terça-feira, 7 de agosto de 2018

PT anuncia a chapa "Triplex" para as eleições de outubro. Candidato presidiário, vice e vice


Após uma reunião histórica  da Executiva Nacional, sem a presença do ex-presidente Lula, o PT definiu neste fim de semana a composição da chapa "triplex" para concorrer na eleição para a Presidência da República. Impossibilitado de comparecer à reunião por motivos de força maior, Lula escreveu uma carta definindo que ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad será o candidato à vice-presidência. A gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB) também compõe a chapa do PT como candidata a vice, registra o site Imprensa Viva.

Para prolongar sua "permanência no páreo", o ex-presidente Lula chegou a retirar um pedido de soltura no STF nesta segunda-feira, 06, para impedir que a questão sobre sua elegibilidade fosse discutida.

De acordo com Lula, o PT, Haddad, o PCdoB e Manuela D’Ávila, a chapa "triplex" está valendo. Pelo menos até o momento em que o PT tentar registrar a candidatura do presidiário no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de então, quando o registro for negado em virtude da Lei da Ficha Limpa, ficou implícito que Haddad  assume como candidato à Presidência com Manuela na vice.

Lula se tornou inelegível quando foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4,ª Região de Porto Alegre em Janeiro. Por unanimidade, os desembargadores do Tribunal condenaram o petista a uma pena de mais de 12 anos de prisão, em regime fechado, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do "Triplex".

PT prevê perder quase metade dos senadores nas eleições de outubro


Segundo a Revista Época, "A cúpula do PT prevê perder quatro senadores nas eleições deste ano. A legenda, que conta com nove atualmente, ficaria com cinco. Na contabilidade das perdas está Gleisi Hoffmann, presidente da sigla".

O partido pode repetir o fiasco das eleições de 2016, quando o PT perdeu centenas de prefeituras no país. Naquele ano, a legenda viu minguar sua influência em cerca de 80% do território nacional, em termos de populações de cidades administradas pelo PT.

Com o ex-presidente Lula na cadeia, e fora dos palanques nos estados, a legenda pode ainda ter dificuldade para reeleger deputados federais, estaduais e governadores nas eleições de outubro.

Por Murilo Ramos, da Revista Época

Collor joga água no chope de Renan Calheiros e de seu Filho ao decidir disputar o governo de Alagoas


O ex-presidente da República e senador Fernando Collor de Melo (PTC), decidiu jogar água no chope do senador Renan Calheiros e de seu filho ao anunciar neste domingo (5) que vai disputar o governo de Alagoas.

Segundo a Folha, "Collor rompeu com o governador Renan Filho (MDB) e vai liderar uma frente de partidos de oposição que inclui PSDB, PSB, PP e DEM".

Ainda segundo a publicação, "A definição pelo nome de Collor esquentou a disputa pelo governo de Alagoas, já que o ex-presidente é considerado um nome competitivo e popular no estado. Em 2014, quando disputou o Senado, Collor teve mais votos do que o governador Renan Filho, seu aliado naquela disputa".

Os caciques que dominam a política alagoana se revesam no poder com uma regularidade surpreendente nestes tempos de campanha pela renovação da classe política. A entrada de Collor na disputa pelo governo do Estado pode representar o naufrágio das pretensões de Renan Calheiros de continuar influenciando a política local. Renan se notabilizou na política justamente na época em que Collor foi eleito presidente da República, em 1989.

Bolsonaro no segundo turno

Em relatório divulgado nesta segunda (6), a Arko Advice diz que Jair Bolsonaro “sai na frente para conseguir um lugar no segundo turno e terá que ser violentamente desconstruído para ficar de fora”.

O documento lembra que, em 2014, Marina Silva acabou perdendo a vaga no segundo turno para Aécio Neves depois de chegar a 34% das intenções de voto em agosto daquele ano.

“Bolsonaro continua muito forte nas redes sociais e desde, pelo menos, outubro de 2017 mantém sua intenção de votos acima dos 20%.”

E mais:

“Vale lembrar que, no período, surgiram nomes como o do ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa e o do apresentador de TV Luciano Huck, considerados novidades potencialmente fortes, e Bolsonaro continuou no seu patamar.”

O relatório destaca ainda que “os que querem Bolsonaro tendem, em sua maioria, a não mudar de voto”.

O que fizeram com o nosso país? Acorda, Brasil!

