segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Cidades administradas pelo PT e demais partidos de esquerda querem as lojas Havan?


O que tem de PrefeiTura implorando ao dono das lojas Havan, para instalar uma loja na cidade, não está no mapa.

Lógico, depois que a esquerda caPiTaneada pelo PT, PMDB, PP, PDT, PSOL, PC do B, PSB, PPS, PCO, PSTU, MST e CUT literalmente quebrou o Brasil, os Estados e as PrefeiTuras por onde passou, agora resta pedir ajuda a quem é empreendedor e empresário, que trabalhou e que realmente prosperou na vida, com o suor de sol a sol e muita dedicação.

Ué PaTota.

O que houve?

Mas a Havan não seria uma detentora dos meios de produção?

Não pertence a Havan a um "burguês"?

Não é a Havan que explora o ProleTariado?

A Havan não é "da zelite"?

Ah pois é.

E mesmo assim vocês da PaTota vão lá implorar para o dono da Havan instalar uma loja na cidade de vocês, não é verdade?

Esta é a esquerda: autofágica, incoerente, volátil e extremamente canalha como sempre.

texto: Pedro Lagomarcino, advogado em Porto Alegre

Jornal da Cidade Online conteúdo

O diálogo com uma petista... O que eu disse de errado?


Desde que comecei a minha experiência como motorista de aplicativos, estabeleci como regra básica o seguinte: Jamais discutir sobre religião e política com o passageiro. Dentro do carro o passageiro é apenas passageiro. Tanto faz se ele é macumbeiro, crente, santo Daime, Fé Bahai, satanista ou o diabo a quatro. Da mesma forma que não faz diferença se ele é petista, pessolista, peessedebista, peemedebista, vigarista, punguista ou qualquer outro "ista". Suas opções, mesmo as sexuais, não me competem.

Entretanto, há casos que não podem ficar sem alguma resposta, e isso aconteceu comigo exatamente ontem.

Estava eu no bairro de Botafogo, quando um dos aplicativos tocou para uma corrida. Dirigi-me até o Humaitá, no endereço marcado, e lá embarcou uma bela jovem com destino à Tijuca..

Mostrando-se simpática, a jovem me perguntou:

- O senhor está vendo algum efeito dessa intervenção federal na segurança?
Respondi de forma cortês que ainda era muito cedo pra se observar algum efeito, mas que acreditava que sim, alguma mudança haveria de ser produzida. Com um indisfarçável desdém de quem acredita que apenas por eu estar dirigindo um carro seria eu um ser acéfalo, a moça retruca:
- Quanta inocência sua, meu senhor! Eu sou jornalista e tenho acompanhado tudo a esse respeito. A única coisa que esse governo golpista quer, é fazer uma plataforma eleitoral para enganar os inocentes como o senhor.
Quando a moça falou "governo golpista", foi como se uma luz de alarme tivesse acendido no painel do carro: {PETISTA DETECT!}. Matei a charada na hora. Diz o ditado que a melhor resposta a ser dada a um idiota, é fazê-lo pensar que é esperto. Ele se enrola na própria corda. Fazendo-me de bobo, perguntei:
- E por que a senhora pensa isso?
Sua resposta foi ainda mais estarrecedora...
- Porque esse governo fascista da elite e racista só vai prender preto e pobre! .
Se por acaso se tratasse de uma passageira ignorante, com pouca escolaridade e uma revoltada fabricada por doutrinações, eu teria ficado quieto e não daria corda para a conversa. Mas uma jornalista? Estava aí a grande diversão da coisa. Foi então que, me fazendo de mais bobo ainda, perguntei:
- Mas e se o policial que abordar um preto for um preto, será racista? Porque se o policial que geralmente é pobre abordar um pobre, ele não estará sendo elitista, a senhora concorda?
A minha pergunta parece ter irritado a moça. Sem saber direito o que dizer, ela saiu pela tangente com outra afirmação:
- Mas segurança não se faz com violência e isso é um reflexo desse governo golpista. Se querem mudar alguma coisa, tem que acabar com a pobreza. É por isso que o Lula tem que voltar! Ele foi o que mais fez, faz e vai fazer pelos pobres, e só ele vai tirar o povo dessa miséria.
Nessa hora estávamos saindo do túnel Rebouças e descendo pelo Rio Comprido para entrar na Dr. Satamini. Apontei para uma favela que há logo acima do túnel, e disse:
- Se a senhora perguntar aos moradores dessa favela, há quanto tempo eles moram aí, a maioria vai dizer que uns 30 ou 40 anos. Por que é que nos 8 anos do Lula e 6 da Dilma eles não foram morar no Leblon, ou pelo menos em Botafogo?
Mais uma vez a moça ficou sem resposta. Seguiu-se um breve silêncio. Senti que a estava colocando numa saia justa e resolvi deixá-la respirar um pouco, para em seguida perguntar:
- A senhora acha que o Lula vai mesmo ser eleito, tendo sido condenado por roubo?
Notei que nessa hora ela ficou meio furiosa e respondeu rispidamente:
- Roubo? O senhor entende de política? Todos eles roubam, meu senhor! O Lula roubou, mas pelo menos fez muita coisa!
Ouvir aquilo foi como levar um chute no estômago. Fiquei envergonhado de ser brasileiro. Ao entrar na Doutor Satamini, perguntei à moça:
- Quando a senhora pediu a corrida pelo aplicativo, quanto era a estimativa de preço?
- Acho que R$ 18,72. 
Dei um sorriso e em tom de brincadeira falei:
- Se na chegada eu cobrasse da senhora R$ 187,20, o que a senhora diria?
- Eu diria que o senhor é um ladrão e estaria me roubando. Te levaria pra primeira delegacia que houvesse!
E eu respondi, ainda rindo:
- É, mas eu estou transportando a senhora num carro novo, limpo, confortável e com toda a segurança! Logo, eu estaria roubando mas estou fazendo!
- É diferente! - disse ela. - Essa é a sua obrigação e eu não tenho que pagar mais nada por isso!
- É... Então a senhora está certa. Lula foi eleito para fazer aquilo que seria a obrigação dele, no entanto o roubo dele pode ser relevado e até perdoado porque hipoteticamente "fez". Mas se eu agir da mesma forma, aí a coisa fica diferente... 
Cruzávamos as ruas da Tijuca, quando fiz minha última pergunta: 
- Essa situação me remete a um texto que vi na internet, chamado "SOCORRO! PAPAI VIROU PETISTA!", em que o pai chega em casa e faz o filho provar do próprio veneno, fazendo-o viver as consequências daquilo que ele quer para os outros, mas não pra si. A senhora já viu esse texto?
- Sim! Já vi com o idiota do Nando Moura, no Youtube. Uma bobagem só. Quem escreveu aquilo não pode ser normal. Deve ser doido.
Não toquei no assunto, A moça, visivelmente irritada, resolveu dar fim à conversa. Não falou mais nada. Chegamos ao destino, agradeci a ela pela viagem e fiz a cobrança: 
- São R$ 18,00. Não precisa dar os centavos. É tão bom quando a gente cumpre aquilo que se propõe sem precisar roubar ninguém, não é?
Antes que ela saísse do carro, falei: 
- Ah... Sobre aquele texto "SOCORRO, PAPAI VIROU PETISTA", eu sou o Marcelo Rates Quaranta, o "doido" e "anormal" que escreveu aquela "bobagem".

