segunda-feira, 26 de novembro de 2018

O governo cubano e as regras do “Mais Médicos” explicitam a natureza exploradora do socialismo

Socialistas são muito mais gananciosos e exploradores do que o mais inescrupuloso capitalista

Sejamos diretos: o programa "Mais Médicos", lançado em 2013 por Dilma Rousseff, foi, na realidade, uma genial criação da ditadura cubana.
Visto por todos como 'humanitário', o programa nada mais era do que uma fachada utilizada pelo regime socialista para aumentar suas receitas e, consequentemente, solidificar ainda mais seu poder. Em outras palavras, uma ditadura criou um esquema por meio do qual aumentava seu poder e sua riqueza ao mesmo tempo em que recebia aplausos mundiais.
Rotulada de "diplomacia dos doutores", eis como o esquema realmente funcionava:
1) O governo cubano enviava, temporariamente, profissionais médicos para o Brasil com o declarado objetivo de atender os mais pobres das áreas afastadas do país.
2) Em troca, o governo brasileiro pagava os salários destes médicos enviando o dinheiro para a Organização Pan-Americana de Saúde - OPAS (um braço da Organização Mundial da Saúde).
3) Ato contínuo, a OPAS depositava o dinheiro diretamente na conta-bancária do governo cubano.
4) O governo cubano então retinha até 75% deste valor e, só então, repassava os 25% restantes aos médicos cubanos.
5) Mas a coisa pode ser ainda pior: destes 25%, o governo cubano retém mais 60%, o que deixa o médico cubano com apenas 10% do valor originalmente depositado nas contas do governo cubano. Cuba alega que este valor adicional confiscado (60% de 25%) está guardado em uma conta bancária em Cuba. Só que, como não há qualquer controle sobre isso, é bem provável que o regime embolse também esta fatia.
6) Em números atualizados, sabe-se que, por meio deste arranjo, o governo brasileiro já repassou nada menos do que R$ 3,2 bilhões de reais diretamente à ditadura cubana.
7) A cifra é superior aos R$ 2,5 bilhões que o BNDES emprestou para obras do Porto de Mariel (R$ 2,4 bilhões), aeroporto de Havana (R$ 525 milhões) e para construção de fábricas locais (56 milhões).
8) O valor total desembolsado pelo governo brasileiro foi de R$ 6 bilhões. Segundo relatório do TCU, tal valor dava para formar 52.413 novos médicos brasileiros para serviço permanente (quase cinco vezes o número de profissionais importados de Cuba para atuação temporária). Ou então construir 14.068 Unidades Básicas de Saúde em municípios menores (quase 3 UBS para cada cidade). Ou construir 1 UBS para cada município e ainda usar o restante do dinheiro para formar cinco novos médicos para cada uma dessas unidades.
9) Ou seja, se a intenção do governo brasileiro fosse realmente melhorar a saúde, o dispêndio total direcionado ao programa Mais Médicos traria muito mais retorno (melhorias permanentes em vez de meramente paliativas) caso fosse investido aqui mesmo.
Reféns e escravos
Mão-de-obra estrangeira, que vem para trabalhar livremente, é sempre bem-vinda, independentemente de sua nacionalidade. Por outro lado, mão-de-obra estrangeira que é utilizada como fachada para sustentar regimes ditatoriais e homicidas é algo ética e moralmente intolerável. Se 75% do dinheiro utilizado para financiar essa mão-de-obra é desviado para sustentar uma ditadura homicida, então o programa nada mais é do que uma fachada para bancar a boa vida de tiranos.
Mas tudo piora.
Se essa mão-de-obra não tem nem sequer o direito de escolher como quer trabalhar, e se sua família é mantida como refém no país de origem, então o programa é escravagista e chantagista. 
"Você é treinado em Cuba e nossa educação é gratuita. A saúde é gratuita, mas a que preço? Você acaba pagando por ela pelo restante de sua vida". Essas foram as palavras da doutora Yaili Jiménez Gutierrez, uma das médicas enviadas por Cuba, um uma reportagem do jornal The New York Times (que não pode nem remotamente ser acusado de direitista ou reacionário).
Prossegue a doutora:
É quando você sai de Cuba pela primeira vez que você então descobre várias coisas que sempre foi proibido de ver. E aí chega um ponto em que você se cansa de ser um escravo.
Segundo a reportagem, os médicos cubanos, tão logo chegaram ao Brasil, começaram a notar a disparidade salarial e de tratamento não apenas em relação aos médicos brasileiros, mas também em relação aos outros médicos estrangeiros que participavam do programa. Além de os salários dos médicos brasileiros e estrangeiros no Brasil serem quatro vezes maiores que os seus, as liberdades civis e econômicas deles eram inacreditáveis para os padrões cubanos.
