segunda-feira, 19 de março de 2018

Temer já avisa aliados que vai disputar reeleição

O presidente Michel Temer já começou a avisar seus principais interlocutores que está disposto a disputar a reeleição presidencial, conforme antecipou o site BR18. Apesar dos baixos índices de aprovação do seu governo - 6% segundo o último levantamento do Instituto Ibope -, o presidente acha que ninguém melhor do que ele será capaz de defender seu legado e sua própria honra. Mesmo sabendo que esse patamar de popularidade é um obstáculo pesado para sua candidatura, Temer acha que poderá melhorar de situação com a confirmação da recuperação da economia e com outras medidas que pretende adotar até o final de seu mandato.  
Temer não tem a pressão do calendário eleitoral, já que pela legislação ele não precisa deixar o cargo até abril para concorrer - como acontece, por exemplo, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Este precisa, obrigatoriamente, deixar a pasta nos próximos dias se quiser concorrer ao Planalto. Por isso, Temer não tem pressa - pode decidir até julho - e vai esticar ao máximo o anúncio oficial de sua candidatura. Com isso, evita também a politização de todas as futuras ações de seu governo. 

Quando assumiu o governo, Temer se comprometeu com os partidos aliados a não tentar uma eventual reeleição em troca da sustentação política. O problema é que o quadro que havia em 2016 mudou radicalmente, na sua avaliação. O senador tucano Aécio Neves (MG), que poderia ser um candidato em potencial em 2018, saiu do páreo depois das investigações abertas a partir do escândalo da J&F. Além disso, depois de ser central na formação do primeiro escalão de Temer, o PSDB passou a adotar tom crítico e se afastou do governo federal. 

Alckmin. Temer também se considerou liberado de qualquer compromisso formal com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, depois de avaliar que o pré-candidato tucano não fez força para impedir que a bancada paulista do PSDB votasse a favor dos pedidos de seu afastamento.
A relação também mudou com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, que também já se lançou pré-candidato ao Planalto, com o discurso de afastamento do governo e afirmando que não defenderia o legado de Temer. É esta a mensagem que Maia tem apresentado na maratona de viagens pelo País iniciada na sexta-feira passada. Com a relação mudada, Temer se sente liberado para não manter a promessa e tentar se viabilizar para buscar um novo mandato.

O grande desafio, porém, é que Temer sabe que sua baixa popularidade faz com que vários de seus aliados, dentro do MDB, preferissem que ele cumprisse apenas seu mandato até o fim e liberasse o partido para tomar outros rumos.

Em vários Estados, como Ceará, Alagoas e Goiás, inclusive, o MDB deve fechar alianças regionais com o PT, que hoje representa o principal opositor ao Planalto. Além disso, uma recuperação da economia mais lenta do que o esperado pode frustrar de vez os planos do presidente e convencê-lo a desistir da empreitada.

Alternativa. Se ficar convencido de sua inviabilidade, Temer fará o movimento na direção de outro nome, como o do ministro Henrique Meirelles. Mesmo que não se filie ao MDB, mas sim a outra legenda, Meirelles seria uma boa alternativa na visão do presidente.

Alguns fatores fizeram com que o presidente se motivasse a tentar um novo mandato. Quer defender sua biografia pessoal e profissional. Acha que na campanha poderá mostrar que conduziu o País para a recuperação econômica num dos momentos mais graves de nossa história.

Também quer rebater os ataques pessoais que vêm sofrendo - e que considera injustos. Fora da corrida pelo Planalto, Temer sabe que perderá protagonismo político, já que não representará mais perspectiva de poder. Como candidato, esse prazo de validade se amplia.

Segurança. Para se fortalecer, Temer já tem tomado medidas de apelo popular. Assumiu o discurso da segurança pública, com a decisão de autorizar a intervenção nessa área no Rio, anunciada em fevereiro. Sem conseguir apoio no Congresso, também deixou de lado a desgastante proposta de reforma previdenciária. E, agora, já sinaliza com a possibilidade de aumentar o valor do Bolsa Família, mirando diretamente na camada mais pobre da população.

Durante seu mandato, ele foi denunciado duas vezes pela Procuradoria Geral da República, com base nas delações de executivos da JBS, mas as denúncias foram derrubadas em votação no plenário da Câmara.

Juca Kfouri é condenado a pagar R$ 120 mil a Jair Bolsonaro

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou o comentarista esportivo (e um dos entrevistadores do livro de Lula) Juca Kfouri, em primeira instância, a pagar 120 mil reais ao deputado Jair Bolsonaro por ter dito no programa Linha de Passe, da ESPN, que dois torcedores do Fluminense, Bruno Vargas Costas e Antonio Neto, que ofenderam e intimidaram três torcedores do Internacional em um vagão de trem no Rio de Janeiro, “provavelmente são desses que saem por aí gritando o nome de Bolsonaro”.