A moça saiu e nem me deu boa noite!

O que eu disse de errado pra ela?




texto: Marcelo Rates Quaranta, articulista
Jornal da Cidade Online

Forza, Wagner!

O PT soltou uma nota sobre a batida na casa de Jaques Wagner.

Gleisi Hoffmann acusou a PF de perseguir o partido e, em seguida, agitou sua bandeira no estádio da Fonte Nova.

Leia aqui:

“A invasão da residência do ex-governador Jaques Wagner por agentes da Polícia Federal, na manhã de segunda-feira é mais um episódio da campanha de perseguição contra o Partido dos Trabalhadores e suas principais lideranças.

A sociedade brasileira está cada vez mais consciente de que setores do sistema judicial abusam da autoridade para tentar criminalizar o PT e até os advogados que defendem nossas lideranças e denunciam a politização do Judiciário.

A escalada do arbítrio está diretamente relacionada ao crescimento da pré-candidatura do ex-presidente Lula, nas pesquisas, nas manifestações populares, nas caravanas de Lula pelo Brasil. Quanto mais Lula avança, mais tentam nos atingir com mentiras e operações midiáticas.

Nossa solidariedade ao companheiro Jaques Wagner e sua família.”


Dos 12 estádios que sediaram a Copa do Mundo do Brasil, dez estão na mira de investigações

Na intervenção do Rio os militares das Forças Armadas seriam meros “capangas” da PM?


Essa verdadeira “palhaçada” de negar poder de polícia às Forças Armadas no combate ao banditismo generalizado imposto ao Rio de Janeiro, no momento em que lidamos com uma INTERVENÇÃO MILITAR na área de segurança pública nesse Estado, numa situação que mais lembra uma “guerra”, é algo totalmente inconcebível.

A polícia, que nessa intervenção está subordinada às Forças Armadas, tem poder de polícia, e os militares do Exército e o General-Interventor, não? Como conceber uma situação dessas em que o poder hierárquico superior tem menos poder que o poder hierárquico inferior?

Na verdade os repetidos ataques armados comandados pelos traficantes do Rio de Janeiro e os consequentes danos causados à sociedade civil, significam não menos que uma DECLARAÇÃO DE GUERRA. 

