domingo, 6 de janeiro de 2019

“Bolsonaro é o segundo Oswaldo Aranha”

Yossi Shelley, embaixador de Israel no Brasil, comparou Jair Bolsonaro ao diplomata brasileiro Oswaldo Aranha.

Em 1947, Aranha presidiu a sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas que levou à criação do Estado de Israel.

“O nome de Oswaldo Aranha foi significante para a criação do Estado de Israel. Agora Jair Bolsonaro é um segundo Oswaldo Aranha porque ele faz uma coisa incrível: é mudar a história”, disse o embaixador à EBC.

“Ele vai receber as honras de um rei. Eu prometo isso. Vou estar ao lado dele e vou segurar a mão dele. Amo o Brasil. Amo o povo de Israel.”

6 mil exonerados em Minas


Segundo o Diário Oficial de Minas Gerais, 6 mil servidores comissionados foram exonerados de uma só vez pelo governador Romeu Zema, publica a Crusoé.

Entretanto, o governador Zema começou a reconduzir neste sábado dezenas de comissionados exonerados, relata o Estado de Minas.


De acordo com o Diário Oficial do estado, pelo menos 80 pessoas voltaram aos seus cargos em oito órgãos públicos.

Mulher de Pimentel perde cargo no governo Zema

A ex-primeira dama Carolina Pimentel, mulher de Fernando Pimentel, foi dispensada neste sábado do cargo de presidente do Servas (Serviço Social Autônomo), órgão que cuida de projetos sociais de Minas Gerais, relata o Estado de Minas.

O cargo, como lembra o jornal, não era remunerado.

Mais de 5 mil exonerados em Goiás

O governador Ronaldo Caiado exonerou 5552 servidores comissionados da administração direta e autárquica de Goiás, registra O Antagonista.

A redução do volume de cargos comissionados é de 20%, conforme determinação do governador.

3,7 mil servidores exonerados

Levantamento do Correio Braziliense com base no Diário Oficial da União mostra que já se aproxima de 4 mil o número de servidores exonerados e dispensados desde o dia 1º de janeiro.

Até a última sexta-feira, 3,7 mil funcionários tiveram de deixar a Esplanada dos Ministérios.

A ordem do governo Jair Bolsonaro é diminuir os cargos comissionados, principalmente aqueles que foram criados na época dos governos petistas.

Bolsonaro foi eleito para destruir o PT, diz Lula

Em conversa que teve com Gleisi Hoffmann e Dilma Rousseff na semana passada, Lula fez a avaliação de que Jair Bolsonaro foi eleito para destruir o PT.

Diz a Folha:

“Às duas aliadas, Lula também disse acreditar que Bolsonaro vai endurecer o discurso de combate à corrupção na política e de criminalização da esquerda para ‘preencher o vazio’ de sua gestão, caso não consiga avançar na pauta econômica nos primeiros meses.”

sábado, 5 de janeiro de 2019

O pente-fino de Bolsonaro na publicidade governamental

Jair Bolsonaro já iniciou o pente-fino na publicidade governamental.

Diz o Estadão:

“A Secretaria de Comunicação Social da Presidência disparou um ofício nesta sexta-feira, 4, para as assessorias de imprensa dos ministérios. Nele, pede que preencham uma planilha com informações sobre os contratos de publicidade.

São solicitados, por exemplo, dados sobre o objeto específico das contratações, a empresa prestadora de serviço, a data de assinatura e a vigência do acerto, principais produtos entregues, além do valor e de quantas prorrogações ainda podem ser feitas.”

Como registramos ontem, Jair Bolsonaro também divulgou no Twitter economia de R$ 1,4 milhão ao lançar a nova identidade visual do governo pelas redes sociais, em vez dos “canais tradicionais de TV”.

Embaixada vandalizada

A Embaixada do Brasil em Berlim, localizada na região central da capital alemã, amanheceu neste sábado vandalizada.

“Lutaremos contra o ‘fascismo’ no Brasil”, diz uma das pichações.

 




fonte: O Antagonista

O SOCIALISMO E OS QUE FINGEM DESCONHECÊ-LO.

