sábado, 29 de setembro de 2018

Lula sai da cadeia, Dallagnol entra

Se Fernando Haddad for eleito, Lula sai da cadeia e os procuradores da Lava Jato entram no lugar dele, registra O Antagonista.

O Estadão informa que “o corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel, comunicou a Dias Toffoli a abertura de Processo Administrativo Disciplinar contra o procurador Deltan Dallagnol”.

Um apelo à razão contra o fanatismo do impossível

Algumas pessoas falam que é fanatismo defender Bolsonaro no propósito de derrotar o socialismo petista nestas eleições. Muitas dessas pessoas são aquelas tomadas pela incrível “vontade de acreditar”, pessoas que consideram ser possível vencer uma eleição com as máximas “os últimos serão os primeiros”, “não desisto nunca”, “tem muito chão até o dia 7”, “rumo à vitória”, “vamos virar o jogo a uma semana das eleições” etc.
Pouco mais de uma semana para as eleições e: não, os últimos continuarão sendo os últimos e somente os primeiros vão protagonizar a decisão, os dois primeiros, no caso. É assim que funcionam as eleições, não é mesmo? Isso, senhoras e senhores, não é fanatismo, é realismo sereno, é a sanidade ainda presente. É pé no chão.
Entendo o deslumbramento com novos players em momento de total ressaca política, eu mesmo já me empolguei com isso antes de ser trazido para solo firme. A maturidade política, porém, não nos permite apostar em paixões em momentos de combate tão sérios como este, em que devemos escolher também, não de modo menos importante, o que não queremos de jeito nenhum. Quem quer lutar tanto pela mudança e morrer em combate?
Calma, turma. Calma. Antes de morrer, todo mundo vai poder votar em quem quiser, se assim desejar. Agora, aqui do fogo cruzado, precisamos garantir nossa sobrevivência e a sobrevivência das ideias que vocês (nós) defendem(os).
Sem fanatismos, vamos à razão! Fora, PT!

texto de Guilherme L. Campos

URGENTE: Após PRESSÃO da revista VEJA, ex esposa de Bolsonaro REVELA TUDO

URGENTE: Após PRESSÃO da revista VEJA, ex esposa de Bolsonaro REVELA TUDO



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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

VEJA X Bolsonaro: o sensacionalismo por trás de um processo de pensão alimentícia e guarda

Todos sabíamos que seria a eleição da “guerra da informação”.
Todos sabíamos que o nível do debate e das acusações poderia cair.
Só não imaginávamos que cairia tanto.
Depois de uma semana inteira de “fake news” contra Bolsonaro, eis que a Revista Veja traz em sua matéria capa – recheada de sensacionalismo – informações sobre um processo de natureza familiar, envolvendo Bolsonaro e sua ex-mulher Ana Cristina Siqueira Vale, empregando ares de grande escândalo ao que não passa de uma situação corriqueira em ações dessa natureza.
Em ações de divórcio, alimentos ou qualquer outra na seara do Direito de Família, é normal que os ânimos estejam por demais exaltados e, não raras vezes, as partes envolvidas fazem as mais absurdas acusações, ainda que sem fundamento ou prova alguma, com o único objetivo de ferir a parte contrária.
Ora, não é preciso ser um especialista em Direito para entender a situação.
Existe um jargão muito conhecido no meio jurídico que diz o seguinte: “a quem acusa, cabe o ônus da prova, e alegar sem provar, é o mesmo que não alegar”.
Houve acusações a Bolsonaro no processo em questão?
Sim.
Mas essas acusações foram comprovadas?
Não.
Tais acusações são verídicas?
Certamente que não.
Como posso afirmar isso, mesmo sem conhecer o processo a fundo?
É simples. O processo correu em uma Vara de Família, como todos dessa natureza. Se tais acusações de “ocultação de patrimônio”, “recebimentos ilegais” e até “furto de cofre” fossem verídicas, certamente teriam se encaminhado para a esfera criminal, o que não ocorreu.
Na quase totalidade dos casos de divórcio litigioso e discussões sobre pensão alimentícia, é normal “inflar” as ações com todo e qualquer tipo de informação – ainda que estas não possam ser comprovadas – de modo a pressionar a outra parte a ceder em direção a um possível acordo.
Isso é absolutamente normal e não causa qualquer estranheza.
O que nos causa estranhamento é o fato de a VEJA tratar uma “briga de casal” como uma “ameaça à democracia”, a ponto de estampar essa intimidade em sua reportagem, com fins claramente eleitorais.
Aliás, pensando bem, não há estranhamento algum, uma vez que a mídia já mostrou o seu lado – e posso afirmar que não está do lado da verdade, registra o site Conexão Política.

