quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Faustão desce a lenha no "imbecil que está lá"

O apresentador Faustão desce a lenha no imbecil que está lá  e é destruído por Jovem em popular programa de rádio.

Assista:

O PT perderá pelas beiradas

O que eu entendo que está acontecendo?
Ao apoiar a candidatura do Rodrigo Maia, o PSL, leia-se governo, leia-se Bolsonaro, com os seus 52 deputados, empurra a turma da oposição para o ostracismo político.
Vamos falar a verdade: PT, PCdoB, Rede e PSOL estão isolados.
Eles juravam que teriam a galera da centro esquerda com ele e, a depender do Alckmin, e daquela abanada de rabo do FHC na reta final da eleição, até parte do PSDB.
Erraram feio. Tão lançando candidatura do Freixo, que será derrotadíssima.
Ao ignorarem a cerimônia de posse, estão dando mais um recado: "Vamos insistir nessa ideia de que a eleição não foi legítima". Só que isso só enforca a turma ainda mais.
Compactuaram: ninguém do PT dialoga com o governo; governadores, prefeitos, deputados e senadores.
Só que isso vai cair já no começo do ano. O Ceará precisa do governo; ele precisa dialogar com o Bolsonaro. O negócio está em chamas. Está estilo Bagdá.
Eu nunca pensei que diria isso, mas talvez esteja pior do que o Rio de Janeiro. Com uma diferença: no Rio a polícia confia plenamente no novo governador, ao passo que, no Ceará, nem a civil nem a militar reconhecem o Camilo Santana.
Já pensou se entram em greve de novo?
Em pouco tempo os líderes políticos do Nordeste terão que escolher.
Existe uma coisa que eu aprendi nesses 31 anos de vida: regionalmente, política é abanar o rabo pro governo central. É liberação de verba para investimento local em troca de voto.
Foi assim que o Renan Filho foi eleito em primeiríssimo turno; por ter conseguido um acordo belíssimo com Brasília, convertendo em investimentos para Alagoas.
O PT perderá pelas beiradas e, palmo a palmo, se desmontará. Sobrarão os ideólogos, a massa de manobra e os políticos desesperados, que se apoiarão nessas teses esdrúxulas enquanto morrem de medo da prisão que se aproxima.
Pouco a pouco o vermelho sumirá do nosso prisma político, humilhado e achincalhado pela força do crescimento dos nossos mercados, pela nossa capacidade em retomar as coisas e pela juventude do nosso mercado de trabalho.
E aí quem sabe, quem sabe mesmo, possamos enfim justificar o título de país do futuro.
(Texto de Ícaro de Carvalho)
fonte: Jornal da Cidade

“Militar é uma categoria muito marcante, de farda”

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, voltou a defender que os militares fiquem fora da reforma da Previdência.

Ele disse, segundo o Estadão:

“Militar é uma categoria muito marcante, de farda. Militares, policiais, agentes penitenciários, Judiciário, Legislativo, Ministério Público possuem características especiais, que têm de ser consideradas e discutidas.”

A nova AGU

O pente-fino de Jair Bolsonaro na AGU já deu o primeiro resultado positivo.

O novo ministro André Mendonça vai enviar parecer ao STF defendendo a prisão de condenados em segundo grau, diz o Estadão.

Com isso, ele anula o parecer de sua antecessora, Grace Mendonça, que tentava tirar da cadeia Lula e outros 169 mil criminosos.

A inimputabilidade de Bolsonaro

Apesar de todos os tiros no pé, Jair Bolsonaro continua inimputável.

Isso reflete, segundo Igor Gielow, a expectativa por uma virada na economia.

“É aqui que reside a maior força potencial de Bolsonaro, a possibilidade de fazer vingar alguma reforma previdenciária e outras medidas. Se fizer isso, a Bolsa vai ao céu, o dólar à terra, e o Jacques de Molay que habita o Itamaraty poderá conclamar uma cruzada contra Caracas que ninguém vai dar bola (…).

Parece reducionismo e é, mas a expectativa é tão alta que olhos se fecham.”

