sábado, 17 de novembro de 2018

ONDE ESTÁ O DINHEIRO?

“Onde está o dinheiro?” diz o começo da famosa música de carnaval, cantada por Gal Costa. O caminho que a letra segue é diferente do que será abordado aqui, mas tomo emprestada a pergunta inicial para nossa reflexão.
Na calada da noite, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) colocou em votação o projeto que propunha o escandaloso aumento de 16% aos Ministros do STF. Alguns afirmam que Eunício o fez por vingança, por não ter sido reeleito, mas ele nega. O efeito cascata dessa medida será desastroso.
O “curioso” é que esse mesmo Senado que concedeu o aumento aprovou o corte em Fundo para a Educação… Você acha que isso é “justo”?
Um resumo do que estamos testemunhando é o réu votando o aumento do salário do juiz e mandando a conta para a vítima pagar! [1] Barcelona é aqui.
Qualquer funcionário, quando vai solicitar um aumento ao chefe, procura mostrar seus resultados positivos para justificar o pedido. O STF, só para citar um caso, não julga o caso de Renan Calheiros que foi denunciado em 2007 (já o de Bolsonaro…). Nem a PGR nem o STF conseguiram mandá-lo para a cadeia porque nem julgado ele foi. E há outros casos de figurões que tiveram seus crimes prescritos. Será que se demonstrássemos essa eficiência para nosso chefe ele nos daria um aumento?
A missão de um Ministro do STF deveria ser zelar pelo cumprimento da Constituição Federal, mas infelizmente, diversas vezes, testemunhamos exatamente o contrário. E este é só mais um exemplo.
Os absurdos que circundam esse aumento são diversos:
  • Não há previsão na LDO (nem no Orçamento);
  • O Governo não ofereceu previsão do impacto do aumento nos próximos anos;
  • A proibição de aumentos nos últimos 180 dias de Governo não foi revogada;
  • Etc.
Afinal, o Brasil é um país ou um galinheiro? Que leis ainda devemos respeitar? A sensação que temos é que nós, todas. Eles, as que forem convenientes.
E os “Ghostbusters” de plantão, desconsiderando que o Presidente eleito, Jair Bolsonaro, assumirá apenas em 1º de janeiro e o novo Congresso em 1º de fevereiro do ano seguinte, atribuem a eles essa “derrota” [2]. Porém ela não é do Governo, mas de todo o povo brasileiro, pois os desempregados racharão essa conta juntamente conosco. [3]
Os abutres, sem conexão com a realidade, esquecem que a maioria daqueles que aprovaram esse escandaloso aumento não foram reeleitos. E pior: ainda tentarão aprovar projetos que esvaziam a Lava Jato! Mas esse assunto demanda outro artigo…
Não é preciso forçar muito a memória para lembrar que há pouquíssimo tempo tivemos que aceitar o argumento da falta de verba para o voto impresso. As inúmeras denúncias, os estudos científicos, as invasões por hackers, etc. não foram suficientes para convencer nossos magistrados da urgência do respeito à Legislação Eleitoral (sim, esse sistema de urnas é ilegal, como já abordei em artigos anteriores).
Segundo estimativa feita pelo próprio TSE (sem apresentar nenhum estudo completo que se pudesse conferir de forma independente) o custo para a implantação do voto impresso seria de R$ 1,8 bilhão. Já pela estimativa de estudo de Amilcar Brunazo Filho, o custo final, já com margem de segurança, seria de R$ 320 milhões (menos de 20% do valor estimado pelo TSE). [4]
O aumento de 16% dos Ministros do STF, com efeito cascata a todos os juízes do país (federais e estaduais), procuradoria geral, promotores, parlamentares (sim, eles também!) irá onerar o país em cerca de R$ 6 bilhões (no mínimo).
Este aumento não tem fundamento moral, monetário ou politico. Os juízes alegam que ele repõe a inflação, afinal para a realidade brasileira um aumento de R$ 6.000,00 num baixíssimo salário de R$ 33.000,00 é muito natural…
Como se já não bastasse o descalabro, esse reajuste elevará o teto do funcionalismo. No mundo paralelo em que nossos burocratas vivem os unicórnios azuis festejam cantando com sambistas famosas e ainda se vitimizam dizendo fazer parte de minorias perseguidas…
Note também que há funcionários públicos que, graças aos benefícios pessoais adquiridos, ganham acima do teto, que tem um pé “direito” altíssimo!
Então eu pergunto: se não há verba para o voto impresso, de onde virá o dinheiro para esse abuso de poder?
