domingo, 7 de maio de 2017

Dono da Andrade Gutierrez está prestes a fechar sua delação premiada

Sergio Andrade está negociando, em estágio muito avançado, sua delação premiada. No recall da Andrade Gutierrez, o seu dono, que ficou de fora do primeiro tempo das delações, abrirá o jogo sobre propinas e doações.


Andrade está prestes a falar aos procuradores foi dada há dez dias por Celso Vilardi, seu advogado, numa audiência na Justiça Federal do Rio de Janeiro. Andrade fora convocado para ser testemunha no processo que investiga as estripulias de Sérgio Cabral.

Na primeira pergunta feita por Marcelo Bretas, Vilardi informou o juiz sobre as negociações em andamento e pediu que o cliente nada respondesse. Ainda assim, o dono da Andrade Gutierrez falou a Bretas na condição de informante.

Presidente do PT ameaça o povo brasileiro: 'Se quiserem condenar o Lula, haverá resistência'

Rui Falcão, presidente do PT, referiu-se à manifestação que o partido fará em Curitiba, na próxima quarta-feira, como uma “festa da democracia e de defesa do presidente Lula”. O dirigente petista tratou o ato a ser realizado no dia do depoimento de Lula a Sergio Moro como uma espécie de avant-première do que ainda está por vir. Insinuou que haverá uma insurreição no país se o juiz da Lava Jato um dia ousar impor a Lula uma sentença condenatória.


Dirigindo-se à militância que compareceu na noite de sexta-feira à abertura da etapa paulista do 6º congresso do PT, Rui Falcão declarou: “…Que no dia 10 eles saibam muito bem: se quiserem condenar o Lula, se quiserem continuar com essa campanha, haverá resistência no país inteiro.”

Ele enumerou os movimentos, entidades e partidos que se dispõem a contestar no asfalto uma sentença de Moro contra Lula. “Nessa resistência, não estarão apenas os militantes do PT. Estarão as lideranças do movimento popular, os sem-terra, os sem-teto, os líderes sindicais, a CUT, outras centrais, os partidos de esquerda —como o PCdo B—, irmanados para garantir a democracia no Brasil.”

No Brasil de Rui Falcão, o regime só será democrático se forem observadas duas pré-condições: “A democracia, hoje, significa diretas-já e Lula presidente.” Ele já admite que parte dos brasileiros enxerga Lula como corrupto. Mas atribui a percepção a “delações forjadas” e à Rede Globo.

“Há setores da população que, de tanto martelarem na Globo, de tanto incluírem coisas nas novelas, começam a colocar em dúvida a honestidade do presidente Lula”, disse Falcão, dando asas à sua construção mental: “Eles querem acabar com os direitos, querem acabar com a aposentadoria. Para isso, é preciso destruir alguém que não permitirá que isso ocorra.”

Não há no palavrório de Rui Falcão à militância nenhum vestígio de algo que se pareça com uma contestação objetiva às acusações que pesam contra Lula. O companheiro aperta o botão do ''complô'', pisa no acelerador do ''golpe'' e segue em frente: ''…Nos últimos três anos, estão tentando demostrar que o presidente Lula não é honesto, que está acumpliciado com a corrupção, que o PT é uma organização criminosa. Mas nada disso se provou até agora. Então, como é que o Moro vai fazer? Vai inocentar o Lula por que não tem provas? Vai condenar o Lula com base em convicções?''.

O petismo já havia se enrolado na bandeira da “resistência” quando deputados e senadores armavam o cadafalso do impeachment. Dilma Rousseff foi enviada de volta para Porto Alegre. E nem Falcão resistiu. Mas agora, disse ele à militância companheira, tudo será diferente:

“Nós fomos golpeados no impeachment e a nossa capacidade de reação foi pequena, porque nós não estávamos preparados para o golpe. Agora, nós temos que ter consciência de que há um outro golpe em curso. E esse nós temos que barrar. E se barra o golpe é com mobilização, com luta, com capacidade de enfrentamento. E isso a militância do PT nunca se recusou a fazer. Portanto, companheiros, luta, vigilância, argumentação…”

