Por seis votos a um (Tarcísio Vieira), o TSE decidiu hoje que não houve irregularidades em entrevistas concedidas por Jair Bolsonaro à Band e à rádio Jovem Pan no primeiro turno, informa O Globo.
Fernando Haddad – que, nesta semana, adiou pela segunda vez entrevista ao Pânico, da Jovem Pan – havia pedido que os dois veículos fossem obrigados a entrevistá-lo também.
“Como é fato notório, o candidato Jair Bolsonaro foi vítima de violento ataque à sua integridade física no dia 6 de setembro, que o fez permanecer internado em tratamento hospitalar por 23 dias. Durante esse período, grande parte isolado na UTI, o candidato quedou-se impossibilitado de fazer qualquer ato de campanha, gravar programas eleitorais, participar de debates, conceder entrevistas, e de ser objeto de qualquer cobertura do dia a dia dos presidenciáveis”, disse o relator Sérgio Banhos, acrescentando que a análise das entrevistas por si só poderia levar à conclusão de que houve tratamento privilegiado, mas que era preciso vê-la num contexto maior.
Ele foi acompanhado por Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Jorge Mussi, Og Fernandes e pela presidente do TSE, Rosa Weber.
Barroso só fez uma ressalva para daqui em diante:
“Considero especificidades nesse caso. Um atentado, que é um fato jornalístico. O afastamento da campanha, o que de certa forma desequiparou desfavoravelmente esse candidato. E faço o registro de que, superada a situação que diferenciava este quadro do atual, qualquer nova entrevista deve-se permitir que a contraparte tenha também igual tratamento.”
Em entrevista nesta quarta (10) a jornalistas estrangeiros, Fernando Haddad foi perguntado se considera o partido da sua vice, o PC do B, e a Venezuela democráticos.
Claramente nervoso, o poste do presidiário disse que “essa pergunta você deveria dirigir a quem defende a ditadura, a tortura e a cultura do estupro, ao meu adversário”, registra o site Conexão Política.
Sobre a Venezuela, ela fez o seguinte comentário:
“O papel do governo é de líder do continente. Devemos ajudar os países que estão com problema a encontrar o caminho do fortalecimento da soberania nacional e da soberania popular. Não precisamos tomar partido, não precisamos de base militar, não precisamos declarar guerra a vizinho nenhum.”
Jair Bolsonaro comentou no Twitter o desafio de Fernando Haddad, que declarou que iria até a enfermaria para debater com o presidenciável do PSL, vetado por médicos de participar do debate da Band nesta semana.
“Calma que sua hora vai chegar, marmita de corrupto preso!”
O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou nesta quarta-feira (10), através de um vídeo publicado nas redes sociais, que pretende pagar décimo terceiro salário aos beneficiários do programa bolsa-família.
A proposta vem como resposta às fakenews propagadas pelo candidato do PT, Fernando Haddad.
O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, já tinha adiantado que a proposta estava nos planos do partido e foi incorporada ao programa de governo com aval do candidato.
“Foi algo inclusive costurado e desenhado pelo general Mourão”, afirmou Bebianno.
A ideia é que o pagamento aos beneficiários seja feito em duas vezes, assim como é feito o pagamento do décimo terceiro salário tradicional.
O presidenciável confirmou a nova proposta e afirmou que os recursos serão obtidos através do combate às fraudes.
Segundo o candidato, retirar o bolsa família seria um “ato de desumanidade”. Bolsonaro também pretende aumentar o valor do benefício para quem realmente precisa, registra o site Conexão Política.
Contrariando toda a narrativa esquerda de “direita machista e racista”, eleitores deram um show nesse domingo elegendo a professora Janaína Paschoal a mulher mais bem eleita como deputada.
Ela teve mais de 2 milhões de votos para a Assembleia Legislativa de São Paulo. Assim como ela, Hélio Bolsonaro foi o deputado federal mais bem votado no Rio de Janeiro.
Hélio foi o deputado negro mais bem votado de todos também. Kim Kataguiri, do MBL, obteve mais de 430 mil votos e foi o oriental parlamentar mais bem eleito também.
Claro que isso não servirá de nada para a esquerda, que continuará batendo na tecla de que a direita é racista, machista, nazista, golpista, etc.
Mas não custa espalhar essa informação por aí. Será que o Quebrando o Tabu fará uma matéria sobre isso? Será que a Globo News fará um especial?
O presidente nacional do PSDB e candidato derrotado na eleição de domingo, Geraldo Alckmin, anunciou que o partido decidiu liberar os seus filiados no segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), publica o site Conexão Política.
Segundo a publicação, a decisão foi tomada durante a reunião da Executiva Nacional, realizada na tarde desta terça-feira em Brasília.
“O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes. Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro”, afirmou Alckmin.
Ainda segundo Alckmin, o filiado ao PSDB que anunciar apoio a Haddad ou a Bolsonaro o fará em “caráter pessoal, não em nome do partido”.
“Aquilo que for interesse do país, o PSDB coerentemente apoiará. Agora, no segundo turno, nós não apoiaremos nem um nem outro. Eu, a exemplo do presidente FHC, a minha posição é nem um nem outro. Oposição aos dois. Posição minha, pessoal”, declarou.
A reunião teve clima tenso. Em certo momento, Alckmin acusou o candidato a governador de São Paulo, João Doria, de ser “traidor”. Doria defende o apoio a Bolsonaro, e é acusado por aliados de Alckmin de não ter se engajado na campanha presidencial do tucano, que é seu padrinho político.
O PT espalha que Fernando Haddad vai se descolar de Lula.
Na verdade, porém, foi Lula que decidiu se descolar de Fernando Haddad, para se preservar de uma derrota acachapante no segundo turno, diz O Antagonista.
Sem dar trégua após o primeiro turno, a turma de jornalistas “imparciais” dos veículos tradicionais de mídia
segue firme em seu objetivo: vender Jair Bolsonaro como o “troglodita nazifascista”, não importando o absurdo
que precisem defender - o que não é surpresa, já que a esquerda sempre justificou os piores meios desde que
sirvam aos seus fins nefastos, registra o site Jornal da Cidade.
Miriam Leitão mostra que seu passado comunista está longe de ser superado. Em comentário na Globo News, a
jornalista partiu para o ataque. A (ex?) militante comunista afirmou que Bolsonaro “fez a carreira em defesa da
ditadura e da tortura e sempre teve um discurso autoritário” e que “os dois candidatos não são equivalentes”.
Enquanto o PT “sempre jogou o jogo democrático e governou respeitando as instituições democráticas”,
Bolsonaro “já começou questionando o processo eleitoral.”
Miriam faz questão de destacar “a vida pregressa” de Bolsonaro, mas convenientemente ignora que o candidato
passou 30 anos DENTRO do jogo democrático, “pregando no deserto” contra uma turba de comunistas sem
vergonha que assaltavam o país, ao passo que sua emissora os vendia como os redentores dos pobres e o
auge da retidão moral enquanto enchiam os bolsos através de contratos publicitários milionários pagos com
dinheiro público.
No meio dessa salada azeda, é difícil entender de onde Leitão tira a ideia de que “o PT governou respeitando as
instituições democráticas”. Não bastasse ser fato amplamente conhecido que o partido foi o líder do maior
escândalo de corrupção da história da humanidade - logrando o povo de todas as maneiras impossíveis e
inimagináveis e cometendo estelionato eleitoral atrás de estelionato eleitoral -, a jornalista, em sua visão gagá
da realidade, deve considerar que a compra de parlamentares para a aprovação de pautas do partido é prestar
enorme respeito às instituições democráticas, não é mesmo? Para Miriam, o Mensalão já entrou para lista de
casos que nunca aconteceram. Embora esteja menos de 15 anos no passado, o caso está esquecido pela
jornalista que, aparentemente, tem a memória perfeita para fatos que aconteceram há 40 anos atrás.
Usar o dinheiro suado dos brasileiros para sustentar ditaduras como a venezuelana, a cubana e a angolana;
entregar de mão beijada refinarias pagas com investimento brasileiro para os bolivianos; torrar mais ainda em
compras de refinarias deficitárias nos Estados Unidos; apoiar regimes que censuraram toda a mídia de uma
nação e louvar países com um único partido e um único jornal legalizados; Registrar junto ao TSE um programa
de governo que prevê a censura da mídia, a desmilitarização das polícias, o desencarceramento de vagabundos
e a tomada ideológica das Forças Armadas; tudo isso parece estar na lista de requisitos de quem respeita as
instituições democráticas e joga o jogo democrático na lógica esquisita de Miriam.
Mas não se preocupem. Miriam está alarmada com o sujeito que se preocupa com a falta de transparência do
processo eleitoral, que é sabidamente inauditável e estranhamente menosprezado pelas autoridades eleitorais.
Ou alguém acha que o TSE foi capaz de averiguar 16 MIL denúncias de problemas com as urnas em meros três
dias? ALTO LÁ! Como assim? Questionar o “incorruptível” e “perfeito” processo eleitoral? #EleNão
O Globo calculou que 14 partidos devem ser enterrados pela cláusula de barreira, perdendo dinheiro público e tempo de TV:
“Das 30 legendas que elegeram representante para o Congresso, 14 não atingiram o índice mínimo de votos válidos, tampouco fizeram deputados federais em número suficiente para vencer a cláusula, que definirá acesso ao fundo partidário e à propaganda de rádio e televisão no próximo ano. Os 14 partidos políticos que perderão os benefícios são: PCdoB, Patriota, PHS, PRP, PMN, PTC, Rede, PPL, DC, PRTB, PMB, PCB, PSTU e PCO.”
“O povo enterrou a narrativa do golpe”, diz Merval Pereira.
Leia um trecho de sua coluna:
“O plebiscito foi não só em relação ao impeachment de Dilma, mas também em relação à prisão de Lula e à atuação da Lava Jato. Dos inúmeros significados desta eleição, um deles, por seu simbolismo, chama especial atenção: a ex-presidente Dilma teve a sua candidatura ao Senado recusada pelos eleitores mineiros, que lhe tiraram os poderes políticos que foram mantidos por uma interpretação fajutada da Constituição, avalizada pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski. E a advogada Janaina Paschoal, coautora do pedido de impeachment, foi a deputada mais votada da história.
De forma clara e plebiscitária, a tese do golpe foi rechaçada. O povo chancelou o impeachment de Dilma e enterrou a narrativa do golpe.”
Paulo Guedes, diz a Folha de S. Paulo, “entrou pelas portas da Universidade de Chicago como keynesiano, mas saiu como ultraliberal, entusiasta do livre mercado”.
Segundo a Folha de S. Paulo, “o PT espera que um movimento da sociedade civil ‘pela democracia’ e contra Bolsonaro, a exemplo do ‘EleNão’, surja de fora para dentro da campanha de Haddad”.
De acordo com a revista IstoÉ, o candidato do PT à Presidência responde a 32 processos na Justiça, que o colocam como um dos campeões da ficha de ilícitos cometidos na vida pública.
A matéria enfatiza que Fernando Haddad não foi escolhido pelo presidiário Lula para substituí-lo na corrida presidencial por acaso. E diz que ele carrega o mesmo DNA dos malfeitoso Lula.
A reportagem detalha os processos em que Haddad é réu, acusado de receber dinheiro de caixa dois de empreiteira condenada na Operação Lava Jato, denunciado por crimes de Improbidade administrativa, suspeito de superfaturamento de obras e serviços, acusado pelo desvio de recursos e até da aplicação ilegal de dinheiro público.
A revista destaca que Haddad cercou-se na campanha rumo ao Palácio do Planalto, a mando de Lula, de assessores e coordenadores igualmente processados por crimes no Petrolão, dando indicativos concretos de que o partido reativará – num eventual futuro governo – a máquina de corrupção azeitada durante os 13 anos de PT no poder. Conexão Política conteúdo.
A ex-senadora e vice de Geraldo Alckmin nas eleições de 2018, Ana Amélia (PP), declarou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro neste segundo turno.
Numa publicação feita nas redes sociais, Ana Amélia confirmou a informação veiculada pela Revista Crusoé e aproveitou para emendar críticas ao PT:
“Nas grandes decisões, os gaúchos não admitem neutralidade! Fui uma das maiores defensoras do impeachment de Dilma Rousseff e uma das vozes mais fortes no Senado contra o desgoverno do PT no Brasil. Não quero que o país corra o risco da volta do PT ao poder.”
A ex-senadora gaúcha também completou:
“[A volta do PT] será uma ameaça à democracia e, especialmente, à Lava Jato. Por essas razões, seguirei a decisão do PP/RS, apoiando no segundo turno a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República”.
O Senado Federal terá uma renovação histórica no próximo ano legislativo. Das 54 vagas que estavam em disputa nestas eleições, apenas 8 senadores conseguiram se reeleger. Nomes importantes, como Eunício Oliveira (MDB-CE), que ocupa a Presidência da Casa, e seu vice, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), não conseguiram a reeleição. Ficaram de fora também tradicionais caciques políticos como Jorge Viana (PT-AC), Cristóvão Buarque (DF), Magno Malta (ES), Edison Lobão (MDB-MA), Roberto Requião (MDB-PR), Romero Jucá (MDB-RR) e Lindbergh Farias (PT-RJ).
"Essa é uma renovação que não tem paralelo no Senado", diz o analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), Antônio Augusto Queiroz. De acordo com ele, esse será também um Senado extremamente inexperiente, com senadores de pouca tradição no mundo político. "Teremos muitas celebridades, policiais linha dura", diz ele.
Conseguiram se reeleger senadores como Renan Calheiros (MDB-AL), Ciro Nogueira (PP-PI) e Paulo Paim (PT-RS).
Eunício Oliveira não se reelegeu para o Senado. Teve apenas 16,77% dos votos e perdeu para Cid Gomes (PDT) e Eduardo Girão (PROS), que tiveram 41,45% e 17,22%, respectivamente.
Após apoiar o impeachment de Dilma Rousseff em 2016 e abraçar Lula nesta eleição, tentando surfar na popularidade do petista no estado, Eunício se despede do Senado depois de oito anos de mandato e 12 anos na Câmara dos Deputados.
A professora Janaína Paschoal, que foi responsável pelo impeachment de Dilma, é a deputada mais votada do estado de São Paulo. Janaína recebeu mais de 2.000.000 de votos. A votação de Janaína foi mais de seis vezes maior do que o recorde anterior de Fernando Capez, que teve 306.268 votos.
Janaína agradeceu pelos votos:
Amados, estamos todos aguardando os resultados oficiais, não quero me antecipar, mas creio que não seja inadequado já agradecer os votos, a confiança e o carinho do povo de São Paulo. Peço a Deus serenidade, lucidez e saúde para poder trabalhar muito por São Paulo e pelo Brasil!
Agradeço também àqueles que, mesmo não votando em São Paulo, a partir de outros estados e de outros países, fizeram campanha para mim, junto aos seus parentes e amigos paulistas.
Não estou conseguindo responder às muitas mensagens, nem mesmo aos telefonemas. Por favor não se ofendam. Sintam-se todos igualmente abraçados. Amo muito todos vocês!
Amados, são muitos votos, mais de dois milhões. Esta votação expressiva é muito importante, pois me confere mais legitimidade para trabalhar por todos nós. Agradeço a cada cidadão que confiou em mim. Deus há de me ajudar a fazer tudo que tenho em mente e mais um pouco!
O vereador Eduardo Suplicy, que aparecia nas pesquisas como favorito para o Senado, não conseguiu se eleger. Suplicy ficou em terceiro lugar e foi superado por Major Olímpio e Mara Gabrili.
Dilma Rousseff em quarto lugar, Lindbergh Farias em quarto lugar, Fernando Pimentel fora do segundo turno…
Se isso for verdade, eles perdem o foro privilegiado e, a partir desta segunda-feira, precisam pensar numa maneira de fugir da PF, registra O Antagonista.
De acordo com a pesquisa divulgada pelo Datafolha — na tarde deste sábado (06) — último dia antes das eleições — Wilson Witzel, ex-juiz federal e candidato ao Governo do Rio de janeiro pelo PSC, empatou com o Romário (PODEMOS) em 17% dos votos válidos — ou seja — Wilson que, declarou apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), tem chances reais de enfrentar o Eduardo Paes (DEM) num eventual 2º turno.
Dedico este artigo para todos os cariocas que, assim como eu, estão cansados de tanta corrupção e descaso por parte dos políticos.
Davy Albuquerque
Hospitais com atendimento precários; escolas fechadas; alto índice de desemprego; servidores públicos e aposentados sem salários; falta de recursos para a segurança pública e etc. Não é novidade para ninguém que o Rio de Janeiro está enfrentando uma de suas piores crises da história — esquemas de corrupção ainda mais graves do que no resto do país e políticas populistas desconexas que quebraram completamente o Estado são apenas dois exemplos que levaram as contas públicas aos frangalhos — acarretando problemas graves na educação e segurança, por exemplo.
Um alerta para todos os cariocas
Votar no “menos pior” foi um pensamento que influenciou durante muito tempo o voto do carioca — em detrimento daquele que, no imaginário coletivo — é uma opção — mas não teria condição de vencer. Por exemplo, nas eleições de 2018 temos:
Romário: Busca se apresentar como uma boa opção — mesmo com várias denúncias de corrupção envolvendo o seu nome. É o candidato sem experiência de gestão e nenhuma proposta concreta — não reunindo a condição mínima para governar o Rio de Janeiro.
Eduardo Paes: Busca se apresentar como o gestor capaz de resolver todos os problemas do Rio de Janeiro; este, porém, representa a velha política, que no imaginário das pessoas é o menos pior, o candidato que “rouba, mas faz”, o que faz perpetuar a eterna ciclo de corrupção.
Tendo menos visibilidade que os dois acima — o candidato ao Governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel possui o seguinte currículo:
- Ex-juiz federal;
- exerceu a presidência da Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo;
- mestre em Processo Civil e professor de Direito Penal Econômico há mais de 20 anos, tendo passado por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ);
- doutorando em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense (UFF),
- foi oficial do Corpo de Fuzileiro Navais e
- defensor público estadual.
Por reconhecer que o Estado mergulhou numa crise sem precedentes, as pessoas preferem escolher Eduardo Paes pela experiência em gestão, mesmo sabendo que seu nome está envolvido em delações — considerando, também, que o menos conhecido e mais competente não teria a menor chance.
Por outro lado, a sociedade tem alcançado um nível maior de consciência política — deixando de lado o pensamento do “roubou, mas fez”, optando pela capacidade de gestão e experiência de caráter ilibado. Sendo que essas duas exigências têm sido o efeito que impulsiona a opção do voto pelo menos conhecido.
Wilson Witzel: É o candidato menos conhecido — porém — reúne capacidade de gestão, propostas concretas — com larga experiência no serviço público e nenhuma ligação envolvendo seu nome em processos de corrupção.
De acordo com os institutos de pesquisa, Wilson começou as eleições como um dos candidatos menos cotado para o 2º turno, com apenas 1% de intenção dos votos, em última colocação.
Hoje, está em 2º lugar, empatado com o Romário, com 17%.
Esse novo quadro proporciona uma ida para o 2º turno com Eduardo Paes, com grande possibilidade de vitória, considerando capacidade de gestão e caráter ilibado.
Imagem: Reprodução | TV Globo
Agora, a mudança depende de cada um de nós!
(texto de Davy Albuquerque, publicado no site Conexão Política)
O Instituto de Pesquisas Veritá divulgou na noite deste sábado (6) o último levantamento antes das eleições.
A sondagem confirmou o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, à frente da disputa.
De acordo com o levantamento, Jair Bolsonaro (PSL) venceria no primeiro turno com 51,2% dos votos válidos.
Neste mesmo contexto, Fernando Haddad, candidato petista, aparece com 23,2% dos votos.
Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 10,4%.
Os demais candidatos, juntos, pontuaram 15,4%.
Confira os números:
Jair Bolsonaro (PSL) – 51,2%
Fernando Haddad (PT) – 23,2%
Ciro Gomes (PDT) – 10,4%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 5,2%
João Amoêdo (Novo) – 3,6%
Marina Silva (Rede) – 1,7%
Alvaro Dias (Podemos) – 1,2%
Cabo Daciolo (Patriota) – 1,2%
Henrique Meirelles (MDB) – 0,81%
Guilherme Boulos (PSOL) – 0,80%
Eymael (DC) – 0,10,2%
Vera Lúcia (PSTU) – 0,10,1%
João Goulart Filho (PPL) – 0,10,1%
Registrada no TSE sob o número br-03229/2018, a pesquisa foi realizada entre os dias 2 a 5 de outubro de 2018.
Foram ouvidas 5.308 pessoas A margem de erro é de 2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Imagem: Reprodução
Segundo a legislação eleitoral, as pesquisas eleitorais podem ser divulgadas até mesmo no dia da eleição, desde que estejam devidamente registradas no juízo eleitoral competente e observem o prazo previsto para a divulgação, bem como os seus requisitos, dos quais encontram-se perfeitamente preenchidos nesta matéria.