quinta-feira, 8 de junho de 2017

Relator da cassação escancara a desmoralização do TSE, que tenta salvar Dilma e Temer

No julgamento da cassação da chapa Dilma-Temer, o comportamento de alguns ministros parece confirmar os rumores de que há uma manobra em curso para absolver os réus. O colunista Josias de Souza mostra que o discurso do relator, Herman Benjamin, escancara a manobra para tentar revertê-la

Leia abaixo a análise de Josias de Souza: 

Tomado pelo teor de suas manifestações no julgamento sobre a chapa Dilma-Temer, o ministro Herman Benjamin parece empenhado em impedir o Tribunal Superior Eleitoral de se matar. Armou-se no plenário da Corte máxima da Justiça Eleitoral uma encenação destinada a salvar o mandato de Michel Temer e, de cambulhada, preservar os direitos políticos de Dilma Rousseff. Parte do TSE deseja julgar o caso num país alternativo, um Brasil sem Odebrecht. E Benjamin, relator do processo, desnuda a manobra. É como se ele quisesse escancarar o comportamento de alto risco, oferecendo aos julgadores a oportunidade de livrar a Justiça Eleitoral da autodesmoralização.

Conforme já noticiado aqui, as defesas de Temer e Dilma se juntaram para excluir do processo todas as provas recolhidas sobre as doações tóxicas da Odebrecht à campanha vitoriosa na disputa presidencial de 2014. Alega-se que, ao interrogar delatores da construtora, Benjamin injetou no processo fatos novos, o que seria ilegal. O relator demonstrou que não fez senão investigar tópicos inseridos na petição inicial do PSDB, autor da ação. Fez isso, segundo deixou claro como água de bica, respaldado por jurisprudência do STF e seguindo deliberações tomadas pelo próprio TSE. Escorou-se especialmente em decisão tomada em 2015 a partir de um voto de Gilmar Mendes, amigo de Temer e presidente da Corte Eleitoral. Sob atmosfera eletrificada, Benjamin e Gilmar voltaram a trocar farpas.
 
A certa altura, Benjamin declarou, com outras palavras, que ignorar a Odebrecht corresponderia a algo como fechar os olhos para uma manada de elefantes: “Só os índios não contactados da Amazônia não sabiam que a Odebrecht havia feito colaboração premiada. Se isto não é fato notório e público, não existirá outro. […] Todos nós sabíamos disso —todos nós que estamos aqui, fato público e notório.”
Benjamin já insinuara na noite da véspera que escoraria seus argumentos contra o expurgo das provas da Odebrecht em voto proferido por Gilmar Mendes. Foi com base nesse voto que o TSE rejeitou, em 2015, por 5 votos a 2, o arquivamento da ação do PSDB contra a chapa Dilma-Temer. Mais: o tribunal decidiu aprofundar a investigacão. Antes de inquirir delatores do petrolão, Benjamin requisitou ao STF e ao juiz Sergio Moro informações sobre a Lava Jato. Na sessão desta terça-feira, realçou o inusitado que seria ignorar a essa altura o resultado da apuração.

“O que fazer com isso?”, indagou o relator. E Gilmar Mendes: “Agora, Vossa Excelência teria mais um desafio: manter o processo aberto e trazer as delações da JBS. E talvez, na semana que vem, as delações de Palocci —para mostrar que o argumento de Vossa Excelência é falacioso”. Benjamin rebateu o colega. Disse que se ateve aos termos da petição que deu origem ao processo, que falava de Petrobras e Odebrecht, mas não mencionava JBS nem Antonio Palocci.

Só a partir da manhã desta quarta-feira, Benjamin começará a ler a parte do seu voto referente ao mérito da causa. Deve posicionar-se a favor da cassação do mandato de Temer e da inabilitação de Dilma para pedir votos pelo período de oito anos. Mas a exclusão das provas relacionadas à Odebrecht deixaria manco o voto do relator, abrindo caminho para livrar Temer e Dilma de punições.

Considerando-se as manifestações iniciais, apenas dois ministros soaram como se tendessem a acompanhar o relator: Luiz Fux e Rosa Weber. Outros três deram a entender que pendem para o outro lado: Gilmar Mendes, Napoleão Nunes Maia e Admar Gonzaga. O Planalto espera que o ministro Tarcísio Veira Neto engrosse esse bloco, formando uma maioria de 4 a 3 contra a condenação.

A estratégia adotada por Benjamin é óbvia. Ao expor a manobra, o ministro tenta reverter o resultado. A tática é arriscada. Pode agravar a situação. Quanto mais o relator desnuda o TSE, mais desmoralizado o tribunal fica. A Corte talvez já não consiga resistir aos impulsos autodestrutivos. Submetido a um processo inédito, envolvendo irregularidades cometidas por uma chapa presidencial, o TSE poderia fazer história. Mas alguns ministros parecem mais inclinados a pôr fogo às vestes, suicidando a Justiça Eleitoral.