Nosso povo precisa urgentemente de socorro. Políticas desastrosas, ladroagem, inversões de valores, impunidade, imprensa esquerdista, educação de má qualidade, entre outros fatores que jogaram nossa nação no fundo do poço.
Nós mesmos criamos esse macabro cenário, ora votando mal, ora sendo coniventes, ou sendo passivamente mansos com esses canalhas que destruíram nosso país.
Diante desse caos, cabe a nós mesmos tirar o nosso país desse buraco. Trabalhando, cobrando firmemente das autoridades, exigindo mudanças, votando corretamente, são algumas das formas de começarmos a transformar nossa nação.
O Brasil precisa de um choque, o Brasil precisa mais do que nunca do seu povo. Somente esse povo humilhado, ultrajado, explorado, pode dar um basta nesse sistema de coisas e recolocar nosso país nos eixos.
O primeiro passo será elegermos um líder pra nos conduzir, e a grande oportunidade se avizinha. Fé em Deus, força e foco, e seremos uma grande nação que além de se orgulhar de sua gente, será também motivo de orgulho desse sofrido povo. Força e honra.

texto: Sargento Fahur, no Conexão Política

TRF-4 nega pedido de defesa de Lula para que ele participe de debate na TV

Nesta segunda-feira (6) o Tribunal Regional da 4°Região negou o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para compor os debates entre os candidatos à Presidência da República, registra o site Conexão Política.
O primeiro debate ocorrerá nesta quinta-feira (9), na TV Bandeirantes.
Por unanimidade, os desembargadores da 8ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) condenaram Lula a 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
A Lei da Ficha Limpa garante que condenados por órgãos colegiais se tornem inelegíveis — impedindo, assim, qualquer possibilidade do ex-presidente Lula disputar as eleições.
De acordo com a sentença da juíza Bianca Georgia Cruz Arenhart, “não há previsão constitucional ou legal que embase direito do preso à concessão de entrevistas ou similares”.
“Não fossem tais fundamentos suficientes para o desacolhimento do pedido, há fator adicional. A decisão atacada pela via do agravo de execução penal enfrenta pedido genérico para a prática de atos de pré-campanha e, posteriormente, de campanha, como entrevistas e debates. A indicação de realização de debate entre presidenciáveis, com a devida vênia, refoge ao escopo da decisão de primeiro grau, porquanto a pretensão de uma autorização geral para todos os casos e atos que o reeducando pretende praticar extrapola a cognição específica com relação ao caso concreto”, considerou à magistrada.

Defesa de Lula desiste de pedido de liberdade no STF

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desistiu, nesta segunda-feira, 6, da ação em que pedia ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão da prisão dele para cumprir a pena a que foi condenado na Operação Lava Jato. O pedido havia sido submetido pelo ministro Edson Fachin, do STF, à análise pelo plenário da Corte e ainda não havia data para o julgamento pelos ministros, publica a Veja.
Segundo a publicação, na ação, os advogados de Lula pediam que o Supremo concedesse efeito suspensivo ao recurso extraordinário movido contra a condenação dele pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), de segunda instância, que o levou à prisão. Caso os ministros decidissem nesse sentido, os efeitos da sentença contra o petista, incluindo sua detenção, seriam suspensos.
Na petição em que anuncia a desistência, os defensores de Lula alegam que tomaram a decisão diante de um despacho de Fachin, assinado no fim de junho, em que ele sugeriu que o STF poderia analisar, junto com a liberdade do ex-presidente, a inelegibilidade dele a partir da Lei da Ficha Limpa. Os advogados ressaltam que, no pedido original, tratavam apenas da liberdade de Lula, e não de seus direitos políticos.
“A Defesa do Requerente fixou os limites do pedido de tutela de urgência na ‘execução provisória da pena’, propugnando pela sua cessação — e, consequentemente, restabelecimento da liberdade plena do Requerente (…) de qualquer forma, diante do mistifório [confusão] entre a pretensão de liberdade plena do Requerente que foi efetivamente deduzida nestes autos e a discussão em torno dos seus direitos políticos — imprevistamente colocada em ribalta (art. 26-C da Lei Complementar nº 64/90) —, a Defesa do Requerente desiste do feito sem prejuízo de eventual renovação opportuno tempore”, escreveram os defensores.
Na prática, a defesa abriu mão da possibilidade de o petista ganhar liberdade diante da chance de o STF declará-lo inelegível desde já. Condenado por um órgão colegiado, a Oitava Turma do TRF4, a doze anos e um mês de prisão no caso do tríplex do Guarujá, Lula está enquadrado na Lei da Ficha Limpa, sancionada por ele próprio em 2010. Nesta terça-feira, 7, ele completa quatro meses preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
Apesar de virtualmente inelegível, o ex-presidente vai registrar sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o próximo dia 15 de agosto. O PT já definiu que o candidato a vice-presidente nesta chapa a ser registrada é o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e fechou aliança com o PCdoB para que a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila assuma a candidatura de vice quando Lula for barrado pelo TSE.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Gleisi é uma pândega

