sábado, 29 de setembro de 2018

Conheça os jornalistas da VEJA que pulicaram matéria sobre divórcio de Bolsonaro

Nesta quinta-feira (27), a revista Veja teve acesso a um processo judicial de 500 páginas sobre a separação de Bolsonaro com a ex-mulher Ana Cristina Siqueira Valle.
Além da ilegalidade do ato (assunto que analisaremos numa próxima matéria), algo asqueroso chamou a atenção de quem acessou as redes sociais dos subscritores da matéria jornalística.
O Conexão Política fez uma análise nas mídias sociais dos jornalistas responsáveis pela matéria e constatou através das publicações que eles são afetos à esquerda, inclusive com curtidas em páginas relacionadas ao Foro de São Paulo e ao movimento terrorista dos Black Bloc’s.
Ao consultarmos o perfil do jornalista Nonato Viegas, um dos autores da matéria, verificamos que ele não só votou em Lula e Dilma, como também manifestou abertamente seu apoio aos líderes petistas.
“Sou do povo, sou do Partido dos Trabalhadores, vou de Dilma e voto 13”, escreveu.
Em outra publicação, Nonato afirmou que foi graças ao PT que o brasileiro pôde voltar a ter poder de consumo.
“Graças ao Lula e Dilma, tô há horas no mercado. O povo todo agora pode comprar no Carrefour. Mais: encher o carrinho. Mesmo esperando, voto 13”.
Em consulta ao sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), obtivemos uma certidão de filiação partidária do jornalista, onde se verifica que o mesmo é filiado ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) desde maio de 2011.
Imagem: Twitter | Jornalista indagando como poderia se envolver mais com o PSOL
Imagem: Certidão da Justiça Eleitoral | Filiação do jornalista ao PSOL
Imagem: Twitter | Jornalista prestando apoio ao Partido dos Trabalhadores
O Conexão Política também apurou sobre o jornalista Thiago Bronzatto – outro subscritor da referida matéria – e descobriu que ele seria o repórter que entrevistaria Adélio Bispo, autor do atentado contra Bolsonaro.
Informações do repórter Marcelo Auler dão conta que Thiago Bronzatto chegou a ser enviado para Campo Grande (MS), local onde Adélio encontra-se preso, mas não realizou a entrevista em razão da falta de uma autorização administrativa do presídio federal.
Imagem: Blog do Marcelo Auler
Imagem: Blog do Marcelo Auler
Quanto ao jornalista Hugo Marques, verifica-se que o mesmo possui posts em seu Facebook onde compartilha notícias e postagens do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira).
Imagem: Facebook | Jornalista Hugo Marques levantando bandeira ao partido tucano
Imagem: Facebook 
Imagem: Facebook | Jornalista elogia entrevista de Aécio Neves dizendo que a mesma foi elementar, ou seja, de entendimento fácil
Veja mais prints relacionados:
Imagem: Instagram | Jornalista Nonato Viegas fazendo apologia ao anarquismo
Imagem: Facebook | Jornalista Nonato Viegas curte páginas da Red Black Bloc Brasil e Black Bloc’s
Imagem: Facebook | Jornalista Nonato Viegas aderindo tema LGBT de Manuela Dávila
Imagem: Facebook | Jornalista Nonato curte página do Foro de São Paulo
Imagem: Twitter | Jornalista Nonato Viegas levantando bandeira a candidatos petistas
Obviamente não dá pra cobrar isenção de jornalistas que possuem ideologia diametralmente oposta ao presidenciável do PSL.
Carta revela estrutura midiática brasileira apodrecida pelo esquerdismo
O blog Reaçonaria publicou uma carta de um leitor que, até o momento, preferiu ficar no anonimato. Na carta, ele descreve sua experiência como funcionário da imprensa e como ela está apodrecida pelo esquerdismo. Abaixo, publicamos na íntegra:
Sou jornalista há 17 anos, com passagens por Bandeirantes, Record, Folha de S.Paulo e outros grandes veículos de mídia. Ou melhor, era. Há poucos meses, surgiu uma oportunidade ótima e joguei tudo para o alto sem pensar duas vezes. Sim, a mudança também foi motivada por um salário melhor e pela estabilidade, já que a profissão é MUITO instável e os cortes nas redações, constantes. Mas o principal motivo é que eu vi por dentro o tamanho da podridão no jornalismo no Brasil. A imprensa está doente. Condenada à irrelevância e ao descrédito em pouquíssimo tempo. E as causas mortis serão um misto de esquerdismo, desonestidade intelectual, ideologização barata, educação ruim, preguiça e burrice, tudo junto e misturado.
 
