A Ordem dos Advogados do Brasil decidiu pedir o impeachment do presidente Temer. Por 25 votos a 1, o Conselho Federal da OAB aprovou o relatório da comissão e pedirá o impeachment do presidente Michel Temer ao Congresso.
domingo, 21 de maio de 2017
Delatores relatam fraudes em eleições sindicais da CUT
Um ano depois da eleição dos sindicatos dos Professores (Sinpro) e dos Bancários, em Brasília, dois mesários ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) resolveram fazer delação em um cartório que coloca em suspeição a credibilidade do pleito. Moisés Cirilo e Tiago Claudino relatam que foram contratados por dirigentes da CUT para fraudar o processo eleitoral das duas entidades e impedir a vitória da oposição. O serviço consistiu em sumir com urnas e incluir cédulas falsas nelas. Afirmam ainda que não coletaram votos em órgãos com mais eleitores do adversário. A falcatrua extrapolou os limites do Distrito Federal. Moisés afirma ter aplicado o mesmo método no pleito do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados (SINDPD), no Rio de Janeiro, naquele ano.
Moisés Cirilo e Tiago Claudino afirmam que foram contratados por Roberto Miguel e Aílton Jardim, ambos dirigentes da CUT do Distrito Federal. Eles afirmaram que receberam diárias de R$ 100. Quando o serviço foi concluído, ganharam um adicional de R$ 500. “Roberto Miguel disse: ‘parabéns, garoto, pelo trabalho”’, relatou Moisés na ata notarial registrada em cartório.
A assessoria de imprensa da CUT admitiu que Roberto Miguel é dirigente da entidade. Sobre as denúncias, o departamento se limitou a informar que não tem conhecimento. Ao ser questionada se haveria alguma investigação interna para apurar a informação da coluna Brasil Confidencial, da revista Época, a assessoria explicou que não pretende abrir nenhum processo investigatório.
Globo fracassou na tentativa de Golpe. Apostou tudo na renúncia de Temer, mas não convenceu o povo a ir para as ruas
A Globo pediu a renúncia de Temer com base em uma transcrição falsa vazada pela
própria emissora. A notícia veiculada por Lauro Jardim, em O Globo e pelo site O
Antagonista, informava que Joesley Batista teria dito a Temer explicitamente que
pagava R$ 500 mil para silenciar Eduardo Cunha. Lauro Jardim informou ainda que,
novamente de forma explícita, que Joesley disse a Temer que estava tendo problemas
com o Cade e que o restante do teor das gravações contra Temer eram gravíssimos.
Durante as horas que se seguiram à divulgação da existência do explosivo material, a
JBS faturou mais de R$ 1 bilhão especulando no mercado financeiro, assim como
empresas que vivem de especulação na Bolsa e no mercado de câmbio, como a
Consultoria Empiricus, proprietária do site O Antagonista.
O problema é que quando as gravações originais foram divulgadas no final do dia, foi possível constatar que não havia nenhum dos trechos divulgados pela Globo e o Antagonista. Nos 40 minutos de gravação, Joesley não menciona problemas com o Cade ou R$ 500 mil de mesada a Cunha. Independente da gravação ter sido editada ou não, a Globo mentiu sobre o teor das gravações para provocar o caos no mercado financeiro e pedir a renúncia de Temer. O governo teve que torrar 4.5 bilhões de dólares no mercado para conter o ataque especulativo desencadeado pela Globo e O Antagonista. A Bolsa despencou em mais de 10% e as ações da JBS se desvalorizaram em mais de 25%. A Comissão de Valores Imobiliários abriu processo contra a JBS por ter se valido de informações privilegiadas para comprar dólares na véspera do vazamento feito pelo próprio Joesley à Globo, e ações da própria empresa no dia do vazamento.
Após a divulgação das gravações, toda a imprensa nacional reconheceu que não há absolutamente nada conclusivo sob o ponto de vista jurídico e que houve sim má fé por parte da Globo e de sites de operadores financeiros na divulgação das notícias falsas.
A Globo usou toda sua máquina para tentar derrubar Temer e endeusar o criminoso Joesley Batista, seu parceiro em negócios bilionários em publicidade e em empréstimos no BNDES. A emissora, que teme ser atingida pela Lava Jato, colocou todos seus empregados, como Merval Pereira, Gerson Camarotti, Cristiana Lôbo e Renata Lo Prete para atacar Michel Temer e pedir sua renúncia ao longo de mais de 72 horas de programação, visando provocar uma grande manifestação popular no domingo, 21
Mas ao que tudo indica, a população preferiu acreditar na versão apresentada por Michel Temer durante seu pronunciamento de pouco mais de 3 minutos: “Quero pontuar que houve grande planejamento para realizar esse grampo e depois montagem, e criar um flagrante que incriminasse alguns, enquanto criminosos fugiam para o exterior em segurança”, disse.
A emissora ainda tentou um golpe baixo ao afirmar que uma manifestação de servidores públicos estaduais na Orla de Copacabana era contra o governo Temer, mas na verdade se tratava de um ato contra o governo do Rio. Não havia nenhuma bandeira com o Fora Temer nas imagens exibidas pela GloboNews. O site O GLOBO ( ) também fez uma macacada vergonhosa ao publicar uma matéria dizendo que os 70 manifestantes que protestavam contra o atraso do 13º salário no Rio era um protesto contra Temer, mas não conseguiu nem uma foto de faixa com o Fora Temer. O desespero do pessoal de O Antagonista também não é menor com o fracasso do golpe e agora pregam o desembarque do PSDB do governo Temer. ( Temer peitou a Globo e não renunciou. O povo não embarcou na aventura golpista da emissora e também não foi para as ruas pedir a saída de Temer. O golpe fracassou.
O problema é que quando as gravações originais foram divulgadas no final do dia, foi possível constatar que não havia nenhum dos trechos divulgados pela Globo e o Antagonista. Nos 40 minutos de gravação, Joesley não menciona problemas com o Cade ou R$ 500 mil de mesada a Cunha. Independente da gravação ter sido editada ou não, a Globo mentiu sobre o teor das gravações para provocar o caos no mercado financeiro e pedir a renúncia de Temer. O governo teve que torrar 4.5 bilhões de dólares no mercado para conter o ataque especulativo desencadeado pela Globo e O Antagonista. A Bolsa despencou em mais de 10% e as ações da JBS se desvalorizaram em mais de 25%. A Comissão de Valores Imobiliários abriu processo contra a JBS por ter se valido de informações privilegiadas para comprar dólares na véspera do vazamento feito pelo próprio Joesley à Globo, e ações da própria empresa no dia do vazamento.
