disse sobre o PSB, publica O Antagonista.

Queremos saber apenas o custo.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Tarso apoia Boulos

Tarso Genro apoia abertamente Guilherme Boulos.

Ele disse, segundo o Estadão:

“Nós vamos defender que o PT lidere uma nova frente política e convide o companheiro Boulos para ser nosso candidato à Presidência da República”.

Tarso Genro é uma espécie de Sepúlveda Pertence do PT. Faz de conta que vai se afastar de Lula, mas sempre volta para o cafofo.

A vaquinha de Marina

A partir de hoje, Marina Silva tenta arrecadar um dinheirinho para sua campanha.

“O objetivo inicial da ex-senadora”, diz a Folha de S. Paulo, “é conseguir R$ 100 mil para realizar eventos em cinco capitais e divulgar suas propostas. Uma segunda meta é alcançar R$ 200 mil para o que a campanha chama de combate a ‘mentiras, acusações levianas e notícias falsas’ de adversários”.

Marina Silva corre o risco de desaparecer. E isso não é uma notícia falsa.

A 'DEMOCRACIA' DO PT

Conheça a verdadeira 'democracia' do PT.
ASSISTA:

HUGO CHAVEZ, FALSO E MENTIROSO

Em entrevista um dia antes da sua primeira eleição como presidente da Venezuela...

ASSISTA:

O “especialista em fraude” na assessoria de Dias Toffoli

Dias Toffoli pensa em contratar Franklin Martins para a assessoria de imprensa do STF.

Seus colegas, diz o Jota, devem reprovar a escolha:

“Se convidasse Franklin Martins para ser o assessor de imprensa do tribunal e, portanto, de todos os ministros do Supremo, como alguns de seus colegas receberiam a notícia?

Apenas para lembrar um episódio. Em 2015, o TSE multou a campanha de Dilma Rousseff por propaganda irregular na internet. A página em questão, que não era o site de campanha, era comandada por Franklin Martins e divulgava as ações da petista. Como a legislação eleitoral vedava propaganda fora do site oficial da candidatura, o TSE impôs uma multa.

O então vice-presidente do TSE, Gilmar Mendes, fez severas críticas a Martins: ‘São especialistas em fraude. Nós sabemos de todo o jogo sujo que se opera na internet. É um site conhecido por fornecer dados para blogueiros sujos, subsidiados por verbas estatais. Site coordenado por jornalista e ex-secretário de comunicação Franklin Martins, especialista nesse tipo de jogo'”.

Gleisi ataca Temer por aumento de mortalidade infantil sem ver que os dados eram do governo Dilma

Gleisi Hoffmann, muito indignada, publicou em seu Twitter link para uma reportagem da Folha que mostra que a mortalidade infantil no país subiu pela primeira vez em 26 anos.

Culpou, claro, o governo de Michel Temer, o ex-maravilhoso vice do PT em dois mandatos. “Mais de 20 anos para construir e apenas 2 anos para acabar com tudo. Temer faz o oposto: 20 anos em 2, de atraso!”.

Nem a senadora nem sua assessoria, ao que parece, leram a primeira frase da reportagem: “Pela primeira vez desde 1990, houve aumento na taxa de mortalidade infantil do Brasil em 2016”.

Até 31 de agosto de 2016, quem ocupava a Presidência do Brasil era uma certa Dilma Rousseff.

Bolsonaro bate Lula em SP, ES, RS e DF

Jair Bolsonaro ganha de Lula em São Paulo, no Espírito Santo, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, diz o Antagonista.

De acordo com as pesquisas estaduais do Instituto Paraná, só em Minas Gerais ele perde do presidiário.

Ministério Público manda abrir inquérito contra Ciro Gomes por injúria racial

Em atendimento a uma representação do advogado Maurício Januzzi, o Ministério Público do Estado de São Paulo determinou ao Departamento de Polícia Civil da Capital (Decap), na quinta-feira, 12, a abertura de inquérito policial contra Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT, pelo delito de injúria racial praticado contra o vereador Fernando Holiday (DEM-SP), ligado ao MBL.  A representação se refere às declarações de Ciro sobre Holiday durante entrevista à rádio Jovem Pan, no dia 18 de junho.