Porque eu apoiava Amoêdo e hoje apoio Bolsonaro?


Sou formado em arquitetura e urbanismo pela UFES, mas trabalho como artista plástico desde 1999. Vivo exclusivamente de vender pinturas para pessoas e empresas comuns. 

Sete anos atrás comecei a ler e escrever sobre liberalismo. Publiquei mais de 300 artigos no IL e no ILISP, muitos criticando Bolsonaro. Com muita satisfação, vi o movimento liberal ganhando público. Vinha até aqui apoiando a candidatura de João Amoêdo. Na semana passada, eu estava procurando uma camisa do NOVO para comprar. Então, me dei conta de que estou fazendo o jogo do PT. Eu e muitas outras pessoas. O PT está manipulando até os anti-petistas. 
Permita-me gritar uma verdade em seu ouvido: ESTAMOS NO BRASIL!
Aqui, meu amigo, um cidadão comum não tem condições de alimentar purismos ideológicos durante uma campanha eleitoral. 
Imersos nessa tragédia democrática, nosso principal esforço deve ser tirar o PT do poder, não levantar bandeirinhas legais que nos fazem sentir pessoas puras. ESTAMOS NO BRASIL!
Tudo o que o PT quer é que, nesse primeiro turno, liberais mantenham o idealismo e votem no Amoêdo, que os social-democratas votem em Alckmin, que os paranaenses votem no Álvaro Dias, que os “sustentáveis” votem na Marina. Isso dilui o anti-petismo, não permitindo que uma massa de pessoas vote em Jair Bolsonaro, o único candidato que pode derrotar o PT em todo o seu significado. 
A campanha contra Bolsonaro é apenas mais um factoide que a esquerda criou para beneficiar o PT. 
Uma pergunta: qual o sentido de se votar no João Amoêdo por idealismo e logo depois ver a classe política comemorando a vitória do Haddad, a liberdade de Lula e a continuação do sistema do qual todos nós reclamamos?
O fato é que se o Brasil virar uma Venezuela, João Amoêdo vai pegar sua fortuna e vai morar num país desenvolvido, enquanto eu vou para a sarjeta, revirar o lixo atrás de comida.
Não estou exagerando. Tudo o que está sendo tentando aqui foi realizado na Venezuela; e tudo o que foi feito por lá, teve o apoio de pessoas como Fernando Haddad, Lula, Dilma… e dos artistas que estão hoje engajadíssimos na campanha “elenão”.
Os venezuelanos nunca imaginaram que se tornariam a próxima Cuba. 
Mais seis perguntas:
1 – No país com as maiores taxas de violência, com os piores índices de saúde e de educação, com uma altíssima taxa de desemprego, as pessoas precisam se preocupar mesmo é em impedir que um homem grosso como Bolsonaro chegue ao poder? 
2 – No país onde organizações como CUT, MST e o MTST promovem frequentes invasões e depredações de propriedade privada, onde lideranças da esquerda fazem frequentes ameaças à juízes, promotores e jornalistas, onde pessoas comuns são xingadas de fascistas simplesmente por não serem de esquerda, o problema está mesmo nas infelizes metáforas de Bolsonaro?
3 – No país onde metade da população ganha até um salário mínimo, onde metade das residências não tem acesso a rede de esgoto, onde 20% dos jovens não estudam nem trabalham, onde 70% dos jovens terminam o ensino médio mal sabendo escrever o nome, a prioridade do país é eleger um presidente comprometido com a pauta LGBT e com a legalização do aborto e da maconha?
4 – No país onde três candidatos (Fernando Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos) à presidente da república prometem censurar a imprensa e a justiça, e ainda defendem a ditadura de Nicolás Maduro (que já assassinou 8,2 mil pessoas nos últimos três anos, segundo a ONG Anistia Internacional), a grande ameaça à democracia brasileira é Jair Bolsonaro?
5 – No país onde grupos de esquerda promovem frequentes protestos violentos, os extremistas são os apoiadores de Bolsonaro?
6 – Qual foi a reação dos acusados de serem extremistas quando o candidato deles sofreu uma tentativa de assassinato promovida por um militante de esquerda? Invadiram e depredaram quantos veículos de comunicação? Espancaram quantos militantes do PT nas ruas? Atearam fogo em quantos ônibus? Bloquearam quantas estradas? 
Gente, pelamordedeus… Parem de fazer o jogo do PT! 
Nosso problema é o PT, é o Lula. Eles representam uma organização criminosa que está controlando tudo e todos. A maior recessão e o maior esquema de corrupção da história foram promovidos pelo PT, não por Jair Bolsonaro. 
O PT vem fraudando as eleições desde 2002 por meio de sucessivas campanhas financiadas com dinheiro ilegal.
Em 2014, Dilma fraudou as contas do governo para enganar 50 milhões de eleitores. 
