quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

O fervor ideológico de Lula

É complicado saber o que a Folha de S. Paulo pensa sobre a captura de Cesare Battisti.

Diz seu editorial:

“Movido pelo fervor ideológico, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no último dia de 2010, a poucas horas do fim de seu segundo mandato, autorizou a permanência dele no país.”

E em seguida:

“A execução da pena de Battisti nada tem a ver com disputas ideológicas.”

Onde foi parar o fervor ideológico de Lula?

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Atitude desesperada de Maduro ressalta o derretimento da esquerda

Você percebe o derretimento da Esquerda no Brasil quando ela vocifera (inclusive na imprensa) todos os dias que o Presidente Jair Messias Bolsonaro é um ditador, um autoritário, um homem contrário à Democracia, quando, na verdade, é o líder esquerdista que restou Nicolás Maduro quem mandou prender o Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela e outros Deputados opositores ao regime facínora e famélico bolivarianista.
A propósito, foi exatamente a presidente do PT uma das convidadas de honra para a posse de Maduro em novo mandato não reconhecido pela comunidade internacional por fraudes eleitorais comprovadas.
Aliás, Gleisi está tentando explicar o porquê de sua ida à tal posse do terrorista venezuelano, pois a Direita estaria reclamando.
Minha Senhora, quem está batendo-boca por sua ida à Venezuela é a própria Esquerda. Nós não estamos reclamando de sua ida. Ao contrário: estamos lamentando profundamente sua volta. Deverias ter ficado por lá!
#PátriaAmadaBrasil

texto por Helder Caldeira, Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista *Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

O retorno do "Rosegate"

Depois de um longo período ausente das manchetes, a ex-secretária especial da presidência da República de Lula, Rosemary Noronha, que a imprensa denuncia como sua amante (a primeira-dama era dona Marisa), retorna à berlinda numa situação financeira pouco confortável. Respondendo a crimes como formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção ativa, é alvo da Operação Porto Seguro, deflagrada pela Polícia Federal, no ano de 2012.
Protegida pela justiça até o presente momento, nada lhe aconteceu. Depois de uma bem articulada operação abafa, evitou-se que o escândalo gerasse danos maiores, sobretudo para os petistas e para o próprio Lula, com quem Rosemary mantinha uma antiga relação.
Essa senhora, que operava nos bastidores do poder distribuindo benesses e fazendo acordos altamente rentáveis, ainda é um pesadelo para a cúpula petista, principalmente porque, assustada com a possibilidade de ser abandonada por seus antigos padrinhos, já avisou que, caso condenada, contaria “tudo o que sabia”.
Os problemas de dona Rose são muitos, mas ela não está sozinha.
Na Operação Cratóns, da Polícia Federal em Rondônia, desdobramento da Operação Lava jato, foram presas pessoas envolvidas com extração e venda de diamantes oriundos da Tribo dos índios Cinta Larga. Nela, o “boato” é que a ex-toda poderosa secretária aparece como uma das figuras mais destacadas do esquema.
Segundo a imprensa, essa operação demonstrou que os negócios com os diamantes vinham ocorrendo há mais de uma década, com fortes ligações com o ex-presidente Lula e com a cúpula petista.
Uma das linhas de investigação dá conta de ocultação de dinheiro ilícito em forma de diamantes, fácil de carregar e fácil de esconder. Como disse um repórter na época, na palma da mão pode-se facilmente colocar alguns milhões de dólares na forma de uma única pedra.
A imprensa também publicou que dona Rose “ganhou” de Lula um passaporte exclusivo de membro do primeiro escalão do governo para viagens de negócio ao exterior, tanto sozinha como acompanhada do amigo, de preferência no avião presidencial.
Ainda segundo a imprensa, o Serviço de inteligência das Forças Armadas recebeu informes de que dona Rose participava de negócios com diamantes em pelo menos cinco países: Bélgica, Holanda, França, Inglaterra e Alemanha. As pedras preciosas seriam originárias de negócios ocultos feitos pela cúpula petista na África, principalmente em Angola. Tal informação também teria sido passada à Procuradoria Geral da República (PGR) pelos próprios militares.
Outra informação destacada é de que não existem registros nos anais da FAB das viagens internacionais feitas por dona Rose nos aviões da Presidência da República, embora a ex-chefe do gabinete paulista de Dilma tenha viajado 24 vezes ao exterior com o amigo e chefe Lula da Silva.
Tal informação, passada em 2012 reservadamente pela inteligência das Forças Armadas ao ainda Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, dá conta que a “Doutora Rose” seria a “mulher invisível” que trabalhava para Lula, sem especificar as funções. As investigações sobre o assunto jamais avançaram.
Agora dona Rose retorna às manchetes em situação financeira precária.
Segundo a revista IstoÉ, a ex-amante de Lula foge dos oficiais de justiça como o diabo foge da cruz. Ninguém consegue intimá-la desde 2017, pois ela deixa a cobertura onde mora, na capital paulista, logo cedo, às 09 horas da manhã, e só volta à noite, impossibilitando, assim, sua intimação, que, pela lei, só pode ser feita durante o dia.
Ela deveria se apresentar à Justiça de 15 em 15 dias, por conta de medidas cautelares adotadas pela juíza Adriana Freisleben de Zanetti, da 5ª Vara Federal, de São Paulo, mas não cumpre o determinado. Proibida pela Justiça de exercer qualquer cargo público e de se ausentar do País sem autorização judicial, ninguém sabe de que ela vive. Seja como for, a vitória de Bolsonaro deverá ajudar na aceleração de vários processos de corrupção, entre os quais o Rosegate.
texto por Luiz Holanda, advogado e professor universitário
Jornal da Cidade conteúdo