A votação desse aumento ao Judiciário está no Congresso Nacional desde 2016, onde ficou engavetado devido às dificuldades políticas para sua aprovação. Foi então que o Ministro Luiz Fux concedeu o auxílio moradia a todos os juízes do país no valor aproximado de R$ 4.200,00 que nada mais é do que um aumento indireto e sem restrições (para quem tem casa ou não, na comarca em que trabalham). Então foi apresentada a seguinte situação: se derem o aumento, retiram o auxílio moradia (vide pronunciamento de Toffoli após o reajuste). Como você chamaria isso?
E ainda há um detalhe que poucos estão percebendo: não será fácil extinguir o auxílio moradia, pois ele já está incorporado ao salário!
Qualquer profissional, quando recebe um convite para trabalhar em uma cidade que não é a sua, avalia as condições. Coloca no orçamento os gastos com moradia, transporte, vestuário, etc. A aceitação da proposta depende da relação custo/benefício. Por que funcionários públicos que não tem sequer o risco alto de serem demitidos devem ter todas essas mordomias pagas por nós e não devem agir como o profissional privado?
A farra com o dinheiro público parece não ter limites.
Uma semana antes do presente dado pelo Congresso Nacional, ministros do STF e do STJ ganharam uma viagem de quatro dias em Nova York, para participar de um seminário da FGV [5]. E não podia faltar a cereja do bolo: um jantar com o Arnoldo… [6]
Até quando só nos restarão a indignação e a conta?
Voltemos um pouco no tempo: a alegação feita pelo TSE para o veto parcial à Lei nº 13.165/2015 (Voto Impresso) era seu alto custo.
Pois bem, tomemos como base o próprio valor “encontrado” pelo TSE (R$ 1,8 bi), sabe-se lá como, pois não apresentaram nenhuma planilha (se o Estado é laico, por que temos sempre que depositar fé em tudo que o TSE diz?).
Com uma simples calculadora notamos que ele corresponde a 30% dos gastos estimados com esse aumento oferecido à Justiça! Salta-nos os olhos a incoerência deste “reajuste”. E nem estou tocando no assunto do Fundo Partidário bilionário e de seu complemento posterior…
Nosso país tem um déficit contínuo, de vários anos, nas contas públicas. Isso acontece porque o Governo gasta mais do que arrecada. O segundo maior gasto do Governo Federal é com Pessoal (o primeiro é com a Previdência, que inclui a Justiça…). Cerca de 80% do gasto do Poder Judiciário é com pessoal (o Legislativo gasta mais de 80% nesse item, mas provavelmente também irá pegar uma carona nesse aumento).
Se em sua casa você gasta mais do que ganha, pediria para sua família economizar ou compraria algo supérfluo?
Para fechar essa conta o Governo terá que tirar de outra parte do orçamento. Quem você acha que sairá perdendo com isso?
Sobrará menos dinheiro para o funcionamento da máquina estatal e para investimentos. Mas isso não deve ser importante para os membros do mundo dos 3%… [7]
Continuando nesse ritmo, o Judiciário terá os melhores salários, mas não terá dinheiro para funcionar no país da jabuticaba.
E você sabe por que eles fazem isso? Porque eles podem. Porque é legal (ou quase isso). Porque lhes atribuímos esse poder excessivo.
Nestas eleições você escolheu seus candidatos fundamentando-se em alguma proposta de diminuição do tamanho e do poder que atribuímos ao Estado? Enquanto essa não for nossa premissa de escolha, continuaremos sendo eternos reféns…
E a solução para esse tipo de impasse não é difícil, bastaria vontade política.
Há muitos anos eu me faço as seguintes perguntas: Por que os salários dos funcionários públicos não são vinculado à arrecadação do Município, Estado ou País? Por que não defini-los como uma porcentagem da arrecadação?
Se o fossem desta forma, não seriam mais necessárias as desgastantes discussões, troca de favores, etc. para os reajustes que vemos recorrentemente.
Porcentagens de cargos extintos poderiam ser incorporados a outros e novos cargos só poderiam ser criados com a redefinição das porcentagens dos cargos existentes.
Esta e outras sugestões estarão presentes no volume 1 de uma série de livros que estou escrevendo há alguns anos, a ser lançada na Amazon, com propostas de sistemas inovadores na área de Política, Educação e Esportes.
Enfim, se o Presidente Temer não vetar esse aumento escandaloso (com o apoio de 89,4% dos brasileiros, segundo o instituto Paraná) [8], talvez Bolsonaro tenha que tomar uma atitude drástica: convidar Gal Costa para um Ministério.

artigo de Francisco Teodorico, em Conexão Política.