Declaração de Guerra dos delinquentes contra a sociedade e contra o Estado de Direito. Por esse motivo a única lei aplicável para combater tal situação teria que ser justamente a LEI DA GUERRA, a “lei-da-bala”, ou seja, os dispositivos aprovados pelos organismos internacionais competentes (ONU, etc.) para esse tipo de situação, onde estão regulados os direitos e os deveres das partes envolvidas.          
Por essa razão, na intervenção do Rio, a legislação brasileira deveria ser abandonada, tanto quanto possível, adotando-se prioritariamente as leis da “guerra”, reconhecidas internacionalmente. Jamais se teve notícia da retirada dos “poderes de polícia” de soldados em confrontos de guerra, como agora fazem com os soldados brasileiros na “guerra” do Rio.

Conforme as “coisas” estão andando, nessa intervenção para “inglês ver”, tudo leva a crer que os militares do Exército sempre terão que andar de mãos-dadas, ou “levados a tiracolo”, por algum policial civil ou militar, aguardando as suas ordens para atirar, ou não, no inimigo. 

Desse modo, o papel dos militares das Forças Armadas pouca mais representaria que uma arma qualquer em poder do policial, que apesar de hierarquicamente subordinado, ainda assim seria o “patrão” que daria as ordens

É evidente que nessa “baderna” legislativa que afogou o Brasil em centenas de milhares de leis, onde os brasileiros “tropeçam” todo os dias, muitas delas absolutamente estúpidas, poderá surgir algum impedimento para que se reconheça ao Exército o tal “poder de polícia”. 

Seria então o caso de adotar-se o direito de declaração de guerra não só em relação às potências estrangeiras, mas também em relação às “potências” internas ameaçadoras, que muitas vezes têm poder de “fogo” e destrutivo maior que a maioria das potências estrangeiras. É o caso do Rio de Janeiro, hoje.

É por esse motivo que não consigo compreender as razões pelas quais as Forças Armadas se prontificam a servir de “capacho” ao Governo, submetendo-se a situações desmoralizantes e desgastantes como essa, inclusive de “capangas” da Polícia.   

Tudo poderia ser diferente se elas deixassem de acreditar nas mentiras dos seus superiores hierárquicos e tomassem consciência que elas mesmas têm o poder de decretar uma intervenção TOTAL, para VALER, destituindo os Três Poderes, para que se instalasse uma nova ordem moral, política, social e econômica no Brasil, com base no disposto no art. 142 da Constituição, que dá suporte ao Poder Instituinte e Soberano do Povo, pelo qual elas estão autorizadas, em nome desse  Povo, a tomar a iniciativa  de proceder a INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL  para “defesa da pátria” e “garantia dos poderes constitucionais” (hoje usurpados pelo canalha que se adonou dos Poderes Constitucionais), independentemente da vontade ,autorização ou iniciativa de qualquer dos Três Poderes.

texto de Sérgio Alves de Oliveira, advogado, sociólogo, pósgraduado em Sociologia PUC/RS.

Jornal da Cidade Online conteúdo

Jaques Wagner em inacreditável reunião do PT lamenta-se por não terem reeditado Cuba


Declarações de Wagner em uma reunião petista são assombrosas.

O ex-ministro Jaques Wagner lamenta-se por não terem chegado ao poder como Fidel Castro fez em Cuba, informa o Jornal da Cidade Online.

Ele argumenta da seguinte forma:

‘O PT teve que conquistar o poder pelo voto’, pois ‘é assim numa democracia’. Diferentemente de Cuba, onde a esquerda fez uma ‘revolução’.


E Wagner complementa:

 ‘Esse é o nosso problema’.

Esse Wagner é simplesmente asqueroso! 

Temer escolhe Jungmann para comandar a Segurança Pública e esvazia o Ministério da Justiça

Será anunciado nesta segunda-feira (26) o nome do atual ministro da defesa, Raul Jungmann, como titular do novo ministério da Segurança Pública.


A decisão foi tomada neste domingo (25) e a nova pasta será criada por Medida Provisória.

Para a Defesa, pasta até então ocupada por Jungmann, vai assumir o general Joaquim Silva e Luna.

Ele foi chefe do Estado Maior do Exército e é general do Exército da reserva.

A nova pasta, a ser ocupada pelo comunista Jungmann, será responsável pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional e  Secretaria de Segurança Pública, hoje vinculadas ao Ministério da Justiça.

A reunião que definiu as novas medidas não teve sequer a participação de Torquato Jardim, o ministro da Justiça, que, pelo visto, está sendo colocado literalmente 'na geladeira'.


Mais uma bola fora do ex- vice da Dilma !

Lava Jato retorna fulminante e invade a casa de Jaques Wagner


A Polícia Federal retomou o ritmo alucinante da Operação Lava Jato.

O principal alvo desta segunda-feira (26) é o ex-ministro e ex-governador da Bahia Jaques Wagner.

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na casa do petista.

A operação foi batizada como ‘Cartão Vermelho’.

O objetivo é apurar irregularidades na contratação dos serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova, na Bahia.

O buraco deixado foi enorme.

A obra, segundo laudo pericial, foi superfaturada em valores que, corrigidos, podem chegar a mais de R$ 450 milhões, sendo grande parte desviado para o pagamento de propina e o financiamento de campanhas eleitorais.

Wagner era apontado com uma das possibilidades de 'plano B' do PT.

Esquema da Fecomércio-RJ foi descoberto graças a ex-mulher


Não é a primeira vez que uma ex-mulher põe tudo a perder para um ex-marido que anda fora-da-lei.

A própria separação em 2016 do casal Orlando Diniz e Daniele Paraíso de Andrade foi um alarde. O patrimônio foi exposto na pendenga judicial.

De fato, o empresário Orlando e a advogada Daniele formavam um dos casais mais badalados da alta sociedade carioca.

Na discussão envolvendo a divisão de bens, a defesa de Daniele demonstrou que o patrimônio de Orlando era incompatível com o seu padrão de vida. 

Aliás, foi no momento da separação que Daniele descobriu que muitos dos bens que de fato pertenciam ao marido, estavam em nome de outras pessoas físicas e jurídicas, incluindo um apartamento de 400 metros quadrados no Leblon, avaliado em R$ 12 milhões.

Uma bela casa em Mangaratiba, avaliada em R$ 5 milhões, equipada com lanchas, jet ski e cavalos de raça, para surpresa de Daniele também não estava no nome do marido.

Na briga judicial Daniele acabou levando a pior.

No final da relação ainda foi humilhada. Certa feita recebeu o seguinte recado: ‘Dia 28 vou para Mangaratiba e o que tiver lá seu vai para a calçada. Você na minha vida é uma nuvem negra. Uma âncora. É um pássaro preto. Sai, oferenda’.

Numa outra ocasião um bate-boca entre o casal necessitou da intervenção da polícia.

Orlando desconfiava que havia sido traído. 

Antes da separação, ainda em janeiro de 2015, em um estabelecimento comercial no Rio, ele partiu para cima de um advogado, a quem acusava de manter um caso com sua mulher.

Enfim, a relação terminou, mas as desavenças persistem até hoje.

Nas investigações da Polícia Federal, segundo o jornalista Cláudio Humberto, Daniela teve ‘papel-chave’ nas investigações.

Entregou com gosto e sem dó seu ex-marido e eterno desafeto, revelando para a Polícia Federal inúmeros detalhes e seus hábitos de consumo, o que foi fundamental para o desfecho.

Lulismo, o enigma desvendado

A resposta ao enigma Lula está na própria vida do personagem, com uma ascensão social, aparentemente surpreendente e incrível.

Um menino retirante da seca do Nordeste, acompanhando sua mãe abandonada pelo marido, que não completou a educação básica, vai ascendendo na vida, alcançando o posto mais importante da nação: o de Presidente da República. 

É reeleito, considerado por alguns como o melhor Presidente da História Brasileira e ainda o principal líder político, com potencial de voltar ao cargo, sufragado pelo povo.

O seu projeto de nação é dar a todos oportunidade e condições para que possa repetir igual trajetória. 

Lulismo é ascensão social e se confunde com a sua vida pessoal. 

Esse é o motivo principal - talvez o único - que gera a atração do povo por ele. Ele é aquele que conseguiu o que todo mundo quer. Mesmo saindo de baixo, ou abaixo do baixo.

É um mito vivo. Como mito é construído pelo imaginário popular que só vê o lado claro ou desejável. E rejeita o lado escuro da personagem.

O homem tem o seu lado escuro. O mito não.

texto por Jorge Hori, articulista
(Jornal da Cidade Online conteúdo)

Perícia da Polícia Federal é avassaladora contra Lula


No dia seguinte à entrega pelo empresário Marcelo Odebrecht de um calhamaço de e-mails que incriminam ainda mais o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Polícia Federal apresenta o resultado da perícia no sistema usado pelo departamento de propinas da Construtora Odebrecht.

A análise dos peritos validou todos os documentos anexados ao processo sobre o prédio do Instituto Lula na rua Dr. Haberbeck Brandão.

A perícia destruiu e esmagou completamente todas as possibilidades da defesa de Lula.

Incontinenti, o juiz Sérgio Moro determinou que o mesmo trabalho pericial seja realizado no processo do sítio de Atibaia.

São dois processos e mais duas condenações para o meliante petista, registra o Jornal da Cidade Online.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

“Se privatizar tudo, você zera a dívida”, diz economista de Bolsonaro

A Folha entrevistou o economista Paulo Guedes, ministro da Fazenda do eventual governo de Jair Bolsonaro que, quando coordenou a programa de Afif Domingos nas eleições de 1989, propunha privatizar tudo.

