quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Se não der certo, os generais voltarão

Segundo Nelson Rodrigues, “há um momento, na vida dos povos, em que o país tem de ser anunciado, promovido e profetizado”. Ao escrever esta frase, o genial escritor não imaginava como seria anunciar, promover e profetizar o Brasil depois de quinze anos de governo petista.
Para um partido que pregava o socialismo como um sistema de organização de sociedade que substituiria o capitalismo e controlaria a produção e a distribuição dos bens de forma igualitária e cooperativa, fica difícil entender a radical mudança para um sistema cuja ideologia foi a corrupção como meio de financiar seu projeto de poder.
E o pior é que a blindagem dos envolvidos não foi apenas para os seus filiados e dirigentes, mas sim para todos os políticos, pois, só assim, poder-se-ia evitar oposição. A CPI da Petrobrás demonstrou isso.
Depois de longos debates previamente ensaiados e dirigidos para a plateia, a conclusão dessa comissão sobre o propinoduto que sangrou a estatal foi no sentido de poupar todos os políticos e parlamentares envolvidos.
A única CPI que pelo menos deu em algo foi a dos Fundos de Pensão. Nesta conseguiu-se provar a participação de João Vaccari Neto e do ex-chefe da Casa Civil de Lula, José Dirceu (ambos condenados na Operação Lava Jato), no esquema.
De acordo com o deputado Efraim Filho (DEM-PB), o modus operandi usado nos escândalos do mensalão e do petróleo foi repetido nos recursos destinados a aposentados e pensionistas, de maneira que “o que a gente identifica é que há uma máquina de corrupção do PT para financiar um projeto de poder”.
Ao pipocar os escândalos, o ex-presidente Lula, em vez de condenar os métodos de atuação dos companheiros e de alguns dos membros de sua própria família no processo de enriquecimento ilícito, partiu para o ataque, acusando a oposição de golpe, principalmente quando percebeu que não havia outro caminho diante de tantas evidências e provas incontestáveis. O resultado foi a sua prisão e a sua total desmoralização perante a história.
Diante dessa calamidade, não havia outra saída senão derrotar o governo através de eleições, pois, do contrário, os militares poderiam atender ao apelo popular e tomar o poder pela força. E o autor da proeza foi justamente um deputado federal e capitão reformado do exército, que, captando os anseios populares por mais segurança, menos pobreza, contra a impunidade e a corrupção, montou uma plataforma política prometendo acabar com tudo isso e anunciando, promovendo e profetizando um novo Brasil. Com essas promessas, terminou sendo eleito com mais de 57 milhões de votos.
Para completar, sua vitória representou o triunfo de uma série de candidatos que, nas eleições estaduais, procuraram ligar seus nomes ao seu. Isso significa que o novo presidente está amparado não só por maciço respaldo popular, mas também pelo confortável suporte de uma quantidade apreciável de deputados, senadores e governadores.
O recado dado pela maioria dos eleitores foi claro e objetivo: o Brasil que saiu das urnas é outro; é um país sedento por autoridade, conservador, defensor da família e anticorrupção.
Mesmo assim, o candidato vitorioso sabe que uma grande parte dos que votaram nele o fizeram para não ter o PT no governo, o que significa que seu capital político não está vinculado necessariamente ao seu nome, mas sim ao antipetismo.
Realmente, a herança maldita deixada pelo PT não podia ser pior. A pobreza aumentou três vezes durante seu governo, enquanto a extrema pobreza aumentou 13 vezes, sendo que, na base da distribuição, esse aumento chegou a 33% por cento nos últimos três anos. Em números de pobres, o aumento foi de mais 6,3 milhões.
Diante dessa calamidade, fica difícil prever qual será o nosso futuro. A posse do novo presidente renovou as esperanças perdidas. Temos tudo para manter nossa democracia. Vamos torcer para que o novo governo dê certo, pois, do contrário, os generais - mesmo não querendo -, poderão atender ao apelo popular.

texto por Luiz Holanda, advogado e professor universitário
(publicado originalmente no Jornal da Cidade)