Nada mais clássico. A dissimulação está para a estratégia da esquerda assim como a caneta Mont Blanc está para a assinatura de cheques de grande valor e o relógio Louis Mont Meteoris está para marcar os minutos mais rentáveis do planeta. Para a esquerda, alcança nível artístico o dizer que não está fazendo aquilo que faz sob as vistas de todos, enquanto faz. Nada mais clássico, portanto, que a tentativa do jornalismo militante em desacreditar o presidente Bolsonaro e vários de seus ministros quando se referem ao socialismo. Lançam ao ar perguntas de um cinismo revoltante: “Socialismo? Onde? Como? Quando? Que espécie de inimigo externo é esse?”. E, falsamente, dissimulam um sorriso irônico. Há que ser artista treinado para falsificar uma dissimulação que pretende ocultar outra. Dissimulação de segundo grau.
Visto objetivamente, o fenômeno descrito não pode ser qualificado como uma não visão, ou não leitura da realidade. É evidência, isto sim, de que estes jornalistas sequer leem a si mesmos, ou de que não entendem o que escrevem. Em outras palavras: desconhecem o espaço que sabidamente ocupam e se desnortearam quanto à localização desse espaço. O que diz o jornalismo militante a respeito do socialismo parece vir de correspondentes olhando o Brasil de longe. Nunca participaram de um evento político de esquerda. Não leram os programas do PT, PSOL, PCdoB, partidos mais influentes na universidade brasileira. Não sabem do que trata nem o imenso estrago que fazem a teologia da libertação e a teologia da missão integral. Desconhecem a natureza das disputas em tantos conselhos federais de profissões regulamentadas. Não tomaram conhecimento do amor quase carnal da esquerda brasileira pelos regimes comunistas aqui na volta e mundo afora. Ignoram o trabalho de doutrinação levado a cabo no meio acadêmico, notadamente nas universidades públicas, onde o dinheiro do contribuinte é usado, pela autonomia universitária, para difundir o pensamento marxista. E, partindo daí, levado a todo o sistema de ensino.
Afinal, o que esses profissionais realmente conhecem? Que diabo de jornalismo fazem? Do que entendem? Qual o saber que pode ser alcançado por quem tropeça no óbvio e se queixa do caminho? Tais dúvidas se instalam no público quando sabe que, na universidade brasileira, a literatura marxista domina a bibliografia e, pela ocultação de toda divergência, busca tornar hegemônica no Brasil sua visão de pessoa humana, de sociedade, de história, de economia, de política, de religião e de Estado.
A universidade brasileira, se alguém falasse por ela, deveria emitir uma nota de repúdio a esses profissionais de imprensa. Como podem negar os serviços que ela, universidade, com tanto empenho, presta à difusão do marxismo no Brasil?
Se Marx é o filósofo mais influente, a essência do marxismo está no Manifesto Comunista, “o livro mais perverso que já foi escrito”, como afirmou alguém. Se há pontos de destino aos quais o marxismo não conduz, eles são, a saber, o capitalismo, a democracia liberal e os valores tradicionais. Sua bússola, suas velas, seu leme e seus remadores conduzem ao socialismo ou ao comunismo. E é nesse sentido que intensamente trabalham, em proporções escandalosas, o mundo acadêmico, a grande mídia e as forças políticas derrotadas nestas últimas eleições.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, pensador e escritor 

NOSSAS CRIANÇAS E O FIM DA TIRANIA IDEOLÓGICA!

“Pela primeira vez, o Brasil irá priorizar a educação básica, que realmente transforma o presente e faz o futuro dos nossos filhos”. 
(Presidente Jair Bolsonaro, em discurso, logo após receber a faixa presidencial).
 Se você prestou atenção aos dois pronunciamentos do presidente Bolsonaro neste 1º de janeiro, deve ter percebido que acabaram os melindres. Durante longo tempo, o “politicamente correto” e a retórica evasiva foram usados pelos nossos governos para esconder suas intenções. Com a posse de Bolsonaro, já em seus dois discursos, junto com o combate frontal à inversão de valores, ao marxismo cultural e à ideologização das crianças, entram para a linguagem do governo temas como a defesa da família, dos valores tradicionais, da segurança das pessoas de bem, do direito de propriedade e do direito de defesa. O novo presidente não está preocupado com os chiliques dos devotos do “santo” na carceragem de Curitiba. Bolsonaro não falou para extrair um “Bien sûr!” do Le Monde, nem um “This is the guy!” do The New York Times. Ele falou ao Brasil real, que nos últimos anos percebeu lhe haverem roubado tudo. A exemplo desses gatunos que levam até os parafusos da placa de bronze no monumento da praça, lhe escavaram e surrupiaram os fundamentos do amor próprio.
Entre os destroços do naufrágio nacional, num cenário em que, por tantos anos, imperavam as bandeiras vermelhas, foram tombando, sem resistência, os bastiões da família, da fé, da ordem, dos valores morais. O que sobrou a esse povo que já sonhava com o exílio? O que lhe restou como sinal visível de unidade? Quanta poesia na resposta a essa pergunta, queridos leitores! Restaram ao povo, que a eles se agarrou, o verde e o amarelo da bandeira, cores que se agitaram como símbolos da indispensável retomada do Brasil pelos brasileiros! “Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha!” reiterou Bolsonaro, ao encerrar seu discurso de posse com o dito que encheu as ruas nos últimos anos.
Não é admirável? O povo brasileiro foi fragmentado pela cizânia e sovado na lamúria. Foi apartado e reclassificado em tantos troços, fatias e pedaços quanto se possa fracionar uma sociedade nacional. Depois, foi diligentemente treinado ao autodesprezo, a envergonhar-se – crime cotidiano cometido em tantas salas de aula do país! –, mas acabou encontrando nas cores do símbolo pátrio seu fator de reunificação. Os maus brasileiros não conseguiram sumir com a bandeira, para a qual convergem valores, idioma, fé, tradição, história; e mais os pais da pátria e os ancestrais de cada um de nós.