Na mesma ação de danos morais, Juca Kfouri, que também havia dito que viveu “situação semelhante, mas dentro do DOI-CODI, na frente de um torturador”, entrou com um pedido de reconvenção em razão da reação de Bolsonaro em um vídeo, no qual o deputado, vestindo a camisa do Fluminense ao lado de torcedores em seu gabinete, respondeu em tom de deboche:

“Para de falar besteira, Juca Kfouri! Tu foi torturado? Tá de brincadeira, né, Juca Kfouri? Tu tá merecendo levar, ó, um tabefe aí pra aprender a ser homem, tá ok, ô moleque?”

A Justiça decidiu que Bolsonaro terá de pagar 6 mil reais a Kfouri pela reação destemperada.

O saldo, portanto, é de 114 mil reais a favor do deputado. Cabe recurso de ambas as partes.

Celso Daniel “versus” Marielle Franco

As milhares de manifestações nas redes sociais relacionadas ao assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL/RJ, no Rio de Janeiro, ocorrido na semana passada, podem ser até consideradas como um raro fenômeno psicossociológico de surgimento de uma espécie de  “MÍDIA DO POVO”.
Uma “mídia” própria. Uma mídia mais inteligente e independente que a “tradicional”, aquela mesma que  tem  espaços à “vontade” nos veículos de comunicação de massa. E que nem sempre fala ou escreve a verdade...
Tudo leva a crer que a população efetivamente participante das mídias sociais, notadamente em “comentários”, ou “compartilhamentos”, formou opinião própria, muito sólida e convicta, independentemente dos chamados “formadores de opinião”, e da grande imprensa em geral que lhes dá suporte.
Em toda essa nova “mídia popular”, o que mais tem chamado a atenção é a comparação entre os assassinatos do Prefeito de Santo André-SP, Celso Daniel, do PT, em 2002, e da Vereadora Marielle, ambos atribuídos pelos “correligionários” e afins políticos das vítimas  como sendo de responsabilidade e autoria dos seus adversários políticos. 
Quem não lembra que logo após a morte de Celso Daniel houve uma verdadeira romaria de gente “importante” do PT, indo a Santo André para acusar a “direita”, os adversários políticos, do seu assassinato? 
E que devido às investigações policiais e judiciais hoje em andamento as suspeitas já estão recaindo mais sobre a “cumpanherada” do próprio PT, e que a eliminação do prefeito teria sido pelo fato dele não compactuar com a roubalheira que o PT estaria protagonizando na administração daquele município, com isso tornando-se uma “ameaça viva” aos ladrões?
Essa “virada” hoje tornou-se quase um consenso na opinião pública. Ninguém mais acredita naquelas antigas “lorotas” do PT.
Agora aquelas mesmas “lorotas” usadas antes em relação ao assassinato do prefeito Celso Daniel estão sendo usadas pela mesma “tchiurma” para “explicar” o assassinato da vereadora Marielle.
A grande diferença entre o caso presente e o antigo é que agora a “virada”, o desmentido, está se dando bem mais rápido. Quase com a velocidade de um relâmpago. Toda a “armação” que fizeram está sendo desmontada. Item por item.                
Já ficou muito claro desde logo que a “gritaria” da esquerda, mesmo com aval de parte da Grande Imprensa (Globo, etc.), é totalmente “furada”, e que a execução da vereadora Marielli seria a tentativa de “vitimização” da esquerda perante a opinião pública “burra”, não só para livrar o ex-presidente Lula das malhas da Justiça, mas principalmente em vista da proximidade das eleições em outubro desse ano, considerando que o PT julga-se “dono” da Presidência da República.
Mas pelo que já se observou, o povo não vai cair em mais essa “pegadinha” da esquerda, patrocinada pelo PT.
texto por Sérgio Alves de Oliveira, advogado, sociólogo,  pós-graduado em Sociologia PUC/RS

Policial reage ao assalto, mata dois vagabundos e deixa recado

"Estava indo trabalhar em Copacabana, com pagamento atrasado sem décimo terceiro, minha esposa tá grávida em casa de gêmeos 8 meses. Estou indo trabalhar e vem dois marginais tentando me assaltar, graças ao meu bom deus eu não perdi minha vida, mas infelizmente isso não aconteceu no caso deles”, declarou policial indignado com a atitude dos vagabundo que tentaram assaltar, ele continuou afirmando que a polícia e o piso entre o bem e o mal no país se eles não fizerem o trabalho deles irá acabar de vez a paz que já não temos, esse policial tem nosso respeito, esse vídeo merece ser compartilhado milhares de vezes para que o povo brasileira possa ver que ainda existe policiais de boa fé e fazendo o trabalho digno deles.
ASSISTA:

