domingo, 13 de janeiro de 2019

A fonte secou!

A fábrica de polêmicas e maledicências da grande mídia não para e parece não dar sinais de querer parar, mesmo levando invertidas homéricas a cada ação sua.
A mais nova diz respeito à nomeação, por Bolsonaro, do Carlos Victor Guerra para a Gerência de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras, pelo fato se ser amigo do Presidente.
Muito bem... Sendo essa área extremamente sensível e que tem como requisito básico ser ocupada por alguém que goze da extrema confiança do Presidente, quem então os mimizeiros acham que o Bolsonaro deveria nomear? Um petista? Um político de carreira em troca de apoio? Um desconhecido dele?: Não. Esses aí não cumprem o requisito básico. Logo, é claro que ele está mais do que certo em nomear alguém que seja da sua absoluta confiança.
"Ah, mas e o "mérito" onde é que fica?" - diriam os mimizeiros de plantão.
Lamento frustrar as suas expectativas de ver o Presidente sendo "desmascarado", mas o tal indicado amigo do Presidente é, além de alguém da mais absoluta confiança dele, também concursado, funcionário de carreira da Petrobrás, formado em Administração e plenamente capaz de cumprir com o seu dever na função. Ao contrário dos tempos em que nomeavam militantes do PT apenas por serem amiguinhos dos caciques petistas, mesmo que não tivessem qualquer competência.
Agora a preocupação é com o quanto ele vai ganhar. E o que interessa? Vai ganhar o mesmo que ganha os outros que exercem funções similares! Simples assim, Queriam que ele ganhasse quanto? Vinte reais?
Nós já percebemos que essa fábrica de celeumas tem como produto final a chantagem jornalística. Vão forçando a barra na tentativa de conseguir algum "cala a boca" na conta bancária. Só que não vão. Por mais que tentem, eles precisam se conformar com uma coisa: A FONTE SECOU!.
texto por Marcelo Rates Quaranta, articulista
(Jornal da Cidade conteúdo)

Gleisi responderá criminalmente por violação da Lei de Segurança Nacional

Em sua recente visita a Venezuela, para prestigiar a nova posse do tirano Nicolas Maduro, a deputada federal eleita e atual presidente do PT, Gleisi Hoffmann, teria violado frontalmente a Lei de Segurança Nacional (LSN).
O artigo 8º da LSN diz o seguinte:
Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
Parece que foi exatamente o que fez a indecente petista, conforme definiu com extrema precisão o advogado Rubinho Nunes, que ingressou com a ação em nome do Movimento Brasil Livre (MBL):
“Como presidente do PT e seu alinhamento com o Nicolás Maduro, bem como as críticas ao Grupo de Lima, ao qual o Brasil é signatário, acentuaram a hostilidade do ditador venezuelano ao governo brasileiro”
A bem da verdade, a petista demonstra traços de anormalidade psíquica, não medindo as suas atitudes e colocando em risco a sociedade ante as suas ações inconsequentes, irresponsáveis e inescrupulosas.
Gleisi agiu de maneira tão grave e séria, que até elementos da própria esquerda brasileira fizeram severas críticas a suas atitudes.
Parece que chegou a hora de pôr um freio definitivo nesta psicopata.
texto por Otto Dantas, articulista
(Jornal da Cidade conteúdo)

A “nova era” da Petrobras

O governo trabalha para tentar renovar parte do conselho de administração da Petrobras e indicar integrantes que sejam mais alinhados com a gestão de Jair Bolsonaro.

Depois de renúncias anunciadas na semana passada, duas vagas ficaram abertas. O objetivo é conseguir mais assentos.

Ao Estadão, o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, confirmou a intenção do governo de mudar a composição do colegiado.

“O acionista controlador deseja mudar. A intenção é mudar o perfil do conselho para que tenhamos mais representantes com visão estratégica do que a Petrobras precisa”, afirmou.

“Um novo ciclo se encerrou e iniciamos uma nova era.”