Em 2015 ela sofreu o impeachment mas, num acordão entre PT e MDB, teve seus direitos políticos preservados. Nesse momento, Dilma lidera a disputa para o senado por Minas Gerais, estado no qual ela sequer reside. 
O PT está fraudando o atual processo eleitoral por meio de mais uma campanha ilegal, na qual mostra Lula como candidato. Promovendo o maior tumulto processual e a maior campanha difamatória da história do Brasil, o PT manteveLula no noticiário mesmo depois que ele foi preso. O PT impõem as pautas e as mentiras contra Bolsonaro e em favor de Haddad, manipulando a opinião pública. Isso é fraude! 
Ontem, o Jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem dizendo que Bolsonaro havia ameaçado de morte a ex-mulher. Hoje, ela gravou um vídeo desmentindo. É isso o que está acontecendo o tempo inteiro.
A pecha de que Bolsonaro odeia gays, mulheres e negros é um perverso engodo midiático que está sendo engolido por muitos anti-petistas. 
Quanto ao Fernando Haddad, ele é mais um bandido. Um bandido que não esconde de ninguém que trabalha para outro bandido, que por sua vez deixa bem claro que, se voltar ao poder, fechará todas as brechas que permitiram o impeachment e a Lava Jato.
Três semanas atrás, Fernando Haddad foi denunciado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ele ainda é réu noutro processo, que acusa sua campanha de reeleição para a prefeitura de São Paulo, em 2012, de ter recebido dinheiro ilegal. 
Fernando Haddad é só mais um petista. 
Prestem atenção:
Toda a esquerda liderada pelo PT está acuada. Ela sabe que agora existe uma massa gigantesca de pessoas conscientemente de direita. Mesmo que Haddad vença, eles terão diante de si dezenas de milhões de pessoas inconformadas. A hegemonia da esquerda acabou. Ela não tem mais o PSDB para compor o ilusionismo democrático. Hoje, é esquerda vs direita. 
Então, só resta uma coisa ao PT: acabar com todas as possibilidades da direita vencer essa ou qualquer outra eleição.
Passo a passo: Haddad-Lula promoverá uma grande anistia na classe política para livrar da Lava Jato pessoas como Aécio, Temer, Renan, Collor etc, ao mesmo tempo em que lançará um grande programa econômico para entorpecer trabalhadores e empresários, e a expansão de programas como o Bolsa Família para manter a fidelidade dos mais pobres. 
Enquanto a economia cresce artificialmente e o povo estiver tomado de otimismo, o PT vai aprovar – com o apoio da classe política que ele acabara de salvar − mecanismos legais de controle da imprensa, da justiça e das forças armadas, além de concentrar mais poder no executivo. 
Quando a bolha econômica estourar, o povo vai acordar mais uma vez, porém, sem liberdade para promover protestos nas ruas. A imprensa não terá mais condições de denunciar o governo. Nem a justiça. As forças armadas já estarão aparelhadas. 
Para conter as pessoas que insistirem em protestar contra o governo, Haddad-Lula criará grupos “anti-fascistas” com poder de agir com violência. 
Para explicar a crise econômica, Haddad-Lula jogará a culpa do Estados Unidos e nos capitalistas brasileiros. Criará uma crise diplomática com os americanos. Confiscará fundos e propriedades de empresários. 
A economia desabará. A pobreza e a violência urbana explodirão. 
Sob a justificativa de proteger o governo eleito democraticamente, Haddad-Lulareformará a constituição de modo que o processo democrático permita que apenas pessoas ligadas ao PT sejam eleitas. 
E assim, o Brasil já terá se tornado mais uma “ditadura democrática”, com o ideal socialista sendo atingido: todos miseravelmente iguais. 
Foi isso que fizeram na Venezuela. É isso que o PT fará aqui. Não há outra alternativa para o partido sobreviver. Ou ele transforma o Brasil numa ditadura petista, ou o PT acaba.
Faço uma última pergunta: para o que lhe servirá seu idealismo liberal ou seu repúdio à Bolsonaro se você e sua família estiverem desesperados de fome?
Repito: não faça o jogo do PT. Respire fundo e apoie Bolsonaro. E comece agora, no primeiro turno. A cada dia, o PT apresenta Haddad para as pessoas menos instruídas como o “filho de Lula”; e por isso, cada vez mais se aproxima de Bolsonaro nas pesquisas, alimentando o discurso do “voto útil” do lado de lá, ou seja, do voto naquele que está “caminhando para a Vitória”. 
Ninguém precisa ser um “petista à direita”. Ninguém precisa apoiar Bolsonaro eternamente. Ninguém precisa gostar de Bolsonaro. Depois das eleições, se for o caso, volte a criticá-lo. Mas, agora, só temos ele para impedir que o PT volte ao poder.

