quarta-feira, 26 de setembro de 2018

“Bora, gente, mais um esforcinho e a gente joga o nazista para fora do 2° turno”, diz jornalista da Folha

Nesta segunda-feira (23), em sua conta oficial no Twitter, o jornalista Rodrigo Salem, da Folha de São Paulo, fez um apelo contra o líder das pesquisas presidenciais, Jair Bolsonaro.
Em publicação, Rodrigo escreveu: “Bora, gente, mais um esforcinho e a gente joga o nazista para fora do segundo turno, o que me deixaria muito orgulhoso desse país”.
A declaração do jornalista foi referente ao último levantamento do IBOPE, no qual mostra um congelamento nas intenções de voto de Jair Bolsonaro, candidato do PSL e um crescimento de Fernando Haddad, presidenciável pelo PT.
Em pouco tempo, o conteúdo viralizou no Twitter e usuários da rede rebateram o comunicador.
“6k de seguidores, chama uma pessoa de nazista sem provas e ainda tem perfil verificado, parabéns pro Twitter Brasil e sua péssima administração. Otário merecia um processo por isto”, disse um internauta.
“Você é tão insignificante, que para chamar atenção, fez uma matéria ridícula. Nazista é você e toda sua turma”, respondeu outra usuária da rede.


terça-feira, 25 de setembro de 2018

Na primeira entrevista após atentado, Bolsonaro se emociona e diz que Adélio Bispo não agiu sozinho

O candidato do PSL nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, deu a primeira entrevista após o atentado que sofreu durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG) no último dia 6. 

A conversa com o jornalista Augusto Nunes, da Rádio Jovem Pan, foi realizada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e transmitida pelas redes sociais. 

O candidato chorou e disse ter convicção de que o agressor Adélio Bispo de Oliveira não agiu sozinho.

Assista:


fonte: Rádio Jovem Pan

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Erro estratégico de Alckmin revela a verdadeira face do PSDB, “coirmão” do PT

O PSDB vem ao longo do tempo fazendo uma invencível dobradinha com o PT.

Publicamente trocam ‘farpas’, mas nos bastidores sempre se acertam e sucessivamente governam o país e os seus principais estados há mais de duas décadas.

O próprio Geraldo Alckmin já governou São Paulo, o mais poderoso estado da federação, por 4 vezes.

No pleito atual, Alckmin escolheu como alvo principal o candidato Jair Bolsonaro, atacando-o de maneira sórdida, cruel, impiedosa e rasteira.

Poupou o PT, poupou o presidiário, poupou Haddad, almejando um 2º turno entre os dois coirmãos. Não adiantou. Alckmin estagnou e Bolsonaro continuou crescendo.

Ato contínuo, FHC anunciou aliança PT e PSDB no 2º turno, contra o inimigo comum, Jair Bolsonaro.

Caiu a máscara!

artigo de Amanda Acosta, em 23/09/2018

Cientista político elucida os motivos que levarão Bolsonaro a derrotar “O Mecanismo”

Estamos presenciando um fenômeno eleitoral no Brasil. Quer você goste ou não da pessoa que está no epicentro deste furacão, o fato é incontestável! 

Acompanhamos atônitos, um candidato a presidente sendo recebido e ovacionado por multidões eufóricas em qualquer lugar deste país que ele chegue. E o mais incrível é o coro quase unânime e uníssono: “Eu vim de graça”! 

O cara não precisa fazer esforço nem gastos para arrebanhar multidões frenéticas em busca de um “self” ou somente para demostrar sua disposição de votar nele. 

Aí, vem o mais inacreditável ainda: Tudo isso, e muito mais, ocorrendo contra todo um sistema político e ideológico que vem comandando o Brasil há cerca de trinta anos!

Autoridades políticas rançosas e bolorentas, grande mídia encaixada no esquema, intelectuais e artistas adeptos e parasitas de verbas públicas, Universidades aparelhadas que não estão lá para ensinar e dialogar com as diversidades de ideias e sim para impor somente as suas...

Toda esta máquina enferrujada e pejada de corrupção, burocracia e fome de poder, com todos seus recursos lícitos e ilícitos, tentando, pelo menos, frear a ascensão do seu único concreto adversário.

