quarta-feira, 9 de agosto de 2017

E A MÁSCARA DO SOCIALISTA MACRON JÁ CAIU: ESTALEIRO É ESTATIZADO NA FRANÇA

E como o tempo é amigo da razão… a máscara do socialista caiu. E foi bem rápido. Macron decidiu estatizar o estaleiro STX. Isso mesmo: estatizar! Os “moderados” social-democratas costumam privatizar estatais com nojinho, por necessidade, não por convicção, como fizeram os tucanos no Brasil. Mas estatizar já é outra história. É vermelho mesmo, não rosa. É socialista!

E A MÁSCARA DO SOCIALISTA MACRON JÁ CAIU: ESTALEIRO É ESTATIZADO NA FRANÇA

A França é o país mais dirigista e estatizante entre os ricos europeus. Um amigo “brincava” que toda ideia ruim do século XX pode ser de alguma forma associada a um pensador francês. O antiamericanismo, fruto da inveja, é a marca da elite “pensante” parisiense. A crença de que o estado será a grande locomotiva do progresso e da justiça social ainda é forte no país. As máfias sindicais são extremamente poderosas. O mistério é como a França ainda não afundou de vez, apesar de estar a caminho, ainda que com certa elegância.
Diante desse quadro quase socialista, e após o fracasso do governo socialista de Hollande, eis que surge um sujeito jovem, casado com uma senhora bem mais velha, com fala mansa e propostas “modernizantes”. Sim, ele vinha do mercado financeiro. Sim, ele foi do mesmo governo socialista de Hollande até “ontem”. Sim, era um ilustre desconhecido. Mas a mídia se encantou! E o socialista virou um moderado modernizador da noite para o dia.
Com maquiagem suficiente e uma ajudinha da imprensa, Macron foi eleito (é verdade que a alternativa era terrível também, o que ajudou). Mas imediatamente várias pessoas supostamente inteligentes passaram a repetir que o cara era um liberal moderado. Aí não! Cheguei a escrever textos alertando para o engodo da “fake news”, como este, em que procuro compreender a felicidade com a derrota de Le Pen, mas mostro perplexidade com a celebração da vitória de Macron em si.
Mas no Brasil temos que ter paciência, todos aqueles que possuem algum bom senso. A turma gosta de ser enganada. A turma ainda acredita na mídia mainstream. E a turma adora a forma, sem ligar tanto para o conteúdo. Basta aparecer um sujeito com postura moderada, calmo, em ternos decentes, que a galera vai ao delírio: moderado, moderado! Ele pode ser socialista, mas se vestir um terno Armani, vira um moderado!
E como o tempo é amigo da razão… a máscara do socialista caiu. E foi bem rápido. Macron decidiu estatizar o estaleiro STX. Isso mesmo: estatizar! Os “moderados” social-democratas costumam privatizar estatais com nojinho, por necessidade, não por convicção, como fizeram os tucanos no Brasil. Mas estatizar já é outra história. É vermelho mesmo, não rosa. É socialista!
Claro, o argumento é de que se trata de medida “temporária” (e não foi assim com as cotas raciais, com o assentamento agrário e tantas outras medidas “temporárias” da esquerda?). “Anuncio que tomamos a decisão de exercer nossos direito de preferência na STX. O nosso objetivo é defender os interesses estratégicos da França. A decisão de exercer esse direito que apenas adotamos é uma decisão temporária”, informou Bruno Le Maire, ministro da Economia. Só digo uma coisa:
Tentando ser muito compreensivo com o Macron, podemos até dizer que uma estatal comprar outra, num setor “estratégico” como o dos estaleiros, é algo que pode suscitar dúvidas. Mas se fosse um Reagan a vetar tal compra, a gente até poderia acreditar na intenção. Vindo de Macron, a máscara cai mesmo, e fica evidente o pretexto para, no fundo, levar adiante sua agenda estatizante, como todo socialista. Não dá para comprar o “liberal” Macron a valor de face. É preciso ser muito ingênuo para cair nessa.
Mais cautela, meus caros liberais. Não podemos aceitar que qualquer um que apareça com roupas finas e fala mansa, prometendo algumas reformas “modernizantes”, seja logo associado ao liberalismo. Liberalismo é coisa séria, tem uma história, um legado, ícones louváveis. Chamar social-democrata de liberal já é ofensa o suficiente. Meter socialista no grupo é inaceitável!
Rodrigo Constantino


Joesley depõe à PF sobre lucro milionário na bolsa antes da sua delação

O dono da holding J&F, que controla a JBS, o empresário Joesley Batista, foi nesta segunda-feira à sede da Polícia Federal em São Paulo para prestar depoimento sobre a venda de ações nos dias que antecederam a divulgação dos acordos de colaboração premiada firmados com a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Três semanas depois da homologação da delação premiada que implicava o presidente Michel Temer, as empresas da família Batista foram alvo da Polícia Federal que buscava provas de que o grupo supostamente obteve lucros com a compra de dólares e a venda de ações por ter informações privilegiadas de que a sua colaboração viria à público e que, por consequência, a moeda americana ficaria mais cara e os papeis do conglomerado perderiam valor nas horas seguintes.
O advogado de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini, disse que o cliente respondeu a todas as perguntas e explicou que não há relação entre a delação premiada e as operações feitas pelas empresas nos últimos meses.
Acordo de delação
O acordo de delação dos executivos da JBS foi firmado em 3 de maio. Entre 24 e 27 de abril – dias antes, portanto – a JBS comprou cerca de 19,8 milhões de ações da própria empresa, segundo as investigações. Desse total, 7,2 milhões foram vendidas pela FB Participações – empresa que reúne os negócios da família Batista. A operação é considerada atípica.
Desde que a delação foi divulgada, as ações da JBS chegaram a perder quase 40% do seu valor. A empresa informou que “todas as operações de compra e venda de moedas, ações e títulos realizadas pela J&F, suas subsidiárias e seus controladores seguem as leis que regulamentam tais transações”.

Grupo de Katia Abreu propôs que Dilma seja deputada ou senadora pelo Nordeste

Dilma Rousseff ainda não botou a cabeça para fora em direção ao jogo eleitoral em 2018. Quem a conhece aposta que ela só tomará uma decisão quando for definido se Lula poderá ou não disputar a presidência.
Mas as sugestões são muitas. Em um jantar na casa de Kátia Abreu, cerca de um mês atrás, um grupo de aliados propôs à ex-presidente que ela saia candidata, seja a deputada ou a senadora, por um estado do Nordeste, segundo O Antagonista.