As urnas consagraram a reunificação dos que não se entregaram à tragédia anunciada. Imagino quantos professores de História surtaram durante a tarde deste dia 1º de janeiro. A ditadura do politicamente correto desabou. Num país onde, há décadas, o marxismo foi a única crença, a única fé tolerada no espaço público, Bolsonaro fez seis referências a Deus no primeiro discurso e sete no segundo. Ah, é demais? Demais é ver Haddad e Manuela na fila da comunhão.
Foi pensando nestas coisas que eu ouvi do presidente a frase sobre a educação básica, destacada em epígrafe. Era natural essa prioridade se desejasse “colocar os interesses dos brasileiros em primeiro lugar”. De fato, se há injustiça gritando estridente nos indicadores sociais brasileiros é a praticada pelo poder público ao proporcionar a pior educação aos jovens que deveriam receber a melhor. Refiro-me ao que acontece, especialmente, na periferia das nossas cidades. Ali, em meio a desajustes de toda ordem, se concentram as famílias de baixa renda e, não raro, até a merenda escolar é roubada. Esse arremedo de Educação (abençoe Deus as exceções e seus dedicados gestores e professores!) entrega à vida, ou à sequencia de estudos, alunos para quem uma simples adição vira enigma, uma frase de três linhas, esconde mistérios de compreensão e uma regra de três desaba sem jamais ser armada. Mas a formação para a cidadania... Ah! Nela se prepara o “agente transformador” por excelência, na verdade membro graduado da infeliz geração nem-nem (que não trabalha e não estuda) e que, na falta disso, bate no professor e reverencia o traficante.
Para cada cotista gerado ao arrepio do mérito e do legítimo direito alheio, discípulos de Paulo Freire promovem, em sala de aula, o genocídio das potencialidades naturais. Transformam em problema aqueles com quem deveria estar a esperança. Despejam nas ruas da vida real, a cada fim de ano, centenas de milhares de estudantes despreparados para tudo “porque mão-de-obra é que não haverão de ser”, conforme muitos desses militantes políticos travestidos de educadores já me afirmaram com orgulho e jactância.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, pensador e escritor

É HORA DE FAZER ACONTECER, BOTAR O BLOCO NA RUA!

Na década de 70, quando morava, trabalhava, estudava e dava aulas de Finanças e Controle Orçamentário na PUC de São Paulo, conheci, na FGV, o professor Raimar Richers, um dos primeiros especialistas em Marketing no Brasil, que desenvolveu o -MODELO DOS 4 As-, o qual pode ser aplicado, não só no marketing mas em todas as áreas do setor privado e do setor público. 

COMO UMA LUVA
Como o Brasil está iniciando um novo governo comprometido com mudanças pontuais que visam tirar o Brasil do atraso monumental, que, por força e determinação de SOCIALISTAS DA GEMA levou, literalmente, a nossa economia à lona, este -MODELO DOS 4 As- cai como uma luva como instrumento de recuperação.  

