quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

TRAGÉDIAS PETISTAS

TRAGÉDIA 
Em todos os dicionários, TRAGÉDIA é sinônimo de calamidade, catástrofe, desgraça, fatalidade, flagelo, infortúnio, revés... Daí a razão para classificar como tal o enorme estrago provocado pelo rompimento da barragem de Brumadinho.
 

TRAGÉDIA INCOMPARÁVEL
Ora, por mais atenção que este grande desastre mereça, principalmente pelo número de mortes e desaparecimentos que causou, é preciso que todos entendam que em matéria de TRAGÉDIA nada se compara ao tenebroso rastro de destruição -econômico/social- deixado pelos desastrosos governos petistas, comandados por Lula e Dilma.  
 
ESPAÇO REDUZIDO
O espaço que destino aos meus editoriais, certamente são extremamente reduzidos para listar todas as TRAGÉDIAS que levaram o nosso empobrecido País, Estados e Municípios a trilhar a extensa AVENIDA DA AMARGURA, onde muitas das grandes barbaridades, ou TRAGÉDIAS, que levaram o Brasil literalmente a lona podem ser vistas. 

TRAGÉDIAS EMBLEMÁTICAS
Sem guardar uma ordem cronológica das enorme e incontáveis TRAGÉDIAS EMBLEMÁTICAS promovidas pelos petistas, a AVENIDA DA AMARGURA expõe casos como PASADENA, CELSO DANIEL, MENSALÃO, PETROLÃO, VALERIODUTO, BNDES, PEDALADAS FISCAIS, ESTÁDIOS DA COPA, etc, etc...

20 OU 30 ANOS
Ora, mesmo considerando que as ações impostas para consertar os estragos -físicos- provocados pelo rompimento da barragem de Brumadinho levarão um bom tempo para produzir bons efeitos, as medidas que o Brasil exige para atenuar (apenas atenuar) os estragos provocados pelas TRAGÉDIAS PETISTAS, só serão sentidas (se aprovadas) daqui a 20 ou 30 ANOS.  
 
IMPORTÂNCIA ABSOLUTA E RELATIVA
De novo: este editorial não tem como propósito desmerecer as atenções que estão sendo dadas à TRAGÉDIA DE BRUMADINHO. O que estou afirmando é que os meios de comunicação em geral, pelo seu poder enorme de persuasão, convencimento e formação de opinião, preferem dar importância -ABSOLUTA- para a TRAGÉDIA que destruiu Brumadinho e importância -RELATIVA- (baixíssima) à TRAGÉDIA que varreu a economia do BRASIL. 

editorial de Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político

A aposta de Maia

Rodrigo Maia, em suas conversas com deputados, diz que quer manter uma “distância de segurança” de Jair Bolsonaro.

Segundo O Globo, ele “alerta que, a tomar pelos primeiros dias, ninguém aposta um real no sucesso da gestão”.

Rodrigo Maia e Renan Calheiros, em particular, apostam contra o governo.

O nome dele é trabalho!

Jair Bolsonaro retomou à Presidência da República, informou a Secom.

A partir de hoje, ele começou a despachar do escritório montado no hospital Albert Einstein.

Nada de quarentena. 

Ao contrário de um ex-presidente, o nome dele é trabalho!

“Este será um Renan liberal”

O novo Renan Calheiros, bolsonarista, jamais votaria no velho Renan Calheiros, lulista.

Ele disse para o Valor:

“Você conhecia o velho Renan. O novo chega sexta-feira e vai discordar do outro em muita coisa. O outro era mais estatizante. Este será um Renan liberal, que vai ajudar a fazer as reformas.”

Questionado se o novo Renan Calheiros, bolsonarista, vai manter o vínculo com Lula, ele respondeu, depois de rabiscar um papel:

“O velho Renan vai sair de cena. Mas ele tem uma história, que não pode ser apagada.”

A Lava Jato não vai deixar a história do velho Renan Calheiros ser apagada.

O enterro de Lula

Lula transformaria o enterro de Vavá num circo, com ataques à Lava Jato e militantes dispostos a tudo, diz O Antagonista.

A juíza Carolina Lebbos considerou todos os riscos e, mais uma vez, tomou a melhor decisão, impedindo que o presidiário esculhambasse a lei.

Dilma tenta faturar com tragédia em Minas

No Twitter, Dilma Rousseff, a pior presidente que o Brasil já teve, reproduziu texto de uma tal página “Rexistir” (sic) no Facebook sobre a tragédia de Brumadinho, registra O Antagonista.