O julgamento pode se arrastar até sexta-feira. Entretanto, Michel Temer já discursa como se tivesse a certeza de que o TSE não ousará levar seu escalpo à bandeja.

STJ rejeita denúncia contra governador de Minas Gerais



O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje (7) denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.

Por unanimidade, a Corte Especial do tribunal, responsável pelo julgamento de autoridades com foro privilegiado, entendeu que não há provas da participação de Pimentel em irregularidades em uma licitação para compra de câmeras de segurança, no período em que ele foi prefeito de Belo Horizonte, em 2004.

O colegiado seguiu voto proferido pelo relator, ministro Og Fernandes. A Corte Especial é formada por 15 ministros.

O julgamento da denúncia foi retomado após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, no mês passado, descartou a necessidade de autorização prévia das assembleias legislativas para abrir ação penal contra governadores.

Antes da decisão, o STJ deveria aguardar decisão dos deputados estaduais para iniciar o julgamento.


Chefe do setor de propinas da Odebrecht confirma compra de terreno para Lula

Na conta do PT gerenciada pelo setor de propinas da Odebrecht foi debitada a compra do terreno para a construção do Instituto Lula, afirmou Hilberto Mascarenhas, ex-diretor de operações estruturadas da empreiteira, nesta quarta-feira (7) em depoimento à Justiça Federal.

Mascarenhas depôs como testemunha de Marcelo Odebrecht, ex-presidente do grupo, no processo no qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu por supostamente receber vantagens indevidas da Odebrecht oriundas de contratos com a Petrobras.

Segundo o delator, havia uma planilha chamada de "Programa Especial Italiano" onde constavam as transações de propinas destinadas aos codinomes "Italiano", "Pós-Itália" e "Amigo", que seriam, respectivamente, o ex-ministro Antônio Palocci, o ex-ministro Guido Mantega e Lula.

Na audiência desta quarta, o MPF (Ministério Público Federal) questionou Mascarenhas a que se referia a sigla "IL" no débito na planilha. "Por utilização de recursos para aquisição de um terreno para o Instituto Lula", respondeu o delator. O ex-diretor detalhou que a compra foi feita com recursos do "caixa 1", mas foram registradas no documento de sua área.

"Parece que foi solicitado o apoio de Marcelo para encontrar um terreno para o Instituto Lula. Identificou-se um terreno. Marcelo mandou comprar um terreno. Como ele não tinha como debitar, ele não ia ficar com esse custo, ele debitou nessa planilha", afirmou. Mascarenhas diz que o valor de R$ 12,4 milhões foi reduzido dos créditos de Lula, Palocci e Mantega.

Além do ex-executivo, também prestaram depoimento como testemunhas hoje os ex-executivos da Odebrecht Rogério Araújo e Márcio Silva.

Mascarenhas, Araújo e Silva foram ouvidos como testemunhas da acusação no processo em que Lula é acusado de receber propina da empreiteira na forma de uma nova sede para o Instituto Lula e de um apartamento vizinho ao que mora em São Bernardo do Campo. Em ambos os casos, as transações teriam sido feitas usando laranjas. Segundo o MPF (Ministério Público Federal), o dinheiro da vantagem indevida veio de contratos da Odebrecht com a Petrobras (saiba mais abaixo).

As três testemunhas já firmaram acordo de delação premiada com as autoridades.

Entenda o caso

A denúncia do MPF acusa Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em contratos firmados entre a Petrobras e a Odebrecht. Segundo os procuradores, o ex-presidente teria recebido propina da empreiteira por intermédio do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci --também réu na ação, junto a Marcelo Odebrecht e a outras cinco pessoas.

O MPF afirma que parte do dinheiro foi usada para comprar um terreno, que seria usado para a construção de uma sede do Instituto Lula (R$ 12,4 milhões).

A denúncia diz ainda que o dinheiro de propina também foi usado para comprar um apartamento vizinho à cobertura onde mora o ex-presidente, em São Bernardo do Campo (SP), que é alugado pela família de Lula. Na avaliação dos investigadores, a operação foi realizada para ocultar o verdadeiro dono do apartamento, que seria Lula.

No total, R$ 75 milhões teriam sido desviados da Petrobras por meio de oito contratos da Odebrecht com a estatal, de acordo com a força-tarefa. Parte do valor teria sido repassada a partidos e agentes políticos que apoiavam o governo Lula, principalmente PP, PT e PMDB. O ex-presidente foi apontado como o "responsável por comandar uma sofisticada estrutura ilícita para captação de apoio parlamentar, assentada na distribuição de cargos públicos na administração federal".

A defesa de Lula afirma que ele aluga o apartamento vizinho ao seu. Além disso, acrescentou que o Instituto Lula funciona no mesmo local há anos e que o petista nunca foi proprietário do terreno em questão. A transação seria um "delírio acusatório", complementam os advogados.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Câmara envia notícia crime contra Danilo Gentili à Polícia Federal



A Câmara dos Deputados enviou uma notícia crime à Polícia Federal (PF) para apuração de eventuais delitos cometidos pelo humorista Danilo Gentil no vídeo em que aparece rasgando uma notificação extrajudicial recebida da deputada Maria do Rosário (PT-RS).

No ofício da Procuradoria da Câmara, de 31 de maio, assinado pelo procurador parlamentar, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), e pela própria Maria do Rosário, os parlamentares enxergam, “em análise preliminar”, injúria, difamação, ultraje público ao pudor e crime contra a administração pública (desacato). O ofício é dirigido  ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello.

De acordo com o documento, Gentili “extrapola do seu legítimo direito constitucional de manifestação” e agride “com atos e palavras”, não apenas a imagem da deputada Maria do Rosário, mas da Câmara e “de todos os parlamentares legitimamente eleitos”. 

O ofício diz ainda que o ato é especialmente grave porque já foi acessado por milhões de pessoas e que o vídeo é responsável por “fomentar o ódio no seio social contra o poder republicano indispensável ao Estado Democrático de Direito”. 

O Justiça & Direito entrou em contato com a Procuradoria da Câmara e um dos seus advogados afirmou, pedindo para não ser identificado, que, além de ter enviado a notícia crime à PF, a Câmara está considerando opções para processar Gentili. “O conjunto dos atos do vídeo fala por si só”, disse. 

Questionado se, após a análise das hipóteses, a Câmara poderia optar por não processar o comediante, o advogado respondeu que isso “é pouco provável”. 

A reportagem está tentando contato com a assessoria de Danilo Gentili, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. As informações serão atualizadas assim que possível. 

Entenda o caso 

O humorista Danilo Gentili publicou nas redes sociais, na segunda-feira (30), um vídeo em que aparece rasgando uma notificação extrajudicial que recebeu da deputada Maria do Rosário, assinada pela Procuradoria da Câmara dos Deputados. No vídeo, Gentili recebe o conteúdo, rasga as páginas e esfrega os pedaços nas partes íntimas. Em seguida, coloca-os novamente no mesmo envelope e envia de volta para a Câmara. 

Na última quinta-feira (01), um desembargador do Rio Grande do Sul, em uma decisão liminar, determinou que o vídeo seja retirado do Youtube, do Facebook e do Twitter. A decisão foi uma resposta a um processo que Maria do Rosário está movendo contra Danilo Gentili. 

No despacho, o desembargador Túlio de Oliveira Martins considera que o vídeo provoca “grave” dano à imagem da deputada e levanta a possibilidade de ocorrência de crime, o que, “se for o caso, deverá ser apurado em instância própria”. 

O desembargador escreve ainda que o conteúdo do vídeo é de “natureza misógina, representando agressão despropositada a uma parlamentar e às instituições” e que “não é notícia, nem informação, nem opinião, nem crítica, nem humor, mas apenas agressão absolutamente grosseira marcada por prepotência e comportamento chulo e inconsequente”. 

Outra condenação 

No dia 26 de maio, Gentili também foi condenado pela Justiça de São Paulo, que determinou que ele retire do ar postagens sobre o jornalista Gilberto Dimenstein. O humorista foi condenado a pagar multa de R$ 1 mil ao dia caso não retire de suas redes sociais postagens ofensivas.

Em sua decisão, o juiz responsável pela decisão, Edward Albert Lancelot, da 35ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), "há prova inequívoca [...] que o réu divulgou mensagens que desabonam a imagem do autor". 

Foi a crítica de Gentili a um texto de Dimenstein, publicado no site Catraca Livre, que levou o jornalista a ajuizar a ação. O texto abordava um post do Instagram do apresentador. Na publicação, Danilo comparava sua assistente de palco do 'The Noite', Juliana Oliveira, que é negra, a um chocolate. O Catraca Livre, então, publicou um texto com o título 'Danilo Gentili faz declaração polêmica à Juliana Oliveira'. O texto é crítico ao apresentador. "Além de objetificar a mulher, reduzindo-a a um mero pedaço de comida, Gentili ainda faz uma alusão da cor da pele de Juliana a um chocolate", escreve o site. 

Danilo, primeiramente, comentou o post do Facebook do Catraca Livre. "Vocês são burros e não sabem ler? Ou são apenas jornalistas de m... que não conferem as coisas? [...] A mesma Juliana que vocês sequer cogitaram ouvir, mas estão a usando para c...", escreveu. O apresentador ainda xingou o site e o jornalista. "Que vocês e o Dilmainstein [sic] vão pra...". 

Danilo publicou também um post em seu próprio perfil na rede social. "O repugnante Gilberto Dimenstein e seu bebê de Rosemere [sic] Catraca Livre são aqueles que tiraram proveito da lamentável tragédia da Chapecoense em troca de cliquezinhos e defendia ditaduras e políticos criminosos. Mas, para eles, piada entre amigos não pode. É 'incorreto'. Atenção Dimenstein e Catraca Livre: conforme a imagem abaixo sugere, tem um canavial de ... esperando por vocês. Se quiserem, eu até tatuo a cara do Lula ou Fidel nelas", escreveu o apresentador.

conteúdo folhapolitica.org/

Câmara não recebeu notificação do STF sobre cassação de Maluf

Enquanto a Polícia Federal detinha ontem o deputado federal Celso Jacob (PMDB-RJ), condenado pelo Supremo Tribunal Federal à prisão por maracutaias de quando era prefeito, o ex-prefeito e também deputado Paulo Maluf (PP-SP) circulava faceiro pelo Congresso, a despeito de o próprio STF ter cassado seu mandato e o condenado a 7 anos de prisão por lavagem de dinheiro.

Quinze dias depois da condenação, a Mesa Diretora ainda não recebeu a notificação da Corte para afastar e deter Maluf. 

A última condução de Maluf pela PF foi hilária, revelada pela Coluna: Em 2012, foi retirado de avião no aeroporto JK após se recusar a passar no scanner do embarque.

"Em liberdade, Henrique Alves pode movimentar contas e colocar em nome de laranjas"

O Globo obteve um trecho da ordem de prisão de Henrique Alves, pelo juiz Vallisney Oliveira:
"Em liberdade, Henrique Alves pode livremente movimentar as contas, colocar em nome de laranjas, apagar ou tentar apagar o produto do que se diz ser crime, usar os valores para fins diversos, em prejuízo do processo penal a que responde ou outras investigações que eventualmente venham a ocorrer."
Não só Henrique Alves, juiz, não só Henrique Alves...

TEMER VIAJOU COM MARCELA NO JATINHO DE JOESLEY

O Antagonista descobriu que Michel Temer usou ao menos duas vezes o jatinho de Joesley Batista, para viajar com Marcela, para a Bahia e Porto Alegre.
Uma da viagens ocorreu em janeiro de 2011, logo que Temer assumiu o mandato de vice-presidente. Eles foram para Comandatuba (BA) no Learjet de matrícula PR-JBS.
Na recepção ao casal, Marcela ganhou um buquê de flores - o gesto de cortesia de Joesley despertou ciúmes no peemedebista.

“Não se pode confundir imparcialidade com indiferença”, explica Herman a Gilmar

Em menos de uma hora de sessão, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, e o relator das ações que pedem a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, Herman Benjamin, protagonizaram hoje um novo embate em plenário. Gilmar interrompeu a fala de Herman enquanto o ministro defendia a decisão de incluir no processo os depoimentos dos delatores da Operação Lava-Jato.
Para o presidente do TSE, esse argumento é “falacioso” e, daqui a pouco, o relator vai querer incluir a delação do grupo JBS ou “na semana que vem”, a delação do ex-ministro Antonio Palocci, que ainda sequer foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O comentário de Gilmar aconteceu no momento em que Herman defendia que, como relator das ações, tinha o direito de convocar testemunhas sem que elas tivessem sido indicadas por alguma das partes — como foi o caso dos executivos da Odebrecht.
Segundo ele, a lei permite ouvir testemunhas mesmo sem serem referidas por partes. Ele citou que isso está no artigo 370 do Código de Processo Civil, que diz que “caberá ao juiz, de ofício ou a requerimento da parte, determinar as provas necessárias ao julgamento do mérito”.
— Não se pode confundir imparcialidade com indiferença — afirmou Herman.
O posicionamento do relator foi defendido pelo ministro Luiz Fux, que leu precedentes de outros julgamentos onde isso aconteceu.

Próxima etapa: STF

Se Michel Temer e Dilma Rousseff forem absolvidos no TSE, Rodrigo Janot vai recorrer ao STF.
Só há uma certeza sobre esse processo: o Brasil ficará paralisado por um bom tempo.


conteúdo o antagonista

Denuncie, Moro

Cristiano Zanin desafiou ontem Sérgio Moro a denunciá-lo ao tribunal de ética da OAB. 

Moro  deveria fazê-lo.






conteúdo oantagonista

Moro diz que advogado de Lula pode ter mentido

Cristiano Zanin, advogado de Lula, afirmou que foi surpreendido com a inclusão dos vídeos da delação da Odebrecht nos autos do processo do terreno do Instituto Lula e da cobertura em São Bernardo do Campo.
O TRF-4 determinou, assim, que Emílio Odebrecht e Alexandrino Alencar fossem ouvidos outra vez.
De acordo com Sérgio Moro, no entanto, Zanin pode ter mentido:
“Apesar da Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva não ter aberto a intimação eletrônica, consta, nos registros eletrônicos, que o advogado Cristiano Zanin Martins acessou o processo e ainda especificamente os depoimentos extrajudiciais de Alexandrino de Salles Ramos Alencar e de Emílio Alves Odebrecht ainda em 31/05/2017, por diversas vezes, e novamente, por diversas vezes, no dia 01/06/2017.
“Assim, salvo melhor explicação por parte da Defesa, não aparenta corresponder à realidade a afirmação do advogado Cristiano Zanin Martins de que foi surpreendido na audiência de 05/06/2017, já que os registros eletrônicos do sistema informam que teve acesso à prova com relativa antecedência, em 31/05/2017 e 01/06/2017. Salvo melhor explicação, os fatos afirmados na impetração pelos advogados, de que a Defesa teria sido surpreendida em 05/06/2017, não são lamentavelmente verdadeiros.”
Que feio.

conteúdo oantagonista

TSE: a republiqueta dos pedidos de vista

Uma das possibilidades no TSE: vários ministros pedirem vista do processo contra a chapa Dilma/Temer, para que ninguém fique marcado individualmente.
Seria uma coisa de republiqueta, para voltar à expressão.

conteúdo o antagonista

O que é coisa de republiqueta no TSE

O Painel da Folha registra que os ministros do TSE estão irritados com as especulações sobre o resultado do julgamento.
Um deles disse: “Está parecendo uma republiqueta. Isso não se faz”.
Coisa de republiqueta será ignorar todas as provas do dinheiro sujo que irrigou a campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer. Isso não se faz.

conteúdo o antagonista

Caso envolvendo Cristiano Zanin é criminoso


O caso descoberto nesta terça-feira (6) envolvendo o advogado do ex-presidente Lula é gravíssimo e deve ser reprimido com rigidez pelo Poder Judiciário.

Talvez, inconformado com as sucessivas derrotas que lhe são impostas pelo juiz Sérgio Moro, esse sujeito que advoga para Lula resolveu trapacear de maneira absolutamente escandalosa, revelando que a maneira que escolheu para desenvolver o seu ofício é rasteira, aética e sem escrúpulos.
Zanin, para obter proveito processual, ludibriou um desembargador do Tribunal Regional de Recursos da 4ª região (TRF 4), a 2ª instância do juiz Sérgio Moro, forjando uma deslavada e imperdoável mentira.

O advogado de Lula ingressou com habeas corpus na tentativa de impedir que Emílio Odebrecht e Alexandrino Alencar depusessem ao juiz Sérgio Moro.

A alegação do defensor do ex-presidente Lula é de que teria sido surpreendido com a inclusão de vídeos da delação da Odebrecht nos autos, sem que ele tivesse tempo hábil para analisar. Zanin informou no HC que só ficou sabendo dos tais vídeos há poucas horas antes da audiência.

Diante disso, como os depoimentos já haviam sido prestados, o desembargador João Pedro Gebran Neto, acreditando na palavra de Zanin, determinou uma nova oitiva de Odebrecht e Alencar.

Logo após receber a comunicação do tribunal, o juiz Sérgio Moro constatou que Zanin estava mentindo e já informou o TRF.

O juiz da República de Curitiba demonstrou através dos registros eletrônicos de acessos aos autos, que Zanin havia acessado os documentos que alegara desconhecimento pelo menos 8 vezes na última semana.

O caso é absurdo e lamentável. Esse advogado é tacanho e amoral e precisa ser punido severamente. Tal e qual o seu mais famoso cliente.

A atuação de Cristiano Zanin lembra o personagem 'Dick Vigarista', da Corrida Maluca.

conteúdo jornaldacidadeonline

“TSE está cassando mais do que a ditadura”, diz Gilmar Mendes

Os ministros Herman Benjamin e Gilmar Mendes travaram um embate nesta terça-feira durante o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode levar à cassação da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer. A sessão foi suspensa pouco depois das 22h e foi retomada às 9h desta quarta.
Presidente da corte, Gilmar fez um aparte durante as considerações iniciais do relator da ação, Herman Benjamin, e destacou a importância de um processo que pode derrubar o governante do país. “Temos uma situação singular, que não é comezinha, que é a impugnação de uma chapa presidencial”, afirmou. Para comparar, Gilmar citou “parlamentares, vereadores e prefeitos” que perdem o mandato e, em tom de crítica, afirmou que o TSE estaria “cassando mais do que a ditadura”. Por fim, o presidente da corte disse que o processo é um aprendizado e que “mais importante que o resultado do julgamento” é conhecer como funcionam as campanhas presidenciais.
Ao retomar a palavra, Herman respondeu para o colega: “As ditaduras cassavam e cassam quem defende a democracia. O TSE cassa aqueles que vão contra a democracia. É uma enorme diferença”. Gilmar, então, retrucou. “De qualquer forma, nós temos que ser moderados”, disse. “Essa é uma intervenção indevida no processo democrático eleitoral e nós temos que ser muito cuidadosos com isso.” Herman concordou e acrescentou que a “soberania do voto popular” deve ser protegida também de infrações.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Gilmar Mendes investigado na Lava Jato. Ministro é desmoralizado por relações suspeitas com Aécio e Joesley Batista

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes enfrenta o constrangimento interno no STF por ter se tornado alvo de uma investigação da Polícia Federal. A Operação Lava Jato realizou uma varredura nos endereços do senador afastado Aécio Neves (PSDB­-MG) e Gilmar Mendes também era um dos alvos periféricos da investigação. De acordo com a coluna Radar Online, da revista Veja, a operação buscava informações sobre o ministro, pois tinham ordens explícitas para buscar fatos relacionado a Gilmar Mendes nos mandatos. 

A publicação destaca que Gilmar Mendes aparece em conversa com o senador tucano, no grampo realizado nos números de telefone de Aécio Neves. Nos diálogos, os dois falam sobre o projeto de lei sobre o abuso de autoridade. A transcrição da gravação indica que Aécio pede ajuda ao ministro para conquistar um voto na comissão do Senado que analisava o projeto.

Após ser informado sobre o fato de ter se tornado alvo dos investigadores da força-tarefa, Gilmar Mendes se apressou em adiantar que manteve encontros com o empresário Joesley Batista em Brasília e confessou que mantém negócios de venda de gado para o Grupo JBS. 

conteúdo imprensa viva

O "bom ladrão" morreu na cruz

O PT, para conquistar e manter-se no poder, escamoteou a verdade, iludiu incautos, agradou bandidos, comprou amorais e praticou, sem pudor, todas as formas de imoralidade.
Por gosto e incompetência, criou uma crise generalizada e gerou um caos cuja paternidade não assume.
Acreditando na ignorância do povo, usou os "Direitos Humanos" como bandeira, pano de fundo e cobertura para decretar um plano de poder, pomposamente chamado de PNDH-3, que, até hoje, serve de orientação e de base ideológica para sabotar a democracia e a liberdade no Brasil.
Convencido pela arrogância de que tudo podia, acrescentou a ousadia à sua conduta criminosa e ultrapassou os extensos limites da ingenuidade, da tolerância e da desatenção do povo brasileiro.
Hoje, surpreendido por uma reação não prevista no "plano", manifesta-se com a indignação dos inocentes e convoca até o sangue dos ignorantes que ainda o cercam para fugir do destino que a lei de Deus e dos homens lhe reserva.
Os ensinamentos da dor física e moral levarão o Brasil a um novo tempo que, a seu tempo, jogará no lixo o PNDH-3 e nos livrará de novas investidas de organizações criminosas como o PT.
Que Deus permita que assim seja e que não nos falte sabedoria para entender que o "bom ladrão" morreu em uma cruz, como Jesus, mas não ressuscitou.
Gen Bda Paulo Chagas

Comissão do Senado rejeita proposta com 95% de aprovação para revogar o Estatuto do Desarmamento

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa rejeitou, na quarta-feira (31), a sugestão popular (SUG 4/2017) que revogava o Estatuto do Desarmamento. Agora, o texto será arquivado, sem se converter em projeto para tramitação regular.

A SUG 4/2017 foi apresentada por meio do portal e-Cidadania pelo cidadão alagoano Anderson Alves, e foi encaminhada para exame da CDH depois de ter obtido o apoio de mais de 20 mil internautas. O número necessário para ser analisada é de 20 mil apoios, mas a proposta teve mais de 84 mil apoios e apenas 4.854 manifestações contrárias. Para o autor da sugestão, a inoperância do sistema de segurança pública justificaria assegurar a qualquer cidadão o direito de possuir arma para defender sua vida e patrimônio.

No entanto, para o relator da SUG 4/2017, senador Paulo Rocha (PT-PA), quanto maior for a circulação de armas, mais elevada será a taxa de homicídios por arma de fogo. Com base nesse argumento, ele propôs a rejeição da sugestão, no que foi seguido pelos demais membros da comissão.

Franquia de Internet

Em abril, a CDH aceitou uma sugestão apresentada por meio do e-Cidadania e a transformou em projeto de lei, que agora tramita normalmente. Trata-se da SUG 7/2016, convertida no PLS 100/2017. O projeto tem o objetivo de impedir a imposição de franquias de internet nos planos de banda larga fixa.

O portal E-cidadania permite que qualquer pessoa apresente uma ideia de projeto de lei e a submeta à avaliação dos internautas. Se, num prazo de quatro meses, a proposta receber mais de 20 mil apoios, ela vira sugestão legislativa para ser analisada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado.

Procuradoria denuncia procurador que recebia mesada de Joesley

A Procuradoria Regional da República na 3ª Região (PRR3) denunciou nesta segunda-feira, 5, o procurador da República Ângelo Goulart Villela pelos crimes de corrupção, violação de sigilo funcional e obstrução de Justiça. 

Goulart é acusado de atuar como agente infiltrado pelo empresário Joesley Batista, da JBS, na força-tarefa da Operação Greenfield - investigação do Ministério Público Federal sobre rombo bilionário nos maiores fundos de pensão do País.

Goulart recebia uma mesada de R$ 50 mil de Joesley para mantê-lo informado sobre os passos da Greenfield. O procurador integrava a força-tarefa.

A denúncia atinge também o advogado Willer Tomaz, que teria sido o responsável pela cooptação de Goulart. Os investigadores estão de posse de imagens de um jantar em Brasília em que estavam presentes o procurador, o advogado e o diretor da JBS Francisco de Assis e Silva.

O próprio Joesley comunicou ao presidente Michel Temer sobre a mesada de R$ 50 mil ao procurador durante reunião no Palácio do Jaburu na noite de 7 de março.

O procurador e o advogado estão presos desde a deflagração da Operação Patmos, desdobramento da Lava Jato, em 18 de maio. Ao apresentar a denúncia criminal contra Goulart e Tomaz, a Procuradoria Regional da República requereu a manutenção da ordem de prisão que pesa contra Ângelo Goulart e Willer Tomaz. (Julia Affonso, Fábio Serapião e Fausto Macedo)

Júnior chama Bolsonaro de nazista e acaba humilhado por Eduardo Bolsonaro: 'Vai cantar que Maria bate na porta da Chiquinha e para de passar vergonha'

O cantor Júnior, que fez sucesso em parceria com sua irmã Sandy, em uma entrevista, atribuiu ao deputado Jair Bolsonaro e à sua família ideias homofóbicas e comparando o deputado a Hitler. 

O deputado Eduardo Bolsonaro gravou um vídeo em resposta, humilhando o cantor: "Vai cantar que Maria bate na porta da Chiquinha e para de passar vergonha". 

Ao fim do vídeo, Eduardo Bolsonaro avisou Júnior que ele está sendo usado por movimentos que ele não compreende.

Os leitores escolhem Indiretas Já

Nem os leitores da Folha de S. Paulo caem na conversa das Diretas Já.
Leia aqui:
“Segundo pesquisa do Datafolha, 51% dos leitores do jornal defendem a adoção da solução prevista na Constituição, o pleito indireto organizado pelo Congresso.
Para 46%, contudo, o melhor seria a alteração da Carta para permitir uma eleição direta neste ano”.

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Corruptos na cadeia


Atualmente, esse é o sentimento de quem apoiou e votou em Aécio Neves. Ao contrário dos petistas, que defendem e continuam a apoiar Lula, pedindo sua volta em 2018. 


Enquanto a esquerda idolatra seus políticos bandidos como heróis, fica claro que não temos bandido de estimação, todos os corruptos devem ser presos.

6 a 1 para Temer e Dilma

Michel Temer absolvido. Dilma Rousseff absolvida.
O Valor aposta em marmelada no TSE.
Aliás, uma marmelada e tanto: a chapa da ORCRIM, de acordo com a reportagem, deve ser absolvida por 5 votos a 2 ou 6 votos a 1.

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A lavagem do TSE

Para absolver Michel Temer e Dilma Rousseff, o TSE precisará descartar todas as provas colhidas pela Lava Jato de que o PT montou o maior esquema de propinas da história do Brasil. 
É uma anistia à lavagem de dinheiro por meio das contas de campanha.

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O oscilante Fux

A marmelada no TSE conta com o voto de Luiz Fux.
A Folha de S. Paulo disse que ele “poderá optar pela absolvição” de Dilma Rousseff e Michel Temer.
Para o Valor, seu “voto que oscila entre um polo e outro. Em eventual placar com cinco votos favoráveis ao presidente, Fux votaria por não cassá-lo”.

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'Na Inglaterra, artistas se unem e dizem basta aos extremistas. No Brasil, artistas se unem aos extremistas para colocar um bandido no comando', ataca Roberto Jefferson



O presidente do PTB, Roberto Jefferson, ironizou o show feito por artistas no Rio de Janeiro, em apoio a Lula, comparando-o com as manifestações de artistas europeus contra o terrorismo: "Na Inglaterra, artistas se unem e dizem basta aos extremistas. 

No Brasil, artistas se unem aos extremistas para colocar um bandido no comando".

MPF abre inquérito para investigar US$ 80 milhões da JBS para Lula e Dilma


A Procuradoria da República do Distrito Federal instaurou inquérito para investigar o suposto repasse de US$ 80 milhões do Grupo J&F para os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do Partido dos Trabalhadores. A investigação é um desdobramento do acordo de colaboração premiada firmado pela Procuradoria-Geral da República e executivos do Grupo J&F, dono da JBS.

O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) foi instaurado pelo procurador Ivan Marx porque o desmembramento promovido pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), baseou-se na conexão dos fatos narrados pelos delatores com a Operação Bullish. Deflagrada em 12 de maio, a operação mirou os aportes bilionários do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) nas empresas do Grupo J&F.

Na delação, Joesley Batista narrou que, em 2009, foi criada uma conta para receber os repasses relacionados a Lula e, no ano seguinte, outra foi aberta para envio de valores relacionados a Dilma. O empresário revelou que, em dezembro naquele ano, o BNDES adquiriu de debêntures da JBS, convertidas em ações, no valor de US$ 2 bilhões, ‘para apoio do plano de expansão’.

“O depoente escriturou em favor de Guido Mantega, por conta desse negócio, crédito de US$ 50 milhões e abriu conta no exterior, em nome de offshore que controlava, na qual depositou o valor”, relatou Joesley.

Segundo o empresário, em reunião com Mantega, no final de 2010, o petista pediu a ele ‘que abrisse uma nova conta, que se destinaria a Dilma. Nesse momento, disse o delator, foi perguntado a Mantega se Lula e Dilma sabiam do esquema. “ Guido confirmou que sim”, disse ele.

Em outro caso, Joesley declarou que foi feito um financiamento de R$ 2 bilhões, em maio de 2011, para a construção da planta de celulose da Eldorado. O delator disse que Mantega ‘interveio junto a Luciano Coutinho (então presidente do BNDES) para que o negócio saísse’.

O empresário declarou que depositou, ‘a pedido de Mantega’, por conta desse negócio, crédito de US$ 30 milhões em nova conta no exterior, “O depoente, nesse momento, já sabia que esse valor se destinava a Dilma; que os saldos das contas vinculadas a Lula e Dilma eram formados pelos ajustes sucessivos de propina do esquema BNDES e do esquema-gêmeo, que funcionava no âmbito dos fundos Petros e Funcef; que esses saldos somavam, em 2014, cerca de US$ 150 milhões.”

Em outra ocasião, em novembro de 2014, Joesley disse que ‘depois de receber solicitações insistentes para o pagamento de R$ 30 milhões para Fernando Pimentel, governador eleito de Minas Gerais, veiculadas por Edinho Silva (tesoureiro da campanha de Dilma em 2014), e de receber de Guido Mantega a informação de que “isso é com ela”, solicitou audiência com Dilma’.

“Dilma recebeu o depoente no Palácio do Planalto; que o depoente relatou, então, que o governador eleito de MG, Fernando Pimentel, estava solicitando, por intermédio de Edinho Silva, R$ 30 milhões, mas que, atendida essa solicitação, o saldo das duas contas se esgotaria; que Dilma confirmou a necessidade e pediu que o depoente procurasse Pimentel”, narrou aos investigadores.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE LULA

A defesa só vai fazer comentário quando tiver acesso ao material, mas reitera que Lula é inocente.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE DILMA

Sobre contas na Suíça

“É fantasiosa a versão de que a presidenta eleita Dilma Rousseff seria beneficiária de conta na Suíça, ainda mais sob a titularidade do senhor Joesley Batista, que movimentaria recursos a seu bel prazer. Ela nega que tenha recebido qualquer benefício pessoal do empresário, ainda mais financeiro. Essa versão não se sustenta e sua falsidade será atestada na Justiça. Dilma Rousseff jamais teve contas no exterior.”

Sobre Joesley Batista

1. Dilma Rousseff jamais tratou ou solicitou de qualquer empresário, nem de terceiros doações, pagamentos ou financiamentos ilegais para as campanhas eleitorais, tanto em 2010 quanto em 2014, fosse para si ou quaisquer outros candidatos.

2. Dilma Rousseff jamais teve contas no exterior. Nunca autorizou, em seu nome ou de terceiros, a abertura de empresas em paraísos fiscais. Reitera que jamais autorizou quaisquer outras pessoas a fazê-lo.

3. Mais uma vez, Dilma Rousseff rejeita delações sem provas ou indícios. A verdade vira à tona.