"Começamos a ver como as condições dos outros médicos eram totalmente diferentes", explicou a doutora Jiménez. "Eles podiam ficar com suas famílias, trazer seus filhos, morar com eles. E os salários eram muito maiores".
Não demorou muito, e vários cubanos começaram a se rebelar. Até 2017, mais de 150 médicos cubanos já haviam entrado com processos nos tribunais brasileiros exigindo igualdade de proteção e pedindo que possam permanecer no Brasil como terceirizados independentes, podendo assim manter todo o seu salário.
The New York Times resumiu assim a situação:
As sementes da rebelião foram plantadas um ano atrás em uma conversa entre um médico cubano e um sacerdote em um remoto vilarejo no nordeste brasileiro.
Anis Deli Grana de Carvalho, uma médica de Cuba, estava terminando seu período de três anos no Brasil. Porém, tendo se casado com um brasileiro, ele queria permanecer no país e continuar trabalhando. O pastor ficou revoltado ao descobrir que, sob os termos do seu contrato, os médicos cubanos podiam ficar com apenas 25% do valor que o governo brasileiro paga ao governo cubano pelos serviços destes médicos. [...]
Ao final de setembro de 2016, ela entrou com um processo em um tribunal federal para trabalhar como autônoma independente. Algumas semanas depois, vários outros médicos cubanos fizeram o mesmo e moveram ações nos tribunais brasileiros.
No fim do ano passado, juízes expediram liminares para alguns casos, concedendo aos médicos cubanos o direito de permanecer no país como prestadores autônomos de serviços, ganhando salário integral. Um juiz federal da capital denunciou o programa como uma "forma de trabalho escravo" que não pode ser tolerada.
Pouco depois de as primeiras liminares serem concedidas, supervisores cubanos no Brasil convocaram os médicos que haviam aberto processos e os demitiram na hora, de acordo com diversos médicos. Foi-lhes oferecida a escolha de tomar um avião de volta a Cuba em 24 horas — ou enfrentar oito anos de exílio.
Além de terem mais de três quartos do seu salário confiscados, os médicos cubanos não tinham a permissão de trazer seus familiares para o Brasil. Estes eram estrategicamente mantidos reféns em Cuba para garantir que os médicos enviados ao Brasil não iriam desertar e fugir do paraíso socialista.
Para aqueles cubanos que deixaram a família para trás a fim de buscar melhores condições de vida, os custos foram altos; no entanto, segundo eles próprios, tudo valeu a pena.
Conclui a reportagem:
"É triste deixar a família e os amigos em nosso país natal", disse Maireilys Álvarez Rodríguez, médica cubana que processou o governo e conseguiu trazer a família para o Brasil. "Mas aqui estamos em um país onde você é livre, onde ninguém pergunta aonde você está indo ou lhe diz o que fazer. Em Cuba, sua vida é ditada pelo governo".
Não deixa de ser uma curiosa contradição: exatamente aquele regime que se jacta de priorizar a "igualdade" fez com que seus médicos fugissem do país por causa de uma arbitrária desigualdade de tratamento, chegando ao ponto de abandonarem suas famílias e terem de pedir ao governo brasileiro para que, finalmente, alguma igualdade de tratamento lhes fosse concedida.  
A ganância socialista
Após ser eleito, Jair Bolsonaro anunciou novas condições para a manutenção do programa Mais Médicos. De um lado, os médicos cubanos teriam de fazer o Revalida; de outro, eles agora teriam de receber o pagamento integral por seus serviços (nada mais de a ditadura cubana confiscar 75% dos proventos) e seus familiares seriam livres para vir ao Brasil caso os médicos assim quisessem. Mais: também foi oferecido asilo àqueles que quisessem permanecer no Brasil.
O governo cubano, como imaginado, prontamente rejeitou os novos termos, alegando quea "dignidade" e o "altruísmo" dos cubanos não podem ser questionados. E imediatamente mandou os médicos voltarem para Cuba.
Como disse Rafael Ribeiro, o regime socialista gosta de parolar conceitos como "mais-valia" e "exploração", mas é ele próprio quem esbulha seus trabalhadores, explora sua mão-de-obra e aprisiona seus familiares. E quando seus programas "humanitários" não mais trazem retorno financeiro para o regime, eles imediatamente cancelam tudo e punem os "rebeldes".
No final, socialistas sempre se mostram mais gananciosos, mais ávidos e mais exploradores do trabalho humano do que até mesmo o mais inescrupuloso capitalista.