“Esse Fernando Holiday aqui é um capitãozinho do mato. Porque a pior coisa que tem é um negro usado, pelo preconceito, para estigmatizar”, disse Ciro na ocasião. “Não estamos mais no tempo em que racistas como Ciro são tolerados”, respondeu Holiday. “Ele fez uma referência pejorativa, pautada pela minha cor e atrelada à minha preferência política. É bizarro que um político não permita que um negro possa ter opinião e atuação política diversa da dele.”

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Os piores do mundo. Lula e Dilma mergulharam o Brasil na pior crise da história. País levará 5 anos para se recuperar


Preso desde o dia 07 de abril, após ter sido condenado a uma pena de mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Lula chegou a culpar a ex-presidente Dilma Rousseff pela tragédia econômica que se abateu sobre o país durante os governos do PT. Na ocasião, o condenado falou que Dilma foi a responsável por prejuízos de R$ 500 bilhões para os cofres públicos que ajudaram a mergulhar o país na pior recessão de sua história e chegou a sugerir aumento de impostos como única forma de tirar o Brasil do buraco, publica o site Imprensa Viva.

Segundo a publicação, como já era de se esperar, Lula não mencionou os cerca de U$ 500 bilhões liberados pelo BNDES durante seu governo e de sua sucessora para países governados por corruptos e para empresas amigas do PT, tradicionais financiadoras do partido.

Apesar das tragédias impostas pelas administrações temerárias de Lula, Dilma e demais integrantes do PT ao longo da última década e meia, há ainda aqueles que não se envergonham em defender os elementos apontados ao STF como integrantes de uma organização criminosa. Ficou claro que Lula, Dilma e os demais membros do partido jamais tiveram algum compromisso com o Brasil e seu povo, mas apenas com um plano ambicioso de perpetuação no poder baseado na corrupção.

As administrações do PT serviram para esvaziar os cofres públicos em favor de empresários e políticos gananciosos e corruptos. Com o aval de Lula e Dilma, empresas como a Odebrecht, Oi e a JBS – Friboi foram beneficiados com empréstimos generosos liberados pelo BNDES a juros subsidiados (pagos pelo trabalhador).

Todas as empresas estão envolvidas em escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro, operações fraudulentas e repasses milionários para o PT. O dinheiro desviado do povo serviu para financiar campanhas de candidatos do PT, além de render benefícios diretos ao ex-presidente Lula, como a reforma no sítio que ele usava e no apartamento que pretendia ocupar, mas que desistiu após a descoberta do escândalo que o levou à prisão.

O PT foi o partido que mais favoreceu os bancos em toda a história do país. O crescimento vertiginoso destas instituições não acompanhou a contratação de trabalhadores. Ao contrário. Há casos de bancos que cresceram mais de 500% durante os governos de Lula e Dilma, mas que reduziram em mais de 30% a contratação de mão de obra no mesmo período.

Entre as empresas escolhidas pelo PT, estão casos escandalosos como o da Sete Brasil, empresa criada por Lula que deixou um rombo de cerca de R$ 20 bilhões nos cofres públicos. A Oi está praticamente falida e anunciou um rombo de R$ 65 bilhões.

A Friboi abocanhou mais de R$ 8 bilhões do BNDES durante os governos de Lula e Dilma. O dono do grupo, o empresário Wesley Batista, foi alvo de uma ação da Polícia Federal. Uma de suas empresas, a Eldorado Brasil Celulose, pegou dinheiro público e faliu, deixando um rombo de quase R$ 3 bilhões.

A Odebrecht foi uma das que mais se beneficiou do dinheiro do BNDES, das que mais distribuiu dinheiro ao PT e das que mais roubou a Petrobras. Além da Odebrecht, participaram do assalto na estatal outras 8 empreiteiras. Todas as transações do PT envolveram empresários multimilionários que nunca fizeram nada em favor do povo.