EMOÇÃO NA TROCA DE COMANDO DO EXÉRCITO

Vejam a passagem de comando do General Villas Bôas para o General Edson Leal Pujol

Assista:

sábado, 12 de janeiro de 2019

Os cabeças do PT se mudam para o nordeste

A gente quer mudar de assunto, mas de repente... os cabeças do PT se mudam para o nordeste, o único reduto eleitoral que lhes restou.
Que interessante o condenado (e solto) José Dirceu ser agora conselheiro contratado da Governadora petista do Rio Grande do Norte.
Que coincidência a carga gigantesca de relógios de detonação de explosivos seguindo para o nordeste, através do aeroporto de Guarulhos.
Que coincidência começarem os ataques terroristas em Fortaleza, logo o Estado onde o governador reeleito é um petista que no mandato anterior se entendia tão bem com os chefes do crime organizado do Ceará.
Que coincidência esse governador petista pedir ajuda militar ao governo federal, fingindo uma humildade que não tem.
Que coincidência sabermos que depois do envio da Força Nacional, há a possibilidade de o caos em Fortaleza demandar que seja feita Intervenção Federal no Ceará.
Que coincidência as votações mais importantes do novo governo federal no Congresso estarem marcadas para os próximos dias.
Que coincidência sabermos que uma intervenção federal em qualquer Estado impede votações no Congresso, e isso acarretará ao atual Presidente da República uma acusação de irresponsabilidade fiscal, já que a principal votação é a da Reforma da Previdência que está à beira do colapso financeiro.
Que coincidência a outra votação no congresso ser justamente sobre a liberação da posse de arma de fogo, que ameaça a supremacia do crime organizado que tem tido "exclusividade" de posse e porte (ilegais) nesses últimos 16 anos.
Que coincidência sabermos que se houver intervenção federal no Ceará, haverá blitz e repressão policial nas ruas, um prato cheio para a Gleisi Hoffman espalhar vídeos pelo mundo inteiro, dizendo que o atual governo federal é uma ditadura militar violenta e opressora, mas deixando de dizer que na realidade a repressão é aos bandidos que se transformaram em ousados incendiários e terroristas, que inclusive explodiram uma ponte com a intenção de derrubá-la.
Quantas "coincidências".
Só que não.
E o mais estranho disso tudo: o silêncio do cearense Ciro Gomes diante desse cenário de guerra dentro do seu próprio Estado, local da sua base política. Mas aqui não cabe injustiça. Cabe aguardar. O tempo dirá se é suspeito ou não o seu silêncio.
(Texto de Rosana Bensiman)

Lava Toga é abafada

A Lava Toga está sendo abafada, diz a Crusoé.

Há quem veja sinais de que está em curso uma articulação para que o delator Orlando Diniz poupe, em seus depoimentos, figuras estreladas das altas cortes brasilienses.

Em troca, como “bois de piranha”, ele entregará as cabeças de um ministro do Tribunal de Contas da União e de desembargadores do Tribunal de Justiça fluminense.

Gleisi curtiu a Venezuela

Gleisi Hoffmann adorou ir a Venezuela para a posse de Nicolás Maduro, diz O Antagonista.

Durante uma entrevista em Caracas, a presidente do PT disse que o país “tem problemas, mas aqui não é um caos como as pessoas pintam”.

Boff e a desgraça

Leonardo Boff não está gostando do início do governo de Jair Bolsonaro.

O religioso do criminoso Lula disse para o site do PT:

“É a maior desgraça que ocorreu em nossa história.”

MEC exonera responsável por edital de livros didáticos


“O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, exonerou nesta sexta-feira o chefe de gabinete do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rogério Fernando Lot, que havia sido responsável por autorizar as polêmicas alterações no edital do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD)”, informa O Globo.

Outras nove pessoas que ocupavam cargos comissionados no FNDE também foram exoneradas.

A ameaça da CPI de Queiroz

Valdemar Costa Neto monitora com lupa as demissões na área de infraestrutura do governo federal, feudo do PR desde o governo Lula, diz a Crusoé.

Já há ameaças na praça: caso os apadrinhados de Valdemar sejam todos varridos, o partido pode retaliar o Planalto apoiando o plano da oposição de abrir uma CPI para investigar as transações bancárias de Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio Bolsonaro.

Como teria sido se fossem 10 dias de Governo Haddad?