domingo, 25 de novembro de 2018

Bolsonaro quer auditoria de todos os programas sociais

Jair Bolsonaro afirmou neste sábado que em seu governo todos os programas sociais passarão por auditoria, relata O Antagonista.

Segundo o presidente eleito, é necessário que as pessoas com capacidade para trabalhar estejam no mercado de trabalho e não sejam dependentes do Estado.

“Projeto social tem que ser para tirar a pessoa da pobreza e não para mantê-la num regime de quase dependência. Nós não queremos nenhum brasileiro dependendo do Estado”, afirmou.

“Logicamente, ninguém será irresponsável a ponto de acabar com qualquer programa social, mas todos serão submetidos a auditoria para que aqueles que podem trabalhar entrem no mercado de trabalho e não fiquem dependendo do Estado a vida toda.”

O enorme “buraco” de Lula, todos os processos criminais e as chances inexistentes

A rigor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem a mínima chance de sair da cadeia.
Sua situação processual é a pior possível, tão complicada quanto a do ex-governador Sérgio Cabral.
Em todos os processos a culpa do petista parece bem clara para quem analisa tecnicamente, desprovido de qualquer sentimento partidário ou ideológico.
Por enquanto, Lula tem apenas uma condenação, em 1ª e 2ª instâncias, que o mantém preso. É justamente a ação que trata do malfadado tríplex do Guarujá.
Além dessa ação do tríplex, Lula é réu e já está sendo processado criminalmente em outros seis processos.
No processo que trata do Instituto Lula, que tramita na Justiça Federal de Curitiba, Lula foi denunciado por ter recebido propina por meio de um terreno para a construção do Instituto Lula e a aquisição, por meio de um laranja, de um apartamento vizinho à residência dele em São Bernardo do Campo (SP). É o caso em que, segundo o MP, foram forjados recibos de locação, onde, demonstrando a gigantesca incompetência dos advogados de Lula, o preenchimento se deu com algumas datas inexistentes. Coisa bem amadora. Picaretagem de ‘trombadinha’.
O processo do Sítio de Atibaia é o que Lula foi ouvido recentemente, quando foi triturado pela juíza Gabriela Hardt, a substituta de Sérgio Moro. Empreiteiras pagaram propina a Lula por meio de benfeitorias custeadas de forma oculta ao sítio.
As outras quatro ações que já tramitam contra Lula ocorrem perante a Justiça Federal de Brasília.
Na ação do esquema de Angola, Lula é acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa. O ex-presidente teria usado a influência no BNDES para favorecer a Odebrecht em contratos e obras da construtora em Angola, na África.
Numa outra ação, a dos caças suecos, que Lula vem há tempos se esquivando de prestar depoimento, o ex-presidente teria participado, já fora do Palácio do Planalto, de negociações irregulares para compra de caças suecos e prorrogação de incentivos fiscais a montadoras de veículos. Nesse caso, Lula é acusado de lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa.
No sexto processo crime contra o petista, a acusação é de corrupção passiva por, durante a Presidência, ter editado medida provisória em 2009 para favorecer empresas do setor automotivo em troca de propina.
Por fim, nesta sexta-feira (23), Lula começou a ser processado no caso do “quadrilhão do PT”, desta feita em companhia de sua sucessora Dilma Rousseff. A roubalheira estimada neste caso é de R$ 29 bilhões e foi definida da seguinte forma pelo magistrado Vallisney de Oliveira, que recebeu a denúncia: “verificou-se o desenho de um grupo criminoso organizado, amplo e complexo, com uma miríade de atores que se interligam em uma estrutura de vínculos horizontais, em modelo cooperativista, nos quais os integrantes agem em comunhão de esforços e objetivos, bem como em uma estrutura mais verticalizada e hierarquizada, com centros estratégicos, de comando, controle e tomadas de decisões mais relevantes”.

Desintoxicação ideológica do serviço exterior brasileiro

A nomeação do diplomata Ernesto Araújo como Ministro das Relações Exteriores do Brasil harmoniza melodicamente com o programa governamental de Jair Bolsonaro, logo que, impreterivelmente, sua condição antagonista ao sistema ideológico implementado na chancelaria brasileira pelo Partido dos Trabalhadores nos últimos 13 anos, sistema esse que presenteou, patrocinou e apadrinhou ditaduras mundo afora, desperdiçando recursos nacionais no ‘investimento’ em empreendimentos romanescos, deve ser tomado como um pilar fundamental para concretizar o reposicionamento do Brasil como nação livre de influências comunistas na gestão do relacionamento com a comunidade internacional.
Mais do que isso, a formação intelectual de Ernesto Araújo em simetria com sua carreira diplomática liderando o Itamaraty anuncia ao mundo que o Brasil não mais fará coro ao movimento revolucionário, ao derretimento dos valores ocidentais cristãos, e que tal como os Estados Unidos da América não reclinará em adoração ao globalismo ideológico.
A experiência de Ernesto Araújo adquirida na posição de assessor na divisão do Mercosul, e mais tarde como secretário da missão brasileira junto à União Europeia, onde liderou o setor econômico da embaixada brasileira na Alemanha, e principalmente como chefe de divisão das áreas de serviços, investimentos, assuntos financeiros e negociações do Mercosul, além de várias outras posições por ele ocupadas no MRE, indica que o diplomata possui o rudimento político necessário para liderar o processo de redirecionamento de prioridades nas relações exteriores, anteriormente canalizadas para a liga mundial dos fracassados formada por ditaduras africanas, caribenhas e tutti quanti países assolados por governos comunistas-socialistas, agora para as grandes potências ocidentais que formam o bloco de resistência ao avanço das políticas de implementação do governo global e em defesa da cultura ocidental.
Devemos lembrar também que o Itamaraty foi amotinado pela trupe de Lula e seus blue-caps em ordem de ser utilizado como máquina de propagação dos sustentáculos de safadezas do petismo all over the world. Utilizando a aliança de poder entre o Estado e a metacapitalista elite empresarial brasileira, o MRE revelou ao mundo o que mais tarde ficaria conhecido como o principal produto de exportação brasileiro: a corrupção tupiniquim. Portanto, devemos sobretudo compreender que a missão de Ernesto Araújo deve ser personificar frente à comunidade internacional a base de valores que o movimento liberal-conservador busca resgatar no Brasil, e assim, limpar a imagem de completa devassidão deixada pelo PT.
Como não poderia ser diferente, o pútrido mainstream da mídia brasileira, desposado com a causa revolucionária, tenta pateticamente desmerecer a escolha de Bolsonaro por Ernesto Araújo taxando seu trabalho intelectual particular de lunático, aluado ou excêntrico, por defender justamente o posicionamento de Donald Trump e dos norte-americanos contra o globalismo e contra o plano de desmanche da cultura e dos valores ocidentais, como se não fossem essas justamente as bandeiras da própria esquerda, mas um devaneio oriundo de teorias da conspiração. É a velha e boa tática da dialética comunista: para eles, dar as mãos e cantar Kumbaya com Fidel, Chávez, Kadafi e Mugabe está de acordo com a mais genuína normalidade. Estapafúrdio é recusar-se a financiar os estrambólicos governos destes ditadores e investir nas relações com os líderes dos países que historicamente defendem o direito de liberdade, soberania e prosperidade das nações.
O desconsolo da corrente dominante da mídia e do estamento burocrático é para eles uma dolorosa reação deste doente corpo causado pelo processo de desintoxicação ideológica do serviço exterior e de todo o Estado brasileiro.