O jornalismo brasileiro atualmente é um lixo em qualquer segmento: econômico, esportivo, internacional, cultural, o que você escolher. E sempre pelas mesmas razões. Em primeiro lugar, hoje os repórteres não sabem escrever. Sério. Eu, que já fui editor, tive o desprazer de ver profissionais formados soltarem um EXCESSÃO num texto. Eles também não leem nada, afinal o São Google tá aí pra isso (contém ironia). Cultura geral? Esquece. Já ouvi gente perguntar “Quem é esse cara?” quando falei de Nelson Gonçalves, Alice Cooper, Ulysses Guimarães…
 
Mas o pior não é isso. Nem a preguiça que os novos jornalistas sentem quando você pede a eles para sair ir à rua e fazer uma reportagem, com texto e apuração completa, em vez de chupinhar tudo da internet ou escrever aquelas desgraças tipo “fulano lacrou e gerou memes nas redes”. O problema é mesmo a doutrinação ideológica. É fato: 99% dos jornalistas são da esquerda PT/PSOL, aquele tipinho tosco que defende Nicolás Maduro, acha que house golpe no Brasil e chama Dilma Rousseff de mãe.
 
E eles escancaram a militância sem medo de levar puxão de orelhas dos chefes, sempre tão esquerdistas quanto os repórteres. Seja ilustrando reportagens com fotos esquisitas de políticos que disputam eleições com petistas (quem nunca viu aquela do José Serraatirando, só para citar um exemplo?), ou escrevendo matérias do tipo “internautas se revoltam” com o que alguma personalidade não alinhada à esquerda escreveu nas redes sociais, a intenção é uma só: atingir o “inimigo” e posar de militante entre os amigos na mesa do boteco.
 
Para mostrar que não é exagero, vou narrar só três dos muitos casos vividos nas redações em que trabalhei. São todos 100% reais. Eu não teria porque mentir, afinal não trabalho mais na área. E este é um nome fake, então não vou chatear meus amigos que são citados (Sim, sou amigo de algumas dessas pessoas. Acho que elas são ingênuas, ou que não têm orientação para saber o que é ética e compromisso com a verdade. Há muita gente legal, divertida, de bom coração, prestativa… Mas que não faz jornalismo decente e é politicamente iludida).
 
1 – Dia 1º de janeiro de 2002. Dia de posse de Lula. Lembro até hoje: a redação inteira de um jornal famoso onde fui repórter (inclusive jornalistas de esporte, de celebridades…) parou de trabalhar para ver a cerimônia. O clima era de emoção. Alguns chegaram a ponto de tacar o f*** e foram trabalhar de roupa vermelha e broche do PT. Mas o ponto máximo foi a transmissão da faixa e o Hino Nacional. Teve gente que chorou SEM MEDO DE SER FELIZ, enquanto outros bateram palmas, assoviaram e gritaram BRASIIIILLLLLLLLLLLLL!!!!.
 
2 – Neste mesmo local, um amigo meu que era jornalista de política foi à minha mesa para conversar. Motivo? Ele fez uma série de reportagens sobre corrupção do PT em uma cidade da Grande São Paulo. A primeira delas foi publicada. As outras, não. Ordens da direção do jornal, que estava nas mãos de um figura hoje bem famoso na imprensa petista, amiguinho de ideologia de Paulo Henrique Amorim, Luís Nassif e afins. Uma ou duas semanas depois, SUR-PRE-SA: anúncio de página inteira desta prefeitura em um dos espaços publicitários mais caros do jornal. Que tal? Para piorar: o meu camarada não ficou nem chateado. .
 3 – Esta foi recente: na época do impeachment da Dilma, o pau comeu num daqueles protestos da esquerda. No portal de internet onde eu trabalhava, fizeram uma reportagem denunciando que estudantes foram agredidos pela polícia, naquele tom de “denúncia” que a gente conhece. Quem foi um dos militantes que disseram ter apanhado da PM? Um REPÓRTER do portal. E ele foi ENTREVISTADO. Usaram um nome diferente do que ele assinava as matérias no site e fizeram uma foto dele DE COSTAS. Deu pra entender? Vou repetir: o repórter do portal foi entrevistado como um militante de esquerda (e ele é mesmo!), e para disfarçar a parcialidade colocaram um nome diferente e uma imagem sem o rosto. É brincadeira?
 