Decisão da Itália expõe tribunal brasileiro a vexame internacional: “O STF é uma vergonha”

O desfecho do caso envolvendo o terrorista italiano Cesare Battisti é a demonstração inequívoca de que o advogado Cristiano Caiado de Acioli estava totalmente correto.
Recentemente, num voo da companhia Gol, Cristiano disse para o ministro Ricardo Lewandowski, que tinha vergonha do STF. Pelo atrevimento, o magistrado mandou prendê-lo.
Pois é, esse mesmo Lewandowski não poderá fazer o mesmo com o premiê italiano Giuseppe Conte, que notadamente receoso e com ‘vergonha alheia’ da corte brasileira, envidou todos os esforços para que o criminoso terrorista passasse bem longe do Brasil no seu retorno a Itália, livre dos poderes malignos de nossos honrados ministros.
E de fato, um pedido de Habeas Corpus do advogado de Cesare Battisti já aguardava para ser encaminhado ao ministro Marco Aurélio Mello, caso o voo procedente da Bolívia fizesse alguma parada no Brasil.
Noutras palavras, a nossa Suprema Corte é presentemente motivo de chacota internacional, indigna de confiança e tida como protetora de criminosos.
A Bolívia conseguiu ser muito mais eficiente.Uma outra situação a ser observada é que, segundo declaração do ministro da Justiça italiano, caso o voo do criminoso tivesse feito essa escala da impunidade, a Itália, em função de acordo realizado com o Brasil, iria respeitar e ele cumpriria a pena 30 anos de cadeia. Como a entrega foi feita pela Bolívia, a prisão perpétua será mantida, com seis meses de completa solitária.
De qualquer forma, por sua atitude, o presidente Jair Bolsonaro sai fortalecido. Graças a sua disposição de mandar prender o terrorista, Battisti teve que sair em desesperada fuga, o que finalmente possibilitou a sua prisão para cumprimento de sua pena de prisão perpétua.
O próprio premiê italiano fez questão de manifestar a sua gratidão ao presidente brasileiro.
texto por Amanda Acosta, articulista e repórter
(Com Jornal da Cidade conteúdo)

Chegou a hora de o Brasil exigir que Evo devolva a nossa refinaria

A Bolívia é totalmente dependente do Brasil, em todos os sentidos.
Em contrapartida, o Brasil não necessita mais do gás boliviano, ou pelo menos já não tem a dependência de outrora com relação a esta questão.
Assim, naturalmente, em razão da posse de Jair Bolsonaro, o presidente boliviano está acuado, receoso, temeroso com o que o futuro lhe aguarda.
O comportamento de Evo em dois episódios recentes é clara demonstração dessa situação.
O comparecimento à posse de Bolsonaro, reverenciando o presidente brasileiro e o tratando como “irmão”. E o seu comportamento no caso do terrorista Cesare Battisti. Evo ignorou os pedidos de seus companheiros de esquerda e atendeu imediatamente o governo italiano, jogando na lata de lixo o pedido de asilo de Battisti.
Diante desse quadro, parece que chegou a hora de o Brasil exigir a devolução de nossa refinaria, surrupiada pelo índio cocalero em maio de 2006.
Seria uma condição para que doravante o governo brasileiro possa estabelecer uma boa relação com o governo boliviano.
texto de Otto Dantas, articulista e repórter
Jornal da Cidade conteúdo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Novo juiz da Lava Jato é mais ousado e mais duro que Moro nas penas contra a bandidagem

Só falta o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) sacramentar, mas nos meios jurídicos e entre os serventuários da Justiça Federal em Curitiba, o nome é dado como certo, registra o Jornal da Cidade.
Friedmann Anderson Wendpap deve assumir a titularidade da 13ª Vara Criminal Federal, em substituição ao ex-juiz Sérgio Moro.
A possibilidade, tida como praticamente certa, tem causado verdadeiro pânico entre os defensores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Wendpap chega com a missão de logo de cara sentenciar em dois processos do petista.
A previsão é de penas pesadíssimas.
Em 2016, sites jurídicos especializados já noticiavam o magistrado como ‘mais ousado’ que Moro. Veja a manchete do Conjur do dia 24 de novembro de 2016:
Em decisão memorável, o magistrado, numa atitude inédita, havia determinado o bloqueio da receita das empreiteiras Odebrecht e OAS, para tanto utilizou a seguinte argumentação:
“Se a propina de 3% sobre os contratos com a Petrobras que a Odebrecht e a OAS pagavam aos diretores da estatal não ‘tolhia a libido empresarial’ das empreiteiras, o bloqueio desse percentual de suas receitas há de ser motivo de júbilo na purgação das condutas deletérias que privatizaram ilegitimamente os bens públicos.”

Os crimes do sanguinário terrorista Cesare Battisti

O italiano Cesare Battisti pertencia ao grupo terrorista denominado Proletários Armados pelo Comunismo (PAC).
Sua primeira vítima foi o policial Antonio Santoro, no dia 5 de junho de 1978, em Udine. O criminoso numa calçada, abraçado a uma comparsa, simulava uma cena de namoro. O policial passou por eles a caminho do trabalho, sem desconfiar. Dois tiros pelas costas foram desferidos, sem que a vítima pudesse esboçar qualquer reação. Frio, Battisti ainda abaixou-se ao lado do corpo e desferiu mais dois balaços na cabeça.
O joalheiro Pierluigi Torregiani foi a segunda vítima de homicídio envolvendo Battisti, desta feita na condição de mandante. O crime ocorreu em Milão, no dia 16 de fevereiro de 1979.
Armado, Torregiani foi alvejado por vários tiros, mas, cambaleante, tentou reagir e conseguiu desferir um tiro que acabou acertando o próprio filho que o acompanhava e assistiu a morte do pai. O rapaz ficou paraplégico.
Nesse mesmo dia, 16 de fevereiro, na cidade de Mestre, o próprio Battisti foi o autor do tiro de misericórdia que matou o açougueiro Lino Sabbadin. Um comparsa do terrorista de nome Diego Giacomini havia dado dois tiros em Sabbadin. Battisti completou o 'serviço'.
No dia 19 de abril de 1979, em Milão, Cesare Battisti fez a sua quarta vítima fatal. Cinco tiros no peito do policial Andrea Campagna.
O terrorista foi preso, julgado e condenado pela Justiça italiana.
Após dois anos preso, Battisti conseguiu empreender fuga.
Sua trajetória como foragido passou pela França, México, novamente França, até chegar ao Brasil, em 2004, durante o governo do então presidente Lula.
Neste sábado (12) finalmente essa trajetória de fuga terminou.

Gleisi em Caracas: Luxo, repórter à tira colo e conduta potencialmente criminosa

A presidente do PT tem efetivamente uma necessidade incontida de afrontar e aparecer.
Ela é insaciável. Aliás, a base de sua existência são os holofotes e a maledicência.
Por esse motivo foi a Caracas prestigiar a posse do tirano bolivariano Nicolas Maduro.
E para marcar sua participação no evento, Gleisi levou uma repórter à tira colo, com a missão de entrevistá-la para as redes sociais e para um site petista.
Paralelamente, adotou naquele país, uma posição potencialmente criminosa, de absoluta afronta a Lei de Segurança Nacional (LSN), fazendo severas críticas ao Brasil e ao presidente Jair Bolsonaro, com o claro objetivo de acentuar a hostilidade do ditador venezuelano.
O artigo 8º da LSN diz o seguinte:
Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
O pior é que toda essa farra inconsequente e irresponsável foi paga com dinheiro público do malfadado fundo partidário.
No local da entrevista da petista, observa-se o luxo do ambiente. Uma verdadeira aberração ante a situação de miserabilidade pela qual passa o povo daquele país, produto da tirania desenfreada de um psicopata.
texto por Otto Dantas, Articulista e Repórter
(Jornal da Cidade conteúdo)

Kakay, advogado de 17 réus na Lava Jato, é flagrado de bermuda no STF

Cena típica de quem está se sentindo em casa, bem à vontade.
Desrespeitando as normas do Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, foi flagrado de bermuda nos corredores do tribunal, publica o Jornal da Cidade.
No mínimo, uma atitude desrespeitosa. Mormente quando se percebe que Kakay se deixou fotografar, como se estivesse zombando da instituição.
Vale salientar que Kakay é um dos advogados que mais tem obtido êxito no STF. Na Lava Jato já conseguiu a rejeição de 4 denúncias contra parlamentares envolvidos.
É da casa...

Renan não! Um problema alagoano, vira problema nacional...

Só um profundo respeito aos leitores, à democracia e à manifestação da vontade popular expressa no silêncio da urna – seja qual urna for – impede que este artigo inicie com impropérios. Confesso: vontade não faltou. Enfim, Renan Calheiros voltou ao Senado da República e, tão logo renovou o mandato, iniciou campanha para retomar a presidência da Casa.
Reeleito senador, Renan é problema alagoano; eleito presidente do Senado passa a ser problema nacional.
Sua eleição ao posto entraria em profunda contradição com o desejo de desinfecção, de saneamento básico, de separação de material orgânico que o povo brasileiro manifestou nas eleições de outubro, e arma poderosa a serviço dos piores interesses que conspiram contra o novo governo.
Não sei quem foi o criador da expressão “extrema imprensa”, mas ela é perfeita para designar o coletivo dos meios de comunicação que operam como dedos das mãos e mãos dos braços da esquerda na imprensa nacional. Dado que para ela quem não é de esquerda é de extrema direita, parece adequado designá-la pelo nome de extrema imprensa. Dê, então, uma vasculhada no que tem sido dito pela extrema imprensa a propósito das pretensões do senador Renan. Veja se qualquer desses veículos apresentou algo sobre os 14 inquéritos a que responde o cidadão aspirante ao comando da Câmara Alta. Basta-lhe virar réu em qualquer deles para que, se eleito, volte a ser um presidente do Senado excluído da linha sucessória da presidência da República.
Beira ao escandaloso o fato de que sucessivas eleições e reeleições de Renan Calheiros para exercer o mesmo posto tenham dependido do sigilo do voto de seus colegas senadores, o que aponta o caráter obscuro dessas motivações. É uma espécie de voto inconfessável. Fica chato, pega mal, votar em Renan Calheiros. Sobre tudo cai o silêncio da extrema imprensa, mais preocupada com as visões de uma criança abusada, com a promoção de um funcionário de carreira do Banco do Brasil e temas dessa magnitude institucional.
Parece óbvio que se a extrema imprensa ainda mantivesse o controle do direito de opinião, se a sociedade só ficasse sabendo o que ela escolhe divulgar e só pudesse ouvir as opiniões por ela emitidas, o resultado eleitoral nacional de outubro último teria sido bem diferente. A renovação da cena política brasileira foi possibilitada pelos smartphones e pelas redes sociais, que democratizaram o direito de opinião e deram voz ao povo.
A situação se repete. Se tudo ficar como está, com o noticiário comandado pela mídia extrema, interessada em criar todos os problemas imagináveis ao governo, são grandes as possibilidades de que o senador alagoano presida o Senado pelos próximos dois anos. Somente uma intensa mobilização, ao longo das próximas três semanas, através das redes sociais, poderá evitar a eleição de Renan, constrangendo seus pares a tomarem juízo e vergonha.
#RenanNão
artigo de PERCIVAL PUGGINA, Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário, escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Saiba o motivo do inconformismo da Grande Mídia com o Twitter de Bolsonaro

Você sabe quanto custa o aparato de uma emissora de TV ou rádio ou de um grande jornal para fazer a cobertura política em Brasília de domingo a domingo? Sabe quantos repórteres e técnicos são necessários? Mesmo em tempos de internet, trata-se de uma estrutura imensa.
Agora, vamos apresentar uma hipótese e fazer uma continha de menos: imagine se o Presidente Jair Messias Bolsonaro decide utilizar as gratuitas redes sociais, em especial o Twitter, para dar as principais notícias ao longo do dia, incluindo todos os possíveis "furos de reportagem". Isso acabará tornando dispensável o trabalho de centenas de profissionais que, até outro dia, se achavam intocáveis.
Entenderam agora o por quê de tantas críticas da grande imprensa ao modelo direto de comunicação adotado pelo Governo Bolsonaro?
Não é uma questão de organização, tampouco uma preocupação institucional com o Brasil. Trata-se apenas de pânico do RH.
Segue o baile...
texto por Helder Caldeira, Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista *Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.
(Jornal da Cidade conteúdo)

Defesa de Battisti pede HC para Marco Aurélio, mas terrorista segue direto para a Itália

Certamente receosas da instabilidade de nosso Supremo Tribunal Federal (STF), as autoridades italianas negociaram para que o terrorista fosse encaminhado diretamente para Itália, diz o Jornal da Cidade.
Assim será feito.
Neste domingo (13), o premiê italiano demonstrou gratidão ao presidente Jair Bolsonaro, mas anunciou a chegada de Battisti a Itália nesta segunda-feira (14), às 14 horas.
As autoridades italianas optaram em não correr nenhum tipo de risco.
Fizeram muito bem. Um Habeas Corpus da lavra do advogado Igor Tamasauskas, foi impetrado no STF pedindo que fosse evitada a extradição do criminoso.
No HC o advogado requer o encaminhamento para análise ao ministro Marco Aurélio Mello.
Imaginem se Batistti retorna ao Brasil e esse HC vai parar na mesa de Marco Aurélio.
Para quem há poucos dias tentou soltar 160 mil criminosos, seria moleza...

Proposta de Guedes prevê idade mínima de 45 anos para aposentadoria de militares

Uma das propostas da equipe econômica de Jair Bolsonaro prevê a idade mínima de 45 anos para a aposentadoria dos militares. Quem optasse por sair da ativa com essa idade, no entanto, receberia apenas uma parte do salário.

Diz a Folha:

“O modelo é semelhante ao dos EUA. Quanto mais tarde a aposentadoria, maior a fração a ser embolsada. Por essa proposta, o valor integral do salário da ativa seria pago aos que deixassem as atividades após os 60 anos.”

Indicados por Dilma continuam em agências reguladoras

A “despetização” do governo Jair Bolsonaro ainda não atingiu membros de agências reguladoras e conselhos.

Como mostra reportagem de O Globo, 11 indicados por Dilma Rousseff permanecerão no cargo, em seis agências reguladoras e na Comissão de Ética Pública da Presidência.

O motivo: o fim do mandato deles varia entre 2019 e 2021.

“Dos 11, quatro deles têm relação com partidos de esquerda: Aníbal Diniz, que foi senador pelo PT e está na Anatel; José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz, que fez parte da equipe de segurança de Dilma e, atualmente, é o presidente da Anac; Luiz Navarro, que foi ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) de Dilma e preside a Comissão de Ética da Presidência; e Aurélio Cesar Nogueira Amaral, ligado ao PCdoB, que está na Agência Nacional do Petróleo (ANP).”

LINHA DURA

Lula vai sentir saudade de Sergio Moro.

O juiz Friedmann Anderson Wendpap, que deve assumir seu lugar em Curitiba, é considerado ainda mais duro do que ele, segundo os petistas consultados pela Folha de S. Paulo.

Guarde esse nome.

domingo, 13 de janeiro de 2019

A fonte secou!

A fábrica de polêmicas e maledicências da grande mídia não para e parece não dar sinais de querer parar, mesmo levando invertidas homéricas a cada ação sua.
A mais nova diz respeito à nomeação, por Bolsonaro, do Carlos Victor Guerra para a Gerência de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras, pelo fato se ser amigo do Presidente.
Muito bem... Sendo essa área extremamente sensível e que tem como requisito básico ser ocupada por alguém que goze da extrema confiança do Presidente, quem então os mimizeiros acham que o Bolsonaro deveria nomear? Um petista? Um político de carreira em troca de apoio? Um desconhecido dele?: Não. Esses aí não cumprem o requisito básico. Logo, é claro que ele está mais do que certo em nomear alguém que seja da sua absoluta confiança.
"Ah, mas e o "mérito" onde é que fica?" - diriam os mimizeiros de plantão.
Lamento frustrar as suas expectativas de ver o Presidente sendo "desmascarado", mas o tal indicado amigo do Presidente é, além de alguém da mais absoluta confiança dele, também concursado, funcionário de carreira da Petrobrás, formado em Administração e plenamente capaz de cumprir com o seu dever na função. Ao contrário dos tempos em que nomeavam militantes do PT apenas por serem amiguinhos dos caciques petistas, mesmo que não tivessem qualquer competência.
Agora a preocupação é com o quanto ele vai ganhar. E o que interessa? Vai ganhar o mesmo que ganha os outros que exercem funções similares! Simples assim, Queriam que ele ganhasse quanto? Vinte reais?
Nós já percebemos que essa fábrica de celeumas tem como produto final a chantagem jornalística. Vão forçando a barra na tentativa de conseguir algum "cala a boca" na conta bancária. Só que não vão. Por mais que tentem, eles precisam se conformar com uma coisa: A FONTE SECOU!.
texto por Marcelo Rates Quaranta, articulista
(Jornal da Cidade conteúdo)

Gleisi responderá criminalmente por violação da Lei de Segurança Nacional

Em sua recente visita a Venezuela, para prestigiar a nova posse do tirano Nicolas Maduro, a deputada federal eleita e atual presidente do PT, Gleisi Hoffmann, teria violado frontalmente a Lei de Segurança Nacional (LSN).
O artigo 8º da LSN diz o seguinte:
Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
Parece que foi exatamente o que fez a indecente petista, conforme definiu com extrema precisão o advogado Rubinho Nunes, que ingressou com a ação em nome do Movimento Brasil Livre (MBL):
“Como presidente do PT e seu alinhamento com o Nicolás Maduro, bem como as críticas ao Grupo de Lima, ao qual o Brasil é signatário, acentuaram a hostilidade do ditador venezuelano ao governo brasileiro”
A bem da verdade, a petista demonstra traços de anormalidade psíquica, não medindo as suas atitudes e colocando em risco a sociedade ante as suas ações inconsequentes, irresponsáveis e inescrupulosas.
Gleisi agiu de maneira tão grave e séria, que até elementos da própria esquerda brasileira fizeram severas críticas a suas atitudes.
Parece que chegou a hora de pôr um freio definitivo nesta psicopata.
texto por Otto Dantas, articulista
(Jornal da Cidade conteúdo)

A “nova era” da Petrobras

O governo trabalha para tentar renovar parte do conselho de administração da Petrobras e indicar integrantes que sejam mais alinhados com a gestão de Jair Bolsonaro.

Depois de renúncias anunciadas na semana passada, duas vagas ficaram abertas. O objetivo é conseguir mais assentos.

Ao Estadão, o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, confirmou a intenção do governo de mudar a composição do colegiado.

“O acionista controlador deseja mudar. A intenção é mudar o perfil do conselho para que tenhamos mais representantes com visão estratégica do que a Petrobras precisa”, afirmou.

“Um novo ciclo se encerrou e iniciamos uma nova era.”

EMOÇÃO NA TROCA DE COMANDO DO EXÉRCITO

Vejam a passagem de comando do General Villas Bôas para o General Edson Leal Pujol

Assista:

sábado, 12 de janeiro de 2019

Os cabeças do PT se mudam para o nordeste

A gente quer mudar de assunto, mas de repente... os cabeças do PT se mudam para o nordeste, o único reduto eleitoral que lhes restou.
Que interessante o condenado (e solto) José Dirceu ser agora conselheiro contratado da Governadora petista do Rio Grande do Norte.
Que coincidência a carga gigantesca de relógios de detonação de explosivos seguindo para o nordeste, através do aeroporto de Guarulhos.
Que coincidência começarem os ataques terroristas em Fortaleza, logo o Estado onde o governador reeleito é um petista que no mandato anterior se entendia tão bem com os chefes do crime organizado do Ceará.
Que coincidência esse governador petista pedir ajuda militar ao governo federal, fingindo uma humildade que não tem.
Que coincidência sabermos que depois do envio da Força Nacional, há a possibilidade de o caos em Fortaleza demandar que seja feita Intervenção Federal no Ceará.
Que coincidência as votações mais importantes do novo governo federal no Congresso estarem marcadas para os próximos dias.
Que coincidência sabermos que uma intervenção federal em qualquer Estado impede votações no Congresso, e isso acarretará ao atual Presidente da República uma acusação de irresponsabilidade fiscal, já que a principal votação é a da Reforma da Previdência que está à beira do colapso financeiro.
Que coincidência a outra votação no congresso ser justamente sobre a liberação da posse de arma de fogo, que ameaça a supremacia do crime organizado que tem tido "exclusividade" de posse e porte (ilegais) nesses últimos 16 anos.
Que coincidência sabermos que se houver intervenção federal no Ceará, haverá blitz e repressão policial nas ruas, um prato cheio para a Gleisi Hoffman espalhar vídeos pelo mundo inteiro, dizendo que o atual governo federal é uma ditadura militar violenta e opressora, mas deixando de dizer que na realidade a repressão é aos bandidos que se transformaram em ousados incendiários e terroristas, que inclusive explodiram uma ponte com a intenção de derrubá-la.
Quantas "coincidências".
Só que não.
E o mais estranho disso tudo: o silêncio do cearense Ciro Gomes diante desse cenário de guerra dentro do seu próprio Estado, local da sua base política. Mas aqui não cabe injustiça. Cabe aguardar. O tempo dirá se é suspeito ou não o seu silêncio.
(Texto de Rosana Bensiman)

Lava Toga é abafada

A Lava Toga está sendo abafada, diz a Crusoé.

Há quem veja sinais de que está em curso uma articulação para que o delator Orlando Diniz poupe, em seus depoimentos, figuras estreladas das altas cortes brasilienses.

Em troca, como “bois de piranha”, ele entregará as cabeças de um ministro do Tribunal de Contas da União e de desembargadores do Tribunal de Justiça fluminense.

Gleisi curtiu a Venezuela

Gleisi Hoffmann adorou ir a Venezuela para a posse de Nicolás Maduro, diz O Antagonista.

Durante uma entrevista em Caracas, a presidente do PT disse que o país “tem problemas, mas aqui não é um caos como as pessoas pintam”.

Boff e a desgraça

Leonardo Boff não está gostando do início do governo de Jair Bolsonaro.

O religioso do criminoso Lula disse para o site do PT:

“É a maior desgraça que ocorreu em nossa história.”

MEC exonera responsável por edital de livros didáticos


“O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, exonerou nesta sexta-feira o chefe de gabinete do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rogério Fernando Lot, que havia sido responsável por autorizar as polêmicas alterações no edital do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD)”, informa O Globo.

Outras nove pessoas que ocupavam cargos comissionados no FNDE também foram exoneradas.

A ameaça da CPI de Queiroz

Valdemar Costa Neto monitora com lupa as demissões na área de infraestrutura do governo federal, feudo do PR desde o governo Lula, diz a Crusoé.

Já há ameaças na praça: caso os apadrinhados de Valdemar sejam todos varridos, o partido pode retaliar o Planalto apoiando o plano da oposição de abrir uma CPI para investigar as transações bancárias de Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio Bolsonaro.

Como teria sido se fossem 10 dias de Governo Haddad?

1) Brasil parceiro da Venezuela e de qualquer ditadura ou grupo extremista do Oriente Médio;
2) Fim da Prisão em 2ª Instância e Lula Livre;
3) Lula Ministro da Casa Civil (ou seja, Presidente);
4) Dilma Ministra da Economia (ou seja, Presidenta);
3) 29 Ministérios e mais 1 de lambuja para Lacração com uma cópia Marxista da Damares Alves;
5) Fuga em massa dos investidores e queda vertiginosa da Bolsa de Valores;
6) Primeiras sinalizações de nova retração econômica e queda do PIB;
7) Lotação das estatais com cargos políticos-partidários;
8) Gleisi Hoffmann favorita para a presidência da Câmara dos Deputados;
9) Comentaristas da Folha de São Paulo, Estadão, Globo News, Exame, Jornal da Globo, e artistas no Programa Encontro, afirmando que a economia não vai bem, porém a crise é mundial, mas porém, que bom que a) não elegemos um Fascista, b) que preservamos os direitos civis, c) que o Brasil caminha forte na justiça social, d) que Nicolas Maduro é Presidente Democraticamente eleito, e olha, ele não é Fascista, e) os problemas do Brasil nascem no governo Trump;
10) Projeto ambicioso da super ciclovia Manaus-Porto Alegre-Manaus.
texto por Robson Belo, Filho do Amazonas, Manauara, formado em Psicologia pelo UNINORTE - Centro Universitário do Norte – Laureate International Universities, atuante na área da saúde em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC); supervisor e consultor clínico a graduandos e profissionais que desejam aplicar as técnicas cognitivo-comportamentais em prática psicoterapêutica. 

Haja paciência, Merval! A desmoralização dos argumentos de um comentarista global...

Dia 10 de janeiro, à noite, Merval Pereira, tropeçando nas palavras, criticou a ascensão do diplomata Ernesto Araújo ao cargo de chanceler brasileiro.
Todo o fundamento da crítica recaiu sobre o fato de o novo ministro jamais haver ocupado cargo de embaixador e isso representar uma ruptura na carreira diplomática, um desrespeito às hierarquias internas do Itamaraty. A escolha do ministro seria, então, uma afronta à longa tradição que qualifica a diplomacia brasileira.
O facciosismo que comanda os opinadores da Globo, a determinação coletiva de atacar o governo Bolsonaro é um demolidor de discernimento e de sensatez!
Por isso, Merval Pereira se esqueceu de todos os muitos chanceleres brasileiros que nada tinham a ver com o Itamaraty e com a diplomacia brasileira, tais como Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Aloysio Nunes Ferreira, Olavo Setúbal, Celso Lafer, Abreu Sodré e tantos outros.
Afinal, Merval? Você prefere no Itamaraty um diplomata de carreira ou um político de carreira sem qualquer relação com a diplomacia?
E note: o diplomata Ernesto Araújo só não foi embaixador porque o PT jamais deixaria isso acontecer.
Haja paciência!

texto por Percival Puggina, Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário, escritor e colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

“Moro vai comer o pão que o diabo amassou”

O velho Renan Calheiros, lulista, e o novo Renan Calheiros, bolsonarista, têm uma característica em comum: a aversão à Lava Jato.

Fernando Gabeira, de fato, aposta que os dois senadores alagoanos – o velho e o novo – vão se unir para sabotar o pacote de Sergio Moro:

“Se a aliança nas teses econômicas é fácil, em outro campo eles vão fazer corpo mole: as medidas contra a corrupção. Renan é a esperança que resta a alguns adversários da Lava Jato. Em vários momentos já demonstrou sua oposição a Sergio Moro.

Aí está o problema para Bolsonaro. Se, de um lado, será mais rápido aprovar medidas econômicas que não são assim tão populares, de outro, Moro vai comer o pão que o diabo amassou para aprovar sua agenda, que é muito mais popular (…).

A vitória de Renan e a relativa indiferença de Maia na defesa da Lava Jato podem levar, entre dezenas de pequenas barganhas, à grande e decisiva batalha em torno da corrupção.

Até que ponto isso foi apenas um tema de campanha? Até que ponto a corrupção é algo condenável apenas nos partidos de esquerda, ou é algo muito mais amplo e envolvente na História moderna do Brasil?”, publica O Antagonista.

A digital de Bolsonaro nas primeiras derrotas de Guedes

Todas as batalhas que Paulo Guedes perdeu nas duas primeiras semanas do governo tiveram a digital de Jair Bolsonaro, mostra a Crusoé.

Ao menos neste início, o presidente estaria, na visão de analistas, se curvando à agenda política em detrimento das necessidades prementes apontadas por Guedes. A negociação que vai definir o formato da reforma da Previdência, agenda prioritária do governo, será o primeiro grande teste da relação. É o que irá, de fato, indicar qual dos lados prevalecerá.

Internamente, Bolsonaro, ante a necessidade de se manter popular, tem dado sinais de que defenderá a sugestão da área política, que quer uma reforma mais branda e fatiada. Ele chegou a propor publicamente, dias atrás, uma idade mínima inferior ao projeto que já tramita no Congresso. Guedes não gostou, mas silenciou. Deixou para reagir nesta semana, ao defender uma reforma mais dura. Primeiro, em entrevista, o que fez o dólar cair e a bolsa subir. Depois, em reunião a sós com o presidente na quarta-feira, que terminou sem que os dois batessem o martelo sobre o desenho da reforma.

“A hora que ele me chamar, eu vou”

O novo Renan Calheiros se oferece a Jair Bolsonaro exatamente da mesma maneira que o velho Renan Calheiros se oferecia a Lula.

Em sua entrevista para O Globo, ele disse:

“Tem que conversar e tentar, na complexidade que vivemos, construir convergências para o Brasil. Converso com ele (Bolsonaro) qualquer hora que for convidado. Jamais se pode ser presidente de um Poder sem conversar com o presidente da República. Isso é elementar. A hora que ele me chamar, eu vou.”

Petrobras expurga o PT

O petismo está assustado com Victor Nagen, o amigo de Jair Bolsonaro que foi indicado para o cargo de gerente de Inteligência e Segurança da Petrobras, diz O Antagonista.

Ele entra no lugar de Regina Miki, a velha militante do PT que assessorou o governo de Dilma Rousseff .

O que se espera é que, depois de despetizar o comando da Petrobras, os novos gestores da estatal possam fazer uma varredura completa nos quadros e nos contratos da empresa.