1) Brasil parceiro da Venezuela e de qualquer ditadura ou grupo extremista do Oriente Médio;
2) Fim da Prisão em 2ª Instância e Lula Livre;
3) Lula Ministro da Casa Civil (ou seja, Presidente);
4) Dilma Ministra da Economia (ou seja, Presidenta);
3) 29 Ministérios e mais 1 de lambuja para Lacração com uma cópia Marxista da Damares Alves;
5) Fuga em massa dos investidores e queda vertiginosa da Bolsa de Valores;
6) Primeiras sinalizações de nova retração econômica e queda do PIB;
7) Lotação das estatais com cargos políticos-partidários;
8) Gleisi Hoffmann favorita para a presidência da Câmara dos Deputados;
9) Comentaristas da Folha de São Paulo, Estadão, Globo News, Exame, Jornal da Globo, e artistas no Programa Encontro, afirmando que a economia não vai bem, porém a crise é mundial, mas porém, que bom que a) não elegemos um Fascista, b) que preservamos os direitos civis, c) que o Brasil caminha forte na justiça social, d) que Nicolas Maduro é Presidente Democraticamente eleito, e olha, ele não é Fascista, e) os problemas do Brasil nascem no governo Trump;
10) Projeto ambicioso da super ciclovia Manaus-Porto Alegre-Manaus.
texto por Robson Belo, Filho do Amazonas, Manauara, formado em Psicologia pelo UNINORTE - Centro Universitário do Norte – Laureate International Universities, atuante na área da saúde em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC); supervisor e consultor clínico a graduandos e profissionais que desejam aplicar as técnicas cognitivo-comportamentais em prática psicoterapêutica. 

Haja paciência, Merval! A desmoralização dos argumentos de um comentarista global...

Dia 10 de janeiro, à noite, Merval Pereira, tropeçando nas palavras, criticou a ascensão do diplomata Ernesto Araújo ao cargo de chanceler brasileiro.
Todo o fundamento da crítica recaiu sobre o fato de o novo ministro jamais haver ocupado cargo de embaixador e isso representar uma ruptura na carreira diplomática, um desrespeito às hierarquias internas do Itamaraty. A escolha do ministro seria, então, uma afronta à longa tradição que qualifica a diplomacia brasileira.
O facciosismo que comanda os opinadores da Globo, a determinação coletiva de atacar o governo Bolsonaro é um demolidor de discernimento e de sensatez!
Por isso, Merval Pereira se esqueceu de todos os muitos chanceleres brasileiros que nada tinham a ver com o Itamaraty e com a diplomacia brasileira, tais como Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Aloysio Nunes Ferreira, Olavo Setúbal, Celso Lafer, Abreu Sodré e tantos outros.
Afinal, Merval? Você prefere no Itamaraty um diplomata de carreira ou um político de carreira sem qualquer relação com a diplomacia?
E note: o diplomata Ernesto Araújo só não foi embaixador porque o PT jamais deixaria isso acontecer.
Haja paciência!

texto por Percival Puggina, Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário, escritor e colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

“Moro vai comer o pão que o diabo amassou”

O velho Renan Calheiros, lulista, e o novo Renan Calheiros, bolsonarista, têm uma característica em comum: a aversão à Lava Jato.

Fernando Gabeira, de fato, aposta que os dois senadores alagoanos – o velho e o novo – vão se unir para sabotar o pacote de Sergio Moro:

“Se a aliança nas teses econômicas é fácil, em outro campo eles vão fazer corpo mole: as medidas contra a corrupção. Renan é a esperança que resta a alguns adversários da Lava Jato. Em vários momentos já demonstrou sua oposição a Sergio Moro.

Aí está o problema para Bolsonaro. Se, de um lado, será mais rápido aprovar medidas econômicas que não são assim tão populares, de outro, Moro vai comer o pão que o diabo amassou para aprovar sua agenda, que é muito mais popular (…).

A vitória de Renan e a relativa indiferença de Maia na defesa da Lava Jato podem levar, entre dezenas de pequenas barganhas, à grande e decisiva batalha em torno da corrupção.

Até que ponto isso foi apenas um tema de campanha? Até que ponto a corrupção é algo condenável apenas nos partidos de esquerda, ou é algo muito mais amplo e envolvente na História moderna do Brasil?”, publica O Antagonista.

A digital de Bolsonaro nas primeiras derrotas de Guedes

Todas as batalhas que Paulo Guedes perdeu nas duas primeiras semanas do governo tiveram a digital de Jair Bolsonaro, mostra a Crusoé.

Ao menos neste início, o presidente estaria, na visão de analistas, se curvando à agenda política em detrimento das necessidades prementes apontadas por Guedes. A negociação que vai definir o formato da reforma da Previdência, agenda prioritária do governo, será o primeiro grande teste da relação. É o que irá, de fato, indicar qual dos lados prevalecerá.