Após a divulgação das gravações, toda a imprensa nacional reconheceu que não há absolutamente nada conclusivo sob o ponto de vista jurídico e que houve sim má fé por parte da Globo e de sites de operadores financeiros na divulgação das notícias falsas.
A Globo usou toda sua máquina para tentar derrubar Temer e endeusar o criminoso Joesley Batista, seu parceiro em negócios bilionários em publicidade e em empréstimos no BNDES. A emissora, que teme ser atingida pela Lava Jato, colocou todos seus empregados, como Merval Pereira, Gerson Camarotti, Cristiana Lôbo e Renata Lo Prete para atacar Michel Temer e pedir sua renúncia ao longo de mais de 72 horas de programação, visando provocar uma grande manifestação popular no domingo, 21
Mas ao que tudo indica, a população preferiu acreditar na versão apresentada por Michel Temer durante seu pronunciamento de pouco mais de 3 minutos: “Quero pontuar que houve grande planejamento para realizar esse grampo e depois montagem, e criar um flagrante que incriminasse alguns, enquanto criminosos fugiam para o exterior em segurança”, disse.
A emissora ainda tentou um golpe baixo ao afirmar que uma manifestação de servidores públicos estaduais na Orla de Copacabana era contra o governo Temer, mas na verdade se tratava de um ato contra o governo do Rio. Não havia nenhuma bandeira com o Fora Temer nas imagens exibidas pela GloboNews. O site O GLOBO ( ) também fez uma macacada vergonhosa ao publicar uma matéria dizendo que os 70 manifestantes que protestavam contra o atraso do 13º salário no Rio era um protesto contra Temer, mas não conseguiu nem uma foto de faixa com o Fora Temer. O desespero do pessoal de O Antagonista também não é menor com o fracasso do golpe e agora pregam o desembarque do PSDB do governo Temer. ( Temer peitou a Globo e não renunciou. O povo não embarcou na aventura golpista da emissora e também não foi para as ruas pedir a saída de Temer. O golpe fracassou.
PT, Globo e Antagonista terão dificuldades para derrubar Temer. Presidente promete resistir
O presidente Michel Temer demonstrou em seu pronunciamento em rede nacional
que não irá ceder tão facilmente a setores da imprensa e da política nacional que
tentam derrubá-lo.Temer desafiou os setores que fizeram um ataque especulativo nos
mercados após o caos gerado pelo vazamento de notícias truncadas sobre uma
gravação feita pelo criminoso Joesley Batista.
A Globo, o Antagonista, de propriedade da Consultoria Empiricus, e outros órgãos da
imprensa participam de um ataque orquestrado contra o governo e atuam como
advogados de defesa de Joesley Batista, que fez um controverso acordo de delação
com a Justiça.
O presidente alertou para a gravidade da crise política instalada no país com as
denúncias dos delatores da JBS e voltou a afirmar que o áudio entregue pelo
empresário Joesley Batista à Procuradoria-geral da República foi editado. Peritos afirmam ter identificado cortes na gravação.
Temer praticamente chamou Joesley Batista de analfabeto e afirmou que o empresário
atentou não apenas contra sua honra, mas também contra seu idioma. O presidente
elencou várias mentiras constantes do depoimento do empresário. “Ele não passou
nenhum dia na cadeia. Não foi punido e pelo jeito não será. Cometeu o crime
perfeito”, disse Temer sobre Joesley Batista, que está em Nova Iorque. O presidente
diz também que não cometeu crime ao ouvir reclamações de um empresário.
“Não obstruí a Justiça”, afirma Temer. O presidente chama Joesley Batista de
“conhecido falastrão e exagerado” e garante que não acreditou na narrativa de Joesley
naquela noite no Palácio do Jaburu.
Veja o que ele falou: AQUI
fonte: http://www.imprensaviva.com/2017/05/pt-globo-e-antagonista-terao.html
Contas de Lula e Dilma na Suíça obrigam TSE cassar imediatamente o registro do PT. O que a Justiça está esperando?
Conforme está previsto no Art. 28. da Lei Eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral, após
trânsito em julgado de decisão, determina o cancelamento do registro civil e do
estatuto do partido contra o qual fique provado ter recebido ou estar recebendo
recursos financeiros de procedência estrangeira.
A delação premiada do dono da JBS Joesley Batista atesta justamente este fato: o PT
recebeu cerca de R$ 360 milhões em recursos do exterior, depositados pelo
empresário em contas na Súíça destinadas aos ex-presidentes Lula e Dilma. Joesley
confirmou aos procuradores da República os valores destinados as despesas de cada
um, confirmou a existência de extratos e informou que os saques nas contas eram
feitos pelo ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, com o aval de Lula e Dilma. Como
a delação já foi devidamente homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal,
Edson Fachin, a delação passa a ter validade jurídica. Isto significa que a Justiça Eleitoral já possui elementos mais que suficientes para fazer valer a Lei para
determinar o cancelamento do registro civil e do estatuto do PT. Pois coloca o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega como principal interlocutor dos
acertos criminosos na gestão petista. Mantega interferia no BNDES a pedido de
Joesley e, em troca, o empresário destinava valores milionários de propina a contas
secretas no exterior, que estariam reservadas ao ministro.
Em seu depoimento, Joesley contou aos procuradores que acertou pessoalmente com
Mantega a abertura de duas contas correntes no exterior para serem abastecidas com
propina aos ex-presidentes, paga pelos negócios bem-sucedidos do grupo com o
BNDES. “Você credita [na conta], vai ficar contigo, um dia se eu precisar eu te falo”,
afirmou Mantega ao empresário durante uma reunião em 2009.
Joesley afirmou que durante a mudança do governo Lula para a gestão Dilma
Rousseff, Mantega lhe pediu que abrisse uma nova conta. “Ele falou ‘essa conta aqui é
a conta do Lula. Essa aqui, tem que abrir uma pra Dilma’. Eu perguntei ‘eles sabem
disso?’ Não, sabem sim, eu falo tudo pra eles”, contou o dono da JBS. Joesley relatou
que, antes de se reunir com Mantega, imprimia extratos das contas e entregava ao
então ministro da Fazenda. “Ele dizia que ia mostrar pro Lula ou mostrar pra Dilma”,
contou.