Transbordam as provas contra Lula

Os defensores de Lula nas redes sociais, na defesa insana que fazem do ex-presidente, costumam argumentar com o medíocre ‘mostra as provas’, ‘pega as provas e leva para o juiz Moro’ e assim por diante.
Essa militância é composta por uma multidão que teve benefícios durante os governos do PT e que foi preparada para ver o esquema de propina como algo em nome da ‘causa’.
Assim, qualquer um dos tesoureiros petistas, flagrados roubando, estava para esta militância atuando politicamente em nome de um projeto político. A grana arrecadada seria revertida em torno de algo maior. Os fins justificam os meios e pronto. Assim eles pensam. Aliás, uma característica da esquerda em todo o mundo.
As provas contra Vaccari e José Dirceu são robustas, testemunhais e documentais, mas nesta sexta-feira (5) a dupla foi saudada em São Paulo como ‘guerreiros do povo brasileiro.
Com Lula, um mito para essa gente, as provas são gritantes. A Revista Época, num minucioso trabalho jornalístico, aponta inúmeras, envolvendo diversas práticas criminosas.
Corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, crime contra a Administração Pública, fraude em licitações, cartel, tráfico de influência e obstrução da Justiça são alguns dos caminhos tortuosos percorridos por Lula.
Tudo lastreado por uma gama enorme de documentos. Extratos bancários, documentos fiscais, comprovantes de pagamento no Brasil e no exterior, contratos fajutos, notas fiscais frias, e-mails, trocas de mensagens, planilhas, vídeos, fotos, registros de encontros clandestinos e depoimentos incriminadores da maioria dos empresários que pagavam propina.
Para o PT e sua militância nada disso basta. Algo plenamente explicável, pois afinal de contas, são todos cumplices.
É elucidativa e de fácil compreensão, menos para os petistas.
Amanda Acosta

sábado, 6 de maio de 2017

DUAS CATEGORIAS DE JUÍZES

Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”.

Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.

O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados.

A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.

Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes.

A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infra-estrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.

Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.

Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada.

Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil. Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso.

Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados - muitas vezes não somos. Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso?

Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado") – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz?

Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?

É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.

Por Ludimilla Lins Grilo


Ludimilla Lins Grilo é Juíza no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e Professora de Direito Penal. Detalhe fundamental: o texto foi escrito por ela em dezembro de 2016...

EXCLUSIVO: SETE BRASIL RENDEU PROPINA A LULA, DIRCEU E PALOCCI

O Antagonista apurou que Renato Duque vai contar a Sérgio Moro que o esquema de corrupção na Sete Brasil foi montado a pedido de Lula.
Duque vai contar também que Pedro Barusco não gostou de saber que receberia menos do que estava acostumado na Petrobras. "Não adianta reclamar", disse o ex-diretor de Serviços ao subordinado. "Dirceu e Lula têm que receber também."
A equação foi assim dividida:
- do 1% dos contratos para a construção dos navios-sonda, 1/3 era para a "Casa", sendo esse valor subdividido em seis partes, cabendo uma parte ao próprio Duque, outras duas a Barusco e João Carlos Ferraz, e o restante entre outros executivos.
- os 2/3 do 1% eram destinados ao PT, sendo 1/3 desse valor dividido entre João Vaccari, José Dirceu e Milton Pascowitch e 2/3 entre Lula e Antonio Palocci.
Como publicamos antes, parte dessa propina foi usada para pagar João Santana na campanha de eleição de Dilma em 2010.

DUQUE CONFIRMA PROPINA A LULA

Renato Duque também confirmou a Sérgio Moro o pagamento de propina a Lula, revelado por O Antagonista. Segundo ele, Lula recebia uma parte do 1% do PT nos contratos para a construção dos navios-sonda.
Duque demoliu Lula, mas ainda tem mais a contar. O MPF precisa firmar logo um acordo de delação.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Em BH, trabalhadores fazem fila de 3 quarteirões para não pagarem taxas a sindicatos



Com o risco de perder a contribuição sindical obrigatória caso a reforma trabalhista aprovada pela Câmara dos Deputados seja aprovada pelo Senado e promulgada pelo presidente Michel Temer, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Belo Horizonte e Região Metropolitana (SECBHRM) amanheceu nessa quinta-feira (4) com uma fila de três quarteirões começando na sua porta. Eram comerciários que foram ao sindicato para desautorizar a cobrança da taxa assistencial.