Internamente, Bolsonaro, ante a necessidade de se manter popular, tem dado sinais de que defenderá a sugestão da área política, que quer uma reforma mais branda e fatiada. Ele chegou a propor publicamente, dias atrás, uma idade mínima inferior ao projeto que já tramita no Congresso. Guedes não gostou, mas silenciou. Deixou para reagir nesta semana, ao defender uma reforma mais dura. Primeiro, em entrevista, o que fez o dólar cair e a bolsa subir. Depois, em reunião a sós com o presidente na quarta-feira, que terminou sem que os dois batessem o martelo sobre o desenho da reforma.

“A hora que ele me chamar, eu vou”

O novo Renan Calheiros se oferece a Jair Bolsonaro exatamente da mesma maneira que o velho Renan Calheiros se oferecia a Lula.

Em sua entrevista para O Globo, ele disse:

“Tem que conversar e tentar, na complexidade que vivemos, construir convergências para o Brasil. Converso com ele (Bolsonaro) qualquer hora que for convidado. Jamais se pode ser presidente de um Poder sem conversar com o presidente da República. Isso é elementar. A hora que ele me chamar, eu vou.”

Petrobras expurga o PT

O petismo está assustado com Victor Nagen, o amigo de Jair Bolsonaro que foi indicado para o cargo de gerente de Inteligência e Segurança da Petrobras, diz O Antagonista.

Ele entra no lugar de Regina Miki, a velha militante do PT que assessorou o governo de Dilma Rousseff .

O que se espera é que, depois de despetizar o comando da Petrobras, os novos gestores da estatal possam fazer uma varredura completa nos quadros e nos contratos da empresa.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A BOMBA NUCLEAR DE GUEDES

Paulo Guedes tem uma “bomba nuclear” para aprovar a reforma previdenciária, segundo a Época.

Trata-se do fim da reeleição para cargos majoritários.

“A cláusula já foi apelidada de ‘botão vermelho’ ou ‘bomba nuclear’. Guedes tem dito a interlocutores em Brasília que Bolsonaro a aceitaria sem problemas, já que governa ‘para as futuras gerações’. Seria um estímulo à ambição daqueles que almejam disputar não apenas a Presidência, mas também governos e prefeituras. Ao apresentar a ideia ao ex-presidente Michel Temer e ao presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, ela foi vista como uma moeda de troca para conquistar o voto de deputados e senadores reticentes.”

O fim da reeleição é vital, com ou sem reforma previdenciária.

EBC não vai acabar

O general Santos Cruz, entrevistado por O Globo, repetiu que a TV Lula vai continuar no ar.

Leia aqui:

O presidente Bolsonaro prometeu acabar com a EBC. O que será feito?

A EBC é uma empresa que tem duas televisões, oito emissoras de rádio e duas agências. É uma empresa que tem 2.025 pessoas. Precisa passar por uma racionalização de estrutura, sem dúvida nenhuma. Mas é preciso fazer isso respeitando os direitos daqueles que trabalham lá. Tem que otimizar orçamento, diminuir despesas e aumentar a qualidade.

A ideia é acabar com a EBC?

A ideia não é acabar. Ela vai passar por modificações, em curto prazo, para ter mais efetividade. Aproveitar ao máximo a estrutura, mas fazer uma racionalização, torná-la mais atualizada, mais ágil, sem ideologia.

Perfeitos idiotas norte-americanos contra Bolsonaro

Os perfeitos idiotas norte-americanos que protestavam contra o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Lula agora protestam contra Jair Bolsonaro, publica O Antagonista.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Eliot L. Engel, conseguiu aprovar um pedido para que Mike Pompeo condene o novo governo brasileiro na área de direitos humanos, argumentando que as medidas anunciadas por Jair Bolsonaro prejudicam a comunidade LGBT, grupos indígenas e afro-brasileiros.

Ministro boicotado

O edital do MEC sobre a compra de livros didáticos “pode ter sido boicote”, diz o Estadão.

“Comenta-se que os funcionários da pasta estão insatisfeitos com as demissões e com o novo jeito de trabalhar de Ricardo Vélez.”

Haddad esmaga Bolsonaro

Haddad esmaga Bolsonaro entre os presos.

Fernando Haddad teve 82,47% dos votos. Nas cadeias.

Jair Bolsonaro atraiu apenas 17,53% dos criminosos.

O levantamento foi feito por O Globo:

“Fernando Haddad, candidato à Presidência pelo PT derrotado por Jair Bolsonaro, do PSL, venceu com 82,47% dos votos entre os presos provisórios do país que puderam participar das eleições.”

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Faustão desce a lenha no "imbecil que está lá"

O apresentador Faustão desce a lenha no imbecil que está lá  e é destruído por Jovem em popular programa de rádio.