A Rede Globo e os sinais visíveis da derrocada de um gigante

Vídeo show sendo reformulado a cada semana;
Amor e sexo fora do ar;
Encontro com (eca) Fátima Bernardes fora do ar em alguns estados brasileiros;
Novelas dando traço em audiência;
Boicote à Malhação (até mesmo entre jovens);
Queda em audiência do Jornal Nacional;
Record e SBT liderando em audiência na transmissão da posse do presidente Jair Bolsonaro.
O povo acordou, finalmente! Percebeu a parcialidade e manipulação histórica de uma emissora esquerdista e disposta a destruir o que o país tem de melhor: seu povo, suas virtudes, seus valores.
Uma emissora que quer arrastar para o buraco pútrido onde vivem suas "estrelas" o que ainda nos resta de bom, disseminando a libertinagem, a vulgaridade, o sexo promíscuo, a violência, a rebeldia burra, a lavagem cerebral, a parcialidade comprometida com interesses espúrios.
Conseguimos ontem a primeira etapa rumo ao Brasil que queremos. Este Brasil que reconhece o esforço e a honestidade de um povo pobre, cansado de morrer em filas de hospitais, de estudar em escolas depredadas, com apostilas de orientação socialista que não formam cidadãos, mas pessoas com vida de gado, um povo marcado, um povo infeliz.
Um país com justiça para todos, incluindo a mulher pobre, guerreira, estuprada na saída do trabalho. Do homem que acorda antes do Sol nascer pra lutar por uma vida melhor e que perde a vida por um celular. Da criança violentada por alguém que diz ser um "enviado de Deus".
A justiça rápida e certeira que sempre funcionou para os colarinhos brancos está com os dias contados. A verdadeira justiça começou na "República de Curitiba", através de um homem que honrou seu juramento diante da espada da justiça. Com ele, o poder dos maus se enfraqueceu e a luz no fim do túnel, tão esquecida por nós, voltou a brilhar.
Liguei o rádio na CBN nacional, do Grupo Globo, e ouço TODOS os jornalistas criticando a posse do presidente. É visível a intenção de boicotar toda e qualquer ação do novo governo.
Chegaram a reclamar do excesso de segurança, que ameaçava, inclusive, a "liberdade de expressão", durante o evento de ontem. Esqueceram-se de que Jair Bolsonaro sofreu um atentado e quase morreu. A ameaça aqui, senhores, não é de segurança, mas do medo de ver as máscaras caírem. Mas o povo aprendeu a se informar e fazer valer a sua voz...esse povo está escrevendo uma nova história e ela não é escrita com tinta vermelha.
Que comece uma nova campanha virtual. Uma nova hashtag! Boicote à Rede Globo. Não às novelas, séries e telejornais, que têm como ÚNICO objetivo manter o povo cego, doente, dependente, enfraquecido moralmente. Nosso objetivo é sua queda de audiência e, com sorte, sua falência!
Chega de manipulação! Chega de depravação! Chega de vilania com máscara de bondade. Chega de violência contra a nossa inteligência.
Rede Globo, sua hora está chegando. Faço questão de ser uma das primeiras a começar esta campanha.
Contagem regressiva para o seu fim!
#globolixo
#fimdaredeglobo
(Texto de Sheila Maria Prates)

O notório avanço da democracia

Ministérios não mais usados como moeda de troca.
Tampouco como refúgio para criminosos, como Dilma o fez com o ex-presidente Lula. Antes, eram 40 pastas. Chegamos a ter uma para a Pesca, para hospedar o pescador de ilusões Marcelo Crivella.
Uma fala sincera do presidente, quase ingênua, aos parlamentares, chamando o Congresso para jogar junto numa época de reformas inescapáveis ao Brasil. De forma inédita, Bolsonaro terá as redes sociais como ferramenta justa de pressão. No país do Mensalão de Lula e Dirceu, que compraram parlamentares às sombras, é um avanço da democracia.
No país do Petrolão, cargos, até o momento, dados para pessoas com conhecimento de causa e sem toma-lá-dá-cá.
Algo que todos presidentes prometeram e jamais cumpriram.
No Brasil que o PT deu bilhões de reais do dinheiro público para ditaduras amigas do partido, vemos um aceno ao que o mundo tem de melhor - inclusive para os que de fato se preocupam com direitos de minorias: Estados Unidos da América e Israel. Precisamos ganhar dinheiro, mantendo, claro, nossos valores morais.
Por falar em moral, rompeu-se, com uma chantagem que deu errado, o acordo imoral que utilizava mão de obra escrava, os médicos cubanos, reféns do regime, que não tinham direito ao próprio salário. Dilma, a "honesta", foi quem canetou o absurdo.
Claro aceno solidário aos heróis das polícias de todo o país, que estão no front desta guerra não declarada, não assumida, até ontem. Eles precisam de nós. E recado aos bandidos: o efeito dissuasório é sempre bem-vindo. Achar homicídio, sequestro e estupro normais, é admitir que viramos bestas e perdemos o que temos de singular na natureza.
O reconhecimento para com o direito elementar à defesa da propriedade privada mais valiosa do mundo: a nossa vida. Depois de presidentes orgulhosos testemunhando e esmagando armas de fogo sob o rolo compressor de tratores. Avança, a democracia.
Percepção de prioridades: vamos deixar para falar de maconha quando todos os brasileiros tiverem saneamento, atenção ao nome, básico.
Haverá erros? Certamente. Mas depois de tantos psicopatas no poder, atualmente prefiro um erro bem intencionado, do que um acerto com más intenções, prática corriqueira nos últimos anos.
Agora é hora de torcer. E cobrar, claro. Fãs incondicionais são apenas para bandas de rock and roll. Os brasileiros, após anos de domínio cleptocrata, merecem o básico: voltar vivos para casa e ter um punhado de reais no bolso ao término de cada mês, e não nos cofres do governo.

texto por João Ferreira
publicado originalmente no Jornal da Cidade

SURDA SE EMOCIONA COM DISCURSO EM LIBRAS FEITO POR MICHELLE BOLSONARO

Veja a reação dessa surda durante o discurso da primeira dama em linguagem de sinais. 