Poderia citar muitos outros exemplos, que estão se tornando mais e mais frequentes nos últimos tempos. Parece que a cada dia a situação fica pior. No jornalismo, todo mundo sabe que 100% de imparcialidade não existe, mas os novos profissionais nem tentam buscar o equilíbrio. “Nós estamos do lado certo, pronto e acabou. E quem discordar é direita radical, racista, homofóbico, blablablá”. É só acompanhar o que repórteres como os da GloboNews, ou da ESPN, escrevem no Twitter. E depois ler e ver as matérias delas. Está tudo ali, na cara.
Todo mundo aqui sabe como o pessoal de esquerda é autoritário, né? Agora imagina esta “filosofia” em um ambiente de trabalho. É óbvio que quem deseja ver o Lula na cadeia ou tira sarro do Partido do Socialismo e Liberdade (risos) no mínimo não tem AQUELA SIMPATIA da maioria dos chefes. Culpa de: a) as faculdades de jornalismo, que como todas de humanas, são um centro de lavagem cerebral pró-esquerdismo; b) a profissão hoje é coisa para rico. As faculdades são caríssimas e quem não fez colegial em Nova York ou fala três idiomas tem raras chances, principalmente com as poucas vagas disponíveis no mercado. O resultado é uma geração de legítimos representantes da esquerda caviar dominando as redações e escrevendo sobre política com bottom “Fora Temer” na roupa (sim, isso eu também vi…).

Bolsonaro de volta à ativa

Vinte dias depois do atentado em Juiz de Fora, Jair Bolsonaro está de volta à ativa. Ele deverá ter alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, neste sábado ou no domingo. Mas, desde já, Bolsonaro está retomando o comando da campanha. Depois de conceder entrevistas à Folha e ao jornalista Augusto Nunes, da Jovem Pan, ele concedeu entrevistas em seu quarto nesta sexta-feira, 28, para o apresentador José Luiz Datena, da Band, e para o jornalista Boris Casoy, da Rede TV. 
Foram as primeiras para a TV aberta desde o atentado, com duração total de quase uma hora, nas quais teve a oportunidade de falar sobre as polêmicas causadas por declarações de seu vice, General Mourão, e seu conselheiro econômico, Paulo   Guedes. Bolsonaro disse a Datena que, até dia 10 de outubro “aproximadamente”, a recomendação é para ele não sair de casa. Ele ressaltou, porém, que mesmo em casa, estará muito mais ativo nas mídias sociais, registra o portal BR18. 

Eleitores de Amoêdo e Alvaro Dias migram para Bolsonaro temendo crescimento do PT, veja

As eleições se aproximam e Bolsonaro segue líder nas pesquisas, mas o candidato do PT,Fernando Haddad vem crescendo muito a cada pesquisa divulgada.
Temendo essa Ascensão do Partido dos Trabalhadores nessa corrida presidencial, eleitores anti-PT que pretendia votar em João Amoêdo (NOVO)  e Alvaro Dias (PODEMOS) começam a migrar para o candidato Jair Bolsonaro (PSL) acreditando que ele seja o único “antídoto contra o PT”, registra o site Conexão Política.
Veja algumas declarações dos eleitores no Twitter:
Faltando 13 dias para as eleições e diante dessa vergonhosa manipulação do Ibope e da @RedeGlobo, peço desculpas a @joaoamoedonovo e passo a votar em @jairbolsonaro nos 2 turnos.
A hora é do voto de salvação.A realidade é Bolsonaro ou PT.
Vou de Bolsonaro com muita certeza 🇧🇷

Galera, mudança de planos. Eu ia votar Alvaro, mas agora com Haddad 22%, partiu votar Bolsonaro.
Eu ia votar no Amoêdo, que considero o melhor candidato, mas nesse momento Bolsonaro é o antídoto anti-PT.
Galera, mudança de planos. Eu ia votar Alvaro, mas agora com Haddad 22%, partiu votar Bolsonaro.

Faltando 13 dias para as eleições e diante dessa vergonhosa manipulação do Ibope e da @RedeGlobo, peço desculpas a @joaoamoedonovo e passo a votar em @jairbolsonaro nos 2 turnos.
A hora é do voto de salvação.A realidade é Bolsonaro ou PT.
Vou de Bolsonaro com muita certeza 🇧🇷
Obrigado.
Ía votar no @joaoamoedonovo também. Mas vou adiar pra tirar essa galera que vive revezando o poder. Meu país não vai se tornar uma Venezuela.
Esse tipo de manifestação vem se tornando comum, especialmente no Twitter, os internautas passam a enxergar o candidato do PSL como o único capaz de derrotar o PT nessas eleições.  
Um dos fundadores do Partido NOVO, Roberto Motta. Também se manifestou:




Apoiadores do Novo: votem @jairbolsonaro. Fui um dos 2 criadores do Novo. Nossa liberdade não dura 3 meses em uma gestão Haddad. A volta do PT significará a institucionalização do ódio, a explosão do crime e emigração em massa. Votem 17. Nem todo mundo pode ir morar em Lisboa.
Deixe

Juíza ordena mandado de busca e apreensão em confecção de camisetas pró-Bolsonaro

A juíza Raphaela Borges, do sul do Espírito Santo, mandou INVADIR uma confecção de camisetas por estarem produzindo produtos com estampas de Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL, registra o site Conexão Política.
Isto é gravíssimo! Este é o país que o PT e Ciro Gomes querem: a justiça INVADINDO a casa dos “opositores”.
Isto é FASCISMO!
Imagem: Reprodução
Imagem: Twitter
Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

Lula sai da cadeia, Dallagnol entra

Se Fernando Haddad for eleito, Lula sai da cadeia e os procuradores da Lava Jato entram no lugar dele, registra O Antagonista.

O Estadão informa que “o corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel, comunicou a Dias Toffoli a abertura de Processo Administrativo Disciplinar contra o procurador Deltan Dallagnol”.

Um apelo à razão contra o fanatismo do impossível

Algumas pessoas falam que é fanatismo defender Bolsonaro no propósito de derrotar o socialismo petista nestas eleições. Muitas dessas pessoas são aquelas tomadas pela incrível “vontade de acreditar”, pessoas que consideram ser possível vencer uma eleição com as máximas “os últimos serão os primeiros”, “não desisto nunca”, “tem muito chão até o dia 7”, “rumo à vitória”, “vamos virar o jogo a uma semana das eleições” etc.
Pouco mais de uma semana para as eleições e: não, os últimos continuarão sendo os últimos e somente os primeiros vão protagonizar a decisão, os dois primeiros, no caso. É assim que funcionam as eleições, não é mesmo? Isso, senhoras e senhores, não é fanatismo, é realismo sereno, é a sanidade ainda presente. É pé no chão.
Entendo o deslumbramento com novos players em momento de total ressaca política, eu mesmo já me empolguei com isso antes de ser trazido para solo firme. A maturidade política, porém, não nos permite apostar em paixões em momentos de combate tão sérios como este, em que devemos escolher também, não de modo menos importante, o que não queremos de jeito nenhum. Quem quer lutar tanto pela mudança e morrer em combate?
Calma, turma. Calma. Antes de morrer, todo mundo vai poder votar em quem quiser, se assim desejar. Agora, aqui do fogo cruzado, precisamos garantir nossa sobrevivência e a sobrevivência das ideias que vocês (nós) defendem(os).
Sem fanatismos, vamos à razão! Fora, PT!

texto de Guilherme L. Campos

URGENTE: Após PRESSÃO da revista VEJA, ex esposa de Bolsonaro REVELA TUDO

URGENTE: Após PRESSÃO da revista VEJA, ex esposa de Bolsonaro REVELA TUDO



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