Ontem de madrugada, depois do desespero para manter o PCdoB na órbita do PT, Gleisi Hoffmann disse o seguinte:

“Discutimos uma estratégia de participação em que, até a regularização da situação judicial (de Lula), a vocalização da campanha do presidente Lula seria feita através de um companheiro do PT. Então, decidimos conjuntamente, PT e PCdoB, de colocar neste momento como candidato a vice-presidente da República o companheiro Fernando Haddad para fazer a representação do presidente até tão longo se estabilize a situação do presidente Lula. A partir de amanhã, já iniciamos a pré-campanha com Haddad e Manuela saindo pelo Brasil.”

Gleisi Hoffmann é uma pândega.

Forças Armadas lideram confiança da população

De acordo com o último levantamento do Instituto Datafolha, as Forças Armadas são a instituição em que a população deposita mais confiança no país atualmente.
Segundo os dados, 40% da população diz confiar muito nas Forças Armadas, 43% confiam consideravelmente. Entre os que não confiam, o número é de 15%. Outros 2% não souberem responder.
Neste contexto, Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL, sai fortalecido.
Líder nas pesquisas com 23,6%, Jair Bolsonaro é capitão do Exército Brasileiro e tem um general como vice na chapa presidencial.
A pesquisa foi realizada de 21 a 23 junho de 2018 com 2.771 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

General Mourão, vice de Bolsonaro, quer gerar empregos para reduzir Bolsa-Família

O general da reserva do Exército Brasileiro, Hamilton Mourão, filiado ao PRTB, foi anunciado neste domingo (5) para vice de Jair Bolsonaro, candidato a Presidência pelo PSL. Em seu discurso ao lado do presidenciável na convenção do PSL em São Paulo, o general defendeu o aumento de empregos para a possibilidade de redução do programa Bolsa-Família.
Mourão defendeu a meritocracia, dizendo que as pessoas devem acender “por seus próprios méritos e não por esmolas”. O general disse também que o programa de transferência de renda deve ser mantido por enquanto, mas defendeu que os beneficiários deverão sair “pouco a pouco” do programa, conforme o crescimento econômico do país.
O candidato Jair Bolsonaro também defendeu que o Bolsa-Família deve continuar existindo, mas “com critério”.

Jair Bolsonaro alcança 8,5 milhões de seguidores nas redes sociais

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro chegou a 8,5 milhões de fãs e seguidores nos seus perfis oficiais nas redes sociais.

Os dados são da Arko Advice e foram propagadas pela jornalista Sonia Racy em sua coluna no Estadão.

O total de seguidores de Jair Bolsonaro no Facebook, Twitter, YouTube e Instagram equivale à soma dos seguidores de Marina Silva (4,3 milhões) e Lula (4,2 milhões).

O  tucano Geraldo Alckmin, por sua vez, tem 2 milhões e é o quarto colocado.

Álvaro Dias, João Amoêdo e Manuela D’Ávila têm entre 1,5 milhão e 1,2 milhão.

Na lanterninha desse grupo vem o esquerdista Ciro Gomes, com 607 mil.

Com informações do Renova Mídia

domingo, 5 de agosto de 2018

NÃO VOTE EM POLÍTICO FICHA SUJA. NÃO OS REELEJAM

VAMOS POR PARA FORA DA VIDA POLÍTICA TODOS OS POLÍTICOS FICHA SUJA. NÃO VOTE NELES, NÃO OS REELEJAM!

Baixe o app Detector de Ficha de Político no link abaixo:
www.vigieaqui.com.br/detectordefichadepolitico


Pesquise pelo nome ou rosto do político.