Os recursos milionários foram se acumulando até que, em 2014, na campanha à
reeleição de Dilma, Mantega avisou que precisaria do dinheiro. Na ocasião, o saldo de
ambas as contas totalizava cerca de US$ 150 milhões.
fonte: http://www.imprensaviva.com/2017/05/contas-de-lula-e-dilma-na-suica-obrigam.html
fonte: http://www.imprensaviva.com/2017/05/contas-de-lula-e-dilma-na-suica-obrigam.html
Forças Armadas não permitirão golpe. Militares garantem que cumprirão Constituição
Os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica divulgaram uma nota neste fim
de semana garantindo que estão de prontidão para evitar qualquer tentativa midiática
de golpe de Estado movida setores do mercado especulativo como a que ocorreu na
última quarta-feira, quando vários setores da imprensa se mobilizaram para pedir a
renúncia do presidente Michel Temer. Os militares informaram em nota que
cumprirão Constituição e fizeram questão de garantir, neste momento de crise
política, sua total subordinação aos preceitos constitucionais.
Diante do ataque especulativo e midiático da última semana, os comandantes
militares lembraram que as Forças Armadas têm seu papel determinado pela
Constituição. Em nota, o comandante do Exército, general Villas Bôas, "reafirma que
a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e
legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas"
O general ainda fez questão de deixar clara sua posição nas redes sociais e reafirmou o
"compromisso perene com a Constituição e em prol da sociedade". Na mesma linha, a
nota da Aeronáutica é assinada pelo chefe do Centro de Comunicação Social da
Aeronáutica, brigadeiro Antonio Ramirez Lorenzo. A nota diz que o encontro foi para
"tratar da conjuntura política".
"Como de praxe em reuniões já realizadas entre esses atores, prevaleceram a unidade
de pensamento e o estrito cumprimento das normas legais, características inerentes às
Forças Armadas Brasileiras", diz a nota.
Com o mesmo tom, a Marinha divulgou nota sobre o encontro, destacando que fora
"convocada" pelo ministro da Defesa. Segundo o texto, foi " discutida a conjuntura
atual e destacada a total subordinação das Forças aos ditames constitucionais".
No ataque orquestrado contra o governo Temer, que teve como instrumento uma
transcrição falsa de uma gravação feita pelo empresário Joesley Batista, setores da
imprensa como a Rede Globo e o site O Antagonista se precipitaram ao exigir a
renúncia de Temer. Enquanto os meios de comunicação voltavam toda sua artilharia
contra o governo, seus controladores especulavam no mercado financeiro com a queda
da Bolsa e a supervalorização do Dólar. Apesar do ataque orquestrado, no qual apenas
a JBS lucrou R$ 1 bilhão com o câmbio, os órgãos de imprensa ficaram sem a
manchete da renúncia de Temer. Diante da resistência do governo, alguns setores da
imprensa começam a demonstrar certo embaraço.
fonte: http://www.imprensaviva.com/2017/05/forcas-armadas-nao-permitirao-golpe.html
Está explicada a mudança na linha editorial da Rede Globo. Lula preso pode delatar esquemas com a emissora
A Rede Globo participou mais uma vez de uma escandalosa manobra para interferir
nos destinos do país. A divulgação de uma transcrição falsa de uma conversa gravada
pelo criminoso Joesley Batista, do Grupo JBS, com o presidente Michel Temer foi
apenas o primeiro disparo de uma sucessiva onda de ataques a governo perpetrados
pela emissora na última quarta-feira. Durante todo o dia, a Globo colocou todo seu
aparato de comunicação para exercer pressão pela Renúncia do presidente da
República.
Embora existam indícios do comprometimento de Michel Temer em algum nível de
corrupção, nada se compara ao que foi revelado até o momento contra os governos dos
ex-presidentes Lula e Dilma. Diante da dificuldade da estabilização econômica e
política do país, que motivos teria a emissora para tentar provocar o caos através de
matérias nitidamente produzidas com o intuito de tumultuar a situação já turbulenta
no cenário político e econômico?
Ao apontar toda sua artilharia para o governo Temer e poupar os criminosos do PT e
da JBS, a Globo conseguiu provocar um caos no mercado financeiro. A veiculação de
um trecho inexistente na transcrição da gravação feita por Joesley Batista com Michel
Temer derrubou a Bolsa de Valores em mais de 10 pontos e provocou uma alta recorde
do dólar. Enquanto a própria JBS admitiu que lucrou R$ 1 bilhão com o vazamento da
informação falsa, enquanto Joesley Batista comemorava dos Estados Unidos mais um
golpe de mestre, o governo foi obrigado a torrar U$ 4.5 bilhões de suas reservas para
conter o ataque especulativo sobre a moeda americana. Enquanto isso, a Globo e sites
como O Antagonista atuam como advogados de defesa do mega criminoso Joesley
Batista.
A Globo já usou de expedientes parecidos para interferir na política do país. O ex-presidente
Lula foi um dos que se prestaram a fazer o jogo sujo da emissora para
eleger o ex-presidente Fernando Collor em 89. Em troca, a emissora se comprometeu
a eleger Lula anos mais tarde, como de fato aconteceu. Logo que assumiu o governo
em 2003, uma das primeiras providências do petista foi perdoar uma dívida bilionária
da emissora. O faturamento da Globo dobrou durante os governos de Lula e Dilma,
mas sofreu uma queda preocupante durante o último ano do governo Temer.
As chances de que Lula tenha chantageado a emissora, somadas a possibilidade da
Globo ter agido para lucrar bilhões no mercado financeiro com a tentativa de golpe
frustrada, reforçam as suspeitas de que a mudança radical na linha editorial da
emissora atenda a propósitos rasteiros, que em nada ajudam o povo brasileiro ou a
democracia do país.
Não será surpreendente se a Rede Globo voltar toda sua artilharia contra a Lava Jato
nos próximos dias.
fonte: http://www.imprensaviva.com/2017/05/esta-explicada-mudanca-na-linha.html
Perguntas de uma velha jornalista aposentada
Não precisa responder, é só um exercício mental que tô fazendo..
1. que mega cagada jornalística do globo, hein, seu moço... divulgar com estardalhaço, quarta à noite, a lambança toda sem as fitas???? e só 24 horas depois as fitas virem a público???? e aí a gente escuta e vê que não foi bem assim...
2. por que não postaram a fita junto com a matéria? a procuradoria geral da república passou primeiro só a transcrição? tipo, primeiro publica isso que amanhã te dou a fita? ou o globo tinha transcrição e fita e optou só pela transcrição primeiro e fita no dia seguinte? nesse caso, por quê? ou ou ou... mil ous...
3. e o sufoco do coitado do jornal nacional de quarta à noite? cara, fiquei com dó do william e da renata, fazendo jornal totalmente no escuro.
4. e é incrível que só uol/folha tenham tido culhão pra manchetar que a fita não é conclusiva. e o editorial de hoje do estadão.
5. eu tô louca e surda ou a fita do aécio com o boi ladrão é um atestado de inocência do temer quanto à obstrução de justiça? alguém ouviu que o aécio xinga o tempo todo a incapacidade do temer de barrar a lava jato, de não mexer na polícia federal, no ministério da justiça etc. etc.?
