sábado, 22 de setembro de 2018

Bolsonaro recebe alta da unidade semi-intensiva

Jair Bolsonaro recebeu alta do tratamento semi-intensivo na manhã deste sábado (22).

O candidato foi transferido para um quarto e continuará com a dieta oral.

Os médicos do hospital Albert Einstein também começaram a reduzir o fluxo de alimentação parenteral de Bolsonaro. Segundo boletim, ele está aceitando bem os alimentos por via oral.

HADDAD É DETONADO EM DEBATE NA TV

Um dia depois de viver o seu pior momento na campanha eleitoral, quando foi flagrado desacatando e ofendendo um adversário que se encontra dentro de um hospital, justamente por ter sido vítima da violência da esquerda brasileira, o candidato Álvaro Dias conseguiu se redimir brilhantemente. 

No debate desta sexta-feira (21) ele simplesmente destruiu o petista Fernando Haddad. 

A cena foi humilhante e devastadora. 


"Você vem para essa campanha como porta-voz da tragédia, representando o caos. O PT se transformou na filosofia do fracasso", disse Dias, afirmando que a legenda petista "se especializou em distribuir a pobreza" e que a família brasileira era vítima de desigualdade social gerada por governos do PT. 

ASSISTA:

Padre com meio milhão de seguidores declara voto em Bolsonaro

O padre cantor carismático Cleidimar Moreira, com 470 mil seguidores no Facebook e 50 mil no Twitter, declarou apoio a Jair Bolsonaro.

“Dos candidatos de esquerda, não voto em nenhum”, diz em vídeo recente o religioso, que já foi da megacomunidade católica Canção Nova e atualmente atua na Arquidiocese de Goiânia.

“Precisamos de uma mudança”, continua ele, tecendo elogios ao candidato do PSL, “ficha limpa” e “contra a ideologia de gênero”.

Ele diz, ainda:

“Se colocarmos no poder, novamente, os políticos corruptos, nós seremos julgados pelo mesmo pecado de corrupção e pelo pecado da iniquidade.”

Em postagens nas suas redes sociais, o padre publica imagens com os dizeres “Se o Bolsonaro não pode fazer campanha, eu faço por ele” — em alusão à internação do candidato após o atentado em Juiz de Fora — e “A partir de 2019, o Brasil será um novo país. Bolsonaro presidente”.

E se Bolsonaro ganhar? Como governar?

Diogo Mainardi defende, na Crusoé, que os candidatos que provavelmente não estarão no segundo turno comecem desde já a negociar com Jair Bolsonaro.

É uma maneira de garantir a governabilidade, em caso de vitória de Bolsonaro:

“João Amoêdo tem de conversar com Jair Bolsonaro sobre economia e reforma política. Alvaro Dias é a garantia de continuidade da Lava Jato. Henrique Meirelles tem seus técnicos no Ministério da Fazenda e no Banco Central.”

JOICE DESMONTA AS FALÁCIAS CONTRA BOLSONARO

A jornalista Joice Hasselmann desmonta as falácias contra Jair Bolsonaro.

Assista:

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Ciro chama Bolsonaro de “nazista filho da puta”

O candidato do PDT, Ciro Gomes em comício em Goiânia chamou o candidato do PSL de “nazista filho da puta” após um apoiador de Bolsonaro se envolver em uma confusão no comício.
Mais uma vez Ciro se desequilibra e mostra sua personalidade polêmica, registra o site Conexão Política.

ALERTA ELEIÇÕES 2018


Uma ameaça real que muitos não estão percebendo...

Mais importante que um nome, mais importante que um candidato !
ASSISTA:

BOLSONARO FAZ NOVO PRONUNCIAMENTO DO HOSPITAL DIA 21 DE SETEMBRO

Bem mais disposto e otimista, Bolsonaro faz novo pronunciamento na manhã desta sexta-feira, 21 de setembro.

Assista:

O plano de Haddad para tirar Lula da cadeia

O PT estuda a melhor maneira de tirar Lula da cadeia depois da vitória de Fernando Haddad.

A reportagem de capa da Crusoé diz que “o indulto presidencial não é tratado como o caminho preferencial em caso de vitória, mas está longe de ser descartado. O ideal, na visão da cúpula do partido, seria promover uma concertação entre os Três Poderes. Paralelamente, para livrar Lula da prisão, o partido segue apostando em uma solução ‘de fora para dentro’. O plano é insistir na cantilena de que o Comitê de Direitos Humanos da ONU tem autoridade para declarar a prisão injusta e, no ano que vem, caso Fernando Haddad ganhe a eleição, usar essa balela para embasar um processo que resulte na libertação do ex-presidente.”

Álvaro Dias ataca Bolsonaro: “É um bandido, não sabe nada, vagabundo total”

Em um vídeo veiculado na noite desta quarta-feira (19) por alguns usuários no Twitter, o candidato à Presidência Álvaro Dias (PODEMOS) aparece fazendo críticas pesadas e xingamentos a Jair Bolsonaro, também candidato ao planalto pelo PSL.
O fato ocorreu no domingo (16/9) durante agenda de campanha em Toledo (PR).
O senador paranaense, que era cotado como um dos possíveis apoios de Bolsonaro para o segundo turno, deixou claro que não pretende se ligar ao capitão do exército.
No vídeo, os eleitores se aproximaram de Álvaro Dias e pediram para que ele, que tem cerca de 3% das intenções de voto, apoiasse a candidatura de Bolsonaro, e então ele responde:
“Deus me livre, vocês querem destruir o Brasil? Ele não sabe nada, isso [Bolsonaro] é um bandido, há 30 anos [no Congresso] e só fez [projetos] pra ele e pra família, isso [Bolsonaro] é um vagabundo total e tá lá [no hospital] quase morto”, disparou.
Na sequência, o candidato do Podemos ainda falou sobre as chances de Bolsonaro no segundo turno.
“Ele [Bolsonaro] não ganha de ninguém no segundo turno. Vocês estão enganados e eu estou bravo”, completou.
Ao final, Álvaro Dias ainda disse que “destruiria” Bolsonaro caso o parlamentar não tivesse sofrido um atentado político.
“Malandro das praias cariocas não vai fazer nada pelo Paraná. E eu vou te dizer, ele é vagabundo e se não fosse a facada eu estaria destruindo ele hoje”, finalizou.
O candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, filho de Jair, se mostrou ressentido com o vídeo de Álvaro Dias e chegou a fazer uma publicação nas redes sociais:
“Muito triste saber que o Alvaro Dias pensa isso de Bolsonaro. Não imaginava que ele fazia tanta força para nos tratar bem em público e fingir ser uma pessoa que, na realidade, não é. Uma grande decepção! Espero que seus eleitores tenham menos ódio no coração e ajudem o Brasil a se ver livre do PT já no 1° turno!”, escreveu.
A assessoria do candidato classificou o ato como uma “reação proporcional a uma provocação descabida”. 
ASSISTA AO VÍDEO:
Álvaro Dias mostrando um despeito de causar vergonha alheia falando de Jair Bolsonaro
Senti um certo prazer na fala dele "ele tá lá quase morto no hospital".
Que canalha.
Entretanto, ao que parece, a população não compartilha do mesmo pensamento que Álvaro Dias. Isto porque, no próprio reduto eleitoral do senador, o estado do Paraná, Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto com 31,9%, conforme demonstra a pesquisa da Radar Inteligência, contratada pela Associação dos Jornais Diários do Interior do Paraná (ADI), divulgada nesta quarta-feira, 19.

O PT de Dilma e Suplicy

No PT, podem sobrar apenas Dilma Rousseff e Eduardo Suplicy.

O candidato petista ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, tem 6% no Datafolha. A candidata petista no Rio de Janeiro, Márcia Tiburi, tem 3%. Em Minas Gerais, Fernando Pimentel está 10 pontos atrás de Antonio Anastasia, tanto no primeiro turno quanto no segundo. Lindbergh Farias e Humberto Costa estão em terceiro lugar em suas disputas e, se continuar assim (toc-toc-toc), podem ser chutados do Senado.

Fernando Haddad tem tudo para chegar ao segundo turno, mas o partido do presidiário vai implodir se ele for derrotado, registra O Antagonista.

A TV não faz milagre

Antes do início da propaganda na TV, Geraldo Alckmin afirmava que não estava preocupado com sua colocação nas pesquisas de intenção de voto.

Faltando cerca de duas semanas para o primeiro turno, diz a Exame, muita coisa ainda pode acontecer, “mas a expectativa da campanha tucana e de analistas políticos de que a televisão teria papel essencial em alavancar a candidatura de Alckmin parece cada dia mais longe de se concretizar”.

“O tempo de televisão sozinho não faz milagre”, afirma Jairo Pimentel, o cientista político da FGV.

O CAPITÃO ESTÁ VOLTANDO!

BOLSONARO CAMINHANDO NO HOSPITAL, 20 DE SET 17h E 33m.
Aparentando mais disposição em plena recuperação do atentado sofrido em 06/09/2018.
ASSISTA:

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Carlos Fernando pede afastamento da Lava Jato

O procurador Carlos Fernando Lima, da Lava Jato, acabou de pedir afastamento da força-tarefa, publica Lauro Jardim em sua coluna em O Globo.

“Pedi o afastamento por faltarem alguns meses para a minha aposentadoria. Foram quatro anos e meio de intenso trabalho na Lava-Jato, cumulado com a totalidade de minha função na Procuradoria Regional de São Paulo. Entendo que é preciso haver um afastamento das informações sensíveis da investigação. Por isso meu pedido. Mas serei substituído e o trabalho continuará no mesmo ritmo”.

O procurador foi questionado se teria interesse de entrar para a vida política:

“Não me impressiono por moscas azuis. O futuro são palestras, aulas e advocacia”.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER


Veja quem protege e quem é contra as mulheres. Tire suas conclusões.

ASSISTA:

Boulos 0%

Guilherme Boulos invadiu o terreno do 0%.

Nem na marra ele sai de lá, diz O Antagonista.

Jungmann diz que PF deve abrir novo inquérito sobre atentado a Bolsonaro

O ministro da Defesa Raul Jungmann afirmou nesta quarta-feira à TV Globo que a PF deverá abrir um novo inquérito para continuar as investigações sobre o atentado contra Jair Bolsonaro.

Segundo Jungmann, o primeiro inquérito, cujo prazo se encerra na sexta-feira, apresentará “basicamente quem é o agressor, que já se sabe, qual é a materialidade, qual instrumento, como foi feita a agressão e a circunstância”.

Na segundo, a PF vai “periciar, levantar, cruzar informações de todas as circunstâncias que envolvem para além do agressor, materialidade e circunstância”.

A intenção do novo inquérito, diz o ministro, é “eliminar qualquer tipo de dúvida a respeito do que aconteceu”, registra O Antagonista..

"Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo...

O que a mídia divulga sobre o que o Mourão, vice do Bolsonaro, disse:

"Casa só com 'mãe e avó' é 'fábrica de desajustados' para tráfico, diz Mourão"

O que o Mourão realmente disse:

"Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo e atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas que afetam nosso país".

Agora vejam bem o que o médico Dráuzio Varella disse sobre isso no ano passado: 

"Na periferia de qualquer cidade brasileira, não tem homem em casa: (eles) fazem filhos e não têm nenhuma responsabilidade. Ficam as crianças com a mãe, dependente da avó, porque a avó também não tem mais marido: desapareceu, foi morto ou trocou ela por uma jovem. Você tem uma desestruturação familiar que é total."

Drauzio afirma que, nestas condições, "é grande" o risco da população de baixa renda recorrer à venda de drogas como forma de sustento.

Agora vejam o que Barack Obama falou sobre isso em 2008: 

"Conhecemos as estatísticas, crianças que crescem sem pai têm cinco vezes mais chances de viver na pobreza e cometer crimes; nove vezes mais chances de abandonar a escola e vinte vezes mais chances de acabar na prisão."

Os três estão dizendo a mesma coisa, mas só um dos três está sendo atacado pela mídia, adivinhe qual é?

Haddad teme vitória de Bolsonaro no primeiro turno

O PT teme a vitória de Jair Bolsonaro no primeiro turno.

Diz o Valor:

“Aliados de Fernando Haddad fazem as contas sobre as probabilidades de uma onda antipetista favorecer de tal maneira o candidato Jair Bolsonaro que propicie uma vitória no primeiro turno ou uma largada no segundo turno em posição de desvantagem.”

Só agora, Alckmin?

“O eleitor está junto com o Bolsonaro porque está com medo do PT”, disse Geraldo Alckmin, em entrevista ao Jornal da Globo.

Ele só entendeu isso duas semanas e meia antes do primeiro turno.

O fim do PSDB

Geraldo Alckmin fritou a candidatura presidencial de João Doria, que dois anos atrás derrotou Fernando Haddad no primeiro turno, registra O Antagonista.

Resultado: o PSDB, que sempre foi a muleta do PT, implodiu.

Agora só falta derrubar o PT.

O mercado aposta em Bolsonaro

O mercado financeiro aposta que Jair Bolsonaro tem 12 pontos de vantagem sobre Fernando Haddad no primeiro turno, registra O Antagonista.

E 7 pontos no segundo turno.

PT está assustado

“Analistas experimentados acham que a possibilidade de Jair Bolsonaro levar no primeiro turno tornou-se real”, diz a Folha de S. Paulo.

“A possibilidade assusta o PT, que imagina que, no segundo turno, teria tempo de formar um arco de alianças para ampliar seu eleitorado.”

O plano, portanto, é arrastar a disputa para o segundo turno e barganhar o apoio do PSDB.

O pacto de Haddad com Ciro e Alckmin

Fernando Haddad quer fazer um pacto com Ciro Gomes e Geraldo Alckmin.

Diz Andréia Sadi:

“Haddad defende um acordo com os candidatos Ciro Gomes e Geraldo Alckmin. Ele propõe que quem for para o segundo turno apoie o outro, para evitar a vitória de Bolsonaro.

Haddad também foi aconselhado a não falar mais sobre o eventual indulto ao ex-presidente Lula (…). O PT, no entanto, admite abertamente a defesa do indulto se Haddad for eleito.”

É a nova versão do estelionato eleitoral.

O voto silencioso de religiosos

Enquanto líderes evangélicos escancaram o apoio a Jair Bolsonaro, na Igreja Católica “é grande o patrulhamento” contra o voto no candidato do PSL, disse a O Antagonista uma fonte.

Resultado? Muitos padres votarão no deputado em silêncio.

General Mourão nega crítica a mulheres

O general Hamilton Mourão voltou a falar sobre sua declaração segundo a qual lares apenas com “mãe e avó” são “fábricas de elementos desajustados” e negou que fosse uma crítica às mulheres, registra O Globo.

“Não estou criticando as mulheres, estou fazendo uma constatação de algo que ocorre notadamente nas nossas comunidades carentes”, disse o vice de Jair Bolsonaro, que deu palestra hoje na Associação Comercial de São Paulo.

“Essas mães e essas avós saem para trabalhar, e a grande maioria são cozinheiras, são faxineiras, vivem uma dureza de vida o tempo todo. Elas não têm com quem deixar os filhos porque o Estado não está presente para dar creche, uma escola de tempo integral, onde essa criança possa permanecer, e essa criança vira presa fácil do narcotráfico”, acrescentou o general.

Solto, Dirceu ‘recomeça a vida’ e ataca Bolsonaro

Solto graças a Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, o petista José Dirceu disse a jornalistas em Recife que está “recomeçando a vida”.

“Estou recomeçando a minha vida novamente, percorrendo o Brasil e me sinto muito bem.”

Falando em benefícios para “a classe trabalhadora” conquistados na era Lula, Dirceu afirmou também que “as ideias do Bolsonaro não são aceitas”.

“A rejeição dele é altíssima.”.

‘Quem Mandou Matar Bolsonaro’ alcança o 1º lugar nos trending topics do Twitter mundial

Doze dias após a tentativa de homicídio contra Jair Bolsonaro, deputado federal e candidato à Presidência da República pelo PSL, esfaqueado no último dia 6, em Minas Gerais, a hashtag “Quem Mandou Matar Bolsonaro” lidera os assuntos mais comentados do Twitter Mundial, registra o site Conexão Política. 
Por volta das 22 horas desta segunda-feira, 18, a rede social registrava 90 mil publicações sobre o parlamentar.
Diversos veículos de comunicação internacionais ecoaram o atentado ao presidenciável. Jornais, como o New York Times (Estados Unidos) e o The Guardian (Inglaterra) reproduziram em seus sites detalhes sobre o crime.
O membro do Senado da Itália e atual Vice Primeiro-Ministro do país, Matteo Salvini, declarou apoio ao líder das pesquisas.
O político italiano publicou em seu Twitter:
“Toda a minha solidariedade a Jair Bolsonaro gravemente ferido durante o período eleitoral. Espero que em breve ele possa se recuperar e ser eleito presidente do Brasil”, finalizou.
O ataque a Jair Bolsonaro ocorreu na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ele estava em ato de campanha, quando foi atingido.
Desde então, o presidenciável foi submetido a duas cirurgias e segue internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para onde foi transferido. 

STJD estuda punir Felipe Melo, mas não estudou punir Corinthians

Em 2011, quando Lula foi diagnosticado com câncer, os jogadores do Corinthians entraram com uma faixa #ForçaLula em homenagem ao político torcedor do clube.
Agora em 2018, após Felipe Melo dedicar seu gol a Bolsonaro, que é palmeirense e recentemente sofreu um atentado, o procurador do STJD, disse a Folha que “estuda levar caso a julgamento” mesmo não possuindo nenhum artigo no STJD proibindo tal manifestação.
O Palmeiras em nota afirmou que a opinião de Felipe Melo é estritamente particular e que respeita qualquer posicao política dos atletas.
Portanto, creio que se o clube a quem ele trabalha libera tal manifestação, ele não pode ser punido por algo que não consta na lei, da mesma forma que o Corinthians não foi punido, pois, não há precedente para tal punição, registra o site Conexão Política.

O FIEL ESPELHO DA SOCIEDADE

Por dever de ofício de quem, constantemente, se propõe a opinar sobre política e a economia, principalmente, sempre que posso dedico um tempo para ler, assistir e ouvir as propostas que os candidatos que concorrem às Eleições 2018, em todos os níveis, defendem para o país e/ou estados.

ESPELHO DA SOCIEDADE
Pois, antes de tudo, o que todas as campanhas eleitorais mostram, no Brasil como um todo, de forma inequívoca, é que os candidatos, tanto aqueles que concorrem quanto os que resultam eleitos, são um legítimo e fiel espelho da sociedade.

PROPÓSITO DA MAIORIA DOS CANDIDATOS
Como o povo brasileiro, segundo os mais variados estudos, é EDUCADO com o propósito de se transformar numa constante -PRESA DO POPULISMO-, só uma reduzida parcela da sociedade, do tipo que consegue desenvolver a LÓGICA DO RACIOCÍNIO, é capaz de perceber, com absoluta clareza, que a maioria dos candidatos entra na disputa eleitoral com a clara intenção de:  1- MENTIR descaradamente;  2- exercitar a própria IGNORÂNCIA; e, 3- ambos.

FÓRMULA MÁGICA
Chama a atenção, ainda que seja algo muito presente em todas as campanhas, o fato de que todos os candidatos da ala dos POPULISTAS têm a FÓRMULA MÁGICA para acabar, de uma vez por todas, com as CRISES -SOCIAL, ECONÔMICA, FINANCEIRA E FISCAL (União e Estados)- que seguem livres, leves e soltas arrasando por completo o nosso  país.

A HIPÓTESE DO ESCLARECIMENTO 
Ora, mesmo que, hipoteticamente, fosse possível levar esclarecimentos do quanto são MENTIROSAS e, por consequência, FATAIS para a economia do país e dos estados, as propostas defendidas pelos POPULISTAS (turma identificada com a decadente esquerda), ainda assim a probabilidade de êxito seria NULA. Afinal, é preciso levar em conta que o ANALFABETISMO FUNCIONAL não para de crescer no Brasil.

MODO SUSPENSE 
Quando leio, assisto e ouço as propostas de Ciro Gomes, Haddad e Marina e dos candidatos de seus partidos para os Legislativos Nacional e Estaduais (todas sempre carregadas de MENTIRAS e IGNORÂNCIA que pioram ainda mais o quadro econômico considerado pronto para receber a EXTREMA-UNÇÃO), e comparo com as intenções de voto em candidatos POPULISTAS,  confesso que entro em -MODO SUSPENSE-.

POPULISMO
É triste, mas o POPULISMO é isto mesmo. Faz vítimas que, movidas por forte ignorância, acreditam em mentiras. Quando cutucadas por alguma desconfiança de que o candidato preferido não merece mais o seu voto, simplesmente trocam por outro POPULISTA, imaginando que aí está a SALVAÇÃO DO PAÍS.

texto por Gilberto Simões Pires.
em Ponto Crítico.

ACORDA, POVO BRASILEIRO!


Diga NÃO à mediocridade, NÃO à imbecilidade reinante nesse país!

Diga SIM à uma vida melhor! 

Assista:


Ivan Maia

terça-feira, 18 de setembro de 2018

A coalizão PT – PSDB

Fernando Haddad, o plano B de Lula, sempre foi o plano A de FHC.

O candidato petista, diz o Estadão, “sinaliza que pode conversar com o PSDB. O propósito é mostrar que tem maior capacidade de união, além de deixar caminho aberto para uma coalizão no futuro”.

O golpe de Ciro

Ciro Gomes voltou a insinuar, no Jornal da Globo, que mandaria prender o comandante do Exército.

Ele só está preparando o terreno para aderir à campanha de Fernando Haddad no segundo turno, com o pretexto de que os militares pretendem dar um golpe, registra O Antagonista.

A chance de Bolsonaro no primeiro turno

O Polling Data tem 100% de certeza que Jair Bolsonaro estará no segundo turno.

Mas ele tem também 7% de chance de ganhar já no primeiro turno. E esse número está crescendo.

Jucá em perigo

Romero Jucá pode ficar fora do Senado.

O Ibope deu um empate entre cinco candidatos em Roraima: Mecias de Jesus, 30%, Angela Portela, 29%, Chico Rodrigues, 29%, Romero Jucá, 28%, Luciano Castro, 25%.

Bolsonaro 61%

As últimas pesquisas aumentaram a possibilidade de vitória de Jair Bolsonaro para 61%, segundo o Polling Data, que faz a média ponderada de todos os levantamentos, registra O Antagonista.

A chance de Geraldo Alckmin caiu para 1%, assim como Marina Silva.

Mães solteiras e criminalidade

O que o general Mourão disse sobre os filhos de mães solteiras é verdade.

A própria Folha de S. Paulo publicou em 2007:

“Um estudo dos economistas Gabriel Hartung e Samuel Pessoa, da FGV, conclui que fatores como maior proporção de filhos de mães adolescentes ou de famílias onde não há o pai ou a mãe presente aumentam a criminalidade (…).

No estudo, eles afirmam que a literatura criminal já descobriu fortes evidências de que crianças nascidas de mães solteiras, criadas sem o pai ou nascidas de mães com baixa escolaridade têm mais probabilidade de se envolver em crimes.”

Decisão liminar de Barroso impede indulto a Lula

Mesmo que fosse o desejo de um novo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado a 12 anos e 1 mês de prisão pela Lava Jato, tem o caminho para receber um indulto atualmente impedido por quatro pontos de uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em março, Barroso tornou sem efeito quatro pontos do decreto de indulto de Natal assinado pelo presidente Michel Temer, em 2017. O tema voltou ao debate político após o PT confirmar Fernando Haddad como candidato à Presidência - o ex-prefeito tem evitado o assunto.

A decisão de Barroso é liminar e ainda precisa ser referendada pelo plenário do Supremo. Neste caso o colegiado da Corte decidirá sobre o mérito do caso, confirmando ou não o entendimento do ministro. Para tanto, a questão deve ser pautada pelo presidente do STF, Dias Toffoli.

O primeiro ponto que afeta Lula é que Barroso proibiu o indulto para condenados por corrupção e lavagem de dinheiro, delitos pelos quais Lula foi condenado. Além disso, Barroso exigiu que o instituto só seja concedido a presos que cumpriram um terço da pena – o que só deve ocorrer com Lula em maio de 2021. Também limitou a concessão do benefício a quem tem pena inferior a 8 anos de prisão e vedou o benefício para quem ainda tem recurso pendente – o de Lula ainda não foi julgado pelo Superior Tribunal de Justiça.  

Mesmo que o decreto assinado por Temer estivesse em vigor, ainda assim Lua só poderia receber o indulto em setembro de 2020, quando completaria 29 meses preso – um quinto da pena pelo triplex. Esse cálculo teria ainda outra variável: o ex-presidente responde a outros processos que podem aumentar a condenação total, o que tornaria um reincidente, deixando o benefício ainda mais distante.

“Mesmo que Temer faça um novo decreto, ele estaria suspenso pela liminar do Barroso”, disse um juiz, que participou da redação do projeto que vedava o indulto a corruptos. Por enquanto, vale a decisão de Barroso, que deve ser referendada pelo plenário do STF. Para tanto, a questão deve ser pautada pelo presidente da Corte, Dias Toffoli.

Além do indulto, outra possibilidade vedada seria a graça. Nesse caso, o decreto se destinaria só ao ex-presidente, ao contrário do indulto, que é coletivo. A graça é entendida como medida humanitária e compensatória prevista na Constituição e atribuição do Presidente. “O que não se pode dar coletivamente, não se pode dar individualmente.” 

Haddad evitou responder nesta segunda-feira, 17, se daria ou não indulto a Lula, mas afirmou que o ex-presidente será um “grande conselheiro”, na hipótese de vitória da chapa petista nas eleições 2018. “Temos total comunhão de propósitos em relação a ele e o diagnóstico de que o Brasil precisa do nosso governo e precisa do Lula orientando como um grande conselheiro. Ele é um interlocutor permanente de todos os dirigentes do partido e nunca deixará de ser. Não temos nenhum problema com isso. Enquanto os outros partidos escondem os seus dirigentes, nós temos muito orgulho de ter o Lula como dirigente”, disse o presidenciável no final tarde, depois de visitar Lula na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba.

Haddad não detalhou, porém, qual poderia ser o papel de Lula em um eventual governo petista. Segundo ele, é preciso considerar o que chamou de “circunstâncias muito particulares”. “Um ex-presidente querer participar de um governo é uma questão muito delicada, em função de circunstâncias muito particulares, como aconteceu no caso de quando ele (Lula) ia assumir a Casa Civil do governo (da presidente cassada) Dilma (Rousseff). O presidente Lula estará conosco permanentemente, não há dificuldade em admitir isso.”

Mais cedo, durante sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo, Uol e SBT, Haddad afirmou que manteria a rotina de visitas ao ex-presidente, ao ser perguntado sobre a possibilidade de anistia. “Com certeza”, disse ele. Na sequência, afirmou que Lula não troca sua “dignidade” por “liberdade” e que espera que o ex-presidente seja absolvido no decorrer do processo judicial.

A possibilidade de indulto a Lula – condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão no caso do triplex do Guarujá (SP) – foi explorada anteontem pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL). Em vídeo gravado no Hospital Albert Einstein, onde se recupera de atentado, Bolsonaro voltou a falar em “fraudes” e disse que, se Haddad vencer, vai nomear Lula ministro. O ataque se segue ao crescimento do petista nas pesquisas de intenção de voto.