quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Benedita chorou por Lula, fez promessas, convocou para o Natal, mas ceou no Rio

A deputada federal Benedita da Silva faz jus ao título de “blefe do ano”.
É, de fato, uma exímia blefadora, sem igual, incomparável, registra o Jornal da Cidade.
Talvez, os anos de convivência com o marido Antônio Pitanga e com a enteada, Camila Pitanga, a tenham transformado numa excelente atriz.
Benedita, inconsolável e envolta em lágrimas, na frente da Polícia Federal em Curitiba, local onde Lula está preso cumprindo sua pena pelo cometimento dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, gritou “Lula eu te amo” e lamentou sua prisão.
Na sequência convocou a militância para estar com Lula na ceia de Natal.
Na hora “H”, não apareceu, curtiu os festejos natalinos no Rio de Janeiro, e não deu qualquer satisfação.

Gleisi, Haddad, Rosário e Lindbergh, as reveladoras ausências na ceia de Lula

O Natal com Lula pode ser descrito como um retumbante fracasso.
Na realidade, a cada manifestação que realiza, o PT percebe o quanto perdeu a capacidade de mobilização.
Porém, no tal “Natal com Lula” quatro ausências foram sintomáticas.
Gleisi Hoffmann, a presidente do partido; Fernando Haddad, o poste do presidiário; Maria do Rosário, que não apareceu e divulgou um vídeo anunciando sua ida a uma outra ceia, certamente farta e em local confortável; e Lindbergh Farias, sempre eloquente na defesa de teses insanas, mas que, derrotado pelas urnas, arrefeceu o seu ânimo.
Essas quatro ausências simbolizam claramente o fracasso do projeto criminoso e o abandono do apedeuta, diz o Jornal da Cidade.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Natal “cumpanhero”

Natal “cumpanhero”, “popular” e “progressista”, preocupado com o emprego e renda dos pobres é assim: sentada em assento de primeira classe, bebendo champanhe, em voo a caminho dos Estados Unidos, este país historicamente descomprometido com as “lutas de classe”, inimigo do socialismo redentor das classes operárias e pátria do capital explorador dos proletários trabalhadores.
Natal possível graças ao golpe baixo, rasteiro mesmo, dado na Constituição da República pelo “cumpanhero” ministro Lewandowski que – ignorante da gramática portuguesa (ou apenas se fingindo ignorante, o que é menos provável) – interpretou à moda petista o parágrafo único do Art. 52 da Constituição Federal, permitindo que Dilma, cassada, mantivesse todos os direitos políticos, inclusive o de voltar a ocupar cargos públicos. Isto eu já expliquei em artigo publicado no Jornal da Cidade Online:
“Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:
Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, COM inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis.” (O destaque é meu)
Veja-se bem o que diz a Constituição: “perda do cargo COM inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública...”
“Com”, no caso deste parágrafo único, é conjunção subordinativa aditiva, como reconheceria qualquer bom aluno do ensino médio. Conjunção porque relaciona o que vem antes dela com o vem depois. Subordinativa porque subordina o que vem depois dela (“inabilitação, por oito anos, ...”) com o que vem antes (“perda do cargo”). Aditiva porque soma o que vem depois (“inabilitação por oito anos...”) com o que vem antes (“perda do cargo”).
Como já disse, qualquer bom aluno do ensino médio é capaz de fazer esta simples análise gramatical. Não parece ser o caso do ministro do STF, Ricardo Lewandowski, na presidência do Senado. Se soubesse fazer esta singela análise gramatical, não deveria ter permitido a aberração, perante a Constituição da República, do impeachment de Dilma sem a inabilitação imposta pelo parágrafo único do Art. 52, acima transcrito.
De qualquer forma, sabendo ou não, cometeu, no modesto entender deste engenheiro, crime de PREVARICAÇÃO para favorecer a “cumpanhera” Dilma. Lewandowski ocupava, na época, a presidência do Senado exatamente para impedir que agressões como esta à Constituição fossem perpetradas pelos senadores. Ele próprio cometeu a aberração que por dever de ofício deveria ter evitado. E ficou tudo por isso mesmo, até hoje.”
Voltando aos atuais dias natalinos: Dilma, o único exemplar conhecido da espécie ‘mulher sapiens’, sentada em poltrona de primeira classe (daquelas que se transformam em cama confortável para longas viagens), tomando champanhe, deveria estar, após alguns goles, cantarolando baixinho:
“Lewando é bom ‘cumpanhero’, Lewando é petista batuta ...”

Texto por José J. de Espíndola, Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.
(Jornal da Cidade conteúdo)

Michelle faz homenagem à magistrada que desbancou Lula

A futura primeira-dama Michelle Bolsonaro fez uma justa homenagem à juíza Gabriela Hardt, substituta do ex-juiz Sérgio Moro nos processos da Operação Lava Jato.
Na manhã desta quarta-feira (26) ao deixar a ilha de Marambaia, onde passou o Natal ao lado do presidente eleito, Jair Bolsonaro, Michelle usava uma camisa com os dizeres da magistrada que foram fundamentais para detonar a empáfia do ex-presidente Lula no interrogatório sobre o sítio de Atibaia.
“Se começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema.”

Michelle vai fazer a diferença...

Queiroz aparece e explica movimentação atípica (Veja o Vídeo)

Fabrício Queiroz finalmente apareceu e deu suas explicações a respeito das tais movimentações atípicas identificadas pelo COAF.
A entrevista foi concedida ao SBT. É a primeira desde que o assunto veio a tona.
"Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro, compro, revendo, compro, revendo, compro carro, revendo carro... Sempre fui assim, gosto muito de comprar carro de seguradora, na minha época lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia, tenho uma segurança", declarou na entrevista.
Veja o vídeo:


(Com Jornal da Cidade conteúdo)

CARLOS ALBERTO DE NÓBREGA TIRA O CHAPÉU PARA BOLSONARO E VIRALIZA NAS REDES SOCIAIS

O quadro “Pra quem você tira o chapéu”, do programa Raul Gil, no SBT, viralizou nas redes sociais com a participação de Carlos Alberto de Nóbrega.
O apresentador, observando que “os bandidos estão assustados”, tirou o chapéu para o presidente eleito Jair Bolsonaro.
Carlos Alberto pediu que os brasileiro sejam ‘patriotas’ e avaliou a equipe que está sendo escolhida por Bolsonaro como “maravilhosa, espetacular”.
Sobre a presença de um grande número de militares em postos chaves do novo governo, o apresentador também considerou como algo extremamente positivo.
“(...) Eles são patriotas, eles são educados para lutar pelo Brasil”.

Posse de Bolsonaro sofre alteração de última hora e shows são cancelados

O dia 1º de janeiro será histórico. O presidente eleito Jair Bolsonaro assume a presidência da República de forma oficial neste dia e Brasília deve receber uma grande festa. Em meio a alegria, uma das principais preocupações é com a segurança do presidente e das centenas de milhares de pessoas que vão para a capital do país acompanhar este momento.

Por tudo que envolve esta cerimônia de posse, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) resolveu cancelar os shows que estavam marcados para acontecer no dia da posse.

A organização do evento está sendo feita pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e pela deputada federal eleita pelo PSL, Joice Hasselmann.

As duas conversaram com o general Moreno, chefe do GSI, e foram orientadas a cancelar os shows do cantor Eduardo Costa e da dupla Zezé de Camargo e Luciano.

Os três artistas foram alguns dos que declaram apoio aberto a Jair Bolsonaro na última eleição.

De acordo com o GSI, havia risco com a segurança das 500 mil pessoas que são esperadas na capital federal. Michelle e Joice foram orientadas sobre os riscos de seguir com a ideia de realizar shows no dia da posse de Bolsonaro.

O evento terá um dos maiores esquemas de seguranças já vistos em uma posse presidencial desde a redemocratização. A preocupação excessiva faz todo sentido por ser Bolsonaro o novo presidente.

Durante ato da campanha presidencial, no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora, o então candidato à Presidência da República foi vítima de um atentado. Adélio Bispo de Oliveira desferiu um golpe de faca na barriga de Bolsonaro.

fonte: blastingnews

SEM PIEDADE, BOLSONARO DÁ PRESENTE DE NATAL AMARGO À GLOBO

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, passou um ano complicado, porém de felicidades. Ele venceu as eleições, mas foi vítima de uma facada. No campo da comunicação, Bolsonaro teve oponentes importantes, em especial a Rede Globo de Televisão. Enquanto Record e SBT mostraram certo apoio ao político, a Globo disse estar neutra, publica o site 1news.
Segundo a publicação, algumas figuras da Globo, como a apresentadora Fernanda Lima, criaram verdadeiras turbulências com o eleitorado do político. Apoiador de Jair, o cantor Eduardo Costa também atacou a apresentadora, que ainda não sabe se o seu programa, o ‘Amor & Sexo’, vai ou não voltar ao ar.
Nesta terça-feira, 25 de dezembro, o mundo comemora o Natal, mas ao que tudo indica o presente da Globo e de outros veículos de comunicação terá um 2019 bem amargo. Isso porque o político já indicou que não vai facilitar na divisão da verba para grupos de comunicação.
O capitão reformado do Exército afirma que terá uma comunicação direta com a população, por meio das redes digitais, sem o intermédio da velha mídia.
Bolsonaro terá, no primeiro ano de governo, cerca de R$ 150 milhões para gastar em propaganda, equivalente a 16% do valor que dispunha Dilma Rousseff (PT) quando assumiu.
Ele afirmou ainda que a divisão dessa verba não será mais como ocorria antigamente. Grandes grupos de comunicação podem ficar de fora. No caso da Globo, os prejuízos podem ser fortes no esporte. Empresas públicas, como a Caixa Econômica Federal, patrocinam o futebol da Globo.
Com as negativas de Bolsonaro, esse pode ter sido o último ano da Globo com o apoio de verba federal em seus intervalos comerciais. 

Lava Toga sob risco por falta de advogado

A anunciada delação de Sérgio Cabral Filho, repercutida por diversos veículos de comunicação, onde se cogitou a possibilidade de o ex-governador delatar juízes, ministros do STJ e membros do Ministério Público do Rio de Janeiro, desandou e pode não sair.
Assim que decidiu delatar, Cabral perdeu o advogado que vinha lhe acompanhando durante todo o transcorrer de seus inúmeros processos criminais. Rodrigo Rocca, alegando ser manifestamente contrário ao instituto da delação premiada, deixou a causa.
O advogado João Bernardo Kappen assumiu o caso com o objetivo de conduzir a negociação.
Entretanto, Kappen, bem mais cedo do que se poderia imaginar, também desistiu da empreitada.
Sem explicar os motivos, o causídico não irá mais patrocinar a ação e tampouco negociar a delação de togados.
Faltou coragem ???
texto por Amanda Acosta, articulista e repórter 
(Jornal da Cidade conteúdo)

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Sobre quotas acadêmicas e dívida social: a irresponsabilidade e a demagogia

Sem dúvidas, pelos padrões éticos atuais, a escravatura é uma monstruosidade.
Mas nem sempre foi considerada assim. Abraão, o patriarca das religiões judaica, cristã e muçulmana, teve muitos servos. A mulher de Abraão, Sarai (depois Sara), quando já em idade imprópria para procriar - e sem mais crer na promessa de Deus de que daria, com o marido, uma grande geração -, cedeu a Abraão sua serva egípcia, Hagar, para que com ela ele tivesse muitos filhos. Teve um, Ismael, pai da nação árabe. Isaac, filho de Abraão com Sara, após o nascimento de Ismael, também teve muitos servos. Aliás este era o costume, e servos faziam parte da riqueza da descendência de Abraão, somando-se aos animais, terras e moedas.
Vê-se que a escravidão é coisa antiga e, naquele passado remoto, vista com naturalidade até pelo Deus de Abraão. Os gregos, que inventaram a democracia (demos + kratia, povo + poder), praticavam a escravidão. E não só estrangeiros eram escravizados. Por exemplo, os efebos serviam aos heróis olímpicos dos quatorze aos dezoito anos. Estes não tinham escolha. Eram entregues aos heróis olímpicos para servi-los, não raro pelos próprios pais (as mulheres eram consideradas sujas, impuras e, como tais, imprestáveis para satisfazer um herói olímpico!). Não era isto também uma forma de escravidão?
Os romanos fizeram escravos a rodo e de várias origens. Entre eles, alguns gregos.
A escravidão existia naturalmente entre os africanos, antes mesmo de eles serem negociados, como mercadoria ordinária, para terras americanas. Pretos africanos eram feitos escravos por pretos africanos, da mesma tribo ou de outras, e vendidos como tais.
Na realidade, os brancos não faziam escravos na África, ou faziam poucos: compravam-nos, que isto era mais fácil e seguro. Compravam negros presos e escravizados por outros negros. Não lembro isto para livrar a pele dos brancos europeus ou americanos. Certamente que comprar seres humanos escravizados e mantê-los escravos é, pelos padrões éticos atuais, uma monstruosidade. Mas isto mostra, mais uma vez, que não é correto fazer a dicotomia entre o pobre e injustiçado negro, de um lado, e o branco diabólico, de outro. Não existem santos nesta suja e trágica história.
Há um conto do francês Prosper Mérimée (1803-1870), muito a propósito dessa triste prática. Descreve as aventuras e desventuras de um respeitável chefe africano, Tamango, cujo grande negócio era precisamente caçar, prender e escravizar africanos e vendê-los, como mercadoria qualquer, a mercadores europeus e americanos. A escravidão na África ainda persiste hoje, de forma explícita, ou disfarçada. Ou não será escravidão o sequestro de meninos inocentes para lutarem em guerras fratricidas, estúpidas e sem sentido, a não ser para os interesses de algum monstro ditatorial?
Vista sob o contexto histórico, a tal “cobrança” da divida social da escravatura é absurda, hipócrita, tão difusa é sua responsabilidade. Fica muito difícil cobrar alguma coisa de alguém. Parece que ao fim e ao cabo, somos todos credores e devedores. Se, de um lado, brancos compraram pretos escravizados por outros pretos, de outro, ao fim da escravatura nas Américas, foi-lhes dado uma linguagem escrita (que não tinham na África) e a oportunidade de competirem no mercado de trabalho e no ingresso às universidades. Barak Obama é o caso mais emblemático desta história.
Parece justo alegar que os pretos não foram devidamente preparados para esta competição por aqueles que lhes outorgaram a liberdade. Mas isto é uma questão basicamente de política social de governo e não uma questão acadêmica. À universidade impõem-se os objetivos, estabelecidos desde a Idade Média, em Bologna, que são: gerar conhecimentos, preservar e sistematizar os conhecimentos gerados, difundir e aplicar os conhecimentos. Universidade é para isso! Só para isso! O resto é papo furado a serviço de ideologias da esquerda demagógica, ignorante, jurássica.
Para bem cumprir aqueles objetivos acima enunciados, a universidade precisa de bons professores pesquisadores, de administradores acadêmicos competentes, apolíticos, com mérito reconhecido.
Precisa de infraestrutura material, laboratorial e normativa rigorosa em favor da qualidade acadêmica, bem como de uma massa de alunos preparada e competente para poder entender e assimilar os conhecimentos, que se expandem continuamente e se tornam cada dia mais complexos. Essa massa de alunos precisa ter preparo intelectual adequado para digerir os cada vez mais complexos conhecimentos difundidos e ser capaz de aplica-los para o bem da sociedade - aí sim, entra o lado social da universidade - e alarga-los. E isto não se consegue deixando que alunos entrem na universidade pela porta dos fundos, uma linha de clivagem para jovens despreparados para a tarefa acima descrita, caracterizada por cotas raciais permissivas, absurdas, antiacadêmicas, antissociais e imorais.
É voz corrente, no Reino Unido, que a grande qualidade e reputação de universidades como as de Cambridge e Oxford se devem, em boa parte, à elevada qualidade intelectual dos seus alunos ingressos, tanto quanto a de seu corpo docente e laboratórios, estes dois últimos, de resto, não superiores ao de algumas outras instituições acadêmicas britânicas menos notórias. Por que é assim? Porque, sendo muito antigas e tendo um passado brilhante, a elevada reputação dessas universidades atrai os mais preparados alunos, que se submetem a um escrutínio mais rigoroso do que o usual em outras instituições universitárias, para nela entrarem. E isto gera um círculo virtuoso, que mantém a elevada e histórica reputação de Cambridge e Oxford.
Já nestas plagas tropicais, nossos ‘entendidos’ em educação (e como os temos, por Júpiter!) forçam um caminho inverso ao que historicamente seguiram as melhores instituições acadêmicas do mundo, que fatalmente descambará na redução da qualidade do ensino e, no longo prazo, na diminuição da quantidade e qualidade do conhecimento gerado.
Impõem à universidade o preço de um problema político e social gerado pela incompetência e desídia de sucessivos governos - desde a abolição da escravatura até agora -, sejam governos federais, estaduais ou municipais.
Preço político e social que a universidade só poderá pagar com o rebaixamento de seus padrões de qualidade. A imposição deste preço à universidade só é boa para governos incompetentes e demagógicos, que assim fingem uma preocupação social para com um problema que jamais tiveram e não têm. Mas assim fingindo, dão a desavisados a impressão de que a têm. Para a universidade, esta política governamental farsesca será, no longo prazo, um desastre.
Esta questão da divida social e seu pagamento por vias absurdas, como cotas raciais nas universidades, guarda semelhança com aquela outra, a da invasão e ocupação de terras alheias, como as que ocorreram no continente europeu e americano. Levada ao pé da letra a questão das dívidas históricas e sociais, a justiça se fará apenas quando os anglos e os saxões deixarem o território da velha ilha britânica, abandonando-a aos descendentes diretos dos celtas. Ou quando os descendentes de portugueses voltarem a Portugal, os de espanhóis à Espanha, os de ingleses, irlandeses, italianos, poloneses e outros abandonarem a América e o Canadá e voltarem para os países de seus antepassados. O que se quer dizer com isso é que remexer a História antiga, no afã de “fazer justiça” e reaver o status quo ante, pode ser estupidez, supina burrice ou pura demagogia.
Quando essa cobrança é feita em moeda que avilta o conceito histórico e universal de universidade (com a entrada de alunos despreparados pela porta do fundo), então atingimos o paroxismo do estapafúrdio, do irresponsável e da demagogia.
texto de José J. de Espíndola, Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.
( publicado originalmente no Jornal da Cidade)

Novos tempos: Policiais que exterminaram assaltantes são homenageados em sessão solene

Efeito Bolsonaro. 
Em dois dias, a Brigada Militar do Rio Grande do Sul matou dez bandidos, todos eles assaltantes de banco, envolvidos num duplo assalto, nos dias 3 e 4 de dezembro, que aterrorizou a pequena cidade de Ibiraiaras, localizada na região norte do estado, com cerca de 8 mil habitantes, registra o Jornal da Cidade.
O povo reconheceu de imediato a corajosa atuação dos policiais, saudados como verdadeiros heróis.
Na última quinta-feira (19), o reconhecimento oficial da sociedade, através da Câmara de Vereadores de Passo Fundo (RS), cidade sede do 3º Batalhão de Operações Especiais (3º BOE), que homenageou a atuação dos policiais no combate a criminalidade, especialmente a memorável atuação mencionada.
Na prática do crime, os bandidos obrigaram reféns a formarem um cordão humano para que pudessem empreender fuga.
O detalhe revoltante é o de que todos os bandidos participantes da atividade criminosa tinham antecedentes graves e deveriam estar presos, cumprindo pena, mas estavam soltos em função dos inaceitáveis recursos proporcionados pela nossa Justiça.
Estão de parabéns os vereadores pela iniciativa.

No Natal, em Curitiba, militantes estampam placa associando Lula a Jesus Cristo

Sem limites a insanidade dos incautos militantes.
Causa asco a maledicência e a falta de respeito às pessoas de bem, aos cristãos e a sociedade.
Neste dia 24 de dezembro, na porta do xilindró onde o corrupto e lavador de dinheiro cumpre pena por um dos inúmeros crimes que cometeu, a placa infame: “Jesus lutou por nós. Lula também”.
O meliante petista, por sua vez, mandou uma carta que foi lida durante a esdrúxula manifestação.
Lula também lembrou do sofrimento de Jesus Cristo.
"Neste natal, não poderei estar fisicamente junto de minha família, dos meus filhos e netos. Mas não estou sozinho. Estou com vocês da Vigília, que tem sido minha família. E com todos aqueles e aquelas que vieram passar o natal junto de vocês"
"Sigamos fortes, o ódio pode estar na moda. Mas não temam, nem se impressionem com estas pessoas posando de valentões.
O tempo deles vai passar, e a verdadeira mensagem de Jesus, um marceneiro que foi perseguido pelos vendilhões do templo, pelos soldados e pelos promotores dos poderosos vai continuar a ecoar em cada natal uma mensagem de amor, fraternidade e esperança.
A luta por um mundo melhor continua. Feliz Natal, abraços do Lula"
Pura canalhice!
texto por Amanda Acosta, articulista e repórter.
(via Jornal da Cidade)

De Joana d'Arc a João de Deus, mistérios que nunca serão explicados

Não foram quatro semanas, nem quatro meses, muito menos quatro anos. Foram 40 anos de atuação em Abadiânia e fora dela, curando doenças e realizando cirurgias. Ou se não tanto, indicando o caminho para a cura. E milhares e milhões de pessoas enfermas, vindas até do exterior, foram até ele.
Ele, o João de Deus, hoje preso no cárcere, sem processo e sem condenação, enquanto o outro, o médico Abedelmashi, um ano (75) menos idoso que o médium goiano, condenado definitivamente a quase 300 anos de prisão por estuprar mais de 50 pacientes, cumpre prisão domiciliar em sua luxuosa mansão de dois andares em São Paulo. Há algo errado. Mas a questão aqui não é jurídica, não é penal. É metafísica. É transcendental. É paranormal.
Dizem os biógrafos que Franz Liszt, quando compôs, as 12 peças para piano que ele próprio depois batizou com o nome "Estudos Transcendentais" (tão difíceis que nunca consegui tocá-los minimamente bem e por isso de todos desisti), Liszt entrava em transe. E assim (em transe) perdurou até terminá-los. Depois, ele próprio teria reconhecido que a obra não foi fruto da sua genialidade e da sua agilidade no teclado. Era metafísica. Transcendia seu intelecto, sua criatividade, sua inspiração. Vinha de cima. Vinha dos céus.
Como é misteriosa a vida humana. E nossas mentes não foram feitas, criadas e jamais aptas a desvendar o mistério. Nunca, Em tempo algum, por mais que a ciência progrida.
Parece que o dom está no Espírito e não na natureza humana, que erra, que rouba, que destrói, que arruína. Que peca. Assim explica Allan Kardec. Respeitemos, pois.
"Seus quadros a óleo sobre tela são fenomenais, são sublimes e nada devem a Rembrandt, a Picasso...você fala fluentemente 8 idiomas e no entanto assalta bancos. Por que?".
E Lúcio Flávio me respondeu:
"Frente à tela, com tinta, pincel na mão e quando converso em outros idiomas não sou eu e não sei quem sou. Mas quando assalto, sou eu mesmo. Isso é agonizante".
Foi num rápido diálogo entre nós, quando Lucio foi levado a mim por Kátia Lucia Villar Lyrio, sua irmã, de quem dela era advogado.
Diante da resposta, me calei. E passei a compreender e admirar aquele talentoso homem-bandido, de belo porte, olhos verdes e que um dia, ao ser preso e extorquido, disse ao policial Mariel Mariscott, a quem recusou ser corrompido e entregar o dinheiro cobrado para não ser preso:
"Quando você me ver (sic), corra e me prenda e quando eu ver (sic) você eu fujo para não ser preso, porque bandido é bandido, polícia é polícia", frase que ficou famosa e até hoje é repetida no jargão da polícia do Rio, apesar dos pesares.
Século XV. A heroína nasceu em 6 de janeiro de 1412 no vilarejo de Domrémy-la-Pucelle, no vale da Meuse, entre as províncias de Champanhe e Lorena. A pequena filha do casal de camponeses, Jacques d'Arc e Isabelle Romée nasceu predestinada a libertar a França do jugo inglês que durou mais de 100 anos (1337-1453).
Aos 13 de idade era "viva e alegre, mas não menos séria e reflexiva", como relatam os biógrafos. Foi quando começou a ter visões de anjos e santos e ouvir vozes, sobretudo de São Miguel, da Virgem Maria e de Santa Catarina que a exortavam a libertar o Rei Carlos VII e, consequentemente, a França.
E Joana d'Arc, à frente de um exército de soldados, liberta a França na noite de 7 para 8 de maio de 1429, quando triunfa sobre os ingleses. E quando Carlos VII é coroado em 17 de julho de 1429 rei da França, Joana dá sua missão por cumprida. Mas a Donzela (la Pucelle, em francês), sofreu a ingratidão de Carlos VII. Vendida aos ingleses, Henrique VI, soberano inglês, entregou a heroína à jurisdição do bispo de Beauvais e Joana D'Arc foi condenada a ser queimada viva. E assim foi.
Somente 25 anos depois de seu assassinato é que sua mãe conseguiu que Joana fosse "reabilitada" pelo papa Calisto III e em 1920 é que a heroína foi canonizada por Bento XV e hoje é considerada, junto com Nossa Senhora de Lourdes e Santa Teresa de Lisieux, padroeira da França.
Chega-se à conclusão de que o mal sempre existiu na espécie humana, em maior ou menor intensidade, numa ou noutra circunstância e ocasiões.
A propósito: nesta véspera de Natal as tvs exibiram o vídeo feito em Marambaia (RJ), em que Jair Bolsonaro, sorrindo, brinca com um segurança seu, e finge enfiar um facão de grande lâmina na barriga do homem, que acha engraçado e ri também.
Qual a graça? A facada virou piada? Mas é assim mesmo. É da própria natureza humana. É corpóreo. É físico. É tosco. É turvo. É imbecil e burro. É transitório: tem início, meio e fim.
Mas qual a explicação que pode ser dada ao mistério de Joana? Certamente que sua vida somente pode ser lida no plano dos acontecimentos místicos, transcendentais, ainda mais na Idade Média (e para toda a eternidade), tanto quanto hodiernamente, seja com a história de João de Deus ou de Lúcio Flávio, aqui mencionadas.

texto por Jorge Béja, advogado no Rio de Janeiro e especialista em Responsabilidade Civil, Pública e Privada (UFRJ e Universidade de Paris, Sorbonne). Membro Efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB)
(via Jornal da Cidade)

Juiz nega “saidinha” a Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretendia deixar a prisão nesta terça-feira (25) para comparecer ao velório do advogado e ex-deputado federal Sigmaringa Seixas.
Para tanto, Lula alegou relação intima de amizade com o falecido, “há mais de 30 anos”.
O juiz plantonista precisou de pouco mais de uma hora para decidir sobre o pedido do petista.
O magistrado Vicente de Paulo Ataíde Júnior indeferiu peremptoriamente a pretensão.
Na decisão ele assinalou que o motivo alegado pela defesa não é suficiente para permitir a saída. O artigo 120 da Lei de Execução Penal garante o direito para condenados que cumprem pena em regime fechado, caso de Lula, apenas em caso de "falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão".
De qualquer forma, a negativa confirma a má fama dos advogados do ex-presidente, contumazes na prática de pleito ilegais.
texto por Otto Dantas, articulista e repórter 
(via Jornal da Cidade)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

POR QUE MARCO AURÉLIO MELLO FEZ O QUE FEZ?

Sei que essa é a resposta premiada do fim de ano e não tenho a pretensão de arrematar o troféu. Tratarei apenas de demonstrar que as razões enunciadas pelo ministro em suas alegações para decidir fazem parte do conjunto das respostas erradas.
No texto da espantosa decisão ele afirma:
“Tempos estranhos os vivenciados nesta sofrida República! Que cada qual faça a sua parte, com desassombro, com pureza d’alma, segundo ciência e consciência possuídas, presente a busca da segurança jurídica. Esta pressupõe a supremacia não de maioria eventual – conforme a composição do tribunal –, mas da Constituição Federal, que a todos, indistintamente, submete, inclusive o Supremo, seu guarda maior”.
E, mais adiante:
“Em época de crise, impõe-se observar princípios, impõe-se a resistência democrática, a resistência republicana. Fixadas tais balizas, tem-se a necessidade de nova análise do tema em processo objetivo, com efeitos vinculantes e eficácia geral, preenchendo o vazio jurisdicional produzido pela demora em levar-se a julgamento definitivo as ações declaratórias de constitucionalidade, há muito devidamente aparelhadas e liberadas para inclusão na pauta dirigida do Pleno”.
Os tempos estranhos a que se refere Marco Aurélio Mello são produto da impunidade, do compadrio, da corrupção, da bandidolatria e do democídio, do soberano e lucrativo crime organizado, do livre agir de bandidos cujos processos habilitam-se ao Alzheimer dos idosos, ou seja, à anistia da prescrição. O ministro fala que “cada qual faça a sua parte”, como se não integrasse um colegiado. Exige segurança jurídica para, num suposto ato de vontade pessoal, contanto que ausentes algumas características em cada condenado, soltar até 166 mil bandidos cumprindo pena nos presídios brasileiros e na carceragem da Polícia Federal de Curitiba. Desqualifica, por ser eventual (como se, nas sociedades livres, houvesse maioria permanente), a decisão colegiada que manteve a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Assume-se, contra toda divergência, como leitor intérprete e aplicador perfeito da Constituição. Afirma que em épocas de crise impõe-se a resistência democrática, a resistência republicana, aparentemente esquecido de que em qualquer colegiado, 6 x 5 define resultado democrático e republicano, e que, se ouvidos, se consultados, se cheirados, 99 em cada 100 democratas desta república anseiam pela manutenção do entendimento definido pelo STF. Com sua calamitosa decisão, viveram, todos, momentos de pavor que os manterão alertas até o dia 10 de abril, quando na agenda de Toffoli, o tema retornará ao plenário da Corte. Não é apenas ao ministro e sua toga que alcança o direito de resistência republicana, mormente quando a realidade é expulsa do recinto e a sensibilidade não encontra lugar nos poderes de Estado.
Aliás. suponhamos que na “assentada” do dia 10 de abril, o colegiado delibere, por maioria de 6x5, pelo fim da possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. No dia seguinte, já em 11 de abril, se tivessem serventia os tais princípios e critérios de Marco Aurélio Mello, qualquer dos cinco colegas vencidos na votação, poderia repetir seu ato tresloucado e manter presos todos os criminosos, para serviço do tão desconsiderado bem comum.
O ministro Marco Aurélio Mello é uma pessoa inteligente. Não foi pelos motivos dados que ele fez o que fez, como fez, em hora canônica, à véspera do recesso. Seu discurso não fica em pé. As frases que redigiu falam contra seu próprio ato. Então, certamente, suas razões foram outras. A patrociná-las, fossem quais tenham sido, a conhecida vaidade do ministro, uma espécie de mãe coruja de si mesmo.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário e escritor.

Bolsonaro e a roupa suja

Ontem, a assessoria de Jair Bolsonaro divulgou fotos do presidente eleito lavando e estendendo roupas, em Marambaia.

Até blogs do PT divulgaram a foto.

Há muita roupa suja a ser lavada, Bolsonaro.

Reportagem sem-vergonha de ex-executiva da Abril culpa Veja que enfrentou a Orcrim pela decadência da editora

Uma das centenas de ex-executivos da Abril que passaram anos ganhando gordos salários sem fazer nada de relevante publicou uma reportagem sobre a decadência da editora para a revista Piauí, cujo dono é herdeiro de um dos bancos credores da Abril, publica O Antagonista.

Segundo a publicação, a ex-executiva ouviu o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, notório antro petista-cutista.

Eles disseram que “parte da crise é global e impactou a imprensa do mundo inteiro. Outra parte deve-se ao fato de a Abril ter perdido o contato com a pluralidade de opiniões e se afastado da diversidade que caracteriza população brasileira”.

A ex-executiva da Abril também ouviu de um ex-diretor da “Superinteressante” o seguinte: “A editora esqueceu de que precisava falar com todo mundo. Embarcou na canoa furada de ter um projeto político e usar suas capas para fazer campanha de ataque a reputações. A ironia é que, quando percebeu e tentou mudar de rumo, foi vítima de suas próprias  criações (…) A direita irracional, cultivada pela Veja, passou a acusá-la de petismo, e abandonou-o também”.

A Veja nunca teve tantos leitores como no anos em que enfrentou praticamente sozinha a organização criminosa comandada por Lula. A Veja nunca faturou tanto como nos anos em que enfrentou praticamente sozinha a organização criminosa comandada por Lula. A Abril, igualmente, nunca faturou tanto, embalada pela credibilidade da Veja.  Ao final, o julgamento do mensalão e a Lava Jato provaram que a revista acertou.

Culpar a Veja dessa época pela decadência da Abril é uma mentira descarada de petistas. É como se a revista estivesse errada quando vendia um milhão e duzentos mil exemplares e ganhava dinheiro — e certa quanto perdeu leitores e receita. A Veja da primeira década dos anos 2000 apenas não se rendeu à chantagem dos governos do PT, que em retaliação à independência da revista retiraram a propaganda governamental de todas as publicações da editora, o que chateou vários dos então executivos da Abril que viviam às custas da Veja — mas que perderam a boquinha estatal suplementar que lhes ajudava a mascarar a própria incompetência editorial.

A ex-executiva da Abril que viveu às custas da Veja e o ex-diretor da Superinteressante que viveu às custas da Veja deveriam ter vergonha da sua desonestidade. Mas essa gente não sabe o que é ter vergonha.

Nem vale citar o nome deles. O que importa é mostrar a falsidade da narrativa, diz ainda O Antagonista.

Regulamentações sem retorno ao cidadão serão revogadas rapidamente, diz Jair Bolsonaro

Nesta segunda-feira (24), o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que regulamentações “que só servem para arrecadação e entraves de desenvolvimento, sem nenhum retorno prático ao cidadão” serão revogadas rapidamente em seu governo, publica o Conexão Política.
Uma das principais promessas de sua campanha foi de “desregulamentar e desburocratizar” a economia.
Pelo Twitter, Bolsonaro publicou:
“Inúmeras regulamentações em todos os setores que só servem para arrecadação e entraves de desenvolvimento, sem nenhum retorno prático ao cidadão, irão ser revogadas rapidamente em meu governo. Menos interferência do estado significa melhores condições de vida ao brasileiro.”

Eduardo Bolsonaro diz que a avaliação de risco da posse de Bolsonaro é a maior da história

O filho do presidente eleito e deputado federal mais votado por São Paulo, Eduardo Bolsonaro, comentou nesta segunda-feira (24) sobre o esquema de segurança para a cerimônia de posse de Jair Bolsonaro, registra o site Conexão Política. 
No Twitter, Eduardo publicou que “a segurança para a posse de Jair Bolsonaro é inédita pois certamente a sua avaliação de risco é a maior da história”.
O deputado também atribuiu tal risco “ao fato de um psolista ter esfaqueado” Jair Bolsonaro ainda na campanha eleitoral.
“A segurança para a posse de Jair Bolsonaro é inédita pois certamente a sua avaliação de risco é a maior da história. Isso se deve ao fato de um psolista ter esfaqueado o presidente durante a campanha eleitoral.”
 Na tarde deste domingo (23) foi realizado o primeiro ensaio para a posse, utilizando o veículo tradicionalmente utilizado no percurso pela Esplanada dos Ministérios, o Rolls Royce. 

Ainda não há decisão sobre se Bolsonaro desfilará no carro aberto, por questões de segurança.