6. e por que só vi a vera magalhães, na jovem pan ontem, fazendo mea culpa e explicando que a gravação do temer NÃO FOI operação controlada da PF? que foi iniciativa do joesley e sua turma e que só depois, com a fita na mão, ele procurou a PGR pra fechar o acordo de delação?
7. e por que só vi a folha contar que quem armou tudo foi um procurador da república integrante da lava jato na procuradoria geral em brasília? que esse procurador, marcello miller, pediu demissão da procuradoria no início do ano e foi trabalhar no escritório do watanabe, no rio, contratado pelo joesley?
8. e por que o joesley não gravou o lula, muitíssimo mais amigo dele que o temer, que só o conheceu em 2010? (uma amiga minha, figurona de brasília, me contou que o joesley passou uns 40 dias tentando por todos os meios ser recebido pelo temer, pedindo ajuda a deputados e senadores, inclusive.) você viu que, na fita, joesley comenta que fazia muito tempo que não se encontrava com o temer?
9. por que ninguém tá berrando contra esse acordo absurdo do janot que deixou os dois fribois ladrões livres, leves e soltos pra gozar a vida em nova york com os bilhões que nos roubaram? e deixando pra nós, os otários brazucas, a conta e o país mergulhado no caos?
10. enquanto isso, o sérgio moro condena o marcelo odebrecht, que continua na cadeia, com delação e tudo, a dez anos de prisão (entre regime fechado, semi-aberto, domiciliar com tornozeleira) e proibido de voltar à empresa? e a odebrecht tá se ferrando toda, enquanto a friboi passa incólume, porque já havia transferido pra fora do brasil boa parte da empresa, gerando empregos e impostos no exterior com os bilhões que pegou aqui a juro de mãe pra filho?
11. por que eu, leitora, ouvinte, telespectadora, contribuinte tô me sentindo meio idiota? ou sendo feito de idiota?
a propósito: não votei no temer e acho que ele, sarney e o pmdb são os decanos dos nossos ladrões, mas ainda sou mais jornalista e conhecedora razoável das putarias de jornalismo e de empresas jornalísticas, do marketing político e do governo federal, porque militei nos três balcões... ah, e conheço bem as armações de procuradores de brasília. lembra do procurador luís francisco, que infernizou o fhc e o eduardo jorge e que no final deu tudo em nada? então, eu estava lá no palácio. e o gilmar mendes também, na sala ao lado da minha... lula assumiu e luís francisco sumiu.
bjs desta velha burra,
ana maria
PS: na fita, o joesley conta pro temer que tem "boa relação" com a imprensa e que, por isso, conseguia tirar rapidinho da mídia as notícias sobre os avanços da lava jato em cima dele. tá lá na fita, textual. põe boas relações nisso!
conteúdo: Cesar M Rocha
UM GOLPE DE MESTRE
Como os donos da JBS prepararam uma delação que os deixou de mãos livres e bolsos cheios
Os irmãos Batista: "Esses caipiras deram um banho em Marcelo Odebrecht.”
No começo deste ano os irmãos Joesley e Wesley Batista foram à Procuradoria-Geral da República com uma proposta: queriam fazer uma delação premiada. A oferta era irrecusável. Os donos da JBS tinham na gaveta segredos inconfessos sobre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Os mais sombrios se referiam a uma frente ainda pouco conhecida e muito desejada pelos investigadores da operação Lava Jato e de seus desdobramentos: o BNDES, a maior caixa-forte de investimentos do governo, protegida sob um manto de legislação que impedia que policiais e órgãos de controle abrissem suas planilhas.
Os Batista queriam falar, mas antes de subirem os elevadores da Procuradoria-Geral da República eles arquitetaram um plano. Ao contrário dos empresários que se converteram em delatores após meses de cadeia, os irmãos acordaram com os procuradores que não seriam presos, sequer usariam tornozeleira eletrônica; suas empresas sofreriam o mínimo dano possível; Joesley Batista recebeu, inclusive, a garantia de poder continuar morando nos Estados Unidos, longe dos holofotes e de cenas constrangedoras em camburões e delegacias. “Foi um golpe de mestre”, disse-me um auditor do TCU. “Enquanto os outros empresários estão mofando na cadeia, eles conseguiram garantir sua liberdade e a segurança de seus negócios. Esses caipiras deram um banho em Marcelo Odebrecht.”
Os Batista ainda garantiram que a única penalidade que eles sofreriam seria o pagamento de uma multa de 225 milhões de reais. “Não não dá pra chamar de troco. Isso é uma meia gorjeta. É nada diante da quantidade de dinheiro que receberam do BNDES”, me disse o gestor de um grande fundo de investimento. “Eles montaram um império na base da corrupção e do dinheiro público e agora saem ilesos pagando apenas essa multa ridícula?”, questionou.
Ontem, o que se comentava no mercado financeiro era que a multa seria paga com dinheiro fruto do próprio plano pré-delação. Os Batista, conscientes do estrago que as divulgações das gravações de Temer e Aécio causariam no mercado – principalmente na cotação do dólar –, trataram de especular na Bolsa de Mercadorias e de Futuros, a BM&F. Fizeram aplicações em moeda norte-americana, apostando na alta. Resultado: estima-se que, com essas operações, eles lucraram cerca de quatro vezes o valor da multa.
A esperteza da dupla também seduziu os americanos. Lá, eles se comprometeram a fazer um acordo de leniência entregando todo o esquema de corrupção com autoridades brasileiras. Em troca, eles poderão continuar operando suas empresas nos Estados Unidos.
Hoje, 80% da operação da JBS está fora do Brasil, o que é também motivo de crítica dos analistas. Eles questionam o fato do banco ter despejado tanto dinheiro em um grupo cujos negócios estavam sendo desenvolvidos no exterior, o que não geraria nem empregos nem renda no Brasil. Os Batista chegaram a tentar mudar a sede da empresa para a Irlanda, um paraíso fiscal, mas não receberam autorização do BNDES. Recentemente, tentavam transferir a sede do grupo para os Estados Unidos, onde se encontra a maior parte de suas fábricas.
Desde 2005, o BNDES vinha despejando vultosos recursos no caixa da empresa fundada pelo pai dos Batista em 1953. O pequeno açougue se tornaria a maior processadora de carnes do mundo, graças aos mimos do banco estatal. Foram 10,63 bilhões de reais investidos na companhia. Tamanha generosidade com a família Batista chamou a atenção do mercado. Empresários do setor e analistas batiam cabeça para tentar entender a razão para o BNDES ter despejado tanto dinheiro em uma única empresa, cujo impacto na economia seria baixo frente ao montante investido.