“Uma barragem se rompeu e dela escorreu a lama do obscurantismo, da intolerância e do fascismo”, afirma o texto reproduzido pela petista.

De novo, nenhuma referência ao governo do amigão Fernando Pimentel –por sua vez, amigão de Fernando Coura, o lobista das mineradoras que derrubou projeto para tornar mais rígida a fiscalização de barragens como a de Brumadinho.


O sacrifício de animais na lama “nos casos em que não há outra opção”

Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez voos rasantes em área próxima da barragem de rejeitos rompida em Brumadinho, diz O Antagonista.

“Um agente armado com fuzil mirava, de dentro do helicóptero, locais onde enxergava animais na lama. E disparava”, segundo o Estadão. “Foram mais de 20 disparos, até o que o helicóptero partiu.”

“Há muitos bois ilhados ao longo de todo o trecho da cidade que foi varrido pelo barro. Outros estão com parte do corpo presos na lama.”

O chefe da Defesa Civil de Minas, coronel Evandro Geraldo Borges, confirmou ao jornal a decisão de executar os animais que se encontram em condições mais difíceis, como aqueles com membros quebrados.

“O que vamos fazer? Deixar o animal sofrendo? Estamos sim, com equipe em campo executando esse trabalho, mas essa decisão só é tomada nos casos em que não há outra opção.”

Outra parte da equipe, de acordo com o coronel, está empenhada em socorrer animais “em condições de serem retirados” da lama, como ocorreu com um boi batizado de Resistente por brigadistas.

A PRF informou em nota que o procedimento de sacrifício de animais foi realizado com o atendimento de todos os protocolos de segurança, “a pedido e sob a coordenação de uma veterinária, integrante do Conselho de Veterinária de Minas Gerais e supervisionado pelo comando das operações de resgate”.

QUEM NUNCA QUIS A GM NO RS NÃO ADMITE A SUA SAÍDA. PODE?

DETROIT NEWS
Em meio a tantos assuntos que se colocam no modo -prontos para receber opiniões e comentários-, um deles diz respeito à reportagem recentemente publicada no jornal Detroit News, na qual o presidente mundial da GM, Mary Barra, ao considerar a possiblidade da montadora cair fora da América do Sul, onde mantém fábricas no Brasil e na Argentina, disse: -  "Não vamos continuar investindo para perder dinheiro".
  
COMUNICADO
Pois, tão logo Barra anunciou que investimentos futuros da companhia no Brasil dependerão do retorno das margens de lucro ainda neste ano, o presidente da GM da América Latina, Carlos Zarlenga, emitiu um comunicado explicando o assunto a todos os funcionários das cinco fábricas existentes no Brasil.
 
SEM SURPRESA
Pois, sem nenhuma surpresa, o comunicado emitido pela GM foi lido (e está sendo tratado) pelos sindicalistas de maneira estúpida e, portanto, lamentável. A reação da fantástica turma do atraso, ao invés de propor algo que tenha como propósito reverter a decisão da GM, foi na direção inversa, ou seja, funcionou como um forte estímulo para que a GM acelere o encerramento das atividades no Brasil. 
 
PIOR E MELHOR
Como participei de praticamente todas as comitivas, lideradas pelo governador Antônio Britto, que resultaram na decisão da instalação do Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag), onde se encontra a montadora da GM no RS, desde então o que mais se viu foi uma enorme má vontade, tanto da mídia quanto dos sindicatos e, notadamente, do PT (obviamente), que sempre trataram de fazer com que os gaúchos entendessem que a vinda da montadora, para o RS, significava: 1- o PIOR negócio para o Estado; e, 2- o MELHOR negócio para a montadora. 

MÁ INFORMAÇÃO
Pois, passados mais de 22 anos desde que a GM optou pelo RS, o que ainda se vê e ouve por todos os cantos do RS é fruto da má informação produzida pela turma do atraso que citei aí acima. Principalmente, no que diz respeito aos incentivos que o governo se dispôs a conceder para empresas que estavam dispostas a INVESTIR no RS. Vejam que muita gente ainda acredita, de pés e mãos juntas, no PT, que segue afirmando que o governo deixou de arrecadar, à época, mais de R$ 1,7 bilhão em função da renúncia fiscal. Duro, não?
 
FUNDOPEM
Ora, como a atividade -montadora de veículos- não existia no RS, a arrecadação do ICMS -incentivado- que o Estado concedia, através do FUNDOPEM/RS ( instrumento de parceria entre o Governo do Estado e a iniciativa privada, visando à promoção do desenvolvimento socioeconômico do RS) era algo novo que a partir de então passaria a existir.
Para quem ainda não sabe, o FUNDOPEM/RS jamais liberou recursos financeiros para empreendimentos incentivado. O FINANCIAMENTO PARCIAL do ICMS -INCREMENTAL MENSAL- é gerado a partir da sua operação. De novo: -ICMS INCREMENTAL-, ou seja, imposto que só aumentaria com novos negócios que até então o RS não contava.