Seleção para preencher vagas de médicos cubanos ocorre ainda este mês

O Ministério da Saúde afirmou que este mês, Novembro, será feito a seleção para que ocorra a contratação de profissionais brasileiros após o fim do programa “Mais médicos” com “profissionais” cubanos. O edital prevê cerca de 8.300 vagas para médicos do país.
O objetivo é que esse ano os médicos selecionados comecem a trabalhar nos municípios brasileiros. No inicio da próxima semana irá ocorrer uma coletiva de imprensa para esclarecer detalhes do edital, registra o site Conexão Política.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) também manifestou-se sobre a questão. Em comunicado, a entidade assegurou que existem profissionais brasileiros em número suficiente para substituírem os cubanos.

Bolsonaro foi grande no zelo para com a saúde dos brasileiros, mas também com os cidadãos cubanos

Jair Bolsonaro foi grande no zelo para com a saúde dos brasileiros, mas também com os cidadãos cubanos, hoje no Brasil, e explorados pelo regime ditatorial de Cuba que rouba boa parte de seus ganhos para o financiamento do regime, registra o site Conexão Política.
Regime este que impede também que os profissionais possam trazer seus familiares e, com isso, tenham condições de viver em família e até o direito de tentar abandonar a ilha socialista.
Cuba que impede o Brasil (o novo, o que surge agora), preocupado com o atendimento que seus cidadãos estão recebendo por meio do programa, possa realizar teste de capacidade médica nos profissionais, o que não só é legítimo mas essencial para a garantia da saúde dos brasileiros.
Após Cuba anunciar a saída, Bolsonaro disse que condiciona a continuidade do programa “à aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias”.
Parabéns, presidente Jair Messias Bolsonaro.

EUA elogiam postura de Bolsonaro em relação ao ‘Mais Médicos’

O governo dos Estados Unidos, por intermédio de Kimberly Breier, secretária-assistente do Departamento de Estado, o órgão de diplomacia dos Estados Unidos, elogiou a decisão de Jair Bolsonaro em relação ao programa Mais Médicos.
“Que bom ver o presidente eleito Bolsonaro insistir em que os médicos cubanos no Brasil recebam seu justo salário ao invés de deixar que Cuba leve a maior parte para os cofres do regime”, escreveu no Twitter.
Bolsonaro afirmou que pretende mais respeito e capacidade aos médicos cubanos.
“Em torno de 70% do salário destes médicos é confiscado pela ditadura cubana. E outra coisa, que é uma falta de respeito com os que recebem tratamento por parte destes cubanos: não temos qualquer comprovação de que sejam efetivamente médicos e estejam aptos a desempenhar sua função”, declarou.

Com a juíza Gabriela Hardt, Lula foi cínico, agressivo, petulante e pagou de superior

Lula tratou a juíza Gabriela Hardt bem diferente do que tratava Moro.
Com ela foi cínico, agressivo, petulante e pagou de superior.
Lula acha, visivelmente, que uma mulher não tem competência para aquele cargo.
A juíza Gabriela Hardt deu várias lapadas no Lula, colocando o narciso em sua condição de criminoso perante um juiz.
Que mulher! Nessas horas desaparecem os “defensores de mulheres” para defendê-la das grosserias do Lula. Mas nós a defendemos.
Parabéns, Gabriela Hardt!

Para a cúpula petista, juíza Gabriela Hardt condenará Lula ainda neste ano

Após a juíza Gabriela Hardt, substituta de Sergio Moro, não se deixar intimidar com o desacato do ex-presidente Lula, a cúpula petista acredita que mais uma condenação está próxima.
Desta vez, no caso do sítio de Atibaia (SP).
Segundo a denúncia do MPF (Ministério Público Federal), parte do valor recebido pela Odebrecht através de recursos ilícitos da Petrobras foram em benefício ao ex-presidente de Lula.
A organização desembolsou R$ 700 mil com as obras.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