Os irmãos Batista já vinham sendo investigados antes da proposta de delação. Eles eram informados sobre as investigações por meio do procurador Ângelo Goulart Villela que atuava em uma das operações. Pagaram altas somas ao procurador para que ele os avisasse sobre o passo a passo das investigações que os cercavam. Villela, antes de ser afastado pela Procuradoria, acionou o alarme. Ele sabia que a corda estava por estourar.
Sentindo o cerco se apertar, os irmãos entenderam que a única saída seria propor ao Ministério Público um acordo. O medo dos Batista era terminar como os empresários Marcelo Odebrecht – controlador da empresa –, Léo Pinheiro, da OAS, e outros executivos de empreiteiras: na cadeia, forçados a confessar enquanto suas empresas derretem em praça pública, perdendo contratos e novos negócios. O foco de maior preocupação era o grupo J&F. Dono da JBS e de mais uma série de empresas nas áreas de papel e celulose, sabão e couro, o conglomerado poderia ser reduzido drasticamente, a exemplo de várias empresas envolvidas na Lava Jato.
O plano dos Batista, antes de o escândalo estourar, era fazer um IPO, uma oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos, mas eles abortaram a operação diante da constrangedora situação em que se encontravam. Ao se apresentarem voluntariamente aos procuradores, os irmãos tinham muito mais informações a oferecer além da participação do BNDES. Durante anos, eles financiaram políticos de vários partidos. Nas eleições de 2014, a empresa doou 366,8 milhões de reais às principais campanhas.
A negociação com o MP foi muito bem alinhavada. Para salvar a própria pele, Joesley Batista gravou o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves em diálogos nada republicanos. Em um deles, com Temer, Joesley fala sobre Eduardo Cunha, o deputado cassado preso em Curitiba desde o anos passado. Ele diz: “dentro do possível, eu fiz o máximo que deu ali, zerei tudo o que tinha de alguma pendência”. O diálogo dá margem para a interpretação de que o empresário estaria comprando o silêncio de Cunha, que guardaria segredos capazes de entregar toda a cúpula do PMDB. Em outro, com Aécio, negocia uma propina diretamente para o senador. Joesley também se comprometeu com a Polícia Federal a colocar os chips nas mochilas que foram usadas para a entrega das propinas.
Desde 2015, o Tribunal de Contas da União tentava, sem sucesso, fazer com que o BNDES liberasse os dados das operações firmadas com a JBS. O banco se recusava a fazê-lo, alegando sigilo bancário. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal, que mandou a instituição abrir a caixa-preta. Mas, foi somente no ano passado que o banco finalmente enviou para o TCU a base de dados com todas as operações contratadas com a JBS. Era uma planilha bomba.
Os auditores do TCU concluíram que muitas das operações firmadas com o frigorífico foram prejudiciais ao banco estatal. Pelas análises, as operações que maior dano provocaram foram as realizadas pelo BNDESPar, o braço de participação acionária da instituição.
Em vez de simplesmente emprestar dinheiro para a empresa – que assumiria o risco do empréstimo –, o banco tornou-se sócio do negócio, em percentuais acima de 30%, mais do que era permitido pelas regras do próprio BNDES. O TCU estimou que as perdas do banco com a JBS podem ultrapassar 1,2 bilhão de reais. Em abril, o TCU julgou irregular uma das operações feitas pelo banco com o frigorífico (a compra da americana Swift Foods pela JBS, em 2007). Apesar de tudo, o ressarcimento pedido pelo Tribunal foi de meros 70 milhões de reais.
A decisão do TCU, no entanto, foi o estopim que deflagrou a operação Bullish, da Polícia Federal, que, na sexta-feira passada levou Wesley, um dos irmãos Batista, a depor coercitivamente na Polícia Federal. Joesley Batista e Luciano Coutinho também foram convocados, mas estavam no exterior. Trinta e sete funcionários do banco receberam mandados de condução coercitiva para prestar esclarecimentos. Coutinho enviou em 16 de maio deste ano uma carta à piauí afirmando que as operações foram absolutamente legais.
Além do TCU, os irmãos Batista também estavam sob a mira de outra operação, a Greenfield, que investiga prejuízos sofridos por fundos de pensão dos funcionários de empresas estatais, entre eles a Funcef, da Caixa Econômica Federal, e a Petros, da Petrobras, em negócios com grandes empresas, JBS incluída. Em setembro do ano passado, os dois irmãos chegaram a ter os bens congelados por ordem judicial e foram proibidos de continuar à frente dos negócios. Só conseguiram desbloquear o patrimônio após depositarem 1,5 bilhão de reais em um seguro-garantia. Eles também eram alvo da operação Carne Fraca, que investigava a compra de fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para que fizessem vista grossa a negócios irregulares tocados por frigoríficos.
Perguntei a um integrante do TCU o que ele achou do desfecho da delação dos Batista. “Espero que as vantagens que receberam em troca realmente tragam algum benefício para o país”, ele me confidenciou. “Um acordo desses tão vantajoso para os criminosos só vai valer a pena se for para renovar definitivamente o cenário.”
POR CONSUELO DIEGUEZ - Revista Piauí
19 DE MAIO DE 2017
Consuelo Dieguez, repórter de piauí desde 2007, é autora da coletânea de perfis Bilhões e Lágrimas, da Companhia das Letras
sábado, 20 de maio de 2017
Virou comédia: empresa usada por Mantega para recebimento de propina se chama PEDALA
Segundo delação de Joesley Batista, a empresa utilizada por Guido Mantega para recebimento de propina se chamava Pedala Equipamentos Esportivos.
Sim, é exatamente isso: o mesmo nome para a prática de crime fiscal de Dilma, ou seja, a pedalada fiscal.
Esse não é um país sério.
Ataque ao "voto impresso"
O pedido dos Corregedores da Justiça Eleitoral ao deputado Vicente Cândido (do PT!) para que seja adiado o voto impresso, previsto para 2018, é uma forma de debochar do povo brasileiro.
Diante dos TRILHÕES que foram roubados pelo PT e seus aliados, dizer que o custo da implantação dos novos equipamentos (2 bilhões de Reais) é muito elevado para que se tenha "apenas a impressão do voto" é bricadeira de mau gosto, é escárnio, ainda mais, se considerarmos que essa proposta foi enviada a um "petralha" com a justificativa de que "estamos vivendo num momento de profunda crise econômica", quando esta foi criada pela própria quadrilha a que pertence o destinatário!