Os governos do PT favoreceram tanto os empresários corruptos e milionários do país que, Dilma acabou tendo o mandato cassado, pois teve que maquiar as contas públicas para ocultar os bilhões que havia destinado ao Bolsa Empresário. Dilma foi condenada pelo crime de responsabilidade fiscal.

Ao longo da última década e meia com o PT no poder, milhares de cidades pobres continuam nas mesmas condições de décadas atrás. Em muitos casos, a situação se deteriorou com o aumento da criminalidade devido à alta evasão escolar,  o tráfico de drogas, o fechamento de hospitais e creches. A mortalidade infantil sobe pela 1ª vez em 26 anos. Pela primeira vez desde 1990, houve aumento na taxa de mortalidade infantil do Brasil em 2016, último ano com Dilma no governo, revelam dados do Ministério da Saúde, segundo informou a Folha nesta segunda-feira, 16. Ainda segundo a publicação, O fechamento de leitos infantis é um outro fator que pode influenciar nas mortes de crianças, segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). Entre 2010 e 2016, foram desativados no país mais de 10 mil leitos de internação em pediatria no SUS —o número foi de 48,3 mil para 38,2 mil.

Somente durante o governo Dilma, foram fechados dezenas de milhares de leitos hospitalares. Um levantamento feito pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) aponta uma queda de 23.565 leitos de internação na rede pública nos últimos cinco anos, o que equivale a cerca de 13 leitos a menos por dia.  Em dezembro de 2010, o país tinha 335.482 leitos de internação para uso exclusivo do SUS (Sistema Único de Saúde). Já em dezembro de 2015, esse número diminuiu para 311.917, uma queda de 7,5%. Até maio de 2016, outros 4.567 leitos haviam sido fechados, elevando o número 28.132.

Apesar da tímida recuperação da economia e da retomada dos investimentos em áreas críticas, como a saúde ao longo dos dois últimos anos, o Brasil precisará de mais de cinco anos para recompor apenas uma parte de tudo aquilo que o PT destruiu. Só não será possível recuperar o tempo perdido de uma geração inteira de jovens.

Estima-se que os governos do PT de Lula e Dilma tenham destinado cerca de U$ 500 bilhões a empresários corruptos e a projetos fadados ao fracasso por terem sido concebidos com o propósito de viabilizar desvios bilionários em favor do partido e de seus financiadores. Em valores atualizados, são quase R$ 2 trilhões que deixaram de ser investidos em benefício do Povo. Nunca se roubou tanto na história do país. Tudo em nome de um plano de poder corrupto, imundo e fracassado.

Corte de vagas de trabalho nos sindicatos cresce 600% após fim de imposto

O desemprego bate à porta dos sindicatos brasileiros. O corte de postos de trabalho com carteira assinada nas entidades cresceu 600% após o fim do imposto sindical obrigatório.

Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, levantados pela Folha de S. Paulo, mostram a perda de empregos nas entidades.

Depois da reforma trabalhista, entre dezembro do ano passado e maio de 2018 —últimos  dados disponíveis no cadastro—, houve o encolhimento de 3.140 vagas formais nos sindicatos.

Nos mesmos meses anteriores, entre 2016 e 2017, o saldo entre admissões e demissões foi de 458 postos fechados.

"De certa maneira, a reforma trabalhista traz elementos que revelam o enfraquecimento financeiro dos sindicatos", afirma Bruno Ottoni, pesquisador do Ibre/FGV e da consultoria IDados.

"Os números vão na direção do que se imaginava com o fim do imposto sindical", diz ele.

O avanço no saldo de empregos no país foi em outra direção, apesar de ainda tímido.

De dezembro do ano passado a maio de 2018, foram gerados 41 mil postos, segundo o Caged. Entre dezembro de 2016 e maio de 2017, foram perdidas 398 mil vagas formais.

O levantamento no Caged considera os acertos dos dados –quando as informações são enviadas fora do prazo.

Foram recolhidas informações de estabelecimentos registrados no CNAE (Cadastro Nacional de Atividades Econômicas) como atividades de organizações sindicais.

Os dados não contêm, por exemplo, trabalhadores terceirizados demitidos em função de rompimento de contratos com sindicatos.

