sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Finalmente alguém escreveu aquilo que todos que acreditam em Lula precisam conhecer

O PT do Lula cresceu apontando culpados pelos problemas brasileiros.
Primeiro culpou José Sarney, depois Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso.
Por mais de vinte anos, Lula e sua trupe gritaram que o Presidente da República e seu partido têm responsabilidade direta sobre tudo o que acontece no país.
Foi assim que o Partido dos Trabalhadores conquistou o apoio da imprensa, de artistas, dos “intelectuais”, das representações estudantis, dos funcionários públicos, dos sindicatos e movimentos disso e daquilo.
Como solução, os petistas diziam que o Brasil precisava ser governado por pessoas abnegadas e comprometidas com os interesses dos mais pobres.
Não por acaso, essas pessoas eram eles mesmos.
Com esse discurso, o PT chegou ao poder (do qual não queria nunca mais sair, por isso montou uma base aliada que custou a Petrobras, o BNDES, os Correios, o BB, a CEF e 2/3 do dinheiro dos cofres públicos).
Lula teve tudo para construir um país melhor, mais justo, fácil e seguro.
Teve apoio dentro e fora do Congresso.
Contava com aprovação popular na casa dos 80%.
Lula teve dinheiro público aos montes.
A arrecadação do governo federal duplicou em seu governo.
Nenhum outro presidente teve condições tão boas para fazer o melhor, fazer o certo, melhorar o Brasil.
Mas Lula não fez.
Optou por chamar para junto de si todos os integrantes sujos da política nacional que ele tanto criticava, incluindo o PMDB.
Lula Abraçou Sarney, Renan, Ciro, Maluf e Collor.
Repartiu a máquina pública entre (P)MDB e outros partidos aliados.
Para financiar suas campanhas eleitorais e seus militantes, o PT institucionalizou e expandiu a corrupção brasileira a níveis nunca vistos, segundo delatores da Lava Jato.
Lula é o PT. O PT é o Lula.
Foi Lula quem escolheu Dilma para sucedê-lo (uma analfabeta que nada entendia de nada, nem vereadora tinha sido antes).
Foi Lula que chamou Michel Temer para ser o vice dela.
Programas de crédito subsidiado pelo BNDES, emissão de títulos da dívida, Medidas Provisórias, nomeação de diretores em estatais…
Tudo isso depende da assinatura do Presidente da República.
O esquema entre Temer e a JBS foi iniciado e alimentado durante os governos Lula e Dilma.
Lula e Dilma fizeram campanha para Sérgio Cabral e Eduardo Paes.
Lula e Dilma nunca manifestaram interesse em acabar com o foro privilegiado, nem com os super salários e pensões que estão corroendo as contas públicas.
Foram Lula e Dilma que entupiram o estado com militantes e amigos deles.
Depois de 13 anos de PT, os jovens pobres continuam saindo das escolas mal sabendo escrever seus próprios nomes.
Cerca de 27% dos brasileiros são analfabetos funcionais e 30% dos brasileiros nunca leram um único livro na vida.
O PT recebeu um país com taxa de evasão escolar de 7,6% e entregou com 16,5%.
Quando Lula foi eleito, 9,5% dos jovens não trabalhavam.
Quando Dilma saiu, esse percentual estava em 25,8%.
Depois de 13 anos de PT, metade dos domicílios brasileiros continuam sem acesso a rede de esgoto e 30% não têm acesso a água tratada.
Depois de 13 anos de PT, metade dos trabalhadores continua ganhando menos de um salário mínimo por mês, 20 milhões de pessoas ganham menos de R$ 140 e quase 9 milhões de pessoas encontram-se na extrema pobreza com renda abaixo de 70 reais.