BNDES: Vai faltar cadeia na romaria a Curitiba

Uma das maiores expectativas do povo brasileiro, sobretudo dos eleitores de Bolsonaro, é a decretação do fim do sigilo das operações do BNDES, decretado pela então presidente Dilma Roussef com clara intenção de proteger a turma que hoje está presa ou respondendo processo na Lava Jato.
Mas não são só as operações do BNDES que estão (ainda) sob sigilo. Também os arquivos do Banco do Brasil, da Camex, da ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores), da Secretaria do Tesouro Nacional e da Secretaria de Assuntos Internacionais, do Ministério da Fazenda.
Entre 2003 (governo Lula) e junho de 2013 (governo Dilma) o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) concedeu financiamentos de R$ 2,4 bilhões para as nove empreiteiras investigadas pela operação Lava Jato. Ao longo dos anos, foram 2.481 operações realizadas, sendo que 2.471, ou R$ 1,6 bilhão, “financiamentos indiretos automáticos”. Todos considerados "sigilosos". Em 2015 a Dilma decretou sigilo para 760 documentos referentes à Odebrecht, a empreiteira que mais se beneficiou dos recursos públicos.
Aos "amigos ideológicos" o BNDES emprestou U$ 8,6 bilhões de 2003 a 2013. Dos U$ 8,6 bilhões emprestados pelo BNDES, Angola levou 33%, Argentina 22%, Venezuela 14% e Cuba 7%, perfazendo 76% do montante.
A grande maioria desses empréstimos e financiamentos foram feitos com dinheiro dos nossos impostos, e sem qualquer lastro. Dilma sabia disso, e, para escapar de um processo por improbidade administrativa e gestão fraudulenta, se esforçou ao máximo para mantê-los como sigilosos, contrariando completamente o princípio da transparência administrativa.
O PT acreditou que iria se eternizar no poder e que nada disso seria "vazado", tanto que Dilma decretou o sigilo por 15 anos, e em 2015, mesmo pressionada pelos Ministros do TCU, vetou qualquer possibilidade de colocar a público as operações.
Mas elas virão e vão mostrar que tudo o que vimos de mensalão e petrolão até agora é quase nada perto do que está pra ser descoberto.
Está justamente aí o terror da esquerda, o motivo da depressão de Dilma e Lula, e o tremendo empenho para sabotar o governo Bolsonaro. Ele vai quebrar o sigilo. Vai "degravar" a caixa-preta, e muita gente vai em cana. Todas as operações irregulares serão alvos de investigações bastante apuradas, e será feita uma auditoria geral no BNDES, BB e outros. Vai faltar cadeia para abrigar tanta gente.
Se for descoberto (e será) que houve favorecimento a ideologias, empreiteiras, políticos, com a anuência da Dilma, a ex-presidente - que até agora passou incólume pela Justiça - irá responder a um belo processo por improbidade administrativa e poderá se preparar para passar os fins dos seus dias tricotando em alguma cadeia. Muita gente desses órgãos também vai fazer uma romaria a Curitiba, mas com passagem só de ida.
Num primeiro momento a esquerda vai relinchar. Os sindicatos, movidos pela máquina política da esquerda, vão iniciar greves para tentar tirar a atenção da população. Coletivos pagarão suas dívidas criando polêmicas, na tentativa de lançar uma nuvem de fumaça sobre as investigações. Vão usar de todos os meios possíveis para proteger a camarilha que levou o país para a beira do precipício.
O governo saberá, com o nosso apoio, reagir a todos eles, e colocar cada um no seu lugar...
De preferência na cadeia.
texto de Marcelo Rates Quaranta, articulista

Com o dinheiro enviado à ditadura cubana, o Brasil poderia ter contratado três vezes mais médicos, dizem políticos

Enquanto a extrema-esquerda tenta criar justificativas para a transferência dos salários dos profissionais do programa Mais Médicos para a ditadura cubana, políticos brasileiros apontam que, se é aceitável que o médico receba apenas um quarto do que o governo brasileiro paga, os outros três quartos poderiam ser utilizados para contratar outros médicos, e assim servir a população. 

O senador Álvaro Dias faz as contas e questiona: “Pelas regras, o Ministério da Saúde transfere à Opas (braço da Organização Mundial da Saúde) o valor de R$ 11.520 por médico cubano. A Opas repassa aos contratados cubanos cerca de R$ 3.000. A diferença fica com o governo de Cuba, além de 5% para a Opas. Isso quer dizer que, em quatro anos, o Brasil transferiu para a ditadura cubana cerca de R$ 4,9 bilhões, e a Opas ficou com R$ 355 milhões. Já os médicos, que fazem todo o trabalho, ficaram com cerca de R$ 2,2 bilhões. Com os 5,2 bilhões que são repassados aos intermediários que ganham com o trabalho dos outros, quantos médicos mais poderiam ser contratados?”. 