A REAÇÃO DA MÍDIA E DOS ESQUERDISTAS SOBRE A MORTE DA VEREADORA E DAS MILHARES DE OUTRAS MORTES

Investigações avançam e situação de Jaques Wagner é gravíssima

Não foi sem razão que a Polícia Federal pediu a prisão do ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner, que há bem pouco tempo era cotado como um dos possíveis ‘plano B’ do Partido dos Trabalhadores.
Parece que o superfaturamento nas obras do estádio da Fonte Nova é ‘café pequeno’ com relação às acusações e suspeitas que recaem sobre o ex-governador baiano.
Segundo excelente reportagem investigativa realizada pela revista IstoÉ, o influente Bruno Dauster Magalhães e Silva, Chefe do Gabinete Civil no governo Jaques Wagner, mantido no mesmo cargo no atual governo de Rui Costa, 'mantinha estreitas ligações com articuladores do Petrolão'.
O secretário cativo da Casa Civil, antes de assumir a pasta, exercia nada mais, nada menos, que o cargo de diretor de desenvolvimento da OAS, empresa enrolada até o pescoço na Lava Jato.
Uma outra novidade que veio à tona sobre o influente secretário, trata-se de seu vínculo societário com o doleiro Alberto Youssef, principal operador de propinas da Lava Jato. 
Dauster e Yousseff eram sócios no Web Hotel Salvador, um majestoso hotel localizado no Caminho das Árvores, localização privilegiada de Salvador (BA).
Em mensagens que a PF localizou no celular de Léo Pinheiro, a presença do homem forte de Jaques Wagner é obrigatória.
‘Junto com Wagner, Dauster foi alvo da Operação Cartão Vermelho, deflagrada pela PF no último dia 26 para apurar irregularidades na reconstrução da Fonte Nova. A PF acredita que o superfaturamento na obra pode chegar a R$ 450 milhões.’
Dauster é apontado pela PF como “intermediário” do ex-governador no recebimento das vantagens indevidas. 
O cerco vai apertar sobre o ex-sindicalista e ex-governador, outro milionário forjado na era PT.

URGENTE: Lula está cercado em Bagé e deve sair de helicóptero da cidade (Veja os Vídeos)

Indignação é a palavra que impera nos corações dos gaúchos de Bagé, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cidade.
Até mesmo uma moção de repúdio foi aprovada pela Câmara Municipal da cidade contra a presença do petista no município.
Alheio a vontade popular, os três ônibus da infame caravana adentraram a cidade sob vaias e xingamentos de moradores.
Veja o vídeo:
Todavia, o momento crucial dos protestos aconteceu na visita de Lula à Universidade Federal do Pampa (Unipampa).
A Unipampa foi totalmente cercada e o petista neste momento está aguardando no local, até que a polícia consiga dispersar os manifestantes.
Cogita-se a possibilidade de ser providenciado um helicóptero para que Lula deixe Bagé, pois as saídas da cidade também estão cercadas.
Veja o vídeo:
Se acovardaram afirma gaúcho de Bagé sobre a caravana da Vergonha de Lula, veja o vídeo abaixo:
(Com conteúdo do Jornal da Cidade Online.)

O BRASIL QUE EU QUERO! DA SÉRIE, ESSE VÍDEO A GLOBO NÃO VAI MOSTRAR

Brasileira falando sério, mas com muito bom humor, dá uma detonada na campanha da Globo!

PASSEIO TURÍSTICO DENTRO DE UM CAVEIRÃO DA PM

Fica o convite, aos especialistas em segurança da Globo e aos esquerdistas em geral, para um "passeio turístico" em um caveirão da PM do Rio de Janeiro. 

Assim, vocês terão  uma noção da vida árdua dos bravos que nos defendem da bandidagem.

Aos nossos guerreiros da Polícia Militar, as pessoas de bem deste País estão com vocês. Nossos parabéns pela sua atuação!

ASSISTA AO VÍDEO:

Globo e esquerdistas usam caixão como palanque!

Coronel desabafa: "Não pode haver Direitos Humanos para bandidos"

Quanto mais direitos para eles, mais violência para os cidadãos de bem.

Dono do carro que teria sido usado no assassinato de Marielle já foi preso por tráfico de drogas

Um veículo com as mesmas características do utilizado no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes foi encontrado na cidade de Ubá, em Minas Gerais, após uma denúncia anônima. O Logan de cor prata com placa do Rio de Janeiro foi abandonado na quinta-feira no Bairro Industrial, próximo à ponte interditada na Rua Nossa Senhora Aparecida. Policiais civis e militares de Minas foram até o local na madrugada de domingo.

Ao jornal O Globo, a Polícia Civil de Minas informou que está averiguando a veracidade das informações e que a Polícia Civil do Rio de Janeiro já chegou a Ubá para realizar pericias no veículo. O dono do carro, que é de Ubá, já foi localizado e está sendo ouvido. A PCMG também informou que ainda é prematuro afirmar sobre a utilização do veículo no crime ou qualquer outra hipótese, frisando que todo o trabalho será conduzido pela DH do Rio. Caso seja pedido, haverá o apoio de agentes de Minas.