texto de Alain Ibrahim
(em Conexão Política)

“Eu sou irresistível”

Olavo de Carvalho explicou para a repórter de O Globo como conseguiu emplacar mais um ministro:

O senhor chegou a conversar diretamente com Bolsonaro sobre Vélez, ou indicou apenas pela postagem no Facebook?

Eu conversei com o Bolsonaro três vezes na vida. Uma vez, quando ele sofreu o atentado, fiz uma comunicação para mostrar minha solidariedade, e quando ele foi eleito, telefonou para cá para agradecer. Isso foi todo o contato que eu tive com o Bolsonaro. O filho dele, Eduardo, tive um pouquinho mais, devo ter conversado umas cinco vezes. Eles leem as coisas que eu escrevo e levam a sério.

Os contatos devem ter sido muito bons, porque Bolsonaro já aceitou duas indicações suas para ministros.

Eu sou irresistível. Daqui a pouco você vai estar apaixonada por mim.

sábado, 24 de novembro de 2018

Juiz torna réus Lula, Dilma, Palocci e Mantega por ‘quadrilhão do PT’

O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, aceitou nesta sexta-feira, 23, denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2017 contra os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, registra o site Conexão Política.
Com a decisão, os petistas se tornam réus e serão julgados pelas acusações do inquérito conhecido como “quadrilhão do PT”, em que são acusados do crime de organização criminosa.
Formulada em setembro do ano passado pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a denúncia aceita hoje acusa os ex-presidentes de terem liderado, durante seus governos, uma organização criminosa que lesou a Petrobras entre meados de 2003 e maio de 2016.
Também foram denunciados a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o ex-ministro Paulo Bernardo e Edinho Silva. Entretanto, eles não foram atingidos pela decisão do juiz Vallisney, pois possuem foro privilegiado e responderão as acusações nos Tribunais superiores.

A caixa-preta do Mais Médicos

A ditadura cubana rompeu o Mais Médicos porque Jair Bolsonaro prometeu abrir a caixa-preta do BNDES.

Diz Merval Pereira:

“No desdobramento dos telegramas que a Folha de S. Paulo revelou sobre como o programa foi montado, há uma parte da troca de mensagens altamente reveladora de uma triangulação financeira envolvendo o BNDES.

Segundo relato do Itamaraty, os cubanos alegaram que ‘o incremento das importações brasileiras de Cuba decorrente da contratação de serviços médicos poderia dar mais sustentabilidade às relações comerciais bilaterais e, consequentemente, mais recursos para que o lado cubano tenha condições de honrar, no futuro, dívidas que estão sendo contraídas por conta do financiamento brasileiro em diversas áreas, notadamente de infraestrutura, com a ampliação e renovação do Porto de Mariel’.

Os cubanos propuseram ‘um mecanismo de compensação’ para pagamento dos financiamentos, e o Brasil sugeriu que fosse feito através de uma conta bancária brasileira. Como se vê, a proposta era de que Cuba pagasse os empréstimos do governo brasileiro com o dinheiro que o próprio governo brasileiro lhe pagaria pelo programa Mais Médicos (…)

Toda a negociação, segundo os relatos oficiais, foi feita em termos comerciais, e não de ‘ajuda humanitária’, como o programa era vendido. Por isso, prevendo que o novo governo de direita, que derrotara o PT, faria uma investigação sobre o programa, os cubanos apressaram-se a rompê-lo unilateralmente.”

O trotskista de Bolsonaro

O novo ministro de Jair Bolsonaro, Ricardo Vélez Rodríguez, disse em seu blog que foi trotskista e que militou em “organizações consideradas como terroristas pelo regime militar”, informa O Globo.

'Os trotskistas costumam se transformar nos mais entusiasmados direitistas', comenta O Antagonista.

O empoderamento de Mourão

O alto comando militar defende o empoderamento do general Hamilton Mourão, diz a Crusoé.

De causador de problemas na campanha eleitoral, como na ocasião em que criticou o décimo-terceiro salário e foi posteriormente desautorizado por Jair Bolsonaro, ele passou a ser desatador de problemas. Seu espaço tem crescido nas últimas semanas não apenas pelo seu perfil proativo, mas também pelo desejo dos militares em avançar sobre a área civil.

A reportagem da Crusoé questionou-o sobre as queixas do núcleo político de que ele estaria ocupando setores que não seriam da sua alçada.

Ele respondeu:

“Isso aí tudo faz parte daquele ditado ‘dividir para conquistar’. A turma aí quer dividir. Aguardem a decisão do presidente, ele que vai decidir o espaço de cada um. Cada dia com sua agonia”.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

“Que se limpe todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais”, diz Ricardo Vélez Rodríguez

Nesta última segunda-feira (19), O petista Mário Sérgio Cortella, ligado a Fernando Haddad, disse em entrevista à BBC, que as escolas militares ‘são são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola’.
Ele ainda afirmou que não é necessário que ‘se traga a militarização [para] dentro da rede de escolas’.
“A Escola Naval, em Angra dos Reis, os colégios militares de Brasília, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, a Escola de Engenharia do Exército são absolutamente admiráveis. Quem, em sã consciência, não gostaria que a excelência fosse essa? Aliás, elas são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola. Se um dia eu fosse ministro da educação e tivesse recurso para colocar em todas as escolas públicas brasileiras o mesmo orçamento que tem a Escola Naval em Angra, não teria dúvida em fazê-lo. Esse é o nosso sonho. O que não é necessário? Que se traga a militarização dentro da rede de escolas. Isto é: copiar a conduta, enquanto padrão científico, a capacidade de formação, a seriedade e até a disciplina, mas não a disciplina militarizada porque ela tem outro tipo de objetividade. Uma pessoa que sai de uma escola militar na educação básica, sai com uma formação científica sólida. Eu quero isso para todas as escolas não é só o presidente Bolsonaro que quer”, declarou Cortella.
Em resposta, o futuro ministro da educação Ricardo Vélez Rodríguez, nomeado por Jair Messias Bolsonaro, discordou da declaração de Cortella.
Para ele, o primeiro passa para recuperar o sistema educacional no Brasil é limpando “todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais de não poucos funcionários alojados no Ministério da Educação”.
Vélez assegurou que, o sistema educacional miliar, não tem uma alta patente somente por ter altos investimentos. Ele diz que o ensino militar é excelente porque “há patriotismo e neles se faz o que de muito tempo não se faz em não poucas instituições públicas de ensino: estudo, disciplina, valorização dos docentes e amor pelo Brasil”.
Veja a resposta na íntegra:
“O que é necessário na educação, senhor Cortella? Em primeiro lugar que se limpe todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais de não poucos funcionários alojados no Ministério da Educação. Isso para início de conversa. Os Institutos Militares são excelentes lugares de ensino. Concordo. Mas não é, exatamente, questão de dinheiro. Eles são excelentes porque há patriotismo e porque neles se faz o que de muito tempo não se faz em não poucas instituições públicas de ensino: há estudo, disciplina, valorização dos docentes e amor pelo Brasil. Tudo que os petralhas e colaboradores não fizeram ao longo dos últimos anos! Isso, apesar de Lula e Companhia terem ‘contingenciado’ o orçamento das Forças Armadas, naquilo que os nossos militares mais queriam: garantir a proteção de fronteiras no Brasil, com o projeto Sisfron”.

CUT afundada em crise, demite funcionários e vende prédio

A Central Única dos Trabalhadores, importante braço político e social do PT, está mergulhada numa crise sem precedentes. Após a aprovação do projeto que acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical, criado pelo deputado federal Paulo Martins, a entidade, que estava acostumada a tomar obrigatoriamente dos trabalhadores R$ 50 milhões – de janeiro a agosto de 2017 – passou a arrecadar menos de 10% do que arrecadava anteriormente, cerca de R$ 2 milhões.
Uma das saídas está sendo o corte de gastos, o que significa que até o momento 60 funcionários foram desligados, e o que sobrou está de mudança, pois o prédio atual da sede, avaliado em R$ 40 milhões, será vendido.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, declarou que cogita abrir o site para patrocinadores, ou seja, para sobreviver vão se render aos lucros do capital.
Fonte: Época

Lula pode ser condenado duas vezes pelas mãos da juíza Gabriela Hardt

O pior pesadelo de Lula e sua defesa está prestes a se concretizar. Gabriela Hardt, a juíza exemplar que mandou o petista diminuir o tom para evitar problemas, ficará à frente da Lava Jato até 30 de abril de 2019, ou seja, tempo suficiente para Gabriela proferir duas condenações nos casos do sítio de Atibaia e no terreno do Instituto Lula.
A confirmação veio na quarta-feira (21) em despacho, onde a juíza informou que foi designada como responsável pela titularidade plena da 13ª Vara. O prazo de atuação da magistrada vai do último dia 19, data da exoneração de Sergio Moro, até dia 30 de abril de 2019, conforme já informado.
Os processos em que Lula é réu estão em fase avançada, e provavelmente serão finalizados pela juíza. No caso do terreno do Instituto Lula e de um apartamento em São Bernardo do Campo, comprados com propina pela Odebrecht, teve as alegações finais de Lula apresentadas em 1º de Novembro. Já no processo do sítio de Atibaia, que investiga as reformas pagas também com propina de empreiteiras, como a OAS, deve ficar pronta para sentença já em janeiro.
(Informação do Renova Mídia)

Mais de 11 mil médicos brasileiros se inscrevem no programa Mais Médicos e desmentem narrativa do PT

Toda narrativa criada pelo PT de que faltavam médicos brasileiros foi desmentida. Há muitos médicos brasileiros dispostos a trabalhar no Mais Médicos. Para substituir os 8.000 cubanos, mais de 11.000 médicos já se inscreveram. Ainda há milhares de médicos brasileiros formados no exterior aguardando a Revalidação, registra o site República de Curitiba.
O Ministério da Saúde informa que no segundo dia de inscrições (até às 17h), o número já chegou a 11.429 inscritos com CRM Brasil. Desse total, 5.212 foram efetivadas e 3.648 profissionais selecionaram o município de atuação. O edital foi publicado no Diário Oficial da União da última terça-feira (20/11). São ofertadas 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), que antes eram ocupadas por médicos da cooperação com Cuba. Os profissionais podem se inscrever por meio do site maismedicos.gov.br.
Sobre a instabilidade do site, o Departamento de Informática do SUS (DATASUS) está trabalhando para aprimorar o sistema de inscrições. O setor já identificou a maior parcela dos robôs e máquinas programadas que estão promovendo os ataques à página do Mais Médicos. Ainda nesta quinta-feira (22/11), a equipe de segurança do sistema atuou isolando e protegendo a rede desses ataques.

Escola partidária, identidade de gênero e outras idiotices

Temos que reagir às investidas de grupos deletérios, que tentam destruir os princípios morais e educacionais da família brasileira.
Por exemplo, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) tem se notabilizado na tribuna da Câmara em defesa visceral de um modelo libertário de sociedade, pregando um novo comportamento da educação familiar e escolar.
A deputada em seu contumaz show verborrágico - de gestos demasiadamente peripatéticos, defensora da escola partidária, mas que foi educada na escola tradicional e graças a ela deve a educação formal que tem - não se cansa de seus posicionamentos ridículos, antipedagógicos e doutrinários de viés (comunista) maléfico.
Ora, o senso crítico não se aprende na escola, mas sim é uma característica intrínseca de reagir de cada um no universo em que vive. Não é a escola defendida por Erika Kokay, ou por grupos vanguardistas de esquerda, que vai posicionar o indivíduo na sociedade.
A escola básica é para formar o cidadão como ser humano, civilizado, disciplinado, multialfabetizado e não para ter contato precocemente com ideologias político-partidárias, de gênero, casamento gay etc.
Como impingir nas crianças conceitos antipedagógicos de natureza sexual, homoafetivos, político-partidários, ensinando que inexistem homem e mulher e outras idiotices, como desejam a deputada petista e demais sectários de esquerda?
A pluralidade de ideias e a divergência são vitais para a oxigenação do ensino, mas têm que ser abordadas sem proselitismo, sem doutrinação e sem pretender catequizar indivíduos ainda em formação escolar.
Enquanto a deputada e demais pseudovanguardistas de esquerda se preocupam em doutrinar a escola básica, se esquecem elas de que as escolas públicas brasileiras, no período petista, foram abandonadas, onde alunos e pais passaram a agredir professores, coisa que quase inexistia antes do nascimento do PT. Leiam e tirem as suas conclusões do fato abaixo.
“A mãe de uma aluna que agrediu professores da Escola Municipal de Ensino Fundamental Saint Hílare, na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre, na quarta-feira (7), retornou à escola nesta quinta-feira (8), causou confusão em frente à instituição e atropelou um policial militar, conforme o relato de professores”.
Este é o cenário, infelizmente, por que passa a educação escolar pública brasileira. Pais e alunos indisciplinados, sem repressão à altura das autoridades educacionais, transformaram o ambiente escolar público em arena de agressões a professores, os quais se sentem inermes e inertes para continuar ensinando.
Urge que a disciplina volte a reinar no seio escolar, como antigamente. Aguardamos que o novo governo federal resgate a paz no ambiente da escola pública brasileira, expedindo orientação ou norma geral para que seja adotada em todo o território nacional.
Alunos recorrentemente indisciplinados, que agridem verbal e fisicamente professores, com a complacência de seus pais, têm que ser expulsos dos colégios públicos, pois, é preferível que elementos indisciplinados passem para a marginalidade a ficar contaminando todo o grupo de alunos disciplinados da escola. Isso é mais um espólio negativo deixado nos treze anos de desgoverno petista.
texto por Júlio César Cardoso, bacharel em Direito e funcionário público aposentado.
(via Jornal da Cidade)

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Os filhos dos generais e os filhos dos presidentes civis

O último general-presidente, João Batista Figueiredo, intensificou a abertura política pressionado por uma enorme crise econômica e pelas manifestações populares em prol da democracia.
Logo que assumiu o poder, aboliu o sistema bipartidário e promoveu uma ampla, geral e irrestrita anistia, além de devolver aos cassados os seus direitos políticos.
O MDB, que fazia uma tênue oposição ao regime, virou PMDB, enquanto a ARENA se transformou no Partido Democrático Social (PDS), abrigando os civis e militares defensores do regime.
Findo o mandato, Figueiredo deixou o poder completamente pobre.
Não tinha, sequer, dinheiro para manter o sítio do Dragão, em Petrópolis, para onde se retirou após deixar o poder. Teve de vender alguns bens para manter a propriedade. Primeiramente vendeu os cavalos; depois, o próprio sítio.
Morreu em 1999 em seu apartamento no bairro de São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro. Sua viúva, que faleceu anos depois, foi obrigada a organizar um leilão dos objetos pessoais do marido para pagar as despesas da casa. Essa atitude foi bastante criticada pela imprensa, que pouco se incomodava com as agruras financeiras da ex-primeira dama, que vivia da pensão militar deixada pelo general, equivalente a R$ 8.865,00.
Outro militar, o coronel do exército Mário Andreazza, foi Ministro dos Transportes nos governos Costa e Silva e Médici. Responsável pela construção da ponte Rio-Niterói - obra que teve empréstimo de dois bilhões de dólares -, também morreu pobre. Seus 37 colegas de turma fizeram uma vaquinha para que o seu corpo fosse trasladado do Rio de Janeiro para o Rio Grande do Sul, sua terra natal.
Não se conhece, em matéria de dinheiro público, qualquer ato desabonador dos filhos dos ex-presidentes militares.
A filha de Geisel, Amália Lucy, professora do Colégio Pedro II, ia de ônibus para o trabalho. Paulo Roberto e João Batista, filhos de Figueiredo, jamais foram objetos de investigação. O primeiro, publicou um artigo na internet explicando as razões pelas quais seu pai se recusou a patrocinar a Copa do Mundo no Brasil na década de 80.
Segundo ele, Figueiredo não aceitava tirar bilhões de dólares da saúde e da educação para gastá-los com futebol e propina. Hoje está demonstrado que a vida dos generais-presidentes e a de seus filhos era simples e modesta. Pelo menos até o momento, não se conhece nada que desabone a conduta de qualquer deles.
Já os ex-presidentes civis e seus herdeiros, praticamente nenhum deles se salva.
Muitos respondem a processos por corrupção. Sarney saiu desmoralizado. Collor foi obrigado a renunciar sob acusação de corrupção. Seu sucessor, Fernando Henrique Cardoso e o seu primeiro filho, Paulo Henrique, podem ser chamados a qualquer tempo para dar explicações sobre certos negócios cobrados pela imprensa, a exemplo das contas e propriedades no exterior do patriarca investigadas pela Polícia Federal, negócios com a Odebrecht, com a Petrobrás e algumas offshores no Panamá e no Reino Unido, além de uma sociedade com o ex-braço direito do presidente argentino Maurício Macri, que se suicidou em meio a um escândalo de corrupção. Lula está preso, Dilma impichada e Temer sai do governo acusado de corrupção no porto de Santos.
Considerando, como dizia Cícero, que a história é a testemunha dos tempos e a luz da verdade, a ela caberá julgar os generais-presidentes pelos crimes de que são acusados contra os direitos humanos – por ação ou por omissão. Seja qual for o veredito, ela registrará que, do ponto de vista exclusivamente pessoal, todos eles, sem exceção, eram honestos. E os seus filhos também.
texto por Luiz Holanda, advogado e professor universitário.
(publicado originalmente no site Jornal Da Cidade)

Conheça Ricardo Vélez Rodríguez — o ministro da Educação do governo Bolsonaro

Como noticiamos há pouco, o presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou na noite desta quinta-feira (22) o nome do filósofo Ricardo Velez Rodriguez para comandar o Ministério da Educação (MEC) em seu futuro governo.
O anúncio foi feito pelo perfil oficial de Bolsonaro no Twitter.
Gostaria de comunicar a todos a indicação de Ricardo Velez Rodriguez, Filósofo autor de mais de 30 obras, atualmente Professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército, para o cargo de Ministro da Educação”, publicou.
A nomeação de Ricardo Vélez Rodríguez ao Ministério da Educação, além de atestar o compromisso de compor Ministérios com nomes estritamente técnicos, também representa a total mudança de rota do sistema educacional brasileiro. Vélez foi indicação do prof. Olavo de Carvalho.
Quem é Ricardo Vélez Rodríguez?
Ricardo Vélez Rodríguez nasceu em Bogotá (Colômbia) em 1943. Realizou os seus estudos básicos no Liceu de La Salle (Bogotá) e cursou na mesma cidade o Bacharelado em Humanidades, no Instituto Tihamer Toth.
Possui graduação em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana (1964), graduação em Teologia – Seminário Conciliar de Bogotá (1967); mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1974); doutorado em Filosofia pela Universidade Gama Filho (1982).
Realizou pesquisa de pós-doutorado no Centre de Recherches Politiques Raymond Aron Paris (1994-1996), sob a orientação de Françoise Mélonio. Atualmente é conferencista e membro do conselho consultivo da Universidade Católica Portuguesa (Lisboa).
Vélez é professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora e professor emérito da ECEME.
Atualmente é professor-colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da UFJF. Possui experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia.
Pertence à Academia Brasileira de Filosofia; ao Instituto Brasileiro de Filosofia; ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; ao PEN Clube, ao Conselho Técnico da Confederação Nacional do Comércio e ao Instituto de Filosofia Luso-Brasileira (Lisboa).
Na mesma Universidade é também coordenador do Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos; do Núcleo Tocqueville-Aron de Estudos sobre as Democracias Contemporâneas; do Núcleo de Estudos sobre Madame de Staël e o Romantismo e do Núcleo de Cosmologia e Filosofia da Ciência.

Com informações do site Conexão Política.

Rubem Novaes no Banco do Brasil

Paulo Guedes escolheu o economista Rubem Novaes para presidir o Banco do Brasil.

Novaes é amigo de Guedes desde a época em que estudaram na Universidade de Chicago. Ele é professor da FGV, registra O Antagonista.

Evo pela metade

Evo Morales, o comparsa de Lula e Nicolás Maduro, vai ter de se virar para financiar o regime cocalero.

Diz O Globo:

“A Petrobras vai rever o contrato de fornecimento de gás com a Bolívia, que vence no fim do próximo ano. O acordo firmado com a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos prevê que a estatal brasileira pode importar até 30 milhões de metros cúbicos por dia. De acordo com a proposta já discutida pelas áreas técnicas da Petrobras, o volume deve ser reduzido para metade deste volume: 15 milhões de metros cúbicos por dia.”

BOLSONARO ANUNCIA MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Jair Bolsonaro acaba de anunciar no Twitter que o professor de filosofia Ricardo Velez Rodriguez será o seu ministro da Educação. Ele é ligado à Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, da qual é professor emérito.

Velez conta com a simpatia de Olavo de Carvalho – assim como o chanceler Ernesto Araújo – e sempre foi o favorito do presidente eleito.


Ivan Monteiro é carta fora do baralho

Atual presidente da Petrobras e cotado dias atrás para assumir o comando do Banco do Brasil, Ivan Monteiro foi cortado do futuro governo pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, registra O Antagonista.

Ivan é do entorno de Aldemir Bendine (Dida), preso pela Lava Jato.

Bolsonaro também estuda varrer todos os vice-presidentes do BB ligados à gestão petista.

Futuro ministro da Defesa anuncia novos comandantes das Forças Armadas

O futuro ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, anunciou nesta quarta (21)  os novos comandantes das Forças Armadas.

Na Marinha, o almirante Ilques Barbosa Júnior; no Exército, o general Edson Leal Pujol; na Aeronáutica, o brigadeiro Antônio Carlos Moretti Bermudez.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

O plano de Mandetta

Luiz Mandetta tem planos ambiciosos para a pasta da Saúde, diz o Estadão.

“Quer trocar o nome do programa Mais Médicos para Mais Saúde.”

O partido do MBL

O MBL se prepara para virar partido.

Kim Kataguiri disse para a Folha de S. Paulo que o plano é adotar “uma legenda que já exista, mas que tenha morrido por causa da cláusula de barreira”. 

General Heleno dribla "pegadinhas" e expõe os benefícios no uso de militares no governo (VÍDEO)

No último domingo (18), Daniela Pinheiro, diretora de redação da revista Época, questionou o general Augusto Heleno durante o programa Poder em Foco, no SBT. Os questionamentos aparentemente tentavam pautar o debate de forma a colocar o militar na defensiva e fazê-lo "dar explicações". Neles, por exemplo, estava inclusa a ideia de que "os militares voltaram ao poder" e que o Brasil está a beira de um governo "linha dura".
Heleno não caiu na "pegadinha" e logo de cara desmentiu as ideias. Ele prosseguiu expondo as vantagens em se utilizar militares na administração, explicando que isso é uma forma de retornar todo o investimento empregado na formação dos integrantes das forças armadas. 
Clique AQUI para assistir o vídeo completo da entrevista.


Após repercussão negativa, Senado arquiva projeto que muda Lei da Ficha Limpa

O Senado arquivou o projeto que propunha mudanças para enfraquecer a Lei da Ficha Limpa, publica o portal Terra. 

Após repercussão negativa e pressão de colegas, o autor da proposta, senador Dalírio Beber (PSDB-SC), apresentou requerimento para retirar o projeto de pauta. Ele foi aprovado em votação simbólica.

De acordo com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), o texto foi retirado de pauta em caráter definitivo. Ele havia sido incluído no rol de propostas que poderiam ser votadas pelo plenário no último dia 7, após ter o requerimento de urgência aprovado. Mais cedo, líderes partidários reuniram assinaturas suficientes para retirar a urgência, o que faria com que o projeto saísse da pauta do plenário.

Mais Médicos foi negociado secretamente pelo governo Dilma

A Folha teve acesso a telegramas diplomáticos que relatam as negociações secretas do governo Dilma com a ditadura cubana para a criação do Programa Mais Médicos, registra O Antagonista.

Segundo os documentos, Cuba queria cobrar 8 mil dólares por médico, mas acabou aceitando metade desse valor – sendo 3 mil dólares para o governo cubano e apenas 1 mil dólares para o médico.

Para não precisa submeter o acordo ao Congresso, o embaixador José Eduardo Felício propôs que fosse um “contrato comercial de compra de serviços médicos” através da OPAS.

Como a sede da organização é em Washington, o então ministro Alexandre Padilha propôs que as transferências fossem feitas diretamente entre os escritórios da organização no Brasil e em Cuba, sem passar pelos EUA.

Nos telegramas, fica estampada a preocupação do governo em tratar do caso secretamente para evitar a reação da comunidade médica brasileira.