fonte: O Antagonista

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Extrema-Esquerda e o Caos

Ao observarmos atentamente o curso da história, veremos que a própria inviabilidade econômica intrínseca ao comunismo (já exaustivamente comprovada por Ludwig Von Mises e Eugen Böhm-Bawerk, dentre outros renomados economistas) invariavelmente conduz seus protagonistas a uma inexorável radicalização política. Tal radicalização é usualmente resultante dos inevitáveis conflitos originários do irremediável desarranjo econômico que sobrevêm ao comunismo, exemplificados pela máxima: “Casa onde não há pão, todos brigam, e ninguém tem razão”.
Vimos esse filme na União Soviética e na China, através do infame genocídio de suas populações sinistramente orquestrado pelo próprio regime; em Cuba, com as extensivas prisões e fuzilamentos de opositores e, mais recentemente, na Venezuela, através da intempestiva subtração de liberdades civis aos cidadãos, já devidamente martirizados pela miséria, pela fome e pela truculência homicida do aparato estatal de segurança.
No caso específico do Brasil, três fatores contribuíram, a meu ver, para o adiamento da radicalização que inevitavelmente acompanha regimes de extrema-esquerda, como foi o (des)governo do PT: (1) a interrupção do processo de dilapidação da economia nacional, já em sua fase terminal, causada em parte pelo advento da operação Lava Jato, em parte pelo impeachment da “estocadora de vento” e, por fim, pela recente sucessão presidencial, (2) o acometimento de uma certa “soberba” aos comissários petistas, um certo clima de “está tudo dominado”, que os fez procrastinar negligentemente suas ações mais extremas de desacato à ordem vigente, conservando os movimentos sociais sob rédeas curtas (e verbas fartas) durante seus desditosos governos e, (3) a displicente atuação da esquerda no campo legislativo, onde teve seus mais radicais projetos de controle social devidamente rechaçados pelo congresso, ao mesmo tempo em que, no executivo, sancionava leis moralizantes frontalmente contrárias a seus mais vitais interesses, tais como as da ficha-limpa e da delação premiada.
Não devemos nos iludir, entretanto, quanto ao potencial destrutivo de que ainda goza o grupo recém-destituído do poder no país, já que os próceres da extrema-esquerda (leia-se: PT, PSOL, PC do B e cia.) contam com vastas hostes de diligentes serviçais solidamente encastelados em instituições como a grande mídia, escolas, universidades, serviço público, estatais, fundos de pensão, procuradorias, tribunais, ONGs, sindicatos, movimentos sociais et caterva (além de cultivarem desde sempre seus mais que explícitos vínculos com o crime organizado do PCC, CV, FARCs e o escambau), sendo seu poder de causar danos à ordem social ainda bastante considerável, como se pode inferir dos desmandos ora vivenciados pelo estado do Ceará, coincidente e oportunamente deflagrados no raiar dos primeiros dias da recém-empossada administração federal, sob um governo estadual petista que — do nada, e contra toda a sua história de leniente subserviência à criminalidade (por eles tão carinhosamente alcunhada de “vítimas da sociedade”) — decidiu medir forças com o crime organizado acendendo o estopim de uma crise que até as pedras de Fortaleza sabem tratar-se da mais abjeta instrumentalização política.
Apeada do governo federal e vislumbrando um funesto porvir, conforme os desmandos cometidos durante seus 16 anos de poder ameaçam vir à tona, resta a uma acuada esquerda agora, à medida que o desespero lhe bate à porta, apelar tardiamente para a inevitável radicalização instaurando uma vez mais o caos no país, na vã esperança de que os militares possam vir a responder com o rigor que a gravidade da situação exige e que a debilitada esquerda tanto deseja, a fim de justificar o requentamento — pela enésima vez — de seu mais que mofado discurso do vitimismo e da “virtuosa” luta contra a ditadura militar.

texto por: Vicente Rondon, economista, professor, consultor e músico. Especialista e mestre em gestão de negócios, estudioso das teorias sobre liberalismo econômico e conservadorismo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

DIFÍCIL DE ENTENDER

Dizer que o Brasil é um País -sui generis- é como chover no molhado. Vejam, por exemplo, que enquanto o novo presidente da República começa a trabalhar no primeiro dia de janeiro, os deputados e senadores, eleitos no mesmo pleito de 2018, só iniciam os trabalhos (?) 30 dias depois, ou seja, no primeiro dia de fevereiro. Pode?
  
FÉRIAS ANTECIPADAS
Comparando, é como se alguém que depende de um motorista para poder se locomover e o mesmo só pode iniciar a sua jornada de trabalho um mês depois. Isto porque a lei determina que o -motorista- eleito só poderá exercer, de fato, a sua função após cumprir um período de férias (antecipadas) de 30 dias. 
100 DIAS
Ora, se vale a regra, ou o convencimento, de que os primeiros 100 dias de governo são os mais importantes e decisivos para quem assume o Poder Executivo, é preciso considerar que as absurdas férias -antecipadas- dos parlamentares, que impedem a tomada de decisões do Poder Legislativo, encurtam sobremaneira este tempo em 30 dias.
UTI
Como ninguém faz a contagem tomando por base que o governo só pode atuar por completo a partir de fevereiro, os tais 100 dias do governo ficam reduzidos a 70. A coisa funciona como se o Poder Legislativo não desse a mínima importância ao fato de que o nosso empobrecido Brasil se encontra na UTI e de lá só poderá sair vivo se várias e boas cirurgias forem rapidamente feitas.

REFORMAS
Pois, por incrível que possa parecer, no caso das REFORMAS que o Brasil precisa para poder respirar sem aparelhos, o cirurgião, com o diagnóstico na mão e pronto para operar não pode dar início à cirurgia porque o anestesista, o enfermeiro, o instrumentador cirúrgico, e outros mais, estão em pleno gozo de férias -ANTECIPADAS-.  Pode?
 
RECESSO PARLAMENTAR
Nem mesmo diante do quadro complicado e pré-fúnebre do Brasil, que custa mundos e fundos aos pagadores de impostos para continuar respirando por aparelhos, o Congresso Nacional não mostra a mínima vontade de querer mudar o art. 57 da Constituição (nada cidadã), que impõe 50 dias de recesso parlamentar. 
No meu entender poderia levar em consideração que nos anos em que os novos parlamentares tomam posse, esta realidade bem que poderia ser diferente, para poder ajudar a gestão do Executivo. 
Mas, como disse no início deste Editorial, o Brasil é um País -sui generis-.

texto por Gilberto Simões Pires, escritor e pensador

Faustão: o puxa-saco dos aloprados e capacho dos vagabundos

O patético e sem graça Fausto Silva resolveu partir para um ataque aberto, rasteiro e covarde contra o Presidente Jair Bolsonaro.
Tão ignorante é aquele que é pago para puxar o saco dos péssimos e desajustados artistas da Globo, dizendo que todo mundo é "grande", que não se deu conta de que não está mais falando de um candidato à Presidência ou de um Deputado Federal do baixo clero, e sim do mandatário do posto máximo da República, eleito por 58 milhões de eleitores.
Ali o Faustão chamou de "idiota" e "imbecil" a maioria da população brasileira, num claro desrespeito à vontade popular e a um processo democrático limpo, coisa que não víamos desde 2002.
Chamou a todos porque o Bolsonaro nos representa, e Bolsonaro é Presidente pela soma de todos nós.
O apresentador escroque foi capaz de chamar-nos de "imbecis" e "idiotas", mas não foi capaz de qualificar da mesma forma os que votaram em Haddad, em cujo currículo consta a perda de uma reeleição por incompetência e mais de 30 processos por corrupção, lavagem de dinheiro, desvio de dinheiro público, improbidade administrativa e todo um cabedal de crimes. O nosso não responde a nada.
O fez ecoando a voz de um exército de oportunistas que viviam como vampiros do dinheiro público, enquanto estavam pendurados no pescoço da Lei Rouanet. O fez pelo desespero de saber que Bolsonaro tornará transparente tudo o que a Globo utilizou dos recursos públicos, inclusive aquilo que pode ter sido captado via BNDES, O fez pelo medo do Brasil translúcido que começamos a ter.
Alguém já viu o Faustão se referindo como "imbecil" ou "em relação aos que trouxeram o caos econômico ao Brasil por causa de corrupção, e com isso geraram 14 milhões de desempregados, a quebra de empresas e a fama internacional do Brasil como país da corrupção: Não... Claro que não viu.
Sua desonestidade é tão grande e tão ridícula, que conseguiu dizer que o Bolsonaro está "destruindo" o país, mas o programa foi gravado em novembro, quando Bolsonaro sequer havia assumido a Presidência da República.
Porém jamais abriu a boca para falar dos três mandatos e meio do PT, que destruíram o país. Gente como o Faustão é o que há de pior no país, se é que se pode chamar alguém como o Faustão de "gente".
Faustão também ecoou a voz dos falsos intelectuais de esquerda - os jornalistas canalhas e falsos formadores de opinião que são capazes de atitudes reles como os ataques desferidos contra a Primeira Dama por seu discurso em Libras, ou contra a Ministra Damares, com a distorção de uma metáfora.
A Ministra falou de pedofilia, feminicídio e coisas tão graves, mas os esquerdopatas usaram como gatilho para a maledicência apenas um trecho de sua fala. Para os desonestos esquerdistas, qualquer combate nesses temas tem que partir deles, pois acham que tais causas são propriedades deles, para alimentar suas falsas causas. Faustão reverberou o pensamento comum da canalhice dessa raça.
Ninguém pode ser mais "idiota" e "imbecil" do que aquele que dá audiência ao Faustão ou se predispõe a fazer parte da plateia do seu programa.
Aliás pode... O próprio Faustão, um apresentador sem graça, é a síntese perfeita do quanto alguém pode chegar ao extremo da idiotice e da imbecilidade. Mas deve ganhar muito bem, pois tem que valer muito a pena para se submeter ao papel de puxa-saco de aloprados e capacho de vagabundos.
E como resposta, eu espero que o Bolsonaro não seja o "idiota" e "imbecil" que o Faustão falou, e passe a cobrar a dívida que a Globo tem com o Governo Federal, sob pena de perder aquilo que lhe é mais caro, que é a concessão.
Em tempo: O povo brasileiro, que pensa e que é decente o suficiente para não dar pontos no Ibope para a Globo, já espera por isso há muito tempo.
artigo de Marcelo Rates Quaranta, articulista 
(Jornal da Cidade conteúdo)

Itamaraty aposenta embaixador do “golpe”

O Itamaraty aposentou o diplomata Milton Rondó Filho, diz a Crusoé.

O aloprado ganhou notoriedade após disparar, na época do impeachment de Dilma Rousseff, telegramas para embaixadas e postos no exterior para alertar que um ‘golpe’ estava em curso no Brasil.

Os nomes da caixa preta

O Presidente Jair Bolsonaro prometeu mais uma vez abrir a caixa preta estatal:

“Com poucos dias de governo, não só a caixa preta do BNDES, mas de outros órgãos estão sendo levantados e serão divulgados.”

Ele deve divulgar com nome e sobrenome, além de denúncia para o TCU e a PF,publica O Antagonista.

Exclusivo: A nova reforma previdenciária

A equipe de Paulo Guedes já tem um plano para consertar o estrago feito por Jair Bolsonaro na reforma previdenciária, registra o site O Antagonista.

De acordo com uma fonte de O Antagonista, o governo vai compensar a idade mínima escolhida pelo presidente (62 anos para homens e 57 anos para mulheres) com a redução do período de transição de todos os trabalhadores — setores público e privado — para apenas 10 anos. A PEC de Michel Temer estabelecia 10 anos para o setor privado e 20 anos para os servidores públicos.

Diz a fonte:

“Desse modo, ao mesmo tempo em que produz manchetes mais simpáticas para a opinião pública e, portanto, mais palatáveis para o Congresso, o novo governo possibilitará maior economia para os cofres públicos, em menos tempo, o que vai agradar ao mercado. (Para o mercado, qualquer reforma que produza economia de 350 bilhões a 500 bilhões de reais nos próximos 10 anos será considerada um sucesso.)”

“O Estado foi criminoso quando desarmou o cidadão sem condições de desarmar o bandido”

O general Santos Cruz defendeu também a posse de armas em sua entrevista ao Valor:

“Isso não está relacionado só à segurança pública, mas a um princípio de legítima defesa de liberdade individual. Da sua liberdade de defender o seu patrimônio e sua vida. Se você for ver o Uruguai é um dos países com o maior índice de posse de arma e um dos menores índices de crime.

O Estado foi criminoso quando desarmou o cidadão sem condições de desarmar o bandido. O bandido que chega no sinaleiro assalta você e tem absoluta certeza de que no carro não tem ninguém armado. Você tem milhares e milhares de armas de guerra no Rio de Janeiro. Hoje o sujeito assalta um carro de pipoca no Rio com um fuzil. Ele atira em você com uma [Browning] ponto 50 que não tem blindagem que segure. O que fizeram agora tentando destruir ponte no Ceará é terrorismo. Você está destruindo um bem público por onde passam cidadãos que vão pegar ônibus pro trabalho. Tem que parar com besteirada de interpretação e colocar a lei em favor do cidadão e do policial.

Incendiar ônibus em qualquer lugar do mundo é terrorismo. Vai incendiar ônibus na França, na Inglaterra, para ver se não é terrorismo. Nós perdemos a noção baseados em falsas premissas. Uma coisa é você defender a dignidade do bandido no momento em que ele está sob a custódia do Estado ou prender o sujeito porque está armado sem autorização. Outra coisa é o cara com um fuzil na porta da favela.”

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

A ORDEM É LUTAR CONTRA O MAL MAIOR

Antes de tudo um esclarecimento: eu votaria mil vezes no Bolsonaro caso o outro candidato fosse socialista. Até porque nada de pior pode acontecer ao nosso empobrecido Brasil do que o retorno ao poder daqueles que plantaram e colheram safras intermináveis de magníficos ROMBOS nas contas públicas. Isto sem falar na grossa CORRUPÇÃO, que somada com uma brutal  INCOMPETÊNCIA virou marca registrada dos socialistas.   

MEDIDAS LIBERAIS 
Mesmo sabendo que só Paulo Guedes e sua equipe estão compromissados com medidas LIBERAIS, únicas realmente capazes de SOLUCIONAR os graves problemas que levaram o Brasil à míngua, com as quais comungo plenamente e prometo jamais me afastar um milímetro deste convencimento, ainda assim me proponho a lutar contra as FORÇAS COMUNISTAS, que tomaram conta das  nossas instituições, com apoio irrestrito de boa parte da mídia.  
 
MAL MAIOR
Entretanto, esta luta contra o MAL MAIOR, que sabidamente será intensa e levará  muito tempo para produzir bons e efetivos resultados, não admite o cometimento de erros bobos e/ou infantis, do tipo como vimos já no terceiro e quarto dia de governo, 03 e 04/01, logo depois que Bolsonaro fez a sua primeira reunião ministerial.

PIORA O QUE ESTÁ PÉSSIMO
Começando pela péssima entrevista que o presidente concedeu ao canal de televisão SBT, quando, simplesmente, meteu os pés pelas mãos ao falar da REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Nesta questão, que é, inquestionavelmente, o GRANDE PROBLEMA DO BRASIL, Bolsonaro defendeu uma proposta ridícula, que simplesmente PIORA o que já está PÉSSIMO. Um horror!

A ORDEM ERA CRIAR CONFUSÃO
Tudo leva a crer que alguns de seus ministros, tão logo tomaram conhecimento das bobagens ditas pelo seu líder, no SBT,  entenderam que a ordem presidencial era a de criar MUITA CONFUSÃO e POUCO OU NADA DE ESCLARECIMENTO À OPINIÃO PÚBLICA, que mais do que nunca não pode cair em frustração. 

MENTIDOS E DESMENTIDOS
Pois, na medida que, na sexta-feira passada, em que ouvia e assistia, atônito, a SÉRIE DE MENTIDOS E DESMENTIDOS, confesso que fui beliscado e/ou fustigado por uma ponta de frustração.  Por mais que entenda que o início de governo pode produzir situações incômodas, quando as bobagens extrapolam não posso ficar calado. Como se viu, a SÉRIE DE DESMENTIDOS acabou servindo de alimento para boa parte da mídia, principalmente aquela que não nutre a mínima simpatia por Bolsonaro. 

Esta turma está deitando e rolando...Pode? 

Aliás, a insatisfação de Paulo Guedes soou de forma clara através de seu silêncio sepulcral. Do tipo de quem não vai tolerar estas bobagens por muito tempo...

texto por Gilberto Simões Pires, escritor e pensador

Presidente ataca procuradores que ingressaram com ação contra Luciano Hang

O víes ideológico motivou Procuradores do Ministério Público do Trabalho de Santa Catarina a ingressarem com ação contra a rede de lojas Havan e o empresário Luciano Hang. É esta a conclusão do presidente da República Jair Bolsonaro, publica o Jornal da Cidade.
Os procuradores alegam na malfadada ação indenizatória, que a empresa e seu dono promoveram assédio moral para interferir nos votos dos trabalhadores.
Diante disso requerem uma indenização de R$ 100 milhões de reais por danos morais coletivos e individuais supostamente praticados contra seus funcionários durante a campanha eleitoral.
De fato, Hang apoiou ostensivamente a candidatura do presidente Jair Bolsonaro, mas daí a se concluir que constrangeu seus funcionários e nesse sentido exigir uma indenização capaz de ‘quebrar’ a empresa, é uma conduta que beira a insanidade.
Bolsonaro, em entrevista concedida ao SBT na quinta-feira (3), saiu em defesa de Hang e atacou veementemente os procuradores, que segundo levantamento realizado pelos advogados do empresário promoviam verdadeiro ativismo político e expunham em suas redes sociais o “#EleNão”.

Bolsonaro emplaca índia como “Secretária Nacional” e novamente cala galera do #EleNão

Pela primeira vez na história do Brasil, uma indígena ocupará o 2º cargo mais importante na hierarquia de um ministério, registra o Jornal da Cidade.
A índia Sandra Terena foi escolhida e nomeada para exercer o cargo de Secretária Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ligada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
Sandra Terena, ou ‘Alieté’, seu nome na aldeia Icatu, é formada em jornalismo e no pleno exercício do cargo já determinou uma varredura nos 250 convênios existentes. De cara, constatou que pelo menos 160 sequer efetivaram a prestação de contas. É a política de austeridade que não irá mais permitir o absoluto desleixo com o dinheiro público.
A ministra da pasta Damares Alves, para maior desconforto da ‘galera’ do #EleNão, que se chafurdava nas ‘mamatas’ dos governos anteriores, também tem uma filha indígena, adotada.
O ministério é composto por oito secretarias. Priscila Gaspar de Oliveira, deficiente auditiva, será a Secretária Nacional das Pessoas com Deficiência. Também a primeira deficiente auditiva da história a ocupar cargo tão relevante.

Lula reativou base militar americana no Brasil, em 2008

O presidente Jair Bolsonaro foi duramente criticado pela nefasta esquerda lulopetista ao admitir a possibilidade de base americana no Brasil.
A incoerência dessa galera nefasta é indigesta.
Os Estados Unidos têm base em inúmeros países do mundo. Alemanha, Itália, Japão, Turquia, Portugal, Dinamarca, Espanha, Coreia, Austrália, Reino Unido, Israel, entre outros.
Também possuem uma base ativa no Brasil, desde 2008.
A base dos “Marines” (US Marine Corps), foi reativada durante o governo Lula, em 1º de julho de 2008.
Na época a esquerda não deu um pio.
Pura hipocrisia!
Fonte: Diário do Poder

Globo não para e ataca sorrateiramente a primeira surda à frente da Secretaria Nacional da Pessoa com Deficiência

A Globo perdeu totalmente a compostura.
Um ato elogiável do presidente Jair Bolsonaro foi motivo para mais um ataque sem qualquer propósito.
Ao invés de ressaltar que teremos a primeira surda na Secretaria Nacional da Pessoa com Deficiência, o jornal O Globo preferiu dizer que Michelle deu emprego a "uma amiga".
Pois é, essa amiga é Priscila Gaspar Oliveira, deficiente auditiva com um currículo invejável. Graduada em letras e libras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo.
Pelo visto, o corte de verbas que será imposto a Rede Globo está fazendo muito mal a emissora, que nessa linha de ataques injustos e sem fundamento vai perder o resquício de credibilidade e decência que ainda lhe resta.
É realmente repugnante essa postura, instantaneamente seguida pelos sites petistas.
fonte: Jornal da Cidade

A explicita parceria entre Gleisi e a jornalista da Folha se evidencia no Twitter

A colunista publicou durante a campanha das Eleições 2018, inúmeras Fake News contra o então candidato Jair Bolsonaro.
Eis que o feitiço virou...
Resolveram parodiá-la, com um perfil no Twitter com um nome parecido, trocando uma letra e acrescentando outra.
Mônica não suportou ser vítima de seu próprio veneno.
A moça surtou e tanto fez que conseguiu finalmente suspender a conta de ‘humor’.
Comemorou a ‘vitória’ dizendo que a conta “fingia ser paródia mas na verdade induzia ao erro e disseminava infos falsas usando minha credibilidade e a da Folha”.
Que credibilidade?
Aliás, essa vociferada credibilidade (ou falta dela) fica evidente quando se percebe quem se solidarizou.
 É muita cara de pau!
fonte: Jornal da Cidade

PT volta a defender Maduro

O PT divulgou ‘uma nota em repúdio’ à posição de Jair Bolsonaro em relação à Venezuela.

Para o partido, a decisão do governo de apoiar a declaração do Grupo de Lima, que não reconhece o mandado de Nicolás Maduro, é uma incitação a “um golpe de Estado” e “contraria as mais altas tradições da diplomacia do Brasil”.

“Essa decisão agressiva do governo brasileiro demonstra que o nosso país já não tem mais política externa autônoma, tendo-se alinhado acriticamente, e contra seus próprios interesses, à agenda geopolítica belicista e antilatinoamericana de Donad Trump”, acrescenta a nota.

domingo, 6 de janeiro de 2019

“Bolsonaro é o segundo Oswaldo Aranha”

Yossi Shelley, embaixador de Israel no Brasil, comparou Jair Bolsonaro ao diplomata brasileiro Oswaldo Aranha.

Em 1947, Aranha presidiu a sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas que levou à criação do Estado de Israel.

“O nome de Oswaldo Aranha foi significante para a criação do Estado de Israel. Agora Jair Bolsonaro é um segundo Oswaldo Aranha porque ele faz uma coisa incrível: é mudar a história”, disse o embaixador à EBC.

“Ele vai receber as honras de um rei. Eu prometo isso. Vou estar ao lado dele e vou segurar a mão dele. Amo o Brasil. Amo o povo de Israel.”

6 mil exonerados em Minas


Segundo o Diário Oficial de Minas Gerais, 6 mil servidores comissionados foram exonerados de uma só vez pelo governador Romeu Zema, publica a Crusoé.

Entretanto, o governador Zema começou a reconduzir neste sábado dezenas de comissionados exonerados, relata o Estado de Minas.


De acordo com o Diário Oficial do estado, pelo menos 80 pessoas voltaram aos seus cargos em oito órgãos públicos.

Mulher de Pimentel perde cargo no governo Zema

A ex-primeira dama Carolina Pimentel, mulher de Fernando Pimentel, foi dispensada neste sábado do cargo de presidente do Servas (Serviço Social Autônomo), órgão que cuida de projetos sociais de Minas Gerais, relata o Estado de Minas.

O cargo, como lembra o jornal, não era remunerado.

Mais de 5 mil exonerados em Goiás

O governador Ronaldo Caiado exonerou 5552 servidores comissionados da administração direta e autárquica de Goiás, registra O Antagonista.

A redução do volume de cargos comissionados é de 20%, conforme determinação do governador.

3,7 mil servidores exonerados

Levantamento do Correio Braziliense com base no Diário Oficial da União mostra que já se aproxima de 4 mil o número de servidores exonerados e dispensados desde o dia 1º de janeiro.

Até a última sexta-feira, 3,7 mil funcionários tiveram de deixar a Esplanada dos Ministérios.

A ordem do governo Jair Bolsonaro é diminuir os cargos comissionados, principalmente aqueles que foram criados na época dos governos petistas.

Bolsonaro foi eleito para destruir o PT, diz Lula

Em conversa que teve com Gleisi Hoffmann e Dilma Rousseff na semana passada, Lula fez a avaliação de que Jair Bolsonaro foi eleito para destruir o PT.

Diz a Folha:

“Às duas aliadas, Lula também disse acreditar que Bolsonaro vai endurecer o discurso de combate à corrupção na política e de criminalização da esquerda para ‘preencher o vazio’ de sua gestão, caso não consiga avançar na pauta econômica nos primeiros meses.”

sábado, 5 de janeiro de 2019

O pente-fino de Bolsonaro na publicidade governamental

Jair Bolsonaro já iniciou o pente-fino na publicidade governamental.

Diz o Estadão:

“A Secretaria de Comunicação Social da Presidência disparou um ofício nesta sexta-feira, 4, para as assessorias de imprensa dos ministérios. Nele, pede que preencham uma planilha com informações sobre os contratos de publicidade.

São solicitados, por exemplo, dados sobre o objeto específico das contratações, a empresa prestadora de serviço, a data de assinatura e a vigência do acerto, principais produtos entregues, além do valor e de quantas prorrogações ainda podem ser feitas.”

Como registramos ontem, Jair Bolsonaro também divulgou no Twitter economia de R$ 1,4 milhão ao lançar a nova identidade visual do governo pelas redes sociais, em vez dos “canais tradicionais de TV”.

Embaixada vandalizada

A Embaixada do Brasil em Berlim, localizada na região central da capital alemã, amanheceu neste sábado vandalizada.

“Lutaremos contra o ‘fascismo’ no Brasil”, diz uma das pichações.

 




fonte: O Antagonista

O SOCIALISMO E OS QUE FINGEM DESCONHECÊ-LO.

Nada mais clássico. A dissimulação está para a estratégia da esquerda assim como a caneta Mont Blanc está para a assinatura de cheques de grande valor e o relógio Louis Mont Meteoris está para marcar os minutos mais rentáveis do planeta. Para a esquerda, alcança nível artístico o dizer que não está fazendo aquilo que faz sob as vistas de todos, enquanto faz. Nada mais clássico, portanto, que a tentativa do jornalismo militante em desacreditar o presidente Bolsonaro e vários de seus ministros quando se referem ao socialismo. Lançam ao ar perguntas de um cinismo revoltante: “Socialismo? Onde? Como? Quando? Que espécie de inimigo externo é esse?”. E, falsamente, dissimulam um sorriso irônico. Há que ser artista treinado para falsificar uma dissimulação que pretende ocultar outra. Dissimulação de segundo grau.
Visto objetivamente, o fenômeno descrito não pode ser qualificado como uma não visão, ou não leitura da realidade. É evidência, isto sim, de que estes jornalistas sequer leem a si mesmos, ou de que não entendem o que escrevem. Em outras palavras: desconhecem o espaço que sabidamente ocupam e se desnortearam quanto à localização desse espaço. O que diz o jornalismo militante a respeito do socialismo parece vir de correspondentes olhando o Brasil de longe. Nunca participaram de um evento político de esquerda. Não leram os programas do PT, PSOL, PCdoB, partidos mais influentes na universidade brasileira. Não sabem do que trata nem o imenso estrago que fazem a teologia da libertação e a teologia da missão integral. Desconhecem a natureza das disputas em tantos conselhos federais de profissões regulamentadas. Não tomaram conhecimento do amor quase carnal da esquerda brasileira pelos regimes comunistas aqui na volta e mundo afora. Ignoram o trabalho de doutrinação levado a cabo no meio acadêmico, notadamente nas universidades públicas, onde o dinheiro do contribuinte é usado, pela autonomia universitária, para difundir o pensamento marxista. E, partindo daí, levado a todo o sistema de ensino.
Afinal, o que esses profissionais realmente conhecem? Que diabo de jornalismo fazem? Do que entendem? Qual o saber que pode ser alcançado por quem tropeça no óbvio e se queixa do caminho? Tais dúvidas se instalam no público quando sabe que, na universidade brasileira, a literatura marxista domina a bibliografia e, pela ocultação de toda divergência, busca tornar hegemônica no Brasil sua visão de pessoa humana, de sociedade, de história, de economia, de política, de religião e de Estado.
A universidade brasileira, se alguém falasse por ela, deveria emitir uma nota de repúdio a esses profissionais de imprensa. Como podem negar os serviços que ela, universidade, com tanto empenho, presta à difusão do marxismo no Brasil?
Se Marx é o filósofo mais influente, a essência do marxismo está no Manifesto Comunista, “o livro mais perverso que já foi escrito”, como afirmou alguém. Se há pontos de destino aos quais o marxismo não conduz, eles são, a saber, o capitalismo, a democracia liberal e os valores tradicionais. Sua bússola, suas velas, seu leme e seus remadores conduzem ao socialismo ou ao comunismo. E é nesse sentido que intensamente trabalham, em proporções escandalosas, o mundo acadêmico, a grande mídia e as forças políticas derrotadas nestas últimas eleições.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, pensador e escritor 

NOSSAS CRIANÇAS E O FIM DA TIRANIA IDEOLÓGICA!

“Pela primeira vez, o Brasil irá priorizar a educação básica, que realmente transforma o presente e faz o futuro dos nossos filhos”. 
(Presidente Jair Bolsonaro, em discurso, logo após receber a faixa presidencial).
 Se você prestou atenção aos dois pronunciamentos do presidente Bolsonaro neste 1º de janeiro, deve ter percebido que acabaram os melindres. Durante longo tempo, o “politicamente correto” e a retórica evasiva foram usados pelos nossos governos para esconder suas intenções. Com a posse de Bolsonaro, já em seus dois discursos, junto com o combate frontal à inversão de valores, ao marxismo cultural e à ideologização das crianças, entram para a linguagem do governo temas como a defesa da família, dos valores tradicionais, da segurança das pessoas de bem, do direito de propriedade e do direito de defesa. O novo presidente não está preocupado com os chiliques dos devotos do “santo” na carceragem de Curitiba. Bolsonaro não falou para extrair um “Bien sûr!” do Le Monde, nem um “This is the guy!” do The New York Times. Ele falou ao Brasil real, que nos últimos anos percebeu lhe haverem roubado tudo. A exemplo desses gatunos que levam até os parafusos da placa de bronze no monumento da praça, lhe escavaram e surrupiaram os fundamentos do amor próprio.
Entre os destroços do naufrágio nacional, num cenário em que, por tantos anos, imperavam as bandeiras vermelhas, foram tombando, sem resistência, os bastiões da família, da fé, da ordem, dos valores morais. O que sobrou a esse povo que já sonhava com o exílio? O que lhe restou como sinal visível de unidade? Quanta poesia na resposta a essa pergunta, queridos leitores! Restaram ao povo, que a eles se agarrou, o verde e o amarelo da bandeira, cores que se agitaram como símbolos da indispensável retomada do Brasil pelos brasileiros! “Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha!” reiterou Bolsonaro, ao encerrar seu discurso de posse com o dito que encheu as ruas nos últimos anos.
Não é admirável? O povo brasileiro foi fragmentado pela cizânia e sovado na lamúria. Foi apartado e reclassificado em tantos troços, fatias e pedaços quanto se possa fracionar uma sociedade nacional. Depois, foi diligentemente treinado ao autodesprezo, a envergonhar-se – crime cotidiano cometido em tantas salas de aula do país! –, mas acabou encontrando nas cores do símbolo pátrio seu fator de reunificação. Os maus brasileiros não conseguiram sumir com a bandeira, para a qual convergem valores, idioma, fé, tradição, história; e mais os pais da pátria e os ancestrais de cada um de nós.

As urnas consagraram a reunificação dos que não se entregaram à tragédia anunciada. Imagino quantos professores de História surtaram durante a tarde deste dia 1º de janeiro. A ditadura do politicamente correto desabou. Num país onde, há décadas, o marxismo foi a única crença, a única fé tolerada no espaço público, Bolsonaro fez seis referências a Deus no primeiro discurso e sete no segundo. Ah, é demais? Demais é ver Haddad e Manuela na fila da comunhão.
Foi pensando nestas coisas que eu ouvi do presidente a frase sobre a educação básica, destacada em epígrafe. Era natural essa prioridade se desejasse “colocar os interesses dos brasileiros em primeiro lugar”. De fato, se há injustiça gritando estridente nos indicadores sociais brasileiros é a praticada pelo poder público ao proporcionar a pior educação aos jovens que deveriam receber a melhor. Refiro-me ao que acontece, especialmente, na periferia das nossas cidades. Ali, em meio a desajustes de toda ordem, se concentram as famílias de baixa renda e, não raro, até a merenda escolar é roubada. Esse arremedo de Educação (abençoe Deus as exceções e seus dedicados gestores e professores!) entrega à vida, ou à sequencia de estudos, alunos para quem uma simples adição vira enigma, uma frase de três linhas, esconde mistérios de compreensão e uma regra de três desaba sem jamais ser armada. Mas a formação para a cidadania... Ah! Nela se prepara o “agente transformador” por excelência, na verdade membro graduado da infeliz geração nem-nem (que não trabalha e não estuda) e que, na falta disso, bate no professor e reverencia o traficante.
Para cada cotista gerado ao arrepio do mérito e do legítimo direito alheio, discípulos de Paulo Freire promovem, em sala de aula, o genocídio das potencialidades naturais. Transformam em problema aqueles com quem deveria estar a esperança. Despejam nas ruas da vida real, a cada fim de ano, centenas de milhares de estudantes despreparados para tudo “porque mão-de-obra é que não haverão de ser”, conforme muitos desses militantes políticos travestidos de educadores já me afirmaram com orgulho e jactância.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, pensador e escritor