Maria do Rosário intimada

Maria do Rosário foi intimada pelo STF a depor no próximo dia 23 na ação penal aberta contra o Jair Bolsonaro por injúria e apologia ao crime. 
A deputada acusa o colega de apologia ao estupro, informa O Antagonista

Moro mantém decisão de investigar tentativa de estelionato contra filha de Bendine, por envolver o STF

Sergio Moro rebateu nesta terça-feira o argumento do delegado da Polícia Federal, Filipe Hille Pace de que a Justiça Federal não poderia investigar a tentativa de estelionato contra uma das filhas de Aldemir Bendine. O ex-executivo da Petrobras foi preso na 42ª fase da Lava Jato, há duas semanas.
Moro disse que a Justiça Federal deve ser responsável pela investigação porque o e-mail com o crime, enviado à filha de Bendine, sugere o envolvimento de alguém no STF. “Embora a vítima direta seja a filha de Aldemir Bendine e quiçá o próprio, a sugestão, embora indevida e falsa, do envolvimento de alguém do Egrégio Supremo Tribunal Federal é suficiente para fixar, por ora, a competência da Justiça Federal”, afirmou Moro.
Ontem, o magistrado já havia determinado que a PF apurasse a tentativa de estelionato Amanda Bendine recebeu do endereço aldemirbendine63@bol.com.br um e-mail em que o remetente, dizendo ser seu pai, pedia que sua mãe, Silvana Bendine, transferisse 700.000 reais a uma conta do Banco do Brasil em nome de “Alexandre Inácio”
O falso Bendine, que disse contar com a ajuda de um agente da Polícia Federal no envio do e-mail, explicou que o valor seria destinado a “garantir o habeas corpus domiciliar” no Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu já tinha combinado o valor com eles”, acrescentou.
De acordo com o Moro, se a apuração dos fatos concluir que não houve crime contra “interesse, bem ou serviço da União Federal”, a investigação poderia ser enviada a outra jurisdição. “Assim, sem razão, por ora, a ilustre autoridade policial ao afirmar (…) não vislumbrar competência da Justiça Federal”, completou.
A mensagem dizia:
“Filha é o pai. um agente está me ajudando neste e-mail. estou bem avisa a sua mãe e a Andressa.Tenho um contato no RJ que tem uma conexão com o STF.. para garantir o habeas corpus domiciliar. eu já tinha combinado o valor com eles.fale com a Silvana fazer um Ted para o banco do Brasil agência 1257-2 conta 3933_0 nome Alexandre Inácio , valor 700 mil reais quando for a hora falo com o bottini… para pedir o habeas….amo vocês..”, diz a mensagem.
Os advogados Pierpaolo Cruz Bottini e Cláudia Vara San Juan Araujo, que defendem Bendine, sugeriram a Moro que quebrasse o sigilo do remetente e também da conta corrente indicada para depósito, para que pudesse ser identificada a sua titularidade.

Ciro Gomes afirma que Bolsonaro fez lavagem de dinheiro

Em entrevista hoje (9) no programa Pânico apresentado na rádio Jovem Pan, Ciro Gomes (PDT) anunciou sua candidatura para as eleições de 2018. 
Em meio a várias perguntas com temas variados e polêmicos, Ciro falou do caso sobre o repasse de R$ 200 mil feito pela empresa JBS ao Deputado Jair Bolsonaro (PSC). “Onde a JBS arrumou o número da conta dele, cacete? O nome disso é lavagem de dinheiro”.
Em esclarecimento na época, o  deputado informou que o dinheiro que entrou em sua conta foi do fundo partidário e, ao saber que vinha da JBS, devolveu integralmente o valor.
Em julho deste ano, Ciro disse que as coalizões com a esquerda são possíveis e que acredita que terá apoio do PT e do PCdoB.

Novo partido de Bolsonaro vai se chamar Patriota

Partido Ecológico Nacional (PEN) mudará de nome para lançar o deputado Jair Bolsonaro à Presidência da República em 2018. Anúncio oficial será nesta quinta-feira (10).
Novo partido de Bolsonaro vai se chamar Patriota
O Partido Ecológico Nacional (PEN), sigla escolhida pelo deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para disputar a Presidência da República em 2018, vai mudar de nome para Patriota. O próprio Bolsonaro fará o anúncio de forma oficial na quinta-feira (10), num hotel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, às 16 horas.

Mas a filiação mesmo só se dará na janela eleitoral, que ocorrerá em março de 2018, ou numa eventual nova data que possa vir a ser definida pela reforma política. Ele não pode se filiar antes desse período.

O estatuto do PEN, ou Patriota, será todo alterado. Bolsonaro afirmou à Gazeta do Povo que o partido vai perder “essa história de ecológico” e vai valorizar o agronegócio.

“Que é o que interessa, o agronegócio. Que leva o país para frente. Essa história de ecológico é tudo deturpado no Brasil. O PEN vai sofrer uma cambalhota, vai virar do avesso”, afirmou Bolsonaro.

O deputado contou ainda que o estatuto vai proibir coligações com “partidos de esquerda”. Bolsonaro será o presidente de honra. O atual presidente do PEN, Adilson Barroso, continuará no cargo.

O deputado descartou o nome Prona, apesar de ser um seguidor das ideias de Enéas Carneiro, ex-líder da legenda e que foi candidato a presidente da República com o bordão “Meu nome é Enéas”. “Quando surgiu essa possibilidade começaram a falar que eu ia me filiar a um partido de ultradireita. Aí começam os rótulos. Então deixei para lá”.

A filiação de Bolsonaro ao PEN – e o desejo de mudar o nome da legenda para Patriota ou Prona – foi antecipada pela Gazeta do Povo no final de julho.

Entra na reta final a ação penal contra Lula por obstrução da Justiça

O juiz Vallisney Oliveira, da 10a. Vara Federal de Brasília, em despacho desta segunda-feira(7), definiu as últimas providências na ação penal que tem como réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário José Carlos Bumlai, o ex-senador Delcídio Amaral e outras quatro pessoas. 

Eles são acusados de obstruir o trabalho da Justiça ao tentar comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras e delator da Lava Jato. 

De acordo com a decisão de Vallisney Oliveira, após cumprida uma formalidade requerida pela defesa de um dos réus, o processo deve seguir para o Ministério Público Federal, para alegações finais. 

Em seguida, será a vez dos réus apresentarem os últimos argumentos contra as acusações. 

É a fase que antecede a sentença.

Ministro Barroso defende punição ‘a quem acostumou a viver com dinheiro dos outros’

Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal, disse nesta terça-feira, 8, que o Brasil é um País que ‘se perdeu na história’ e defendeu ‘punição adequada e proporcional às pessoas que acostumaram a viver com dinheiro dos outros, com dinheiro desviado do povo brasileiro’.

Barroso foi enfático ao pregar mudanças na rotina do País, inclusive na política, que ele definiu como ‘gênero de primeira necessidade’. As informações foram divulgadas pela Globo News.

“É imperativo que, com o devido processo legal, moderação, proporcionalidade, se cumpra a lei e se puna, adequada e proporcionalmente, essas pessoas todas que acostumaram a viver com dinheiro dos outros, com dinheiro desviado da sociedade e do povo brasileiro”, disse o ministro.

“Somos um país que se perdeu na história, que se desencontrou de si mesmo, que se desencontrou da sua gente, que se desencontrou do seu destino”, seguiu Barroso.