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, sugere outro nome para o programa. Jefferson diz: “A esquerda está escandalizada com o fim do contrato do Mais Médicos. Mas pensem bem: com o dinheiro que é transferido do Brasil para o caixa da ditadura cubana, dava para contratar três vezes mais médicos. O programa com Cuba devia ter se chamado ‘Mais Grana, Menos Médicos’. A ditadura cubana faturou mais de R$ 5 bilhões com o programa Mais Médicos. E ainda assim está devendo diversas parcelas do "empréstimo" com o BNDES para construção do Porto de Mariel. Na hora de lidar com dinheiro, comunista é muito mais esperto que qualquer outro capitalista”.

7,1 bilhões de reais para Cuba

De acordo com o UOL, o Brasil pagou a Cuba 7,1 bilhões de reais, entre 2013 e 2017, no âmbito do programa Mais Médicos.

“Pelas regras, o Ministério da Saúde transfere ao órgão o valor de R$ 11.520 por profissional. A Opas repassa aos contratados cubanos cerca de R$ 3.000. A diferença fica com o governo de Cuba.”

Sem o ouro de Moscou, os cubanos avançaram no ouro brasileiro, graças à nossa incompetência como nação e aos ideólogos petistas.

A vergonha dos brasileiros

A sabotagem da ditadura castrista contra Jair Bolsonaro só ocorreu porque o Brasil é vergonhosamente despreparado.

Leia um trecho do editorial do Estadão:

“A súbita decisão de Cuba de retirar todos os seus médicos de uma vez mostra o tamanho da irresponsabilidade do governo petista quando submeteu um programa social aos humores e interesses estratégicos de um regime ditatorial estrangeiro.

Tudo isso serve para relembrar que o Mais Médicos – remendo emergencial feito por um governo em apuros – só existe e se tornou essencial porque o Estado brasileiro falhou e continua a falhar miseravelmente em oferecer saúde pública com um mínimo de qualidade para boa parte dos cidadãos. A manutenção dessa situação deveria envergonhar brasileiros de qualquer ideologia.”

Mais Mortos

“Algumas prefeituras receberam a informação de que Cuba orientou seus profissionais a suspenderem os atendimentos já nesta quarta-feira”, diz a Folha de S. Paulo.

Se o PT estava à procura de um cadáver para acusar Jair Bolsonaro, talvez agora consiga encontrar alguns.

O PT será varrido do Itamaraty

A ordem de Jair Bolsonaro é varrer os petistas do Itamaraty, registra O Antagonista

Diz Eliane Cantanhêde:

“A principal recomendação do futuro presidente ao seu chanceler é eliminar vestígios, programas e diplomatas da Era PT, particularmente aqueles ligados a Celso Amorim. ‘Fazer uma limpeza, mudar tudo’, resume-se na equipe de Bolsonaro (…).

No Itamaraty, o clima é de apreensão. Na área militar, de comemoração. Num, o temor de uma caça às bruxas e um novo viés ideológico às avessas. Na outra, a certeza de que o PT será varrido e a política externa voltará à sua tradição de pragmatismo e respeito aos interesses nacionais.”

Bolsonaro deve ‘dividir’ Casa Civil entre Onyx e Mourão

Jair Bolsonaro estuda a possibilidade de dividir as atribuições da Casa Civil entre Onyx Lorenzoni e o vice-presidente, Hamilton Mourão, segundo O Antagonista.

O general Mourão faria a coordenação dos ministros, enquanto Onyx ficaria com a articulação com o Congresso Nacional.

As atribuições do vice seriam formalizadas pela edição de um decreto presidencial em janeiro.’

Juíza foi “impecável e implacável” com Lula

José Nêumanne classifica a atuação da juíza Gabriela Hardt, no interrogatório de Lula, como “impecável e implacável”:

“Quando ele disse que o juiz seria amigo de um delator da Operação Lava Jato, a juíza defendeu o colega e o levou a reconhecer que isso não é verdade. Depois, ao se referir ao power point dos procuradores, ela o advertiu que ele, segundo quem ‘nunca foi tão fácil ser ladrão no Brasil’, não pode intimidar agentes da lei.”

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Para abrir mercado, futuro chanceler vai impor metas a embaixadores

Ernesto Araújo quer transformar as embaixadas brasileiras mundo afora em entrepostos comerciais.

Para estimular a abertura do mercado internacional, o futuro chanceler vai impor até metas de produtividade aos embaixadores.

Quem não apresentar resultado será substituído. A ideia conta com o apoio de Paulo Guedes. Os dois também querem turbinar a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos)..

Zema vai extinguir a ‘força aérea’ de Pimentel?

O governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, deveria extinguir a mini “força aérea” montada por Fernando Pimentel em seu governo.

São dois King Air (300 e 200), um Learjet 35, um Citation 7 e dois helicópteros Dauphin n3 – frequentemente usado por Pimentel e sua família. A Cemig tem mais um King Air 200 e outro King Air c90 GTI, registra O Antagonista.