Emocionante!!
Assista:

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

A diferença entre o presidente da elite e o presidente do povo (Veja o Vídeo)

Nada como um flagrante para elucidar as verdades e demonstrar quem é quem, registra o Jornal da Cidade.
Inquestionável que tanto Lula quanto Jair Bolsonaro são de origens humildes.
O petista no entanto sempre foi amante das benesses do poder, desde o início de sua militância sindical, quando fazia acordos com os patrões, em detrimento de seus colegas.
E Lula, uma vez no exercício do poder, sempre teve o comportamento tirano com os seus subordinados.
Jair Bolsonaro, por sua vez, foi estrategicamente pintado pela esquerda devassa como uma pessoa autoritária, machista, racista e por ai afora.
É a velha tática ensinada por Lenin:
“Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”
Nos vídeos abaixo, em dois flagrantes, o verdadeiro Lula e o verdadeiro Bolsonaro.
O metalúrgico que adorou pertencer a elite e agora está preso por ter roubado a nação e o capitão, um homem do povo, político na acepção da palavra, que venceu todas as artimanhas e pilantragens da esquerda e hoje governa o país.
Veja os vídeos:





texto de Otto Dantas, articulista e repórter


DISCURSOS VIBRANTES E COM MUITO CRÉDITO

FORTE EMOÇÃO
Ontem, na medida em que ouvia as -firmes palavras- ditas pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo seu vice, Hamilton Mourão, nos pronunciamentos de posse, me vi sacudido por uma forte emoção. Algo do tipo que me faz crer que muitas das boas promessas que ambos fizeram ao longo da vitoriosa campanha eleitoral e fora dela, estão perto de se transformar em realidade.
  
MISSÃO
A minha emoção cresceu de forma vibrante já no início do pronunciamento, quando, de forma humilde, Bolsonaro disse -alto e bom tom- que a partir de agora (ontem) o povo começou a se LIBERTAR DO SOCIALISMO, DA INVERSÃO DE VALORES, DO GIGANTISMO ESTATAL  E  DO POLITICAMENTE CORRETO . Show!

 
 
VIBRAÇÃO
Já bastante satisfeito com o que acabara de ouvir, Bolsonaro, como se tivesse o propósito aumentar a minha boa vibração, lascou, no mesmo tom firme de voz:  - que vai convocar os integrantes do Congresso a se unirem “na missão de RECONSTRUIR A PÁTRIA, LIBERTANDO-A DO CRIME, DA CORRUPÇÃO, DA SUBMISSÃO IDEOLÓGICA E DA IRRESPONSABILIDADE ECONÔMICA".

DEMOCRACIA
No item -DEMOCRACIA-, Jair Bolsonaro prometeu algo que os presidentes anteriores ignoraram. Afirmou que uma de suas prioridades é proteger e revigorar a democracia brasileira, trabalhando arduamente para que ela deixe de ser apenas uma promessa formal e distante e passe a ser um componente substancial e tangível da vida política brasileira, com o respeito ao Estado Democrático.

ECONOMIA
No que diz respeito a Economia, que não cresce por força do tamanho do Estado e dos pesados ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS, Bolsonaro voltou a defender o LIVRE MERCADO, A EFICIÊNCIA E A CONFIANÇA NO COMPROMISSO DE QUE O GOVERNO NÃO GASTARÁ MAIS DO QUE ARRECADA. Mais: deu GARANTIA DE QUE AS REGRAS, OS CONTRATOS E AS PROPRIEDADES SERÃO RESPEITADAS.
 
REFORMAS ESTRUTURANTES
Para tanto, Bolsonaro PROMETE, com os pés e mãos juntos, levar em frente, com o máximo de rapidez, as atrasadas REFORMAS ESTRUTURANTES que os governantes SOCIALISTAS deixaram de lado. Todas elas, sem a menor dúvida, capazes de transformar o cenário econômico abrindo novas oportunidades.

artigo de Gilberto Simões Pires
Publicado originalmente em Ponto Crítico.

LIMPEZA GERAL! Demissão de todos os Petistas e Esquerdistas é anunciada pelo Governo Bolsonaro ( VEJA O VÍDEO)

Todos os ocupantes de cargos em comissão na Casa Civil do Governo Federal serão demitidos nesta sexta-feira (3), registra o Jornal da Cidade.
A intenção é retirar da administração pública todos aqueles que tenham marca ideológica clara, explicou o ministro Onix Lorenzoni.
Na reunião ministerial marcada para amanhã, Onix vai sugerir que todos os demais ministros adotem a mesma atitude em seus respectivos ministérios.
É o que o presidente Jair Bolsonaro chamou na campanha de “despetização”.
De fato, a ‘limpeza’ é fundamental para oxigenar a máquina pública.
Veja o vídeo:


vídeo:Folha do Brasil

Michelle quebra todos os protocolos e muda a história

Elas passaram meses gritando "ele não", o chamaram de machista e o acusaram de calar a voz das mulheres.
Michelle Bolsonaro quebrou o protocolo de décadas, pois apenas uma mulher educada, informada, consciente, engajada e cidadã é capaz de mudar uma história.
Nossa primeira-dama falou pelas mãos, fez-se ouvir por todos aqueles que sempre foram ignorados por quem dizia defender as minorias. Michelle Bolsonaro honrou as mulheres discursando antes do presidente.
Jair Bolsonaro escolheu Michelle... e isso não me surpreende, pois são os semelhantes e não os opostos que se atraem. Não se trata de negar a voz às mulheres, mas saber a quem dar voz baseado em valores, ética, caráter, conhecimento, meritocracia. Para quem carrega estas virtudes, fica claro a posição do nosso novo presidente. Para as demais...a justiça, pois a cada um segundo suas obras, pois direitos caminham lado a lado com deveres.
Sr. Presidente, seu discurso inaugural nos enche de esperança, pois carrega com ele o "elas sim"...nos deixando claro que quando há qualidade e virtude sempre haverá espaço para nossas vozes. Obrigada por iniciar seu mandato com um gesto nobre de meritocracia.
Michelle Bolsonaro, a primeira mulher a falar antes de um presidente da república...na verdade conseguiu, através de sua proficiência em libras discursar simultaneamente com o presidente...pois cada gesto seu com as mãos carregava a qualidade de um presidente que sabe reconhecer a força de uma mulher.
Bem-vindos à nossa casa. É uma honra tê-los no comando do país
(Texto de Sheila Maria Prates)
(transcrito do Jornal da Cidade)

Virada de ano com Lula é um retumbante fiasco, reúne apenas 300 e só Gleisi aparece

A queda do PT é drástica, quase fatal. Militância aniquilada, incapaz de ir às ruas e lideranças e parlamentares cada qual preocupado tão somente com a sua própria sobrevivência.
A virada de ano com Lula foi uma demonstração do fracasso. Segundo o próprio site do PT reuniu “centenas de pessoas”. Sim, no máximo três centenas.
Nem o poste compareceu. Apesar de ter convidado a militância para o ato.
Benedita da Silva, que faltou na ceia de Natal, preferiu a queima de fogos no Rio.
Maria do Rosário também não quis saber do desconforto da vigília.
Lindbergh, prestes a perder o foro privilegiado, não deu nem satisfação.
Só Gleisi deu as caras. Leu uma carta de Lula, disse algumas bobagens, prognosticou que 2019 será um ano de luta e delirou insanamente, dirigindo-se diretamente ao ex presidente Lula, que de sua cela ouvia tudo. Gleisi disse o seguinte:
“Poderíamos estar em Brasília hoje e amanhã. Se você tivesse concorrido à Presidência da República, estaríamos na sua posse, pois você estaria eleito”.
Totalmente louca!

texto por Otto Dantas, articulista e repórter.
(via Jornal da Cidade)

Alexandre Garcia explica porque não será o porta voz de Bolsonaro (Veja o Vídeo)

Houve a sondagem. O próprio Alexandre Garcia confirma, conforme adiantou o Jornal da Cidade Online.
Porém, o jornalista explica que não vai abandonar a sua raiz, não vai deixar a rádio, o que teria que fazer para assumir um cargo público.
“A rádio é minha raiz, meu pai era de rádio, eu peguei o microfone a primeira vez com sete anos, trabalhando em rádio novela como ator infantil e não vou deixar a rádio”.
Em contrapartida, Alexandre Garcia anuncia que em breve terá o seu canal no Youtube.
Certamente, continuará sendo um abalizado porta voz da sociedade.
No seu canal terá mais espectadores do que na Globo.
Veja o vídeo:

Carta Aberta de fazendeira, mãe de jornalista da Band, para Bolsonaro, é anseio do eleitorado

Uma carta da fazendeira mineira Martha Azevedo Pannunzio, de 80 anos de idade, viralizou nas redes sociais no mês de dezembro.
Mãe de Fabio Pannunzio, âncora do Jornal da Noite (Band), a fazendeira conta como e porque resolveu votar e apoiar ativamente o então candidato Jair Bolsonaro e, na sequência apresenta algumas sugestões.
A história e os anseios de Martha coincidem com o de milhões de brasileiros.
Com Bolsonaro já empossado, vale a pena relembrar o que foi exposto pela fazendeira.
A integra da carta: 
JAIR MESSIAS BOLSONARO,
Saudações cordiais na manhã deste domingo lindo!
Tomo a liberdade de escrever esta mensagem ao cidadão comum, meu compatriota, enquanto posso lhe falar sem as excelências que a presidência da República vai impor.
Primeiro declaro que meu candidato era outro. Daqui do meu canto eu não vislumbrei sua candidatura. Na verdade pouco me interessei pelos programas desta campanha presidencial. Um país que permite a existência de mais de trinta partidos políticos não merece respeito.
À medida que a campanha tomava corpo, que os candidatos começaram a vociferar, me chamou a atenção o discurso igual e feroz dos mais antigos, dos "velhos de guerra". Todos contra um.
O churrasquinho da vez era Bolsonaro. E quem era esse tal de Bolsonaro tão inconveniente, tão perigoso, tão perverso, tão careta, tão desastrado nas suas aparições?
Por que todos desperdiçavam todo seu tempo de propaganda atacando o concorrente lanterninha? Eu queria conhecer o plano de governo de cada um, mas cada um só queria malhar o Judas. O que eles temiam?
Será que aquela gente burra não percebia que o bombardeio cerrado fortalecia sua candidatura? Que eles estavam dando tiro no próprio pé? Curiosa, lúcida, politizada, anotei seu nome e número no meu caderninho. Jair Messias Bolsonaro n° 17
O que me fez assumir sua candidatura foi a facada. Aquela tentativa de homicídio feriu seu corpo e bateu fundo em mim, ferindo meus brios de cidadã libertária.
Os mandantes do crime pretendiam o quê? Os mandantes do crime temiam o quê? Ah, não teve mandante deste crime , não? Você acha que um paspalhão debilóide como aquele, teria a ideia, a iniciativa, a ousadia de praticar aquele tresloucado ato no meio da multidão, se não tivesse de antemão a garantia dos quatro advogados de defesa? Conta outra, Zé! Aquela facada deixou claro que nosso país estava à beira de um colapso. Infelizmente o voto útil se impunha. Foi então que eu mudei meu voto
Você não me deve nada, Jair Messias. Não me prometeu nada. Nem voto me pediu. Assim mesmo eu me dediquei a sua campanha com o melhor das minhas palavras, intensamente.
Agora, eleito, licença para lhe apresentar minha pauta de sugestões.
1 - Abra a caixa-preta da Loteria Federal, do BNDES, das estatais, dos Fundos de Pensão, das autarquias, do legislativo, executivo e judiciário em todas as instâncias, dos acordos "caridosos" firmados com os "amigos do peito" dos governos petistas aqui e no exterior;
2 - Garanta a escola sem ideologia e sem religião, por favor;
3 - Priorize a ferrovia e a hidrovia;
4 - Humanize o tempo de carceragem, responsabilizando o apenado pela sua despesa. 700.000 presidiários são uma mão de obra irrecusável para modernização do escoamento de nossas riquezas. O exército pode cuidar disto com competência.
5 – Recolha e cancele os cartões corporativos;
6 - Reduza as comitivas oficiais dentro e fora do Brasil. Para reforçar seu compromisso com a transparência e a responsabilidade fiscal, faça uma visitinha à Croácia, onde uma linda presidente surpreendeu a humanidade na Copa do Mundo, na Rússia. Vou abrir um parêntese aqui para elogiar a simplicidade do café com bolo servido na sua garagem para o representante de Trump. 50 milhões de brasileiros adultos se orgulharam de você, sabia, Jair? E 40 milhões morreram de inveja.
7 - Reduza pontos facultativos, feriados, feriados emendados, lutos oficiais prolongados, dias santos... Com todo respeito pela religiosidade das pessoas, mas esta vagabundagem acaba prejudicando a indústria, o comércio, o agronegócio, o País como um todo. Alguém vai chiar, mas não se preocupe. A chiadeira faz parte do argumento dos folgados;
8 - Diga NÃO com brandura e firmeza. NÃO é uma palavra poderosa. Pequena. E não dói;
9 - Não dê milho a bode.
Não responda perguntas cretinas.
Eu sonho com um país próspero. Produtivo. Calmo. Com um presidente justo, austero e firme. Seja este mandatário. Seus eleitores votaram de graça, felizes. Eu nunca havia visto uma eleição assim, e olhe que eu tenho 80 anos!
Desculpe se a conversa é comprida. Eu tinha que lhe falar estas coisas. Paro por aqui e prometo voltar a sua presença se for preciso.
Lembre-se: enquanto a caravana passa, os cães ladram. Haverá ladrido de cães. Não se intimide. Nós estaremos por perto.
Cuide-se.
Que a solenidade de posse seja um cartão- postal para o mundo. A certeza de um novo Brasil.
Feliz mandato!
Que os anjos digam AMÉM ao seu governo, "SE FOR PARA O BEM DE TODOS E FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO!"
Atenciosamente,
Martha Azevedo Pannunzio
Fazenda Água Limpa
Uberlândia (MG)
(transcrito do Jornal da Cidade)

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Stédile agora clama por “paz” e diz que quer “negociar”

O presidente da República Jair Bolsonaro não deve admitir, em hipótese alguma, a possibilidade de qualquer tipo de negociação com bandido.
O MST deve receber o tratamento adequado e as invasões de terras não podem ser toleradas.
O líder do MST, João Pedro Stédile, contumaz na ousadia de fazer ameaças a sociedade, mudou o tom.
Ele agora quer “paz” e pretende “negociar”.
“Nós não temos interesse nenhum em violência, porque quando a disputa entrar neste patamar, quem vai perder? Nós, né. Eles têm os pistoleiros, a polícia e o juiz. Nós queremos paz e negociar”.
Enfim, acabou a valentia, dando lugar a dissimulação.
Fonte: EL PAÍS

A má fé dos jornalistas na posse do presidente

Os jornalistas estão reclamando que, ao longo do tapete vermelho na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, havia cordões de isolamento, não permitindo a eles pular em cima do Presidente Jair Messias Bolsonaro como fizeram na Posse de outros Presidentes (quase derrubaram Dilma em 2010, se vocês se lembram).
Daí, a turminha de jornalistas-viúvas da esquerda brasileira está dizendo que "isso já é um sinal de autoritarismo do novo governo".
Minha gente, só para recordar, Sua Excelência ainda está usando uma bolsa de colostomia e jamais poderia ser submetido ao "espreme-espreme" que os jornalistas gostam de fazer com as autoridades.
Não é uma questão de rechaço. É apenas uma precaução médica.
Já a má-fé dessa turminha... bem, essa é psicopatologia pura!

texto de Helder Caldeira, escritor e colunista político
(via Jornal da Cidade)

Amanhã vai ser outro dia (na cadeia)

A festa de Ano Novo em frente à cadeia de Lula foi um mico constrangedor, publica O Antagonista.

Segundo o site do PT, o evento “fez história”. É verdade. É um fato histórico que Lula e o PT tenham conseguido reunir apenas “centenas de pessoas” para defender o presidiário.

Lula mandou uma cartinha para os militantes, citando “o grande Chico Buarque: Amanhã vai ser outro dia”.

Sim, claro: outro dia na cadeia.

Mourão ovacionado

O jeitão com que o general Hamilton Mourão jurou respeitar a Constituição, como se estivesse dando ordens à tropa, fez o povo na Praça dos Três Poderes ir ao delírio, registra O Antagonista.

Do lado de dentro, teve gente que achou que o general estava fechando o Congresso.

Saudade de Lula

A colunista social da Folha de S. Paulo está com saudade da posse de Lula:

“A assessora do Palácio do Planalto que acompanhava jornalistas num ônibus rumo ao Congresso Nacional procurava acalmar veteranos da profissão (esta colunista entre eles) que não conseguiam, digamos, entender os novos tempos — e o tratamento reservado à imprensa na posse de Jair Bolsonaro na Presidência da República (…).

Os jornalistas foram informados de que não poderiam ter acesso livre, por exemplo, ao salão nobre do Palácio do Planalto, onde o presidente sobe a rampa, dá posse aos seus ministros e recebe cumprimentos de autoridades internacionais.

Na posse de Lula, em 2003, repórteres chegavam a se aglomerar em torno dele e de Fernando Henrique Cardoso, misturando-se entre a equipe recém-empossada e a que deixava o governo.

Um dos repórteres lembrava, no ônibus, que chegou a subir no elevador do Planalto com Lula, furando um esquema nada rigoroso de segurança.”

Acontece que Lula não levou uma facada na barriga, lembra O Antagonista.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

A FELICIDADE É QUESTÃO DE HORAS

Hoje, sem precisar do auxílio do meu despertador, levantei mais cedo do que habitualmente faço. E desde as primeiras horas do dia comecei a me preparar para tudo de bom que 2019 promete, principalmente no que diz respeito à LIBERDADE.

 TERRA DA PROMESSA
Confesso, entretanto, que o pronunciamento feito pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, no seu primeiro encontro com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, quando disse que -Israel é a Terra Prometida, e o Brasil é a terra da promessa-, além de não ter soado bem nos meus ouvidos também me fez perder o sono.

TERRA DA REALIZAÇÃO
Ainda assim, depois de pensar melhor vi que Netanyahu não se enganou e não enganou, pois o nosso Brasil sempre se  notabilizou como a TERRA DA PROMESSA. A rigor, só se transformou em TERRA DE REALIZAÇÃO a partir do momento em que o PT assumiu o governo, quando começamos a viver a clara REALIZAÇÃO DE UM LAMENTÁVEL PROGRAMA COMUNISTA.  

DIMINUIÇÃO DE PESO
Deixando isto de lado quero acreditar que as PROMESSAS que vem sendo feitas pelo novo governo se transformem, efetivamente, em salutares REALIZAÇÕES. Quero, enfim, mais do que nunca, viver a expectativa de que 2019 entre para a história como o ano em que o elevado peso do Estado sobre os nossos ombros iniciou o processo de redução.

ESCOLHA DA ROUPA
Assim, com este espírito de -CONFIANÇA RENOVADA-, me propus a fazer a CONTAGEM REGRESSIVA DAS HORAS que separam este último dia de 2018 com a VIRADA para 2019. Na medida em que curto este bom e alvissareiro momento,  a tarefa da escolha da roupa que devo usar na passagem de ano já está concluída. Detalhe: como a ocasião, mais do que nunca é muito especial, vou usar o que o meu armário tem de melhor para oferecer.

FELIZ ENTRADA DE 2019!
É neste clima  de EUFORIA -CONTROLADA- que iniciei, hoje cedo, a contagem das horas que nos separam de 2019. Faço votos de que este sentimento de COISAS BOAS que estou sentindo seja absorvido por todos vocês,  fiéis leitores do Ponto Critico, e seus familiares. Que tudo de bom comece, enfim, a acontecer nas nossas vidas, meus caros. 

FELIZ ENTRADA DE 2019 PARA TODOS!

texto de Gilberto Simões Pires, escritor e pensador

BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS!

BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS!

PARABÉNS, 
PRESIDENTE JAIR BOLSONARO!

Assista ao vídeo:

A GRANDE IMPRENSA EM CRISE DE CONFIANÇA

Em 2015 compareci a um almoço dos colunistas de Zero Hora. Era um evento de confraternização com a direção da empresa. Mesmo sendo colunista da edição dominical havia nove anos, não tinha ideia de que fossem tantos os meus colegas naquele ofício de rechear com opiniões pessoais as edições do jornal. Eu fora contratado em substituição ao amigo Olavo de Carvalho imediatamente após seu rompimento com o veículo em 2006.
 Pois bem, ao término do almoço, iniciou-se uma brincadeira. Dois repórteres, de modo aparentemente aleatório, escolhiam colunistas para ouvi-los sobre assuntos variados. Fui um dos convocados e a pergunta me veio assim: “Puggina, Zero Hora é um jornal de esquerda ou de direita?”. Todos riram, e eu também, pela oportunidade que a indagação me proporcionava. Respondi: “O jornal, diferentemente do Estadão e da Folha, por exemplo, não tem um alinhamento editorial nítido. No entanto, pelo somatório das opiniões dos colunistas, acaba sendo claramente de esquerda”.
Era o que eu pensava e penso ainda hoje, quando não mais escrevo para ZH, ao ler cada exemplar do jornal. Na ocasião, após os risos e restabelecido o silêncio, continuei: “Essa, aliás, é a opinião do próprio jornal. Leitores me contam que ao telefonar para reclamar do viés esquerdista de ZH, ouvem da pessoa que os atende o esclarecimento – ‘É, mas tem o Puggina’”... E completei: “Eu sou o pluralismo de Zero Hora”. Seguiram-se muitas gargalhadas entre as quais discerni alguns poucos aplausos.
Menciono esse curioso episódio porque ele tem muito a ver com algo que já então fazia parte de minhas pautas preferidas: o uso da imprensa profissional, dos grandes órgãos de comunicação, para atender conveniências ideológicas e partidárias. E note-se, para atender menos às respectivas empresas e mais, muito mais, ao paladar político de seus redatores e colunistas permanentes. O resultado é uma perda de poder dos veículos, que veem reduzida sua credibilidade e influência.
A posição unânime de todos os profissionais da RBS, em rádio, jornal e TV, a favor da manutenção da exposição do Queermuseu foi episódio paradigmático no Rio Grande do Sul. Lembro o modo vigoroso como se opuseram à imensa maioria da opinião pública que, pelas redes sociais, exigiu do Santander Cultural o fechamento da mostra. Como exibiam tais conteúdos sem restrição de faixa etária? Ficou visível, ali, a estupefação. Foi como se, de um modo ou outro, todos exclamassem: “Que é isso? Não nos ouvem mais?”. Não.
Recentemente, dois jornalistas pelos quais tenho admiração – J.R. Guzzo (Veja) e Carlos Alberto Di Franco (Estadão), comentaram a cegueira da mídia convencional em relação ao que se passava na cabeça dos brasileiros durante o período eleitoral. A grande mídia estivera empenhada numa luta do bem contra o mal. Seus jornalistas sustentavam que Bolsonaro não teria a menor chance. Apoiados nas desacreditadas pesquisas, afirmavam que ele perderia para todos no segundo turno. Insistiam em apresentar Lula como um candidato imbatível, impedido por isso mesmo de concorrer. Calavam sobre sua condição de criminoso sentenciado, que usou o processo eleitoral para uma derradeira fraude. Segundo Guzzo, comunicadores brasileiros “tentaram provar no noticiário que coisas trágicas iriam acontecer no país se Bolsonaro continuasse indo adiante”. E eu completo: dir-se-ia, ao lê-los, que ele ameaçava um seguro convívio social e um benemérito círculo de poder.
“É preciso informar com objetividade. Esclarecer os fatos sem a distorção das preferências e dos filtros ideológicos”, escreveu Di Franco em “Imprensa, autocrítica urgente e propositiva”. É o que também penso enquanto observo o crescimento vertiginoso da democratização da informação através das redes sociais. Tenho cá minhas dúvidas, muitas dúvidas, sobre se a perversão das fake news, recorrentes nessas novas mídias, é mais nociva do que a ocultação dos fatos, a maliciosa seleção das matérias e do vocabulário, e a distorção das análises, em tantos veículos da mídia tradicional.
Ou fazem esse autoexame ou serão desbancados pelos veículos, entre os quais grandes talentos profissionais e sucessos empresariais já se afirmam.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário, escritor e colunista de dezenas de jornais e sites no país.