Assista:

O PT perderá pelas beiradas

O que eu entendo que está acontecendo?
Ao apoiar a candidatura do Rodrigo Maia, o PSL, leia-se governo, leia-se Bolsonaro, com os seus 52 deputados, empurra a turma da oposição para o ostracismo político.
Vamos falar a verdade: PT, PCdoB, Rede e PSOL estão isolados.
Eles juravam que teriam a galera da centro esquerda com ele e, a depender do Alckmin, e daquela abanada de rabo do FHC na reta final da eleição, até parte do PSDB.
Erraram feio. Tão lançando candidatura do Freixo, que será derrotadíssima.
Ao ignorarem a cerimônia de posse, estão dando mais um recado: "Vamos insistir nessa ideia de que a eleição não foi legítima". Só que isso só enforca a turma ainda mais.
Compactuaram: ninguém do PT dialoga com o governo; governadores, prefeitos, deputados e senadores.
Só que isso vai cair já no começo do ano. O Ceará precisa do governo; ele precisa dialogar com o Bolsonaro. O negócio está em chamas. Está estilo Bagdá.
Eu nunca pensei que diria isso, mas talvez esteja pior do que o Rio de Janeiro. Com uma diferença: no Rio a polícia confia plenamente no novo governador, ao passo que, no Ceará, nem a civil nem a militar reconhecem o Camilo Santana.
Já pensou se entram em greve de novo?
Em pouco tempo os líderes políticos do Nordeste terão que escolher.
Existe uma coisa que eu aprendi nesses 31 anos de vida: regionalmente, política é abanar o rabo pro governo central. É liberação de verba para investimento local em troca de voto.
Foi assim que o Renan Filho foi eleito em primeiríssimo turno; por ter conseguido um acordo belíssimo com Brasília, convertendo em investimentos para Alagoas.
O PT perderá pelas beiradas e, palmo a palmo, se desmontará. Sobrarão os ideólogos, a massa de manobra e os políticos desesperados, que se apoiarão nessas teses esdrúxulas enquanto morrem de medo da prisão que se aproxima.
Pouco a pouco o vermelho sumirá do nosso prisma político, humilhado e achincalhado pela força do crescimento dos nossos mercados, pela nossa capacidade em retomar as coisas e pela juventude do nosso mercado de trabalho.
E aí quem sabe, quem sabe mesmo, possamos enfim justificar o título de país do futuro.
(Texto de Ícaro de Carvalho)
fonte: Jornal da Cidade

“Militar é uma categoria muito marcante, de farda”

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, voltou a defender que os militares fiquem fora da reforma da Previdência.

Ele disse, segundo o Estadão:

“Militar é uma categoria muito marcante, de farda. Militares, policiais, agentes penitenciários, Judiciário, Legislativo, Ministério Público possuem características especiais, que têm de ser consideradas e discutidas.”

A nova AGU

O pente-fino de Jair Bolsonaro na AGU já deu o primeiro resultado positivo.

O novo ministro André Mendonça vai enviar parecer ao STF defendendo a prisão de condenados em segundo grau, diz o Estadão.

Com isso, ele anula o parecer de sua antecessora, Grace Mendonça, que tentava tirar da cadeia Lula e outros 169 mil criminosos.

A inimputabilidade de Bolsonaro

Apesar de todos os tiros no pé, Jair Bolsonaro continua inimputável.

Isso reflete, segundo Igor Gielow, a expectativa por uma virada na economia.

“É aqui que reside a maior força potencial de Bolsonaro, a possibilidade de fazer vingar alguma reforma previdenciária e outras medidas. Se fizer isso, a Bolsa vai ao céu, o dólar à terra, e o Jacques de Molay que habita o Itamaraty poderá conclamar uma cruzada contra Caracas que ninguém vai dar bola (…).