Paulo Guedes: “O modelo econômico perverso corrompeu a política”

De acordo com O Globo, o futuro ministro da Economia Paulo Guedes, no encontro com os governadores eleitos nesta quarta-feira (14), afirmou:
O modelo econômico perverso corrompeu a política. Foi a economia que corrompeu a classe política. E foi a economia que travou o crescimento econômico. A solução é sair desse modelo econômico perverso. Isso significa que a classe política tem que reassumir o controle. Porque a classe política tem hoje o dinheiro carimbado e não pode fazer nada; 94% do dinheiro está carimbado.”

Brasil: o país das reformas e dos atentados

O nosso Brasil sempre foi conhecido como um país bonito, de imensas riquezas naturais, livres de catástrofes climáticas e “isento” ao terrorismo.
De fato, a terra das bananas nunca foi um grande alvo dos que promovem o terror em função de uma falida e perigosa ideologia.
Não há, por aqui, relatos consistentes de um atentado. Entretanto, os cidadãos sofrem com eles todos os dias.
Erroneamente, com a chegada do novo comando ao Planalto Central, boa parte da população verde e amarela acreditou que haveria um “cessar-fogo” e poderíamos respirar um pouco.
Erramos.
É um privilégio não termos que lutar como o bravo povo de Israel que nesta semana foi vítima de ataques a civis, vindos de Gaza.
O curioso é que no mesmo período fomos alvejados por duas grandes tentativas de golpe a ferir profundamente todas as esperanças de liberdade ante ao rescaldo vermelho deixado pelo PT.
Eu me refiro ao soturno aumento dos salários dos ministros do STF, protagonizados por um Senado a decair.
Falo, também, da segunda pauta. Eles querem diminuir o alcance da lei da ficha limpa para que os derrotados no pleito deste ano e outros inúmeros ladrões saiam beneficiados.
Observando o cenário como um todo, o governo algoz do maior atentado da história do planeta, em termos de corrupção, parece que ainda estica os seus tentáculos a fim de comprometer os sonhos de milhões de bons brasileiros. Erguei-vos, eleitores.
Não permitamos lamúrias futuras, vamos protestar agora contra o que há de errado e o que estão tentando fomentar para comprometer o início econômico e social do ano que se inicia.
Precisamos apoiar a Reforma da Previdência, que urge e compromete o sistema.
Necessita-se cidadãos fiscais para ficarem atentos a  todo e qualquer desvio de conduta de quem foi eleito agora e de quem já está lá.
Se nós somos contribuintes, queremos retorno.
Aos milhões de profissionais altamente qualificados que vivem aqui, peço atenção e união para não sermos reféns de mais atentados.
O convite está na mesa.

texto Alexandre Lacerda, em Conexão Política

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Juíza Gabriela Hardt, substituta de Moro, nega novo interrogatório a ex-presidente Lula

A juíza Gabriela Hardt, substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, negou, nesta terça-feira (13), requerimentos do ex-presidente Lula e do ex-diretor da Odebrecht Paulo Ricardo Baqueiro, registra o Consultor Jurídico.
O pedido era para que eles fossem interrogados outra vez no caso do sítio de Atibaia (SP).
Na decisão, Gabriela Hardt afirmou que o princípio da identidade física do juiz não é constitucional nem absoluto. 
“Fosse diverso o entendimento, estar-se-ia fazendo prevalecer um princípio previsto em lei ordinária, o princípio da identidade física do juiz, em detrimento do princípio do juiz natural, que tem assento constitucional, eis que esta juíza, ou, eventualmente, o juízo titular que suceder o juiz Sergio Fernando Moro, são os competentes para prolatar a presente sentença, e nenhum outro”, alegou Gabriela Hardt.

Se preparem para serem assaltados, atacados e humilhados por bandidos

Acabei de ler a seguinte manchete em um site: “Com mutirão e audiências de custódia, CNJ pretende diminuir em 40 por cento a população carcerária”.
Trocando em miúdos, se preparem para serem assaltados, atacados e humilhados por bandidos de todas as espécies.
Existem casos, sim, em que o preso pode ser apenado com medidas restritivas de direito; penas alternativas; cestas básicas e entre outras. Mas soltar bandido é temerário por demais.
Se não tem vagas no sistema prisional, a culpa não é nossa que trabalhamos, estudamos, produzimos e pagamos pesados impostos.

texto de Sargento Fahur, Deputado Federal no Paraná pelo PSD

Joaquim Levy e a histeria esquerdista

Ainda que tenha sido ministro da fazenda de Dilma Rousseff durante o ano de 2015, o doutor em economia pela universidade de Chicago – tradicionalíssima escola formadora de liberais – Joaquim Levy, nome anunciado como futuro presidente do BNDES pelo governo eleito, ressoa saborosamente aos ouvidos esquerdistas como espúria oportunidade para disseminar entre as pessoas desprovidas de memória a falácia de que a opção pelo ex-integrante do governo petista seria uma suposta tentativa de aplicação do modelo econômico utilizado pelo PT.
Antes de mais nada, e sobretudo, antes das histéricas tentativas comunopáticas de disseminar este raciocínio ludibriador, façamos um rápido exercício de recordação.
Após a reeleição da dona Dilma, municiada por quiméricas promessas, em 2014, o governo petista encontrava-se em uma situação excruciante, ao deparar-se com uma economia em disposição apocalíptica, resultante das estapafúrdias políticas econômicas de Guido Mantega, e precisava desesperadamente de alguém que conseguisse estruturar um plano de recuperação à partir de medidas impopulares para o ajuste das ciclópicas contas públicas, tarefa ingratíssima, uma vez que o plano de governo anunciado era antagônico às ações realmente necessárias para a recuperação da saúde econômica nacional.
O desgaste entre Levy e Dilma era tão garantido quanto o fiasco da administração petista por si só. Seria impossível a implementação das medidas de ajustes orçamentários propostas pelo então ministro diante da lógica keynesiana da cúpula econômica do partido, demasiadamente influenciada pelo ímpeto progressista de Nelson Barbosa, então ministro do planejamento e não por acaso ministro da fazenda após a saída de Joaquim Levy.
Após não suportar mais ser combatido dentro do próprio governo, ser boicotado por aqueles que à priori deveriam fazer coro em torno das propostas apresentadas pelo ministro e demandadas por quem o indicou – o governo –, Levy abandona o ministério da fazenda, como corpo estranho expelido por um organismo que o reconhecia como não mais do que um mal necessário, um intragável antídoto para curar os males provenientes das péssimas práticas do próprio organismo.
Por essa e por tantas outras, torna-se implausível qualquer tentativa de calotear a memória do cidadão, aliciando-o à acreditar que a escolha de Joaquim Levy para comandar o BNDES é a tentativa de Bolsonaro e Paulo Guedes de absorver um ideal econômico supostamente praticado pelo PT, quando em realidade a escolha de Levy para o ministério da fazenda petista em 2015 tratou-se não menos do que um abespinhado balbucio para utilizar soluções liberais sobre os estragos concebidos pela política econômica esquerdista.
É imprescindível ressaltar que, não obstante o esclarecimento sobre a formação e conduta liberal de Joaquim Levy, seja no ministério da fazenda em 2015, seja como vice-presidente de finanças do Banco Interamericano de Desenvolvimento ou em outras passagens dentro da administração pública, como secretário do tesouro nacional e a secretaria da fazenda do estado do Rio de Janeiro, o princípio mais importante de sua indicação como presidente do BNDES, é a condição expressa e irrevogável imposta por Jair Bolsonaro, de abertura total dos sigilos da instituição, exteriorizando e dilucidando para toda a sociedade brasileira o que é, muito possivelmente, a maior caixa preta de nossa história política, o verdadeiro baluarte de perpetuação das campeãs nacionais.

Alain Ibrahim, em Conexão Política

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Bolsonaro quer privatizar BR Distribuidora, diz Mourão

O general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito, afirmou nesta terça-feira (13), em vídeo-conferência com executivos e empresários, que o presidente eleito Jair Bolsonaro quer privatizar a BR Distribuidora.
A BR Distribuidora é uma unidade de distribuição controlada pela estatal Petrobrás.
Após os comentários de Mourão, as ações da empresa subiram, informa a Folha.

Bolsonaro anunciou indicação do general Fernando Azevedo e Silva para assumir o Ministério da Defesa.

Assim que chegou à Brasília, na manhã de hoje, Bolsonaro anunciou, por meio de publicação no Twitter, a indicação do general da reserva do Exército Fernando Azevedo e Silva para assumir o Ministério da Defesa.

Mais tarde, em conversa com jornalistas, ele comentou a indicação. O presidente eleito afirmou que propôs para a Marinha que um almirante comandasse a pasta, porém o militar escolhido declinou por "questões familiares". O nome do almirante não foi revelado.