O dono do Logan é Luciano Dias Gonçalves, de 45 anos, mas o carro está no nome da DR da Silva Leilão de Veículos. Luciano, tem algumas passagens por tráfico de drogas. A última prisão dele foi no dia 22 de fevereiro, em Ubá, por porte de arma. Segundo a polícia, ele pagou fiança e foi solto.

O delegado Gutemberg Souza Filho disse que Luciano não soube explicar como e onde comprou o veículo. Luciano Gonçalves deu informações desencontradas. O delegado disse ainda que, em princípio, está descartada a participação de Luciano na morte de Marielle. Em relação ao carro, Gutemberg Souza Filho disse que a perícia foi realizada e as investigações prosseguem.

À polícia, Luciano disse que tinha comprado em uma loja em Ipanema. Depois disse que foi na Barra e também disse ter adquirido de um lojista.

A polícia acredita que pelo menos dois veículos participaram do crime. Imagens de câmeras de segurança do Centro do Rio mostram o carro onde estava a vereadora aparentemente sendo seguido por outros dois veículos de cor prata. O veículo onde estava o atirador é um Cobalt prata, cuja a placa é sabida, mas estava clonada. O outro, um Logan, teria dado cobertura ao crime.

Nas imagens obtidas pela TV Globo é possível ver parte do trajeto por onde Marielle, a assessora e o motorista Anderson Gomes passaram antes de serem atacados na Rua João Paulo I, no bairro do Estácio, na última quarta-feira.

Às 21h07, poucos minutos depois de a vereadora ter deixado o local onde participou de um evento, na Lapa, uma câmera da prefeitura localizada na Avenida Salvador de Sá, já no Estácio, mostra o carro branco onde estava Marielle passando e ainda sendo seguido pelos mesmos dois veículos. Nas imagens é possível ver que um dos carros ultrapassa o outro, pouco antes do local onde o veículo dirigido por Anderson foi atingido pelos tiros.

Na sexta-feira, a TV Globo obteve outras imagens que mostram a parlamentar saindo do evento chamado "Jovens Negras Movendo as Estruturas", na Rua dos Inválidos, e entrando no carro dirigido por Anderson. Logo após o carro sair, um outro veículo que estava estacionado logo atrás e um terceiro carro de cor prata seguem Marielle.

O Disque Denúncia (21 2253-1177) já recebeu 27 denúncias até a noite deste sábado, sobre as duas mortes. Algumas apontam possíveis envolvidos no crime e outras detalham informações sobre os carros usados pelos bandidos. Todas as informações recebidas foram encaminhadas para a Divisão de Homicídios da Capital (DH). Policiais da DH estiveram na Câmara Municipal do Rio, onde a parlamentar trabalhava. Entre outras diligências, eles também procuraram imagens de câmeras de segurança da casa legislativa que possam auxiliar na investigação.

AS MORTES DE MAIS DE 170 BRASILEIROS POR DIA SÃO POLÍTICAS

domingo, 18 de março de 2018

O PSOL é a xepa do PT (Veja o Vídeo)

Trata-se de uma legenda de 5ª categoria.

Adora dizer que ‘defende os pobres e os miseráveis’, bem como os ‘direitos humanos’.

Ledo engano.

O PSOL é um antro.

Esta é a verdade.

Vejam o ícone do PSOL no Rio de Janeiro: Marcelo Freixo.

Há alguma dúvida que esse discurso de "defender os pobres e os miseráveis", bem como os "direitos humanos", nas palavras do próprio Marcelo Freixo, não passa de algo bizarro e de uma tremenda mentira?

Verdade seja dita, a esquerda nunca defendeu os pobres e os miseráveis.

Mais, ela nunca os defenderá.

Ela os utilizará e os manipulará, isso sim, como massa de manobra barata.

O que a esquerda defende e ela precisa, sob pena de não existir, é a pobreza e a miséria, porque quanto mais pobres e miseráveis houver, mais votos ela obtém, fazendo ProseliTismo PolíTico nos currais eleitorais, através das ‘bolsas letargia’ (bolsa família, vale gás, etc).

É através da manutenção destas medidas populistas que se mantém, e também se aumenta as camadas de pobres e miseráveis.

Aliás, é uma constatação que em 12 anos de governo, ouvir que 5 milhões de cidadãos foram tirados da pobreza e da miséria, não passa de uma gaiatice. Se isso houvesse ocorrido, não teríamos atingido os maiores níveis de criminalidade como ‘nunca antes se viu na história desse país’.

texto por Pedro Lagomarcino, advogado

ASSISTA AO VÍDEO:

Aguinaldo Timóteo sai em defesa de Lula e ofende o povo da região Sul (Veja o Vídeo)

Alguém se lembra do cantor Aguinaldo Timóteo?