Para Ottoni, esse cenário ainda é incerto, em razão da insegurança jurídica e da formação de jurisprudência em relação à reforma trabalhista, em vigor desde 11 de novembro do ano passado.

"Os sindicatos vão ter de buscar outras formas de financiamento. Os sindicatos menores, que se financiavam só com o imposto [obrigatório], vão perecer", diz Ottoni.

"Os maiores [sindicatos] vão usar vias voluntárias de financiamento. Talvez venham a crescer para preencher esses espaços no médio prazo."

De acordo com o advogado Domingos Fortunato, sócio do escritório Mattos Filho, ainda restam no Brasil sindicatos sem representatividade que se sustentavam com a receita do imposto quando a cobrança era obrigatória.

"Era esperada essa redução de empregos nos sindicatos. São os pequenos que fizeram essas demissões, é um movimento normal. Sindicatos sérios podem até crescer. Nada impede que eles venham a se unir", explica Fortunato.

Em 29 de junho, o STF (Supremo Tribunal Federal) pôs fim aos questionamentos sobre a extinção do imposto.

Pela nova CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o trabalhador deve autorizar o desconto de um dia de jornada para financiar as entidades.

Para os ministros do STF, a contribuição voluntária, instituída pela reforma trabalhista, é constitucional.

Essa nova realidade, segundo o professor de direito do trabalho da USP Flávio Roberto Batista, vai exigir articulação das entidades.

"A solução, sem depender de um financiamento obrigatório, é aumentar a base de filiados", afirma Batista. "Agora, a tendência é que o financiamento das entidades sindicais mingue ainda mais após a decisão do STF."

Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores) e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah diz que as entidades estão em busca de novos associados.

"Estamos em mudança, com qualificação de sindicalistas para que eles atraiam mais associados. E intensificamos as negociações coletivas", afirma.

Segundo Patah, ao longo de um ano, o quadro de funcionários de sua entidade de base foi reduzido de 650 empregados para 300. "Fomos os primeiros a fazer um PDV [programa de demissão voluntária]", conta o dirigente.

Ele responsabiliza dois fatores pela onda crescente de demissões nas entidades: a crise econômica do país e a reforma trabalhista.

"O governo não é capaz de apresentar uma política industrial nem uma reforma tributária. Juntou um governo ineficaz no crescimento da economia e a reforma trabalhista", diz. "É um cenário de filme de terror."

Desde 2016, pior momento da crise econômica do Brasil, os sindicatos têm registrado perda de empregos.

Os dados do Caged mostram que, em pouco mais de dois anos, o saldo negativo de carteiras assinadas nas entidades é de 7.014 vagas. Entre 2007 e 2016, o balanço positivo foi de 9.570 postos formais.

Para Ottoni e Fortunato,os números refletem a realidade econômica.

Situação de Lula é degradante. Um homem que teve tudo ao seu alcance e poderia entrar para a história como exemplo acabou entrando em cana como bandido


As situações vividas pelo ex-presidente Lula ao longo das últimas décadas traz uma série de excepcionalidades. Sua trajetória é marcada por eventos únicos, extraordinários e históricos, de natureza dramática. O retirante nordestino com baixo grau de instrução conseguiu galgar uma carreira meteórica no sindicalismo no centro nervoso da indústria, na região do ABC paulista, ainda nos anos 70.

Logo no início da década seguinte, publica o site Imprensa Viva, Lula se viu totalmente engajado no processo político, quando foi alçado à condição de líder de um partido incipiente, mas repleto de figuras ilustres. No final daquela década, a de 80, o líder do PT concorreria à sua primeira eleição presidencial, após ter sido eleito deputado federal constituinte. Uma década depois, Lula chegava finalmente à Presidência da República. Era o primeiro sindicalista a chegar ao posto mais alto da política nacional. Em 1.º de janeiro de 2003, Lula assumia seu primeiro mandato.