ENTREVISTA COM PAULO GUEDES, O MINISTRO DA FAZENDA DO GOVERNO DE BOLSONARO

O economista Paulo Guedes, que será o ministro da Fazenda, caso Bolsonaro seja eleito, defende uma drástica redução do Estado, corte de impostos, de ministérios e fim da política de barganha com o Congresso. “Por mim 8 ministérios já está bom”.

ASSISTA:

Míriam Leitão, codinome "Amélia", explica general

Miriam e seu namorado, militantes do PC do B, foram detidos por agentes da Polícia Federal (PF), em 1972.

Em dezembro daquele ano, mais de cem pessoas tinham sido mortas em consequência de atentados terroristas, 300 bancos tinham sido assaltados por terroristas, 300 militantes comunistas haviam sido enviados para cursos de terrorismo na China e em Cuba, vários quartéis haviam sido assaltados para roubo de
armamento, 3 diplomatas haviam sido sequestrados, militares estrangeiros haviam sido justiçados, vários atentados à bomba haviam sido executados – dentre eles o do Aeroporto dos Guararapes e o ataque ao QG do II Exército – e a Guerrilha do Araguaia – comandada, patrocinada e mobiliada por agentes do PC do B – estava em curso de operações.

É fácil concluir que a militância da jovem jornalista e de seu namorado nos quadros do partido os enquadrava na categoria de agentes do terrorismo.

Isso explica a sua patética atuação durante a "inquisição global" a Jair Bolsonaro.

(Texto do Gen Bda Paulo Chagas)

ÁLVARO DIAS E BOLSONARO DISPARAM POR RAZÕES DIFERENTES

Brasileiro em desencanto. Desacreditado da Política e Políticos procura "menos pior" pra votar.
Em cenário de escuridão, mais pra Insolvência Social e Desobediência Civil, do que pra Democracia, por razões distintas, dois Candidatos disparam.
Bolsonaro por ser polêmico e prático. Cidadão cansado de uma Retórica improdutivo e inexistente de uma Elite formada por Novos Ricos do Lulismo,  enxerga no que ele fala, exatamente o que pensa e gostaria de dizer.
Some-se ao ser alvo de ataques de uma Esquerda rejeitada e surge um favorito.
Se quem está no Poder não gosta, então deve ser bom.
 

Álvaro Dias a discrição em pessoa. Joga o jogo com astúcia e corre por fora.
Deixa adversários se matarem em trocas de Insultos e Revelações de Podres. Tem na menor Rejeição sua maior arma.
A continuar, pode ser o escolhido por eliminação simples.

Campanha curta. Reta de chegada próxima do Ponto de Partida. Deslizes,  por menores que sejam, se tornarão fatais. Não há tempo de reação.
Algumas Candidaturas nasceram mortas. Outras nem os próprios Candidatos acreditam em vencer e o interesse nem é  a Vitória.
Difícil saber quem ganha, mas já se identifica Coadjuvantes:
-Boulos, Meireles e Manuela:
Nenhuma expressão. Chegam às  raias do ridiculo.
Marina:
Profissão Candidata.
Surge do nada e para o nada voltará,  com retorno marcado pra 2022.
- Ciro Gomes:
Teu passado de condena. Pelegos na caça de cargos, em troca de apoio.
No mais, quem viver, verá.
 

Quanto a Lula?
Pra ganhar tem que ser Candidato. Ele é  um Condenado, inelegível e preso; fruto da Ilha da Fantasia do PT.