Depois de 13 anos de PT, metade dos nordestinos dependem do Bolsa Família para viver.
Depois de 13 anos de PT, mais de 60 mil pessoas são assassinadas por ano e a taxa de elucidação de homicídios chega a ser de 4% no Pará.
Outros 21 estados sequer sabem quantos homicídios são elucidados anualmente.
Nunca antes na história deste país os bancos lucraram tanto quanto nos governos Lula e Dilma.
Ambev, Eike Batista e suas empresas, JBS, Lojas Riachuelo, OAS, Odebrecht e tantas outras grandes empresas foram infladas com dinheiro que o PT roubou dos brasileiros.
O PT roubou mais de R$ 70 bilhões dos funcionários da Caixa Econômica, do Banco do Brasil, da Petrobrás e dos Correios.
Roubou mais de R$ 100 milhões de milhares de funcionários públicos.
Segundo o TCU, 578 mil contratos da Reforma Agrária e mais de 1,1 milhão de cadastros do Bolsa Família estavam irregulares.
Junto com outros partidos, o PT roubou R$ 42 bilhões da Petrobrás.
É preciso repetir: era o PT que ocupava a Presidência da República.
Era o PT que tinha o poder das decisões.
Antes de ser afastada, Dilma cortou bilhões de reais em verbas de todas as áreas.
Considerando que a esquerda acredita que uma pequena minoria da população enriquece às custas da pobreza da grande maioria, devemos concluir que o PT foi o maior vetor de desigualdade social da história desse país.
Pesquisa publicada pelo IPEA mostra que a única parcela da população que teve aumento de renda durante o segundo mandato de Dilma foi a dos super ricos, pessoas com renda acima de R$ 150 mil por mês.
O restante da população teve redução na renda.
Os bancos, por exemplo, lucraram durante o governo Lula oito vezes mais do que no governo de FHC.
A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro só está acontecendo porque durante 13 anos o PT ignorou a pauta, mantendo as fronteiras escancaradas para a entrada de armas compradas por criminosos e incentivando a delinquência.
Durante os governos do PT, a criminalidade explodiu nas regiões mais pobres do Brasil.
No Amazonas, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins, o número de homicídios aumentou 100%.
No Rio Grande do Norte, o aumento foi de 232%.
Como se fosse pouca culpa, Lula e o PT ainda se dedicam a atacar a Lava Jato, o que beneficia dezenas de políticos corruptos, incluindo o tucano Aécio Neves.
O PT tem culpa até no colapso econômico da Venezuela, uma ditadura socialista que foi financiada com empréstimos bilionários do BNDES.
O Partido dos Trabalhadores não promoveu “avanços sociais”.
Os “milhões de brasileiros tirados da pobreza” são um golpe de marketing baseado na mudança dos critérios de identificação de classes sociais, a partir do qual só pode ser considerado pobre o cidadão com renda abaixo de R$ 291 por mês..
Acima disso, a pessoa já é “classe média”.
Resumindo, o PT promoveu apenas corrupção e desperdício de dinheiro dos pagadores de impostos em larga escala, resultando na maior recessão da história do país e afetando principalmente os mais pobres..
Portanto, pode gritar: sim, é tudo culpa do PT!
E para finalizar, se você, depois de tudo isso ainda defende o Lula e seus crimes, vai embora desse país, você é um inimigo da Pátria e não merece viver no Brasil!
OU UM INCURÁVEL ALIENADO!
(Texto de João César de Melo, artista plástico formado em arquitetura)
Artigo publicado em 02 de junho de 2018.
(via Jornal da Cidade)

