quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Derrotado nas urnas, Jucá emplaca irmã em cargo de chefia no STJ

A portaria nº 316 do Superior Tribunal de Justiça, publicada hoje no Diário Oficial da União (veja abaixo) pelo presidente da corte, João Otávio de Noronha, traz a nomeação de Helga Ferraz Jucá como assessora-chefe de Assuntos Parlamentares do STJ, registra O Antagonista.

Helga é irmã de Romero Jucá, ex-senador a partir do ano que vem, depois de ter sido chutado do Congresso pelos eleitores de Roraima.

A parente do líder dos governos de FHC, Dilma, Lula e Temer estava sem emprego desde que precisou entregar o cargo que tinha no Planalto.

Em abril deste ano, por influência de Jucá, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, a nomeou assessora especial da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres. Mas quando, a dois meses das eleições, sentindo o desgaste do episódio dos fugitivos venezuelanos para Roraima, o senador abriu mão da liderança do governo de Michel Temer, sua irmã acabou tendo de ser exonerada.

O desemprego, porém, com a nomeação confirmada hoje pelo STJ, durou menos de 20 dias.

Não é de hoje que Helga pula de cargo em cargo comissionado em Brasília.

Ainda em 2011, lotada na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), ela ajudava a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) a se aproximar de senadores. Na ocasião, se apresentava nos corredores do Congresso como “consultora parlamentar”.

EXCLUSIVO: BOLSONARO 60,9% X 39,1% HADDAD (CRUSOÉ)

A pesquisa exclusiva da Crusoé, realizada pelo Instituto Paraná, mostra Jair Bolsonaro com 60,9% dos votos válidos.

Fernando Haddad tem apenas 39,1%.

A vantagem de Jair Bolsonaro no primeiro turno, que já era imensa, tornou-se ainda maior.

Se os números se mantiverem assim até o dia 27, assistiremos ao maior massacre eleitoral da nossa democracia.


TSE manda remover propaganda de Haddad que mentia sobre voto de Bolsonaro na Câmara

O ministro Sergio Banhos, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), concedeu uma medida liminar nesta segunda-feira (15) determinando a retirada da propaganda eleitoral do candidato à Presidência Fernando Haddad (PT), relata o site Conexão Política.
A peça afirma que o adversário na disputa, Jair Bolsonaro (PSL), votou contra lei que protege pessoas com deficiência, mas a informação é falsa, pois o capitão votou a favor e somente se opôs a um trecho da lei.
Segundo o ministro, “se depreende da propaganda em evidência a publicação de fato sabidamente inverídico (fake news) capaz de desequilibrar a disputa eleitoral, consistente na divulgação de que o candidato representante votou contra a Lei Brasileira de Inclusão”.
A coligação de Bolsonaro argumentou ao TSE que a propaganda utiliza conteúdo falso ao afirmar que o candidato votou contra a lei, aprovada à unanimidade na Câmara dos Deputados.
A verdade é que Jair Bolsonaro votou apenas contra um destaque do texto proposto”, disse sua defesa.
Segundo os advogados, Bolsonaro só se opôs a um trecho sobre a “especificidade, à identidade de gênero e à orientação sexual da pessoa com deficiência”.
A peça do PT foi ao ar na TV no sábado (13). No dia seguinte, após Bolsonaro desmentir, a campanha de Haddad retirou do Twitter um post que dizia que o candidato do PSL havia votado contra a LBI, justificando o ato por estar corrigindo uma informação “imprecisa”.

PROMOÇÃO IMPERDÍVEL

AJUDE A MUDAR O BRASIL
Aproveitando este momento épico da história do Brasil, que no próximo dia 28 vai comemorar em todos os rincões a expressiva vitória da decência sobre a bandidagem, estou lançando uma PROMOÇÃO SIMPLESMENTE IMPERDÍVEL.

BRASIL NOVO, PRÓSPERO E DECENTE
A PROMOÇÃO é muito simples:  -Ajude a eleger JAIR BOLSONARO e ganhe, a partir do dia 1º de janeiro de 2109, um -BRASIL NOVO, PRÓSPERO E DECENTE-. 

VALIDADE MARCADA PARA O DIA 28/10
Atenção: esta magnífica PROMOÇÃO tem validade. Na realidade está marcada para o DIA 28 DE OUTUBRO. Importante: para participar não é exigida inscrição ou qualquer coisa do gênero. Basta votar no 17 e pronto.
Mais: quanto mais votos no 17-Bolsonaro-, melhor para o Brasil.

QUEDA DO MURO COMUNISTA BRASILEIRO​ 
A partir daí o negócio é se preparar para a grande festa, que inicia no final do domingo, com a comemoração da QUEDA DO MURO COMUNISTA BRASILEIRO cujos tijolos começaram a ser empilhados lá em 2002, quando Lula se tornou presidente.

70% DOS VOTOS VÁLIDOS
Nas minhas contas, depois de analisar detalhadamente os números mostrados pelas pesquisas Datafolha (10/10) e Ibope (ontem, 15), arrisco a dizer que nas minhas contas Jair Bolsonaro, mesmo que ocorra uma sempre possível fraude nas urnas, sairá vencedor com 70% dos votos válidos.

RAZÕES PARA ACREDITAR 
Esta expectativa que carrego se dá pelo fato de que Bolsonaro segue crescendo na preferência dos eleitores, enquanto o candidato petista vem ganhando, na mesma proporção, maior rejeição. 

Uma prova clara, ainda que os institutos acima não gozem de boa credibilidade, de que grande parte do eleitorado petista quer, verdadeiramente, um BRASIL NOVO, PRÓSPERO E DECENTE. 

A conferir.

texto de Gilberto Simões Pires

EL CID

Os petistas, que até ontem à noite tentavam aliciar Ciro Gomes e Cid Gomes, agora passaram a atacá-los.

O velho marqueteiro de João Paulo Cunha publicou no Facebook:

“A deslealdade é a arma silenciosa e fria dos canalhas. Ciro e Cid Gomes são desleais. São frios. E são canalhas. Ciro é verborrágico e mimetiza os coronéis que fingiu enfrentar, mas à sombra dos quais sempre viveu (…).

Cid, que sente o bafo quente do Ministério Público e da Polícia Federal no seu cangote pelos desvios que muitos o acusam no 8 anos em que governou o Ceará, viveu esta noite seus 15 minutos de fama política nacional.

Derreterá antes de sentar nas cadeiras azuis do Senado. Uma vez lá, estará para sempre condenado à irrelevância: a deslealdade é o veneno que mata os canalhas.

Ciro e Cid são dois zumbis da política. Estão por mortos por deslealdade. Acanalharam a política cearense.”

Haddad descarta Haddad

Depois de descartar Lula, o PT e a estrela vermelha, Fernando Haddad agora pensa em descartar o programa de governo.

Diz o Estadão:

“Sem conseguir até o momento consolidar uma frente de apoios contra Jair Bolsonaro, líderes do PT passaram a defender que o programa de governo da campanha de Fernando Haddad seja deixado de lado em troca de uma pauta mínima capaz de aglutinar adesões no segundo turno.”

O aspecto mais bizarro dessa proposta é que o programa de governo lulista foi coordenado pelo próprio Fernando Haddad.

Na prática, Fernando Haddad quer descartar Fernando Haddad.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Os 63 milhões de votos de Bolsonaro

Jair Bolsonaro pode ter mais votos do que Donald Trump.

A conta foi feita por Helio Gurovitz:

“A manter-se nas urnas uma votação compatível com a registrada nas pesquisas, Bolsonaro terá perto de 63 milhões, talvez até 65 milhões de votos, a maior marca na história brasileira, superior até à votação de Donald Trump nos Estados Unidos, onde o eleitorado é bem maior.

Tais números revelam o fracasso da estratégia petista de escolhê-lo como rival no segundo turno, acreditando que a alta taxa de rejeição o levaria à derrota. A rejeição a Bolsonaro vem caindo, enquanto a rejeição a Fernando Haddad e ao PT tem subido.”

Joaquim Barbosa não vai apoiar Haddad

Joaquim Barbosa não vai apoiar Fernando Haddad, diz O Globo.

Após pedido do PSL, Justiça Eleitoral do Paraná realizará auditoria pública de urnas eletrônicas

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) vai realizar uma auditoria pública em urnas eletrônicas de quatro seções usadas no 1º turno das Eleições 2018. A verificação será na sede do tribunal, em Curitiba, dia 19 de outubro, às 8h, relata o site Conexão Política.
A determinação do desembargador Gilberto Ferreira, corregedor regional eleitoral, é de quarta-feira (11). O pedido foi feito por uma comissão provisória do Partido Social Liberal (PSL).
Conforme o despacho, há relatos de que as urnas concluíram o procedimento de votação “imediatamente após a digitação dos dois números para candidato à Presidência da República, sem que o eleitor digitasse a tecla ‘confirma‘”.
Há também relatos que circulam nas redes sociais, segundo a decisão. “As demais alegações de incidentes vieram documentadas no pedido inicial e correspondem aos seguintes relatos que circularam pelas redes sociais: 1) direcionamento do voto ao candidato Fernando Haddad (13); 2) ausência de foto do candidato Jair Bolsonaro (17); 3) ausência de oportunidade para votação ao cargo de presidente; 4) ausência de finalização da votação após a votação para presidente (ausência de sinal sonoro e mensagem “fim”)”.
As urnas que passarão por auditoria ficam nas seções 654 e 664, da 1ª Zona Eleitoral de Curitiba, e na seção 292, da 9ª Zona Eleitoral de Campo Largo. A urna da seção 311 não teve sua Zona Eleitoral informada e o desembargador pede, ao requerente, a especificação, já que várias zonas eleitorais possuem seção 311.
Ainda no documento, o desembargador fala a respeito dos procedimentos realizados para garantir a segurança das urnas e afirma que o tribunal tem o dever de averiguar todas irregularidades que “possam macular o processo eleitoral, não só para punir eventuais infratores, como para corrigir e aprimorar o sistema para os próximos pleitos eleitorais”.
A auditoria vai verificar se os sistemas instalados nas urnas auditadas são os mesmos que foram lacrados pelo TSE; se as urnas estavam em perfeitas condições de uso e funcionamento; se há indícios de qualquer espécie de fraude no sistema ou no funcionamento das urnas.

Doria é oportunista, diz FHC

Em conversas com aliados no fim da semana passada, Fernando Henrique Cardoso criticou com veemência o apoio de João Doria a Jair Bolsonaro, relata Lauro Jardim.

Segundo o colunista de O Globo, FHC chamou Doria de “oportunista” e “sem qualquer relação com os ideais do PSDB”.

Dória se posiciona a favor da diminuição da maioridade penal e maior investimento na polícia

O candidato ao governo de São Paulo, em entrevista ao programa pânico da Jovem Pan, se posicionou a favor da diminuição da maioridade penal afirmando:
”Tem que baixar para 16 anos, a quantidade de jovens bandidos com 16,17 anos recebendo penas leves.”
E também defendeu um maior investimento na polícia em armamento, tecnologia e disse que a partir de janeiro é ”polícia na rua e bandido na cadeia”.
Dória cada vez mais se aproximando do discurso de Jair Bolsonaro.

Lula para Kadafi: “Um amigo, um irmão!”

Quem nunca teve um amigo a quem chamou de irmão? Durante nossa jornada diária, “nesta longa estrada da vida”, pessoas especiais surgem e nos fazem nos sentir melhores, nos ajudam e fazem o no melhor que podem. Para muitas dessas pessoas contamos os nossos mais sinceros sentimentos, anseios e desejos.
O grande Rei Salomão escreve em Provérbios 18:24: “Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais chamado que um irmão.” 
O início desse texto pode parecer algo estranho para um site de política, mas é sobre uma amizade e irmandade sombria e maligna que a partir de agora este texto se dedicará.
Entretanto, começamos fazendo uma pergunta: Você chamaria um estuprador compulsivo, viciado em sexo e que usa a força armada para aliciar jovens, homicida e tudo o que há de ruim nessa terra de amigo e irmão?
Lula sim! E o seu grande Amigo e Irmão, a quem ele mesmo chamou, tem o nome de Muamar Kadafi.
O ditador Líbio que, segundo Palocci, teria doado cerca de US$ 1 milhão para a campanha vitoriosa de Lula em 2002.
Mas este artigo não tem o objetivo de falar sobre a delação do Palocci, apenas de alguns fatos.
No ano de 2009, Lula e uma comissão de honra do PT, foram convidados para participar da Cúpula da União Africana, em Sirte, na Líbia.
Neste ano o governo do PT já havia sofrido com a recessão de 2007 e 2008, mas mesmo assim estava em alta.
O governo de Kadafi havia sofrido diversas críticas da ONU, da UNICEF e de outras entidades que falam em favor dos Direitos Humanos.
Vale ressaltar que em 2009  o governo de Kadafi faria 40 anos, vide que através de um golpe de Estado em 1969, a Líbia seria governada pelo jovem Kadafi de 27 anos.
Logo no início de sua fala, Lula ressalta e parabeniza a democracia que permeava os líderes africanos e criticou os países desenvolvidos repetidas vezes.
Em uma outra reunião, os chefes de Estado da Cúpula África-América do Sul se reuniram na Venezuela e na fala tão esperada do Amigo e Irmão de Lula foi pronunciado que os Países da América do Sul e da África deveriam propor uma aliança militar entre os países dos dois continentes aos moldes da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Algo que seria bastante bizarro!
O amigo e irmão de Lula teria muitas histórias para contar se ele estivesse vivo, mas seu legado de crueldade ficará na história como um dos piores ditadores que este mundo já viu!
Autor: Athos Menezes, em Conexão Política.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%

Nos votos totais, Jair Bolsonaro, do PSL, tem 52%, e Haddad, 37%. Pesquisa é a primeira do Ibope no segundo turno das eleições.

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado no sábado (13) e domingo (14) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 59%
Fernando Haddad (PT): 41%

Rejeição
A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para presidente. O Ibope perguntou:"Para cada um dos candidatos a Presidente da República citados, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele"?

Jair Bolsonaro

Com certeza votaria nele para presidente - 41%
Poderia votar nele para presidente - 11%
Não votaria nele de jeito nenhum - 35%
Não o conhece o suficiente para opinar - 11%
Não sabem ou preferem não opinar - 2%

Fernando Haddad

Com certeza votaria nele para presidente - 28%
Poderia votar nele para presidente - 11%
Não votaria nele de jeito nenhum - 47%
Não o conhece o suficiente para opinar - 12%
Não sabem ou preferem não opinar - 2%

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2506 eleitores em 176 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de outubro
Registro no TSE: BR‐01112/2018

Nível de confiança: 95%

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Contratantes da pesquisa: TV Globo e "O Estado de S.Paulo"

fonte: G1

INSTITUTO PARANÁ: PESQUISA EM SÃO PAULO, BOLSONARO 59,1% X 25,5% HADDAD

O Instituto Paraná fez pesquisa presidencial em São Paulo.

Jair Bolsonaro tem 59,1% das intenções de voto; Fernando Haddad, 25,5%.

Nos votos válidos, Bolsonaro vai a 69,9% e Haddad a 30,1%.

É um massacre eleitoral.

O PCC no atentado a Bolsonaro

Fontes da PF disseram para O Globo que o relatório sobre o atentado a Jair Bolsonaro “faz menção a um eventual envolvimento do PCC no crime”.

O assunto já havia sido levantado pela Crusoé.

Se isso for divulgado antes do segundo turno, Jair Bolsonaro ganha com 80% dos votos, e não apenas com 60%, comenta O Antagonista.

A nova estratégia do PT

Fernando Haddad vai dar mais um cavalo de pau.

Integrantes de sua campanha disseram à Folha de S. Paulo que “não é chamando o eleitor de Jair Bolsonaro de fascista que vão minar o apoio à sua candidatura.

A ordem é explorar contradições de Bolsonaro e tentar apresentá-lo como mentiroso. Essa foi a linha definida na última propaganda, que expôs posições divergentes do presidenciável sobre o Bolsa Família”.

O PT não entendeu nada.

Jair Bolsonaro tem 59% dos votos justamente porque os eleitores não acreditam que ele continue igual ao que era dez anos atrás, quando representava apenas uma franja do eleitorado.

FHC não conta nada

FHC disse que está sendo pressionado a não apoiar Fernando Haddad, segundo O Globo.

Ele não entendeu uma coisa: seu apoio não representa absolutamente nada, diz O Antagonista.

Haddad foge de pergunta sobre uso da bandeira do Brasil

Os jornalistas estranharam e perguntaram a Fernando Haddad se ele passará a usar a bandeira do Brasil como pano de fundo durante suas coletivas daqui para a frente.

O poste do presidiário, de novo, se esquivou da resposta e disse apenas que tinham que perguntar “era por que quem bate continência para bandeira americana usa verde e amarelo”.

Caveira!

Jair Bolsonaro foi à sede do Bope, no Rio de Janeiro.

Ele fez um breve discurso para os policiais militares, reproduzido pelo Estadão:

“Podem ter certeza, teremos um dos nossos lá em Brasília. Fizemos a segunda maior bancada em Brasília, sem televisão. Isso vem de gente como vocês. Então a gente tem que acreditar e tentar mudar, buscar fazer a coisa certa. Eu acho que isso é possível, afinal de contas não temos outro caminho.”

Ele terminou o discurso com o grito de guerra do Bope:

“Caveira!”

MOCINHO E BANDIDO

Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira (15), foi visitar a tropa de elite da PM do Rio de Janeiro.

Enquanto isso, Fernando Haddad mandava seu preposto à cadeia para receber as ordens do criminoso condenado pela Lava Jato, registra O Antagonista.

É fácil entender por que Jair Bolsonaro está prestes a ser eleito presidente da República.

PSL, partido de Bolsonaro, terá a maior fatia do fundo partidário


Com a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados a partir de 2019, o Partido Social Liberal (PSL), partido do presidenciável Jair Bolsonaro, ficará com a maior fatia do fundo partidário, segundo matéria do Estadão.
A sigla receberá em torno de 110 milhões de reais em recursos do fundo ao longo de 2019. 
O aumento se dá devido ao crescimento do partido com um grande número de deputados eleitos. O valor será 17 vezes maior que o que o PSL recebeu em 2017 – apenas 6,2 milhões de reais.
O Partido dos Trabalhadores teve a maior bancada eleita, mas, apesar disso, terá a segunda maior fatia do fundo. Isso se dá devido ao cálculo ser feito com base na quantidade de votos válidos na sigla, e não no número de deputados eleitos.
O levantamento também aponta a queda dos partidos PSDB e MDB, que foram de segundo para terceiro e de terceiro para sexto, respectivamente, no ranking de partidos com maior parte do fundo.
Para o levantamento, foi considerado o valor de 888,4 milhões de reais – valor referente ao fundo de 2018 -, visto que o valor de 2019 ainda não foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

ACM Neto vai colocar caravana nas ruas para ajudar Bolsonaro no Nordeste

ACM Neto, presidente do DEM, vai usar sua estrutura na Bahia para pedir votos para Jair Bolsonaro, registra à Folha.
A apoiadores do presidenciável, ACM já admitiu que vai colocar caravanas na rua para ajudar no Nordeste.
Na última quarta-feira (10), ACM Neto anunciou apoio integral a Bolsonaro.
Prefeito de Salvador, ele afirmou que “as circunstâncias” o levam a tomar essa decisão.
“Desde já, faço algumas ressalvas para dizer que não concordo 100% com os pensamentos, as bandeiras e pregações de Bolsonaro. Na democracia, sobretudo num segundo turno com apenas duas opções, a gente não precisa concordar em 100% com alguém para que essa pessoa possa merecer o meu voto. Mas discordo 100% do retorno do PT ao governo do Brasil”, diz a nota.

FHC: “Eu me dou com Haddad. Nunca vi o Bolsonaro”

Em entrevista ao Estadão, Fernando Henrique Cardoso negou “apoio automático” a Fernando Haddad, mas disse que não votará em Jair Bolsonaro.
Questionado sobre se existe possibilidade de apoio, o tucano respondeu:
“Eu não diria aberta, mas há uma porta. O outro não tem porta. Um tem um muro, o outro uma porta. Figura por figura, eu me dou com Haddad. Nunca vi o Bolsonaro”.
Meses atrás, em entrevista, FHC disse que nunca fechou portas para nenhum tipo de relacionamento com partidos e que um apoio mútuo entre PSDB e PT pode ocorrer caso Bolsonaro passe para segundo turno.
“Espero que o PSDB vá para o segundo turno e acho que o PT espera a mesma coisa, mas dependendo das circunstâncias, eu não teria nenhuma objeção a isso”, declarou FHC.
O ex-presidente tucano é um crítico ferrenho de Jair Bolsonaro e já havia demonstrado em outras ocasiões que tem muito medo de ver o militar reformado no Palácio do Planalto.
“Conheço Lula muito bem, mas não conheço Bolsonaro. O Lula tem partido, história, trajetória, você pode gostar ou não, mas ele tem compromisso. Já Bolsonaro é um homem autoritário”, finalizou.
Com informações, Conexão Política

Padre que pediu voto para Haddad é advertido pela diocese

O padre irlandês Jaime Crowe, que celebrou a missa-comício na sexta-feira (12) pedindo voto para Fernando Haddad, foi advertido pela Diocese de Campo Limpo.
Segundo nota de esclarecimento, Crowne praticou o ato “sem prévia comunicação e à revelia do Sr. Bispo de Campo Limpo, e foi devidamente advertido segundo as normas do Direito Canônico”.
A orientação do Bispo Diocesano, esclarece o texto, é que nenhum clérigo deve se utilizar da celebração litúrgica com finalidades partidárias.
Com informações, O Antagonista

Bolsonaro vence Haddad no segundo turno com 59%, aponta pesquisa BTG Pactual

Neste domingo (14) foi divulgada a pesquisa de intenção de voto para o segundo turno do instituto FSB, encomendada pelo banco BTG Pactual.
A pesquisa estimulada mostra Jair Bolsonaro (PSL) com 59% dos votos válidos, tendo 18 pontos percentuais de vantagem sobre Fernando Haddad (PT), que aparece com 41%, registra o site Conexão Política.
Imagem: Reprodução
Entre os eleitores do candidato do PSL, 94% disseram que não há possibilidade de mudarem seu voto. Enquanto 89% dos eleitores de Haddad já têm seu voto como definitivo.
Em votos totais, Bolsonaro aparece com 51% contra 35% de Haddad, havendo 5% de votos brancos ou nulos, 6% que dizem não apoiar ninguém e 3% que não responderam.
38% dos eleitores disseram que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro, enquanto 53% disseram o mesmo sobre Haddad.
O levantamento também aponta que os dois candidatos ainda são desconhecidos entre a população. 7% dos entrevistados disseram não conhecer o candidato do PT enquanto 8% disseram não conhecer o candidato do PSL.
A pesquisa mostra também as “razões de voto do eleitor no 2º turno”, que mostram que apenas 10% dos eleitores de Jair Bolsonaro votarão para impedir o vitória de Haddad enquanto 84% querem Bolsonaro porque acham que o candidato é a melhor opção, enquanto 6% optaram por não responder.
O instituto entrevistou, por meio de telefones fixos e móveis, 2.000 eleitores com idade a partir de 16 anos, nos 26 estados e no Distrito Federal entre os dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-07950/2018.

domingo, 14 de outubro de 2018

Haddad: “Nunca vou negar meu vínculo com Lula”

Em entrevista ao site El País, Fernando Haddad reafirmou a sua posição de poste do presidiário.

Questionado sobre o papel que Lula teria em seu eventual governo, Haddad respondeu:

“O presidente Lula, na minha opinião, foi o maior presidente da história do país. Neste sentido, a opinião dele importa pra mim (…).

Qual o problema de consultar pessoas que têm experiência? Eu nunca vou negar o meu vínculo com o presidente Lula. Eu estou nessa eleição a convite dele. Não vou ficar iludindo o eleitor de que eu não tenho vínculo com o Lula. Eu tenho. Fui ministro dele. Vou ouvi-lo quando eu achar conveniente”.

A bolha petista

O PT não sabe como reverter os votos para Fernando Haddad.

Diz Guilherme Amado, em O Globo:

“A avaliação é que, fora os petistas e simpatizantes, ninguém quer abrir os ouvidos para as mensagens da campanha de Haddad”.

Haddad acena a FHC

Fernando Haddad fez neste domingo um aceno a Fernando Henrique Cardoso.

“Existe um muro que separa FHC de [Jair] Bolsonaro. De mim, é uma porta”, disse o petista, em referência à entrevista publicada no Estadão.

Na entrevista, FHC pondera que enquanto há uma ‘porta’ para Haddad, Bolsonaro tem um ‘muro’.

'O Terrorismo do Presidiário'

"O Terrorismo do Presidiário", com Silvio Matos.
Texto de Márcio Augusto Costa

Assista:

Esta ditadura não vai dar certo

Vejam só: temos um candidato a ditador que se submeteu ao voto popular; um ditador que quer o governo central com menos poderes — descentralizando o poder de decisão política para os estados e municípios (federalismo); bem como deixar a menor quantidade possível de dinheiro em Brasília para que esses recursos fiquem nos estados e municípios onde foram arrecadados; um ditador que quer permitir que o cidadão — se assim desejar e se for capacitado para isso — possa ter uma arma de fogo que, em tese, pode até ser empregada contra o Estado e suas forças de segurança — pregando assim um equilíbrio de forças entre o Estado e o cidadão.
Um ditador que quer isentar de imposto de renda quem ganha até 5 salários mínimos, reduzindo a alíquota de quem paga hoje 27,5% para apenas 20%. Um ditador que quer privatizar estatais e extinguir tantas outras para que políticos de seu governo não possam ocupá-las para arrecadar dinheiro para o regime e para o partido, diminuindo assim, novamente, o poder do Estado e seu poder de arrecadação ilícita de recursos.
Como pode um regime autoritário abrir mão de tanto dinheiro e de tanta concentração de poder? Isso seria determinante para financiar e fortalecer o regime autoritário, como pode abrir mão de tudo isso?
Esse ditador quer combater a ditadura venezuelana e quer isolar outras ditaduras outrora apoiadas financeira e politicamente pelo PT, como na América Latina, Africa e Oriente Médio. Mais uma vez, não faz sentido uma ditadura não se aliar às outras.
Esse ditador que se compromete diariamente em não regular a imprensa ou as redes sociais. Único candidato que diz isso dia e noite. Como pode este tirano permitir que a imprensa e as pessoas falem tudo o que bem entenderem sem antes submeterem-se ao crivo do departamento de censura do regime?
Esse ditador lunático não quer tirar o poder de investigação do Ministério Público. Uai, e vai deixar que este órgão continue promovendo investigações de maneira autônoma correndo o risco de identificar, investigar e prender membros de seu próprio governo caso se envolvam em atos ilícitos? Esse ditador não quer acabar com o STF e nem mudar seu nome e suas atribuições. Ele é um ditador que quer a Lava Jato forte e autônoma.
Como assim?
O ditador que quer acabar com toma lá dá cá, quer acabar com a venda de MPs e com loteamento de cargos. Um ditador que exige que haja competência técnica em seu gabinete ministerial e não nomes decorrentes de alianças e conversas às escuras. Como assim não vai criar uma grande máquina de acordos e trocas de favores?
Um ditador que defende reformas profundas que darão fôlego financeiro aos cidadãos e às empresas. Um ditador que vai desregular a economia e promover o livre comércio – repito: LIVRE – com o mundo todo? Isso não parece coisa de ditadura nacionalista.
Um ditador que quer reduzir o número de ministérios para cerca de 10 pastas, diminuindo ainda mais o poder de controle do regime sobre a população. O ditador que se preocupa com o número assustador de inocentes sendo assassinados diariamente pelo país enquanto bandidos seguem livres e protegidos por uma máquina criminosa de amparo aos criminosos, também conhecidos por “vítimas da sociedade”.
Não vai dar certo. Ponto.
Não sei se vocês perceberam, mas essa ditadura não vai se sustentar por muito tempo e vai acabar se transformando rapidamente em uma democracia plena em que o ditador deverá satisfações ao povo e não o contrário, em que o povo terá liberdade de se expressar, liberdade para empreender, liberdade para usufruir da livre concorrência e livre mercado. As pessoas vão acabar sendo autônomas e donas de seu próprio destino. Livres para serem o que bem entenderem, sem que o Estado diga para elas como cada passo deverá ser dado em suas próprias vidas.
“Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado.”. Esta frase – um mantra fascista proferido por seu fundador Benito Mussolini – não parece comungar com essa tal ditadura que Bolsonaro pretende implantar, não é mesmo?
E agora? Como fica?

artigo de Guilherme L. Campos, Jornalista, conservador, analista político 
Conexão Política conteúdo.

Política não é lugar para crianças mimadas

Logo nos primeiros dias após a votação do primeiro turno das eleições presidenciais de 2018, vários relatos de violência de natureza “político-partidária”, alguns dignos de roteiro nacional de filmes de fantasia infanto-juvenil da década de 80, vieram a público, reverberados pelas redes sociais e pela grande mídia.
Como eu aqui sigo minha vidinha simples e não ganho nada especulando a autoria desses crimes, só torço, contudo, para que alguém seja responsabilizado e punido, seja agressor ou falso agredido.
O ponto que quero abordar é que enquanto os jovens que tentam se engajar politicamente, não buscarem entender o Mundo em que vivem antes de querer mudá-lo, vão sempre ser reconhecido como eternas crianças mimadas que não aceitam que “não” é “NÃO”.
Política não é lugar para crianças mimadas e o Brasil finalmente começa a entender isso.
Espernear, fazer cena, rasgar a roupa, acusar o coleguinha de ter batido em você ou gritar “é gópi” são apenas cenas protagonizadas por moleques desesperados por atenção, em busca de causar confusão e desordem.
Isso não vai garantir 19 milhões de votos para o seu candidato e, se funcionasse, o Lindbergh Farias teria sido reeleito Senador pelo Rio de Janeiro. Não foi.

texto Neilson Faria, no Conexão Política.