Deputado diz que colegas passam necessidade com salário de R$ 33,7 mil e quer aumento igual ao do STF

A disputa pelo controle do Congresso e o reajuste de 16,38% do salário dos ministros do STF reacenderam uma proposta que prevê que o presidente da República, o vice, ministros, senadores e deputados recebam o mesmo salário do STF sem a necessidade de aprovação em outras instâncias. O deputado Fábio Ramalho (MDB-MG), conhecido como Fabinho, defendeu a proposta, alegando que há colegas deputados que "passam necessidade" com os atuais R$ 33,7 mil mensais, registra o Jornal da Cidade.
“Há colegas que não dependem do salário, mas outros dependem e passam necessidades que a gente não sabe. É preciso dar ao parlamentar uma melhor qualidade de vida. Não é aumento de salário: é reajuste dentro da lei”
Mas Fabinho não contentou-se com apenas um absurdo. Ao Estado de SP, o deputado afirmou que:
“É melhor o parlamentar ser bem remunerado porque você pode cobrar dele a lisura”
Parece que, para Fabinho, a lisura não é um dever inalienável do representante eleito pelo povo, mas uma mercadoria a ser negociada, e entregue apenas se muito bem valorada. Para ele, os deputados não estão bem remunerados com seus R$ 33,7 mil mais auxílios, por isso, não se pode exigir lisura deles. Se o salário passar de R$ 39 mil, sinta-se a vontade para cobrar honestidade de quem já recebeu seu voto de confiança.

ELEGER BOLSONARO FOI BOM, MAS NÃO BASTA.

Escrevo a 48 horas da posse do novo presidente da República. Pela primeira vez, desde a eleição para a Constituinte de 1985, quando o país começou a ser redesenhado com mãos radicais, teremos um governo conservador e liberal. Foram 33 anos de consistente e persistente destruição dos fundamentos de uma nação respeitável. E perdemos o respeito, inclusive o respeito próprio. Passamos a debochar de nós mesmos e chegamos ao mais sincero e profundo autodesprezo. Produto de labor político ao longo de três décadas de hegemonia esquerdista em nosso país.
Tempos de tolerância e conivência com tudo que é mau e faz mal, e de intolerância e aversão a tudo que é do bem e faz bem! Tolerância com o desrespeito à lei, com a corrupção e com a criminalidade rueira. Tolerância com o professor que não ensina e com o estudante que não estuda. Tolerância com o aparelhamento político e partidário da máquina pública. Intolerância com a verdade, a virtude, o bem, ordem, a autoridade, a transcendência. É longa, muito longa a lista das vilanias e flagelos que não vieram com as drogas. Não, as drogas vieram com os flagelos e as vilanias.
É numerosa a multidão dos indignados, dos prejudicados e dos inconformados com a vitória de Jair Bolsonaro. Nosso presidente vai enfrentar forças que jogam duro na regra do jogo e muito mais duro fora da regra do jogo através do conjunto de organizações e organismos, nacionais e internacionais que atuam sincronicamente. É o que se poderia chamar de PT Corporation e inclui a mídia amiga interna e externa, associações, movimentos sociais, aparelhos de “direitos humanos” e “ambientalistas”, grandes fundações com interesses globalistas e assim por diante.
Serão lançadas sobre o novo presidente as flechas envenenadas pela injúria, pela difamação, pela mentira e trampolinagem. O governo será atacado interna e externamente. E é bom que estejamos atentos para que essa orquestração não nos confunda, não nos faça recuar no apoio e no prestígio que, com nosso voto, conferimos ao presidente e aos compromissos que firmou com a nação.
No entanto, o governo não será exitoso apenas se puser em prática o receituário conservador de defesa da família, da infância; do combate à corrupção, à criminalidade, à impunidade; da regência dos valores, enfim. Seu sucesso dependerá, igualmente, do receituário liberal, que enfrentará impopularidade, pois medidas saneadoras da desordem e do déficit fiscal são impopulares em qualquer país. Sem elas, porém, o Brasil não sai de uma crise que preserva seu curso e aponta para um horizonte assustador. Não podemos, neste momento decisivo, entregar o país ao discurso irresponsável dos que criminosamente o quebraram. Temos que fiscalizar nossos deputados e permanecermos firmes com aquele a quem confiamos nosso voto.
Por fim, que venha o primado da verdade, da transparência, dos erros reconhecidos sob as lentes da lei e da Justiça para todos.
Que Deus abençoe o Brasil, neste seu renascimento de 2019.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário, escritor e colunista de dezenas de jornais e sites no país.