“O país continua sendo um paraíso dos rentistas e inferno dos empreendedores. Os impostos subindo, os gastos públicos saindo de 18% do PIB quando os militares entraram para 45%, quando Lula e Dilma saíram, sendo 38% de impostos e 7% de deficit. É um governo totalmente disfuncional. O governo é muito grande, bebe muito combustível. Mas se você olhar para educação, saúde, ele é pequeno. Já que a democracia vai exigir a descentralização de recursos para Estados e municípios, o governo federal tem que economizar. Onde? Na dívida. Se privatizar tudo, você zera a dívida, tem muito recurso para saúde e educação. Ah, mas eu não quero privatizar tudo. Privatiza metade, então. Já baixa metade da dívida.”

Questionado se tem clima para privatizar, Paulo Guedes inverteu a questão.

“A pergunta é o contrário: tem clima para não privatizar? Onde começou o mensalão, Bradesco ou Correios? Onde se acusa o Eduardo Cunha? Caixa, loterias, fundos de pensão. Onde foi o petrolão? Petrobras. Você vê clima para continuar com as estatais?”

A Folha disse que “sempre há resistência”.

“Resistência de quem? O povo brasileiro é contra? Ou será que são vocês [imprensa]? Eu nunca escutei isso do povo. Eu escutei isso da Folha, de jornalistas tucanos, petistas…”

A corrupção das estatais chavistas, segundo o Império

Integrantes da cúpula do regime chavista são alvo de uma investigação nos Estados Unidos que apura o uso de estatais venezuelanas ao longo de mais de uma década para lavar bilhões de dólares, desviar fortunas para paraísos fiscais e ajudar traficantes de droga.

É o que informa o Estadão com base em documentos e processos da Justiça americana.

“As investigações foram conduzidas em cooperação com o Ministério Público de países como Suíça, Andorra e Espanha. As autoridades americanas acreditam que o desfalque na PDVSA – a estatal de petróleo envolvida em lavagem de dinheiro, corrupção e narcotráfico – chega a pelo menos US$ 2 bilhões.

Os inquéritos consultados incluem ações contra políticos, militares, presidentes de estatais, ex-embaixadores, ministros e funcionários de alto escalão do governo. O principal alvo da apuração do Departamento de Justiça dos EUA é a petrolífera, principal fonte de receita do governo venezuelano.

Embora a PDVSA seja o eixo da investigação, surpreende a suspeita de uso sistemático de várias outras estatais como instrumento de lavagem de dinheiro. Entre elas estão o Bandes (banco de desenvolvimento), a Suvinca (promoção industrial), a Companhia Nacional de Telefone e o Centro Nacional de Comércio Exterior (Cencoex).”

Não estamos surpresos.

A guerra do tráfico em estado governado pelo PT

Este trecho do Globo deste sábado resume a realidade do estado governado pelo petista Camilo Santana, que sucedeu Cid Gomes, irmão de Ciro:

“Em um intervalo de menos de três semanas, a chacina no bairro Cajazeiras, que deixou 14 mortos, e o duplo homicídio que envolveu Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, expoente do PCC, colocou Fortaleza, capital do Ceará, no centro da atenção da Segurança Pública.

A violência não é novidade no estado, com alto índice de homicídios, mas a configuração do crime passou por transformações nos últimos três anos. Há uma disputa territorial pelo tráfico entre PCC e Guardiões do Estado contra o Comando Vermelho, do Rio, e a FDN, do Amazonas.”

Um promotor ligado ao Gaeco disse ao jornal:

“O PCC age como cérebro dentro do presídio. Não é uma união formalizada, mas ele está unido com o GDE para rivalizar contra o avanço do Comando Vermelho, que se uniu à FDN — diz um promotor ligado ao Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas, o Gaeco, do Ceará.”

A tropa de elite do Exército no Rio

Uma tropa que recebe treinamento de alto nível, com sede em Goiânia, chegou ao Rio de Janeiro para ficar na linha de frente da intervenção federal no estado, sob o comando do general Walter Souza Braga Netto, informa O Globo.

“Na caserna, entre os militares, seus integrantes são chamados de ‘fantasmas’ por atuarem nas sombras, em operações sempre cercadas de sigilo. O Batalhão de Forças Especiais do Exército conta com aproximadamente 2 mil homens. Não raro, eles são comparados aos Navy Seals da Marinha americana, que mataram Osama bin Laden no Paquistão em 2011. Esses militares, preparados para ações antiterror, têm nas mãos uma missão muito difícil: expulsar o tráfico e as milícias de algumas favelas cariocas.”

Coronel da reserva e ex-integrante das Forças Especiais, Fernando Montenegro explicou ao jornal que os integrantes passam por um rígido processo de seleção no Forte Imbuí, em Niterói, antes de seguirem para um mínimo de cinco anos de preparação em Goiânia.