O ministro Barroso sugeriu que ‘é preciso constatar isso para começar a mudá-lo’. Para ele, ‘política é um gênero de primeira necessidade, é por isso, aliás, que é preciso resgatá-la e devolver o espaço democrático, a credibilidade, respeitabilidade à política’.

Manifesto de procuradores alerta contra mudanças nas leis que protegerão criminosos

Grupo com mais de 150 procuradores, promotores, advogados e juízes lançou um Manifesto contra propostas de mudanças nas leis penais. Segundo esses profissionais do Direito, as mudanças propostas, ao invés de combater a impunidade, promovem a "bandidolatria" e devem tornar a lei penal ainda mais branda, dando um verdadeiro salvo-conduto aos criminosos. 

Leia abaixo o manifesto: 

Manifesto sincero ao povo brasileiro de alguns profissionais do Direito realmente preocupados com as Vítimas e a segurança pública.  
Nós, operadores do Direito realmente preocupados com a segurança pública, com o direito de ir e vir das pessoas, com a vida das pessoas de bem e não só dos bandidos, preocupados especialmente com as vítimas e não só com seus algozes, queremos revelar certas verdades a você, cidadão que sustenta o Estado e tem se enganado com ele e com certas entidades, certos professores, certos  “especialistas” e outros que parecem não querer que você saiba de certas coisas. Mas você saberá agora que muita coisa do que você tem sido induzido a pensar NÃO É VERDADE! VOCÊ TEM SIDO ENGANADO!
Você pensa que estão fazendo um novo código penal para diminuir a IMPUNIDADE e melhorar a segurança pública, mas o que está em andamento torna a LEI PENAL MAIS BRANDA e ainda dá salvo-conduto a desordeiros e terroristas fazerem o que quiserem sem responderem na Justiça.  É O QUE ELES CHAMAM DE REFORMA DO CÓDIGO PENAL: QUE SÓ VAI AUMENTAR A IMPUNIDADE... 
Você pensa que estão preocupados com os crimes nas ruas, os assassinatos, os assaltos, com a impunidade, mas eles estão tentando tirar criminosos perigosos da prisão e colocá-los nas ruas, aumentando o perigo para os cidadãos e alegando presídios cheios, enquanto ao mesmo tempo são contra construir novos presídios parecendo que querem continuar a ter a mesma alegação pra continuarem soltando. É O QUE ELES CHAMAM DE DESENCARCERAMENTO: BANDIDOS SOLTOS E VOCÊ PRESO EM CASA COM MEDO, OU CORRENDO RISCO NA RUA. 
Você pensa que eles se preocupam com sua vida, mas criaram uma audiência que resultou no aumento daqueles casos em que o marginal perigoso é imediatamente solto e faz outras vítimas nos dias seguintes.  É O QUE ELES CHAMAM DE AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA. 
Você pensa que estão fazendo mudanças no Código de Processo Penal para que ele facilite a apuração da verdade, e que se evite impunidade, e que se evite o deboche da justiça, e que se dê algum consolo à família das vítimas.  Mas o que estão fazendo é PROIBIR que o Ministério Público possa expor certas verdades.  É colocar número par de jurados e decretar que o empate pode absolver, para aumentar as chances de salvar assassinos. É permitir que a defesa fale duas vezes enquanto o MP só fala uma.  É proibir que se leiam depoimentos do inquérito que foram produzidos antes das testemunhas serem ameaçadas, antes delas estarem com medo, antes delas serem compradas... É O QUE ELES CHAMAM DE PROCESSO PENAL DEMOCRÁTICO: DEVIAM CHAMAR DE PROCESSO PENAL DEMOCIDA (AQUELE QUE EXTERMINA O POVO). 
Você pensa que estão fazendo uma lei para evitar o abuso de autoridade de qualquer um, mas ELES ESTÃO MESMO É FAZENDO UMA LEI QUE SÓ ATINGE PROMOTORES, POLICIAIS E JUÍZES e voltada a garantir que qualquer criminoso faça represálias sem fundamento contra quem ousar promover justiça. É O QUE ELES CHAMAM DE NOVA LEI DO ABUSO DE AUTORIDADE: SÓ VAI ATINGIR A  AUTORIDADE  QUE ATUA DE FORMA JUSTA E EFICIENTE.   
Você pensa que eles querem Democracia e Justiça, mas eles criam uma proposta de Lei, VIOLANDO A CONSTITUIÇÃO, para punir promotores e juízes que deles discordarem, acusando-os da indefinida conduta – que serve pra tudo, quando se quiser—de violar prerrogativas da classe-- e ainda permitindo que, contra a Constituição, uma corporação possa fazer procedimentos inconstitucionais contra promotores, juízes e policiais.  É O QUE ALGUNS CHAMAM DE GARANTIR AS PRERROGATIVAS DA CLASSE: PARA QUE SE POSSA CONSTRANGER PROMOTORES, JUÍZES E POLICIAIS E DEIXÁ-LOS COM MEDO DE CONTRARIAREM VOLUNTARISMOS ILEGAIS E CHICANAS E TORNA A CLASSE A MAIS PODEROSA E DIFERENCIADA DO PAÍS... 
ocê pensa que eles querem garantias para você, cidadão, mas eles só querem que não haja punições de verdade, só querem garantir criminosos... É O QUE ELES CHAMAM DE GARANTISMO, NO BRASIL: QUE TEM GERADO CADA VEZ MAIS IMPUNIDADE DA FORMA QUE APLICAM. Enfim, você pensa que eles querem te proteger, mas QUASE TODAS AS MEDIDAS SÃO PARA PROTEGER CRIMINOSOS E GARANTIR IMPUNIDADE. 
Pelas obras e pelos frutos você verá melhor quem é quem: PRESTE SEMPRE ATENÇÃO. Em breve falaremos mais, revelaremos mais, explicaremos mais. Este é só o primeiro dos manifestos. “Quem poupa o lobo sacrifica as ovelhas” (Victor Hugo) 
Bandidolatria mata. 
Desencarceramento mata. 
Impunidade mata.  


terça-feira, 8 de agosto de 2017

QUEM APOIA O REGIME DE MADURO?

Eleitores de Bolsonaro se revoltaram com voto do deputado na denúncia contra Temer

Voto de Jair Bolsonaro causou curto circuito em seu eleitorado. Muitos demonstraram descontentamento e decepção com o posicionamento do deputado na sessão que arquivou o prosseguimento das investigações contra Michel Temer.
ELEITORES DE BOLSONARO SE REVOLTARAM COM VOTO DO DEPUTADO NA DENÚNCIA CONTRA TEMER
por Kiko Nogueira
O voto dos Bolsonaros Jair e Eduardo na Câmara a favor da denúncia contra Temer causou um curto circuito em seu eleitorado e uma debandada em massa.
Antipetistas, anticomunistas, pouco inteligentes e sobretudo com pânico de Lula, fãs de Bolsonaro preferem manter um corrupto amigo como Michel Temer.
Bandidos de estimação, desde que à direita, estão liberados na utopia fascista.
A reação forçou pai e filho a dar explicações.
Eduardo fez um vídeo no carro, dirigindo (alô, autoridades do trânsito). Reclamou que lhe passaram um “atestado de trouxa”, que “tem vergonha na cara” e que é preciso “um cara decente na presidência”.
Seu genitor escreveu nas redes tentando explicar a diferença entre votos “sim” e “não” para sua galera de analfabetos políticos.
A verdade é que ambos colaboraram com a estratégia de Michel Temer.
Como lembrou Lauro Jardim no jornal O Globo, deram quórum, garantindo o início da sessão que deveria matar a primeira denúncia.
Na sequência, votaram pelo encerramento das discussões, garantindo que a votação começasse o quanto antes e, com isso, se encerrasse também rapidamente.
A fragilidade do discurso moralista é facilmente desmoronável e cheia de buracos populistas.
Até 2018, muita água suja vai minar a candidatura da grande esperança branca da extrema direita, segundo colocado na pesquisas mais recentes.
conteúdo: pragmatismo politico

A PUREZA FATAL DO INCORRUPTÍVEL EM NOME DO POVO: LIÇÕES IMPORTANTES DA VIDA DO JACOBINO ROBESPIERRE

Poucas pessoas causaram mais mal à humanidade do que aquelas que se imbuíram sinceramente da crença de que lutavam em nome do povo. Quando este conceito abstrato passa a ser confundido com a própria pessoa, quando ela não mais consegue se distinguir do tal “povo”, eis onde mora o grande perigo. O nobre fim – libertar o povo de todas as opressões e mazelas – passa a justificar quaisquer meios. E ninguém melhor do que Robespierre para ilustrar este risco.
A PUREZA FATAL DO INCORRUPTÍVEL EM NOME DO POVO: LIÇÕES IMPORTANTES DA VIDA DO JACOBINO ROBESPIERRE
por Rodrigo Constantino
“E se entrar outro corrupto? Aí é simples: a gente vai derrubando. Um, dois, três, quatro, cinco, dez, vinte, até que você da sociedade pare de fazer merda e coloque alguém decente na presidência”. Essa foi a fala do deputado Eduardo Bolsonaro num vídeo de desabafo gravado em seu carro, para justificar seu voto da quarta, dia 2.
O voto era complicado mesmo, pois a extrema-esquerda, como já disse, montou uma narrativa que deixou todos os demais numa grande sinuca de bico: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Ou se votava ao lado dos radicais comunistas, fazendo seu jogo, ou corria o risco de ter a pecha de “defensor de bandido” e “incoerente hipócrita”. Vitória de Pirro.
Mas gostaria de falar mais sobre o que disse Eduardo. Se for para levar totalmente a sério essa retórica purista, não há política que resista, não há sistema que sobreviva. O deputado está em busca da pureza, uma “pureza fatal”, que não faz parte da vida real, menos ainda da vida política. Se seu pai fosse eleito, não governaria um dia com essa mentalidade, sem concessão alguma aos que estão no poder.
Aliás, a fala é simplista e foca 100% na pessoa, na figura do presidente, que deveria ser um santo, em vez de focar no próprio sistema, no mecanismo perverso de incentivos, como na concentração de poder e recursos no estado. Sei que corro o risco de ter meu raciocínio distorcido, mas é um risco que preciso correr, pois vejo um grande perigo nessa postura.
Não é relativismo moral, algo com que jamais compactuei, até porque quem me conhece sabe do meu rigor ético até excessivo. Sou pouco flexível com “malfeitos” de todo tipo, por menor que sejam. Mas daí a pregar essa pureza infantil, e de forma claramente radical e jacobina, de quem não liga a mínima para a estabilidade e quer ir degolando uma, duas, dez, vinte cabeças até se encontrar “o incorruptível”, vai uma longa distância, que separa a pessoa razoável de um fanático moralista ou um hipócrita oportunista.
Robespierre fazia parte do primeiro grupo. Esses são ainda mais perigosos do que os outros, que apenas usam o discurso da pureza ética para se promover. Segue, portanto, uma resenha que fiz para a revista Voto de uma biografia do líder jacobino, que pode ajudar a ilustrar meu ponto central aqui:
Em nome do povo
“Amar a Humanidade é fácil; difícil é amar o próximo.” (Nelson Rodrigues)
Poucas pessoas causaram mais mal à humanidade do que aquelas que se imbuíram sinceramente da crença de que lutavam em nome do povo. Quando este conceito abstrato passa a ser confundido com a própria pessoa, quando ela não mais consegue se distinguir do tal “povo”, eis onde mora o grande perigo. O nobre fim – libertar o povo de todas as opressões e mazelas – passa a justificar quaisquer meios. E ninguém melhor do que Robespierre para ilustrar este risco.
Durante os últimos cinco meses de vida, quando concentrou um poder praticamente tirânico sobre a França, mais de duas mil pessoas foram guilhotinadas em Paris, uma quantidade mais de cinco vezes superior ao que havia sido morta nos onze meses que precederam o reinado do terror pessoal de Robespierre. Na biografia de Ruth Scurr sobre esta importante figura da Revolução Francesa, o próprio título já resume de forma sucinta a imagem desse perigo: Pureza Fatal (Editora Record, 2009).
Não teria sido a hipocrisia, ou mesmo as ambições materiais que tornaram Robespierre uma ameaça tão grande à liberdade, e, sim, sua total convicção de que ele e o povo eram uma só coisa. O Incorruptível, como era conhecido, seria a mão sangrenta executando com fanatismo as ideias de Rousseau. Robespierre, vestido com a capa da pureza moral, seria o instrumento da “vontade geral”. A visão de uma sociedade ideal, livre dos “pecados” da aristocracia e da miséria, faria com que ele acreditasse, de forma insana, ser o veículo da Providência que levaria a França para um futuro perfeito.
Os pobres haviam se tornado uma abstração coletiva, santificados por sua retórica, e seriam libertados por ele, o escolhido do povo. Nada poderia ficar no caminho entre ele e seus ideais. Quem eventualmente discordasse de alguma coisa, ainda que relativamente insignificante, seria visto como um “inimigo do povo”. Aquele que questionasse seus métodos era um traidor da Pátria, um contrarrevolucionário. Até mesmo seu antigo amigo e aliado Danton seria vítima de sua paranoia e acabaria guilhotinado também. A soberania popular precisava predominar, já que a vontade do povo é tudo, a fonte da Justiça. E ele, Robespierre, falava em nome do povo.
Robespierre nunca demonstrava arrependimento de nada, jamais reconhecia publicamente algum erro. Como diz a historiadora, “se ele estivesse errado, o povo também estaria, e Rousseau assegurara-lhe que esse simplesmente não poderia ser o caso”. Mirabeau teria percebido essa perigosa convicção, comentando: “Esse homem vai longe, ele acredita em tudo o que diz”. E, de fato, Robespierre foi mais longe do que qualquer um poderia imaginar. Ele foi um dos grandes responsáveis pela escalada de violência durante a Revolução, pelo degolamento do rei, pela prisão de milhares de inocentes, enfim, pela radicalização dos jacobinos que lançou o país numa guerra civil sangrenta. Em nome da paz, Robespierre ajudou a criar o Tribunal Revolucionário, que acabaria condenando inúmeras pessoas à guilhotina pelos motivos mais banais.
Nada disso passou despercebido pelos seus oponentes, que o acusaram de várias coisas diferentes. O marquês de Condorcet, um dos deputados girondinos, escreveu que Robespierre tinha apenas uma missão: falar incessantemente; “ele cria discípulos”. Acrescentou ainda que ele “diz-se amigo dos humildes e dos fracos, deixa-se seguir por mulheres e pelos pobres de espírito, recebendo a adoração deles com seriedade”. Enfim, Robespierre seria um “padre e nunca será nada além de um padre”. Ele pregava para uma seita, despertava a reverência dos ignorantes, que o viam como instrumento para sua sede de violência. Robespierre ajudou muito a abrir os portões da barbárie. O povo “puro” se mostraria, de fato, uma turba de vândalos e assassinos.
O julgamento popular pregado por Robespierre seguia a ética do linchamento. Quem precisa de tribunais legais quando se tem o povo para julgar? Robespierre, defendendo a execução do rei, escreveu: “Um povo não julga como um tribunal. Ele não determina sentenças, mas arremessa raios; ele não condena reis, mas os atira no abismo; tal justiça é tão atraente quanto a justiça dos tribunais”. Adotando a estratégia do duplipensar descrita por Orwell, Robespierre tentou se convencer que violência era paz. Na defesa da permanência do Terror, ele escreveu: “O terror nada mais é do que justiça, imediata, severa e inflexível. Ele é, portanto, uma emanação da virtude, resultando da aplicação da democracia às necessidades mais prementes do país”. Para aquele que não se importava com indivíduos, apenas com o “povo”, o terror passou a ser um meio necessário para seu nobre fim.
Nada poderia abalar sua crença de que sua vida era realmente dedicada ao melhor para o povo, nem mesmo o banho de sangue em Paris e a miséria espalhada por toda França. Mais cansado e desiludido, Robespierre constatou que “existem poucos homens generosos que amam a virtude por si só e desejam ardentemente a felicidade do povo”, naturalmente se incluindo nesse grupo seleto. O fracasso da Revolução não poderia ser fruto dos meios adotados por ele; tinha que ser culpa dos próprios homens, os quais não eram tão virtuosos como ele próprio.
A mesma postura seria vista nos comunistas mais tarde, que, apesar da desgraça que sua ideologia trouxe ao mundo, jamais aceitariam culpar o próprio sistema defendido. O experimento social de se criar o “novo homem” justifica todo tipo de atrocidade para essas pessoas. Trata-se de uma verdadeira tirania da visão, na qual somente eles possuem o monopólio da virtude. Quem não compartilha de suas crenças é um inimigo do povo, um alienado, um egoísta insensível, um traidor da classe.
Quantos crimes cometidos em nome da igualdade e liberdade! O povo teria mais chances de viver melhor se aprendesse a desconfiar de todo aquele “profeta” que jura falar em seu nome, que pretende guiá-lo ao paraíso. “O que sempre fez da Terra um inferno foi o fato de o homem tentar torná-lo seu paraíso”, disse o poeta Höelderlin. Em nome do povo, as maiores atrocidades foram praticadas.
Rodrigo Constantino
via Gazeta do Povo

OS SOCIALISTAS QUEREM A DITADURA

OS SOCIALISTAS QUEREM A DITADURA
Por Carlos I. S. Azambuja

O texto abaixo foi escrito por Claude Frédéric Bastiat (Baiona,30 de junho de 1801 — Roma, 24 de dezembro de 1850), economista e jornalista francês. A maior parte de sua obra foi escrita durante os anos que antecederam e que imediatamente sucederam a Revolução de 1848. Nessa época, eram grandes as discussões em torno do socialismo, para o qual a França pendia fortemente. Como deputado, teve a oportunidade de se opor vivamente às idéias socialistas, fazendo-o através de seus escritos, em estilo cheio de humor e sátira.
    
Entre os economistas franceses, Frédéric Bastiat ocupa um lugar de destaque. Sua obra completa se compõe de sete volumes. Um princípio domina sua obra: A lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. É desta forma que Bastiat analisa o funcionamento do Estado, esta "grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas dos demais". Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei.
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Como se vê, os homens não passam de matéria vil. Não lhes cabe desejar o bem, pois são incapazes disso. De acordo com Saint-Just, somente o legislador pode fazê-lo. As pessoas são apenas o que deseja que sejam. De acordo com Robespierre, que copia Rousseau literalmente, o legislador começa por indicar a finalidade pela qual se institui a Nação. A seguir, o governo deve apenas dirigir a ela as forças físicas e morais da Nação. Ela mesma fica sempre passiva em tudo isso. E Billauyd-Varene nos ensina que o povo deve ter apenas preconceitos, hábitos, afeições e necessidades que o legislador autorizar. Ele chega até a afirmar que a inflexível austeridade de m homem é a base da República.   
    
Vimos que, no caso em que o mal ser tão grande que os juízes comuns não possam remediá-lo, Mably recomenda a ditadura para promove a virtude: “recorrei a um tribunal extraordinário com poderes consideráveis por um curto espaço de tempo. A imaginação dos cidadãos precisa ser sacudida”. Essa doutrina não foi esquecida. Escutemos Robespierre (*):
    
“O princípio do governo republicano é a virtude, e o meio pelo qual se estabelece, o terror. Em nosso país desejamos substituir o egoísmo pela moralidade, a honra pela honestidade, os costumes pelos princípios, a etiqueta pelos deveres, a tirania da moda pelo império da razão, o desprezo pelos erros e pela pobreza, a insolência pelo orgulho, a vaidade pela grandeza da alma, o amor ao dinheiro pelo amor à glória, as boas companhias pelas boas pessoas, a intriga pelo mérito, a astúcia pelo gênio, o brilho pela verdade, o tédio do prazer pelo charme da felicidade, a pequenez dos grandes pela grandeza dos homens, um povo amável, frívolo e miserável por um povo genuíno, forte e feliz. Em suma, desejamos substituir todos os vícios e absurdos de uma monarquia por todas as virtudes e milagres de uma república.
    
(*) Maximilien François Marie Isidore de Robespierre (1758-1794) advogado e político jacobino, foi um dos principais líderes da Revolução Francesa, sobretudo no período conhecido como Terror (de 5 de dezembro de 1793 a 28 de julho de 1794) marcado pela execução em massa dos “inimigos da revolução”, o que resultou em cerca de 40 mil mortos. 


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Alerta Total – www.alertatotal.net

Relatório que aponta corrupção de Gleisi é chance de Janot 'disfarçar seu seletivismo'

Luciano Ayan, colunista, em artigo postado no site Re-União, defende que o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, deveria pedir a prisão da senadora Gleisi Hoffmann. 
Um inquérito concluído pela Polícia Federal aponta a senadora como receptora de R$ 4,5 milhões de propina. 

Para Ayan, um pedido de prisão não provaria ausência de seletivismo, "mas ainda daria para disfarçar um pouco". 

Leia trecho do artigo: 

Aguardamos pelo menos um pedido de prisão preventiva da senadora por parte do PGR Rodrigo Janot. Sem esse pedido, teremos mais uma prova de seletivismo.
Não que ele consiga provar ausência de seletivismo com esse pedido de prisão, claro. Mas ainda daria para disfarçar um pouco.
Porém, já que ele pediu três vezes a prisão de Aécio Neves, o que se espera é que peça pelo menos uma vez a prisão de Gleisi. Na verdade, ele ainda tem 1 mês e meio de mandato, tempo suficiente para ele pedir três vezes a prisão de Gleisi. 
 
E aí, Janot, vai tentar disfarçar ou não?

Carros oficiais consomem R$1,6 bilhão do contribuinte por ano

Somente a mordomia de carro oficial no serviço público federal custa por ano mais de R$1,6 bilhão. Ao menos foi isso o que custou em 2016, ano de vacas raquíticas. Esses recursos foram gastos na compra de veículos, na manutenção da frota, na aquisição de acessórios e no pagamento de impostos do tipo IPI e IPVA. Em 2015, o gasto foi maior: R$1,7 bilhão. Esses custos não incluem salários, óleo ou combustível. 

A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os ministérios da Defesa, Justiça e Educação gastaram R$1,153 bilhão em veículos oficiais. Defesa, o recordista, responde por R$768 milhões.

Com a mãe já cassada, a filha de Dilma foi flagrada há um ano usando carro oficial com o marido. Ex-presidentes também têm esse direito.

Além dos carros de representação, com os quais autoridades podem ir a restaurantes e fazer compras, há os de “serviço”, de placa branca.

Moro manda investigar e-mail que pediu R$ 700 mil por habeas corpus do STF

Sérgio Moro mandou nesta segunda-feira, 7, a Polícia Federal abrir um inquérito para investigar a autoria de um e-mail enviado a Amanda Bendine, filha do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine. A decisão atende um pedido dos advogados Pierpaolo Cruz Bottini e Cláudia Vara San Juan Araujo, que defendem o executivo. A defesa relatou ao juiz que a mensagem foi recebida por Amanda no dia 2 de julho, e pedia um depósito de R$ 700 mil para pagar uma decisão em habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Intimem-se Ministério Público Federal e autoridade policial, com urgência e por telefone, acerca da petição, devendo a autoridade policial providenciar a instauração de inquérito para apurar os fatos”, ordenou Moro.

Bendine foi preso em 27 de julho na Operação Cobra, 42.ª fase da Lava Jato. O ex-presidente da Petrobras é suspeito de receber R$ 3 milhões em propina da Odebrecht.

O e-mail foi enviado à filha de Bendine às 17h50 do dia 2 pelo remetente aldemirbendine63@bol.com.br.

“Filha é o pai. um agente está me ajudando neste e-mail. estou bem avisa a sua mãe e a Andressa.Tenho um contato no RJ que tem uma conexão com o STF.. para garantir o habeas corpus domiciliar. eu já tinha combinado o valor com eles.fale com a Silvana fazer um Ted para o banco do Brasil agência 1257-2 conta 3933_0 nome Alexandre Inácio, valor 700 mil reais quando for a hora falo com o bottini… para pedir o habeas….amo vocês..”, diz a mensagem.

Os advogados de defesa de Bendine, Pierpaolo Cruz Bottini e Cláudia Vara San Juan Araujo, sugeriram a Moro que quebre o sigilo do remetente e também da conta corrente indicada para depósito, a fim de que possa ser identificada a sua titularidade.

“Trata-se de e-mail recebido no final do dia de ontem por Amanda Bendine, filha do peticionário, na qual pessoa que se faz passar por Aldemir Bendine, hoje custodiado na carceragem da Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná, solicita a realização de depósito de R$ 700 mil, na conta de terceiro desconhecido para suposto pagamento de decisão em habeas corpus a ser impetrado perante o STF”, relatou a defesa a Moro.



PF conclui inquérito sobre Gleisi e vê indícios de corrupção e lavagem de dinheiro

Polícia Federal concluiu um inquérito que investigou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e apontou indício dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (7), a PF informou que Gleisi recebeu propina da Odebrecht disfarçada de doação eleitoral em 2014.

Além desse inquérito, ela já é ré no Supremo Tribunal Federal (STF) acusada de receber R$ 1 milhão de dinheiro desviado da Petrobras.

O advogado Rodrigo Mudrovitsch, que defende a senadora, afirmou que Gleisi não cometeu qualquer irregularidade. "A defesa entende que não há elementos nos autos que autorizem a conclusão alcançada pela Polícia Federal. Não foi praticada qualquer irregularidade pela senadora", afirmou.

Segundo as investigações, a petista teria recebido, por meio de intermediários, oito pagamentos de R$ 500 mil cada.

Os repasses, de acordo com a PF, estavam registrados em uma planilha apreendida com uma funcionária do Setor de Operações Estruturadas da empresa, que ficou conhecido como departamento de propinas.

Os repasses, segundo a Polícia Federal, foram feitos a um dos sócios de uma empresa que prestou serviços de propaganda e marketing a Gleisi durante a campanha de 2014.

Na nota, a PF afirma ainda que foram encontrados mais três repasses à mesma empresa: um de R$ 150 mil em 2008 e dois de R$ 150 mil em 2010.

Além da senadora, a PF também viu indícios dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por parte do ex-ministro Paulo Bernardo, marido da petista, e pelo então chefe de gabinete da senadora, Leones Dall Agnol.

Veja a íntegra da nota da Polícia Federal sobre o inquérito:

PF CONCLUI INQUÉRITO DO STF
Brasília/DF –A Polícia Federal concluiu na data de hoje (07/08) o inquérito 4342 do Supremo Tribunal Federal, instaurado para apurar crimes supostamente praticados no âmbito de uma campanha eleitoral para o Senado Federal de 2014.
Em fevereiro 2016, a PF apreendeu documentos na residência de uma secretária do setor de operações estruturadas da construtora Odebrecht. Entre eles, planilhas relatando dois pagamentos de R$ 500 mil cada a uma pessoa de codinome “COXA”, além de um número de celular e um endereço de entrega.
A investigação identificou que a linha telefônica pertencia a um dos sócios de uma empresa que prestou serviços de propaganda e marketing na última campanha da senadora Gleisi Hoffmann.
A PF verificou outros seis pagamentos no mesmo valor, além de um pagamento de R$ 150 mil em 2008 e duas parcelas de R$ 150 mil em 2010. Também foram identificados os locais onde os pagamentos foram realizados e as pessoas responsáveis pelo transporte de valores.
Essas tabelas também foram apresentadas pela construtora no momento em que foi firmado termo de colaboração premiada.
Há elementos suficientes para apontar a materialidade e autoria dos crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro praticados pela senadora, seu então chefe de gabinete, Leones Dall Agnol e seu marido, Paulo Bernardo da Silva, além dos intermediários no recebimento, Bruno Martins Gonçalves Ferreira e Oliveiros Domingos Marques Neto.
Os autos também comprovam que a parlamentar e seu marido, juntamente com Benedicto Barbosa da Silva Júnior e Valter Luiz Arruda Lana, foram responsáveis pelo cometimento de crime eleitoral (artigo 350 do Código Eleitoral).

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Gleisi Hoffmann comete erro grosseiro de matemática ao publicar pesquisa para atacar Moro e vira alvo de chacota

Gleisi Hoffmann que é ré por corrupção, publicou os resultados de algumas pesquisas para mostrar o suposto apoio da população ao ex-presidente Lula. 
Em um dos casos, a senadora afirmou que "Moro não convence: 42% dos entrevistados dizem que ele não provou a culpa de Lula no caso do tríplex do Guarujá, 32% que provou e 27% não sabem". 

Os internautas imediatamente fizeram chacota da senadora porque a soma das porcentagens é maior que 100%: "Superfaturam até isso!". A pesquisa à qual a senadora se referiu foi encomendada pela CUT ao instituto Vox Populi. 

APENAS UMA MUDANÇA PROFUNDA NO PAÍS PODERÁ NOS TIRAR DO CAMINHO DA CATÁSTROFE SOCIALISTA


Por Leandro Ruschel
No último dia 2  tivemos mais um capítulo da história de terror da política brasileira.
Temer manteve o cargo, mesmo com todos sabendo que se trata de um corrupto. Até porque nenhum sujeito limpo aceitaria ser vice do PT.
Por outro lado, se ele tivesse caído, não haveria o que comemorar, já que há claramente um alinhamento de parte do Ministério Público Federal com a esquerda radical. Se Janot tivesse 10% da vontade de investigar e punir a turma do PT que demonstrou no caso JBS, eles já estariam todos presos.
Mais, o próprio STF já demonstrou toda a sua benevolência com a quadrilha, soltando o bandido José Dirceu para que ele possa escrever artigos na Folha de São Paulo defendendo a ditadura venezuelana, almejando a criação do mesmo regime totalitário no Brasil.
Ou seja, com esse tipo de autoridade responsável pela “limpeza”, e com 2/3 do Congresso envolvidos em atos ilegais de forma comprovada, só nos resta a alternativa de aceitar com desgosto o corrupto que faz algumas reformas e não quer transformar o Brasil numa Venezuela, por hora.
Mas essa é realmente a postura correta e que gerará os melhores resultados? O próprio Lula declarou que prefere Temer no cargo para o seu círculo mais próximo, segundo várias fontes. Assim podem usar a narrativa do “golpe” e afirmar que os “coxinhas” não querem combater a corrupção, apenas defender a “reforma neo-liberal”, outro termo sem sentido que eles usam como resposta automática, além do “fascista”, que eles utilizam sem um pingo de vergonha na cara enquanto defendem o assassino e torturador Maduro.
Enquanto isso, seguem os aumentos para o funcionalismo público, as contas públicas sugam toda a poupança nacional, 14 milhões de pessoas seguem desempregadas e os empreendedores endividados lutam para manter vivas as suas empresas, enquanto cidadãos honestos morrem como moscas nas ruas, sem ter acesso a segurança pública e nem mesmo o direto de portar uma arma para se defender.
“Vamos dar o troco nas eleições”, sugere um otimista. Esquece ele que os partidos se organizam para lançar os mesmos corruptos de sempre e para manipular o sistema eleitoral, em benefício deles. Sem contar que as próprias urnas eletrônicas são tão confiáveis quando um cartão de crédito nas mãos de um bandido.
O Brasil está dominado por uma grande quadrilha, formada por uma elite podre, dividida entre facções piores, como PT, PCdoB, PSOL e PDT, e outras que estão mais focadas no roubo e menos na criação do regime chavista.
Praticamente toda a quadrilha segue o ideário esquerdista, socialista, com o PMDB e PSDB representado o socialismo “democrático”.
Estamos tão longe de uma solução que talvez o resultado do dia 2 seja o menos ruim, mas com certeza apenas uma mudança profunda no país poderá nos tirar do caminho da catástrofe socialista.

Gazeta do Povo conteúdo

Deputados gastam meio milhão de reais por dia com verba de gabinete

Despesas de deputados com combustível, aluguel de carros e aviões, passagens aéreas, divulgação, consultorias, hospedagem, alimentação, táxi, pedágio, enfim, tudo, já consumiram R$ 1,5 bilhão dos cofres públicos desde 2009, quando foi criada a “cota para o exercício da atividade parlamentar” – mais conhecida como “verba de gabinete”. Em oito anos, os deputados gastaram, em média, R$ 515 mil por dia.
O R$ 1,5 bilhão é mesmo valor que foi empenhado (reservado) este ano no programa Minha Casa, Minha Vida para atendimento a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil. Só nesta legislatura, os gastos dos deputados somaram R$ 522 milhões. O valor mensal da cota é definido de acordo com o estado de origem do parlamentar – quanto mais longe de Brasília, maior é a verba.
As maiores despesas no atual mandato foram com divulgação parlamentar e passagens aéreas: R$ 123 milhões e R$ 122 milhões, respectivamente (veja infográfico no fim deste post). Desde 2009, os dois itens superam a cada dos R$ 300 milhões. As passagens são necessárias porque permitem o deslocamento dos parlamentares dos seus estados até Brasília. Para a divulgação das suas atividades, eles contratam produtoras de vídeos, agências de publicidade, pagam cotas mensais a veículos de comunicação e blogueiros, imprimem jornais, cartilhas.
Apenas uma produtora de vídeos, a Incine Vídeo Web, já faturou R$ 2,3 milhões nesta legislatura, em contratos com 24 deputados. A sede da empresa, no Setor Comercial Sul de Brasília, ocupa duas salas com cerca de 30 metros quadrados cada (veja vídeo abaixo). Ali trabalham editores de vídeos, videografistas, editores, produtores. Cinco equipes de TV estão permanentemente no Congresso. No total, são 32 profissionais. Eles acompanham os parlamentares nas comissões, plenário e até em audiências nos ministérios. A empresa também atende emissoras de TV regionais e associações de classe. A empresa Nacom, do mesmo ramo, faturou R$ 1,2 milhão desde 2015.
O deputado que mais gastou com a divulgação do seu mandato foi o líder do PRB, Cleber Verde (MA), um total de R$ 770 mil. A maior parte – R$ 289 mil – foi investida no jornal Folha do Trabalho, distribuída no seu estado com matérias de vários parlamentares (veja foto abaixo). Além desse produto, a empresa oferece um folheto informativo individual para os parlamentares. De 2009 até hoje, a divulgação das atividades do deputado já custou R$ 1,85 milhão aos cofres públicos.
O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) gastou R$ 1,58 milhão no mesmo período, mas com outro foco. Todo o dinheiro foi gasto com duas gráficas: a Balcolor (R$ 940 mil) e a Três Pontas (R$ 612 mil). “Eu imprimo cartilhas com o Estatuto do Idoso. É a minha área de atuação”, explica o deputado. Ele atua junto a aposentados, que preferem o material impresso a mensagens pela internet.
Viagens por terra, água e ar
Nas despesas com passagens aéreas, a liderança neste mandato é de Paulo Pereira da Silva (SD-SP), com R$ 688 mil, e desde 2009 é de Wladimir Costa (SD-PA) – o deputado que tatuou o nome do presidente Michel Temer no braço –, com R$ 1,5 milhão. Entre as empresas aéreas, a TAM lidera no faturamento geral, com R$ 139 milhões – 9% do total da verba de gabinete –, seguida pela Gol, com R$ 102 milhões.
O deslocamento dos deputados nos estados acontece por terra, água e ar. O aluguel de carros consumiu R$ 69 milhões na atual legislatura. Mais R$ 43,8 milhões foram gastos com combustível. Flaviano Melo (PMDB-AC) foi quem mais gastou com combustível: R$ 171 mil. Givaldo Carimbão lidera o fretamento de veículos, com R$ 316 mil.
O aluguel de aviões gerou gastos de mais R$ 7,3 milhões neste mandato. Quem mais gastou nesse item foi Átila Lins (PSD-AM), com R$ 701 mil. Considerando despesas feitas a partir de 2009, quem mais faturou foram as empresas Tope Line (R$ 951 mil) e a Ceará Táxi Aéreo (R$ 912 mil).
O fretamento de embarcações custou apenas R$ 107 mil na atual legislatura e R$ 455 mil desde 2009. O maior usuário foi o Delegado Éder Mauro (PSD-PA), com R$ 66 mil. Gastou R$ 44 mil com sete locações da lancha Focker 280 de Jerre Adriano.
Os deputados não deixam escapar nada. Tiveram reembolsos de R$ 2,88 milhões com despesas de táxis, pedágio e estacionamento. Quem mais faturou – R$ 691 mil – foi o Centro de Gestão de Meios de Pagamentos, que gerencia pagamentos a concessionárias de rodovias e estacionamentos em nove estados. O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) gastou R$ 62 mil com a Sipetaxi DF – empresa que recebeu um total de R$ 631 mil de deputados entre 2009 e 2017.
Imóveis de vereadores
A manutenção de escritórios de apoio nos estados é outra despesa pesada. Foram R$ 57 milhões nesta legislatura e R$ 156 milhões desde 2009. O campeão de gastos é Vinícius Gurgel (PR-AP), com R$ 509 mil. Na terceira posição aparece outro deputado do Amapá, André Abdon (PP-AP), com R$ 455 mil. Uma coincidência entre os dois: eles alugaram imóveis de candidatos a vereador e prefeito nas eleições de 2016. Gurgel gastou R$ 439 mil com a locação de casas de aliados políticos, enquanto Abdon teve uma despesa de R$ 146 mil.
Edenilton Pereira aluga uma casa para Gurgel na Avenida Castelo Branco, nº 525, no centro da cidade de Ferreira Gomes (AP). Como as locações começaram em 2011, ele já recebeu R$ 144 mil do deputado. O aluguel está em R$ 3 mil. No ano passado, Edenilton, registrado como “Giro” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi candidato a prefeito pelo PR no município, mas acabou renunciando.
Rômulo Nascimento foi candidato a prefeito em Porto Grande (AP), também pelo PR, e conseguiu 2.320 votos, mas ficou apenas na terceira colocação. Ele aluga um imóvel para Gurgel desde março de 2013 no valor de R$ 5 mil – o suficiente para alugar um apartamento de três quartos no Plano Piloto em Brasília. O imóvel de Rômulo fica na Rodovia Perimetral Norte, nº 1.942, salas A, B e C, em Porto Grande. Somando os aluguéis de 2011 e 2012, de menor valor, o total pago pelo deputado pelas locações chega a R$ 275 mil.
Maraína Martins, eleita vereadora pelo PR em Macapá (AP), com 4.707 votos, recebeu R$ 20 mil de Gurgel pelo aluguel de uma casa em 2015 no valor de R$ 2 mil.
No período eleitoral
Rômulo Nascimento também alugou uma sala (H) para André Abdon, por R$ 2 mil, entre fevereiro de 2015 e outubro de 2016 – justamente o mês da eleição – no mesmo endereço do imóvel locado para Gurgel. Recebeu um total de R$ 42 mil.
O deputado Abdon também alugou imóvel de Rarison Santiago (PRP), vereador mais votado em Santana (AP), pagando um total de R$ 60 mil, no mesmo período, até outubro de 2016. Por coincidência, o deputado alugou uma casa de Alzivan Alves (PRP), eleito vereador em Ferreira Gomes, com término do contrato no mês da eleição. Foram cinco meses de locação num total de R$ 15,5 mil.
A candidata a vereadora Irmã Joelma (PP) alugou imóvel para o deputado em Laranjal do Jari (AP), entre fevereiro de 2015 e junho de 2016. Fez apenas 79 votos e não foi eleita. Mas é grata a Abdon, como demonstra constantemente nas redes sociais.
Questionada sobre o aluguel de imóveis de vereadores, a assessoria de Abdon limitou-se a responder que “esses aluguéis já tiveram seus contratos encerrados ano passado. Nenhum está mais em vigência”. Gurgel não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem.
OPS
Os dados sobre a “Cota para o exercício da atividade parlamentar” estão disponíveis na página da Câmara na Internet. Mas o portal não permite fazer totalizações. Os dados desta reportagem foram obtidos com a utilização de filtros e buscas disponibilizados pela ONG Operação Política Supervisionada (OPS), que fiscaliza os gastos realizados com as verbas de gabinete da Câmara e do Senado.
A OPS conta com a ajuda de colaboradores, espalhados pelo Brasil, para o levantamento de informações necessárias para a conclusão de fiscalizações, como por exemplo, o envio de fotos de endereços suspeitos em diversas cidades do país. O trabalho de fiscalização é coordenado por seu fundador, Lúcio Batista, o Lúcio Big.
Segundo relata Big, já foram economizados mais de R$ 5,5 milhões do dinheiro público graças a estas fiscalizações e às exigências feitas diretamente aos parlamentares para que devolvam o dinheiro público indevidamente utilizado.

Verba de gabinete

Deputados federais têm direito a uma cota mensal para exercício da atividade parlamentar. Em oito anos, verba consumida já soma R$ 1,5 bilhão.






por Lúcio Vaz
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