Absurdo maior é a alegação do Sr Corregedor-Geral Eleitoral, Herman Benjamin, de que "o Brasil é festejado em todo o mundo pelo voto eletrônico, como se a opinião "dos outros" fosse mais importante do que a nossa. Se ele ainda padece do "complexo de viralata", ele que trate de encontrar uma forma de atender ao seu gosto pela inferioridade sem envolver os demais brasileiros.
A impressão do voto é fundamental para que os eleitores acreditem na lisura do processo e ISSO NÃO TEM PREÇO!
Só o fato de que a proposta é da iniciativa do Deputado Jair Bolsonaro, em atenção a uma demanda do povo, descrente do processo eleitoral, e que o boicote partiu do colecionador de bandidos, Ministro Gilmar Mendes, já é mais do que suficiente para que seja veementemente rechaçada pelos brasileiros de bem e pelas vozes honestas ainda audíveis no Congresso Nacional.
"O preço da liberdade é a eterna vigilância"!
Gen Bda Paulo Chagas
O MACACO SÓ QUERIA ENTENDER
Ontem (17) à noite, após explodirem as “bombas jornalísticas” da delação dos donos da JBS, fui dormir pensando no macaco Sócrates, famoso personagem do programa PLANETA DOS HOMENS, que teve sua fase de sucesso na TV brasileira, lá nos anos 80.
O macaco Sócrates era aquele que, depois de fazer perguntas óbvias para as pessoas – que, constrangidas, precisavam “se virar do avesso” para conseguir esclarecer uma notória contradição – apenas respondia: NÃO PRECISA EXPLICAR, O MACACO SÓ QUERIA ENTENDER.
O quadro humorístico era uma sátira direta à hipocrisia das pessoas, cujo comportamento não condizia com a prática. Ou seja, estas pessoas agiam como aquele caboclo matreiro que dizia: “Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço.”
Pois, ontem, ao assistir a surpreendente euforia de uma PETRALHADA ENSANDECIDA com as notícias da delação dos irmãos Batista (Grupo JBS), foi impossível não lembrar do macaco Sócrates.
Ele (o macaco Sócrates!) – com absoluta certeza – perguntaria aos sorridentes petistas, que festejavam as denúncias dos irmãos Batista com a alegria que se comemora uma goleada do Brasil, na final de uma Copa do Mundo:
MAS, ESTE “GOLPISTA” (MICHEL TEMER) QUE FOI DESMASCARADO, NÃO ERA O VICE DA DILMA, NAS ÚLTIMAS DUAS CHAPAS DO PT Á PRESIDÊNCIA?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
ELE NÃO FOI ELEITO DUAS VEZES, COM O APOIO DO PT?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
SE TODOS OS DELATORES MENTIRAM, COMO GARANTIR QUE ESTES FALAM A VERDADE?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
QUER DIZER QUE AS DENÚNCIAS AGORA VALEM?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
A REDE GLOBO NÃO ERA CONTRA O PT?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
OS PETISTAS NÃO CONSIDERAVAM A “DELAÇÃO PREMIADA” E A “CONDUÇÃO COERCITIVA” UM ABUSO? AGORA NÃO CONSIDERAM MAIS?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
AS REITERADAS NEGATIVAS DO PT; DO LULA; DA DILMA; E DO INSTITUTO LULA; SÓ SERVEM PARA ELES, OU TAMBÉM SERVIRÃO PARA O TEMER E O AÉCIO?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
MAS, O FIEL “COMPANHEIRO” MANTEGA NÃO FOI DENUNCIADO TAMBÉM PELA JBS? ENTÃO, POR QUE TANTA EUFORIA?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
QUER DIZER QUE NÃO NOS IMPORTAMOS DE PERDER UM DOS “NOSSOS” SE “ELES” CAÍREM?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
O BNDES QUE AJUDOU A JBS NÃO ERA COMANDADO PELO PT? ENTÃO, POR QUE DE TANTA EUFORIA?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
EM ALGUMA DAS MUITAS DELAÇÕES ANTERIORES SE SOUBE QUE BANDEIRAS VERMELHAS FORAM PARA AS RUAS FESTEJAR?
Não precisa explicar, o macaco só queria entender!
Dito isso, o macaco Sócrates certamente arrependeu-se de ter saído da selva para viver na ”civilização”. Uma civilização tão hipócrita e dissimulada como as “madalenas arrependidas”, que ontem (17) se (des)arrependeram e saíram para às ruas festejando a vergonha da política nacional.
Fazendo um carnaval fora de época, cujo desfile trará o deputado Jean Wyllys, feliz e radiante, comandando a ala das baianas.
E, antes que algum petralha capacho venha dizer algo contra, eu completo dizendo: Quero uma faxina (geral) nos três poderes.
E, por favor, devolvam a decência ao Brasil!
Duela a quien duela...
Marcelo Aiquel – advogado (18/05/2017)
Fachin permite perícia da gravação mas não suspende o inquérito contra Temer
A defesa do presidente Michel Temer pediu ao STF para suspender o inquérito criminal até a realização de perícia na gravação apresentada pelo empresário Joesley Batista.
O ministro Edson Fachin permitiu a realização da perícia solicitada, mas não suspendeu o inquérito monocraticamente. Ele levará a decisão ao plenário do STF, que poderá decidir na quarta-feira.
O ministro Edson Fachin permitiu a realização da perícia solicitada, mas não suspendeu o inquérito monocraticamente. Ele levará a decisão ao plenário do STF, que poderá decidir na quarta-feira.
Janot defende continuidade de inquérito para investigar Temer
O INFERNO ASTRAL
O Brasil sobreviverá!
Vítima de si próprio e do meio em que vive, Michel Temer caiu em uma armadilha.
Foi traído pelo ambiente que há mais de três décadas corrompe a prática política no Brasil e dentro do qual ascendeu à Vice Presidência e à Presidência da República, sempre cercado de amigos marcados na agenda da Lava Jato.
Atraído pelo hábito do conlúio na calada da noite e a portas fechadas, mordeu a isca lançada por Joesley, patrocinador da Rede Globo que, em espetaculosa edição especial, iniciou o processo de desnudamento da sua personalidade.
Era o início do "contragolpe" da facção derrotada pelo impeachment.
O Brasil, vítima de tudo e de todos, está parado. O Congresso voltou à prática da politicagem e da demagogia. As "reformas" foram para o saco, o dólar subiu, a bolsa caiu e o grau de risco aumentou.
Por trás de toda a trama, o único beneficiado pelo caos no meio do caos é "o homem mais honesto na face da terra" que, com a corda no pescoço, joga todas as suas fichas no único jogo que sabe jogar.
Como dizem os astrólogos, a circunstância adversa é um convite à reflexão sobre o que pode e precisa ser melhorado com o aprendizado dos erros cometidos e com o compromisso de não mais cometê-los.