Pois é, meio sumido, esquecido, ele tenta de tudo para ser lembrado.

Sua nova investida é atacando às pessoas da região Sul do Brasil, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Em vídeo publicado nas redes sociais, onde parece estar meio alterado, o ‘cantor aposentado’, dublê de político fracassado e admirador do criminoso Luiz Inácio Lula da Silva ataca os sulistas, qualificando-os de ‘miseráveis’, ‘preconceituosos’, ‘elitistas’ e ‘babacas’.

É lamentável.

Veja o vídeo:

Eleitor indignado revela por que tem raiva de Lula e os motivos repercutem na internet

Ninguém tem raiva do Lula porque ele ofereceu Fies e deu 60 reais por mês pra algumas famílias.

A gente tem raiva do Lula porque ele depenou as estatais.

A gente tem raiva do Lula e do PT porque eles roubaram o dinheiro da Petrobras, dos Correios, do BNDES, da Caixa Econômica, do FGTS.

A gente tem raiva do Lula porque ele tira dinheiro do povo brasileiro e dá pra DITADURAS da América Latina.

A gente tem raiva do Lula porque ele trata o povo brasileiro (principalmente o pobre) como retardado, com escárnio, dizendo coisas como "o SUS é tão bom que dá vontade de ficar doente", tirando barato da saúde de quem não pode se tratar no Albert Einstein e no Sírio Libanês em todos os PS e prontos socorros do país. 

A gente tem raiva do Lula porque ele é bilionário e diz que é operário, chama classe média de rico, e promove o ódio de classes como estratégia de dividir o país para conquistá-lo.

E finalmente: a gente tem raiva do Lula porque, apesar do que diz, ele NÃO resolveu a situação do pobre. Ele apenas deu uma esmola temporária. O pobre continua sem emprego, sem ter como se sustentar, sem saúde e sem educação minimamente dignas.

Lula é um coronel populista, que usa os menos favorecidos como massa de manobra através de medidas eleitoreiras pagas com dinheiro público. E é um LADRÃO."

Autor Desconhecido

*imagem ilustrativa

(publicado originalmente no Jornal da Cidade Online)

Não foi crime político...

A solução está próxima, mas não irá agradar o PSOL e nenhum outro partido daqueles que se dizem de esquerda, notadamente o PT, afoito para tirar vantagem de mais um cadáver.

Infelizmente, no momento o que interessa não é desvendar o crime, é tirar proveito político. 

Mais do que isso, PSOL, PT e afins vão continuar sustentando que foi ‘crime político’, não importa que solução seja apresentada. 

Na realidade, isto já havia sido definido antes de Marielle morrer.

A esquerda estava ansiosa e aguardava há muito por um cadáver que pudesse representar uma nova bandeira.

Esse cadáver foi Marielle, mero acaso. 

O PSOL sabe no entanto, que não obstante ser dona de uma história de vida admirável - mulher, negra e favelada, que estudou, conquistou posições e um mandato eletivo com a 5ª maior votação do Rio de Janeiro - a vereadora não tinha nenhuma frente de briga política que pudesse resultar no crime. 

Marielle nunca recebeu qualquer tipo de ameaça e nunca teve qualquer desafeto no meio político.

Era tão somente uma parlamentar combativa, que defendia suas convicções, que realizava um trabalho social, mas que não incomodava ninguém.

O fato de Marielle ocupar a relatoria da comissão criada na Câmara do Rio para acompanhar a intervenção federal não significa absolutamente nada. Ela estava há apenas duas semanas na função, não havia produzido absolutamente nada que pudesse incomodar quem quer que seja.

O acerto foi outro, registra o Jornal da Cidade Online.

Ministros armam "arapuca" para Cármen Lúcia

O golpe é atrevido, inusitado e absurdo, mas está em andamento.


O ex-ministro Sepúlveda Pertence está articulando com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), aqueles simpáticos à ideia de livrar o meliante Luiz Inácio Lula da Silva da cadeia, uma estratégica maligna.

O dia ‘D’ é esta terça-feira (20).

O golpe é atrevido, inusitado e absurdo, mas está em andamento. Sua execução teve início na última quarta-feira (14).

Atenta, a colunista Eliane Cantanhêde, do Estadão, descobriu que, silenciosamente, o Instituto Ibero Americano de Direito Público entrou no último dia 14, com Embargos Declaratórios naquele processo que em outubro de 2016 permitiu a prisão de condenados em 2ª instância.

Ora, como a presidente mantém a resistência de não colocar o assunto em pauta, inventaram esses tais embargos.

Na terça-feira, o dia ‘D’, a situação será exposta pelos ministros ‘lulistas’ à presidente Cármen Lúcia.