A taxa assistencial visa custear os gastos do sindicato. Segundo a convenção coletiva da categoria, o valor em 2017 é de 6% dos salários de maio e setembro de 2015, com o limite de R$ 106,78.

“É uma taxa muito alta, e faz diferença no fim do mês”, afirma o vendedor Fernando de Moura, 31. Ele trabalha no comércio há dez anos, mas pela primeira vez resolveu desautorizar a cobrança.

Para a comerciária Susana Orione, 39, o sindicato não é atuante o suficiente para justificar o pagamento. “A gente não tem retorno algum, e quando precisa de alguma coisa tem que pagar mais, não tem nada de graça”, diz.

Taiane Nascimento, 23, que trabalha no comércio há três, avalia que o sindicato não garante benefícios. “O desconto é grande, 6%, e o aumento de salário que eles negociaram foi pequeno, só 4,6%. A última coisa que eles olham é a gente”, diz.

Susana, que trabalha há 16 anos no comércio, enfrentou cerca de duas horas de fila para garantir que a taxa não seria cobrada. “Eles não divulgam direito os prazos para entregarmos a carta que desautoriza a cobrança. Muitos colegas meus não sabiam que o prazo termina amanhã (hoje)”, diz. “O sindicato só avisa na última hora, por isso acaba gerando fila. Eles não têm interesse que o pagamento não seja feito”, acrescenta Mara Magda Macedo, 45.

O presidente do SECBHRM, José Cloves Rodrigues, defende a entidade e afirma que a divulgação foi feita. “Publicamos no nosso site e as próprias empresas, por meio dos departamentos de pessoal, informam à categoria”, diz.

Rodrigues afirma que é difícil dizer que a procura para desautorizar a cobrança cresceu. “Me parece que o movimento está igual aos outros anos”. Porém, ele admite que “a crise pode ter feito alguns trabalhadores optarem por não permitir o desconto em folha”.

O presidente critica a reforma trabalhista. “Não é só apenas o fim da contribuição obrigatória. A reforma não moderniza nada. Pelo contrário, volta a uma condição de que os trabalhadores lutaram muito para sair”, declara. Para Susana Orione, porém, “o sindicato só está mobilizado contra a reforma porque não quer perder a contribuição obrigatória”.

Lula não só sabia de tudo como recebia propina do petrolão, diz Duque

Em depoimento ao juiz Sergio Moro nesta sexta-feira, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque revelou que teve um encontro secreto com o ex-presidente Lula, num hangar do Aeroporto de Congonhas, já durante as investigações da Operação Lava-Jato, no qual recebeu do petista ordens para fechar as contas que mantinha no exterior para receber propina de contratos da Petrobra

Segundo Renato Duque, o ex-presidente relatou na conversa que a então presidente Dilma Rousseff havia lhe repassado a informação de que diretores da Petrobras estavam recebendo propina de fornecedores da estatal, como a multinacional SBM, em contas no exterior. Lula queria saber se Duque estava entre os beneficiários da propina. Como o ex-diretor negou, Lula insistiu querendo saber se a propina de contratos de sondas da Sete Brasil estava sendo paga no exterior. Duque voltou a negar. Lula então fez questão de advertir para a necessidade de eliminar rastros no exterior que pudessem levar as autoridades até a propina.

Principal operador do PT na Petrobras, Renato Duque também afirmou que se reuniu com Lula secretamente para discutir contratos de interesse das empreiteiras do petrolão em pelo menos duas oportunidades. Segundo Duque, Lula sabia de tudo que se passava no petrolão. Mas não só. O ex-presidente monitorava pessoalmente o fluxo de pagamentos de contratos que renderiam propinas posteriormente. Lula era tão envolvido que chegava a ter informações antes mesmo do próprio Renato Duque.

O ex-ministro Antonio Palocci foi designado por Lula para ser o grande responsável por negociar as propinas em contratos com as empreiteiras. Além de confirmar que Lula recebia propinas do esquema, Duque disse ter escutado do ex-tesoureiro João Vaccari Neto que Palocci administrava a parte de Lula nas propinas da Sete Brasil. Vaccari era o responsável por gerenciar a propina do ex-presidente.

Segundo Duque, dentro da quadrilha do petrolão o ex-presidente Lula era chamado por dois apelidos: “Nine” e “Chefe”.  Quando não falavam diretamente o apelido de Lula, os integrantes do esquema gesticulavam com as mãos perto do rosto para simular uma barba.



A ÍNTEGRA DA LISTA DE POLÍTICOS DEVEDORES

A Folha revelou mais cedo que parlamentares que devem à União R$ 3 bilhões em tributos inscritos na dívida ativa tentam se beneficiar com o perdão de débitos previsto na medida provisória que institui o PRT (Programa de Regularização Tributária).
O projeto está sob a relatoria do deputado Newton Cardoso Júnior (PMDB-MG), que acumula débitos de R$ 67,8 milhões em nome de suas empresas - legislando em causa própria, obviamente.
A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional divulgou há pouco a íntegra da relação de deputados e senadores que devem à União, além de doadores em débito que financiaram campanhas eleitorais. Também estão lá as empresas desses políticos que estão em dívida.
Veja AQUI


Deputados e senadores tem mais de R$ 30 milhões em dívidas próprias

A lista de parlamentares devedores da União, divulgada pela PGFN, mostra que deputados e senadores acumulam mais de R$ 31 milhões em dívidas em seu próprio nome.
Outros R$ 241 milhões são dívidas em nome de terceiros e outros R$ 605 milhões estão em nome de pessoas jurídicas a que esses parlamentares estão vinculados.
Por fim, há R$ 245 bilhões inscritos na dívida ativa de doadores desses mesmos deputados e senadores.






quinta-feira, 4 de maio de 2017

A HISTÓRIA NÃO CONTADA DOS 11 MINISTROS DO STF - QUEM SÃO ELES ?

Bestializados, os brasileiros assistiram ao julgamento do pedido de HABEAS CORPUS de José Dirceu pelo STF.

Surpresos com a decisão de soltura de um dos maiores ladrões da história e do segundo principal líder da quadrilha petista que destruiu a nação brasileira?

Essa decisão só pegou de surpresa quem não conhece a biografia dos ministros do STF.

O  compromisso dos vendilhões da República não é com a Constituição e com as leis de nosso país, mas com o bom e velho “estamento burocrático”, essa simbiose macabra entre políticos corruptos, burocratas ladravazes e empresários de compadrio.

Vejamos, pois, a biografia de cada uma de Vossas Excelências:

CELSO DE MELLO – indicado ministro pelo dono do Maranhão, José Sarney, depois de trabalhar no seu governo. Dividiu apartamento com José Dirceu nos tempos de estudante universitário em São Paulo. Antes disso, havia sido burocrata no Ministério Público de São Paulo.

MARCO AURÉLIO DE MELLO – indicado ministro por seu primo, o famoso coronel das Alagoas,  Fernando Collor de Mello. Virou ardoroso defensor do PT após sua filha, Letícia de Mello, ser indicada Desembargadora Federal por Dilma Rousseff no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, em 2014. Antes disso, foi burocrata no Tribunal Superior do Trabalho.

GILMAR MENDES – indicado ministro pelo sociólogo marxista, Fernando Henrique Cardoso, depois de trabalhar no seu governo como Advogado-Geral da União. Sua esposa trabalha no escritório do lobista jurídico Sérgio Bermudes, advogado de Eike Batista. Não por coincidência, Gilmar Mendes soltou Eike Batista da cadeia.

RICARDO LEWANDOWSKI – indicado ministro pelo líder da quadrilha petista, Lula da Silva. Sua mãe era amiga pessoal da esposa de Lula, a famigerada Dona Marisa, aquela que mandou os coxinhas enfiarem as panelas no cu. Antes disso, foi secretário da Prefeitura de São Bernardo do Campo, berço do PT e do peleguismo. Durante o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, rasgou a Constituição brasileira ao dividir a votação das penas a que Dilma seria submetida. Com isso, favoreceu a ex-presidente, que não teve seus direitos políticos cassados. Seu filho é advogado no escritório de advocacia Tauil e Chequer, responsável pela compra da refinaria de Pasadena, que lesou milhões de brasileiros e deu início às investigações da Operação Lava-jato. Quem também atua nesse escritório é Luís Inácio Adams, ex-Advogado Geral da União de Dilma Rousseff.

CARMEN LÚCIA – indicada ministra pelo líder da quadrilha petista, Lula da Silva. Foi burocrata na Procuradoria Geral do Estado de Minas Gerais.

DIAS TOFFOLI – indicado ministro pelo líder da quadrilha petista, Lula da Silva. Foi advogado do PT e assessor de José Dirceu na época do mensalão. Reprovado duas vezes no concurso para juiz do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, foi aprovado pelo Senado Federal para virar ministro do Supremo Tribunal Federal. Tendo sido assessor de José Dirceu, votou pela soltura de seu ex-chefe.

LUIZ FUX – indicado ministro pelo líder da quadrilha petista, Lula da Silva. Antes de sua indicação para o cargo de ministro, reuniu-se com José Dirceu para dizer que “mataria no peito” o julgamento do mensalão. Sua filha, que atuava no escritório de Sérgio Bermudes – sim, o mesmo escritório em que trabalha a mulher de Gilmar Mendes –, foi indicada desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por Pezão, atual governador do Rio e melhor amigo de Sérgio Cabral, ex-governador preso na Operação Lava-jato.

ROSA WEBER – indicada ministra pela guerrilheira Dilma Rousseff. É uma das melhores amigas do ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, ex-assaltante de bancos e advogado de sindicatos em Porto Alegre. Antes disso, foi burocrata no Tribunal Superior do Trabalho.

LUÍS ROBERTO BARROSO – indicado ministro pela guerrilheira Dilma Rousseff. Foi advogado do terrorista Cesare Battisti e defensor do aborto. Seu antigo escritório foi contratado por 2 milhões de reais pela Eletronorte (empresa estatal federal). Antes disso, foi burocrata na Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro.

LUIZ EDSON FACHIN – indicado ministro pela guerrilheira Dilma Rousseff. Pediu votos para Dilma Rousseff na campanha presidencial de 2010. Professor da Universidade Federal do Paraná, apoiou a criação de turma especial para os militantes do MST dentro da Faculdade de Direito. Sua filha, advogada da empresa estatal Itaipu, já foi condenada por litigância de má-fé pelo próprio STF. Foi procurador do Estado do Paraná e, rasgando a Constituição do Estado, exerceu ao mesmo tempo a advocacia privada mesmo estado proibido de fazê-lo.

ALEXANDRE DE MORAES – indicado ministro pelo atual presidente, ex-vice de Dilma Rousseff. Foi secretário de Gilberto Kassab e de Geraldo Alckmin.

Depois de ler tudo isso, você continua surpreso com a decisão tomada pelo STF de soltar José Dirceu?

Esse é apenas o início do desmonte da Operação Lava-jato e da tentativa de fazer Lula voltar ao poder em 2018.

Momentos antes de sair da cadeia, José Dirceu disse o seguinte:

“Nada será como antes e não voltaremos a repetir os erros. Seguramente, voltaremos com um giro à esquerda para fazer as reformas que não fizemos na renda, riqueza, poder, a tributária, a bancária, a urbana e a política. Não se iludam vocês e os nossos. Não há caminho de volta. Quem rompeu o pacto que assuma as consequências”.

Sob a batuta do STF, os políticos corruptos, os burocratas ladravazes e os empresários de compadrio estão se preparando para a volta de Lula em 2018.

O STF quer matar o Brasil. De que lado você está?

fonte: RE-UNIÃO