“É incomparável a qualidade deles. Eles alcançam uma qualificação extrema não só em nível tático, recebem treinamento de ponta para ações de alto risco em áreas urbanas. Trabalham com inteligência e entendem como funcionam as forças de sustentação de uma guerrilha. É um treinamento que capacita o militar a suportar situações extremas. Cada integrante das Forças Especiais tem um nível de conhecimento que o permite planejar sabotagens em grandes instalações e até produzir explosivos de forma improvisada.”

No brasão dos FEs, como são chamados, aparece uma mão empunhando uma faca, com uma luva – referência às ações sempre discretas, que não deixam rastros. A lâmina está manchada de vermelho e o fundo preto indica que a tropa, preferencialmente, age à noite.

Tremei, vagabundos do tráfico!

Carminha vai ceder à pressão para salvar Lula?

Cármen Lúcia acabará pautando um caso que sele o destino de Lula, seja o habeas corpus ou a ação que questiona de forma genérica a prisão após condenação em segunda instância.
É o que já admite o grupo próximo à presidente do STF, segundo o Painel da Folha.

“A ministra vive momento de extrema pressão. Tem evitado reuniões com o colegiado e reduziu ainda mais seu núcleo de conselheiros. No Supremo, dizem que não se vê isolamento semelhante desde a gestão de Cezar Peluso (2010-2012).

Ministros apontam várias decisões que renderam críticas à presidente do Supremo. O veto parcial ao indulto natalino de Michel Temer, a decisão que barrou a posse de Cristiane Brasil (PTB-RJ) no Ministério do Trabalho e a hesitação sobre o habeas corpus de Lula são citados como exemplos.

Cármen não submeteu nenhum desses casos ao plenário e tem sido definida como alguém que peca pelo apego à opinião pública e pela veia centralizadora.”

Resista, Carminha!


Mulher “tem que ter uma pistola em casa”, diz Bolsonaro no Japão

Em palestra neste domingo no Japão, Jair Bolsonaro prometeu combater a corrupção, falou sobre as reformas tributária e trabalhista, criticou a presença chinesa no Brasil e, segundo a Folha, tratou de segurança pública, defendendo inclusive que as mulheres se armem.

“A mulher vai querer aquela palhaçada da Lei do Feminicídio? Tem que ter uma pistola em casa. O vagabundo quando quer fazer uma maldade para uma mulher já sabe que ele está errado, mas se a mulher tiver uma arma em casa ele não vai fazer besteira.”

Após a sua fala, de acordo com a reportagem, os brasileiros elogiaram o deputado.

Lula, o filho do Jornal do Brasil

De volta às bancas neste domingo após oito anos, a edição impressa do Jornal do Brasil mostrou a que veio.

De acordo com a “Nota da Redação”, o conselho editorial não admitiu a colaboração de Sérgio Cabral e Jorge Picciani “em respeito aos leitores, aos eleitores e aos contribuintes do estado do Rio de Janeiro”.

Admitiu, no entanto, a colaboração de Lula – condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro – com o artigo “A democracia precisa de muitas vozes”, que começa com a curiosa formulação verbal “Num um país”.

Onde está o respeito pelos contribuintes do Brasil?


Cármen Lúcia se isola para suportar a pressão em favor de Lula


A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Cármen Lúcia, decidida a não pautar como medida de urgência, o habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vive momento de extrema pressão.

Outros ministros, autoridades das mais diversas, pessoas influentes e advogados estão fazendo o cerco.

A ministra não quer que o seu período a frente do STF fique marcado por ter impedido a prisão de um réu da estirpe de Lula, um réu condenado em 2ª instância, que os seus defensores tresloucados buscam insanamente mudar o entendimento da corte apenas para beneficiá-lo.

Para tanto, a presidente do STF tem evitado reuniões e buscado o isolamento, dando mostras de que não irá ceder.

Vamos aguardar, mas a pressão é desmedida. 

Tem muita gente que não quer que Lula seja preso e punido.

Na quarta-feira (28) tem sessão do TRF-4. Caso os Embargos Declaratórios sejam julgados, na sequência já será expedido o mandado de prisão, esclarece o Jornal da Cidade Online.

A vitória da verdadeira justiça nunca esteve tão perto


O Brasil já esteve bem pior. Hoje, pelo menos, já conseguimos detectar o inimigo e o seu plano sórdido. 

A sociedade brasileira está cansada, desmotivada e desarticulada. Parece que não mais acredita na possibilidade de se virar o jogo.

Se invadíssimos as ruas das cidades brasileiras vestidos de verde e amarelo exigindo justiça e cobrando o que nos é de direito, esses desmandos não durariam por muito tempo.

Nenhum urubu de "boca mole" ousaria utilizar as leis para se beneficiar ou beneficiar os seus comparsas.

A frase sem sentido, "Tenho medo da reação popular caso Lula seja preso", utilizada para se tentar justificar uma possível e futura 'pizza', seria substituída pela frase mais coerente e verdadeira, "Tenho medo da reação popular caso não cumpramos com honestidade e imparcialidade o nosso dever para com a nação brasileira ".

Precisamos acordar esse gigante adormecido. 

O juiz Sérgio Moro e sua equipe, o General Mourão e outros corajosos patriotas necessitam do apoio popular.

texto por Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira
no Jornal da Cidade Online

Cara de pau, Frei Betto escreve “Carta ao General Braga Netto”


Frei Betto foi participe ativo de todo o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tendo exercido o cargo de assessor especial do presidente.

Assistiu de perto toda a bandalheira, corrupção, mensalão, petrólão e a farta distribuição de propina, durante os governos do PT.

Ele sabe perfeitamente que a situação do Rio de Janeiro foi determinada pelo conluio criminoso formado entre o trio Eduardo Paes, Sérgio Cabral e Lula/Dilma, relata o Jornal da Cidade.

Manteve-se inerte. Portanto, perdeu a autoridade para aconselhar e opinar com isenção.

De qualquer forma, veja a carta por ele dirigida ao interventor General Braga Netto: 

“General, o Rio precisa de intervenção cívica, e não militar. O Estado fluminense e a prefeitura carioca estão acéfalos.
Em 10 anos de implantação das UPPs houve tempo suficiente para evitar que uma geração de crianças e jovens escapasse das garras do narcotráfico. Cometeu-se o equívoco de instalar postos policiais nas comunidades, e não escolas, cursos profissionalizantes, quadras de esportes, oficinas de dança, teatro, música e literatura.
O Exército brasileiro acumula uma história de fracassos. Promoveu um genocídio no Paraguai, e até hoje os arquivos da guerra no século XIX são mantidos secretos para não envergonharem a nossa história militar. Fez uma matança desnecessária em Canudos para evitar que os nordestinos se livrassem da tutela dos donos de engenhos.
Deixou-se manipular pela Casa Branca, em 1964, para derrubar o governo democraticamente eleito de Jango, e implantou uma ditadura que durou 21 anos.
Não permita, general, que haja novo fracasso. Não autorize seus soldados a se transformarem em assassinos fardados que, ao ingressar nas comunidades, primeiro atiram e depois interrogam.
Sua missão será tão inútil quanto a das UPPs se acreditar que a violência que assola o Rio é culpa apenas do narcotráfico, dos bandidos e das milícias.
As causas é que precisam ser urgentemente combatidas: a desigualdade social, o sucateamento da escola pública, o desemprego, a falência do sistema de saúde.
Não admita que seus soldados e oficiais sejam corrompidos, como ocorre a tantos policiais e autoridades que engordam a conta bancária ao fazer vista grossa para o crime organizado. De onde procedem as sofisticadas armas em mãos dos bandidos? Quem os mantém previamente informados das operações repressivas?
Os problemas não estão apenas nos morros. Estão sobretudo no asfalto, onde residem os que alimentam o narcotráfico, os políticos corruptos, os que permitem que o nosso sistema carcerário seja sede do comando do crime.
Salve a imagem do Exército, general. E convença os governantes do povo fluminense e carioca a renunciarem, para que sejam convocadas eleições antecipadas. A democracia é sempre a melhor alternativa!
Frei Betto

sábado, 24 de fevereiro de 2018

General Braga Netto, o povo do Rio lhe implora: nos socorra


A intervenção do governo federal (União) nas polícias civil, militar, corpo de bombeiros e sistema penitenciário do Rio, além de capenga, é medida paliativa, sem garantia de êxito, de curta duração e fez surgir uma multidão de "especialistas em segurança pública", entrevistados pela mídia em geral. Neste rol não me incluo.

Não passo de observador, comentarista e colaborador na busca da legalidade e da paz. 

Capenga porque a Constituição somente autoriza a intervenção da União nos Estados, nas hipóteses que a própria Carta indica. 

Inexiste intervenção federal em órgãos, corporações, instituições, entidades e serviços congêneres pertencentes ao Estado. A intervenção é no Estado, diz o artigo 34 da Constituição. Estado uno, federativo, como Pessoa Jurídica de Direito Público Interno.  E uma vez decretada e nomeado o interventor, o afastamento do governador é consequência jurídica imediata. 

Onde está escrito na Constituição que o governo federal, por decreto de intervenção, pode comandar as polícias e o sistema carcerário do Estado Federado e, sem o afastamento do governador, deste retirar o comando de seus agentes públicos, no tocante à segurança pública e entregá-lo ao interventor?