OS MESMOS
O curioso é que todos aqueles que lutaram, com unhas e dentes, na tentativa de impedir para todo o sempre a vinda da GM para o Estado do RS, são os mesmos que agora estão se colocando na resistência, ou seja, não aceitam, em hipótese alguma, que sem obter bons resultados, a montadora se diz pronta para cair fora do RS. Pode? 

texto de Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político.

Lula preso “no curto e médio prazo”

“Diante da convicção de que Lula não deve ter vitórias na Justiça no curto e médio prazo, a direção do PT se reúne para discutir a retomada da campanha ‘Lula livre’”, diz a Folha de S. Paulo.

“Os petistas buscam ações que possam manter o ex-presidente em evidência”.

O PT não deve se preocupar com isso. Lula voltará a ocupar a primeira página dos jornais em breve, quando for condenado novamente.

A costura de Jucá

Romero Jucá está interferindo na disputa pela presidência do Senado, diz a Crusoé.

Ele tenta costurar um acordo entre Renan Calheiros e Simone Tebet. Uma saída é oferecer a Renan o comando da Comissão de Constituição e Justiça.

Renan no quarto andar

Renan Calheiros “fez chegar ao Planalto, onde conta com um aliado importante no quarto andar, a informação de que, uma vez no comando do Senado, trabalhará para salvar a pele do filho de Jair Bolsonaro”, diz o Estadão.

O governo precisa descobrir quem é o aliado de Renan Calheiros no quarto andar do Planalto e afastá-lo imediatamente.


Os saques da assessora petista

As contas ligadas a Elisângela Barbieri, assessora do petista André Ceciliano, movimentaram 44,8 milhões de reais entre janeiro de 2011 e maio de 2017, por meio de uma agência do Itaú em Paracambi, na Baixada Fluminense, informa O Antagonista.

Atualmente, porém, ela recebe 5 mil reais de salário, em valores líquidos, diz O Globo.

“O volume de saques em espécie de Elisângela e seu marido, Carlos Alberto Dolavale, também alertou o Coaf: 1,4 milhão de reais em 185 operações, uma média de 7.600 reais por saque. O órgão de controle registrou algumas movimentações específicas, como o saque de 110 mil reais feito pela assessora do presidente da Alerj em 16 de setembro de 2014. Ao banco, ela disse que compraria um imóvel.”

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Gleisi e Pimenta no cenário da tragédia

Gleisi Hoffmann e Paulo Pimenta se fizeram fotografar no cenário da tragédia de Brumadinho, e a presidente do PT postou as fotos no seu Twitter.

A petista disse sentir “tristeza e desolação com a irresponsabilidade da Vale” e voltou a falar em uma CPI das mineradoras.

Nem uma palavra sobre a responsabilidade do igualmente petista Fernando Pimentel, governador de Minas até 31 de dezembro, registra O Antagonista.


Renan e Maia escapam de denúncia

Candidatos às presidências do Senado e da Câmara, Renan Calheiros e Rodrigo Maia escaparam de uma denúncia apresentada hoje contra o deputado Lúcio Vieira Lima, registra O Antagonista.

O inquérito apura o pagamento, pela Odebrecht, de R$ 4 milhões para Renan Calheiros e Romero Jucá, de R$ 100 mil para Rodrigo Maia, e de R$ 2 milhões para Eunício Oliveira. A empresa queria viabilizar a tramitação de medidas provisórias com benefícios fiscais.

A PGR disse que a Polícia Federal só concluiu a investigação sobre Lúcio, que levou R$ 1,5 milhão. O inquérito continua em andamento para os demais, que ainda poderão ser denunciados quando o órgão avaliar que há provas suficientes contra eles.

A lista dos 45 demitidos da EBC

O governo dispensou hoje 45 pessoas de cargos de confiança na EBC.



Confira a lista AQUI.

A ERA DA IRRELEVÂNCIA

Um dos subprodutos mais curiosos da democracia digital é o gosto generalizado pela tagarelice e pelos assuntos irrelevantes, que parece ter tomado conta, como uma erva daninha, do debate público.

Assuntos irrelevantes são essas coisas que geram bate-boca e algum calor, em regra na internet, por 24 ou 36 horas, e depois simplesmente desaparecem, sem deixar rastro.