Lula, o homem incapaz de sentir culpa, remorso, saudade e luto

O cara está preso há dez meses. Morre o irmão, oferecem a ele a chance de confraternizar com os familiares, mas SÓ com a família, sem imprensa, sem correligionários, sem comícios nem filmagens, uma condição compatível, aliás, com o momento de dor, de luto.
Fosse uma pessoa normal, agarraria a chance sem pestanejar. Mas estamos falando do cara que transformou o velório da mulher num showmício e fez do seu caixão um púlpito, apenas para meses depois culpá-la, sem pestanejar, pelos crimes que havia cometido.
Como todo psicopata, Lula é incapaz de sentir culpa, remorso, saudade, luto. Se algo não pode ser usado a seu favor, não o interessa.
E o que é mais espantoso é que pessoas que não tolerariam um sujeito assim como colega de trabalho, que não suportariam uma personalidade doentia dessas nem como vizinho, não pensariam duas vezes antes de colocar um país inteiro nas mãos dele.
texto de Rafael Rosset, advogado
(Jornal da Cidade conteúdo)

As ligações perigosas entre a Operação “Circus Maximus” e o STF

Sobe uma fumacinha do Supremo Tribunal Federal. Há ministros chateadinhos com a Operação Circus Maximus da Polícia Federal - PF, deflagrada na última terça-feira (29) por ordem do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da Justiça Federal de Brasília.
Explico: um ex-executivo do BRB - Banco de Brasília preso na operação é casado com a ex-chefe de gabinete do ministro-decano Celso de Mello, atualmente secretária de Gestão da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cedida ainda na gestão da ministra Cármen Lúcia como presidente do STF.
Tem togado preocupado com a evolução das investigações desse esquema criminoso que teria movimentado mais de R$ 400 milhões e levou à cadeia filhos de um astro da Rede Globo e o neto de um ex-presidente da República.
A operação baseia-se na Delação Premiada de executivos da Odebrecht, do doleiro Lúcio Funaro (operador do MDB) e de um empresário carioca.
P.S.: Registrem as informações deste texto. A Operação Circus Maximus (o nome não é por acaso) será o 1° ato daquilo que chamaremos em futuro próximo de Operação Lava Toga.
artigo de Helder Caldeira, Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista  
*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

Se não for para palanque, velórios não interessam a Lula

Em 2004 morreu João Inácio. Luis Inácio, seu irmão, não foi ao velório.
Em 2005 morreu Odair Góis. Também seu irmão, Luis Inácio novamente preferiu ficar em casa.
Em 2002, em plena campanha, Luis Inácio chorou copiosamente para as câmeras de Duda Mendonça. Falava da morte da primeira mulher, falecida 30 anos antes (a despeito do fato de o luto, quando do falecimento, ter sido espantosamente curto - dois anos após a morte de Lourdes, Luis Inácio já estava com família engatilhada ao lado de Marisa Letícia).
Em 2017, também em campanha, transformou o velório da segunda mulher, Marisa Letícia, em comício. E não teve o menor pudor em transformar o cadáver em arma contra seus adversários políticos:
“Na verdade, Marisa morreu triste. Porque a canalhice que fizeram com ela… E a imbecilidade e a maldade que fizeram com ela… Eu vou dedicar… Eu tenho 71 anos, não sei quando Deus me levará, acho que vou viver muito porque eu quero provar que os facínoras que levantaram leviandade com a Marisa tenham, um dia, a humildade de pedir desculpas a ela”.
Em 2018, Lula transformou sua prisão num circo, com direito a missa campal, showmício e utilização de sindicalistas como escudos humanos.
Agora, coincidentemente num momento em que tenta a todo custo vender uma certa narrativa (como em 2002 e 2017), Luis Inácio cria um inesperado amor fraternal pelo irmão Vavá, morto há dois dias. Interessantemente, a defesa já impetrava HC no TRF4 antes mesmo de a juíza Carolina Lebbos apreciar o pedido de salvo conduto, como se tivesse a certeza de que seria denegado, e estivesse mais preocupada em pautar o noticiário do que efetivamente obter a saída de seu cliente.
Quaisquer razões humanitárias podem ser lembradas nessa hora, mas Lula não é mais propriamente humano, como ele mesmo disse.
Está mais para um ególatra narcisista viciado em poder.

texto de Rafael Rosset, advogado
publicado originalmente no Jornal da Cidade

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

“Tragédia de Brumadinho foi premeditada”, afirma jornalista e acordo com Dilma gerou a impunidade

A afirmação é extremamente assustadora, mas tem todo o sentido, publica o Jornal da Cidade.
Segundo a publicação, a tragédia de Brumadinho foi adredemente premeditada. A afirmação é do historiador e jornalista Marco Antonio Villa.
A análise foi ao ar nesta quarta-feira (30) durante o programa Jornal da Manhã, da Rádio Jovem Pan.
Paralelamente, o promotor de Justiça Carlos Eduardo Ferreira Pinto, de Mariana (MG), revelava que a ex-presidente Dilma Rousseff, assinou em 2015 um acordo extremamente benéfico com a Vale, BHP e Samarco, que certamente foi preponderante para essa nova tragédia, pois a criação da Fundação Renova gerou a certeza da impunidade e de que o crime compensa.
Assim, percebe-se que os fatos conjuminam para dar total credibilidade a análise de Villa.
Veja o vídeo:

Índias salvas por Damares desmentem matéria maldosa e mentirosa da Época

Após a ministra Damares Alves anunciar, nesta semana, que deseja realizar um pente-fino nas indenizações às vítimas da ditadura militar, matérias com teor extremamente difamatório começaram a ressurgir, relata o Jornal da Cidade.

A mais grave delas, que envolve sua filha Lulu, foi realizada pela revista Época, da Rede Globo, em que a revista faz uma entrevista com a vó biológica de Lulu, uma senhora de 80 anos de idade que afirma que a criança foi levada da aldeia Kamayurá por Damares para um tratamento dentário e nunca mais retornou.

Logo após a reportagem, a indígena Ysani Kalapalo, de 27 anos, publicou um vídeo em seu canal no YouTube denunciando a reportagem cruel da Revista Época e defendendo Damares.

Ysani afirma que a reportagem da Revista Época “quer dizer que a ministra Damares Alves sequestrava crianças indígenas, mas na verdade não! Ela salvou vidas e salvou muito!”
No vídeo, também aparece uma outra índia, chamada Kanhú, salva por Damares que ressalta:

“Não se deixem levar por essas postagens distorcidas”. “Venham procurar as pessoas que realmente trabalham com isso, venham falar com a gente para que a gente possa contar nossa história. Eu sou uma sobrevivente, eu quero contar minha história para todo mundo, eu não quero que as pessoas achem que a Damares ou a ATINI foram lá e me sequestraram Eu estou aqui porque meus pais pediram ajuda. Eu quero ir lá ajudar o meu povo e outras crianças indígenas deficientes que estão passando por isso”, completou.
Ysani afirma que a reportagem da Revista Época “quer dizer que a ministra Damares Alves sequestrava crianças indígenas, mas na verdade não! Ela salvou vidas e salvou muito!”

Veja os depoimentos das índias:

FOCO NO LEGISLATIVO

APÓLICES DE SEGURO
De tudo que li, ouvi e assisti sobre as graves consequências provocadas pelo rompimento da barragem de Brumadinho, o que mais estranhei é que até o presente momento ninguém fez qualquer referência quanto ao tamanho e abrangência das apólices de seguro obviamente contratadas pela Vale. 

SEGURADORAS APAVORADAS
Como a Vale é, no mundo todo, reconhecida como empresa bem administrada, neste momento em que muita gente especula sobre os prejuízos que a tragédia de Brumadinho já causou, e continuará causando por um bom tempo, às atividades da empresa, é importante que seus acionistas saibam o quanto deste prejuízo ficará por conta das -apavoradas- seguradoras.

LEITE DERRAMADO
Enquanto esta importante resposta não vem, e mesmo que todos os noticiários estejam dando total e absoluta atenção à catástrofe que resultou em muitos mortos e/ou desaparecidos, o fato é que, gostando ou não, o leite já está derramado, ou seja, a barragem de Brumadinho já foi rompida e não há como voltar atrás no tempo.

MEDIDAS PREVENTIVAS
Assim, por mais que estejamos muito tristes e amargurados com as perdas (todas) causadas pelo rompimento da barragem, é preciso olhar para frente. Isto significa que não basta apenas ficar buscando culpados pela tragédia. É preciso aprimorar e colocar em prática medidas preventivas, visando diminuir ao máximo a probabilidade de ocorrência de acidentes do tipo.

ATENÇÃO DOBRADA
Como chegamos ao último dia de janeiro, e amanhã, 01 de fevereiro, quando deverão ser eleitos os presidentes da Câmara e do Senado, inicia o ANO LEGISLATIVO BRASILEIRO, tudo que vou fazer daqui para frente é redobrar atenção aos projetos que serão enviados pelo Executivo (governo Bolsonaro) e as consequentes decisões que serão tomadas pelos ocupantes das duas Casas.  
 
REMÉDIOS E TRATAMENTO ADEQUADOS
Como o nosso empobrecido Brasil é vítima escancarada de centenas de TRAGÉDIAS, que destruíram por completo o tecido social e econômico do País, tudo que mais quero é que o novo governo ministre remédios e tratamentos fortes e adequados que resultem em efetiva cura dos nossos males.
Chega de colocar esparadrapos que só escondem do povo brasileiro a gravidade da infecção e do tamanho dos talhos.

editorial de Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político

“A primeira privatização do governo Bolsonaro”

A nova diretoria da Petrobras celebra a venda de Pasadena, “símbolo da corrupção do lulopetismo”.

A celebração é ainda maior porque se trata da primeira privatização do governo Bolsonaro.

LAVA JATO APURA PROPINA NA TRANSPETRO

A operação Quinto Ano da Lava Jato se baseou em delações premiadas que apontaram pagamentos de propina na Transpetro.

Há escritório de advocacia envolvido na lavagem de dinheiro, diz O Antagonista.

Leia a nota da PF:

Polícia Federal deflagra a 59ª fase da Operação Lava Jato

OPERAÇÃO QUINTO ANO

Curitiba/PR – Na manhã de hoje, 31/01, a Polícia Federal deflagrou a 59ª fase da Operação Lava Jato denominada QUINTO ANO.

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e 3 de prisão temporária por 60 Policiais Federais, com o apoio de 16 Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, em São Paulo/SP e Araçatuba/SP. Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba/PR.

Participaram das investigações a PF, a RFB e a Força Tarefa do MPF em Curitiba.

A partir de acordo de colaboração premiada, homologada pelo STF, a investigação colheu indícios de que diversas empresas pagaram vantagens indevidas de forma sistemática a executivos da TRANSPETRO, em um percentual de propina que alcançou o montante de até 3% do valor de 36 contratos formalizados com a estatal entre 2008/2014. Consta que os contratos somam o total de mais de R$ 682 milhões.

Calcula-se que foram repassados no período mais de uma centena de milhões de reais a agentes políticos, sendo que o colaborador teria recebido R$ 2 milhões, por ano, a título de vantagem indevida, além de R$70 milhões no exterior.

Há indícios de que um escritório de advocacia teria sido utilizado para a movimentação de valores ilícitos e geração de dinheiro em espécie em favor das empresas do grupo investigado.

O sistema utilizado para a ocultação e dissimulação da vantagem indevida, ocorreu mediante a utilização de contas de passagem e estruturação de transações financeiras (fracionamento) para evitar comunicação de operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF.

Existem fortes suspeitas de que todo esse esquema criminoso só foi possível em razão da bem acertada associação entre os investigados.

Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Os presos e o material apreendido serão trazidos para a Superintendência da Policia Federal em Curitiba/PR.

Será concedida entrevista coletiva de imprensa às 10h no auditório da Superintendência da Policia Federal em Curitiba/PR.

1.SÃO PAULO/SP:
14 Mandados de Busca e Apreensão
03 Mandados de Prisão Temporária

2. ARAÇATUBA:
01 Mandado de Busca

Vavá em Genebra

Lula vai arrastar o cadáver de Vavá até Genebra.

Diz a Folha de S. Paulo:

“A defesa de Lula vai registrar em manifestação que apresentará à ONU, em fevereiro, as diversas negativas que o petista recebeu ao pedido para deixar temporariamente a prisão para velar seu irmão, Vavá, em São Bernardo do Campo.”

Cardozo assume defesa de Lindbergh

José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça, vai assumir a defesa do também petista Lindbergh Farias na Lava Jato, informa a Época.

Os processos de Lindinho devem descer à primeira instância, já que ele não conseguiu se reeleger para o Senado.

Brasil tem apenas 35 fiscais para 790 barragens de mineração

O Brasil não tem estrutura para garantir a segurança de todas as barragens em operação em seu território, diz o Estadão.

“A Agência Nacional de Mineração (ANM), responsável pela fiscalização, tem apenas 35 fiscais capacitados para atuar nas 790 barragens de rejeitos de minérios – semelhantes às do Córrego do Feijão, em Brumadinho, e à do Fundão, em Mariana – em todo o país.

O governo federal usa só laudos produzidos pelas próprias mineradoras ou por auditorias contratadas. São elas que atestam a segurança das suas estruturas.”

O geólogo Paulo Ribeiro de Santana, da ANM, confessou ao jornal:

“É claro que não dá pra fazer nem uma fiscalização por ano em cada uma.” Segundo ele, os 35 fiscais não trabalham exclusivamente com barragens de rejeitos. “Há outras atividades relacionadas à mineração também, como fiscalização de minas, pesquisa mineral, muitas coisas.”

As raras fiscalizações in loco são realizadas quando há discrepância grave nos documentos apresentados pelas empresas à agência ou seguindo rodízio esporádico dos técnicos.

“O corpo de funcionários é tão pequeno que eu, geólogo, respondo pela assessoria de comunicação”, disse Santana.

O comício petista no cemitério

Para a surpresa de ninguém, os petistas transformaram o velório de Vavá, irmão de Lula, em comício, comentou O Antagonista.

Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta, Fernando Haddad e companhia fizeram uma transmissão ao vivo, na manhã desta quarta (30), direto do cemitério, defendendo o criminoso que está preso em Curitiba.

Quando livre, Lula não foi ao enterro de irmãos

Em dezembro de 2004, Lula, então presidente da República, não compareceu ao velório de João Inácio, um irmão por parte de pai que havia morrido de câncer, publica O Antagonista.

Segundo a publicação, ele tinha agenda em Belo Horizonte, na Cúpula do Mercosul, e depois um jantar com ministros e assessores na Granja do Torto.

Em janeiro do ano seguinte, o petista também decidiu manter sua agenda presidencial à Amazônia e à Colômbia, e não foi ao enterro de Odair Inácio de Góis, outro irmão, que morreu de infarto.

Em ambos os casos, Lula enviou representantes ao velório e enterro.

O vexame de Lula

O advogado Manoel Caetano Ferreira disse que Lula se recusou a encontrar seus familiares “num quartel” porque seria “um vexame”, registra O Antagonista.

Vexame é roubar.

Lula desistiu de Vavá

Lula desistiu de ir a São Bernardo do Campo para se encontrar com seus familiares após o enterro de Vavá.

Paulo Okamotto disse para o Estadão:

“O presidente Lula gostaria de participar do enterro e se despedir do seu querido irmão. É claro que ele também quer se encontrar com a família, mas para isso vai ter outra oportunidade”.

Sem poder fazer comício, a viagem perdeu o sentido.

OS CHIFRES DA GAZELA

A manchete do jornal do último domingo gritava: “Mercado da bala, uma disputa de R$12 bilhões”. O título não poderia ser mais opinativo. 
Como boa parte dos meios de informação, o jornal demonstrava estar contra o direito de autodefesa das pessoas e a favor de dar tranquilidade aos bandidos. 
Insegurança para os leitores e audiência; segurança para os que forem assaltar suas casas e lojas. 
A mesma mídia que fez barulho contra o decreto que ampliou a validade do registro de arma, fingiu não ter lido o decreto que, além disso estabeleceu que arma deve ficar inacessível a menores de idade e mentalmente incapazes, o que o Exército já exigia. O resto ficou igual. 
Comprar quatro armas? Você já podia registrar duas na Polícia Federal e duas no Exército.
Na verdade, o “mercado da bala” é o mercado da autodefesa e certamente será bem menor que o mercado que forma o arsenal dos bandidos, sem pagar impostos, gerando, sim balas, inclusive as perdidas, que matam crianças e pessoas dormindo em casa. O parágrafo único do primeiro artigo da nossa Constituição, diz que todo poder emana do povo. Pois desde 2003 se sente, com o Estatuto do Desarmamento, a vontade de usurpar, do povo, o poder da posse de arma, que representa o direito natural da autodefesa e da defesa de sua família e seus bens. A arma em casa ou na empresa é a primeira linha de defesa contra invasão de bandido. Depois, e nas ruas, é com a polícia.
Na vigência do Estatuto, os homicídios só aumentaram, e deram mais segurança aos assaltantes de residências, lojas e propriedades rurais, confiados de que não haverá resistência. 
O referendo de 2005 vetou a proibição do comércio de armas, na proporção de dois em cada três eleitores. Os governos fingiram desconhecer a vontade do povo. 
No Rio Grande do Sul, com a tradição de ser a primeira linha de defesa da Pátria, 80% foram favoráveis às armas, no referendo. Até o Exército mantém essa cultura: 90% dos blindados do Brasil estão no Comando Militar do Sul.
Armas de fogo, como carros, não matam; é a violência humana que mata – com faca, pau, pedra, veneno, arma de fogo. Por que querem a população desarmada, impotente na defesa de seu direito à vida, propriedade e liberdade? Na Venezuela, em Cuba, na Alemanha de Hitler, foi assim. Tiranos – bandidos ou ditadores – dominam se não houver resistência. 
Como lembrou o “presidente virtual” dos Estados Unidos, Bill Whittle: se o leopardo ataca a gazela, não deve ela usar os chifres para se proteger? Ou devemos cortar-lhe os chifres?

Autor: Alexandre Garcia, jornalista
* Publicado originalmente no facebook do autor

A ESQUERDA E OS MILITARES NO GOVERNO

No Brasil, com aquela presunçosa superioridade moral que desaba quando confrontada com o passado e o presente, a esquerda brasileira costuma se apresentar como isenta de todo preconceito. 

Seus militantes se proclamam dotados de uma alma acolhedora, expressa num par de braços abertos à humanidade. Porém, quando essas virtudes são escrutinadas, se vê que os genocídios do passado são acolhidos no silêncio e se reproduzem no presente venezuelano; se evidencia que liberais e conservadores não são tolerados e que, especialmente, o desdém aos militares e às Forças Armadas atinge as raias do fetiche. O fetiche, no caso, não é de culto, mas de rejeição.

Como o Brasil só viveu o “ideal coletivista” na cultura aborígene, a História do Brasil é dita um desastre do início ao fim. A essa esquerda, em cuja existência não há feitos a exibir, cabem, então, duas tarefas: recontar a história nacional de uma forma que lhe convenha e construir, para si mesma, uma narrativa atraente.

A primeira tarefa visa a produzir esse sentimento de dívidas e cobranças com as quais a luta de classes se enriquece com novos formatos e antagonistas. Segundo tal cartilha, desde o “infortúnio” do Descobrimento, tudo foi desastroso, sem honra nem glória, brio ou valor, num país de homens e mulheres minúsculos, a não merecerem nota de rodapé em livro sério, ou plaquinha de bronze em praça de bairro. E isso vale para você que me lê e para todos os seus ancestrais.

Os militares povoam os ressentimentos dessa esquerda. Onde sua narrativa não se entrelaça com os fatos de 1964 e dos anos seguintes, militantes entram em dispneia ou disartria. Precisam incessantemente evocar, invocar, convocar, cavoucar esse período como condição para articular o mais simples raciocínio. Por isso dizem que o governo Bolsonaro tem número excessivo de militares. FHC criou o ministério da Defesa, entregou-o a um civil e tirou do ministério quatro oficiais generais das três Armas. O PT, quando no poder, deu um passo mais e nomeou um parlamentar do PCdoB para aquela pasta que exerce direção superior em relação às Forças Armadas.

Essa animosidade contra os militares é tão incontrolável que inibe a percepção de um fato bem simples: meio século de lorotas e histórias mal contadas, visando a desabonar as Forças Armadas, em nada afetaram a confiança e o respeito que a nação lhes dedica. O prestígio dessas instituições é a maior derrota da quase sempre eficiente propaganda esquerdista. Nossas Armas continuam sendo as instituições mais confiáveis do país – pesquisa Datafolha (da Datafolha, vejam bem!) realizada em junho de 2018.

Invertendo o tradicional loteamento partidário do governo, da administração pública e do próprio Estado, o presidente montou uma equipe dominantemente técnica, competente e colocou militares em certos postos-chaves. Por que o fez? Pelo simples motivo de que oficiais superiores, treinados em cadeias de comando, têm excelente formação e são vocacionados ao serviço da pátria e aos interesses comuns (não há guerra individual). Ademais, aproveitá-los é questão de pura racionalidade em relação ao investimento feito pelo país em sua formação e em suas carreiras.

artigo de Percival Puggina, pensador, escritor, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, colunista de dezenas de jornais e sites no país. 
Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

TRAGÉDIAS PETISTAS

TRAGÉDIA 
Em todos os dicionários, TRAGÉDIA é sinônimo de calamidade, catástrofe, desgraça, fatalidade, flagelo, infortúnio, revés... Daí a razão para classificar como tal o enorme estrago provocado pelo rompimento da barragem de Brumadinho.
 

TRAGÉDIA INCOMPARÁVEL
Ora, por mais atenção que este grande desastre mereça, principalmente pelo número de mortes e desaparecimentos que causou, é preciso que todos entendam que em matéria de TRAGÉDIA nada se compara ao tenebroso rastro de destruição -econômico/social- deixado pelos desastrosos governos petistas, comandados por Lula e Dilma.  
 
ESPAÇO REDUZIDO
O espaço que destino aos meus editoriais, certamente são extremamente reduzidos para listar todas as TRAGÉDIAS que levaram o nosso empobrecido País, Estados e Municípios a trilhar a extensa AVENIDA DA AMARGURA, onde muitas das grandes barbaridades, ou TRAGÉDIAS, que levaram o Brasil literalmente a lona podem ser vistas. 

TRAGÉDIAS EMBLEMÁTICAS
Sem guardar uma ordem cronológica das enorme e incontáveis TRAGÉDIAS EMBLEMÁTICAS promovidas pelos petistas, a AVENIDA DA AMARGURA expõe casos como PASADENA, CELSO DANIEL, MENSALÃO, PETROLÃO, VALERIODUTO, BNDES, PEDALADAS FISCAIS, ESTÁDIOS DA COPA, etc, etc...

20 OU 30 ANOS
Ora, mesmo considerando que as ações impostas para consertar os estragos -físicos- provocados pelo rompimento da barragem de Brumadinho levarão um bom tempo para produzir bons efeitos, as medidas que o Brasil exige para atenuar (apenas atenuar) os estragos provocados pelas TRAGÉDIAS PETISTAS, só serão sentidas (se aprovadas) daqui a 20 ou 30 ANOS.  
 
IMPORTÂNCIA ABSOLUTA E RELATIVA
De novo: este editorial não tem como propósito desmerecer as atenções que estão sendo dadas à TRAGÉDIA DE BRUMADINHO. O que estou afirmando é que os meios de comunicação em geral, pelo seu poder enorme de persuasão, convencimento e formação de opinião, preferem dar importância -ABSOLUTA- para a TRAGÉDIA que destruiu Brumadinho e importância -RELATIVA- (baixíssima) à TRAGÉDIA que varreu a economia do BRASIL. 

editorial de Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político

A aposta de Maia

Rodrigo Maia, em suas conversas com deputados, diz que quer manter uma “distância de segurança” de Jair Bolsonaro.

Segundo O Globo, ele “alerta que, a tomar pelos primeiros dias, ninguém aposta um real no sucesso da gestão”.

Rodrigo Maia e Renan Calheiros, em particular, apostam contra o governo.

O nome dele é trabalho!

Jair Bolsonaro retomou à Presidência da República, informou a Secom.

A partir de hoje, ele começou a despachar do escritório montado no hospital Albert Einstein.

Nada de quarentena. 

Ao contrário de um ex-presidente, o nome dele é trabalho!

“Este será um Renan liberal”

O novo Renan Calheiros, bolsonarista, jamais votaria no velho Renan Calheiros, lulista.

Ele disse para o Valor:

“Você conhecia o velho Renan. O novo chega sexta-feira e vai discordar do outro em muita coisa. O outro era mais estatizante. Este será um Renan liberal, que vai ajudar a fazer as reformas.”

Questionado se o novo Renan Calheiros, bolsonarista, vai manter o vínculo com Lula, ele respondeu, depois de rabiscar um papel:

“O velho Renan vai sair de cena. Mas ele tem uma história, que não pode ser apagada.”

A Lava Jato não vai deixar a história do velho Renan Calheiros ser apagada.