OS QUATRO As
O primeiro -A- é de ANÁLISE, qual seja o DIAGNÓSTICO e/ou identificação das CAUSAS a serem atacadas, o que no caso do nosso pobre -Brasil- existe em abundância. 
O segundo -A- é de ADAPTAÇÃO. Uma vez concluída a ANÁLISE dos PROBLEMAS e/ou CAUSAS, é preciso encontrar e ajustar as formas capazes de elevar a probabilidade de acertos. 
O terceiro -A- é  de ATIVAÇÃO, qual seja, depois de ADAPTAR as formas é a hora de FAZER ACONTECER. Em outras palavras é botar o BLOCO NA RUA.
O quarto -A- é de AVALIAÇÃO, ou auditoria do processo. Os resultados colhidos na AVALIAÇÃO geram um importante ciclo, que propõe a RE-ANÁLISE, RE-ADAPTAÇÃO, RE-ATIVAÇÃO e RE-AVALIAÇÃO.

FAZER ACONTECER
Estou pra lá de convencido, da mesma forma como o ministro Paulo Guedes, de que a ANÁLISE, ou DIAGNÓSTICO, já é mais do que conhecida, escancarada e provada. Da mesma forma também a ADAPTAÇÃO, que está brutalmente estampada em forma de fantásticos e inquestionáveis ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS. 

O BRASIL NÃO PODE ESPERAR
Cumpridas as duas primeiras tarefas do MODELO de Raimar Richers, não há porque protelar a ATIVAÇÃO. Embora com um atraso monumental, com este novo governo o Brasil agora só precisa, mais do que nunca , -FAZER ACONTECER-, ou -BOTAR O BLOCO NA RUA-. Esperar mais é pecado mortal!

autor: Gilberto Simões Pires, escritor e pensador

Ex-Interpol no ministério de Moro

Ex-coordenador-geral da Interpol no Brasil, o delegado Jorge Pontes foi nomeado como diretor de Ensino e Estatística da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça.

Pontes foi adido da Polícia Federal em Paris e tem formação na Academia Nacional do FBI em Virgínia, informa O Antagonista.

“O PT tentou levar o país para o socialismo”

O general Augusto Heleno, em sua entrevista à GloboNews, disse que Jair Bolsonaro livrou o Brasil de uma “grande calamidade”, registra O Antagonista.

Leia o comentário de Merval Pereira:

“Quando Bolsonaro fala em ‘livrar o país do socialismo’, não está falando à toa. Ecoa um sentimento arraigado nas Forças Armadas de que o PT tentou levar o país para o socialismo, num esquema regional montado pelo Foro de São Paulo, agrupamento de esquerda coordenado por Lula e Fidel Castro que chegou a ter quase o monopólio político dos governos da América Latina.

Essa desconfiança em relação ao PT se deve a fatos concretos. A então presidente Dilma chegou a consultar as Forças Armadas sobre a decretação do estado de emergência para evitar a votação de seu impeachment, e foi rechaçada.

Consumada a derrota política, uma análise do Diretório Nacional do PT lamentou que o partido tenha sido descuidado  na reforma do Estado, citando, entre outras ações, a não interferência nos currículos das academias militares.”

E também:

“A possibilidade de Lula, através de uma manobra jurídica, poder disputar a eleição presidencial mesmo depois de ter sido condenado em segunda instância inquietava os militares próximos ao General Villas Bôas. ”

Tudo isso já havia sido noticiado e dito pelo site O Antagonista, mas vale a pena repetir.

O inglês de Mourão

O general Hamilton Mourão se reuniu ontem, no Planalto, com embaixadores da Bélgica e da Holanda — foram os primeiros embaixadores a serem recebidos pelo vice-presidente.

Também participaram do encontro os deputados eleitos do Novo Marcel van Hattem (que é filho de holandês), Alexis Fonteyne (filho de belgas) e Tiago Mitraud (que já morou na Bélgica).

Na reunião, registra O Antagonista, Mourão aceitou organizar uma reunião com todos os embaixadores de países da União Europeia para “estreitar relações”.

O bom inglês do vice chamou a atenção dos embaixadores.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Bolsonaro x Guedes

A reforma da Previdência foi motivo de embate entre Jair Bolsonaro e Paulo Guedes já na primeira reunião ministerial do governo, ocorrida ontem.

Bolsonaro disse que espera uma proposta “mais realista”, com chances de aprovação na Câmara. Guedes rebateu e defendeu uma “reforma de verdade ou reforma nenhuma”.

O ministro explicou que faria na próxima semana uma apresentação detalhada com a exposição de motivos.

Mas Bolsonaro optou por fazer sua própria exposição ao SBT, tirando da cartola números que não fazem sentido para a equipe econômica.