O embargo de declaração da liminar que foi concedida a um ano e meio atrás deve ser apreciado, será o argumento.

A solução que será apresentada é no sentido de que o cumprimento da pena seja admitido após condenação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao invés da 2ª instância. 

É o meio termo, nem 2ª instância, nem STF.

Assim, conclui Cantanhêde, 'A prisão de Lula seria adiada por muitos meses, caso mantida; os presos após a segunda instância entrariam com HC; os futuros condenados respirariam aliviados. E a Lava Jato? O que fez, fez; o que não fez, só fará em parte'.

Vamos aguardar a reação de Cármen Lúcia diante da patifaria.

Ou ela se rende ou a crise está estabelecida.

Se resistir, Cármen Lúcia certamente terá o apoio da sociedade.

'Qualquer decisão do STF de postergar a prisão de condenados desmoraliza a Lava Jato', diz ministro

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, manifestou-se sobre a possibilidade de o STF voltar atrás e modificar a própria decisão para impedir a prisão de condenados em segunda instância para salvar Lula: 

"Na política e na vida, símbolos são muito importantes. Se um réu condenado em segunda instância não for preso no prazo da lei, qual a justificativa para manter presos outros nem condenados ainda? Qualquer decisão do STF de postergar a prisão de condenados desmoraliza a Lava Jato!".


BALANÇO GERAL: Em 4 anos, Lava Jato condenou 160 criminosos; STF não condenou ninguém

Em 4 anos, Lava Jato condenou 160 criminosos; STF não condenou ninguém
Se a Operação Lava Jato fosse um político eleito pelo povo completaria neste ano de 2018 seu primeiro mandato. Neste sábado, 17 de março, fez quatro anos que 400 policiais federais saíram às ruas de seis estados e no Distrito Federal para cumprir as primeiras ordens de prisões e buscas assinadas pelo juiz federal Sérgio Moro, para apurar um esquema de lavagem de dinheiro e desvios, que envolvia nomes do mensalão e do caso Banestado. Desde então, 160 pessoas foram condenadas – em Curitiba e Rio de Janeiro -, R$ 12 bilhões foram recuperados aos cofres públicos, em acordos com os acusados, e 263 inquéritos policiais seguem abertos, só na capital paranaense, origem do escândalo, levando o terror a políticos, empresários e operadores financeiros ainda envolvidos em crimes do colarinho branco.

A Lava Jato não começa nem termina na Petrobrás. Em meados de 2013, quando o delegado Márcio Adriano Anselmo, especialista em crimes financeiros, retomou em Curitiba o inquérito que apurava lavagem de dinheiro de familiares e assessores do ex-líder do PP na Câmara José Janene, morto em 2010, o bilionário esquema de cartel e corrupção na estatal não existia para a Polícia Federal.

Em 17 de março de 2014, quando foram tornadas públicas as investigações, com a deflagração da primeira fase de buscas e prisões decretadas por Moro, ainda era incerta a dimensão dos crimes que seriam desvendados à partir dali, com a derrubada dos doleiros Alberto Youssef, Carlos Habib Chater – dono do Posto da Torre, em Brasília -, Nelma Kodama e Raul Srour – velhos conhecidos da Justiça, e origem do escândalo.

Só com a descoberta dos elos de Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa e a descoberta das empresas de fachada do doleiro, como a MO Consultoria e a Rigidez Construções – usadas para lavagem de dinheiro das obra de construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco (Rnest) – primeiro grande projeto do setor de óleo e gás do governo Luiz Inácio Lula da Silva -, foi que as investigações transformaram-se em um mega escândalo de cartel e corrupção.

Em quatro anos, foram 72 processos penais abertos na 13.ª Vara Federal de Curitiba, com 123 condenados, entre eles Lula, no caso do triplex do Guarujá – primeira ação contra ele concluída, há outras duas abertas e inquéritos a serem encerrados. Considerado pelo Ministério Público Federal o “general” do esquema de corrupção, dentro do núcleo político – as denúncias apontam ainda os núcleos de agentes públicos, empresários e operadores financeiros – , o petista está condenado a 12 anos e 1 mês de prisão. Se somadas as penas de todos os réus dadas por Moro elas chegam a 1.861 anos e 20 dias de prisão.

“O andamento da Lava Jato revelou que os desvios de recursos públicos ocorreram em diversos órgãos e empresas públicas, como Eletronuclear, Ministério do Planejamento e Caixa Econômica Federal, e em obras como a Ferrovia Norte-Sul, em Goiás, e a construção da Usina de Belo Monte, no Pará”, informa a força-tarefa da Lava Jato, que nesta sexta-feira, 16, reuniu as equipes que atuam nas três instâncias da Justiça para fazer um balanço do trabalho..

“Há muito a fazer e estamos redobrando o esforço. Queremos resolutividade e continuidade. A reunião em Porto Alegre visa estreitar estratégias e avaliar o muito que temos a avançar, dimensionar a força de trabalho e os recursos que disponibilizaremos para esta atuação institucional prioritária”, afirmou a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que participou do encontro.

Balanço. Em quatro anos, a força-tarefa originária da Lava Jato já apresentou 72 denúncias no esquema de corrupção. Dessas, 40 já tiveram sentença de Moro e 32 ainda aguardam sentença.

Foi  a partir do modelo de investigação adotado em Curitiba que surgiram novas forças-tarefa no Rio, em São Paulo, para atuar em processos da primeira instância, e posteriormente na Procuradoria Regional da República da 4.ª Região (PRR-4), em Porto Alegre, para atuar nos processos de segunda instância e também na PGR para atuar nos processos no Superior Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nesses quatro anos, 77 pessoas foram condenadas em segunda instância, isso é, tiveram suas sentenças decretadas por Moro confirmadas no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4).

Nesta semana, nos dias 15 e 16, procuradores das forças-tarefa de Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), que atuam nas três instâncias da Lava Jato, reuniram-se em Porto Alegre pela primeira vez para troca de informações e discussão dos trabalhos.

Ao fazerem um balanço dos quatro anos de investigação, os procuradores afirmaram que ainda há muito a ser feito. Todos defenderam a ampliação das frentes de investigação e denúncias. O procurador Eduardo El-Hage, coordenador da força tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, afirma que o Estado está em uma fase “acelerada de novas operações”. “Teremos, até o final do ano, grandes operações a serem deflagradas.”

Ao avaliar a corrupção, tema central da operação, que completa neste sábado quatro anos, Dallagnol afirma que ela é sistêmica e precisa de resposta sistêmica, o que ainda não aconteceu. “A punição não pode acontecer de modo episódico num caso específico, mas de modo geral. Quanto mais crimes forem punidos, menos as pessoas foram querer praticar crimes.”

O procurador acredita que a Lava Jato “tira água de pedra”. Em sua avaliação, a operação é um caso excepcional que tem oferecido resposta à sociedade. No entanto, diz que “a regra no Brasil é a impunidade para crimes de colarinho branco”.

“Se queremos mudar, precisamos atacar a corrupção, mudando sistema de justiça que privilegia a impunidade. Para isso, precisamos atacar em várias frentes. Reforma no sistema político, melhora no sistema de licitações, transparência e participação da sociedade no controle das contas públicas.”(negritado pelo editor da BECC)

Pavor. 
Não mais uma investigação de Petrobrás, nem mais uma investigação de Curitiba, a Lava Jato apavora políticos e criminosos dos colarinho branco. Muitos dos que iniciaram as apurações, já não estão mais diretamente ligados a ela, como o delegado Márcio Anselmo, que em 2016 pediu para sair da equipe, esgotado pelo excesso de trabalho, por crises internas que começaram a surgir na equipe e por motivos pessoais.

Já naquele ano, em entrevista concedida em sua antiga sala na sede da PF de Curitiba, Anselmo afirmava que “depois da Lava Jato os criminosos do colarinho branco iriam repensar a velha máxima de que o crime compensa no Brasil”. Hoje chefe do setor de crimes financeiros da polícia no País, ele acompanha à distância diariamente a evolução do caso.

Com novas forças-tarefa da Lava Jato, no Rio, em São Paulo, e nas instâncias superiores, a equipe originária perdeu um pouco o seu protagonismo no combate à corrupção nos últimos anos, um pouco também fruto da redução do ritmo de trabalho das investigações ostensivas – quando há cumprimento de buscas e prisões -, mas o trabalho em Curitiba está longe de seu fim.

Só em procedimentos de investigação criminal e inquéritos civis e notícias de fato, são 469 abertos no MPF, que demandam apuração dos procuradores e equipes de técnicos, analistas e assistentes. Na PF, há outros 263 inquéritos abertos pendentes de conclusão tocados em conjuntos com os procuradores.

NÚMEROS DA LAVA JATO

GERAL

187 Acordos de colaboração (JF/Paraná, JF/Rio, TRF-4 e STF)

160 Réus condenados em 1.ª instância (13.ª Vara Federal de Curitiba e 7.ª Vara Federal do Rio)

77 Réus condenados em 2.ª instância (TRF-4)

R$ 12 BILHÕES  - Valor que colaboradores e empresas se comprometeram a devolver em delação e leniência

395 Pedidos de cooperação internacional envolvendo 50 países

FORÇA-TAREFA PARANÁ
72 Denúncias
289 Pessoas denunciadas
123 Réus condenados 13.ª Vara Federal Curitiba
1861 anos e 20 dias de pena (penas somadas)

FORÇA-TAREFA RIO
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523 anos e 8 meses de reclusão (penas somadas)

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FORÇA-TAREFA PGR (ATUAÇÃO NO STJ)
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FORÇA-TAREFA DA PRR-4 (ATUAÇÃO TRF-4)
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33 Penas aumentadas
22 Penas mantidas
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939 anos e cinco meses de reclusão (penas somadas)

FORÇA-TAREFA PRR-2 (ATUAÇÃO NO TRF-2)
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19 Pessoas denunciadas
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Fonte: Ministério Público Federal

Ministros do STF tentam impor 'nova solução' para reverter prisões e salvar Lula, explica colunista

A colunista Eliane Cantanhêde, do jornal O Estado de S. Paulo, explica a nova ofensiva de alguns ministros para reverter as prisões após condenação em segunda instância e salvar Lula e, junto com ele, os outros corruptos. Segundo Cantanhêde, a publicação do acórdão de uma decisão de 2016 abriu a oportunidade de levar o caso ao plenário, contornando a negativa da presidente Cármen Lúcia, que não pautou nenhum processo que pudesse levar à revisão da decisão do Supremo. 

Leia abaixo o texto de Eliane Cantanhêde: 

Avançam as articulações de ministros do Supremo para, em tratativas com a defesa do ex-presidente Lula, acabar com a prisão após condenação em segunda instância e mudar os rumos da Lava Jato. Como a presidente Cármen Lúcia mantém firmemente sua palavra de não colocar a questão em pauta, a solução que emerge é criativa e sofisticada.
Habeas corpus (HC) só pode ser posto “em pauta” pela presidência ou “em mesa” por um deles, o que já não é usual, mas embargos de declaração em liminares podem ir ao plenário e os ministros foram buscar uma liminar de outubro de 2016 para ancorar toda a estratégia: justamente a liminar que permitiu a prisão após a segunda instância, confirmada pelo plenário em dezembro daquele ano por 6 a 5. 
A defesa de Lula descobriu, e soprou aos ouvidos de ministros, que o acórdão da liminar nunca tinha sido publicado e isso abria uma brecha para a revisão. Ora, ora, o acórdão acaba de ser publicado agora, em 7 de março, abrindo prazo de cinco dias úteis para a apresentação de recursos. E, ora, ora, o Instituto Ibero Americano de Direito Público entrou com embargo de declaração no último dia do prazo, 14 de março, quarta-feira passada.
Um embargo de declaração numa liminar de um ano e meio atrás, que gerou dois meses depois uma decisão em plenário? Tudo soa muito estranho, muito nebuloso, mas faz um sentido enorme para aqueles que articulam o fim da prisão em segunda instância não apenas para Lula, mas para todos os poderosos que estão ou estarão no mesmo caso.
Lembram que escrevi, neste espaço, que havia um acordão dentro do Supremo para combinar o fim da prisão em segunda instância e do foro privilegiado? A base é uma equação: quem é contra Lula salva a pele dele para salvar a de todos os demais; quem é a favor de Lula salva a pele de todos os demais para salvar a de Lula.
Houve uma sequência de tentativas que acabaram batendo num muro intransponível: a opinião pública, que não consegue digerir a mudança de uma decisão – que já passou por três julgamentos no STF – com o objetivo óbvio, gritante, de evitar que Lula vá para a cadeia.
A primeira tentativa foi convencer Cármen Lúcia de por o habeas corpus preventivo de Lula em pauta, mas ela declarou que mudar uma jurisprudência para beneficiar um réu seria “apequenar” o Supremo. Depois, veio a sugestão de levar ao plenário os HCs de outros condenados, não especificamente Lula, mas ela divulgou a pauta de abril sem incluir a questão.
A terceira tentativa foi escalar um dos outros dez ministros para, driblando a decisão da presidente, colocar a questão em mesa e forçar a revisão. Mas quem? Gilmar Mendes já tinha o seu papel definido no script: inverter o voto e o resultado. O relator da Lava Jato, Edson Fachin, foi categórico ao dizer que não aprovava mais um julgamento sobre o mesmo assunto. Lewandowski, Marco Aurélio e Toffoli avisaram que não entrariam nessa bola dividida.
Criou-se até uma torcida para o decano Celso de Melo assumir o papel e foi aí que surgiu a solução – atribuída a Sepúlveda Pertence, ex-STF e atual advogado de Lula – de publicar a liminar de 2016, gerar um embargo de declaração e levá-lo ao plenário, criando a oportunidade para Gilmar Mendes mudar o seu voto e acabar com a prisão após a segunda instância.
Cármen Lúcia foi chamada para uma reunião na próxima terça-feira, provavelmente para discutir a ideia de, em vez da segunda instância, o plenário autorizar o cumprimento da pena após condenação no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A prisão de Lula seria adiada por muitos meses, caso mantida; os presos após a segunda instância entrariam com HC; os futuros condenados respirariam aliviados. E a Lava Jato? O que fez, fez; o que não fez, só fará em parte.