Foi o caso do debate sobre a cor da roupinha das crianças, a partir de um vídeo da ministra-pastora dos Direitos Humanos. Li muita gente argumentando, em tom aparentemente sério, que aquilo tudo era bastante grave, escondia um atroz preconceito e fatalmente levaria a mais violência contra populações trans e LGBT.

Durante a campanha, lembro do debate próximo à histeria sobre uma suposta proliferação de grupos nazifascistas que andariam pela ruas do país atacando mulheres e homossexuais. Gente muito boa sugeriu que havíamos voltado aos anos 30, na Alemanha, com base no episódio da moça que teria sido marcada com uma suástica, no Sul do Brasil.

Depois se descobriu que era tudo falso, mas ninguém pareceu preocupado ou se desculpou. Partimos alegremente para a próxima besteira.

Na transição, por um ou dois dias, discutimos o hábito do novo presidente cumprimentar todo mundo fazendo continência. Primeiro foi com um assessor americano, depois foi a um jogador do Palmeiras. Depois disso o assunto perdeu a graça.

Antes da posse, discutimos intensamente se o presidente iria desfilar em carro aberto ou fechado, entre a Catedral e o Congresso Nacional. Depois discutimos o que fazia o primeiro-filho sentado na traseira do Rolls-Royce, e logo depois (com direito à manchete no The Washington Post) o significado da “saudação militar” feita pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro (que no fim era apenas um movimento com a mão, no discurso em Libras).

Na última semana, dedicamos intensos dois ou três dias fazendo graça com a viagem dos novatos deputados do PSL à China e seu bate-boca com Olavo de Carvalho.

E ainda ontem, muita gente graduada discutia, com ares de grande coisa, a gravíssima atitude do presidente almoçar em um bandejão de supermercado, no centro de Davos, e o fato de ele ter usado um teleprompter em seu pronunciamento.

A lista é saborosa e poderia ir longe. Irrelevâncias e não acontecimentos se tornaram uma espécie de pão nosso de cada dia, no debate atual.

É evidente que não há como definir bem estas coisas. A aprovação de um rombo na Lei de Responsabilidade Fiscal, pelo Congresso, é mais ou menos importante do que o último desmentido presidencial? O que vale mais, discutir a independência do Banco Central ou a troca de farpas da ministra da Agricultura com Gisele Bündchen?

Desconfio que, no fundo, temos uma boa noção sobre isto. Se o debate público valesse alguma coisa, levaríamos as coisas mais a sério. O sujeito que é acionista da empresa não gasta seu tempo, na reunião do conselho, tagarelando sobre o barraco da festa de final do ano.

Não o faz por uma razão simples: sua opinião pesa e ele não irá perder seu tempo com besteira. Na democracia, é o contrário: a opinião do cidadão vale muito pouco. Seu incentivo para levar alguma coisa realmente a sério é quase nenhum.

Isto sempre foi assim, nas democracias, mas o fato é que a emergência das mídias digitais deu uma outra dimensão ao fenômeno.

Uma razão para isto diz respeito ao custo da informação. Há 30 anos, emitir uma opinião dava muito mais trabalho. Implicava em escrever um artigo, dar uma entrevista na rádio ou imprimir alguma coisa por conta própria e depois distribuir na fila do cinema ou do posto de saúde.

Me lembro de tudo isto, nos anos 80.
A democracia digital explodiu essas coisas. O debate público se tornou vítima do instantâneo. Há informação demais, discussões demais, sem permitir que o tempo se encarregue de depurar os acontecimentos e separar o que importa daquilo que não passa de lixo em forma de palavras e imagens.

Há duas notícias preocupantes aí: a primeira é que isto não faz bem à democracia. A qualidade do debate público, por óbvio, afeta a escolha pública. Quanto mais toxina ideológica espalhamos por aí, mais perdemos tempo e capacidade de gerar consensos e fazer as coisas que importam andar pra frente.

A segunda notícia é que se trata de um estado de coisas que veio para ficar. O modus operandi das mídias sociais contaminou a todos, a liderança política, os intelectuais e (ao menos boa parte) da mídia profissional.

E mais: fez com que o eleitor, agora transformado em um ativista digital, passasse a se comportar como um pequeno político, usando da retórica e reproduzindo, um a um, todos os vícios que ele vê nos políticos contra os quais esbraveja.

Estamos diante de um problema sem saída. Todo mundo conhece o vaticínio de Umberto Eco, segundo o qual a internet fez com que o idiota da aldeia fosse promovido a portador da verdade.

O que imagino nem Umberto Eco esperasse era o efeito inverso: que também a elite usualmente tida como portadora da verdade passasse a se comportar, no dia a dia, como o idiota da aldeia.

 artigo do pensador Fernando Schuller

A SABOTAGEM NÃO PODE SER DESCARTADA

CATÁSTROFE
Pelo elevado grau de destruição provocado pelo rompimento da barragem de Brumadinho, é impossível não falar sobre esta impressionante catástrofe, que atinge em cheio a Vale, reconhecida como uma das maiores empresas de mineração do mundo, com posição de liderança nos segmentos de minério de ferro e níquel.

LAMA
O rompimento da barragem, como já foi amplamente divulgado, provocou o deslocamento de enorme quantidade de lama (estimada em mais de 12 milhões de metros cúbicos),  resultando em brutal soterramento de tudo que se encontrava pela frente e pelos lados, deixando muita gente morta e centenas de desparecidos. 

INVENTAR E AUMENTAR
Pois, como se não bastasse os males produzidos pela catástrofe, que precisa ser muito bem investigada antes de apontar os responsáveis, boa parte da MÍDIA -SENSACIONALISTA- tratou, de cabo a rabo, desde o primeiro minuto, de fazer o que mais sabe, gosta e lhe dá enorme prazer: INVENTAR AQUILO QUE NÃO SABE; e AUMENTAR, DE FORMA IMPRESSIONANTE, O TAMANHO DA TRAGÉDIA. 

PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA
Com o claro objetivo de manifestar, muita  total má vontade, tudo aquilo que é projetado e/ou construído pelo sistema produtivo, esta complicada parte da mídia jamais admite a existência da PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA de tudo que acontece ao nosso redor, independente de lugar.
 
 
NUNCA É IGUAL A ZERO
Ninguém discute que a PREVENÇÃO é fundamental para quem pretende diminuir os RISCOS de acidentes ou doenças. Entretanto, por mais cuidados que se tome, o RISCO sempre está presente. Isto é provado pelo cálculo da PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA, que mostra, claramente, que nunca é igual a zero. 
 
ESTADO DE PARANÓIA
Como o Brasil vive um momento de certa PARANÓIA, motivada por excessiva quantidade de notícias falsas, somadas a dezenas de -coincidências- de situações mantidas sob -segredo de justiça-, isto faz com que não seja desconsiderada a possibilidade de que o rompimento da barragem da Vale seja mais um CASO DE SABOTAGEM, entre tantos que faz do brasileiro um povo muito desconfiado.  

texto: Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Termina “com êxito” cirurgia de Bolsonaro

A assessoria do Planalto informou que chegou ao fim “com êxito” a cirurgia de Jair Bolsonaro, para retirada da bolsa de colostomia e religamento do intestino.

“O boletim médico será divulgado tão logo seja autorizado pela equipe médica. Às 17h haverá briefing à imprensa com o porta-voz da Presidência da República, general Rego Barros, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo”, informou a assessoria.

A operação durou ao todo quase 9 horas. Agora, Jair Bolsonaro ficará em repouso por 48 horas, período no qual Hamilton Mourão exercerá a Presidência.

Secretário de Pimentel elaborou regra que rebaixou risco da barragem em Brumadinho

A Vale, para conseguir licença ambiental por mais dez anos, pediu ao governo Fernando Pimentel, em 2018, um rebaixamento de categoria do empreendimento de Mina do Feijão, em Brumadinho.

Foi o secretário de Meio Ambiente de Minas, Germano Luiz Gomes Vieira, que trabalhou na elaboração da medida que permite o tal rebaixamento, lembra o Uol.

Com a medida do secretário, a Vale acelerou o licenciamento para alterações na barragem que rompeu na última sexta-feira.

domingo, 27 de janeiro de 2019

O COAF e o espelho da madrasta: Como a esquerda forjou “o caso” Flávio Bolsonaro...

O jornalista Políbio Braga nos brinda com esse excelente artigo, de leitura obrigatória para todos:

"Já havia iniciado um texto sobre as auspiciosas ações implementadas pelo governo Bolsonaro na área da educação superior, em apenas duas semanas de gestão, quando achei por bem me dedicar a escrever alguma coisa que fosse para esclarecer, do meu jeito, a campanha hipócrita que tenta difamar o senador eleito pelo RJ, Flávio Bolsonaro (PSL).
As estratégias de “dividir opiniões”, “abalar a imagem pública” ou ainda “assassinar reputações” são táticas bem conhecidas próprias da esquerda, aplicadas sempre que necessárias para desestabilizar o oponente em ascensão: no caso, o governo Bolsonaro.
São práticas de guerrilha no campo do imaginário social travadas através de narrativas que desconstroem as personalidades. Para isso se valem dos meios de comunicação de massa que reproduzem o discurso à exaustão.
Os principais objetivos da guerra das narrativas são: a) desviar o foco de escândalos que estejam na iminência de atingir a cúpula da esquerda, b) introduzir a dúvida na sociedade civil e assim dividir opiniões e provocar uma dissidência de simpatizantes não convictos, c) tornar, pela repetição, uma mentira em verdade socialmente aceita e d) intimidar o oponente pelo caos.
Como a esquerda forjou “o caso” Flávio Bolsonaro
1) Elegeram uma figura com expressão política e diretamente ligada tanto ao novo governo quanto à família do oponente – no caso concreto, o filho do presidente;
2) A devassa na vida privada e política de Flávio, segundo veiculado na imprensa, já havia começado em meados de 2018.
Tentaram encontrar ilícitos na vida privada e política de Bolsonaro, mas não encontraram nada. Intentaram então contra a vida dele – também não obtiveram êxito. Havia já a solicitação de um dossiê sobre as atividades públicas de um dos filhos do presidente – coincidentemente o que viria a derrotar o candidato petista ao senado, Lindbergh Farias;
3) Para uma súcia criminosa que deteve o poder por 13 anos e aparelhou as instituições públicas flagrantemente, não foi difícil levantar informações sigilosas da vida privada do Flávio, aliás, eles fazem isso comigo e com você, não tenha dúvida. Foi assim que com o auxílio de funcionários públicos ímprobos, a esquerda se apossou de informações sobre as atividades financeiras de Flávio e dos seus assessores de gabinete;
4) De posse dessas informações, aguardaram vir a público a escandalosa delação premiada do ex-ministro do governo Lula e Dilma, Antônio Palocci, e imediatamente disseminaram agressivamente em todas as mídias as informações sobre movimentações financeiras do filho do presidente. Tentativa manifesta de abafar ou minimizar os crimes cometidos pela máfia petista no poder.
O que a cúpula criminosa do PT quer esconder da sociedade brasileira?
Vejamos, a BBC de 1 de outubro de 2018 (poucas pessoas tomaram conhecimento) elenca os seis principais pontos das declarações de Palocci à Polícia Federal, são eles:
1) 90% das medidas provisórias editadas nos governos Lula e Dilma tinham propina, foram mais de mil;
2) A maior parte das doações oficiais de empresas, registradas no TSE, eram na verdade propina;
3) Temer, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves superfaturaram um contrato de US$ 800 milhões na Petrobrás;
4) Em reunião de 2010, Lula, Dilma e Sérgio Gabrielli acertaram propina por meio da construção de sondas da Petrobrás para garantirem a permanência no governo;
5) 3% do valor dos contratos de publicidade da Petrobras iam para o caixa do PT, a famosa “rachadinha”;
6) Lula fingiu surpresa ao descobrir irregularidades na Petrobrás, no entanto, foi o mentor “intelectual” do grande esquema de corrupção da Petrobrás.
A jornalista da GloboNews, Cristiana Lôbo, chegou a afirmar no dia 18 de janeiro último que a delação de Antônio Palocci é “um tiro de canhão na estrutura do PT”. O delator deixou escapar que “Lula tinha outro tipo de moral”. E eu afirmo que quem é de esquerda não tem moral alguma.
O ex-ministro da fazenda e da casa civil do governo Lula e Dilma, homem pertencente à cúpula mafiosa do PT, fez declarações estupeficantes à Polícia Federal, que deveriam ter deixado a nação estarrecida diante da descoberta do “modus operandi” da “gestão” do erário do povo brasileiro pela corja petista. Segundo o homem forte do PT, Lula “não tinha o menor constrangimento com o financiamento ilícito e com as contribuições empresariais vinculadas ou não a projetos”, segundo o Estadão de 19 de janeiro, 2019. A mesma matéria mostra que Palocci confirmou ser o Triplex do Guarujá de propriedade do ex-presidente. E mais:
1) Palocci admitiu que entregou dinheiro em espécie ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro do avião presidencial e em caixas de uísque e de sapatos;
2) Palocci também era encarregado de realizar entregas de propina pessoalmente ao Lula que recebia pacotes de 30.000 reais, 40.000 reais e 50.000 reais. Os pacotes de propina eram usados pelo presidente do Brasil para bancar despesas da família Lula da Silva;
3) Confessou que em 2010 levou 50 mil reais em espécie a Lula no Terminal da Aeronáutica, em Brasília, dentro de uma caixa de celular. Isso na frente do motorista, cujo nome era Cláudio Gouveia;
4) Lula ainda pressionava os presidentes de fundos de pensão para arrecadar propina para campanhas do PT;
5) Lula pediu R$ 30 milhões de propina na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Segundo o ex-ministro, ele atuou pessoalmente nas “negociações”. O acerto foi o de R$ 135 milhões em propinas, equivalente a 1% do contrato de R$ 13,5 bilhões. A propina foi dividida irmãmente – 50% para o PT e 50% para o MDB. (Portal Terra, 18 de janeiro, 2019).
Curiosamente tudo isso foi ABAFADO pela mídia a peso de ouro, digo, com os recursos procedentes do trabalho do povo brasileiro.
Tornar-se político nesses últimos 30 anos foi um “negócio da china”, a maioria deles, nem todos, claro, está milionária à sua e à minha custa.
Essa roubalheira descarada e criminosa dos petistas significou para povo brasileiro a usurpação do direito a um futuro digno para si próprio e para os seus filhos.
Sequer vou aprofundar o tema do fomento ao tráfico de drogas e de armas, que vitimou mais de um milhão de brasileiros, com o objetivo precípuo de sustentar a política periférica do País e as organizações criminosas internacionais. Também não vou comentar sobre a “vista grossa” do governo petista para a exploração da nossa biodiversidade e das riquezas minerais em troca de, evidentemente, propinas para a cúpula do partido.
Por outro lado, também nesta semana foi divulgada pelo BNDES informações sobre as operações do Banco nos últimos quinze anos: Petrobrás, Embraer, Norte Energia, Vale do Rio Doce e a Odebrecht receberam um valor de R$ 482,8 bilhões em empréstimos desde 2004.
Admiravelmente, a Petrobrás foi a empresa que mais tomou empréstimos do BNDES – R$ 62,429 bilhões. Cabe aqui também mencionar os créditos vultuosos com recursos do BNDES e de bancos privados e conveniados para financiar a construção de infraestrutura em ditaduras na América Latina e na África.
A Operação Lava Jato analisou 140 dessas operações e verificou que elas apresentaram manobras irregulares nas transações. Diante da comprovada e espantosa rede de desvio de recursos públicos da máfia petista, não é exagero afirmar que o PT foi o responsável pelo governo mais corrupto que já existiu na face da Terra. E que nós brasileiros fomos literalmente enganados e roubados por uma organização criminosa internacional disfarçada em sigla político/partidária.
Cadê a indignação do povo brasileiro diante desse manifesto saque às suas riquezas?
Cadê as investigações e a divulgação pública das transações financeiras da cúpula criminosa petista e emedebista por parte do COAF?
Onde estavam esses membros do MP e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras?
Na mesma Assembleia do Rio de Janeiro, em 2016, o deputado do PT André Ceciliano fez movimentações suspeitas na ordem de R$ 49,3 milhões de reais, o deputado Paulo Ramos do PDT movimentou R$ 30,3 milhões, o deputado dr. Deodalto do DEM movimentou R$ 16,3 milhões de reais, o deputado Luis Paulo do PSDB R$ 7,1 milhões, Flávio Bolsonaro movimentou R$ 1,3 milhões de reais. A pergunta é – por que só em 2019 esses dados foram divulgados publicamente: Os demais políticos também estão sendo investigados? Por que não causa indignação da mídia os vultuosos desvios de recursos públicos denunciados por Palocci ou do deputado do PT André Ceciliano, um montante quase 50 vezes maior do que o movimentado pelo Flávio? Perseguição política, claramente.
Foram 15 anos de ladroagem sistemática dentro do governo petista e emedebista que certamente não se pode aprofundar em um só texto.
Porém, o hábito da propinagem não está restrito aos grandes “negócios” da cúpula esquerdista, não mesmo. A rede de propinas do PT é extremamente democrática e atinge todos os setores do Estado – desde o gabinete dos parlamentares em todas as esferas governamentais (municipal, estadual e federal), as secretarias, os ministérios, o judiciário e onde mais eles possam “infiltrar” um cargo comissionado filiado ao partido.