Bolsonaro declarou que o general Azevedo e Silva "tem uma vida pregressa de serviços excepcionais", com passagem pela missão de paz da ONU no Haiti, experiências em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e na chefia do Estado-Maior do Exército.

Bolsonaro negou que a escolha tenha sido uma "sugestão" do presidente do STF, Dias Toffoli, a quem o general assessora atualmente.

"Fiz até uma brincadeira, se me permitem, quando ele (general Azevedo e Silva) fez estágio com o Toffoli, daí ele voltou para nós", afirmou.

Twitter, Facebook e Instagram declaram que Jair Bolsonaro não contratou serviços para impulsionar publicações

O Twitter, Facebook e Twitter notificaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a campanha de Jair Bolsonaro não utilizou serviços para impulsionar publicações e conteúdos durante o período eleitoral.
Esta foi a primeira eleição autorizada para arranque de publicações para fins eleitorais.
Como normal, no entanto, era necessário ser identificado de forma inequívoca e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações, candidatos ou representantes.
A rede social Facebook informou que a página e as conta oficiais do presidente eleito divulgadas pelo próprio TSE “não contrataram impulsionamento de conteúdos no período entre 16 de agosto de 2018 e 28 de outubro de 2018″.
O Facebook afirma ainda que, se a Justiça Eleitoral entender pelo fornecimento de informações envolvendo outras páginas e contas além daquelas registradas junto ao TSE, poderá contatar os operadores dos sites Facebook e Instagram para viabilizar o fornecimento dos dados disponíveis em seus servidores, mediante a indicação das URLs correspondentes, nos moldes da legislação vigente”.
Assim como o Facebook, o microblog Twitter também avisou ao TSE que não detectou nenhum impulsionamento pago de conteúdo por parte da campanha de Bolsonaro.
Com informações, Renova Mídia

Procurador da Lava Jato afirma que Gleisi e Aécio perdem o foro privilegiado em 2019

O procurador da República Roberson Pozzobon utilizou o Twitter para comentar a situação dos atuais senadores, Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Aécio Neves (PSDB-MG).
Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), o foro privilegiado deixa de existir quando há troca de cargos, que foi o caso de Gleisi e Aécio, que eram senadores e se elegeram deputados, registra o site Conexão Política.
“Se a reeleição do parlamentar para o mesmo cargo pode suscitar debates quanto à baixa dos autos para o 1o grau, o foro privilegiado deixa de existir quando há troca de cargo. Nessa situação os atuais sen. Aécio Neves (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), futuros deputados”, afirmou Pozzobon.

Assim, conforme a jurisprudência, Gleisi Hoffmann e Aécio Neves poderão responder na Justiça sem foro privilegiado.
Foro Privilegiado
Foro privilegiado é um benefício garantido a algumas autoridades que integram cargos públicos.
Esse direito é relacionado ao julgamento de processos criminais.
O foro privilegiado consente que os indivíduos desses cargos não sejam julgados pela justiça comum (primeira instância) como ocorre comumente com os processos.
Nessa conjuntura, o julgamento do processo ocorre diretamente em um dos Tribunais Superiores: no Supremo Tribunal Federal (STF), no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou nos Tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal (TJ).

BOLSONARO CONFIRMA LEVY NO BNDES

Jair Bolsonaro confirmou a O Antagonista a nomeação de Joaquim Levy para o comando do BNDES, apesar de seu histórico de serviços prestados aos governos de Dilma Rousseff e Sergio Cabral.

“Tanta gente que já apoiou a Dilma, apoiou o Lula, apoiou o Temer… Não é por que apoiou, teve do lado, num cargo, que você vai execrar o cara. Teve cara que passou por lá sem problema nenhum”, disse.

Bolsonaro explicou que “foi uma decisão do Paulo Guedes, que pediu um voto de confiança”.

“A caixa-preta vai ser aberta na primeira semana! Não tenha dúvida disso. Se não abrir a caixa-preta, ele está fora, pô.” O presidente eleito disse ainda que quer a “suspensão de todos os sigilos” do BNDES. “Isso será tratado dessa maneira.”

Ele comentou ainda que não existe nenhum processo contra o Levy, “nada que desabone sua conduta”.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Radicalização começou com PT, não com Bolsonaro, diz FHC

Em sua entrevista ao jornal Clarín, Fernando Henrique Cardoso disse que a radicalização no Brasil começou com o PT, não com Jair Bolsonaro.

“A radicalização começou durante os governos do PT. Eles [petistas] sentenciavam que eram os bons e os demais, os maus. A mim, me acusavam de neoliberal, algo que nunca fui, mas era um modo de dizer que eu não servia.”