Continua a publicação, mesmo envolvido em escândalos de corrupção no processo do mensalão, o petista conseguiu se reeleger em 2006. Se no primeiro mandato, Lula surfou na estabilidade da economia e faturou politicamente com o ingresso de várias empresas globais no mercado interno, a partir de seu segundo mandato, Lula surfou na onda das commodities supervalorizadas no mercado externo e terminou seu mandato como o presidente mais popular da história do país, alcançando índices de aprovação acima dos 80%.

Graças à sua popularidade, Lula conseguiu eleger uma anônima sua sucessora  A ex-presidente Dilma Rousseff, que tomou posse de seu primeiro mandato no início de 2010, ficou conhecida como 'O poste de Lula" durante as eleições presidenciais um ano antes. Lula ainda conseguiu reeleger Dilma quatro anos mais tarde, numa eleição repleta de escândalos e marcada pelo maior estelionato eleitoral da história do país. Àquela altura, Lula as contas públicas apresentavam problemas profundos, havia a insatisfação da população com o alto número de demissões, os sucessivos escândalos de corrupção envolvendo os governos do PT e o país começava a mergulhar naquela que se tornaria a pior recessão da história.

Até 2014, Lula havia sido o único em vários aspectos. Mas a sequência de feitos inéditos do petista não havia se encerrado. Naquele mesmo ano, Lula começava a ser investigado pela recém deflagrada Operação Lava Jato. Os escândalos de corrupção se tornaram públicos e a população, indignada, saiu às ruas para pedir a saída de Dilma e do PT do poder. No ano seguinte, Lula se tornava alvo das primeiras denúncias na esfera criminal. Na medida em que novas investigações revelavam esquemas criminosos envolvendo o ex-presidente Lula, os financiamentos de campanhas do PT e a crise econômica se agravava, a situação de Dilma se tornava cada vez mais insustentável. Em 2016 veio o impeachment, o PT foi afastado do poder e Lula foi definitivamente arrastado para o buraco sem fundo de crimes, vindo a se tornar réu em nada menos que sete ações penais.

Por fim, Lula acabou sendo condenado a uma pena de mais de 12 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá. Apenas nesta ação penal, Lula apelou com 78 recursos para evitar sua prisão, que acabou se concretizando no dia 07 de abril, quando o petista se entregou à Polícia Federal, após ter passado dois dias entrincheirado na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.

Como se vê agora, Lula foi único em vários aspectos. Foi também o único ex-presidente a ser condenado e preso por crimes comuns.  Lula foi um homem que teve tudo ao seu alcance e poderia entrar para a história como um exemplo de superação, mas, movido pela arrogância, sede de poder e ganância, acabou indo parar na cadeia. 

Lindbergh se complica com empreiteiro do triplex de Lula. PGR vê indícios que o senador atuou em favor da OAS


O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) se tornou suspeito de ter favorecido a empreiteira OAS e es-presidente do Grupo, Léo Pinheiro, o ex-amigo de Lula que levou o ex-presidente para a cadeia no caso do triplex do Guarujá. Lindbergh  foi alvo de uma manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. No documento obtido pelo O GLOBO com data de 1.º de junho, a PGR afirma ter encontrado indícios de que Lindbergh atuou em favor da  OAS na discussão de uma Medida Provisória (MP) que tramitou no Congresso durante o governo da ex-presidente Dilma.


"Segundo as investigações, a suspeita é de que o petista tenha recebido cerca de R$ 700 mil, entre 2013 e 2014, para defender os interesses da empresa no Parlamento e para influenciar decisões de Dilma no Planalto", diz a publicação.


Ainda segundo O GLOBO, "A Polícia Federal detectou mensagens no celular do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro que mostram o agendamento de encontros para tratar do assunto com o senador petista, que presidia, na época, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Em 26 de maio de 2013, às 17h33, Léo Pinheiro enviou uma mensagem para Lindbergh: “Prezado Senador, na segunda vai lhe procurar o nosso diretor em Brasília, Roberto Zardi, para falar do tema que conversamos ontem: MP 600”. No mesmo dia, às 17h40, Lindbergh responde: “Grande Leo. Chego terça pela manhã. Eu estarei esperando. Abs”. Há mensagens com referências a outros encontros".