A declaração do presidente em rede nacional provocou fortes discussões entre ministros e secretários ao longo da madrugada.

Hoje pela manhã, o time se reuniu novamente. A orientação é não expor a divergência para evitar que Bolsonaro se torne inflexível.

Por Cláudio Dantas
O Antagonista

Onyx diz que outros ministérios vão demitir comissionados

Em entrevista à imprensa, Onyx Lorenzoni informou que não só a Casa Civil, mas todos os demais ministérios vão dispensar comissionados contratados nos governos petistas.

“Estamos tendo a coragem de fazer o que talvez tenha faltado ao governo que terminou no dia 31, de logo no início ir limpando a casa. Porque é o único jeito da gente poder tocar com as nossas ideias e conceitos e fazer aquilo que a sociedade brasileira decidiu por maioria: dar um basta nas ideias socialistas e nas ideias comunistas, que por 30 anos nos levaram nesse caos que vivemos hoje”

Ontem, o ministro anunciou a demissão de mais de 300 na Casa Civil. A ideia é também rever as nomeações em centenas de conselhos criados nos últimos governos.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Se não der certo, os generais voltarão

Segundo Nelson Rodrigues, “há um momento, na vida dos povos, em que o país tem de ser anunciado, promovido e profetizado”. Ao escrever esta frase, o genial escritor não imaginava como seria anunciar, promover e profetizar o Brasil depois de quinze anos de governo petista.
Para um partido que pregava o socialismo como um sistema de organização de sociedade que substituiria o capitalismo e controlaria a produção e a distribuição dos bens de forma igualitária e cooperativa, fica difícil entender a radical mudança para um sistema cuja ideologia foi a corrupção como meio de financiar seu projeto de poder.
E o pior é que a blindagem dos envolvidos não foi apenas para os seus filiados e dirigentes, mas sim para todos os políticos, pois, só assim, poder-se-ia evitar oposição. A CPI da Petrobrás demonstrou isso.
Depois de longos debates previamente ensaiados e dirigidos para a plateia, a conclusão dessa comissão sobre o propinoduto que sangrou a estatal foi no sentido de poupar todos os políticos e parlamentares envolvidos.
A única CPI que pelo menos deu em algo foi a dos Fundos de Pensão. Nesta conseguiu-se provar a participação de João Vaccari Neto e do ex-chefe da Casa Civil de Lula, José Dirceu (ambos condenados na Operação Lava Jato), no esquema.
De acordo com o deputado Efraim Filho (DEM-PB), o modus operandi usado nos escândalos do mensalão e do petróleo foi repetido nos recursos destinados a aposentados e pensionistas, de maneira que “o que a gente identifica é que há uma máquina de corrupção do PT para financiar um projeto de poder”.
Ao pipocar os escândalos, o ex-presidente Lula, em vez de condenar os métodos de atuação dos companheiros e de alguns dos membros de sua própria família no processo de enriquecimento ilícito, partiu para o ataque, acusando a oposição de golpe, principalmente quando percebeu que não havia outro caminho diante de tantas evidências e provas incontestáveis. O resultado foi a sua prisão e a sua total desmoralização perante a história.
Diante dessa calamidade, não havia outra saída senão derrotar o governo através de eleições, pois, do contrário, os militares poderiam atender ao apelo popular e tomar o poder pela força. E o autor da proeza foi justamente um deputado federal e capitão reformado do exército, que, captando os anseios populares por mais segurança, menos pobreza, contra a impunidade e a corrupção, montou uma plataforma política prometendo acabar com tudo isso e anunciando, promovendo e profetizando um novo Brasil. Com essas promessas, terminou sendo eleito com mais de 57 milhões de votos.
Para completar, sua vitória representou o triunfo de uma série de candidatos que, nas eleições estaduais, procuraram ligar seus nomes ao seu. Isso significa que o novo presidente está amparado não só por maciço respaldo popular, mas também pelo confortável suporte de uma quantidade apreciável de deputados, senadores e governadores.
O recado dado pela maioria dos eleitores foi claro e objetivo: o Brasil que saiu das urnas é outro; é um país sedento por autoridade, conservador, defensor da família e anticorrupção.
Mesmo assim, o candidato vitorioso sabe que uma grande parte dos que votaram nele o fizeram para não ter o PT no governo, o que significa que seu capital político não está vinculado necessariamente ao seu nome, mas sim ao antipetismo.
Realmente, a herança maldita deixada pelo PT não podia ser pior. A pobreza aumentou três vezes durante seu governo, enquanto a extrema pobreza aumentou 13 vezes, sendo que, na base da distribuição, esse aumento chegou a 33% por cento nos últimos três anos. Em números de pobres, o aumento foi de mais 6,3 milhões.
Diante dessa calamidade, fica difícil prever qual será o nosso futuro. A posse do novo presidente renovou as esperanças perdidas. Temos tudo para manter nossa democracia. Vamos torcer para que o novo governo dê certo, pois, do contrário, os generais - mesmo não querendo -, poderão atender ao apelo popular.

texto por Luiz Holanda, advogado e professor universitário
(publicado originalmente no Jornal da Cidade)

A Rede Globo e os sinais visíveis da derrocada de um gigante

Vídeo show sendo reformulado a cada semana;
Amor e sexo fora do ar;
Encontro com (eca) Fátima Bernardes fora do ar em alguns estados brasileiros;
Novelas dando traço em audiência;
Boicote à Malhação (até mesmo entre jovens);
Queda em audiência do Jornal Nacional;
Record e SBT liderando em audiência na transmissão da posse do presidente Jair Bolsonaro.
O povo acordou, finalmente! Percebeu a parcialidade e manipulação histórica de uma emissora esquerdista e disposta a destruir o que o país tem de melhor: seu povo, suas virtudes, seus valores.
Uma emissora que quer arrastar para o buraco pútrido onde vivem suas "estrelas" o que ainda nos resta de bom, disseminando a libertinagem, a vulgaridade, o sexo promíscuo, a violência, a rebeldia burra, a lavagem cerebral, a parcialidade comprometida com interesses espúrios.
Conseguimos ontem a primeira etapa rumo ao Brasil que queremos. Este Brasil que reconhece o esforço e a honestidade de um povo pobre, cansado de morrer em filas de hospitais, de estudar em escolas depredadas, com apostilas de orientação socialista que não formam cidadãos, mas pessoas com vida de gado, um povo marcado, um povo infeliz.
Um país com justiça para todos, incluindo a mulher pobre, guerreira, estuprada na saída do trabalho. Do homem que acorda antes do Sol nascer pra lutar por uma vida melhor e que perde a vida por um celular. Da criança violentada por alguém que diz ser um "enviado de Deus".
A justiça rápida e certeira que sempre funcionou para os colarinhos brancos está com os dias contados. A verdadeira justiça começou na "República de Curitiba", através de um homem que honrou seu juramento diante da espada da justiça. Com ele, o poder dos maus se enfraqueceu e a luz no fim do túnel, tão esquecida por nós, voltou a brilhar.
Liguei o rádio na CBN nacional, do Grupo Globo, e ouço TODOS os jornalistas criticando a posse do presidente. É visível a intenção de boicotar toda e qualquer ação do novo governo.
Chegaram a reclamar do excesso de segurança, que ameaçava, inclusive, a "liberdade de expressão", durante o evento de ontem. Esqueceram-se de que Jair Bolsonaro sofreu um atentado e quase morreu. A ameaça aqui, senhores, não é de segurança, mas do medo de ver as máscaras caírem. Mas o povo aprendeu a se informar e fazer valer a sua voz...esse povo está escrevendo uma nova história e ela não é escrita com tinta vermelha.
Que comece uma nova campanha virtual. Uma nova hashtag! Boicote à Rede Globo. Não às novelas, séries e telejornais, que têm como ÚNICO objetivo manter o povo cego, doente, dependente, enfraquecido moralmente. Nosso objetivo é sua queda de audiência e, com sorte, sua falência!
Chega de manipulação! Chega de depravação! Chega de vilania com máscara de bondade. Chega de violência contra a nossa inteligência.
Rede Globo, sua hora está chegando. Faço questão de ser uma das primeiras a começar esta campanha.
Contagem regressiva para o seu fim!
#globolixo
#fimdaredeglobo
(Texto de Sheila Maria Prates)

O notório avanço da democracia

Ministérios não mais usados como moeda de troca.
Tampouco como refúgio para criminosos, como Dilma o fez com o ex-presidente Lula. Antes, eram 40 pastas. Chegamos a ter uma para a Pesca, para hospedar o pescador de ilusões Marcelo Crivella.
Uma fala sincera do presidente, quase ingênua, aos parlamentares, chamando o Congresso para jogar junto numa época de reformas inescapáveis ao Brasil. De forma inédita, Bolsonaro terá as redes sociais como ferramenta justa de pressão. No país do Mensalão de Lula e Dirceu, que compraram parlamentares às sombras, é um avanço da democracia.
No país do Petrolão, cargos, até o momento, dados para pessoas com conhecimento de causa e sem toma-lá-dá-cá.
Algo que todos presidentes prometeram e jamais cumpriram.
No Brasil que o PT deu bilhões de reais do dinheiro público para ditaduras amigas do partido, vemos um aceno ao que o mundo tem de melhor - inclusive para os que de fato se preocupam com direitos de minorias: Estados Unidos da América e Israel. Precisamos ganhar dinheiro, mantendo, claro, nossos valores morais.
Por falar em moral, rompeu-se, com uma chantagem que deu errado, o acordo imoral que utilizava mão de obra escrava, os médicos cubanos, reféns do regime, que não tinham direito ao próprio salário. Dilma, a "honesta", foi quem canetou o absurdo.
Claro aceno solidário aos heróis das polícias de todo o país, que estão no front desta guerra não declarada, não assumida, até ontem. Eles precisam de nós. E recado aos bandidos: o efeito dissuasório é sempre bem-vindo. Achar homicídio, sequestro e estupro normais, é admitir que viramos bestas e perdemos o que temos de singular na natureza.
O reconhecimento para com o direito elementar à defesa da propriedade privada mais valiosa do mundo: a nossa vida. Depois de presidentes orgulhosos testemunhando e esmagando armas de fogo sob o rolo compressor de tratores. Avança, a democracia.
Percepção de prioridades: vamos deixar para falar de maconha quando todos os brasileiros tiverem saneamento, atenção ao nome, básico.
Haverá erros? Certamente. Mas depois de tantos psicopatas no poder, atualmente prefiro um erro bem intencionado, do que um acerto com más intenções, prática corriqueira nos últimos anos.
Agora é hora de torcer. E cobrar, claro. Fãs incondicionais são apenas para bandas de rock and roll. Os brasileiros, após anos de domínio cleptocrata, merecem o básico: voltar vivos para casa e ter um punhado de reais no bolso ao término de cada mês, e não nos cofres do governo.

texto por João Ferreira
publicado originalmente no Jornal da Cidade

SURDA SE EMOCIONA COM DISCURSO EM LIBRAS FEITO POR MICHELLE BOLSONARO

Veja a reação dessa surda durante o discurso da primeira dama em linguagem de sinais. 

Emocionante!!
Assista:

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

A diferença entre o presidente da elite e o presidente do povo (Veja o Vídeo)

Nada como um flagrante para elucidar as verdades e demonstrar quem é quem, registra o Jornal da Cidade.
Inquestionável que tanto Lula quanto Jair Bolsonaro são de origens humildes.
O petista no entanto sempre foi amante das benesses do poder, desde o início de sua militância sindical, quando fazia acordos com os patrões, em detrimento de seus colegas.
E Lula, uma vez no exercício do poder, sempre teve o comportamento tirano com os seus subordinados.
Jair Bolsonaro, por sua vez, foi estrategicamente pintado pela esquerda devassa como uma pessoa autoritária, machista, racista e por ai afora.
É a velha tática ensinada por Lenin:
“Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”
Nos vídeos abaixo, em dois flagrantes, o verdadeiro Lula e o verdadeiro Bolsonaro.
O metalúrgico que adorou pertencer a elite e agora está preso por ter roubado a nação e o capitão, um homem do povo, político na acepção da palavra, que venceu todas as artimanhas e pilantragens da esquerda e hoje governa o país.
Veja os vídeos:





texto de Otto Dantas, articulista e repórter


DISCURSOS VIBRANTES E COM MUITO CRÉDITO

FORTE EMOÇÃO
Ontem, na medida em que ouvia as -firmes palavras- ditas pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo seu vice, Hamilton Mourão, nos pronunciamentos de posse, me vi sacudido por uma forte emoção. Algo do tipo que me faz crer que muitas das boas promessas que ambos fizeram ao longo da vitoriosa campanha eleitoral e fora dela, estão perto de se transformar em realidade.
  
MISSÃO
A minha emoção cresceu de forma vibrante já no início do pronunciamento, quando, de forma humilde, Bolsonaro disse -alto e bom tom- que a partir de agora (ontem) o povo começou a se LIBERTAR DO SOCIALISMO, DA INVERSÃO DE VALORES, DO GIGANTISMO ESTATAL  E  DO POLITICAMENTE CORRETO . Show!

 
 
VIBRAÇÃO
Já bastante satisfeito com o que acabara de ouvir, Bolsonaro, como se tivesse o propósito aumentar a minha boa vibração, lascou, no mesmo tom firme de voz:  - que vai convocar os integrantes do Congresso a se unirem “na missão de RECONSTRUIR A PÁTRIA, LIBERTANDO-A DO CRIME, DA CORRUPÇÃO, DA SUBMISSÃO IDEOLÓGICA E DA IRRESPONSABILIDADE ECONÔMICA".

DEMOCRACIA
No item -DEMOCRACIA-, Jair Bolsonaro prometeu algo que os presidentes anteriores ignoraram. Afirmou que uma de suas prioridades é proteger e revigorar a democracia brasileira, trabalhando arduamente para que ela deixe de ser apenas uma promessa formal e distante e passe a ser um componente substancial e tangível da vida política brasileira, com o respeito ao Estado Democrático.

ECONOMIA
No que diz respeito a Economia, que não cresce por força do tamanho do Estado e dos pesados ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS, Bolsonaro voltou a defender o LIVRE MERCADO, A EFICIÊNCIA E A CONFIANÇA NO COMPROMISSO DE QUE O GOVERNO NÃO GASTARÁ MAIS DO QUE ARRECADA. Mais: deu GARANTIA DE QUE AS REGRAS, OS CONTRATOS E AS PROPRIEDADES SERÃO RESPEITADAS.
 
REFORMAS ESTRUTURANTES
Para tanto, Bolsonaro PROMETE, com os pés e mãos juntos, levar em frente, com o máximo de rapidez, as atrasadas REFORMAS ESTRUTURANTES que os governantes SOCIALISTAS deixaram de lado. Todas elas, sem a menor dúvida, capazes de transformar o cenário econômico abrindo novas oportunidades.

artigo de Gilberto Simões Pires
Publicado originalmente em Ponto Crítico.

LIMPEZA GERAL! Demissão de todos os Petistas e Esquerdistas é anunciada pelo Governo Bolsonaro ( VEJA O VÍDEO)

Todos os ocupantes de cargos em comissão na Casa Civil do Governo Federal serão demitidos nesta sexta-feira (3), registra o Jornal da Cidade.
A intenção é retirar da administração pública todos aqueles que tenham marca ideológica clara, explicou o ministro Onix Lorenzoni.
Na reunião ministerial marcada para amanhã, Onix vai sugerir que todos os demais ministros adotem a mesma atitude em seus respectivos ministérios.
É o que o presidente Jair Bolsonaro chamou na campanha de “despetização”.
De fato, a ‘limpeza’ é fundamental para oxigenar a máquina pública.
Veja o vídeo:


vídeo:Folha do Brasil

Michelle quebra todos os protocolos e muda a história

Elas passaram meses gritando "ele não", o chamaram de machista e o acusaram de calar a voz das mulheres.
Michelle Bolsonaro quebrou o protocolo de décadas, pois apenas uma mulher educada, informada, consciente, engajada e cidadã é capaz de mudar uma história.
Nossa primeira-dama falou pelas mãos, fez-se ouvir por todos aqueles que sempre foram ignorados por quem dizia defender as minorias. Michelle Bolsonaro honrou as mulheres discursando antes do presidente.
Jair Bolsonaro escolheu Michelle... e isso não me surpreende, pois são os semelhantes e não os opostos que se atraem. Não se trata de negar a voz às mulheres, mas saber a quem dar voz baseado em valores, ética, caráter, conhecimento, meritocracia. Para quem carrega estas virtudes, fica claro a posição do nosso novo presidente. Para as demais...a justiça, pois a cada um segundo suas obras, pois direitos caminham lado a lado com deveres.
Sr. Presidente, seu discurso inaugural nos enche de esperança, pois carrega com ele o "elas sim"...nos deixando claro que quando há qualidade e virtude sempre haverá espaço para nossas vozes. Obrigada por iniciar seu mandato com um gesto nobre de meritocracia.
Michelle Bolsonaro, a primeira mulher a falar antes de um presidente da república...na verdade conseguiu, através de sua proficiência em libras discursar simultaneamente com o presidente...pois cada gesto seu com as mãos carregava a qualidade de um presidente que sabe reconhecer a força de uma mulher.
Bem-vindos à nossa casa. É uma honra tê-los no comando do país
(Texto de Sheila Maria Prates)
(transcrito do Jornal da Cidade)