fonte:Mídia Livre

General Mourão: o vice que o Brasil pode confiar

A vice-presidência é um ofício valoroso. Deve ser entregue a pessoas em quem a nação e o país possa confiar no decorrer de uma crise nacional. Eles devem ser pessoas conhecidas não por seu rancor, mas lealdade silenciosa.
Um vice-presidente deve ser uma pessoa de caráter e integridade formidáveis ​​- um alguém que pode facilmente ascender se algo acontecer ao presidente. E isso não é tudo.
Um vice-presidente deve ser uma pessoa bem disciplinada o suficiente para não clamar e competir pela atenção do público com o presidente e sendo alguém capaz e disposto a viver sob a sombra do presidente.
Onde eles diferem com o presidente, eles devem expressar sua opinião em particular, onde não há mais ninguém a não ser apenas os dois. Tais diferenças de opinião devem ser poucas e distantes entre si e devem ser expressas de maneira educada e com absoluta confiança.
Um vice-presidente deve ser uma pessoa confiante em sua pele; discreto e até disposto a se depreciar em público como forma de exaltar o presidente. Em outras palavras, ele deve ser uma pessoa totalmente preparada para levar um tiro pelo presidente.
Um bom vice-presidente é alguém que também está disposto a ser um companheiro e confidente do presidente. Por sua natureza, o trabalho de um presidente pode ser uma tarefa excessivamente árdua.
Ao escolher um vice-presidente, todo presidente procura uma mão firme que possa oferecer não apenas um sábio conselho e uma verdade sem verniz, mas também um calor humano. Isso ocorre porque, durante seu mandato, há muitas ocasiões em que um presidente sentado sente-se não apenas solitário, mas também sozinho, apesar de um exército de seguidores egoístas sempre espreitando.
Assim, um vice-presidente, sendo o mais confiável dos assessores do presidente, deve ser alguém em quem o presidente possa ter confiança absoluta. Isso é importante, não menos importante, porque um vice-presidente que faz parte do aparato de segurança do Estado tem direito a acesso total aos principais segredos do Estado, muitos dos quais poderiam ser muito dolorosos e angustiantes para o presidente abrigar sozinho.
O trabalho de um vice-presidente é derrotar a oposição no parlamento. Na verdade, um bom vice-presidente deve ser alguém cuja voz carrega peso e exige lealdade ao presidente e ao povo; uma figura sacerdotal vem à mente.
Um vice-presidente também deve ser alguém irradiando uma espécie de seriedade que emana não apenas de honra e integridade, mas também de experiência. Eles devem ter poucas palavras que, quando tais palavras são pronunciadas, nunca sejam esquecidas. Aqui, Mike Pence, o atual vice-presidente dos Estados Unidos, vem à mente.
Um vice-presidente deve ser alguém em quem o presidente possa confiar nos momentos difíceis, alguém que não tenha ambições de se tornar presidente.
Uma ausência de ambição permite o vice-presidente expressar seus conselhos ao presidente exatamente da maneira que ele achar melhor, sem medo de quaisquer consequências. Não existe estratégias para promover suas próprias ambições e interesses.
Não ter cobiças próprias também permite que um vice-presidente esteja totalmente focado em garantir o sucesso do presidente em exercício.
Acima de tudo, está claro que não há uma fórmula clara para escolher um bom vice-presidente. O que está claro, porém, é que fazer essa escolha é um trabalho difícil.
Assim, chegamos a conclusão que ter o príncipe ou o general tanto nesta função, tanto faz, pois ambos preenchem todos esses quesitos acima. 
É compreensível que o eleitorado de Jair Bolsonaro tenha ficado dividido ao analisar alguém para exercer tal ofício, afinal, é raro ter homens bem-aventurados como o Luiz Philippe de Órleans e Bragança e Hamilton Mourão. Pessoas que à nação pode ter como porto seguro da política brasileira.
Jair Bolsonaro, por sua vez, escolheu Mourão, que defende um governo firme, honesto, sem corrupção, com eficiência gerencial, e com relacionamento republicano com os demais poderes. Ou seja, sem ‘balcão de negócios’.
Sendo assim, não votar em Bolsonaro porque o vice escolhido não foi alguém que você esperou ou por ser um outro militar é apenas ignorância política. E sim, Mourão agrega votos.
Ele é conhecido por bater de frente com este atual governo corrupto, sem medo. Sempre saiu em defesa do povo brasileiro. Um cidadão de bem, honesto e tem uma longa trajetória em combater comunista, terrorista e bandido.
General Mourão é o vice que o Brasil pode confiar!

Partido Novo apresenta 1º recurso pela impugnação da candidatura de Lula, após convenção do PT

No mesmo dia em que o PT oficializou a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado na Lava Jato, à Presidência da República, um membro do Novo registrou um pedido de impugnação da candidatura de Lula, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O pedido foi anunciado em São Paulo durante a convenção do Novo, neste sábado.

Na ação, o Novo pede que o nome de Lula não apareça nas pesquisas eleitorais e reclama que a sua indicação pelo PT nesta data causa insegurança jurídica nas eleições.

O autor do pedido é o procurador judicial Charbel Maroun, que faz parte do Movimento Brasil Livre (MBL) de Pernambuco e é candidato à deputado federal pelo Partido Novo em Pernambuco.

Estreante em eleições gerais no País, o Novo lançará João Amoêdo como candidato a presidente. Com apenas 7 segundos de tempo de TV e rádio na propaganda eleitoral gratuita, Amoêdo tem investido em posts patrocinados nas redes sociais para ficar mais conhecido entre o eleitorado.

Fundado em 2011 por um grupo de 181 pessoas que nunca tiveram mandato político, o Partido Novo se recusou a usar recursos públicos na campanha – o financiamento é exclusivamente feito por doações de pessoas físicas – e fazer coligação com outras legendas. Se por um lado as decisões garantem a narrativa do “novo” na política brasileira, por outro limitou o alcance nacional de uma candidatura centrada no eixo sul-sudeste.

O Brasil que Jair Bolsonaro quer para o futuro

No final de sua entrevista concedida ao programa Central das Eleições, da emissora Globo News, o candidato do PSL à Presidência Jair Bolsonaro foi questionado pela entrevistadora: “Que Brasil o senhor quer pro futuro?”. O candidato respondeu:
“Eu quero um Brasil onde tenhamos um só povo, um país sem divisões de brancos, negros, heteros e homos, ricos e pobres, nordestinos e sulistas. Eu quero um Brasil onde se respeite a família acima de tudo, que é a base da sociedade. Eu quero um Brasil onde a criança seja respeitada em sala de aula. Eu quero um Brasil menos violento e com mais empregos. Eu quero um Brasil negociando com o mundo todo sem o viés ideológico. Eu quero um Brasil que invista em pesquisa, em desenvolvimento, para explorarmos nossa biodiversidade e agregue valor em nossos outros recursos minerais que nós temos aqui. Eu quero um Brasil sorridente, que se abra para o turismo dado à condições de segurança e infraestrutura, nós temos tudo, mas tudo, para sermos uma grande nação.
O que precisamos para chegar lá? Precisamos sim de um homem ou de uma mulher que seja honesto, seja patriota e tenha Deus no coração. É esse o Brasil que eu quero para todos nós. E se essa for a vontade de Deus, eu tenho a certeza de que cumprirei essa missão, ao lado do povo brasileiro.”

PT oficializa candidatura de Dilma ao Senado por MG

A ex-presidente Dilma Rousseff, que sofreu impeachment sob acusações de crime de responsabilidade, foi oficializada candidata ao Senado por Minas Gerais neste domingo (5), na convenção do PT em Belo Horizonte. O partido também lançou a candidatura de Fernando Pimentel ao cargo de governador do Estado de Minas Gerais.
“Vamos combater aqui em Minas esse golpe, que tem dois de seus principais protagonistas aqui. Um que perdeu a eleição e outro que entregou o Governo de Minas falido para o Pimentel”, declarou Dilma em seu discurso.
Durante o evento, uma carta do ex-presidente Lula, preso desde abril e condenado à 12 anos e 1 mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, foi lida aos mineiros.

Jair Bolsonaro oficializa Mourão como vice: “Somos soldados do nosso Brasil”

Conforme já publicamos mais cedo, neste domingo (5) aconteceu a convenção estadual do PSL em São Paulo, onde o general da reserva do Exército Brasileiro, Antonio Hamilton Martins Mourão, foi oficializado como vice na chapa de Jair Bolsonaro na corrida pelo Planalto.

“Deixo de ser capitão e o general deixa de ser general. Nós passamos a ser a partir de agora soldados do nosso Brasil. Numa só bandeira verde amarela, vai nos mover para mudar o nosso país”, afirmou Bolsonaro.
Após a jurista Janaina Paschoal ter recusado o convite alegando problemas familiares, o presidenciável estava entre o príncipe Luiz Philippe e o general do Exército, filiado ao PRTB, para integrar sua chapa.
Com a confirmação, o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança atuará no Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Itamaraty.
Enquanto isso, Levy Fidelix, que era pré-candidato ao Planalto pelo PRT, resolveu pleitear à Câmara  dos Deputados.
Com a pacto entre PSL e PRTB, o candidato Jair Bolsonaro conquistará mais 4 segundos no tempo de TV do horário eleitoral.

MOURÃO: "EXTREMAMENTE HONRADO"

Em seu primeiro discurso como candidato a vice de Jair Bolsonaro, o general Hamilton Mourão disse que estava ‘extremamente honrado’ por participar daquele momento.

“Podem ter certeza que em 46 anos de vida militar, tive momentos da mais forte emoção, mas o que passo hoje ultrapassa tudo isso. Estamos juntos por um valor maior: o bem comum do povo brasileiro. A defesa da integridade do nosso território brasileiro. Ascendam pelos próprios méritos, não por esmolas.”

