terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Só Cármen Lúcia pode salvar o STF

Cármen Lúcia não vai se declarar suspeita para julgar o habeas corpus de Lula.

Mais importante ainda: ela não parece disposta a atropelar a pauta do STF apenas para salvar o criminoso condenado.

Segundo o Valor, “a presidente do Supremo não deu sinais de que pretende pautar o habeas corpus tão cedo. Uma mudança na jurisprudência neste momento seria vista como muito prejudicial à Lava Jato. Cármen Lúcia não teria a intenção de sujeitar a Corte a insinuações de que prejudicara a operação e nem de que favorecera o ex-presidente.”

O criminoso nas ruas

O PT emporcalhou São Paulo colando cartazes em defesa do criminoso condenado em segundo grau.

Os cartazes dizem:

“Não à prisão de Lula” e “Abaixo o golpe”.

A Folha de S. Paulo noticia que Alexandre Padilha “incentivou os militantes do partido à panfletagem, afirmando que a luta se dará nas ruas e os petistas não se envergarão. ‘Nós vamos até o fim. Eles vão ter que arrancar o Lula. Nós vamos estar lá juntos'”.

GENERAL AUGUSTO HELENO SE POSICIONA SOBRE A INTERVENÇÃO NA SEGURANÇA DO RIO DE JANEIRO

STF está com Lula

Os advogados de Lula espalham que o STF está rendido.

Diz a Folha de S. Paulo:

“Em conversas com colegas do meio jurídico, advogados do ex-presidente Lula dizem ainda acreditar que a maioria do STF votará por conceder o habeas corpus a ele.”

O Seminarista no STJ

Depois de se reunir com Gilberto Carvalho, Edson Fachin aceitou encaminhar o habeas corpus de Lula para o plenário do STF – uma decisão escandalosa.

Agora, segundo O Globo, Gilberto Carvalho está fazendo o mesmo trabalho junto aos ministros do STJ.

O Seminarista, assim como o Angorá, é um profissional.

Bolsonaro diz que “Temer já roubou muita coisa, mas meu discurso ele não vai roubar, não”

Jair Bolsonaro votou a favor da intervenção no Rio de Janeiro, mas fez uma série de ressalvas.

Ele disse ao site Poder360:

“Temer já roubou muita coisa, mas meu discurso ele não vai roubar, não”.

Supermercados cortam hora extra e adicionais de funcionários

Um decreto assinado pelo presidente Michel Temer (PMDB) no ano passado classifica os supermercados como serviços essenciais e concede a eles menos entraves para abrir aos domingos e feriados. Até então, os estabelecimentos precisavam de leis municipais e acordos com os sindicatos para funcionar nestas datas.

Segundo o presidente, o objetivo da mudança, que é anterior à reforma trabalhista, seria conceder às empresas maior segurança jurídica e diminuir a dependência de aprovação por parte das prefeituras. Na prática, porém, os trabalhadores reclamam que a regra representa uma perda de direitos e o sindicato da categoria no Rio de Janeiro já sinalizou que pode entrar em estado de greve – lá, as mudanças já passaram a valer.

Uma das principais consequências do decreto foi a mudança no pagamento das horas trabalhadas aos domingos e feriados. Antes, em cidades onde os estabelecimentos podiam abrir nestas datas, os trabalhadores tinham direito a receber um acréscimo de 100% sobre as horas trabalhadas, além de uma folga compensatória, vale alimentação e auxílio transporte correspondentes ao dia. Agora, os sindicatos de cada cidade terão de renegociar esses termos com os representantes dos supermercados, uma vez que o decreto desobriga os empregadores a conceder todos esses benefícios.

“O que o decreto fez foi editar uma lei de 1949 para incluir os supermercados na lista de serviços essenciais, da qual fazem parte, por exemplo, hospitais e transportes. Isso permite que os estabelecimentos abram como se domingos e feriados fossem dias normais. É um reflexo da flexibilização da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”, explica Denis Sarak, responsável pelo departamento de direito trabalhista no escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados.

Na prática, isso significa que os empregadores podem pagar os funcionários como se essas datas fossem dias úteis, a menos que outros benefícios sejam acordados em convenção coletiva. Esses acordos locais, explica o advogado, prevalecem sobre o decreto nacional naquele município.

Os patrões também devem respeitar a regra de conceder um dia de descanso semanal aos trabalhadores, de forma que, se o estabelecimento optar por abrir aos domingos, deve trabalhar em esquema de escala. “É importante frisar que essa mudança não significa que todos os supermercados são obrigados a abrir nesses dias. Só quer dizer que, se eles quiserem, podem, sem precisar de autorização e outras burocracias. Se em alguma cidade essa regra não valer, é porque criaram uma nova convenção coletiva”, esclarece.

Comemorações
A mudança agradou empregadores, que comemoraram a aprovação do decreto. “Nós consideramos que foi uma verdadeira vitória”, diz Roberto Longo, vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “Para o brasileiro, é essencial ter arroz e feijão nos domingos e feriados também. Mas, antes, não conseguíamos atender nossa demanda, porque os sindicatos impunham condições muito pesadas para abrir nessas datas – isso quando permitiam abrir.” Permitir que os supermercados abram aos domingos e feriados, segundo ele, também incentiva empresários a abrir novos estabelecimentos e aumentar a equipe em 20% a 25% para atender a demanda nos horários especiais, gerando emprego. “O objetivo principal é atender à população. As questões trabalhistas são secundárias”, diz.

Em São Paulo, as mudanças ainda não passaram a valer, pois a convenção coletiva, que tem validade de um ano, ainda não venceu. Isso não impediu, porém, que o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios (Sincovaga) do estado, Álvaro Furtado, comemorasse.

“O decreto [assinado por Temer] é legítimo, mas não há intenção de usá-lo para exploração”, diz. “É de entendimento do Sincovaga que as empresas não têm obrigação de firmar convenções para poder abrir aos domingos e feriados. Isso não significa, porém, que precisa ser assim. Já procuramos o sindicato [dos comerciários] para conversar a respeito; mas, se a categoria não estiver disposta a abrandar os benefícios concedidos nos feriados, teremos de recorrer à justiça para fazer valer o que está no decreto.”

O presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SECSP), Ricardo Patah, no entanto, diz que os supermercados enfrentarão resistência por parte da categoria. “A convenção que temos hoje é referência no Brasil inteiro, não vamos aceitar nenhuma desonestidade”, diz. “Ainda assim, estamos mantendo diálogo e vamos começar as negociações em breve.”

Greves e demissões
O Rio de Janeiro é uma das cidades que já teve um novo acordo firmado entre os representantes das categorias após a aprovação do decreto. A convenção coletiva assinada pelo Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro (SECRJ) e o Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro (Sindigêneros) diz que, desde outubro, os supermercados não precisam pagar o adicional sobre as horas trabalhadas – contanto que concedam ao funcionário uma folga nos 30 dias seguintes e um bônus de 30 reais na forma de prêmio, vale alimentação ou vale-compras.

Essa mudança levou os trabalhadores de dois supermercados, Mundial e Carrefour, a decretarem estado de greve no final de 2017, ameaçando cruzar os braços até que um acordo fosse renegociado entre as partes. O sindicato dos comerciários alegou que as empresas estavam desrespeitando a convenção coletiva e pedia que elas voltassem a pagar o adicional de 100% sobre as horas trabalhadas em domingos e feriados.

“Não são todas as empresas que mudaram a forma de pagar os direitos dos funcionários, mas existe uma pequena parcela de oportunistas que decidiram se beneficiar para aumentar a margem de lucro”, diz Márcio Ayer, presidente do SECRJ. Segundo ele, os estabelecimentos chegaram a demitir funcionários que participavam das mobilizações.

No caso do Carrefour, 25 funcionários foram demitidos às vésperas do Natal, de acordo com o sindicato, com a justificativa de que a empresa estava passando por uma reestruturação. A organização representante dos comerciários disse que já denunciou a marca ao Ministério Público do Trabalho e que todos os demitidos serão ouvidos durante a investigação. “Ainda estamos movendo a ação e devemos retomar o diálogo para entrar em um acordo nas próximas semanas”, diz Ayer.

Já nos supermercados Mundial, a pressão dos trabalhadores obrigou a empresa a voltar atrás e restabelecer o pagamento do adicional mais as folgas previstas antes de outubro, além de reintegrar todos os funcionários demitidos durante o período de mobilização.

Outro lado
Procurado pela reportagem, o Carrefour diz que “cumpre integralmente a convenção coletiva assinada entre o Sindicato dos Empregados e dos Empregadores, motivo pelo qual não houve nenhum tipo de paralisação em suas lojas. Reforça que, diante do cumprimento integral da legislação e compromisso que mantém com seus colaboradores, oferece ainda aos seus funcionários benefícios espontâneos adicionais que não estão previstos na convenção coletiva, como, por exemplo, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, convênio farmácia e auxilio ótica.

Sobre os casos de demissão apontados pelo SECRJ, a rede comenta que “mantém intenso diálogo com a entidade e com o Ministério Público do Trabalho, a fim de esclarecer todas as questões levadas para a empresa”. “Mais uma vez, a rede ressalta que permanece à disposição para dialogar com as entidades representativas, mantendo as portas abertas e respeitando os limites da lei e da convenção estabelecida entre as partes.”

O Supermercados Mundial, por sua vez, afirma que “a situação envolvendo os funcionários no final de 2017 foi desencadeada em função de uma alteração na política de benefícios da rede, que foi resolvida no início de dezembro”. “No entanto, o Mundial ressalta que na ocasião estava apenas cumprindo e seguindo fielmente a convenção coletiva que foi assinada e validada pelo próprio Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro. É importante destacar que o episódio ocorrido não teve relação alguma com a reforma trabalhista.”

A empresa diz que oferece aos seus funcionários outros benefícios independentemente de qualquer exigência legal ou sindical e afirma que “nunca atrasou o pagamento de seus funcionários e cumpre rigorosamente as leis e normas trabalhistas previstas na CLT”.


fonte: Veja

Chamou artistas de “vagabundos” e foi ao cinema

Glória Pires, Letícia Sabatella, Orlando Morais, Sônia Braga e Wagner Moura entraram com queixa-crime contra o deputado Wladimir Costa, o da tatuagem, porque ele disse que os artistas eram “vagabundos” que defendiam a Lei Rouanet…

Raquel Dodge, no entanto, deu parecer contrário ao recebimento da queixa-crime:

“As expressões tidas por ofensivas, mesmo que exageradas de modo a obter maior visibilidade política junto ao seu nicho eleitoral, estão relacionadas ao exercício do mandato parlamentar.”

Wladimir Costa agora pode dizer que chamou os artistas de “vagabundos” e foi ao cinema.

Exército quer poderes de interventor por escrito

O Alto Comando do Exército está pressionando Michel Temer para que todos os poderes do interventor estejam descritos no decreto complementar ou em algum outro documento a ser aprovado pelo Congresso Nacional, diz o site O Antagonista.

É uma questão de segurança jurídica.

Exército tem informações para “limpar” polícias civil e militar

O interventor federal da segurança pública no Rio de Janeiro, general Braga Netto, vai utilizar o acúmulo de dados de inteligência obtidos no período em que ele foi responsável pelo Comando Militar do Leste para fazer mudanças estratégicas nas policiais do estado, informa o blog do Camarotti.
Avaliação feita no Palácio do Planalto é de que o grande problema no estado é que os comandos locais, tanto da Polícia Militar quanto da Polícia Civil, nas comunidades e nos bairros, tinha intervenção política.
Esse diagnóstico foi definido por ministros que participaram da decisão do presidente Michel Temer de fazer a intervenção no Rio.
Além disso, a constatação é de que uma parcela da polícia também tem influência de milícias e até mesmo do crime organizado.
“Como o general Braga Netto atuou no ano passado em operações no Rio por causa das ações da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e em 2016 por causa da Olimpíada, ele acumulou muita informação sobre o funcionamento da segurança pública no Rio e sobre as polícias. 
Em várias operações, inclusive, foi identificado o vazamento de informação. Será essa inteligência que será utilizada para fazer as mudanças nos comandos locais das polícias, desde as delegacias até postos em comunidades”, disse um ministro que não foi identificado pelo blog.
Além da corrupção de policiais, um ministro apontou como grande problema na segurança pública do Rio a influência política nas nomeações de cargos, tanto na PM quanto na Civil.
“Um vereador em determinada comunidade tem influência total na escolha de policiais que serão lotados nessa comunidade. O governador Pezão não tinha autoridade para barrar essas indicações políticas. Em muitos casos, vereadores tinham relações com a milícia, em casos extremos até mesmo com a contravenção e o crime organizado”, observou o ministro ao blog.

O candidato a poste

Lula vai escolher sozinho o nome de seu sucessor.

E é capaz que ele apoie um nome de outro partido.

Os candidatos a poste do PT – Jaques Wagner, Fernando Haddad e Patrus Ananias – não têm a menor chance de se eleger, segundo o site O Antagonista.

A simpatia entre favelados e traficantes

Os moradores das favelas cariocas, em muitos casos, são cúmplices dos narcotraficantes.

O delegado Fernando Veloso disse para O Globo:

“Algumas têm tradições familiares que ligam o tráfico à favela. É o caso da Cidade de Deus. Nessas regiões, o trabalho de aproximação das forças de segurança fica difícil. Há quase uma simpatia entre moradores e traficantes. A Maré já é uma das mais instáveis. É um caldeirão que pode explodir a qualquer momento. Mas também há locais aparentemente tranquilos que não podem deixar de receber atenção, pois têm altos níveis de corrupção policial. Alguns contam com UPPs.”

O crime eleitoral

Michel Temer é um estadista.
Ontem à tarde, segundo Andréia Sadi, ele se reuniu com os marqueteiros Elsinho Mouco e Antonio Lavareda porque quer usar a calamidade no Rio de Janeiro para “capitalizar politicamente”.

Os cadáveres dos cariocas são a nova modalidade de estelionato eleitoral.

“Quem sofre é o preto”

O site faveladarocinha.com produziu um vídeo “contendo dicas sobre como a população negra das comunidades do Rio deve agir durante a intervenção”, diz O Globo.

Para os autores do vídeo, o Exército é o inimigo:

Diz o narrador:

“É triste ter esse vídeo, pensar esse vídeo, publicar esse vídeo. Mas é altamente necessário porque a gente sabe bem que a partir do momento que começa a intervenção militar quem irá sofrer as consequências no final da história, principalmente dentro das favelas. É o que a gente sempre fala quando tem incursão policial ou militar nas favelas: quem sofre é o preto, pobre e favelado.”

ETCHEGOYEN É O FAVORITO DO EXÉRCITO PARA NOVO MINISTÉRIO

O general Sérgio Etchegoyen, hoje chefe do GSI, é o favorito do Exército para assumir o Ministério da Segurança Pública, segundo apurou o site O Antagonista.

Temer também vê o nome com simpatia, diante da rejeição ao de José Mariano Beltrame.

Etchegoyen sempre quis mandar na PF. 

Adianta apenas dar combate aos bandidos?


Aqui no Rio nós falamos muito da necessidade de colocar a bandidagem atrás das grades, ou na melhor das hipóteses, debaixo das lápides. Entretanto, não acredito que essa seja a única forma de dar combate à criminalidade. Ainda falta ao Brasil muito da inteligência, ou pelo menos interesse em investigar de forma inteligente.

Sem uma investigação inteligente, a neutralização dos bandidos não passará de uma ação imediatista, populista e que servirá somente para saciar os anseios imediatos da sociedade. É preciso mais.

Nos Estados Unidos o trabalho principal do FBI é fazer o levantamento da rota percorrida pelo dinheiro do narcotráfico, para então bloquear o acesso a esse dinheiro, enfraquecendo e vulnerabilizando as grandes quadrilhas.

Não posso acreditar que os milhões de reais gerados com o tráfico de drogas e com os roubos de carga são guardados embaixo de colchões em favelas. E também não é uma tarefa fácil tornar esse dinheiro legal. Nunca se pensa no seguinte: Quem recebe? quem limpa esse dinheiro? Pra onde vai toda essa grana? Opa! Aí já estamos entrando numa área que definitivamente não interessa aos políticos. Se mexer nisso, muito coelho vai sair dessa cartola, junto com gambás e até cangurus.

Uma vez que a rota percorrida por essa grana seja levantada, e quem são os seus destinatários (e recebedores intermediários), será mais fácil desmontar todo o mecanismo do crime, engrenagem por engrenagem. 

O tráfico de drogas alimenta o tráfico de armas, que aparelha o roubo de cargas e assim por diante. A quantia de dinheiro envolvida nisso é algo que sequer imaginamos. Mas muita gente lucra, e muito. Quem? O Zé Ruela que ganhou um poder lá no morro? Não... Esse só fica com uma ínfima porcentagem. Que empresas ou instituições limpam essa grana?

O fato é que aqui ninguém investiga, porque é bem capaz de as pontas de recebimento estarem dentro de partidos, do Congresso Nacional e até das instituições mais insuspeitas.

Sabe quando isso vai acabar num país que tem a corrupção como sua principal característica? 

NUNCA!

Me desculpe, General Braga Netto. O senhor pode até ser bem intencionado e eu acredito nisso. Só que infelizmente não vai conseguir fazer muita coisa, porque não vai chegar nos verdadeiros donos do negócio. 

No máximo vai acalmar as coisas pra conter os abusos daqueles que são os operários do crime.

(com Jornal da Cidade Online conteúdo)

O PT é o grande responsável pelo caos no Rio de Janeiro


Em recente discurso no Senado Federal, a presidente do PT Gleisi Hoffmann, ainda sustentando a tese esdrúxula do ‘golpe’, negou que Dilma tivesse deixado o governo com o país atolado numa imensidão de quase 12 milhões de desempregados, fato público e notório, na época amplamente divulgado pela imprensa. A senadora teve a pachorra de dizer que era mentira.

Assim é o PT. Nega na maior cara de pau todos os seus malfeitos e falcatruas.

Da mesma forma, o PT finge atualmente desconhecer toda a cobertura que deu ao ex-governador Sérgio Cabral e a suas peripécias.

A ousadia de Cabral em ‘roubar’ soou extremamente bem vinda às hostes petistas.

Lula, Dilma e Cabral foram verdadeiros parceiros, fato que na época era alardeado amplamente, sem qualquer constrangimento. Aliás, muito mais do que parceiros, eram comparsas.

Ou seja, o PT teve participação direta e se beneficiou de todos os esquemas de corrupção no Rio de Janeiro, registra o Jornal da Cidade Online.

Hoje, desconhecem e ignoram esse passado nefasto. 

Parecer de Raquel Dodge destrói a defesa de Lula no STF


A tentativa da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de fazer com que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja a sentença do caso tríplex, foi literalmente destruída pela procuradora geral da República Raquel Dodge.

O parecer da PGR colocou a Suprema Corte contra a parede, numa perfeita e escorreita análise jurídica, demonstrando a absoluta e esdrúxula pretensão do condenado, segundo noticia o Jornal da Cidade Online.

Não cabe ao STF reanalisar as provas que justificaram a condenação do petista. O STF não tem competência para tal procedimento.

Dodge esclarece com extrema precisão que ‘o agravante, ao utilizar-se do termo reavaliação, busca realizar um jogo de palavras de modo a requerer, na verdade, o reexame de matéria de prova’.

Zanin e sua trupe, agora reforçada por Sepúlveda Pertence, sofrerão mais uma fragorosa derrota.

É só aguardar.

Sem qualquer chance.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Camila Pitanga é hostilizada e insultada em shopping: "petista escrota"


Uma das mais ardorosas defensoras do PT na classe artística, a atriz Camila Pitanga foi surpreendida neste domingo (18) por hostilidades dentro do shopping Leblon, no Rio de Janeiro.

A atriz estava acompanha pela filha de apenas 9 anos, quando foi abordada por uma mulher aos gritos de ‘petista escrota’, entre outros palavrões.

A atriz reagiu, rebateu a provocação e uma discussão enorme chamou a atenção de outras pessoas que acabaram intervindo, evitando uma consequência mais grave.

Para encerrar a briga, Camila pediu ‘paz’ para a mulher e que ela liberasse o caminho para que pudesse passar com a filha.

Com os ânimos mais calmos, mas visivelmente abalada, a atriz foi embora sentido o peso de seu engajamento político-partidário.

Se intervenção der certo, pode ser o "Plano Real" de Temer


Surgiu o mais forte pré-candidato à presidência pelo 'Centrão' (o bloco de partidos formado por PMDB, PP, PR, PSD, PTB, PROS, SD, PRB e afins que comanda o Brasil).

Michel Miguel Elias Temer Lulia.

Sim, você não leu errado. Estou falando de Michel Temer.

Veja um trecho do discurso dele ao decretar a intervenção federal no Rio de Janeiro:

"Nós, que já resgatamos o PROGRESSO no nosso País e retiramos, sabem todos, o País da pior recessão da sua história, nós agora vamos restabelecer a ORDEM".

Ordem e progresso. Frase da bandeira nacional. E um ótimo slogan eleitoral. Mais patriota, impossível.

Pense um pouco. O presidente é o único que não precisa sair de seu cargo para concorrer e tem até dia 15 de agosto para decidir se participa da eleição ou não.

As opções de apoio do Centrão são tão ou mais chuchus do que ele. Se o Plano Doria for descartado, sobram Meirelles (que não tem apoio nem do próprio partido) e Alckmin (que não tem apoio do grão-tucano FHC, responsável por tentar fritar sua candidatura toda semana, e não se move nas pesquisas mesmo sendo governador do estado mais populoso do país há quase 8 anos).

Temer poderia aliar o poder da máquina federal - que continuaria comandando - com um grande bloco de apoio, o que significaria muito tempo de televisão, muito dinheiro do fundo partidário e eleitoral para campanha (limitado, *no papel*, a R$ 70 milhões), uma enorme estrutura local de campanha (prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais) e concorrentes a menos na disputa.

A intervenção federal no Rio, guardadas as devidas proporções, é o "Plano Real" de Temer. Se funcionar e reduzir a sensação de insegurança dos cariocas até as eleições, Temer transformará a pauta de Bolsonaro em pó. Não faz sentido votar em quem apenas promete se o eleitor pode votar em quem já faz.

Anti-esquerda? Não existe nome mais anti-esquerda no Brasil neste momento do que Temer, de acordo com a própria esquerda que grita "Fora Temer" até em fila de açougue. Note que nenhum esquerdista grita "Fora Bolsonaro" por aí.

Pautas reformistas? Temer tem a Reforma Trabalhista (com o fim do imposto sindical), a PEC do Teto, a mudança na taxa de juros do BNDES para acabar com o bolsa empresário nos próximos anos e ainda teve colhões para tentar passar a Reforma da Previdência (que, agora, ganha uma ótima desculpa para ficar para 2019: a própria intervenção federal que impede a votação de PECs). A segurança aos investidores de que a pauta de reformas continuaria estaria garantida.

FHC tinha 8% de intenções nas pesquisas no final de 1993 contra 42% de Lula. Acabou eleito no primeiro turno no ano seguinte com 54% dos votos. Sem Lula, o jogo fica totalmente aberto este ano. Não é nada impossível que Temer resolva, ele próprio, defender o seu governo numa campanha de reeleição.

E isto também interessaria aos partidos aliados. O DEM poderia ser atraído para o bloco com o apoio do MDB a candidatos a governador como Cesar Maia (RJ) e ACM Neto (Bahia), além da manutenção de Rodrigo Maia na presidência da Câmara. O PSDB custaria mais caro, talvez uma vice-presidência, o apoio a Alckmin senador (e posteriormente presidente do Senado) e Doria governador de SP (eleição ganha no primeiro turno com o pé nas costas), mas nada de outro mundo.

Tudo depende, claro, da tal intervenção funcionar. Mas você sabe como é o Brasil: tudo passa a funcionar no ano eleitoral, obras são inauguradas, tudo muito lindo e maravilhoso, e políticos são reeleitos graças a isto. Depois das eleições todo mundo percebe que não se resolve problemas complexos com intervenções pontuais (e que custam rios de dinheiro), mas aí Inês é morta.

A intervenção federal no Rio é o Temer 2018. E pode dar certo.

PS: Também estaria garantida a manutenção do novo Ministério da Segurança Pública, o qual poderia eventualmente abrigar um novo ministro em 2019, como um candidato à Presidência que tivesse a pauta da segurança...

(Texto de Marcelo Faria. Empreendedor e presidente do Ilisp)

(Agradecimentos ao Pedro Henrique Ferreira pela conversa virtual que gerou esta análise)

No Jornal da Cidade Online.

Interventor já perdeu um irmão para a violência do Rio


O general Braga Netto, interventor federal no Rio de Janeiro, conhece de perto a dor da violência carioca.

Ricardo Braga Netto, seu irmão, oficial da Marinha, foi assassinado na ponte Rio-Niterói, ao tentar evitar um assalto, quando retornava do quartel da Marinha em Niterói. O fato ocorreu na década de 80.

Respeitado pela tropa, "durão" e experiente é como colegas definem o general de Exército Walter Souza Braga Netto.

Durante uma palestra em agosto de 2017 no Centro Cultural Justiça Federal, Braga Netto afirmou que as operações do tipo Garantia de Lei e Ordem (GLO) têm alguma eficácia, mas um alto custo financeiro, social, logístico e até mesmo psicológico para as Forças Armadas e seriam desnecessárias se os Estados tivessem políticas de segurança pública mais eficientes.

Na entrevista coletiva sobre a intervenção federal no Rio, o general afirmou que não tinha nada a adiantar sobre quais seriam suas ações práticas como interventor, registrou o Jornal da Cidade.

‘Eu recebi a missão agora. Nós vamos entrar numa fase de planejamento. No momento, não tenho nada que eu posso adiantar para os senhores. Vamos fazer um estudo, vamos conversar com todos. E nossa intenção é fortalecer ainda mais o sistema de segurança do Rio de Janeiro, para voltar a atuar conforme merece a população carioca’, afirmou.

Da Venezuela PCC recebe armamentos pesados e drogas



Operações clandestinas e negociações ligam a organização criminosa Primeiro Comado da Capital (PCC) a traficantes venezuelanos de armas e drogas.

A Polícia Civil de Roraima conseguiu interceptar uma negociação entre um representante do PCC de São Paulo, um tal de Jaçanã, e um integrante da facção em Roraima, vulgo ‘Toni Caolho’.

A dupla – Jaçanã e Toni Caolho - tratava da compra de fuzis e drogas vindos da Venezuela para serem revendidos na região de Santos, no litoral paulista.

Em dado momento Jaçanã pergunta sobre armamentos de calibre mais grosso a Toni Caolho. 

"Os mais grosso (sic), eu tô chegando lá, mano! Eu tô chegando já ali nas AK-47! O cara disse que vai tá mandando umas fotos pra mim essa semana aí. Tamo aqui pesquisando os preço (sic), mano".

Uma outra frente de investigação, deteve a taxista venezuelana Yudith del Carmen, de 41 anos, que confessou que fazia viagens para trazer drogas ao Brasil a pedido de traficantes venezuelanos. Ela revelou ainda que recebia muitos pedidos via WhatsApp de presos brasileiros em Roraima com fotos de armas que eles queriam que fossem trazidas do país vizinho. 

Os grampos e o depoimento da venezuelana deram convicção aos setores de inteligência da Polícia Civil de que o PCC opera uma nova rota de importação de armas pesadas na fronteira com a Venezuela.

A moeda de troca dos negócios criminosos do PCC na fronteira são carros roubados no mercado brasileiro e enviados, muitas vezes com placas clonadas, para a região que divide os dois países.

(com Jornal da Cidade Online conteúdo)

O que vale é ser contra e dane-se a segurança do povo do Rio de Janeiro


Senador Humberto Costa (PT-PE), somente um parvajola de sua espécie tem o desplante e a insensibilidade de dizer que a intervenção na segurança pública do RJ pode comprometer a democracia.

Ridícula, parva e recheada de animosidade contra o governo federal, a sua manifestação só encontra amparo entre os bandidos, travestidos de políticos, que, diante de uma situação gravíssima, ainda usam a politicagem rasteira para alfinetar medida positiva a favor de todo o povo do RJ.

Gostaria de vê-lo morando com a sua família nas regiões periféricas cariocas, tendo de se deslocar todos os dias pela Linha Vermelha e outras vias conflagradas pelos narcotraficantes, sob intenso tiroteio diário, para agora vir fazer considerações despropositadas relativas à integridade de nossa democracia.

O corrupto governo do PT passou mais de 13 anos no poder e foi incapaz de trazer uma solução compartilhada com a administração carioca, e isso que Lula e Dilma eram amigos do outro corrupto, preso, Sérgio Cabral.

Agora, no maior descaramento, ouve-se desse senador que o PT votará contra a aprovação do decreto presidencial em prol da segurança pública carioca, com estapafúrdias justificativas.

Senador, deixe dessa cretinice extremada, desse ranço perverso e dessa picuinha pueril contra o governo federal, o qual apenas está tomando medida constitucional para salvaguardar a integridade física de ir e vir do povo carioca.

Não confunda alhos por bugalhos. Não confunda politicagem com política. Não traga para o problema carioca resquícios do atavismo medieval, da truculência, do desatino petista, diante de um problema tão grave.

texto por Júlio César Cardoso, bacharel em direito
Jornal da Cidade Online conteúdo

O que esperar do país em que nem os ministros do TCU respeitam o teto constitucional


Seria melhor que acabassem de uma vez com esta piada infame denominada ‘teto constitucional’.

Nossas autoridades não o respeitam e pisoteiam sobre este dispositivo sem qualquer constrangimento.

Cotidianamente novos ‘penduricalhos’ são inventados para burlar a Carta Magna.

E justamente de onde deveria vir o exemplo, acontecem aberrações absurdas e incompreensíveis para o cidadão comum, o pagador de impostos.

Nem o Tribunal de Contas da União respeita o teto constitucional de R$ 33.763 para os seus abastados ministros.

Segundo o jornal ‘O Globo’, ‘Tem caso de ministro recebendo em um mês R$ 78 mil, somando, entre outros penduricalhos, R$ 25 mil em diárias ao salário. Outro, pelo mesmo motivo, chegou a R$ 69 mil em setembro de 2016, incluindo R$ 19,5 mil de diárias. Há ainda um terceiro, que embolsou R$ 44,4 mil, e incluiu na conta o ressarcimento do plano de saúde no valor de R$ 6,9 mil’.

Com que autoridade a corte vai fiscalizar os demais órgãos do estado?

A debandada dos venezuelanos para os países vizinhos

Três milhões de venezuelanos (um décimo da população) abandonaram a ditadura de Nicolás Maduro, sendo 1,2 milhão só nos últimos dois anos, segundo o Wall Street Journal.

O Globo, em editorial, mostra os efeitos da debandada na América do Sul:

“No fim de 2017, a Colômbia havia abrigado 550 mil cidadãos do país vizinho, um aumento de 62% em relação a 2016. Desde janeiro deste ano, mais 50 mil refugiados entraram na Colômbia. São números que se comparam aos 600 mil sírios que pediram asilo à Alemanha, e aos 700 mil rohingyas que fugiram de Mianmar para Bangladesh.

No Brasil, números da Superintendência da Polícia Federal de Boa Vista, principal porta de entrada dos refugiados, mostram que só nos primeiros 45 dias de 2018, 18 mil venezuelanos pediram formalmente abrigo na capital de Roraima, ante 17,8 mil em todo o ano passado.

A PF de Boa Vista estima uma média diária de 600 pedidos de refúgio. São pessoas desesperadas, em fuga da escassez de alimentos e remédios, do desemprego, da repressão, entre outros infortúnios. Calcula-se que 40 mil refugiados entraram no Brasil pela fronteira com Roraima em 2017. Neste ano, já são dez mil.

O venezuelano que chega ao Brasil pertence à faixa mais pobre da população. Já um estudo da PF mostra que dos 17,8 mil venezuelanos que solicitaram abrigo em 2017, 1,9 mil (6,2%) são engenheiros e 862 (4,8%), médicos, mesmo percentual de economistas.”

A blindagem das fronteiras

O governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), defende a presença das Forças Armadas para fiscalizar os mais de 1.400 quilômetros de fronteira seca que separam o estado da Bolívia e do Paraguai.

“Já apresentamos projeto neste sentido ao Ministério da Justiça, e entendemos que não adianta combater o problema da droga nos morros do Rio e nos grandes centros, se não blindarmos as nossas fronteiras”, disse Azambuja ao Globo.

O jornal lembra que as estradas no Mato Grosso do Sul são consideradas o maior corredor de distribuição de drogas e armas da América do Sul, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).


“Em 2016, de acordo com o relatório, a polícia apreendeu duas mil toneladas de drogas em solo brasileiro — um quarto só nas rodovias da região.”

“O Rio é apenas o efeito, a causa está nas fronteiras”

O governador de Rondônia, Confúcio Moura (MDB), falou ao Globo sobre a intervenção federal no Rio.

“Essa intervenção é uma atitude última para dar uma resposta imediata à situação. Mas não resolve, porque o Rio de Janeiro é apenas o efeito. A causa está nas fronteiras brasileiras, na ausência da presença do Estado nessa extensa fronteira. Se o governo não encarar o problema real, o resultado vai ser decepcionante.”

Segundo Moura, só duas bases fazem o patrulhamento de mais de 1,2 mil quilômetros de fronteira com a Bolívia.

“Estamos completamente desguarnecidos. Há circulação livre de barcos para lá e para cá. Precisamos descontingenciar recursos para botar as Forças Armadas nas fronteiras.”

Sistema prisional do Rio opera 96% acima da capacidade

Juntas, todas as unidades prisionais do estado do Rio de Janeiro têm capacidade para receber cerca de 26 mil presos, mas atualmente operam 96% acima da capacidade, informa O Globo.

Gutembergue de Oliveira, presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal do Rio, disse ao jornal que há unidades funcionando acima do dobro da capacidade original.

“Em Bangu 3, por exemplo, onde estão recolhidos presos da maior facção criminosa do Rio, há 2.300 detentos. Originalmente, a capacidade de acolhimento era de 950 presos. No Plácido de Sá Carvalho, também em Bangu, há 3.500 presos, mas a capacidade é de 1.700 apenas.”

De acordo com o sindicato, há ainda um déficit de 2,5 mil agentes. Mesmo assim, Gutembergue de Oliveira vê a intervenção federal no comando da Seap com uma ponta de esperança.

“O resultado da crise de segurança sempre deságua no sistema penitenciário. Ficamos com o maior ônus, que são os presos. Sou favorável a intervenção. Se o paciente está doente e recebe algum remédio, isso sempre traz esperança. Só não sei se o remédio vai só baixar a febre ou se vai mesmo resolver o problema.”

O site O Antagonista ressalta apenas que superpopulação carcerária não necessariamente quer dizer encarceramento excessivo. Pode haver poucos presídios para muitos criminosos, ou má distribuição de presos entre os presídios existentes. 

Sem falar na grande quantidade de presos provisórios, à espera de julgamento, em razão da lentidão da Justiça brasileira.

O que representa o Ministério da Segurança Pública

“A criação do Ministério da Segurança não representa coisa alguma, a não ser a transferência de órgãos de um lado para outro da Esplanada, já muito abarrotada de ministérios, e mais cargos para nomeação. Dependendo de quem for escolhido para comandá-lo, pode ser ainda pior do que já está. Por que a Polícia Federal ou a Polícia Rodoviária Federal ficariam melhores saindo da Justiça?, segundo Míriam Leitão, em O Globo.

Ao anunciar ontem que vai criar o novo órgão, o presidente Temer reduz a força de sua própria decisão de sexta-feira de decretar a intervenção na segurança do Rio. No primeiro ato, é a tentativa de encontrar uma saída para problema agudo. O segundo é inútil e demonstra falta de foco. (…)”.

Folha, em editorial, chama Facebook de “Fakebook”

A Folha continua na sua guerra contra o Facebook.

Eis um trecho do editorial deste domingo (18).

“Em janeiro, na tentativa de livrar-se da cobrança crescente, Mark Zuckerberg decidiu que o algoritmo que rege as interações entre usuários seria mudado de modo a privilegiar postagens pessoais, em detrimento das promovidas por marcas e empresas.

A medida deve banir de fato o conteúdo divulgado por veículos de jornalismo profissional e, ainda que indiretamente, facilitar a propagação das ‘fake news’, em geral de muito mais apelo e estridência que as notícias factuais.

De fato, nos últimos quatro meses as interações em páginas que produzem ‘fake news’ subiram 61,6%; nas de jornalismo profissional, houve queda de 17%.

Por tudo isso, a Folha anunciou, em 8 de fevereiro, que deixou de atualizar com notícias sua página no Facebook.

As redes sociais surgiram com a promessa de ser um ambiente de convívio e intercâmbio de ideias e dados, e em boa medida atingem esse objetivo. Mas as empresas por trás delas se tornaram um dos poderes emergentes de nossa era.”