Parece reducionismo e é, mas a expectativa é tão alta que olhos se fecham.”

fonte: O Antagonista

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Extrema-Esquerda e o Caos

Ao observarmos atentamente o curso da história, veremos que a própria inviabilidade econômica intrínseca ao comunismo (já exaustivamente comprovada por Ludwig Von Mises e Eugen Böhm-Bawerk, dentre outros renomados economistas) invariavelmente conduz seus protagonistas a uma inexorável radicalização política. Tal radicalização é usualmente resultante dos inevitáveis conflitos originários do irremediável desarranjo econômico que sobrevêm ao comunismo, exemplificados pela máxima: “Casa onde não há pão, todos brigam, e ninguém tem razão”.
Vimos esse filme na União Soviética e na China, através do infame genocídio de suas populações sinistramente orquestrado pelo próprio regime; em Cuba, com as extensivas prisões e fuzilamentos de opositores e, mais recentemente, na Venezuela, através da intempestiva subtração de liberdades civis aos cidadãos, já devidamente martirizados pela miséria, pela fome e pela truculência homicida do aparato estatal de segurança.
No caso específico do Brasil, três fatores contribuíram, a meu ver, para o adiamento da radicalização que inevitavelmente acompanha regimes de extrema-esquerda, como foi o (des)governo do PT: (1) a interrupção do processo de dilapidação da economia nacional, já em sua fase terminal, causada em parte pelo advento da operação Lava Jato, em parte pelo impeachment da “estocadora de vento” e, por fim, pela recente sucessão presidencial, (2) o acometimento de uma certa “soberba” aos comissários petistas, um certo clima de “está tudo dominado”, que os fez procrastinar negligentemente suas ações mais extremas de desacato à ordem vigente, conservando os movimentos sociais sob rédeas curtas (e verbas fartas) durante seus desditosos governos e, (3) a displicente atuação da esquerda no campo legislativo, onde teve seus mais radicais projetos de controle social devidamente rechaçados pelo congresso, ao mesmo tempo em que, no executivo, sancionava leis moralizantes frontalmente contrárias a seus mais vitais interesses, tais como as da ficha-limpa e da delação premiada.
Não devemos nos iludir, entretanto, quanto ao potencial destrutivo de que ainda goza o grupo recém-destituído do poder no país, já que os próceres da extrema-esquerda (leia-se: PT, PSOL, PC do B e cia.) contam com vastas hostes de diligentes serviçais solidamente encastelados em instituições como a grande mídia, escolas, universidades, serviço público, estatais, fundos de pensão, procuradorias, tribunais, ONGs, sindicatos, movimentos sociais et caterva (além de cultivarem desde sempre seus mais que explícitos vínculos com o crime organizado do PCC, CV, FARCs e o escambau), sendo seu poder de causar danos à ordem social ainda bastante considerável, como se pode inferir dos desmandos ora vivenciados pelo estado do Ceará, coincidente e oportunamente deflagrados no raiar dos primeiros dias da recém-empossada administração federal, sob um governo estadual petista que — do nada, e contra toda a sua história de leniente subserviência à criminalidade (por eles tão carinhosamente alcunhada de “vítimas da sociedade”) — decidiu medir forças com o crime organizado acendendo o estopim de uma crise que até as pedras de Fortaleza sabem tratar-se da mais abjeta instrumentalização política.
Apeada do governo federal e vislumbrando um funesto porvir, conforme os desmandos cometidos durante seus 16 anos de poder ameaçam vir à tona, resta a uma acuada esquerda agora, à medida que o desespero lhe bate à porta, apelar tardiamente para a inevitável radicalização instaurando uma vez mais o caos no país, na vã esperança de que os militares possam vir a responder com o rigor que a gravidade da situação exige e que a debilitada esquerda tanto deseja, a fim de justificar o requentamento — pela enésima vez — de seu mais que mofado discurso do vitimismo e da “virtuosa” luta contra a ditadura militar.

texto por: Vicente Rondon, economista, professor, consultor e músico. Especialista e mestre em gestão de negócios, estudioso das teorias sobre liberalismo econômico e conservadorismo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

DIFÍCIL DE ENTENDER

Dizer que o Brasil é um País -sui generis- é como chover no molhado. Vejam, por exemplo, que enquanto o novo presidente da República começa a trabalhar no primeiro dia de janeiro, os deputados e senadores, eleitos no mesmo pleito de 2018, só iniciam os trabalhos (?) 30 dias depois, ou seja, no primeiro dia de fevereiro. Pode?
  
FÉRIAS ANTECIPADAS
Comparando, é como se alguém que depende de um motorista para poder se locomover e o mesmo só pode iniciar a sua jornada de trabalho um mês depois. Isto porque a lei determina que o -motorista- eleito só poderá exercer, de fato, a sua função após cumprir um período de férias (antecipadas) de 30 dias. 
100 DIAS
Ora, se vale a regra, ou o convencimento, de que os primeiros 100 dias de governo são os mais importantes e decisivos para quem assume o Poder Executivo, é preciso considerar que as absurdas férias -antecipadas- dos parlamentares, que impedem a tomada de decisões do Poder Legislativo, encurtam sobremaneira este tempo em 30 dias.
UTI
Como ninguém faz a contagem tomando por base que o governo só pode atuar por completo a partir de fevereiro, os tais 100 dias do governo ficam reduzidos a 70. A coisa funciona como se o Poder Legislativo não desse a mínima importância ao fato de que o nosso empobrecido Brasil se encontra na UTI e de lá só poderá sair vivo se várias e boas cirurgias forem rapidamente feitas.

REFORMAS
Pois, por incrível que possa parecer, no caso das REFORMAS que o Brasil precisa para poder respirar sem aparelhos, o cirurgião, com o diagnóstico na mão e pronto para operar não pode dar início à cirurgia porque o anestesista, o enfermeiro, o instrumentador cirúrgico, e outros mais, estão em pleno gozo de férias -ANTECIPADAS-.  Pode?
 
RECESSO PARLAMENTAR
Nem mesmo diante do quadro complicado e pré-fúnebre do Brasil, que custa mundos e fundos aos pagadores de impostos para continuar respirando por aparelhos, o Congresso Nacional não mostra a mínima vontade de querer mudar o art. 57 da Constituição (nada cidadã), que impõe 50 dias de recesso parlamentar. 
No meu entender poderia levar em consideração que nos anos em que os novos parlamentares tomam posse, esta realidade bem que poderia ser diferente, para poder ajudar a gestão do Executivo. 
Mas, como disse no início deste Editorial, o Brasil é um País -sui generis-.

texto por Gilberto Simões Pires, escritor e pensador

Faustão: o puxa-saco dos aloprados e capacho dos vagabundos

O patético e sem graça Fausto Silva resolveu partir para um ataque aberto, rasteiro e covarde contra o Presidente Jair Bolsonaro.
Tão ignorante é aquele que é pago para puxar o saco dos péssimos e desajustados artistas da Globo, dizendo que todo mundo é "grande", que não se deu conta de que não está mais falando de um candidato à Presidência ou de um Deputado Federal do baixo clero, e sim do mandatário do posto máximo da República, eleito por 58 milhões de eleitores.
Ali o Faustão chamou de "idiota" e "imbecil" a maioria da população brasileira, num claro desrespeito à vontade popular e a um processo democrático limpo, coisa que não víamos desde 2002.
Chamou a todos porque o Bolsonaro nos representa, e Bolsonaro é Presidente pela soma de todos nós.
O apresentador escroque foi capaz de chamar-nos de "imbecis" e "idiotas", mas não foi capaz de qualificar da mesma forma os que votaram em Haddad, em cujo currículo consta a perda de uma reeleição por incompetência e mais de 30 processos por corrupção, lavagem de dinheiro, desvio de dinheiro público, improbidade administrativa e todo um cabedal de crimes. O nosso não responde a nada.
O fez ecoando a voz de um exército de oportunistas que viviam como vampiros do dinheiro público, enquanto estavam pendurados no pescoço da Lei Rouanet. O fez pelo desespero de saber que Bolsonaro tornará transparente tudo o que a Globo utilizou dos recursos públicos, inclusive aquilo que pode ter sido captado via BNDES, O fez pelo medo do Brasil translúcido que começamos a ter.
Alguém já viu o Faustão se referindo como "imbecil" ou "em relação aos que trouxeram o caos econômico ao Brasil por causa de corrupção, e com isso geraram 14 milhões de desempregados, a quebra de empresas e a fama internacional do Brasil como país da corrupção: Não... Claro que não viu.
Sua desonestidade é tão grande e tão ridícula, que conseguiu dizer que o Bolsonaro está "destruindo" o país, mas o programa foi gravado em novembro, quando Bolsonaro sequer havia assumido a Presidência da República.
Porém jamais abriu a boca para falar dos três mandatos e meio do PT, que destruíram o país. Gente como o Faustão é o que há de pior no país, se é que se pode chamar alguém como o Faustão de "gente".
Faustão também ecoou a voz dos falsos intelectuais de esquerda - os jornalistas canalhas e falsos formadores de opinião que são capazes de atitudes reles como os ataques desferidos contra a Primeira Dama por seu discurso em Libras, ou contra a Ministra Damares, com a distorção de uma metáfora.
A Ministra falou de pedofilia, feminicídio e coisas tão graves, mas os esquerdopatas usaram como gatilho para a maledicência apenas um trecho de sua fala. Para os desonestos esquerdistas, qualquer combate nesses temas tem que partir deles, pois acham que tais causas são propriedades deles, para alimentar suas falsas causas. Faustão reverberou o pensamento comum da canalhice dessa raça.
Ninguém pode ser mais "idiota" e "imbecil" do que aquele que dá audiência ao Faustão ou se predispõe a fazer parte da plateia do seu programa.
Aliás pode... O próprio Faustão, um apresentador sem graça, é a síntese perfeita do quanto alguém pode chegar ao extremo da idiotice e da imbecilidade. Mas deve ganhar muito bem, pois tem que valer muito a pena para se submeter ao papel de puxa-saco de aloprados e capacho de vagabundos.
E como resposta, eu espero que o Bolsonaro não seja o "idiota" e "imbecil" que o Faustão falou, e passe a cobrar a dívida que a Globo tem com o Governo Federal, sob pena de perder aquilo que lhe é mais caro, que é a concessão.
Em tempo: O povo brasileiro, que pensa e que é decente o suficiente para não dar pontos no Ibope para a Globo, já espera por isso há muito tempo.
artigo de Marcelo Rates Quaranta, articulista 
(Jornal da Cidade conteúdo)

Itamaraty aposenta embaixador do “golpe”

O Itamaraty aposentou o diplomata Milton Rondó Filho, diz a Crusoé.

O aloprado ganhou notoriedade após disparar, na época do impeachment de Dilma Rousseff, telegramas para embaixadas e postos no exterior para alertar que um ‘golpe’ estava em curso no Brasil.

Os nomes da caixa preta

O Presidente Jair Bolsonaro prometeu mais uma vez abrir a caixa preta estatal:

“Com poucos dias de governo, não só a caixa preta do BNDES, mas de outros órgãos estão sendo levantados e serão divulgados.”

Ele deve divulgar com nome e sobrenome, além de denúncia para o TCU e a PF,publica O Antagonista.

Exclusivo: A nova reforma previdenciária

A equipe de Paulo Guedes já tem um plano para consertar o estrago feito por Jair Bolsonaro na reforma previdenciária, registra o site O Antagonista.

De acordo com uma fonte de O Antagonista, o governo vai compensar a idade mínima escolhida pelo presidente (62 anos para homens e 57 anos para mulheres) com a redução do período de transição de todos os trabalhadores — setores público e privado — para apenas 10 anos. A PEC de Michel Temer estabelecia 10 anos para o setor privado e 20 anos para os servidores públicos.

Diz a fonte:

“Desse modo, ao mesmo tempo em que produz manchetes mais simpáticas para a opinião pública e, portanto, mais palatáveis para o Congresso, o novo governo possibilitará maior economia para os cofres públicos, em menos tempo, o que vai agradar ao mercado. (Para o mercado, qualquer reforma que produza economia de 350 bilhões a 500 bilhões de reais nos próximos 10 anos será considerada um sucesso.)”

“O Estado foi criminoso quando desarmou o cidadão sem condições de desarmar o bandido”

O general Santos Cruz defendeu também a posse de armas em sua entrevista ao Valor:

“Isso não está relacionado só à segurança pública, mas a um princípio de legítima defesa de liberdade individual. Da sua liberdade de defender o seu patrimônio e sua vida. Se você for ver o Uruguai é um dos países com o maior índice de posse de arma e um dos menores índices de crime.

O Estado foi criminoso quando desarmou o cidadão sem condições de desarmar o bandido. O bandido que chega no sinaleiro assalta você e tem absoluta certeza de que no carro não tem ninguém armado. Você tem milhares e milhares de armas de guerra no Rio de Janeiro. Hoje o sujeito assalta um carro de pipoca no Rio com um fuzil. Ele atira em você com uma [Browning] ponto 50 que não tem blindagem que segure. O que fizeram agora tentando destruir ponte no Ceará é terrorismo. Você está destruindo um bem público por onde passam cidadãos que vão pegar ônibus pro trabalho. Tem que parar com besteirada de interpretação e colocar a lei em favor do cidadão e do policial.

Incendiar ônibus em qualquer lugar do mundo é terrorismo. Vai incendiar ônibus na França, na Inglaterra, para ver se não é terrorismo. Nós perdemos a noção baseados em falsas premissas. Uma coisa é você defender a dignidade do bandido no momento em que ele está sob a custódia do Estado ou prender o sujeito porque está armado sem autorização. Outra coisa é o cara com um fuzil na porta da favela.”