Sabe como essa contribuição é nominada? Eu digo –“fortalecimento do partido”. A “contribuição” pode variar de 10% a 30% dos vencimentos do pobre militante. Essa prática elucida a vertiginosa queda na qualidade administrativa do país – a esquerda não prima pela qualidade dos seus quadros, mas pela quantidade deles capaz de “arrecadar” para a facção criminosa. Faz sentido, com os cofres abarrotados fica fácil manipular a opinião pública comprando a hegemonia dos meios de comunicação.
Eles inventam uma pauta polêmica, dividem as opiniões na sociedade, plantam a dúvida e fomentam os conflitos.
Disso nasce a discórdia, a desconfiança e a perda do capital político do adversário. Simples assim e funciona perfeitamente. É preciso revidar com arroubo, urge!
Finalizo esse artigo com um desafio ao MP e ao COAF. A meu ver ambos têm se refletido no “espelho da madrasta”.
O COAF é pouco conhecido, foi criado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1998, e cuja finalidade é examinar, identificar e aplicar penas às atividades de lavagem de dinheiro. No site do órgão é possível verificar que só em 2018 foram produzidos 6.786 relatórios de Inteligência Financeira, envolvendo 348.984 pessoas físicas ou jurídicas – algum desses relatórios foram divulgados na mídia? Sim, um – o do filho do presidente da república que “coincidentemente” é oposição ao PSDB e ao PT. 
Se eu fosse o presidente Bolsonaro, eu mandava esse órgão aparelhado divulgar a lista completa dos envolvidos em transações financeiras suspeitas dentro e fora do Brasil. Seria uma beleza! 
Por que essa seletividade na exposição de dados financeiros de alguns cidadãos brasileiros? Essa é a pergunta- chave.
Por exemplo, concordam comigo que existe a necessidade de averiguação sobre a contratação de palestras por parte de instituições mantidas com recursos públicos com intermediação de empresas privadas?
Alguns jornalistas da Globo foram contratados pelo SENAC do Rio de Janeiro por valores muito acima do mercado de palestras, cito só alguns, como:
- Merval Pereira (MPF produções e eventos – R$ 375 mil reais, 
- Cristiana Lôbo (CL multimídia) – R$ 330 mil reais, 
- Giuliana Morroni (Morroni Comunicação) R$ 270 mil reais, 
- Flávia de Oliveira (Friends Eventos) R$ 100 mil reais, 
- Kennedy Alencar (jornalista da TV Brasil, pública) (Ka comunicação) R$ 100 mil reais.
Ao longo dos últimos 30 anos uma rede maligna sem precedentes foi entrelaçada sobre o Estado brasileiro, a fim de incorporar tudo o que há de mais nefasto a uma sociedade: ilícitos de toda ordem, crimes, golpes, roubos, relações de compadrio, patrimonialismo, intrigas, perseguições, fraudes e mentiras.
Como sobrevivemos a tudo isso? Não sei. Mas sei que o mal ainda circula entre nós e age de forma sorrateira com auxílio dos que sobreviveram e ocupam ainda posições estratégicas na estrutura do poder.
O resultado serão crises sucessivas do governo Bolsonaro através da estratégia esquerdista neste texto relatada. 
Há que se fazer muitas exonerações.
Neste momento, um grupelho que saqueou o Brasil por 13 anos está alegremente em Madrid organizando uma malha de apoio aos “perseguidos” do governo Bolsonaro, em conluio com o partido de ultraesquerda, o Podemos: são eles, Tarso Genro, Fernando Haddad, Lindbergh Farias e o Xixo.
O estrago foi feito, Flávio foi prejudicado politicamente, e a base de apoio do presidente sofreu um abalo. No meu entendimento, inimigo tem de ser enfrentado e abatido – recuar é a pior das estratégias. Mas parece óbvio que o revide por parte da direita virá – e deverá vir com força.
Espero que este registro contribua para uma visão mais ampla sobre a crise deliberadamente construída pelo PT, auxiliado pela mídia e por servidores públicos inescrupulosos e traidores da Pátria."
(Texto do jornalista Políbio Braga)

Âncora da Jovem Pan tem ataque de “ciúmes” em pleno ar (Veja o Vídeo)

Um dos programas de maior audiência da rádio brasileira, o Morning Show da Jovem Pan viveu um dia complicado na última sexta-feira (25).

Edgard Picolli, o âncora, deixou extravasar o seu ciúme (ou inveja) com relação a Caio Coppolla, aquele que, pelo seu talento, é hoje a grande estrela da atração, relata o Jornal da Cidade.

Ataque explícito em pleno ar. O âncora perdeu a cabeça e partiu, sob pretexto de defender o deputado Jean Wyllys, para a execração do próprio colega de trabalho.

Os números depõem contra Edgard. O Morning Show teve expressiva alta nos índices de audiência após a entrada de Caio, em novembro. O gráfico abaixo demonstra:


Resta saber qual será a atitude da direção da emissora. O público em peso está ao lado de Caio.

Veja o vídeo: