domingo, 7 de janeiro de 2018

Gleisi, agora, critica ativismo político no Judiciário

Gleisi Hoffmann usa as redes sociais para ecoar o ataque baixo dos petistas à chefe de gabinete do presidente do TRF-4, desembargador Thompson Flores.

A senadora alega “ativismo político dentro do TRF”.

Pela lógica de Gleisi, o Judiciário deveria ser varrido de toda militância política – menos a do PT, é claro.



OS GUERRILHEIROS NÃO LUTARAM POR DEMOCRACIA



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Santo Luís 51! A alma mais honesta do universo


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LULA E O FORO DE SÃO PAULO


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ESSES SÃO OS NOSSOS POLÍTICOS

VOTO IMPRESSO! Impressora de 8 mil reais! Redução do salário mínimo! 


Corrupção dos políticos atrapalha combate ao PCC

Quem é pior? PCC ou corruptos?

O procurador Carlos Fernando Lima, da Lava Jato, respondeu no Facebook à questão levantada no UOL por Josias de Souza.

“A resposta é simples, clara e direta. Somente um Estado organizado e eficiente pode combater eficazmente estruturas como o PCC.

Mas para um Estado organizado é preciso eliminar a corrupção, pois esta drena recursos públicos, traz para a administração pessoas desqualificadas (pois seu interesse maior é apenas roubar), impede a eficiência da máquina pública (pois estruturas ineficientes escondem mais facilmente o roubo) e dificultam o controle.

Por isso que se diz que corrupção mata.

Ela está por trás de cada bala perdida, de cada ambulância parada, de cada viatura policial sem gasolina, de cada presídio desumano e de cada escola depredada.”

Chegada de Bolsonaro mela ida de tucanos para o PSL

Pelo menos 12 parlamentares já estavam a caminho da PSL antes da chegada de Jair Bolsonaro, registra Josias de Souza, enfatizando que metade desse grupo viria do PSDB.

“O pedaço rebelde do tucanato alçaria voo em direção ao ‘Livres’, um movimento que se equipava para virar partido aproveitando a estrutura do PSL. A chegada de Bolsonaro estilhaçou o projeto.”

Lula deve jogar a toalha logo após julgamento no TRF-4 em janeiro.

O ex-presidente Lula deve participar de uma reunião com a cúpula do PT logo após a divulgação do acórdão (a decisão do órgão colegiado) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de Porto Alegre sobre o recurso do petista no caso do triplex do Guarujá.

Lula foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão na Primeira Instância. A depender da combinação dos votos de seus julgadores na Segunda Instância, o petista terá poucas chances de judicializar o registro de sua candidatura. A preocupação maior, dependendo do cenário, será evitar a prisão.

É justamente diante de um cenário já definido que Lula e a cúpula do PT se reunirá para definir a estratégia do partido a partir de então. A possibilidade de Lula anunciar a sua desistência de disputar a Presidência da República é tida como certa, caso o petista seja condenado em consonância pelo colegiado, circunstância em que as chances de embargos são dramaticamente reduzidas, na mesma proporção que crescem as chances do petista ser preso.

Segundo a Folha, "O STJ (Superior Tribunal de Justiça) já discute nos bastidores a possibilidade de condenação de Lula no dia 24 de janeiro, pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal). 

Ministros acreditam que um veredicto negativo por 3 a 0 será fatal para o petista, dificultando inclusive a possibilidade de concessão de liminar pelo STJ que permita que ele leve adiante uma candidatura presidencial. Neste caso, de unanimidade, prevaleceria a discussão sobre a possibilidade de prisão de Lula, e não sobre a sua candidatura". 

Entre continuar desafiando as autoridades tentando impor sua candidatura e estimulando um ambiente político instável e propor uma trégua para não ser preso imediatamente, Lula deve optar pela segunda alternativa. Há coisas contra as quais se pode lutar. Outras não. Este é o consenso da cúpula do PT. Seria mais proveitoso ao partido indicar um outro nome para concorrer no lugar de Lula com ele solto do que insistir na candidatura do petista e aumentar as chances de sua prisão.

Outro ponto positivo neste cenário, segundo interlocutores do PT, seria a possibilidade de ter mais tempo para iniciar uma campanha com outro nome, além das chances maiores de formação de alianças no espectro de partidos da esquerda, resistentes em formar alianças com Lula diante da incerteza de sua candidatura. 

É bem provável que o ex-presidente Lula anuncie sua retirada da disputa eleitoral ainda no mês de janeiro. 

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Teu candidato é réu? Fujaaaaa!, recomenda Rosângela Wol Moro, mulher de Sérgio Moro

Por mais absurdo que possa parecer, a advogada Rosângela Wolff Moro, esposa do juiz federal Sérgio Moro, recorreu ao Facebook para chamar a atenção da população sobre uma questão bastante óbvia: Rosângela publicou um texto na rede social pedindo que os eleitores fujam de candidatos réus em 2018.

 “Que Brasil você quer? Vote consciente! Vote no coletivo! Não aceite promessa nem Favor! Somos gigantes! Teu candidato é réu? Fujaaaaa! Confie nas instituições, as instituições trabalham para um Brasil melhor! Não aceite caridade, exija direitos!!!!!”, alertou a advogada.

A recomendação, feita por milhões de brasileiros, é apenas um sintoma do quanto o ex-presidente Lula, chefe de organização criminosa condenado a 9 anos e 6 meses pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, expõe o país ao ridículo. Na verdade, caberia ao próprio eleitor ter consciência do custo devastador da corrupção para a sociedade.

O absurdo não se limita à negligência para com o país e a conivência de parte da população com um candidato réu em nada menos que sete ações penais, mas também é fruto da negligência das autoridades, que assistem calados o espetáculo protagonizado por um criminoso condenado flagrado com milhões em suas contas. A simples ameaça de Lula em se candidatar à Presidência da República, após ter cometido tantos crimes contra os cofres públicos, representa uma vergonha para o país.

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Convocado, Ciro Gomes não assina manifesto pró-Lula

O ex-ministro e pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, não assinou o manifesto lançado há 17 dias em defesa da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Embora integre o Projeto Brasil Nação –responsável pela iniciativa– e tenha sido convidado pelos organizadores do movimento, Ciro não deu resposta ao ser requisitado.

Cobrado pelo jornal Folha de S. Paulo, Ciro não se manifestou. Outra pré-candidata, a deputada estadual Manuela D'Ávila (PC do B) se prontificou a assinar o manifesto, que já reúne 140 mil assinaturas. Também cotado para a disputa, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) Guilherme Boulos aderiu quando solicitado.

Lançado no dia 19 de dezembro pelo economista Luiz Carlos Bresser Pereira, o diplomata Celso Amorim, o cantor Chico Buarque e os escritores Raduan Nassar e Milton Hatoum, o manifesto "Eleição sem Lula é Fraude" acaba de ganhar a assinatura do cineasta Costa-Gravas, além dos ex-presidentes Pepe Mujica (Uruguai) e Cristina Kirchner (Argentina). Os dois ex-presidentes foram envolvidos em escândalos de corrupção, e a prisão de Cristina Kirchner foi pedida recentemente.

CUT garante que sindicatos internacionais enviarão militantes para engrossar ato por Lula e contra o Judiciário

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) informa, em seu site, que "Delegações de sindicalistas de vários países vão se somar aos milhares de manifestantes brasileiros na vigília em apoio ao ex-presidente Lula no próximo dia 24 em Porto Alegre (RS), data em que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) julgará o recurso de Lula no processo referente ao caso do tríplex do Guarujá (SP)".

O secretário de Relações Internacionais da CUT, Antonio Lisboa, diz que já tem o apoio de alguns sindicatos internacionais e que "a CUT intensificará seus contatos com as entidades a partir da próxima semana, quando termina o recesso de final de ano de várias organizações em todo o mundo".

Procurador recomenda ao TRF4 que aumente a pena de Lula no caso do tríplex


Em parecer apresentado ao TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, a Procuradoria Regional da República, que atua na segunda instância da Justiça, concordou com o argumento da força-tarefa da Lava Jato de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria ter sua pena aumentada no chamado processo do tríplex por ter cometido três, e não só um crime de corrupção envolvendo vantagens indevidas. Elas estariam caracterizadas por um apartamento tríplex, fruto de um esquema envolvendo três contratos entre a empreiteira OAS e a Petrobras, de acordo com a acusação.

Em julho, o juiz federal Sergio Moro, que atua na primeira instância, condenou o petista a nove anos e seis meses de prisão por um crime de corrupção passiva e outro de lavagem de dinheiro. O MPF (Ministério Público Federal), porém, disse que cada um dos três contratos envolvidos no esquema deveria ser tratado como um ato de corrupção independente.

"O processo escancarou o fato de os réus terem deliberadamente participado de um esquema de corrupção imenso que serviu a violentar a própria democracia, com vistas ao enriquecimento próprio, dando vazão à pura e simples ganância ou a um projeto de poder, ou a ambos", diz o procurador regional Mauricio Gotardo Gerum sobre Lula, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e o ex-executivo da construtora Agenor Medeiros. 

Segundo o procurador, a montagem de um esquema de corrupção, as operações para evitar a descoberta dos crimes e a motivação dos delitos --"ambição de enriquecimento desmedido e manutenção no poder"-- são razões "mais que suficientes" para o aumento da pena.

Na parte que envolve Lula, a mudança na condenação implicaria em mais dois crimes de corrupção passiva envolvendo os dois consórcios --da Refinaria Presidente Getúlio Vargas e na Refinaria do Nordeste Abreu e Lima--, que teve três contratos firmados no total. Gerum concordou. "Cabível, portanto, a reforma da sentença nesse ponto, devendo ser considerado um ato de corrupção para cada contrato", disse no parecer.

Gerum, aliás, diz que foi "devidamente comprovado o crime de corrupção" envolvendo o imóvel.

Em tese, se o argumento for acolhido pelos desembargadores do TRF-4 e a condenação mantida, a pena de Lula pode crescer. Os processos da Lava Jato no tribunal correm na 8ª Turma, sob a relatoria do desembargador João Pedro Gebran Neto, que não tem prazo para entregar seu relatório e voto. Depois, a ação segue para o revisor e presidente da turma, Leandro Paulsen, e por fim para o terceiro e último desembargador da turma, Victor Laus. Só depois disso o processo pode entrar na pauta de julgamento da turma.

O procurador, porém, discordou da força-tarefa, que pontuou que Lula teria cometido três crimes de lavagem de dinheiro em função da "aquisição, reforma e decoração do triplex". A Procuradoria Regional diz que "não se pode conceber que sejam três atos de lavagem, pois estão inseridos dentro de um mesmo contexto criminoso". Ou seja, não haveria alteração a respeito da condenação de Moro por um crime de lavagem.

A avaliação do MPF de que Lula ainda deveria ser condenado a respeito do pagamento para armazenar o acervo presidencial --outra vantagem indevida-- também foi negada pelo procurador regional. Segundo Gerum, não se identificou "com clareza o elemento dissimulação ou ocultação" neste caso.

Gerum aceitou apenas o argumento da defesa de Lula sobre a multa fixada por Moro. Segundo o procurador, a defesa tem razão ao dizer que o parâmetro deve ser a pena-base, que no caso de Lula, foi fixada em cinco anos de reclusão para o crime de corrupção. A Procuradoria sugere a redução de 150 dias-multa para 115 dias-multa. Um dia-multa equivale a cinco salários mínimos vigentes em 2014, quando ocorreu o último ato criminoso. O valor, neste caso, seria de R$ 416,3 mil.

O procurador rejeitou o argumento de que Lula não teria poder de escolha dos diretores da Petrobras. "O poder de fato que detinha o presidente da República na nomeação da diretoria mostrou-se relevante na corrupção", pontuou.

Para ele, Lula, como "chefe maior da nação, aquele que deve ter maior retidão na sua conduta e conduzir o país com zelo, eficiência e, acima de tudo, probidade, desviou-se totalmente daquilo que se espera de um chefe de Estado, razão pela qual sua conduta é dotada de grande reprovabilidade".

Gerum também não concordou com o pedido da defesa para que o regime de cumprimento de pena fosse alterado. Moro determinou que Lula cumpra a pena de prisão em regime fechado. 

Procurada pela reportagem, a defesa de Lula ainda está analisando o parecer do procurador regional. À época da condenação por parte de Moro, a defesa do ex-presidente declarou que a sentença "ataca a democracia brasileira e o Estado de direito". "Nenhuma prova crível da culpa de Lula foi produzida durante o processo, e provas de sua inocência foram ignoradas."

Outro lado

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em nota, que o MPF "quer a condenação do ex-presidente sem prova de sua culpa e desprezando a prova de sua inocência" e que nada foi comprovado pela acusação de que dinheiro da Petrobras tenha favorecido o petista.

Segundo os advogados de Lula, ele "jamais poderia ter sido condenado pelo crime de corrupção passiva, já que o próprio juiz Sérgio Moro não identificou qualquer ato da competência da Presidência da República, o ato de ofício, que tenha sido praticado pelo ex-presidente em troca de vantagens indevidas."

"Tais circunstâncias são suficientes para revelar que a opinião do Ministério Público Federal de segundo grau não poderá ser levada em consideração por um órgão judicial imparcial, pois daquilo que consta no processo, o único resultado possível é a absolvição do ex-presidente Lula", diz a nota.


Assembleia do Amapá aprova 'auxílio paletó' de R$ 25 mil e deputado diz que é para 'vestuário condigno'

O presidente da Assembleia Legislativa do Amapá, deputado Kaká Barbosa (Avante), afirmou que os benefícios concedidos aos parlamentares estaduais por meio do projeto de lei 0257 – proposto no dia 18 de dezembro e aprovado pela Mesa Diretora no dia 28, ‘de modo geral’ dão ‘adequado tratamento legislativo ao pagamento de vantagens que, já de longa data, são aplicadas aos membros das Casas Legislativas por todo o Brasil’.

Nesta quinta-feira, 4, o movimento ‘Me solta, Amapá’, protestou na porta da Assembleia, em Macapá. As vantagens especiais aos deputados estão causando protestos e ironias em frente ao prédio da Assembleia. Nesta quinta-feira, 4, manifestantes penduraram roupas usadas – calças, camisas, até um paletó – nas grades que cercam a sede do Legislativo do Amapá.

O projeto seguiu para sanção do governador Waldez Góes (PDT), que já declarou disposição de vetar o texto, ora sob análise da Procuradoria-Geral do Estado.

Os deputados estaduais recebem R$ 25 mil de vencimentos mensais.

Em ‘nota de esclarecimento’, Kaká sustenta que ‘a Assembleia Legislativa entende que a aprovação da referida lei não inviabiliza a política de adequada aplicação e racionalização dos gastos praticadas por sua atual administração, vide as medidas, nesse sentido, que vêm sendo adotadas e são de amplo conhecimento da sociedade em geral’.

O projeto 0257 passou tranquilamente em meio às festas de Natal e de Réveillon. O texto foi proposto no dia 18 de dezembro e aprovado pela Mesa Diretora no dia 28.

O projeto garante dois benefícios aos parlamentares.

O artigo 1.º do polêmico texto prevê a fixação do ‘subsídio de natal’. Diz o texto. “Os deputados estaduais fazem jus ao subsídio de natal, no mesmo valor do subsídio mensal que será pago sempre no mês de dezembro, proporcionalmente ao período de mandato exercido.”

O artigo 2.º garante aos parlamentares o auxílio paletó, no valor de R$ 25 mil a cada ano. “Em cada sessão legislativa, sempre no mês de fevereiro, será devido aos deputados estaduais um subsídio adicional destinado ao custeio de despesas para confecção e manutenção de vestuário condígno com o exercício do mandato, de modo a atender a exigência regimental nesse sentido.”

Nesta quinta-feira, 4, a Ordem dos Advogados do Brasil no Amapá protocolou no Palácio do Setentrião, sede do Executivo estadual, documento por meio do qual recomenda ao governador o veto ao projeto que aprovou o 14º e o 15º salários dos deputados estaduais.

O presidente da entidade, Paulo Campelo, disse que ‘é inadmissível que na situação em que se encontra a economia no Estado e no país os parlamentares aprovem no apagar das luzes tal projeto de lei criando dois benefícios para si próprios, e que na prática funcionam como se fossem o 14º e o 15º salário’.

“Queremos contar com a sensibilidade do governador para que ele vete o projeto que é temerário para o nosso Estado”, disse Campelo.


COM A PALAVRA, A PRESIDÊNCIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO AMAPÁ

Em nota de esclarecimento, o presidente da Assembleia do Amapá, deputado Kaká Barbosa (Avante), informou:

“A Assembleia Legislativa vem a público prestar os seguintes esclarecimentos sobre o Projeto de Lei nº 0257/2017-AL, recentemente aprovado e enviado para sanção do governador do Estado.

De modo geral, com a aprovação do referido Projeto de Lei, a Assembleia Legislativa dá adequado tratamento legislativo ao pagamento de vantagens que, já de longa data, são aplicadas aos membros das Casas Legislativas por todo o Brasil.
Exemplo disso é a fixação do subsídio de natal, no art. 1º da lei aprovada, que tecnicamente corresponde à vantagem que é paga indistintamente aos trabalhadores em geral no mês de dezembro com o nome de décimo terceiro salário, na iniciativa privada, e de gratificação de natal, no âmbito do serviço público.
É importante registrar, no que respeita especificamente a essa vantagem, que ao regularizar seu pagamento aos Deputados Estaduais, a Assembleia Legislativa legisla dentro dos limites fixados pelo Supremo Tribunal Federal, com repercussão geral, no julgamento do RE 650898, cuja decisão foi publicada em 24/08/2017 e já transitou em julgado.
Por outro lado, no que respeita à fixação da vantagem instituída no Art. 2º da lei aprovada, trata-se apenas de também dar concretude à disposição do Regimento Interno da Assembleia Legislativa, que exige dos parlamentares a utilização de vestuário condigno com o exercício de suas atividades, inclusive, no ambiente externo ao Parlamento, alinhando-se, com isso, ao tratamento idêntico dado em diferentes níveis da esfera pública, ainda que sob denominação diversa.
Em qualquer caso, as vantagens concedidas possuem natureza remuneratória, sujeitando-se a todos os descontos legais e compulsórios.
A Assembleia Legislativa entende que a aprovação da referida lei não inviabiliza a política de adequada aplicação e racionalização dos gastos praticadas por sua atual administração, vide as medidas, nesse sentido, que vêm sendo adotadas e são de amplo conhecimento da sociedade em geral.”
Deputado Kaká Barbosa (Avante)
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá

A ministra é a cara do pai

Cristiane Brasil, nova ministra do trabalho, não nega a sua filiação. Suas atitudes e o seu modo de agir são parecidíssimos com os do pai.

O fato de ter respondido a duas ações trabalhistas seria até irrelevante. Qualquer um que tenha empregado está sujeito. O modus operandi é que revela a sua descendência nefasta.

Não registra empregados, não paga horário extraordinário, ignora os direitos trabalhistas e tenta ludibriar a Justiça para não pagar os seus débitos em execução judicial.

Um motorista que a processou, relatou que iniciava suas atividades às 6h30 e só deixava o local de trabalho às 22 horas, de segunda a sábado. Nunca foi registrado. 

Veja abaixo um trecho de seu depoimento:

O vínculo foi reconhecido, ele venceu a ação, mas não recebeu. Há dois anos, a deputada vem sempre usando de estratagemas para não quitar a sua dívida.


Porém, tão logo foi nomeada ministra, mandou procurar o ex-empregado, prometendo pagar tudo, desde que ele não concedesse nenhum tipo de entrevista sobre o caso.



O motorista, indignado, botou a boca no trombone. 



Sua atitude fatalmente vai fazer com que não receba tão cedo.



Cristiane é realmente a cara do pai.

com informações do Jornal da Cidade

sábado, 6 de janeiro de 2018

"Isso" é Ministra do Trabalho que se apresente?


Recém entrou no Ministério e PIMBA, já se sujou.

Já diz o ditado que ‘a fruta nunca cai longe do pé’.

Cristiane Brasil, é filha de Roberto Jefferson, aquele Deputado condenado por corrupção e cassado.

Ela foi nomeada por Michel Temer, como Ministra do Trabalho.

E pasmem, ela tem uma condenação na Justiça do Tra-ba-lho para pagar.

Sabem como ela paga?

Através da conta de uma assessora!

É inacreditável, no Brasil uma Ministra do Trabalho faz caixa 2, através da conta de sua assessora, para pagar indenização tra-ba-lhis-ta.

Cristiane Brasil, deu provas que, em se tratando de expertise, para a pilantragem, aprendeu muito bem, com os predicados e predicativos de 5º categoria do pai que tem.

Este é a coligação ‘A Força do Povo’.

O governo de Michel Temer, este tampão de bueiros, é tão ou ainda mais sujo que Dilma Rousseff.

PT e PMDB seguem sendo a xepa um do outro.



por Pedro Logomarcino, advogado em Porto Alegre
em Jornal da Cidade

Escritor Carlos Heitor Cony morre aos 91 anos e deixa um “recado” para Lula


O grande escritor Carlos Heitor Cony morreu nesta sexta-feira (5), aos 91 anos de idade, no Rio de Janeiro.

A causa da morte foi falência múltipla de órgãos. 

Deixa um legado fantástico, com atuação nos principais jornais e revistas do país ao longo das últimas décadas e inúmeras obras, entre as quais diversos e premiados romances.

O Brasil perde um de seus maiores escritores, um cronista ácido, ágil e conciso, que numa de suas derradeiras intervenções deixou um recado para o ex-presidente Lula:

“Não lhe adianta acusar as elites, o imperialismo e os golpes que alega estar sofrendo. Na sua primeira investida rumo ao poder, era um líder respeitável e pobre. Levado pelo seu primeiro secretário de imprensa, o elegante Ricardo Kotscho, cheguei a comprar uma camisa do PT para ajudar a sua eleição. Apesar da minha modesta contribuição, ele não se elegeu (votei em Brizola) e deixou de vender camisas, inaugurando uma corrupção que não soube parar e que agora o atinge pessoalmente. A pobre e solitária camisa, que lhe comprei e nunca vesti, não pode concorrer com o mensalão, o petrolão e a Lava Jato.”
Siga em paz, Cony.

Escritor coloca Gleisi Hoffmann em seu devido lugar


Na noite da última sexta-feira, o escritor e colunista Helder Caldeira repreendeu duramente a senadora Gleisi Hoffmann durante conversa nas redes sociais.

Tudo começou quando a presidente nacional do PT tuitou a imagem da página pessoal de uma servidora do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre (onde Lula será julgado no próximo dia 24 de janeiro), acusando-a de fazer "militância política em instâncias do Judiciário".

Desde que o TRF4 agendou o julgamento em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex do Guarujá, a cúpula do PT promete instaurar o caos nas ruas da capital gaúcha e partidários petistas estão promovendo uma caça às bruxas nas redes sociais, incluindo a utilização em massa de "fake news". 

Tais fatos e a possibilidade de manifestações violentas levaram o prefeito da capital, Nelson Marchezan Jr., a pedir ajuda da Força Nacional de Segurança.



Indignado, o escritor Helder Caldeira (que também é colunista do Jornal da Cidade) repreendeu publicamente Gleisi Hoffmann:
"Senadora, o citado post foi realizado em ambiente institucional  (ainda que virtual) ou página oficial do TRF4? NÃO! Por que lhes é tão difícil diferenciar PÚBLICO e PRIVADO?", tuitou Caldeira, em resposta à presidente do PT, concluindo com a citação da base constitucional das liberdades no Brasil: "Art. 5°, inciso IV, da Constituição: É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato."



Gleisi Hoffmann responde à ação penal no Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato. 

Ao apresentar as alegações finais ao STF, a procuradora-geral Raquel Dodge pediu que senadora e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, sejam condenados à prisão, além da perda do mandato e pagamento de multa no valor de R$ 4 milhões.


fonte: Jornal da Cidade On Line

Moro rejeita nova exceção de suspeição e aponta mentira de Cristiano Zanin


A saga dos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na tentativa de afastar o implacável juiz Sérgio Moro dos processos que tramitam contra o petista na Operação Lava Jato, acaba de sofrer mais um revés.

Trata-se do 10º pedido dos advogados de Lula pleiteando o afastamento do magistrado da República de Curitiba.

Desta feita, a defesa de Lula argumentou no sentido de que Moro havia se tornado suspeito ‘por ter participado, como palestrante, do 4.º Evento Anual Petrobrás em Compliance, na sede da Petróleo Brasileiro S/A – Petrobrás em 8 de dezembro de 2017’.

Noutras palavras, de acordo com os advogados, o juiz não poderia ter participado de um evento organizado pela empresa que o réu está sendo acusado de ter roubado e em sua palestra ter prestado ‘aconselhamento jurídico’ a esta.

Moro rechaçou, dizendo que ao contrário do que ‘falsamente’ houvera afirmado a defesa de Lula, ‘não houve qualquer aconselhamento jurídico sobre a forma ou o conteúdo da atuação da Petrobrás, como Assistente de Acusação, nas diversas ações penais da qual faz parte perante este Juízo’.

Moro garantiu não ter havido, durante o evento, ‘qualquer referência a casos em andamento ou pendentes de julgamento, nem houve sequer menção ou qualquer referência aos casos penais aos quais responde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva’.

“Na aludida exposição, este julgador não fez qualquer referência à ação penal ou ao objeto dela ou ainda às acusações que pendem contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou mesmo ao nome Luiz Inácio Lula da Silva ou ao cargo que ele ocupou no passado”, anotou Moro.

“Importante destacar que, ao contrário do que sugere a defesa, a atuação deste julgador não gira exclusivamente em torno de seu cliente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sendo ele responsável por diversos outros casos criminais e por outras atividades.”

Ponto final.


Jornal da Cidade conteúdo

CAIO FÁBIO FALA SOBRE LULA - VÍDEO HISTÓRICO



Vaquinha do PT para financiar algazarra em POA é um fracasso


O PT resolveu organizar uma ‘vaquinha virtual’ com o objetivo de obter recursos para financiar a ida de baderneiros a Porto Alegre nos próximos dias 23 e 24 de janeiro.

Para tanto organizou um site onde expõe suas razões com os seguintes dizeres: 

A democracia brasileira está sob ataque. A tentativa de impedir a candidatura de Lula é um golpe contra o estado de direito e o povo brasileiro.
O PT está organizando, junto com outros partidos de esquerda e movimentos sociais, um grande encontro nos dias 23 e 24 de janeiro em Porto Alegre.
Uma verdadeira jornada pela democracia.
Participe. Compartilhe. Ajude a arrecadar.
Vamos mobilizar nossa militância
Não deu não. A adesão foi irrisória. Ninguém quer meter a mão no bolso por Lula.



Apenas 50 pessoas colaboraram e o montante arrecadado ainda não chegou a R$ 1.500.


‘Que decepção’, disse Gleisi.


fonte: Jornal da Cidade

Jogo sujo: PT avança sobre a reputação de servidora concursada há 24 anos no TRF-4


Qualquer pessoa com um mínimo de coerência, que faça uma análise sem paixões, sabe que Lula é ‘ladrão’.

A propagação da ‘inocência’ do petista é uma questão de sobrevivência para a esquerda, notadamente para o PT.

E no PT só a militância insana acredita ou foi ‘programada’ a acreditar nesta pregação.

Os dirigentes petistas, os parlamentares, os ocupantes de cargos nas gestões de Lula e Dilma, todos participaram da farra.

Fora disso, alguns elementos da esquerda, bem poucos, aqueles ideológicos aos extremos, cegos por suas crenças, perdoam Lula, entendem que ele roubou pela ‘causa’, assim como perdoam Dirceu, Genoíno, Vaccari e todos os demais corruptos. 

Esses exigem provas, porque acreditam que Lula não roubou em proveito pessoal. Fazem vistas grossas com relação ao patrimônio dos filhos de Lula, para a milionária previdência de Lula, para o sítio e o tríplex. Também se esforçam em acreditar que Lula realmente locava a cobertura do Sr. Glaucos e que dona Marisa Letícia todo mês pagava o aluguel em dinheiro vivo. E fazem ‘ouvidos moucos’ para o ‘pacto de sangue’ revelado pelo ex-ministro Antonio Palocci.


Entretanto, afora os envolvidos na roubalheira, a militância alucinada e esses incautos ideológicos, o Brasil não aceita a roubalheira perpetrada pelo PT, vê o meliante Lula como o comandante máximo da organização criminosa e quer Lula preso.


Em contrapartida, a maneira encontrada pelo PT para contra-atacar, é atacando a reputação dos ‘adversários’, dos procuradores, juízes e quem mais esteja trabalhando pelo estabelecimento da Justiça ou quem mais enxergue Lula como culpado e queira a sua prisão.

O mais novo e reluzente alvo é uma senhora que é funcionária do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), concursada há 24 anos, Daniela Tagliari Kreling Lau, que atualmente exerce a função de chefe de gabinete do presidente do TRF-4.

Há pouco tempo, quando comandava o cerimonial do TRF-4, Daniela assinou uma petição on-line exigindo a prisão de Lula.

Ora, o livre exercício de um direito como cidadã.

Com base nisso, o PT, em situação de absoluto desespero com a iminente condenação de Lula, começou uma série de ataques rasteiros contra a moça.

Acusam Daniela de militar no tribunal pela prisão de Lula e de estar influenciando na decisão dos desembargadores da 8ª turma.

Um condenável e inaceitável absurdo, jogo baixo, chute na canela.

O PT é imundo!


por Amanda Acosta, articulista e repórter do
Jornal da Cidade On line

Rescisão de Waack trouxe alívio à Rede Globo

O acordo de rescisão contratual assinado com Wiliam Waack foi comemoradíssimo na Globo.

A cúpula da empresa andava apavorada com a possibilidade de o apresentador entrar na Justiça, alegando que o vídeo pelo qual vem sendo acusado de racismo não foi ao ar e é resultado de um vazamento feito por um ex-funcionário da casa.

Com informações do Radar/ Veja

AS 4 RAZÕES QUE FAZEM DO NOSSO SISTEMA ELEITORAL UM SISTEMA PRISIONAL

É muito comum ouvirmos pessoas defendendo a democracia como se fosse algo blindado de críticas. A democracia contém diversos problemas e um deles começa na sua base, o sistema eleitoral, que finge nos dar o poder de escolher diretamente os nossos representantes além de passar a falsa ideia de liberdade de escolha. O atual sistema tem servido de meio para iludir a população e perpetuar no poder aqueles que nada produzem à custa da sociedade. A próxima eleição está perto de acontecer e diversas reformas foram, e ainda estão, colocadas em pauta. Está na hora de pensarmos e mudarmos esse modelo que aprisiona a população por um sistema mais justo e com mais liberdade.
1. Voto Branco não é válido
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o voto branco e o nulo não têm o poder de anular uma eleição. Caso 51% dos votos totais sejam brancos, apenas os 49% serão contabilizados para o resultado final, o que contraria a democracia que tem como o objetivo de ouvir todas as vozes (ouvir ≠ obedecer). E o fato de a população não ter o poder de anular as eleições através do voto, é a simples razão pelo qual a sociedade não tem liberdade de escolha. Por exemplo, seria liberdade se você tivesse que escolher entre Hitler ou Stalin para governar seu país quando a opção de não escolher nenhum dos dois é inválida? Por mais que não tenhamos, felizmente, um Hitler ou Stalin como candidatos, somos obrigados a aceitar uma eleição onde os candidatos são totalmente despreparados e ou até mesmo possuem históricos de corrupção. Em 2014 não foi diferente, muitos brasileiros tiveram dificuldade de ter que escolher entre uma mulher incompetente de um partido afundado em acusações e condenações, e um candidato de falsa oposição que atualmente é acusado de corrupção passiva e obstrução da justiça. Como Reagan dizia “Nós o povo dizemos o que o governo tem que fazer, não ele nos diz”, no mínimo a população deveria ter o direito, validando os votos brancos e nulos, de escolher não ser governado por nenhuma das alternativas oferecidas.
2. “Voto puxado”
Talvez este seja o ponto mais enganador do nosso sistema. Lembro, em um dos museus do Rio de Janeiro, um vídeo de uma mulher lendo a constituição federal e se emocionando ao ler que o povo brasileiro agora possui o direito de votar diretamente em seus representantes. Na teoria é bonito, na prática nem tanto. Acontece que o nosso sistema permite que candidatos com votos insuficientes sejam eleitos pelo que chamamos de voto puxado. Isto funciona da seguinte maneira: os votos para os cargos legislativos funcionam diferente dos votos para o executivo. Enquanto para o executivo basta possuir mais votos, ou seja, maioria simples (sistema majoritário), para o legislativo o voto é proporcional, ou seja, o número de votos válidos é divido pelo número de vagas que o respectivo estado tem, obtendo assim um quociente eleitoral. Por exemplo: um estado obteve 100 mil votos válidos e possui 10 vagas para deputados, então o quociente eleitoral será de 10 mil votos. Se um candidato X de um partido receber 20 mil votos, isso dará o direito ao partido de eleger mais um candidato do mesmo partido ou da coligação, desde que o candidato possua pelo menos 10% do quociente eleitoral**. Assim elegendo candidatos que não convenceram ou satisfizeram os eleitores com suas propostas, ao invés daqueles que receberam mais votos.
Em 2010, tivemos como exemplo o deputado Jean Wyllys que foi eleito deputado federal com menor proporção de votos (0,2%) do país. Naquelas eleições, o deputado virtual recebeu apenas 13 mil votos, enquanto seu parceiro, Chico Alencar, recebeu cerca de 240 mil votos o que lhe dava direito de eleger mais um colega.
O voto puxado, por um lado, faz sentido quando o objetivo é reforçar as ideias defendidas pela população. Por exemplo, se num cenário político um candidato que é contra o aborto recebeu muitos votos, o partido/coligação consegue eleger outro candidato que supostamente também seria contra o aborto e assim aumentando a representatividade das pessoas na política. Porém, o maior problema da “puxação de voto” é que no Brasil muitos partidos não possuem uma ideologia explícita, transformando o partido em apenas um meio de políticos conseguirem se candidatar e se eleger, isto faz com que o seu voto no candidato X possa eleger um candidato Y (do mesmo partido ou coligação), porém com ideias totalmente contrárias ao seu candidato de preferência.
3. Votar não é um direito, é uma obrigação
Erroneamente é dito que o voto é um direito, mas na verdade é uma obrigação. Por exemplo, o ingresso que você compra para ir ao cinema, obviamente, te dá o direito a assistir um filme e caso você não queira mais assistir aquele filme, você terá total liberdade de voltar para a sua casa, dar ou até mesmo rasgar o seu ingresso, e você não sofrerá nenhuma consequência por isso, pois você adquiriu aquele direito e isto lhe dá a liberdade de utilizá-lo ou não. O voto acontece ao contrário, ou seja, caso você não queira usufruir desse “direito” você será punido e uma não quitação da sua situação para com a justiça eleitoral poderá trazer a você consequências como multas e até mesmo o não recebimento de salários de entidades públicas.
Na maioria dos países desenvolvidos como Japão, EUA, Canadá, Portugal (e até mesmo muitos países não desenvolvidos), o voto é facultativo. E a importância de se ter a escolha de votar não só deve-se ao fato de que o indivíduo é livre para fazer o que desejar com sua própria vida, mas também você evita que pessoas que não possuem nenhum interesse ou entendimento por política vote em candidatos despreparados ou corruptos (principalmente naqueles que compram voto).
Apenas uma curiosidade em relação as eleições de 2010: “Eis aqui um sinal do Brasil profundo: 30% dos eleitores brasileiros já se esqueceram o nome do candidato a deputado federal para o qual deram o voto – a menos de 20 dias. Os dados são de pesquisa Datafolha realizada em todo o país nos dias 14 e 15 de outubro.”
4. Maioria simples
O voto majoritário, na verdade, somando ao primeiro ponto deste texto, não tem nada de maioria. É muito fácil desconsiderar os que não querem nenhum dos candidatos para dizer que o candidato X foi eleito pela maioria. Quando um eleitor vota em Branco ou Nulo, o que ele está dizendo indiretamente é que ele não quer como governante nem o candidato A nem o B, e aqueles que votam no A não querem o B, e vice-versa. Portanto, para o cargo de executivo no mínimo deveriam contabilizar os votos em branco e nulo, e assim, para o candidato A se eleger, ele deveria ter mais votos que a soma dos votos para o candidato B e os votos nulos e branco. Isso ajudaria a eleição ser um pouco mais justa e evitaria, talvez, possíveis conflitos sociais (como manifestações com vandalismo), pois a fatia de eleitos que não conseguiram eleger seu candidato seria menor, ou seja, menos eleitores insatisfeitos com o resultado.
Com mais um concorrente (votos brancos e nulos válidos), os candidatos sentirão mais pressionados em satisfazer o eleitorado, e assim estimularia um debate com menos argumentos ad hominem e mais ideológico, e não somente fazer propaganda atacando o adversário, que indiretamente faz com que as pessoas sigam a atitude (i)lógica de votar no “menos pior”.
Conclusão:
Não existe representatividade, maioria e muito menos decência na política brasileira a começar pelas eleições que deveriam no mínimo servir de exemplo de liberdade e democracia para o seu povo. Pelo o contrário, utilizam o povo como meio de manobra para se perpetuar no poder, conquistam pessoas ignorantes a troco de esmolas, escolhem quem eles querem como representantes do povo e ainda nos forçam a participar deste circo e sustentar o espetáculo que durará mais 4 ou 5 anos. Não temos para onde fugir e muito menos dizer não para eles através do voto. E isso tudo só mudará quando todos nós percebermos que não é simplesmente um sistema eleitoral, e sim, prisional.
texto de Victor Maciel Peixoto de Souza, estudante de Economia da Universidade de Coimbra.

fonte: Gazeta do Povo

Para o PT, Lava Jato “está sendo dirigida de fora do País”

O PT, em nota assinada por Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Paulo Pimenta, diz que a Lava Jato “está sendo dirigida de fora do País”.

O pretexto é o acordo judicial que a Petrobras foi obrigada a assinar em Nova York para tentar sanar a roubalheira de Lula e Dilma Rousseff.

Leia aqui:

“A Lava Jato está destruindo vários setores estratégicos da nossa economia, inclusive o de petróleo e gás, numa postura irresponsável que só beneficia interesses alienígenas. Parece claro, dessa forma, que tal operação está sendo dirigida de fora do País.”