O petista passou a ser investigado diretamente pela Polícia Federal após as mudanças de entendimento sobre foro privilegiado. Segundo os investigadores do caso, há indícios de que a OAS repassou ao menos R$ 700 mil a Lindbergh via pagamentos de serviços de publicidade em caixa dois quando ele disputou o governo do Rio de Janeiro em 2014. "A suspeita é que os pagamentos foram uma contrapartida à possível ajuda do senador na MP. A delação do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, em fase de negociação com a PGR, pode dar novos elementos para alavancar o inquérito. A PGR solicitou mais 60 dias para a conclusão das investigações, mas o prazo ainda pode ser novamente prorrogado" diz a reportagem.

As informações são de O GLOBO.

'Temos uma espécie de liquefação dos partidos políticos. Eles perderam o caráter de liderança social, política e institucional', diz professor

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Roberto Romano, professor de Ética e Filosofia da Unicamp, enfatizou a perda de confiabilidade da população nos partidos políticos. 

Para o professor, o alto número de eleitores indecisos e dos que pretendem anular os votos está relacionado a essa falta de confiança: "Esse aumento exponencial dos indecisos tem a ver com a queda cada vez mais célere da confiabilidade nas instituições de Estado e nos partidos políticos. 

Temos uma espécie de liquefação dos partidos políticos. Eles perderam o caráter de liderança social, política e institucional. Isso se reflete na incerteza do voto. 

Não há um programa de governo coerente, um programa de modificação do Estado ou de melhoria da sociedade. O que há é a guerra pelo voto em prol do voto".

MANHÃ DE DOMINGO

Há uma velha música regravada pelo Faith No More chamada “Easy” (like Sunday morning). O easy, na canção, significa tranquilo, leve, descontraído. Ao pé da letra, quer dizer fácil. Creio que os três deputados do PT acharam que seria fácil, como a manhã de domingo, libertar Lula de sua prisão em Curitiba. Acompanhei tudo a 12 mil quilômetros de distância, incrédulo e bastante frio em relação ao desfecho. Cheguei a pensar que estava ficando blasé, ou mesmo que tinha perdido contato com a realidade do país. Só me desfiz do complexo de culpa quando soube que, no olho do furacão, Lula pensava mais ou menos da mesma maneira: não vai ser fácil me tirar da prisão — teria dito ele para seus deputados.
Mais tarde, minha sensação se confirmou no vídeo em que José Dirceu comemorava a saída de Lula na cadeia. Ele estava tão emocionado quanto estaríamos depois de uma vitória do Brasil contra o Panamá. Seu ar era muito mais de travessura do que de vitória. Concluí, mesmo vendo tudo de tão longe, que estávamos diante do que os russos chamam de provokatsiya, uma tentativa contundente de colocar um tema na agenda, independentemente do resultado. Como a imprensa, de todos os horizontes, precisa eletrizar sua plateia, mantê-la colada ao desenrolar de um fato, só se falou nisso no domingo. E não foi por acaso que alguns jornalistas estrangeiros compararam o fato a uma novela.
A origem disso está numa análise mais realista do PT, segundo a qual seu grande líder só teria chance de ser libertado se houvesse uma grande comoção popular. Isso não aconteceu nos primeiros meses. A própria solidariedade internacional é minguante, quando não acontece nada no país. Isso vale para prisioneiros em diferentes posições no espectro político. Faz um abaixo-assinado, como de um defensor dos direitos humanos na Chechênia, mas com o tempo só resta escrever: não podemos esquecer nosso preso, lembrem esse nome etc. A vida continua, outros presos entram em cena, alguém faz greve de fome na Crimeia, de novo a advertência: cuidado que pode morrer etc., mas ainda assim a vida continua.
Diante desse quadro desolador para ele, o PT decidiu arriscar um golpe de mão. Como na sua cabeça a Justiça é partidarizada, não resta outra saída exceto usá-la quando um juiz amigo estiver de plantão. O resultado, em termos eleitorais, foi ocupar o espaço de debate no fim de semana. Candidatos, presos ou não, costumam comemorar a ocupação de espaço, sem analisar o conteúdo. Seu nome fica na boca do povo. No entanto, ao escolher uma tese de partidarismo na política, o PT deixou muitas pessoas com medo, não só do que seria capaz, se voltasse ao governo. Mas com a possibilidade de cada grande partido tirar um dos seus nos plantões de fim de semana. O Brasil seria uma terra sem lei. No fundo, não aconteceu nada e o país discutiu esse não acontecimento durante toda a semana. Ele ocupou o espaço pós-Copa do Mundo, precisamente o espaço necessário para o início de um debate sério sobre os rumos do país. Até o momento, uma parte substancial da esquerda está ausente dele, porque se fixou na libertação de Lula.
O próprio PSOL, através de seu candidato Guilherme Boulos, fez uma intervenção que sensibiliza quem está na Rússia. Disse que Moro saiu da praia de tanguinha para manter a prisão de Lula. Não havia evidência de que Moro estava na praia, muito menos que usava tanga. O que Boulos quis insinuar com isso? Não é por acaso o candidato do partido que defende os gays? Não tem um deputado gay no Congresso e um ícone na figura da vereadora assassinada do Rio Marielle Franco?
Na vida política do Brasil, parece que tudo se derrete no ar. E, no entanto, temos toda uma reconstrução pela frente.
Artigo de Fernando Gabeira, escritor, jornalista e apresentador de programa na TV.

Deprimido, filho de Lula só sai de casa para visitar o pai condenado na cadeia


Segundo a Veja deste fim de semana, o filho do ex-presidente Lula, Luís Cláudio Lula da Silva está afundado numa depressão desde que o pai foi preso. A publicação informa que o caçula do clã dos Lula da Silva só tem saído de casa para visitar o pai condenado na cadeia.

Quando estava solto, Lula também não se arriscava a sair de casa para ir a um restaurante, supermercado ou passear na praça. O petista só frequentava ambientes controlados pelo PT, CUT e MST, devidamente cercado de militantes e apoiadores. Um luxo que o pobre Luís Cláudio Lula da Silva não pode contar. 

Entre mais de 700 000 presos no Brasil, Lula é o único que tem direito de ser solto para se candidatar a presidente?


O Jornalista José Roberto Guzzo, da Veja, questionou os argumentos usados pelo desembargador plantonista do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, Rogério Favreto e dos três deputados federais do PT, Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira, para soltar o ex-presidente Lula no último fim de semana.

Segundo J.R Guzzo, a armação "Foi uma coisa prodigiosa na sua estupidez —não chegou a durar duas horas, de tão miserável a qualidade da armação posta em prática, e desceu a um nível de safadeza tão grosseiro que, aparentemente, nem mesmo o advogado-chefe de Lula, Cristiano Zanin, sempre disposto ao pior, aceitou se meter na história".

No meio do artigo, o jornalista observa que "Os deputados petistas e seu desembargador disseram que havia um “fato novo” — Lula quer ser candidato a presidente da República e não poderá fazer campanha se continuar preso. Como assim? Quer dizer que qualquer brasileiro, entre os mais de 700 000 atualmente na prisão, tem o direito de ser solto para se candidatar a presidente?"

O total de pessoas encarceradas no Brasil chegou a 726.712 em junho de 2016. De lá para cá, este número deve ter aumentado ainda mais. Só os petistas acreditam que, em meio a tantos bandidos, apenas Lula teria o direito de ser solto para disputar a Presidência do país que ajudou a roubar e mergulhar na pior recessão da história.

Na verdade, Lula está chorando de barriga cheia. Ao contrário da maioria absoluta da população carcerária do país, o petista está preso em uma sala especial cercado de regalias, como TV, esteira para se exercitar e ainda recebe visitas diárias de seus apoiadores. O petista está preso, após ter sido condenado a uma pena de mais de 12 anos de prisão em regime fechado por crimes comuns, corrupção e lavagem de dinheiro. Lula ainda é réu em outras cinco ações penais e pode ser condenado novamente, em breve, no caso do sítio em Atibaia. Daqui pra frente, deve ficar cada vez mais preso.