O decreto de intervenção que Temer assinou é também capenga quando transferiu ao interventor todos os poderes de comando sobre os presídios (sistema carcerário) e a administração penitenciária. É oportuno lembrar que em 7 de maio de 1992, o plenário do Supremo Tribunal Federal, julgando a Ação Direta de Inconstitucionalidade do artigo 183 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro  (ADIN 236-8/600, de 1990), acolheu o pleito e decidiu o seguinte:

 "A vigilância dos estabelecimentos penais e os órgãos encarregados dessa atividade, como é o caso da guarda penitenciária, não se inclui no conceito de Segurança Pública".

Mas diante do pavor que vive a população do Rio, e sendo urgente, urgentíssimo, que o povo tenha proteção, em casa, nas ruas e em todos os lugares, as inconstitucionalidades que contém o decreto ficam, digamos, toleradas. Superadas mesmo.

A vida, a paz, a ordem, a segurança , a felicidade da população são infinitamente mais importantes e insuperáveis do que essas questões jurídico-constitucionais. 

Que o bravo, talentoso e destemido interventor, general Walter Souza Braga Netto, acuda a todos nós.

Fala-se que poderá ocorrer violação dos Direitos Humanos. Não, não haverá. Grave violação dos Direitos Humanos vivem o povo do Rio e de muitos outros Estados da federação. 

São tantos assaltos, tantos crimes hediondos e tantas mortes, que dispensa comentário. 

Fala-se da impossibilidade da expedição de Mandados Coletivos de Busca, Apreensão e Prisão. Bobagem!

Prisão em flagrante pode ser feita em qualquer lugar, com ou sem mandado. E quando as diligências dependerem de Mandados, estes serão expedidos pela Justiça na forma da lei, preenchidas todas as formalidades que o Código de Processo Penal exige. 

A propósito: as Cartas Precatórias e as Cartas de Ordem que juízes e tribunais expedem não são itinerantes? Isto é, se não for possível serem cumpridas no endereço nelas constantes, os agentes da lei não podem ir em frente e cumpri-las onde devem ser cumpridas, até mesmo em outros Estados? Não podem os agentes ir buscar e apreender pessoas e coisas que, num primeiro momento não foram encontradas, mas que diligências indicaram onde estavam?

O Código de Processo Penal admite analogia e o caráter itinerante daquelas Cartas é autorizado pelo Código de Processo Civil. Então, que a lei processual civil seja aplicada, por analogia, à lei processual penal.

Não, general Braga Netto, o senhor e seus comandados nada têm a temer. Mas permita-me repetir neste artigo o aconselhamento que já dei ao senhor. O senhor é o general-interventor com plenos e absolutos poderes sobre a segurança pública no Rio. General, a incumbência é dar segurança pública, segurança para o povo, segurança para todos. 

Portanto, o alvo da segurança é o público. O povo é que está enfermo. O povo é que precisa da emergência médica. 

E, no âmbito da segurança, essa emergência é o policiamento pelos militares das Forças Armadas em todos os cantos da cidade, fardados e armados, ininterruptamente, dia e noite, nas ruas, praças, quarteirões, avenidas, estradas...em todos os lugares. 

A população grita, pede socorro e agora, sob seu comando,  tem a esperança de ser ouvida e atendida. E tomara que seja para sempre.

No mais e também com o amparo e resguardo dos militares das Forças Armadas, caberá às polícias militar e civil, a caça aos "inimigos". 

Como é doloroso, general, chamar irmãos patrícios de "inimigos". Mas o estado é de guerra. Guerra interna, intestina e fratricida.

Volto àquele exemplo que Fernand Cathala (o experiente comissário da polícia da França, que tive a honra de conhecer pessoalmente), cita no seu livro "Polícia, Mito e Realidade". Relata Cathala que nada acontecia de anormal em Neuchâtel. Nenhuma ocorrência policial, por mais leve que fosse o comissariado tinha registro. Então, o prefeito da cidade resolveu retirar as guaritas e os gendarmes que nelas se revezavam para proteger aquele cantão. Para que tê-los lá, se reina a mais completa paz? E aconteceu que na primeira noite sem o policiamento ainda houve paz. Mas na segunda os bares passaram a fechar de madrugada. E já na terceira noite um turista italiano foi assaltado. E uma semana depois, ocorreu o primeiro homicídio! E arremata Cathala: "A só presença do gendarme na guarita, fardado e armado, era a presença da autoridade, presença do Estado, do policiamento e da segurança publica". 

General Walter Souza Braga Netto, o povo do Rio devota ao senhor e à sua administração na segurança pública aquele mesmo voto que dedicou a João Paulo II, quando o Pontífice esteve aqui no Rio pela primeira vez: 

"Totus Tuus" (Somos todos seu).
E acrescentamos: 
"Curare et miserere nobis" (Nos socorra e tenha compaixão de nós). 

Texto de Jorge Béja, advogado no Rio de Janeiro e especialista em Responsabilidade Civil, Pública e Privada (UFRJ e Universidade de Paris, Sorbonne). Membro Efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB)