sábado, 8 de setembro de 2018

Bolsonaro pede a Mourão para baixar o tom

Em entrevista à GloboNews, nesta sexta-feira(7), o general Hamilton Mourão disse que  Jair Bolsonaro pediu para que a campanha baixasse o tom e, assim, procurasse conter os ânimos dos militantes bolsonaristas:

“Hoje (sexta,7) às 19h, Bolsonaro me ligou e disse que vamos moderar o tom, me pediu para não exacerbar essa questão que está ocorrendo (sobre o atentado). Nós vamos governar para todo o Brasil. Sem união a gente não chega a lugar nenhum, ter confronto nesse momento não vai ajudar a ninguém e é péssimo para o país.”

Autor de atentado não é desequilibrado, diz general Heleno

Em áudio divulgado pelo WhatsApp, o general Augusto Heleno, um dos principais assessores de Jair Bolsonaro, chama o atentado de “desfecho de uma campanha diária, obstinada, que parte da imprensa desencadeou contra ele”.

“O autor desse atentado não é um desequilibrado. É um radical, irresponsável, fiel aos seus ideais marxistas. Um invulgar auxiliar de garçom que, poucas horas depois do crime, apresenta uma equipe de advogados para defendê-lo”, afirma Heleno.

O general, que chegou a ser cogitado para a vice de Bolsonaro, prossegue dizendo que “a nossa imatura democracia conta com uma esquerda que não admite a alternância de poder”.

Comandante do Exército publica nota em repúdio ao atentado contra Bolsonaro

Após a reunião de emergência do Alto Comando do Exército, o comandante do Exército, General Villas Boas, emitiu uma nota de repúdio ao atentado contra Jair Bolsonaro no site oficial do Exército Brasileiro.
Confira a nota:
“Com relação ao atentado contra o Deputado Federal Jair Bolsonaro, ocorrido na tarde de hoje, na cidade de Juiz de Fora – MG, o Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, informa que:
1. Repudia veementemente o ato de violência extrema perpetrado contra a vida do Deputado Bolsonaro, candidato à Presidência da República;
2. Defende a manutenção da serenidade, o combate aos radicalismos e a confiança nos órgãos de segurança pública, para que todos juntos ultrapassemos esse desafio à nossa democracia e à paz social; e
3. Solidariza-se com a família do Deputado neste momento de apreensão, desejando pronta recuperação.
Brasília – DF, 06 de setembro de 2018.
Atenciosamente,
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO
EXÉRCITO BRASILEIRO – BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA”

A campanha de ódio contra Bolsonaro

O general Augusto Heleno alertou Jair Bolsonaro sobre o risco de atentados a faca, diz a reportagem da Crusoé.

A tentativa de assassinato, segundo ele, foi motivada pela propaganda na TV:

“Era natural diante da campanha que estava sendo feita contra ele, na base do ódio, da pregação de que ele era um inimigo do Brasil.”

Bolsonaro no Facebook

Depois do atentado, a Jair Bolsonaro só sobrou o Facebook.
Um cirurgião hepático da Rede D’Or disse para O Globo que ele não vai mais poder fazer campanha nas ruas: 

“Bolsonaro tem uma laparotomia, uma incisão no abdômen. A orientação que damos aos pacientes com esta condição é que fique pelo menos dois meses sem atividade física intensa, como a que realizava no momento em que foi atacado.”

Uma vítima de verdade

O atentado a Jair Bolsonaro desmascarou a impostura lulista.

Lula foi afastado da campanha eleitoral porque recebeu propina. Jair Bolsonaro foi afastado da campanha eleitoral porque tentaram assassiná-lo.

O criminoso condenado pela Lava Jato, que subiu nas pesquisas apresentando-se como vítima, agora tem de enfrentar uma vítima de verdade.

'Em 78 anos de vida, não havia visto violência assim em campanha presidencial. Não é esse o Brasil que quero', diz Alexandre Garcia

O jornalista Alexandre Garcia, logo após a notícia da tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro, lamentou: "Em 78 anos de vida, não havia visto violência assim em campanha presidencial. Um candidato esfaqueado por adversário enquanto levado nos ombros de seus eleitores. Não é esse o Brasil que quero. Vergonha internacional. Resultado de fanatismo, não de politização".

'Sangue derramado vai unir Brasil e vamos vencer a eleição', diz General Mourão, vice de Bolsonaro

O vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão, avalia que atentado sofrido pelo presidenciável deve ajudar na sua eleição.

“Nós julgamos que o sangue derramado pelo Bolsonaro vai unir todo o Brasil em torno do nosso projeto e nós vamos vencer a eleição”, afirmou nesta sexta-feira (7) ao desembarcar no Rio de Janeiro.

O general da reserva do Exército deve assumir a agenda de Bolsonaro, que permanecerá hospitalizado pelo menos pelos próximos dez dias após ter sido alvo de uma facada durante ato de campanha.

Ele pediu calma e tranquilidade neste momento e disse que a prioridade é garantir a saúde do candidato.

Questionado sobre se o tom adotado pela campanha será de “guerra”, como disse o presidente do PSL na quinta (6) à Folha de S. Paulo, Mourão minimizou.

“Eu acho que as primeiras declarações são sempre feitas na base da emoção e aí as pessoas acabam dizendo coisas que não deveriam dizer. Existe um velho ditado: as palavras quando elas saem da boca elas não voltam mais. Essa é uma realidade.”

O general disse confiar nas investigações da Polícia Federal, completando que a instituição mostrou sua capacidade na Lava Jato.

“Eu acredito que tenha mais gente envolvida, não é uma coisa isolada. Um grupo ai, não sei se teve conotação política ou não. Pode ser, pode ser que não”, disse.

Mourão permanecerá no Rio nesta sexta, mas viaja no sábado (8) a São Paulo para conversar com Bolsonaro. Ele disse ainda não ter falado com o candidato por se tratar de um momento da família.

Sobre a agenda de campanha, disse que a definição deve ocorrer depois de conversas na capital paulista e em Brasília, no início da próxima semana.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

NA UTI, BOLSONARO MANDA RECADO PARA TODA NAÇÃO BRASILEIRA

Uma oração do senador Magno Malta precedeu a primeira declaração do deputado Jair Bolsonaro, após o crime de tentativa de homicídio da qual foi vítima nesta quinta-feira (6), em Juiz de Fora (MG).

Em recuperação, o candidato que lidera as pesquisas de opinião pública, surpreendeu pela serenidade demonstrada.

“Eu me preparava para um momento como esse, porque você corre riscos, mas de vez em quando a gente duvida. Será que o ser humano é tão mal assim? Nunca fiz mal a ninguém. O que acontece na minha vida, desde quando eu nasci, é uma chuva de pedra (...)”.

Jair Bolsonaro conseguiu se salvar, apesar da gravidade do ferimento. O pronto e competente atendimento, da equipe médica da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, foi fundamental.

Veja o vídeo:






O VÍDEO DE BOLSONARO QUE O PT QUER QUE SUMA DA INTERNET

Assista:

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Um apoiador salvou a vida de Bolsonaro

O criminoso militante de esquerda pretendia deixar o corpo de Jair Bolsonaro estendido no chão. Morto. 

Há fortes indícios de que a ação teve a participação de outras pessoas. Um outro suspeito já está preso. 

Um apoiador de Bolsonaro, no momento em que o elemento identificado como Adelio Bispo de Oliveira desferiu o golpe, conseguiu desviar o braço, conseguindo amenizar os efeitos. 

Flavio, o filho mais velho do candidato, falou sobre o assunto: 

“Graças a Deus, tinha um rapaz que percebeu na hora em que ele ia enfiar a faca, conseguiu dar uma desviada no braço desse cara, do cara que tentou matar meu pai.” 

Jair Bolsonaro deve ficar pelo menos uma semana hospitalizado, publica o site Jornal da Cidade.

Bolsonaro emprega em seu gabinete mais mulheres que Rosário, Jean e toda a bancada de esquerda

Não foram poucas as vezes que vimos pelas redes sociais os protestos de mulheres “lacradoras” de esquerda, acompanhadas de militantes bradando aos quatro ventos sobre o machismo e as apontando as diferenças entre os homens e as mulheres no mercado de trabalho. 

As “empoderadas” de esquerda (detesto esse termo), alimentadas pelos políticos da “igualdade”, afirmam categoricamente que só a esquerda poderá acabar com essas distorções, e costumeiramente partem para o ataque contra um determinado candidato à Presidência da República - Deputado e ex-militar – chamando-o de “misógino” e “machista”. 

Não estou aqui por este texto fazendo propaganda eleitoral para ele, e sim para chamar a atenção para a diferença entre o discurso e a realidade... Que estão bem distantes um do outro. 

Até mesmo numa entrevista, na Rede Globo, a apresentadora “lacradora” Renata Vasconcellos tentou encurralar o tal candidato, querendo evidenciar um posicionamento machista do mesmo, como se este tivesse o poder de acabar com algo que sim, é disseminado. Enquanto isso, os partidos de esquerda levantam suas bandeiras de igualdade de condições no trabalho entre homens e mulheres, com uma divisão justa de vagas entre os dois gêneros, não é? É, mas só que não. 

Por Lei cada Deputado Federal tem direito a nomear até 25 Assessores Parlamentares -aqueles inúteis que não cabem todos juntos dentro de um gabinete e que apenas vampirizam o dinheiro público. Mas e como é que anda essa divisão justa na Câmara dos Deputados, dentro dos partidos que levantam e defendem tais bandeiras? 

Vamos começar pelo PT – Partido dos Trabalhadores, aquele mesmo que o seu líder máximo – hoje preso – se refere às mulheres como “grelos duros” (e isso não é misoginia, né?). 

O PT tem em sua bancada 61 Deputados Federais, que empregam em seus gabinetes 1369 Assessores Parlamentares. O correto (pela lógica deles) seria que pelo menos 684 mulheres ocupassem tais cargos, para que o discurso de igualdade que eles pregam tivesse alguma validade. E isso acontece? Não. Desse total, 822 Assessores Parlamentares são homens, o que equivale a 60,1% do total, enquanto as mulheres ocupam somente 39,9%. Isso sem falar que a maioria esmagadora dos cargos de chefia de gabinete é ocupada por homens e não por mulheres. 

Mas espera... Então no partido das esquerdopatas lacradoras as mulheres são inferiores aos homens? Dos 61 Deputados do PT, apenas 14 empregam um número igual ou maior de mulheres em seus gabinetes. Os outros 47 empregam um número superior de homens, sendo que tem Deputado que emprega 20 homens e somente 5 mulheres. Até mesmo no gabinete daquela que se diz “arauto da igualdade”, a Maria do Rosário, dos 24 Assessores Parlamentares, 15 são homens e 9 são mulheres. 

E aquele partido dos Psicóticos Sociopatas Oligofrênicos Lunáticos (PSOL), que também levanta bandeiras de igualdade, e cujas lacradoras abrem as bocarras pra falar de “igualdade”? Ali são apenas 6 deputados, empregando 111 Assessores Parlamentares. 

Dentre esses Aspones, 63 são homens (56,8%) são homens e 48 são mulheres (43,2%). Ah... que peninha, “lacradoras”! Eles também acham vocês inferiores! Tanto que no Gabinete do líder do Partido, Ivan Valente, dos seus 20 Aspones, apenas 7 são mulheres. Legal não é? 

É certo que isso acontece em todos os partidos, mas nenhum deles sai levantando bandeiras e alimentando coletivos de feminazis que acham que a direita é machista e opressora. Logo, quem alardeia igualdade deveria pelo menos agir de forma coerente com o discurso, para que este não seja vazio. 

A propósito, não tive tempo de fazer uma pesquisa a respeito de quantos desses Assessores Parlamentares são negros, pobres e vindos da “exclusão”. Ainda bem... Se eu tivesse esse tempo, talvez essa esquerda passasse uma vergonha ainda maior do que esta de ver suas retóricas desmascaradas. 

Ah... e quanto aquele tal candidato taxado de “misógino” e machista? Curioso... Seu gabinete emprega somente 14 dos 25 Assessores a que tem direito, e dentre esses, 8 são mulheres e 6 são homens. Bem “machista”, né? 

Antes que a canalhice e a cretinice das militantes e seus partidos permitam que estes venham dizer que isso aqui é uma Fake News, os dados apresentados foram extraídos do PORTAL DE TRANSPARÊNCIA da Câmara dos Deputados e podem ser checados a qualquer momento. 

Tá com raivinha, tá? Fica não! Continue dizendo que a sua esquerda é a que combate o machismo e incentiva igualdade! Afinal, o discurso está pronto, já foi vendido e só basta repeti-lo. 

E você, Renata Vasconcellos... Quer que o tal candidato vá combater essa prática na esquerda também? 

Aqui a lista de deputados, a quantidade de Assessores de cada um e o número de homens e mulheres no Gabinete: 

PT Adelmo Carneiro Leão - 24 - (13 H/11 M}

PT Afonso Florence - 24 - (16 H/8 M} 

PT Ana Perugini - 19 - (14 H/5 M} 

PT André Sanches - 22 - (15 H/7 M} 

PT Angelim - 25 - (13 H/12 M} 

PT Arlindo Chinaglia - 25 - (19 H/6 M} 

PT Assis Carvalho - 22 - (14 H/8 M} 

PT Benedita da Silva - 21 - (11 H/10 M} 

PT BETO FARO - 25 - (19 H/6 M} 

PT Bohn Gass - 16 - (13 H/3 M} 

PT Carlos Zaratinni - 25 - (13 H/12 M} 

PT CAETANO - 21 - (12 H/9 M} 

PT Décio Lima - 21 - (17 H/4 M} 

PT Celso Pansera - 23 - (14 H/9 M} 

PT Enio Verri - 25 - (17 H/8 M} 

PT Erika Kokay - 24 - (12 H/12 M} 

PT Gabriel Guimarães - 24 - (11 H/13 M} 

PT Helder Salomão - 24 - (11 H/13 M} 

PT Henrique Fontana - 14 - (7 H/7 M} 

PT João Daniel - 25 - (15 H/10 M} 

PT Jorge Sola - 25 - (16 H/9 M} 

PT José Airton - 24 - (14 H/10 M} 

PT José Mentor - 25 - (15 H/10 M}

PT José Nobre Guimarães - 24 - (15 H/9 M} 

PT JOSIAS GOMES - 24 - (14 H/10 M} 

PT Leo de Brito - 25 - (14 H/11 M} 

PT Leonardo Monteiro - 23 - (13 H/10 M} 

PT Luiz Couto - 25 - (18 H/7 M} 

PT Luiz Sérgio - 20 - (12 H/8 M} 

PT Luizianne Lins - 19 - (7 H/12 M} 

PT Marco Maia - 25 - (19 H/6 M} 

PT MARCON - 25 - (17 H/8 M} 

PT Margarida Salomão - 25 - (11 H/14 M} 

PT Maria do Rosário - 24 - (15 H/9 M} 

PT Miguel Correia - 19 - (9 H/10 M} 

PT Nelson Pelegrino - 25 - (16 H/9 M} 

PT Nilto Tatto - 23 - (15 H/8 M} 

PT Odair Cunha - 11 - (6 H/5 M} 

PT PADRE JOÃO - 25 - (17 H/8 M} 

PT Patrus Ananias - 16 - (13 H/3 M} 

PT Paulão - 23 - (12 H/11 M} 

PT Paulo Pimenta - 25 - (15 H/10 M} 

PT Paulo Teixeira - 23 - (14 H/9 M} 

PT Pedro Uczai - 25 - (20 H/ M} 

PT Pepe Vargas - 22 - (14 H/8 M} 

PT Reginaldo Lopes - 24 - (19 H/5 M} 

PT Rejane Dias - 12 - (6 H/6 M} 

PT Rubens Otoni - 24 - (13 H/11 M} 

PT SAGUA MORAES - 18 - (13 H/5 M} 

PT Sibá Machado - 23 - (15 H/8 M} 

PT VALMIR ASSUNÇÃO - 23 - (14 H/9 M}

PT Valmir Prascidelli - 23 - (14 H/9 M} 

PT Vander Loubert - 24 - (11 H/13 M} 

PT Vicente Cândido - 15 - (8 H/7 M} 

PT Vicentinho - 25 - (15 H/10 M} 

PT Wadih Damous - 24 - (7 H/17 M} 

PT Waldenor Pereira - 24 - (12 H/12 M} 

PT Zé Carlos - 25 - (11 H/14 M} 

PT Zé Geraldo - 22 - (11 H/11 M} 

PT Zeca Dirceu - 19 - (9 H/10 M} 

PT Zeca do PT - 25 - (17 H/8 M} 

PSOL Chico Alencar - 19 - (12 H/7 M} 

PSOL Edmilson Rodrigues - 22 - (12 H/10 M} 

PSOL Glauber Braga - 24 - (12 H/12 M} 

PSOL Ivan Valente - 20 - (13 H/7 M} 

PSOL Jean Wyllys - 16 - (9 H/7 M} 

PSOL Luiza Erundina - 10 - (5 H/5 M}


texto Marcelo Rates Quaranta, articulista.

“Eu não acho, eu tenho certeza: o autor do atentado é do PT” diz Mourão sobre ataque contra Bolsonaro


O general Antonio Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro, acusou diretamente o PT pelo ataque sofrido pelo candidato do PSL Juiz de Fora.

“Eu não acho, eu tenho certeza: o autor do atentado é do PT”, afirmou Mourão ao repórter Eduardo Barretto, da revista Crusoé.

O general disse ainda: “Se querem usar a violência, os profissionais da violência somos nós”. Segundo a publicação, Mourão afirmou que a expressão “profissionais da violência” se referia aos militares e ao “uso da força pelo Exército.

As informações são da Revista Crusoé.

Bolsonaro está sendo submetido a procedimento cirúrgico em hospital de Juiz de Fora-MG

Por volta das 17h50, a TV Globo apurou que foi confirmada uma lesão na alça intestinal, já costurada.

Em nota, a Polícia Federal afirmou: "[Bolsonaro] contava com a escolta de policiais federais quando foi atingido por uma faca durante um ato público na cidade de Juiz de Fora (MG). O agressor foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia da PF naquele município. Foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato".

O suspeito de ter dado a facada foi identificado pela PM como Adélio Bispo de Oliveira. Segundo informações da polícia, ele foi espancado por pessoas que estavam no local.

Segundo o comandante do 2º Batalhão da PM de Juiz de Fora, tenente-coronel Marco Antônio Rodrigues de Oliveira, o suspeito "alegou que tentou ferir o candidato Jair Bolsonaro por ter divergências de ideias e pensamentos com ele. Ele não tem nenhuma filiação partidária. Falou que [foi] uma questão pessoal dele. Depois não manifestou mais nada".

A polícia fez buscas em um imóvel onde Oliveira morou em Montes Claros, cidade a cerca de 800 km de Juiz de Fora, mas não encontrou nada.

No momento em que foi esfaqueado, Bolsonaro estava sendo carregado nos ombros por um apoiador de sua campanha, fazendo corpo a corpo com eleitores, na região do Parque Halfeld. Enquanto ele acenava para os simpatizantes de sua candidatura, o homem se aproximou e deu uma facada no presidenciável.

Jair Bolsonaro leva facada durante ato de campanha em Juiz de Fora

O candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro, levou uma facada na região da barriga durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), na tarde desta quinta-feira (6). Um suspeito foi preso.

Bolsonaro foi levado à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. O hospital informou que ele deu entrada na emergência por volta de 15h40, com "uma lesão por material perfurocortante na região do abdômen".

Inicialmente, um de seus filhos, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, afirmou que o ferimento havia sido superficial, mas exame de ultrassonografia indicou a suspeita de uma lesão no fígado. Até a última atualização desta reportagem, Bolsonaro estava sendo operado.

Em nota, a Polícia Federal afirmou: "[Bolsonaro] contava com a escolta de policiais federais quando foi atingido por uma faca durante um ato público na cidade de Juiz de Fora (MG). O agressor foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia da PF naquele município. Foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato".

O suspeito de ter dado a facada foi identificado pela PM como Adélio Bispo de Oliveira. Segundo informações da polícia, ele foi espancado por pessoas que estavam no local.

No momento em que foi esfaqueado, Bolsonaro estava sendo carregado nos ombros por um apoiador de sua campanha, fazendo corpo a corpo com eleitores, na região do Parque Halfeld. Enquanto ele acenava para os simpatizantes de sua candidatura, o homem se aproximou e deu uma facada no presidenciável.

G1

Bom dia, Lula

Os petistas sumiram.

Ninguém quer ir à cadeia para comunicar a Lula que a farsa de sua candidatura acabou, relata O Antagonista.

O eleitorado de Lula se dispersa

O eleitorado de Lula já está se dispersando.

Duas semanas atrás, na pesquisa do Ibope, 29% dos eleitores pretendiam votar em branco ou anular o voto. Outros 9% estavam indecisos.

Agora esse números despencaram dez pontos, para 21% e 7%.

FACHIN REJEITA PEDIDO DE LULA

Edson Fachin rejeitou o pedido da defesa de Lula para afastar o impedimento à candidatura do petista, indeferida pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa.

O ministro decidiu monocraticamente, optando por não levar o caso a plenário.

O relator da Lava Jato entendeu que o pronunciamento do comitê da ONU não tem alcance sobre a decisão do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que condenou Lula em segunda instância.

“O pronunciamento do Comitê dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas não alcançou o sobrestamento do acórdão recorrido (do TRF-4), reservando-se à sede própria a temática diretamente afeta à candidatura eleitoral; ii) as alegações veiculadas pela defesa não traduzem plausibilidade de conhecimento e provimento do recurso extraordinário, requisito normativo indispensável à excepcional concessão da tutela cautelar pretendida.”

Por unanimidade, TSE aprova candidatura de Bolsonaro à Presidência


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira (6), por unanimidade, o registro de candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República.
Num julgamento rápido, com menos de 10 minutos, os 7 ministros da Corte rejeitaram duas contestações à candidatura apresentadas por dois cidadãos, registra o site Conexão Política.
Uma delas apontava a condição de réu de Bolsonaro referente ao ‘caso Maria do Rosário’, salientando que o deputado não poderia assumir a Presidência caso eleito.
Os ministros entenderam que a lei não prevê nenhum impedimento para essa situação e decidiram confirmar a candidatura do deputado.
A outra contestação, que alegava que Bolsonaro havia infringido a legislação eleitoral ao pedir votos em um templo religioso, foi igualmente rejeitada por unanimidade pelos ministros do TSE, que entenderam os argumentos como inaptos a impedir a candidatura. O relator Og Fernanddes, entretanto, encaminhou o caso para exame da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGR), “para que tome providências se assim achar necessário”.
“O preenchimento das condições de elegibilidade previstas na Constituição Federal e a não verificação da incidência de quaisquer das causas de inelegibilidade, deve se reconhecer no caso a aptidão do candidato para participar das eleições de 2018”, finalizou o ministro Og Fernandes, relator do processo.
Os ministros do TSE também aprovaram nesta quinta-feira (6), também por unanimidade, o registro de candidatura do vice na chapa de Bolsonaro, o general da reserva Hamilton Mourão.

TSE ordena que Facebook apague ‘fake news’ sobre Bolsonaro

Carlos Horbach, do TSE, determinou que o Facebook retire do ar em 48 horas uma publicação considerada como notícia falsa sobre Jair Bolsonaro, registra o UOL.

A publicação, feita em um perfil sob o nome de Ed Oliveira Oliveira, traz uma foto do candidato acompanhada dos dizeres “não preciso dos votos de nordestinos”.

Horbach aceitou os argumentos da defesa de Bolsonaro de que o post veicula “fake news”. Segundo o ministro, ele atribuiu ao candidato declaração “completamente implausível”, já que nenhum candidato desprezaria os votos do Nordeste.

A lógica da rivalidade entre Bolsonaro e Alckmin deve perdurar por mais duas semanas


Apesar do receio de parte da campanha do candidato à Presidência Geraldo Alckmin em relação à estratégia de desconstrução da candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro, há indicativos de que a estratégia deverá ser mantida ao longo das próximas semanas, publica o site Imprensa Viva.

Segundo a publicação, a lógica que se depreende por parte da campanha dos dois candidatos é bem simples: os dois são os representantes do campo conservador com maiores chaces de enfrentar os representantes do campo da esquerda no segundo turno. Sob este ponto de vista, não seria produtivo para nenhum dos dois concentrar ataques apenas em adversários como Haddad, Ciro e Marina os três com maiores chances de disputar um segundo turno mais identificados com o campo da esquerda.

Alckmin e  Bolsonaro possuem objetivos comuns: enfraquecer o adversário para conseguir disputar o segundo turno num cenário em que um dos três candidatos identificados pelo campo da esquerda consiga passar pela primeira etapa do pleito nas eleições de outubro.

Não há outra saída para nenhum dos adversários. Tanto Bolsonaro quanto Alckmin apresentam altos índices de rejeição e é provável que a corrida para o Palácio do Planalto se estenda por pistas diferentes ao longo dos próximos dias. Em uma das pistas, Ciro, Haddad e Marina disputam uma vaga no segundo turno. Na outra pista, além de Bolsonaro e Alckmin, há ainda os azarões Herique Meirelles, pelo MDB, e João Amoêdo, do Partido Novo. Apesar de figurarem com pequenos índices de preferência entre o eleitorado, Meirelles e Amoêdo tiram votos preciosos de Bolsonaro e Alckmin que podem ser decisivos na disputa pelo segundo turno.

Ao que tudo indica, só haverá alguma trégua durante o período mais próximo das eleições, quando os candidatos terão que apostar em propostas como diferencial competitivo. Enquanto não saírem pesquisas confiáveis indicando que a estratégia está sendo eficaz para qualquer um dos lados,  a disputa entre Bolsonaro e Alckmin deve continuar.

José Dirceu diz que participou das articulações que levaram os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Luiz Fux ao STF


O quadro de insatisfação popular com a impunidade no país pode ser explicado por uma passagem da autobiografia do ex-ministro José Dirceu, que chegou a ser preso, apontado como chefe do esquema do mensalão do PT. Condenado a 34 anos e 6 meses de prisão por crimes investigados pela Operação Lava Jato, Dirceu foi solto e promete percorrer 12 cidades do país para promover o livro que escreveu enquanto estava na cadeia cumprindo os dois meses de uma pena de mais de 34 anos.

O petista está livre graças à decisões dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal. Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski  seguiram orientações do ministro Dias Toffoli e mandaram soltar o condenado em segunda instância na Lava Jato.

Curiosamente, neste livo Dirceu narra que participou das articulações que levaram à indicação de três dos atuais ministros, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, que foi seu ex-assessor e assumirá a presidência na próxima semana, e Luiz Fux.

Com informações da Folha.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Lula é um defunto político que se recusa a ser enterrado. Presidiário inelegível desafia TSE

Após ter sido condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, se tornado inelegível pela Lei da Ficha Limpa, preso e declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral, todos imaginavam que o ex-presidente Lula se renderia aos fatos. O petista só poderá disputar eleições 8 anos após sair da cadeia, de acordo com a Lei Eleitoral.

Mas o problema é que pessoas arrogantes, prepotentes e que se julgam acima da Lei se recusam a aceitar a realidade. Mesmo na condição de presidiário declarado inelegível, o ex-presidente Lula se recusa a ver o andamento do processo de sua morte política.

Após ser banido do processo eleitoral, a defesa do presidiário protocolou no STF (Supremo Tribunal Federal), na noite desta terça-feira (4), um pedido de liminar para que, com base no entendimento do Comitê de Direitos Humanos da ONU, o petista possa disputar a eleição.

A petição dos advogados sustenta que a decisão do comitê da ONU tem caráter vinculante (obrigatório) porque o Brasil é signatário de acordos internacionais que reconhecem a competência do órgão internacional.

Mas a realidade é que apenas 2 dos 18 membros do tal comitê recomendaram que o Brasil permitisse que o presidiário concorresse à Presidência. Dois militantes simpáticos, diga-se de passagem. O governo federal, através do Itamaraty, já refutou qualquer possibilidade do Brasil se submeter a recomendações de um comitê internacional.

Na verdade, Lula aposta em um golpe patrocinado por algum ministro do STF para evitar o próprio funeral político. O problema é que nem o presidiário nem qualquer ministro do Supremo podem subestimar as consequências de um gesto tão temerário, registra o site Imprensa Viva.

Banqueiros exigem demissão de reitor da UFRJ para dar dinheiro a museu

Os banqueiros que estiveram nesta quarta-feira (05/09) com o presidente Michel Temer foram claros: estão, sim, dispostos a darem dinheiro para a reconstrução do Museu Nacional, mas só o farão se o governo demitir o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher. Acham que ele não tem competência para tocar um projeto tão importante.

Estavam presentes no encontro, além do presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, os comandantes do Banco do Brasil, do Itaú Unibanco, do Bradesco, da Caixa Econômica Federal, do Santander, do BTG Pactual e do Safra.

Foi uma conversa amigável, mas firme. Os banqueiros não aceitam rasgar dinheiro. Para eles, o ideal seria entregar a administração do Museu Nacional a uma Organização Social (OS), o que o comando da UFRJ repudia, pois considera esse modelo uma espécie disfarçada de privatização, quando, na verdade, não é.

Os banqueiros citaram uma lista de exemplos de instituições que recebem dinheiro do mercado financeiro, são administradas por OS e estão em padrão de Primeiro Mundo. Temer ficou de analisar a posição dos possíveis doadores.

A maior preocupação da UFRJ nos últimos anos foi inchar seu quadro de pessoal. Tornou-se uma grande cabide de emprego, que consome mais de 80% do orçamento. Sem dinheiro para outras atividades, o patrimônio sob gestão da universidade está se deteriorando. O quadro mais dramático é o do Museu Nacional destruído por um incêndio no domingo (02/09).

Reitor da UFRJ ergueu boné do MST durante sua posse

Durante sua posse na reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro,  Roberto Leher fez questão de expor publicamente um boné do MST, de forma a deixar claras suas inclinações políticas. 

Após o Museu Nacional, sob sua responsabilidade, queimar completamente no domingo passado, Leher permaneceu no cargo, culpou o governo e disse que vai "exigir" um terreno da União. Ele permanece no cargo.

Ibope divulga pesquisa sem Lula: Bolsonaro lidera isolado com 22%

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (5) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial.

Veja o resultado:

Jair Bolsonaro (PSL): 22%
Marina Silva (Rede): 12%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Fernando Haddad (PT): 6%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera (PSTU): 1%
João Goulart Filho (PPL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 21%
Não sabe/não respondeu: 7%

Sobre esse levantamento, o Ibope divulgou a seguinte nota:
"Como informado ontem, na pesquisa de intenção de votos realizada entre os dias 1 e 3 de setembro, para seguir as decisões decorrentes do indeferimento da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, que proibiram, entre outras coisas, que o ex-presidente participasse, como candidato, de atos de campanha, o Ibope deixou de aplicar o questionário em que o nome de Lula aparecia como postulante ao cargo de presidente da República, como constava do registo da pesquisa feito no TSE.
O instituto pesquisou apenas o cenário em que o nome de Fernando Haddad, candidato a vice-presidente pelo PT, aparecia juntamente com os candidatos que pediram registro.
O Ibope indagou ao TSE se este procedimento estava correto.
Em sua decisão de hoje, o ministro Luiz Felipe Salomão explicou que, segundo a lei, o TSE está impedido de responder a consultas como essa durante o período eleitoral.
Diante disso, e convicto de que agiu de boa fé e dentro da lei, e, ainda, no intuito de não privar o eleitor de informações relevantes sobre a situação atual das intenções de voto na eleição presidencial, o Ibope decidiu liberar os resultados da pesquisa para divulgação, decisão que contou com o apoio dos contratantes TV Globo e o 'Estado de S.Paulo'."
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S.Paulo". É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral e o primeiro depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrou a candidatura de Lula.

No levantamento anterior, feito de 17 a 19 de agosto, os percentuais de intenção de votos no cenário em que o candidato do PT é Haddad foram os seguintes: Bolsonaro, 20%; Marina, 12%; Ciro, 9%; Alckmin, 7%; Haddad, 4%; Alvaro Dias, 3%; Eymael, 1%; Boulos, 1%; Meirelles, 1%; Amoêdo, 1%; Cabo Daciolo, 1%; Vera, 1%; João Goulart Filho, 1%; Branco/nulos: 29%; Não sabe/não respondeu: 9%.

Sobre a última pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 2.002 eleitores
Quando a pesquisa foi feita: 1 a 3 de setembro
Registro no TSE: BR‐05003/2018

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

Simulações de 2º turno

Ciro 44% x 33% Bolsonaro (branco/nulo: 19%; não sabe/não respondeu: 4%)
Alckmin 41% x 32% Bolsonaro (branco/nulo: 23%; não sabe/não respondeu: 4%)
Bolsonaro 33% x 43% Marina (branco/nulo: 20%; não sabe/não respondeu: 3%)
Haddad 36% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 22%; não sabe/não respondeu: 5%)