Bolsonaro: “Deixo de ser capitão e o general deixa de ser general”

Jair Bolsonaro oficializou nesta tarde o nome do general Hamilton Mourão como seu vice na corrida eleitoral.

O anúncio foi feito na convenção do PRTB de Levy Fidélix.

“Deixo de ser capitão e o general deixa de ser general. Somos soldados do nosso Brasil. Numa só bandeira verde e amarela vai nos mover para mudar o nosso país”, discursou o presidenciável.

Assista:

Chuchu na TV

A Folha fez um levantamento do tempo da propaganda de TV e rádio dos presidenciáveis.

O maior tempo de TV será de Geraldo Alckmin, com cerca de 44% de todo o espaço da propaganda. O tucano terá direito a cerca de 12 inserções de 30 segundos a cada dia, por emissora.

Jair Bolsonaro e Marina Silva terão, juntos, menos de 5% do espaço da propaganda de TV e rádio — o candidato do PSL terá 7 segundos em cada bloco eleitoral, Marina, 24 segundos.

Leia o editorial de Roberto Marinho que exaltou o Regime Militar

Em 7 de outubro de 1984, próximo do fim do Regime Militar e da reintegração do governo federal pelos civis, o presidente das Organizações Globo, Roberto Marinho, difundia um editorial no jornal ‘O Globo’ em que louvava conquistas políticas e econômicas obtidas pelos militares, da mesma maneira que a própria operação de seu grupo empresarial na revolução de 1964. 

Leia a seguir a íntegra do texto assinado por Roberto Marinho.
”Julgamento da Revolução”
Roberto Marinho
Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das lnstituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes em nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente.
Temos permanecidos fiéis aos seus objetivos, embora conflitando em várias oportunidades com aqueles que pretenderam assumir o controle do processo revolucionário, esquecendo-se de que os acontecimentos se iniciaram, como reconheceu o Marechal Costa e Silva, “por exigência inelutável do povo brasileiro”. 
Sem o povo não haveria revolução, mas apenas um ‘pronunciamento” ou “golpe” com o qual não estaríamos solidários.
O Globo, desde a Aliança Liberal, quando lutou contra os vícios políticos da Primeira República, vem pugnando por uma autêntica democracia, e progresso econômico e social do País. Em 1964, teria de unir-se aos companheiros jornalistas de jornadas anteriores, aos ‘tenentes e bacharéis’ que se mantinham coerentes com as tradições e os ideais de 1930, aos expedicionários da FEB que ocupavam a Chefia das Forças Armadas, aos quais sob a pressão de grandes marchas populares, mudando o curso de nossa história.
Acompanhamos esse esforço de renovação em todas as suas fases. No período de ordenação de nossa economia, que se encerrou em 1977. Nos meses dramáticos de 1968 em que a intensificação dos atos de terrorismo provocou a implantação do AI-5. Na expansão econômica de 1969 a 1972, quando o produto nacional bruto cresceu à taxa média anual de 10 %. 
Assinale-se que, naquele primeiro decênio revolucionário, a inflação decrescera de 96% para 12,6% ao ano, elevando-se as exportações anuais de 1 bilhão e 300 mil dólares para mais de 12 bilhões de dólares. 
Na era do impacto da crise mundial do petróleo desencadeada em 1973 e repetida em 1979, a que se seguiram aumentos vertiginosos nas taxas de juros, impondo-nos , uma sucessão de sacrifícios para superar a nossa dependência externa de energia, a deterioração dos preços dos nossos produtos de exportação e a desorganização do sistema financeiro internacional. 
Essa conjunção de fatores que violaram a administração de nossas contas externas obrigou-nos a desvalorizações cambiais de emergência que teriam fatalmente de resultar na exacerbação do processo inflacionário. 
Nas respostas que a sociedade e o governo brasileiros deram a esses desafios, conseguindo no segundo decênio revolucionário que agora se completa, apesar das dificuldades, reduzir de 80% para menos de 40% a dependência ex- terna na importação de energia, elevando a produção de petróleo de 175 mil para 500 mil barris diários e a de álcool, de 680 milhões para 8 bilhões de litros; e simultaneamente aumentar a fabricação industrial em 85%, expandir a área plantada para produção de alimentos com 20 milhões de hectares a mais, criar 13 milhões de novos empregos, assegurar a presença de mais de 10 milhões de estudantes nos bancos escolares, ampliar a população economicamente ativa de 29 milhões para 45 milhões, 797 mil, elevando as exportações anuais de 12 bilhões para 22 bilhões de dólares.
Volvendo os olhos para as realizações nacionais dos últimos vinte anos, há que se reconhecer um avanço impressionante: em 1964, éramos a quadragésima nona economia mundial, com uma população de 80 milhões de pessoas e uma renda per capita de 900 dólares; somos hoje a oitava, com uma população de 130 milhões de pessoas, e uma renda média per capita de 2.500 dólares.
O Presidente Castello Branco, em seu discurso e posse, anunciou que a Revolução visava à arrancada para o desenvolvimento econômico, pela elevação moral e política”. 
Dessa maneira, acima do progresso material, delineava-se o objetivo supremo da preservação dos princípios éticos e do restabelecimento do estado de direito. 
Em 24 de junho de 1978, o Presidente Geisel anunciou o fim dos atos de exceção, abrangendo o AI-5, o Decreto-Lei 477 e demais Atos Institucionais. 
Com isso, restauravam-se as garantias da magistratura e o instituto do habeas-corpus. Cessava a competência do Presidente para decretar o fechamento do Congresso e a intervenção nos Estados, fora das determinações constitucionais. 
Perdia o Executivo as atribuições de suspender os direitos políticos, cassar mandatos, demitir funcionários e reformar militares. Extinguiam-se as atividades da C.G.1 (Comissão Geral de Inquéritos) e o confisco sumário de bens. 
Desapareciam da legislação o banimento, a pena de morte, a prisão perpétua e a inelegibilidade perene dos cassados. 
Findava-se o período discricionário, significando que os anseios de liberalização que Castello Branco e Costa e Silva manifestaram em diversas ocasiões e que Médici vislumbrou em seu primeiro pronunciamento finalmente se concretizavam.
Enquanto vários líderes oposicionistas pretenderam considerar aquelas medidas fundamentais como ‘meros paliativos”, o então Deputado Tancredo Neves, líder do MDB na Câmara Federal, reconheceu que a determinação governamental foi além do esperado”.
Ao assumir o Governo, o Presidente Figueiredo jurou dar continuidade ao processo de redemocratização. A concessão da anistia ampla e irrestrita, as eleições diretas para Governadores dos Estados, a colaboração federal com os novos Governos oposicionistas na defesa dos interesses maiores da coletividade, são demonstrações de que o presidente não falou em vão.
Não há memória de que haja ocorrido aqui, ou em qualquer outro país, que um regime de força, consolidado há mais de dez anos, se tenha utilizado do seu próprio arbítrio para se auto-limitar, extinguindo os poderes de exceção, anistiando adversários, ensejando novos quadros partidários, em plena liberdade de imprensa. 
É esse, indubitavelmente, o maior feito da Revolução de 1964.
Neste momento em que se desenvolve o processo da sucessão presidencial, exige-se coerência de todos os que têm a missão de preservar as conquistas econômicas e políticas dos últimos decênios.
O caminho para o aperfeiçoamento das instituições é reto. Não admite desvios aéticos, nem afastamento do povo.
Adotar outros rumos ou retroceder para atender a meras conveniências de facções ou assegurar a manutenção de privilégios seria trair a Revolução no seu ato final”.
Editorial de autoria do jornalista Roberto Marinho, publicado no jornal “O Globo”, edição de 07 de outubro de 1984

PRTB inicia convenção nacional com a presença de Bolsonaro;

A convenção nacional do PRTB iniciou-se com a presença do candidato Jair Bolsonaro na mesa, juntamente com o candidato à vice-presidência, General Hamilton Mourão. 

O presidente do partido, Levy Fidelix, que havia registrado sua pré-candidatura à Presidência, abriu mão de concorrer para promover a união da direita, e será candidato a deputado federal. 

General Mourão confirma candidatura: 'Quero deixar claro minha honra em participar desse projeto'

O general Antonio Hamilton Mourão confirmou ao jornalista Humberto Trezzi, do site GaúchaZH, na manhã de hoje, que aceitou o convite para ser candidato a vice-presidente da República na chapa de Jair Bolsonaro (PSL).  

Segundo o jornalista, o general prefere aguardar o anúncio a ser feito, nesta tarde, na convenção do PRTB para falar, mas fez um comentário sucinto: "Quero deixar claro minha honra em participar desse projeto".