Uns embasbacados, outros incrédulos, muitos irados, todos perplexos com a total impotência de seus ardis e ataques orquestrados contra um só homem, um reles deputado federal sem expressão nacional pregressa e sem apoio ou conluios espúrios com o “sistema”!

Será mesmo? Ele é tão perfeito assim? O que este homem tem de extraordinário e anormal?

A resposta é simples e clara: Nada!

E é exatamente este seu cacife. Ele é uma pessoa comum, com seus defeitos que cada um de nós carrega; com sua vontade de ver um país com menos corrupção, menos “esculhambação”, menos desinformação e menos bombardeamento da família etc.

O que seus adversários ainda não entenderam é que a questão não é o Bolsonaro; o problema é com eles! O povo não está votando propriamente no Bolsonaro. O povo está “desvotando”, isto é, rejeitando, repugnando (no cearês: “Ripunando”) os demais!

Não é questão de escolher o mais culto, o mais “preparado”, o mais isso ou mais aquilo... É repulsa mesmo!

Contra o Sistema corrupto, apátrida e diabólico que nos encharca, empanzina e causa náuseas.

O brasileiro não escolheu Bolsonaro; ele simplesmente está no lugar certo e no momento exato. A maioria, mesmo inconscientemente, está votando em si mesmo. Apenas se achegou a um porta-voz que ia passando e dizendo muito daquilo que você e eu queríamos dizer. Aquilo que estava engasgado há tempos.

Grande parte do Brasil está vomitando sobre os candidatos do Sistema todo o nojo desta classe política que nos deixou empanzinados de mentira, roubalheira, insegurança e medo.

E quanto mais batem no “porta-voz”, mais batem na honra de quem quer falar e reclamar pela boca dele.

Colocam dez notícias pejorativas por hora contra ele, mas ao mesmo tempo, cada notícia de corrupção; cada vídeo de um assalto; cada latrocínio; cada dinheiro na cueca; cada escárnio contra a fé; cada doutrinação de imoralidade infantil; cada nome de blasfêmia... Torna-se uma propaganda gratuita deste perseguido “Porta-voz”!

Dizem que se conselho fosse bom não se dava, se vendia. Então vou vender um, “fiado”, pros políticos do Sistema: Deixem de bater no povo através do seu Porta-voz. Tentem se reinventar; a maioria já está enfastiada desta mesma conversa fiada que vocês estão oferecendo.

O brasileiro já desistiu de um inexistente “salvador da pátria”. Está resolvendo salvá-la numa união popular poderosa e voluntariosa jamais vista em nossa história! Se “todo poder emana do povo”, basta só mais alguns  acordarem pra esta união. Hoje está se entendendo a força que o povo tem. Sem comando de nenhum populista aproveitador, mas aproveitando-se de um ser “normal” que resolveu dar a cara à tapa... E a boca ao povo!"

(Texto que circula nas redes sociais, cujo conteúdo é atribuído ao cientista político R. Bastos)

Bolsonaro eleito no primeiro turno?

O derretimento de Ciro Gomes na pesquisa FSB/BTG mostra que o presidente pode ser eleito no primeiro turno.

Só sobraram Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, com mais de 60% dos votos válidos.

Agora depende dos 16% de eleitores de Geraldo Alckmin, João Amoêdo, Henrique Meirelles e Alvaro Dias, que podem optar pelo voto útil para derrotar o poste de Lula.

Ciro despenca

Quem mais perdeu na semana passada foi Ciro Gomes.

De xingamento em xingamento, ele despencou de 14% dos votos para apenas 10%, segundo a pesquisa do BTG Pactual.

Seu papel agora é torpedear Jair Bolsonaro para tentar ganhar uma vaguinha no governo do PT.

domingo, 23 de setembro de 2018

Líderes religiosos se levantam em apoio a Bolsonaro e são intensamente aplaudidos

Em um ato pró-Bolsonaro, líderes religiosos conclamaram a população a participar do processo político e a escolher cuidadosamente seus representantes no Congresso. 

Ao manifestar seu apoio ao candidato, foram intensamente aplaudidos. 

ASSISTA:

Petistas tentam fazer campanha em Brasília e são humilhados pelos cidadãos

Na "Feira dos Importados", um importante centro comercial de Brasília, houve uma tentativa de comício petista, que não foi bem recebida pela população. 

Os discursos do comício tiveram como resposta gritos de "É Bolsonaro". 
Assista:


Parlamentares alteram Wikipedia para esconder escândalos

O Globo identificou pelo menos 32 políticos, deputados e senadores que tiveram suas páginas alteradas na Wikipedia para esconder votos polêmicos e outros escândalos.

Entre os nomes listados, estão os senadores Flexa Ribeiro e Hélio José, além dos deputados Carlos Zarattini, Aguinaldo Ribeiro  e Herculano Passos.

A maioria das publicações, registra o jornal carioca, parte de computadores ligados à rede da Câmara e do Senado.

O senador Flexa Ribeiro, por exemplo, teve sua página alterada por um computador da rede do Senado. Com a modificação, trechos mencionando a prisão temporária do político durante a Operação Pororoca, em 2004, foram retirados.

Ciro sobre Haddad: “O Brasil não pode ter um presidente por procuração”

Com agenda em três estados do Nordeste neste domingo, Ciro Gomes voltou a elogiar Lula e disse, em indireta a Fernando Haddad, que o Brasil “não pode ter um presidente por procuração”.

Ciro também criticou a gestão do poste na prefeitura de São Paulo dizendo que quando o petista tentou se reeleger, foi “rejeitado pela esmagadora maioria das pessoas que votaram nele”.

“Haddad perdeu em todas as urnas de São Paulo, em 100% dos bairros pobres. Isso deveria pôr o brasileiro para pensar um pouco”.

Os planos de Bolsonaro contra o crime

O general Augusto Heleno está preparando o programa de Jair Bolsonaro para o combate à criminalidade.

O UOL resumiu os pontos principais do plano:

“Na área de segurança, o grupo traça estratégias para combater a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas, armas e madeira. Para o grupo, rastrear o dinheiro movimentado nessas atividades é a melhor forma de combater o crime organizado.

Em paralelo, defendem investir em dois programas das Forças Armadas de monitoramento de fronteiras, o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) do Exército, e o Sisgaaz (Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul), da Marinha, e aumentar os esforços diplomáticos para convencer países vizinhos a reprimir mais o tráfico.

Eles ainda discutem como integrar a troca de informações de inteligência da Polícia Federal com polícias estaduais.

Para a equipe técnica de Bolsonaro, as Forças Armadas terão papel de destaque na segurança pública (…).

Também entendem que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica devam continuar a ser usados em operações de Garantia da Lei e da Ordem.”

“Lá no sul é muito forte, a força desse discurso nazista”

Ciro Gomes segue sem papas na língua, em um comício recente afirmou:
“Lá no sul é muito forte, a força desse discurso nazista”.
Eu sou sulista, morei em dois estados do sul e desconheço essa suposta “força” do nazismo aqui. Ciro, se informe melhor antes de fazer comentários como esse que só alimenta xenofobia e divisão em nosso país.

Assista:


Só 1% dos projetos de deputados que tentam a reeleição em 2018 viraram lei

Autores de aproximadamente 10 mil propostas legislativas nos últimos quatro anos, deputados federais que buscam reeleição viram apenas 1% desse total ser transformado em lei.


Levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo detalha a atividade parlamentar dos 452 deputados que assumiram o mandato em algum momento desta legislatura e agora buscam a reeleição em 2018.

Nos últimos quatro anos, foram aprovados 114 dos 10,2 mil projetos apresentados por esses parlamentares. E 80% dos deputados que tentam recondução não conseguiram transformar em lei nenhuma das propostas que apresentaram.

É o caso de Carlos Bezerra (MDB-MT). Autor de 210 propostas protocoladas desde 2015, ele encabeça a lista dos que apresentaram o maior número de proposições. Nenhuma, porém, foi aprovada.

“A tramitação lá da Câmara é lenta. A burocracia ali é infernal. Deviam ser mais rápidas as coisas ali”, afirma.

Do outro lado, os parlamentares que mais aprovaram projetos nesta legislatura foram Paulo Teixeira (PT-SP), Laura Carneiro (DEM-RJ), Diego Garcia (Podemos-PR) e Evair Vieira de Melo (PP-ES), com três aprovações cada.

Apenas um dos parlamentares, porém, apresenta índice de 100%. O suplente Flavio Nogueira (PDT-PI), que teve breve passagem pela Casa entre 2015 e abril de 2016, assinou a autoria de apenas um projeto, que virou lei. 

O texto é a polêmica aprovação da fosfoetanolamina, a “pílula do câncer” cujo estudo foi descontinuado por falta de eficácia e que teve seu uso aprovado pelo Congresso em 2016.

Além dele, também assinam o texto do remédio a deputada do DEM (Carneiro) e o deputado do Podemos (Garcia), além de outros 15 deputados.

Parte do que foi aprovado teve como autor mais de um deputado. É o caso da cessão onerosa, que altera regras do pré-sal. A proposta foi apresentada em 2016, concluída em 2018, e é atribuída a sete parlamentares.

“É importante aprovar com vínculo com a sociedade”, afirma Paulo Teixeira. Entre os projetos aprovados pelo parlamentar está o que regulamenta que os prazos do processo trabalhista são contados somente em dias úteis.

Ele afirma que o baixo número de aprovações se deve à Mesa Diretora da Casa, que tem prerrogativa de pautar.

“O foco deles não é o de aprovar boas matérias, estão muito subjugados ao interesse do Executivo”, diz. 

Alguns dos projetos aprovados pelos campeões de rendimento são simbólicos. É, por exemplo, o caso do Dia Nacional do Ciclista —assinado, entre outros, por Vieira de Melo e Paulo Teixeira— ou o Dia Nacional do Exportador, de autoria de Garcia.

Segundo o professor emérito do instituto de ciência política da UnB (Universidade de Brasília) David Fleischer, o alto número de projetos apresentados pode ser explicado por uma necessidade dos parlamentares de “mostrarem serviço” para suas bases, a fim de garantir a reeleição.

“Ele apresenta uma coisa que é inviável, que não é levada adiante nem pelo líder do seu partido, para mostrar ao seu eleitorado que está trabalhando. O eleitor não vai saber se foi aprovado ou não, mas ele vai se vangloriar, pode dizer ‘apresentei para beneficiar vocês’”, diz.

Na avaliação de Mozart Vianna, que trabalhou no Legislativo por 40 anos, 24 deles como secretário-geral da Mesa, a atuação parlamentar não é medida apenas pelo número de projetos que vão até o fim.

“Ele pode também ser relator, debater, emendar. Às vezes ele não é o autor do projeto, mas fez emendas importantes a ele”, afirma.

Vianna explica que propostas vindas do Executivo tendem a tramitar mais rápido que aquelas apresentadas por parlamentares e que, por isso, muitas vezes são encampadas pelos deputados em detrimento de seus próprios textos. Isso porque as propostas do governo tendem a ter prioridade, muitas vezes com urgência constitucional.

Além disso, é possível juntar projetos que tratem do mesmo assunto. 

“E na hora de votar, depende de acordo político, que [o parlamentar] não tem. Apresentar projeto é uma coisa, aprovar é outra”, afirma.

A Folha também analisou o comportamento em votações de grande repercussão dos últimos quatro anos.

O levantamento mostra que entre os parlamentares que tentam reeleição e votaram no processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), 70% foram a favor da perda do mandato da petista.

O apoio à regra que estabeleceu um teto para o crescimento dos gastos públicos ultrapassou 75%. Na análise da reforma trabalhista, 62% dos que participaram da votação foram a favor do projeto.

Os dados mostram ainda que a maior parte deles votou pelo arquivamento das denúncias de corrupção que envolveram o presidente Michel Temer (MDB).

Os deputados que tentam renovar o mandato faltaram, em média, a uma de cada quatro votações em plenário.

O número inclui as ausências não justificadas e as justificadas, como as relacionadas a problema de saúde, missão oficial ou atividade parlamentar nos estados. Nesses casos, não há desconto no salário do deputado.

Entre os que cumpriram os quatro anos de mandato, José Otávio Germano (PP-RS) foi o que mais faltou às sessões, com 619 ausências em 854 votações —72% do total.

A equipe do parlamentar afirma que ele sempre foi assíduo às sessões, mas um problema de saúde fez com que se afastasse em ocasiões deste mandato, com a devida justificação à Casa.

No caso de licença por mais de 120 dias corridos, o deputado deve ser substituído pelo suplente. O gabinete de Germano informou que os afastamentos dele não atingiram esse prazo em nenhuma das ocasiões.

O levantamento do jornal também detalha a evolução do patrimônio desses parlamentares. Com a maior variação percentual aparece a deputada Tereza Cristina (DEM-MS), que multiplicou o patrimônio declarado em quase 500 vezes —de R$ 10,3 mil em 2014 para R$ 5,1 milhões neste ano.

A deputada afirmou que declarou neste ano seu patrimônio em conjunto com o marido, que teria recebido uma herança, o que explicaria o crescimento de 2014 para cá.

No sentido oposto há, por exemplo, o deputado Alfredo Kaefer (PP-PR), que declarou ter perdido 99% do patrimônio, caindo de R$ 108,6 milhões em 2014 para R$ 1,3 milhão neste ano.

O deputado explica que, em processo judicial que envolveu a falência de uma das empresas da qual era sócio, o juiz retirou quase todos os bens de seu controle patrimonial.

Ele diz que conseguiu reverter a sentença, mas ressalta que, ainda assim, perdeu muito dinheiro.


Temer viaja a Nova York para participar da Assembleia Geral da ONU e Toffoli assume Presidência

O presidente da República, Michel Temer, embarcou por volta do meio-dia deste domingo (23) para Nova York, nos Estados Unidos, onde participará da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Com a viagem do emedebista para o exterior, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, vai assumir a Presidência da República assim que Temer deixar o espaço aéreo brasileiro.

O presidente do Supremo é o quarto da linha sucessória. Como o país está sem vice-presidente, o segundo sucessor seria o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O terceiro seria o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Os dois, no entanto, também saem do país quando Temer viaja porque podem ficar inelegíveis caso assumam a Presidência. Ambos são candidatos à reeleição.

De acordo com a assessoria de Eunício, o emedebista fará uma viagem particular para a Argentina. A assessoria de Rodrigo Maia informou que o presidente da Câmara também sairá do país, mas não divulgou o destino.

Discurso de abertura

Como tradicionalmente acontece, o chefe do Executivo brasileiro fará o discurso de abertura da assembleia. O Itamaraty não antecipou os temas que Temer deve abordar durante o pronunciamento.

No entanto, de acordo com o subsecretário-geral de assuntos políticos multilaterais, Europa e América do Norte, Nelson Tabajara, o multilateralismo é um dos aspectos que devem ser citados ao longo do discurso.

A defesa de uma reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas é outro tema que deve estar na pauta.

Antes do discurso, Temer terá uma breve conversa com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres.

Colômbia

Durante a participação na Assembleia Geral da ONU, Michel Temer terá uma reunião com o presidente da Colômbia, Iván Duque, eleito em junho deste ano.

Essa será a única agenda bilateral prevista até o momento durante a viagem aos Estados Unidos. O encontro foi um pedido dos colombianos e deve ocorrer antes de reunião de presidentes do Mercosul, na próxima terça-feira (25).

O país vizinho tem recebido a maior parte de imigrantes da Venezuela. No mês passado, o país concedeu permissão para 440 mil venezuelanos em situação irregular, para que possam  permanecer na Colômbia por dois anos.

Conselho de Segurança e migração

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, vai participar de encontro do chamado G4, grupo formado por Brasil, Alemanha, Índia e Japão, que defende uma reforma na composição do Conselho de Segurança da ONU. Os quatro países querem assento permanente no colegiado.

“Queremos retomar uma dinâmica maior e começar a fazer propostas mais concretas. Esse tema tem vários grupos e várias fórmulas que correm paralelamente ao G4. Mas achamos que a nossa é representativa, cobre países importantes que deveriam estar no conselho de segurança”, disse Tabajara, durante entrevista a jornalistas na última sexta-feira (21).

O tema da migração será foco de outro evento no âmbito das Nações Unidas, o chamado "Road to Marrakesh", prévia de uma conferência internacional no Marrocos, em dezembro, sobre o assunto. O chanceler Aloysio Nunes representa o Brasil nessa agenda, registra o site Folha Política.

Bolsonaro apresenta boa evolução e deu início a dieta leve, informa hospital

O deputado Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, demonstra boa evolução clínica, sem dor, sem febre ou outros sinais de infecção, informou há pouco o Hospital Albert Einstein, em novo boletim médico. Segundo o hospital, o presidenciável não apresenta disfunções orgânicas e seus exames laboratoriais estão estáveis.


Bolsonaro está internado desde o início deste mês, depois de levar uma facada no abdome, durante uma agenda de campanha em Juiz de Fora (MG). O parlamentar, que vinha apresentando melhora progressiva, apresentou na semana passada um acúmulo de líquido na região abdominal. Segundo o boletim, o dreno que havia sido colocado no abdome do parlamentar por conta disso foi retirado hoje pela equipe de radiologia intervencionista.


"Devido à boa aceitação da dieta pastosa e recuperação dos movimentos intestinais, hoje ele passou a receber uma dieta leve", prossegue o boletim, assinado pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, o clínico e cardiologista Leandro Echenique e o diretor superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo.

Ainda segundo os médicos, estão sendo mantidas medidas de prevenção de trombose venosa, sendo realizados exercícios respiratórios de fortalecimento muscular e períodos de caminhada fora do quarto. 

Ciro sobre jovens criminosos: “Fuzil pode ser o pau grande que ele não tem”

Ciro Gomes, em entrevista à Rádio Autêntica Favela, de Belo Horizonte, disse que o problema da violência no país são as facções como o PCC e o Comando Vermelho que recrutam os “aviões” entre os menores de idade das favelas, registra O Antagonista.

“Temos o PCC e o CV, e agora uma facção abestada no Ceará, a GDE. E o PCC, que é mais esperto, usa essa meninada do GDE e coloca uma metralhadora na mão dele, um fuzil pesado, uma AR15, e aquele menino que talvez o pau seja pequeno, acha que aquele fuzil pode ser o pau grande que ele não tem”.

Haddad vaiado em Pernambuco

Em ato de campanha em Pernambuco na manhã deste sábado, Fernando Haddad foi vaiado por militantes petistas ao mencionar os nomes de Renata Campos e João Campos — viúva e filho de Eduardo Campos respectivamente.

Parte do público, registra a Folha, também vaiou por várias vezes o governador do estado, Paulo Câmara, que foi chamado de golpista.

Câmara apoiou o impeachment de Dilma Rousseff.

Alvaro Dias alfineta FHC

Alvaro Dias também bateu na ideia de FHC de unir o centro.

Em evento de campanha em Curitiba, o candidato do Podemos disse neste sábado que o primeiro passo para uma união de forças ao centro seria a retirada da candidatura do PSDB.

“O PSDB já perdeu quatro vezes para o PT e perderá a quinta. Portanto, é hora de oferecer espaço para uma outra alternativa”.

TRE limita eventos com apresentador Ratinho em campanha do filho

O juiz Gilberto Ferreira, do TRE, determinou que atos com a presença do apresentador Ratinho, pai do candidato ao governo do Paraná Ratinho Júnior, não sejam animados ou apresentados por ele, nem anunciados dando destaque à sua participação.

Para Ferreira, a figura do pai do candidato vinha sendo usada para “atrair um público maior aos comícios de Ratinho Júnior”, o que extrapola os limites da liberdade de expressão.

“Não se pode impedir que o cidadão Ratinho preste apoio ao filho durante a campanha eleitoral, inclusive participando de comícios e eventos. Contudo, deve-se evitar o abuso desse direito”, escreveu o juiz.

Ciro sobre Bolsonaro: “Vou derrotar esse vagabundo fascista”

Em ato de campanha em Salvador (BA) na noite deste sábado, Ciro Gomes, ao discursar em cima de um trio elétrico, chamou Jair Bolsonaro de “vagabundo fascista”, registra o Estadão.

“Vou derrotar esse vagabundo fascista que critica mulher que cria filho sozinha, lutando pelo seu sustento”.

sábado, 22 de setembro de 2018

Bolsonaro recebe alta da unidade semi-intensiva

Jair Bolsonaro recebeu alta do tratamento semi-intensivo na manhã deste sábado (22).

O candidato foi transferido para um quarto e continuará com a dieta oral.

Os médicos do hospital Albert Einstein também começaram a reduzir o fluxo de alimentação parenteral de Bolsonaro. Segundo boletim, ele está aceitando bem os alimentos por via oral.

HADDAD É DETONADO EM DEBATE NA TV

Um dia depois de viver o seu pior momento na campanha eleitoral, quando foi flagrado desacatando e ofendendo um adversário que se encontra dentro de um hospital, justamente por ter sido vítima da violência da esquerda brasileira, o candidato Álvaro Dias conseguiu se redimir brilhantemente. 

No debate desta sexta-feira (21) ele simplesmente destruiu o petista Fernando Haddad. 

A cena foi humilhante e devastadora. 


"Você vem para essa campanha como porta-voz da tragédia, representando o caos. O PT se transformou na filosofia do fracasso", disse Dias, afirmando que a legenda petista "se especializou em distribuir a pobreza" e que a família brasileira era vítima de desigualdade social gerada por governos do PT. 

ASSISTA:

Padre com meio milhão de seguidores declara voto em Bolsonaro

O padre cantor carismático Cleidimar Moreira, com 470 mil seguidores no Facebook e 50 mil no Twitter, declarou apoio a Jair Bolsonaro.

“Dos candidatos de esquerda, não voto em nenhum”, diz em vídeo recente o religioso, que já foi da megacomunidade católica Canção Nova e atualmente atua na Arquidiocese de Goiânia.

“Precisamos de uma mudança”, continua ele, tecendo elogios ao candidato do PSL, “ficha limpa” e “contra a ideologia de gênero”.

Ele diz, ainda:

“Se colocarmos no poder, novamente, os políticos corruptos, nós seremos julgados pelo mesmo pecado de corrupção e pelo pecado da iniquidade.”

Em postagens nas suas redes sociais, o padre publica imagens com os dizeres “Se o Bolsonaro não pode fazer campanha, eu faço por ele” — em alusão à internação do candidato após o atentado em Juiz de Fora — e “A partir de 2019, o Brasil será um novo país. Bolsonaro presidente”.

E se Bolsonaro ganhar? Como governar?

Diogo Mainardi defende, na Crusoé, que os candidatos que provavelmente não estarão no segundo turno comecem desde já a negociar com Jair Bolsonaro.

É uma maneira de garantir a governabilidade, em caso de vitória de Bolsonaro:

“João Amoêdo tem de conversar com Jair Bolsonaro sobre economia e reforma política. Alvaro Dias é a garantia de continuidade da Lava Jato. Henrique Meirelles tem seus técnicos no Ministério da Fazenda e no Banco Central.”

JOICE DESMONTA AS FALÁCIAS CONTRA BOLSONARO

A jornalista Joice Hasselmann desmonta as falácias contra Jair Bolsonaro.

Assista:

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Ciro chama Bolsonaro de “nazista filho da puta”

O candidato do PDT, Ciro Gomes em comício em Goiânia chamou o candidato do PSL de “nazista filho da puta” após um apoiador de Bolsonaro se envolver em uma confusão no comício.
Mais uma vez Ciro se desequilibra e mostra sua personalidade polêmica, registra o site Conexão Política.

ALERTA ELEIÇÕES 2018


Uma ameaça real que muitos não estão percebendo...

Mais importante que um nome, mais importante que um candidato !
ASSISTA:

BOLSONARO FAZ NOVO PRONUNCIAMENTO DO HOSPITAL DIA 21 DE SETEMBRO

Bem mais disposto e otimista, Bolsonaro faz novo pronunciamento na manhã desta sexta-feira, 21 de setembro.

Assista:

O plano de Haddad para tirar Lula da cadeia

O PT estuda a melhor maneira de tirar Lula da cadeia depois da vitória de Fernando Haddad.

A reportagem de capa da Crusoé diz que “o indulto presidencial não é tratado como o caminho preferencial em caso de vitória, mas está longe de ser descartado. O ideal, na visão da cúpula do partido, seria promover uma concertação entre os Três Poderes. Paralelamente, para livrar Lula da prisão, o partido segue apostando em uma solução ‘de fora para dentro’. O plano é insistir na cantilena de que o Comitê de Direitos Humanos da ONU tem autoridade para declarar a prisão injusta e, no ano que vem, caso Fernando Haddad ganhe a eleição, usar essa balela para embasar um processo que resulte na libertação do ex-presidente.”