artigo de João César de Melo.

Após diagnóstico de infecção, previsão de alta de Bolsonaro é adiada

Após constatar infecção bacteriana no catéter usado no candidato do PSL, Jair Bolsonaro, a saída do presidenciável foi adiada. A previsão inicial é que o presidenciável iria sair nesta sexta-feira, 28. De acordo com pessoas próximas ao presidenciável, o quadro foi constatado após a retirada do catéter na quarta-feira. Bolsonaro está internado no Hospital Israelita Albert Einstein desde o dia 7 de setembro após sofrer um atentado a faca em Juiz de Fora (MG) no dia 6. A informação foi antecipada pelo site BR18, do Grupo Estado.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou junto à direção do PSL, a infecção é bacteriana e foi diagnosticada no cateter retirado do Bolsonaro na quarta-feira. O boletim médico do hospital divulgado nesta quinta-feira não abordou a questão. É um procedimento comum em hospitais mandar a ponta do cateter, que fica em contato com o sangue, para exames. Isso é feito justamente para verificar se há ou não infecção. Caso seja constatada presença de bactérias, inicia-se tratamento com antibiótico, o que pode adiar a alta hospitalar. 

O jornal apurou também que a avaliação médica repassada a equipe de Bolsonaro é de que o quadro não apresenta nenhum tipo de risco e que o candidato poderia sair neste domingo, 30.  

Bolsonaro foi esfaqueado pelo pedreiro Adelio Bispo de Oliveira e precisou ser operado na Santa Casa da cidade, dia 6. No dia seguinte, ele foi transferido para o Albert Einstein, em São Paulo. A previsão inicial era de que Bolsonaro só retomaria a suas atividades no final deste mês. 

Quando ministro do Trabalho, petista Jaques Wagner defendeu fim do 13º

O PT disse em nota ser “‘inacreditável que alguém se candidate a governar o país propondo massacrar ainda mais os trabalhadores” e que “o 13º é uma conquista histórica”.

Os petistas esqueceram que Jaques Wagner, quando ministro do Trabalho de Lula, sugeriu acabar com essa “conquista histórica” ao “flexibilizar direitos trabalhistas de micro e pequenas empresas”.

Segundo Wagner, seria uma forma de reduzir a informalidade (leia abaixo).


Urgente: TRF-3 suspende entrevistas com Adélio Bispo

O TRF-3 determina a suspensão de entrevistas com Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado contra Jair Bolsonaro.

O desembargador Federal Nino Toldo concedeu liminar em mandado de segurança impetrado pelos procuradores Silvio Pettengill Neto, Silvio Pereira Amorim e Damaris Rossi Baggio Alencar.

Toldo derrubou a decisão do juiz federal Dalton Igor Kita Conrado, corregedor da Penitenciária Federal de Campo Grande, que autorizava a entrada de repórteres da Revista Veja e do SBT.

Ele concordou com o argumento dos procuradores de que Dalton Conrado tomou para si “decisão administrativa a cargo da Administração Penitenciária em notória e gravíssima violação da separação dos poderes”.

STJ nega suspender condenação de Garotinho

O ministro Gurgel de Faria, do STJ, negou um pedido de Anthony Garotinho para suspender condenação que sofreu por improbidade administrativa, registra o G1.

A condenação, imposta em maio pelo TJ-RJ, foi o principal motivo que levou o TSE a rejeitar, hoje de manhã, a candidatura do ex-governador do Rio nas eleições deste ano.

Garotinho foi condenado em segunda instância por causa de desvios de R$ 234,4 milhões do estado do Rio, em 2005 e 2006, quando ele era secretário de governo de sua mulher, Rosinha.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Procurador denuncia “golpe” em andamento no Senado para livrar Lula

Carlos Fernando Lima, procurador que deixou a Lava Jato, comentou no Facebook a notícia do portal do Senado de que a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pode aprovar, em decisão terminativa, novos critérios para a decretação de prisão preventiva após a condenação em segunda instância.

“OLHEM COMO PRETENDEM LIVRAR O LULA! DIVULGUEM E COBREM OS SEUS CANDIDATOS! Com tanto a ser feito pelo Brasil, congressistas acham tempo durante o recesso branco para criar problemas para o combate à corrupção. A CCJ do Senado Federal quer transformar a prisão em segunda instância, uma forma de execução antecipada da pena, em uma espécie de prisão preventiva, e assim livrar quem apresente garantias que não irá fugir ou cometer novos crimes (?????). O texto que será votado é um substitutivo do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 402/2015, do senador Roberto Requião (MDB-PR). A confusão é proposital, fazendo parecer que a prisão de Lula, como exemplo, seja considerada preventiva quando é, na verdade, execução provisória, que não se sujeita a contracautela.”

Ao recomendar a aprovação da proposta, segundo o portal do Senado, Ferraço observou que as mudanças sobre a prisão preventiva foram sugeridas pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). Carlos Fernando comentou:

“A menção da AJUFE também é capciosa, pois essa proposta deu-se antes da decisão do STF, que determinou outra natureza jurídica para o instituto. É preciso cuidar da esperteza de alguns quando o Brasil não está prestando atenção. Votações nas vésperas ou logo após graves acontecimentos, quando a população está ‘olhando para o outro lado’ – lembram-se do acidente da Chapecoense? – indica que há algo de podre na proposta.”

Vídeo de Daniela Mercury para campanha #ELENÃO se aproxima de 1 milhão de dislikes

Alguns artistas que aderiram à campanha "#elenão", contra o candidato Jair Bolsonaro, estão experimentando um resultado contrário ao esperado: seus vídeos da campanha obtêm uma desaprovação muitíssimo superior à aprovação. 

O caso da cantora Daniela Mercury é emblemático: com pouco mais de 17 mil aprovações (likes), o vídeo já se aproxima de um milhão de desaprovações (dislikes). 

Mc Nyk desafia artistas do #ELENAO 'Devolvam o dinheiro da Lei Rouanet , se amam mesmo o Brasil.

A cantora Monique Euller, também conhecida como Mc Nyk, respondeu a seguidores que aderiram à campanha "#elenao" lançando um novo desafio, aos artistas participantes: "Devolvam o dinheiro da Lei Rouanet. Não estão lutando pelo povo?". E questionou: "vocês estão lutando pelo povo ou pelo direito de vocês continuarem mamando na teta do governo?". 

Veja o vídeo:

Jovem homossexual é espancado e quase morre por apoiar Jair Bolsonaro

Nesta quarta-feira (26), um vídeo de um jovem homossexual espancado, começou a circular nas redes sociais.
Nas imagens, a vítima diz ter sido agredida quase até a morte por declarar apoio a Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL.
“Fale aí, o porque que ele lhe bateu”, pergunta mulher que registrava o ocorrido.
“Eu dizia pra ele que votava no Bolsonaro”, respondeu a vítima, enquanto agonizava no chão.
A equipe do Conexão Política está buscando mais detalhes sobre o caso. Em breve mais informações.
Deixamos de apresentar o vídeo por conter imagens muito fortes. 

fonte: Conexão Política

DESCONFIANÇA DUPLA: NAS PESQUISAS E NAS URNAS ELETRÔNICAS

Ainda que exista uma fartura de bons assuntos para abordar, comentar e opinar nos meus editoriais, o fato é que, gostando ou não, nada supera, neste momento, o interesse da maioria dos brasileiros do que o tema Eleições/2018.
 
NERVOSISMO
O que se vê é que quanto mais se aproxima a data do pleito mais o nervosismo toma conta dos eleitores. Isto fica bem retratado quando sai uma nova pesquisa de INTENÇÃO DE VOTO, pois aí é que os eleitores se mostram, uns contrariados, outros mais satisfeitos, dependendo dos percentuais obtidos por seus candidatos preferidos, a presidente e a governador.

CORES IDEOLÓGICAS
O que mais chama a atenção, lamentavelmente, é que alguns institutos de pesquisas, ao invés de ganhar e/ou recuperar confiabilidade e respeito, parecem dispostos a mostrar que são fabricantes de resultados que apontam mais para o lado de suas cores ideológicas.

DESCONFIANÇA NAS PESQUISAS E NAS URNAS
É possível que não seja bem assim, mas o fato é que a DESCONFIANÇA, tanto nas pesquisas quanto nas urnas eletrônicas, é algo pra lá de alarmante. Mais: vem ganhando tamanha proporção que fica quase impossível não admitir que:
1- no caso de certas pesquisas o propósito é o de INFLUENCIAR ELEITORES; e,
2- no caso das URNAS, de PRODUZIR UM VENCEDOR cuja soma dos votos a ele atribuídos seja diferente da soma dos votos digitados.

FRAUDE ESCANCARADA
Observem que este tipo de FRAUDE ELEITORAL só acontece quando os percentuais dos candidatos mais votados se equivalem, como determina o EMPATE TÉCNICO. Até porque se houver uma diferença muito grande a FRAUDE SERIA DEMASIADAMENTE ESCANCARADA e, praticamente, impossível de der aplicada.

MARGEM DE ERRO
Portanto, a tal FRAUDE NAS URNAS como milhões de brasileiros temem, está relacionada diretamente com o EMPATE TÉCNICO. É a única maneira que o TSE tem para dizer que de acordo com o que prega a MARGEM DE ERRO, qualquer um dos candidatos preferenciais poderia vencer o pleito.

texto: Gilberto Simões Pires
 

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Adélio “girou a faca dentro” de Bolsonaro, mas “ele está ótimo”, diz cirurgião

O cirurgião Antonio Luiz Macedo, chefe da equipe médica que acompanha Jair Bolsonaro no hospital Albert Einstein, disse ao Globo que o presidenciável do PSL deixará o local em “ótimas condições”, mas caberá a ele decidir sua agenda de campanha.

“Logo ele se recupera, e ele mesmo decide o que ele vai fazer. Depende apenas se ele estiver se sentindo bem. Veja bem, foi uma tentativa de assassinato. Não foi uma facada de um louco, foi uma facada de um assassino. O cara [Adélio Bispo de Oliveira] girou a faca dentro dele.”

O médico acrescentou que a viagem de Bolsonaro de São Paulo para sua casa no Rio de Janeiro poderá ser feita sem problemas.

“Ele está perfeito. Só teve aquela segunda cirurgia de urgência, mas agora ele está ótimo.”

Filho de Bolsonaro volta a criticar delegado da PF

Candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro e filho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro reafirmou hoje as críticas que o pai havia feito ao delegado da PF Rodrigo Morais.

Ex-assessor do petista Fernando Pimentel, Morais conduz o inquérito sobre o atentado a faca contra o presidenciável, ocorrido em Juiz de Fora em 6 de setembro.

Segundo Flávio, o sentimento da família é de que há um “descaso por parte de quem está tocando a investigação”.

O candidato a senador voltou a pedir que a PF substitua Morais para “colocar um delegado não que seja eleitor de Bolsonaro, mas um delegado isento. Que não vai inventar provas e nem vai deixar de ir atrás de provas”.

Nos últimos 20 dias, Jair Bolsonaro conquistou 1 milhão de novos seguidores no Instagram

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) conquistou 1 milhão de novos seguidores no Instagram durante os últimos 20 dias.
De acordo com o levantamento feito pela equipe do site Conexão Política, no dia 2 de setembro, a conta do presidenciável registrava 2 milhões de seguidores. 
No dia 22 deste mesmo mês, Bolsonaro atingiu a marca dos 3 milhões na rede social.
Registrando 30% das intenções de voto, Jair Bolsonaro é o favorito das eleições 2018.

Jean Willys reproduz “Fake News” e acusa Carlos Bolsonaro de ameaça de morte

O deputado do PSOL reproduziu em seu facebook, um texto em que afirma que Carlos Bolsonaro postou a foto de um homem morto e fez uma “ameaça de morte” a todos que usam a hashtag #elenao.

Carlos Bolsonaro, respondeu em seu Instagram:

Bolsonaro vence Haddad no segundo turno, já Alckmin não, afirma Paraná Pesquisas

O discurso de Alckmin, que somente ele venceria Haddad em um eventual segundo turno foi negado pela última pesquisa do instituto Paraná Pesquisas/Crusoé.
Jair venceria Haddad, 44×39:
Já Alckmin perderia, 36×35:

Paraná Pesquisas: Bolsonaro chega a 31% e Haddad 20%

Em pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas a pedido da revista Crusoé, Jair Bolsonaro segue na liderança e Amoêdo encosta em Marina Silva.
Confira:

BOLSONARO OU HADDAD?

Você se lembra do impeachment de Dilma Rousseff, aprovado pelo Senado Federal em 31 de agosto de 2016? Desde então, somente os petistas falam sobre o assunto por todos os seus cotovelos. Evocam-no de modo incessante, repetindo o bordão do “golpe”. Afirmam-no onde houver um microfone, uma câmera, um pedaço de papel para cartaz e um toco de lápis. Afirmam-no no Brasil para influir no exterior e no exterior para repercutir no Brasil.
Você se lembra da condenação de Lula no processo do triplex, o primeiro em que foi julgado dentre a meia dúzia em que é réu? Observe que a minuciosa descrição de provas e causas da condenação, na prática, só foi ouvida na longa leitura dos votos dos eminentes desembargadores federais do TRF-4. A sentença, contudo, não possui o dom de dar voz e propagar suas razões. Já o réu e seus seguidores, falando sem contraposição, fizeram o que mais sabem para impor sua versão. O PT domina as técnicas de convencimento por repetição exaustiva.
Recordemos. As estratégias e ações próprias da campanha eleitoral começaram no palanque da pantomima “religiosa” que antecedeu à prisão e se prolongaram no acampamento Marisa Letícia. Quando este esgotou sua capacidade de gerar repercussão, foram desencadeados os infindáveis e reiterados recursos, aos quais se somou um conjunto de iniciativas suficientes para transformar a carceragem da Polícia Federal de Curitiba em impossível, mas notório, comitê político de Lula. A fictícia pré-candidatura, cuja teimosia, durante meses, venceu a razão e se impôs à condução regular de uma efetiva execução penal, virou fantasmagórico pedido de registro, com direito a sessão de julgamento pelo pleno do TSE! Tudo antecedido por e sucedido pela mais espetacular e concentrada avalanche de baboseiras recursais já vista no Direito Eleitoral brasileiro. Quando, nos primeiros dias deste mês, a lâmpada se foi transferindo da carceragem para o poste, a versão petista da prisão política ainda encontrou bom preço. O PT vendeu como coisa séria a tese de que as razões de nosso Direito e da nossa Justiça se deveriam submeter a um papelucho expedido por duas insignificantes criaturas a serviço de um comitê chinfrim que ostenta tênues ligações com os colegiados multinacionais da ONU.
Durante todo esse tempo, o petismo ficou falando sozinho, refutado por meros sorrisos de desprezo e comentários irônicos, tão justificáveis quanto inúteis. A ascensão na cena eleitoral do “triplex” Lula, Haddad e Manuela era mais do que previsível, portanto. A chave disso é resiliência e trabalho.
A duas semanas da eleição, apenas algo totalmente fortuito, out of the script, poderá impedir que esta eleição, em turno único ou em dois turnos, transcorra afastada da polarização entre Bolsonaro e Haddad. Um segundo turno será apenas a repetição temática do que já se revelou essencial no primeiro. Em outras palavras, penso que a escolha se trava entre mudança e continuidade.
Bolsonaro representa mudança e reformas sem as quais o Brasil voltará a quebrar e a miséria baterá a um número crescente de portas. Nesse particular, ele disputa terreno com outros quatro candidatos também reformistas. É nas pautas do combate à corrupção, da força à Lava Jato, da segurança pública, da proteção da família e da inocência infantil, do direito dos nascituros, da despartidarização da Educação etc., que Bolsonaro sobrepuja Alckmin, Amoedo, Álvaro e Meirelles. Estes, para combatê-lo, cometeram o erro de se afastar de temas que suscitam elevado interesse social.
Haddad se empenha em não deixar dúvidas de que representa a defesa de seus corruptos, o desprezo à Lava Jato e a Sérgio Moro, o desarmamento e o abrandamento da legislação penal, a ideologia de gênero nas escolas, a politização da Educação etc.. E, também, o retrocesso nas tênues reformas empreendidas durante o governo Temer. Contra estas, aliás, sempre se postou o PT, que anuncia, agora, a intenção de as revogar, empurrando-nos de volta à situação recessiva dos anos Dilma.
Ninguém pode pretender convencer que não gosta daquilo que louva, que jamais mereceu sua mínima reprovação e que financiou a fundo perdido. Essa não! Todos os integrantes do “triplex” petista têm longa história de apreço por governos socialistas e comunistas nascidos no Foro de São Paulo. Em momento algum, nas últimas quatro décadas, manifestaram estima por qualquer democracia de respeito. É estranho, mas real: o Brasil precisa decidir se quer a situação venezuelana como referência do passado ou do futuro.
texto de Percival Puggina, pensador e escritor.

NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS...

Nunca antes na história deste país o povo esteve diante de uma nítida oportunidade para fazer as mais importantes e decisivas mudanças, que passam pela reposição da ordem, da justiça, de princípios, e, por consequência, elevar a real capacidade de desenvolvimento do Brasil.

PREFERÊNCIA NACIONAL
Entretanto, a considerar o que diz o Ibope, através da pesquisa de intenção de voto divulgada ontem, na qual mostra o crescimento do candidato petista, Fernando Haddad, tudo leva a crer que a maioria dos brasileiros prefere que o Brasil se mantenha firme na trilha que leva ao mesmo destino escolhido pela conturbada e falida Venezuela.

ALTERNATIVA
É certo que ainda há tempo para reverter esta terrível situação e/ou projeção. Esta manobra, no entanto, depende total e exclusivamente de uma UNIÃO DAS FORÇAS de todos que se colocam na condição de REFORMISTAS. Confesso, meus caros leitores, que não vejo outra alternativa.

DUPLA SITUAÇÃO
Estamos, no meu entender e da maioria daqueles que me leem e enviam mensagens de apoio, diante da seguinte situação:
1- partimos para uma UNIÃO DE FORÇAS, para valer, elegendo o candidato Jair Bolsonaro; ou,

2- deixamos assim e as chances para colocar o Brasil nos bons trilhos vão, definitivamente, para o espaço.

VOTO ÚTIL
Mais do que nunca o VOTO ÚTIL é tudo que o Brasil -DO BEM- precisa neste momento. Faltando poucos dias para as Eleições, a possibilidade de um outro candidato REFORMISTA vir a crescer nas pesquisas de intenção de voto é praticamente NULA.

ÚNICO CANDIDATO
Na situação atual, meus caros, estamos diante de uma clara decisão onde não cabe mais votar no melhor candidato, mas naquele único candidato que resta para vencer o POPULISMO, que está prestes a ganhar o pleito muito mais por absoluto desinteresse e falta de união dos REFORMISTAS. 

É a hora, portanto, do TUDO OU NADA! 

texto de Gilberto Simões Pires, pensador e escritor