O Brasil, mesmo vivendo o seu inferno astral, com certeza, sobreviverá!
Gen Bda Paulo Chagas
Temer foi vítima de uma trapaça, diz Roberto Jefferson
Pivô do escândalo do mensalão, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, saiu nesta sexta-feira, 19, em defesa do presidente Michel Temer. Para Jefferson, Temer foi vítima de uma “trapaça” armada pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.
No entendimento de Jefferson, o presidente não se comprometeu ao receber o empresário e manteve uma “conversa social” com Joesley. “Não se pode exigir do presidente uma conduta diferente da que ele teve. Ninguém teria uma conduta diferente. Foi uma conduta social adequada para a desagradável visita que recebeu”, disse.
Ele afirmou ainda que o PTB vai continuar na base do governo e que só não foi ao Palácio do Planalto dar um abraço em Temer porque está em Portugal.
O que o sr. achou da gravação entre Temer e o dono da JBS?
Uma trapaça. Uma trapaça. Uma coisa do pior gabarito. Não tem nenhum crime, o presidente não pediu para ninguém para fazer nada. Você ouve a gravação, duas, três, quatro, cinco vezes e vê nitidamente que é uma trapaça. Uma trapaça que tem, a meu ver, o objetivo de lucrar no mercado financeiro. Foi um ataque especulativo ao Tesouro nacional, à moeda nacional. Você joga a Bolsa para baixo e lucro US$ 400 milhões na subida de 8% que deu no dólar. Isso é uma trapaça.
Mas o presidente não deveria ter tomado alguma atitude diante da informação de que Joesley tinha relação com juízes e um procurador com o objetivo de obstruir ações da Justiça?
Mas o Temer agora é polícia? O Temer não tem que se meter nisso. Tem muita gente que conversa comigo, e eu digo que está tudo bem, o cara está falando, mas eu não estou entrando na conversa. Eu não vou dizer: “Cala a boca, senão eu mando te prender”. Você está ouvindo, está dizendo tudo bem, mas você não concorda, você está dando uma atenção social, mas não está se comprometendo moralmente com a pessoa. Uma coisa é você dar atenção social, outra coisa é você se comprometer moralmente.
Não houve nada de errado na conduta do presidente?
Ele deu uma atenção social, cumpriu uma agenda, aturou um cara, porque um homem desse você atura, você não tem prazer em receber...
O inquérito aberto contra Temer no Supremo Tribunal Federal (STF) pode influenciar no processo que pede a cassação da chapa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?
O TSE vai se tornar em um tribunal para punir as conversas do Temer? Todo mundo viu que foi uma trapaça. O cara tenta o tempo todo fazer o presidente falar algo errado, ele jogou o tempo todo. Eu ouvi três vezes a gravação. O cara tenta 40 minutos que o presidente dê uma escorregada, e o presidente não dá nenhuma escorregada.
E a parte em que eles falam do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É certo o presidente dizer para que que o empresário continue ajudando o peemedebista, que está preso?
Cunha é uma cobra venenosa. Pode machucar a qualquer momento. Se sou eu, digo a mesma coisa. “Isso mesmo, ajuda o Cunha lá”.
Mas o presidente não vira cúmplice da armação ao fazer isso?
Cúmplice? Isso é uma interpretação que eu divirjo. Vai dizer não ajuda? Aí o Joesley, que é um trapaceiro, intrigueiro, vai lá no Cunha e diz: “Fui lá no presidente e ele falou para eu não te ajudar. E agora, o que nós vamos fazer?”
Então não há nada de errado nesse ponto da conversa?
Não se pode exigir do presidente uma conduta diferente da que ele teve. Ninguém teria uma conduta diferente. Foi uma conduta social adequada para a desagradável visita que recebeu. Ele não estava ali em uma agenda presidencial, foi uma agenda social, então socialmente ele falou o que tinha que falar, aquilo são saídas sociais. E, além disso, gravaram a agenda social do presidente, é um negócio terrível. Quem mandou gravar? O equipamento é oficial? É do Joesley? Ele foi como pau mandado? Ele foi fazer aquela trapaça com o presidente por encomenda judicial? Alguém do Judiciário pediu? É um negócio gravíssimo. É muito grave.
E o dinheiro entregue ao deputado Rodrigo Rocha Lures (PMDB-PR), que é um aliado muito próximo de Temer?
Rocha Lures fez o que ele queria fazer para ele mesmo... E, ao que me consta, ele só levou uma (mala com R$ 500 mil)? E as outras? Não eram semanadas de R$ 500 mil? Interrompeu por quê? Se era para mostrar a continuidade, porque não gravaram outras vezes, porque aí ficava uma prova consistente. Uma só não sustenta a versão.
O PTB continua na base do governo?
Claro. O presidente tem que retomar as reformas, com força. O nosso projeto é com o Brasil, o nosso compromisso é com o Brasil. As reformas precisam avançar, não dá mais para voltar atrás.
Mas a governabilidade não vai ficar comprometida? Já houve manifestações contra o presidente.
A população que quer que o Temer caia é a população do PT, é aquela faixa de eleitores do PT, dos fanáticos pelo Lula, porque a nossa gente, quem pensa o Brasil democraticamente, quer que as reformas avancem.
Isadora Peron, O Estado de S.Paulo
Bolsonaro faz chacota após JBS-Friboi citar mais de 1800 políticos: 'Se gritar Friboi, só sobra um'
Pronunciando-se por meio das redes sociais, o deputado federal Jair Bolsonaro fez chacota dos políticos implicados nas delações da JBS-Friboi. Ele afirma, parodiando trecho de música de Bezerra da Silva, que, "se gritar Friboi, só fica um, mermão".
O parlamentar ganhou destaque, nas eleições 2014, por se recusar a receber R$300 mil do grupo empresarial.
Joesley diz que pediu ‘pelo amor de Deus’ para Aécio parar de pedir dinheiro
Em depoimento à Procuradoria-Geral da República no âmbito de sua delação premiada, o empresário Joesley Batista disse que em 2016 chegou a pedir para um preposto do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que ‘pelo amor de Deus ele parasse de pedir dinheiro’.
“Em 2016, um dia na casa dele ele me pediu 5 milhões e eu não dei. Logo depois começou (sic) as investigações contra mim e eu chamei aquele amigo dele, Flávio, e pedi pro Flávio para pedir a ele para, pelo amor de Deus, parar de me pedir dinheiro”, disse Batista.
A afirmação foi feita quando o empresário passou a descrever pagamentos feitos por ele ao senador tucano. Joesley iniciou o tópico “Aécio” descrevendo que conheceu o senador durante a campanha de 2014. “Fomos o maior doador da campanha dele”, disse.
O empresário relatou que já no ano seguinte à eleição, Aécio seguiu pedindo dinheiro com a justificativa de que era para arcar com dívidas de campanha.
Ele descreveu o repasse de R$ 17 milhões ao senador por meio da compra superfaturada de um prédio em Belo Horizonte, de propriedade de um aliado do senador.
“Precisava de R$17 milhões e tinha um imóvel que dava para fazer de conta que valia R$ 17 milhões”, disse. Segundo o empresário foi Aécio quem indicou o imóvel.
Questionado por um procurador se se tratava de um superfaturamento do imóvel para justificar esse repasse de dinheiro, o empresário disse: “Sem dúvida. Não estávamos atrás de comprar um prédio em Belo Horizonte.”
Decepcionado, Temer chama Rocha Loures de ‘idiota’ e ‘imbecil’
O presidente Michel Temer disse a interlocutores que está decepcionado com seu ex-assessor Rocha Loures, a quem tem chamado de “imbecil”e “idiota”.
Ele tem recebido relatos de que Rocha Loures, quando estava no Planalto, dava ordens em seu nome sem que soubesse.
Delator revela pagamentos de propina para o IBOPE
Em sua delação premiada, Ricardo Saud, da JBS, ao ler uma lista de notas fiscais que estava apresentando, mencionou uma nota fiscal (nº 12.247), no valor de R$ 300 mil, de 21/7/2014, para o instituto de pesquisas IBOPE.
Perguntado se estava mesmo tratando do instituto, ele confirmou: o IBOPE nacional, de pesquisas. "Fazia pesquisa pra eles [políticos] e eles pagavam com essas propinas, porque o IBOPE recebia propina". Saud ainda esclareceu: "nunca fez um serviço pra nós, pro grupo [JBS]".
Mais à frente no depoimento, ele apresenta várias outras "notas frias" do IBOPE, em meio a outras notas frias. Diz: "Essas empresas nunca prestaram serviços para nós, todas as notas são frias e todos os contratos são falsos". Afirma que o Instituto entregava contratos e pesquisas "frios" para que ele apresentasse caso questionassem. O entrevistador pergunta: "e essas pesquisas, ele inventava? Nunca fez?". Saud diz: "mandava qualquer pesquisa".
Perguntado se estava mesmo tratando do instituto, ele confirmou: o IBOPE nacional, de pesquisas. "Fazia pesquisa pra eles [políticos] e eles pagavam com essas propinas, porque o IBOPE recebia propina". Saud ainda esclareceu: "nunca fez um serviço pra nós, pro grupo [JBS]".
Mais à frente no depoimento, ele apresenta várias outras "notas frias" do IBOPE, em meio a outras notas frias. Diz: "Essas empresas nunca prestaram serviços para nós, todas as notas são frias e todos os contratos são falsos". Afirma que o Instituto entregava contratos e pesquisas "frios" para que ele apresentasse caso questionassem. O entrevistador pergunta: "e essas pesquisas, ele inventava? Nunca fez?". Saud diz: "mandava qualquer pesquisa".
Áudio de Joesley entregue à Procuradoria tem mais de 50 cortes, diz perícia
Uma perícia contratada pela Folha concluiu que a gravação da conversa entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer sofreu mais de 50 edições.
O laudo foi feito por Ricardo Caires dos Santos, perito judicial pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
Segundo ele, o áudio divulgado pela Procuradoria-Geral da República tem indícios claros de manipulação, mas "não dá para falar com que propósito".
Afirma ainda que a gravação divulgada tem "vícios, processualmente falando", o que a invalidaria como prova jurídica.
"É como um documento impresso que tem uma rasura ou uma parte adulterada. O conjunto pode até fazer sentido, mas ele facilmente seria rejeitado como prova", disse Santos.
Segundo disse à Folha a Procuradoria, a gravação divulgada é "exatamente a entregue pelo colaborador e sua autenticidade poderá ser verificada no processo".
"Foi feita uma avaliação técnica da gravação que concluiu que o áudio revela uma conversa lógica e coerente", declarou a Procuradoria na noite desta sexta (19).
A gravação não passou pela Polícia Federal, que só entrou no caso no dia 10 de abril. O áudio, feito pelo empresário na noite de 7 de março, foi entregue diretamente à PGR e é anterior à fase das ações controladas.
Em um dos trechos editados, o empresário pergunta ao peemedebista sobre sua relação naquele momento com o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato. As duas respostas de Temer sofreram cortes.
O trecho na gravação divulgada permite o seguinte entendimento:
"Tá.. Ele veio [corte] tá esperando [corte] dar ouvido à defesa.. O Moro indeferiu 21 perguntas dele... que não tem nada a ver com a defesa dele"
"Era pra me trucar, eu não fiz nada [corte]... No Supremo Tribunal totalidade só um ou dois [corte]... aí, rapaz mas temos [corte] 11 ministros"
Em depoimento posterior à PGR, Joesley disse que nesse momento o presidente dizia ter influência sobre ministros do STF.
"Ele me fez um comentário curioso que foi o seguinte: 'Eduardo quer que eu ajude ele no Supremo, poxa. Eu posso ajudar com um ou dois, com 11 não dá'. Também fiquei calado, ouvindo. Não sei como o presidente poderia ajudá-lo", afirmou.
Em outro trecho cortado, o empresário, enquanto explica a Temer que "deu conta" de um juiz, um juiz substituto e um procurador da República, declara: "...eu consegui [corte] me ajude dentro da força-tarefa, que tá".
No momento mais polêmico do diálogo, quando, segundo a PGR Temer dá anuência a uma mesada de Joesley a Cunha, a perícia não encontrou edições. O trecho, no entanto, apresenta dois momentos incompreensíveis, prejudicados por ruídos.
Em entrevista à Folha, outro perito, Ricardo Molina, que não fez uma análise formal do áudio, declarou que a gravação é de baixa qualidade técnica.
Para ele, uma perícia completa e precisa obrigaria a verificação também do equipamento com que foi feita a gravação.
"Percebem-se mais de 40 interrupções, mas não dá para saber o que as provoca. Pode ser um defeito do gravador, pode ser edição, não dá para saber."
Para o perito judicial Ricardo Caires dos Santos, não há hipótese de defeito.
Procurada para comentar o assunto, a assessoria da JBS disse que a empresa não vai comentar.
Conforme revelou o Painel nesta sexta-feira (19), o Planalto decidiu enviar a peritos a gravação, desconfiando de edição da conversa. Auxiliares do peemedebista desconfiam que a conversa foi editada.
Comprovada a existência de montagem, o governo vai reforçar a tese de que Temer foi vítima de uma "conspiração".
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