segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Um Brasil novo poderá nascer, basta vontade política...

A derrota de Renan Calheiros tem um significado muito maior do que simplesmente o afastamento de um corrupto que tem inúmeros inquéritos contra ele. Representa a libertação do Congresso Nacional das amarras do fisiologismo.
Sem Renan ditando a pauta somado ao descompromisso do Governo Federal com partidos e loteamentos de cargos, a chance que temos de ver a verdadeira Justiça começar a avançar no Brasil é bastante grande. Mas há algumas pedras no caminho.
Conseguimos sim fazer uma depuração parcial do Congresso Nacional, mas não se pode negar que ainda que resta tirar de lá os adeptos da velha política. A missão agora será enfraquecê-los a ponto de se tornarem sem voz, rebaixando-os a algo inferior ao baixo clero: O clero abissal. Aquele que manda menos que o ascensorista do elevador de serviço do Congresso.
A segunda coisa a fazer é a depuração do Supremo Tribunal Federal, expurgando de lá tudo o que não presta. Que sejam desengavetados os pedidos de impeachment contra o Laxante-Mor e Protetor Geral dos Bandidos Amigos Gilmar Mendes, e também que voltem à pauta outros processos que foram esquecidos, contra outros Ministros do Supremo, que mais do que escravos da Lei e servidores da Nação, acham-se semideuses midiáticos donos da verdade absoluta. E isso é demonstrado pelas suas atrapalhadas decisões monocráticas que vão contra os interesses da Nação e do próprio princípio de Justiça.
Não se pode esquecer que o Jurista Modesto Carvalhosa já havia protocolado o pedido de impeachment contra Lewandowski, por aquele episódio em que mandou prender um advogado após o voo, mas o pedido não prosperou justamente porque o dono da pauta era o Eunício, seguidor do Renan. Hora de desenterrar este pedido também.
Se o Brasil quiser avançar, terá que fazer uma faxina no Legislativo e no Judiciário.
Que seja votada a PEC 52/2015 de autoria do Senador Antonio Reguffe, que defende o fim das indicações políticas para a escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal e de outros tribunais superiores. Ele apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição prevendo concurso público de provas e títulos para o cargo de ministro de tribunal superior. O texto também acaba com a vitaliciedade e estabelece um mandato de cinco anos para os Ministros. Esse seria um exemplo de TRANSPARÊNCIA, e fim da partidarização dos Tribunais.
O terceiro passo que deveria ser dado refere-se ao fim da obrigatoriedade do exame da OAB e da vinculação do advogado à entidade. A proposta pra isso já existe. Trata-se do Projeto de Lei 2426/07, de autoria do então deputado Jair Bolsonaro, e atual Presidente da República. Seria o mesmo que a decretação do fim de uma pelegada que hoje quer mandar mais na política e nos rumos do Brasil do que cabe na sua responsabilidade, e sempre com viés de esquerda.
A OAB virou uma espécie de "quarto poder" e já está na hora de podar as asas de quem em vez de querer voar, deveria manter os pés no chão.
Eu espero sinceramente que o novo Presidente do Congresso, Senador Davi Alcolumbre, seja sensível a essas demandas, que representam o desejo da maioria dos brasileiros de bem. Se assim for, um novo Brasil nascerá daí.
artigo de Marcelo Rates Quaranta, articulista
Jornal da Cidade conteúdo

Presidente Bolsonaro envia mensagem pelo twitter

O Presidente Bolsonaro enviou mensagem pelo twitter, no final da manhã de hoje.
Veja:
"Após uma semana da terceira cirurgia, no espaço de menos de 6 meses, graças a Deus, funções voltando à normalidade e fisioterapia contínua nos fortalecendo para que possamos voltar o mais rápido possível às atividades rotineiras com plena força. Agradeço a todos pelo apoio!"

Após duelo surreal, um Renan apequenado deixa cabisbaixo o Senado

O novo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, travou um verdadeiro duelo de titãs neste final de semana na disputa pela presidência da casa contra Renan Calheiros.
Foi empolgante assistir. Sim, apesar de tudo, agora política nos empolga, nos instiga a pensar e participar.
Na sexta-feira ficamos um tanto estarrecidos com os acontecimentos, afinal foram nove horas de pura tensão, com o Davi Alcolumbre ocupando a cadeira da presidência da mesa, ininterruptamente, para que não se apropriassem de seu lugar. Se ele se levantasse e saísse da cadeira, por certo tomariam seu assento, tanto é que até pasta com documentos oficiais foi roubada pela senadora Kátia Abreu, descaradamente... E como se rosas brancas com pedido de desculpas no dia seguinte desfizessem a coisa toda...
Naquela sexta, testemunhamos o pior do ser humano na figura de alguns senadores e senadoras que disputavam o poder. E diante de zoações, xingamentos, provocações, tratativas arrogantes e desrespeitosas, o que víamos era um senador resoluto à mesa do Senado: Davi demonstrava serenidade, equilíbrio emocional, espírito mediador, determinação, coragem, humildade e muita resiliência. Uma verdadeira liderança crescia e se consolidava, aos olhos da nação.
Se até aquela sexta algum senador ainda titubeava quanto ao seu voto para presidência do Senado, aos poucos se formava uma forte convicção: Davi estava preparado para vencer Renan Calheiros e finalmente quebrar a tradição do Senado de, há décadas, eleger para presidente o representante da maior bancada, ou seja, o do MDB.
Tal tradição foi criada pela consolidação de dois hábitos. O primeiro, dos eleitores: elegiam muitos senadores do MDB, formando a maior bancada. O segundo, dos senadores: elegiam o representante da maior bancada, MDB, para o cargo de presidente do Senado Federal. Um hábito não existiria sem o outro, é bom lembrar.
Sempre o MDB participou maciçamente do legislativo, sim, do legislativo federal, pois o MDB também dominava a Câmara dos deputados..., e por decorrência atuava fortemente no executivo, seja ocupando a vice-presidência, como foi o caso do Temer, seja ocupando vários ministérios. Não importava de qual partido era o chefe do Poder Executivo ... O comando do legislativo fazia todo o resto acontecer.
E assim vinha sendo governado, ou desgovernado, esse país: MDB diretamente e indiretamente entranhado nos poderes e comandando como queria e, claro, colocando toda a “infelicidade” dos antigos governos do Brasil exclusivamente na conta de quem estava à frente do executivo, como se o MDB nunca tivesse responsabilidade pelas mazelas de nossa República.
Falemos então do primeiro hábito. Os brasileiros ainda estão com ressaca das eleições do ano passado, da disputa presidencial que polarizou o Brasil e fez tantos grupos de whatsApp se desmancharem, no entanto, restou um novo hábito para muitos de nós: conversar sobre política. Já era tempo... Percebemos finalmente o poder do nosso voto, de nossas opiniões, e o quanto temos o dever de externar nosso pensamento e fiscalizar a atuação dos políticos. Ainda há muito que amadurecer a fim de tratarmos dos assuntos públicos, de interesse de toda a sociedade, de forma natural e saudável. É um hábito em construção.
Este novo hábito se refletiu nas urnas, com uma grande renovação da bancada da Câmara e do Senado Federal. O eleitorado parece ter entendido que para que o Estado seja governável é necessário eleger um legislativo forte e plural, que represente os anseios da população, e que possa, de fato, ter uma relação independente e harmônica com o Executivo e o Judiciário, objetivando o Bem Comum.
Então no sábado, 02 de fevereiro, assistimos o desfecho do duelo surreal. Em uma ponta, um Senado renovado, com novos senadores empenhados em corresponder o voto de seus eleitores e alguns antigos senadores com novo espírito, contagiados por este sentimento de transparência e prestação de contas à sociedade, e desejando “ficar de bem com seu aeroporto”. Na outra ponta, a velha política e tudo que ela significa, a continuidade do toma lá dá cá, negociatas, individualismos, lobbies...
Na plateia virtual havia vários brasileiros, eleitores, acompanhando a eleição pelas redes sociais e pela TV e comentando o que está ocorrendo, em tempo real. E aí é que está a diferença: a empolgação, a participação, a fiscalização dos eleitores. Isso dá a liga na nova política.
E recomeçam os trabalhos... ou melhor, o duelo.
Mesmo com a decisão do STF, às três da manhã de sábado, confirmando que o voto para a eleição do presidente do Senado deveria ser secreto, vários senadores decidiram declarar abertamente seu voto, já que não havia impedimento legal, demonstrando coerência com a votação do dia anterior e respeito aos cidadãos. E fez-se a mágica: quebrou-se o segundo hábito.
Desordem. Fraude. Anulação da primeira votação... E durante a conturbada segunda votação, Renan Calheiros surta e vai à tribuna discursar, de forma arrogante. Aos berros, histericamente brava “Davi não é o Davi, Davi é o Golias... ele é o próximo presidente do Senado” e retira sua candidatura...
O que um Renan agonizante ainda não havia percebido é que os eleitores é que são Golias... e também são Davi. Agora ele entendeu o recado.
Cena imperdível, na sequência: um Renan cabisbaixo, incrédulo e diminuto se retirando do Senado, silenciosamente, enquanto a votação prosseguia como tinha que ser.
E a plateia, nas redes sociais, assistiu diversas manifestações eufóricas dos pequenos brasileiros que aos poucos se dão conta do quanto, quando unidos, somos gigantes.
Assista:


artigo de Lívia Martins, articulista e repórter
Jornal da Cidade

Grande Mídia ignora que resultados na Câmara e Senado foram vitórias de Bolsonaro

Vamos falar claramente? Se Rodrigo Maia tivesse perdido na Câmara dos Deputados e/ou Davi Alcolumbre perdido no Senado Federal, as manchetes na imprensa seriam: "Governo Bolsonaro sofre primeira grande derrota no Congresso".
Como ambos venceram bravamente, você acha que algum jornalista publicará que o Presidente Jair Messias Bolsonaro obteve suas duas primeiras vitórias?
D-U-V-I-D-O!
Pois eu vos digo: Jair Bolsonaro cravou duas vitórias avassaladoras e importantíssimas no Congresso Nacional do Brasil.
Sigamos em frente!

texto de Helder Caldeira, escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista
*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

Gleisi acusa Maia e Alcolumbre por fatos políticos ocorridos quando ainda eram crianças

Internem essa petista. Gleisi diuturnamente faz questão de agredir a sociedade com mentiras e falsidades absolutamente absurdas e infames.
Neste domingo (3) ela voltou a atacar, tentando atingir os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre.
Desta feita, porém, a insanidade de Gleisi assumiu proporções inimagináveis.
Ela acusou os dois parlamentares de representarem o retorno da Aliança Renovadora Nacional (ARENA), o partido político dos militares, durante o regime militar.
Observe-se que quando a ARENA foi extinta, em 1979, Maia tinha apenas 9 anos. Alcolumbre, por sua vez, tinha apenas 1 ano de idade.
Parece óbvio que nada do que sai da boca da presidente do PT merece o mínimo de credibilidade.
Renan, por sua vez, o candidato apoiado pela bancada no PT no Senado, estava em plena atuação política na época e, como é sabido, representa o que há de pior na política nacional.
É louca ou desonesta?

texto: Otto Dantas, articulista e repórter
Jornal da Cidade

O NOVO JOGO NO SENADO

O grupo que comandou o Senado desde a ascensão de Lula finalmente deixou o poder.

Sob Jair Bolsonaro, publica O Antagonista, o comando passa às mãos de um grupo que tem Davi Alcolumbre sua figura mais relevante. Simone Tebet, Tasso Jereissati e outros senadores que articularam a candidatura de Alcolumbre terão papel central na Casa.

Governo vai criar site para venda de bens apreendidos de traficantes

A Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) vai criar um site para a venda de 77 mil bens apreendidos de traficantes, registra O Antagonista.

Segundo o secretário nacional antidrogas, Luiz Roberto Beggiora, serão vendidos 9.970 veículos, 459 imóveis, 25 aeronaves e 18.975 bens diversos.

A compra poderá ser feita virtualmente.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

No Rio, sete barragens de alto risco

Segundo relatório de órgãos federais, há pelo menos sete barragens no Rio de Janeiro com alto dano potencial, diz O Globo.

Dessas sete barragens, pelo menos três apresentam más condições de conservação e são avaliadas como de alto risco para acidentes.

Um eventual rompimento da barragem de Quatis, por exemplo, poderia contaminar o Rio Paraíba do Sul, que abastece 7,3 milhões de pessoas.

Em quatro anos, Venezuela perde quase metade de sua economia

A ditadura de Nicolás Maduro destruiu a Venezuela.

Em apenas quatro anos, 44% da economia venezuelana virou pó.

Segundo o Estadão, com base em dados da ONU,  o país registrou em 2018 a maior queda do PIB em todo o mundo.

Governo prevê economia de R$ 209 milhões por ano com corte de cargos

Segundo a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, o governo deve economizar R$ 209 milhões por ano com o corte de 21 mil cargos comissionados.

O decreto com a reestruturação de funções na Esplanada será editado ainda neste mês, diz O Antagonista.

A intenção é simplificar a gestão e enxugar a quantidade de cargos e comissões.

Moro quer conceituar organizações criminosas

Sergio Moro se reúne nesta segunda-feira com governadores e secretários de segurança pública para apresentar o Projeto de Lei Anticrime que será enviado Congresso Nacional.

O pacote mira, entre outras coisas, as organizações criminosas.

Diz a Folha:

“O pacote aborda, por exemplo, o combate a organizações criminosas, citando nominalmente exemplos como PCC, Comando Vermelho e milícias.

Esses grupos seriam oficialmente citados em lei como exemplos para que uma organização criminosa deste porte seja entendida em termos de organização, estrutura e força econômica.

Uma ideia, por exemplo, é a possibilidade do uso de agentes policiais disfarçados nessas organizações”.

25 ex-parlamentares devem ter processos da Lava Jato enviados pelo STF para instâncias inferiores

Reabertos os trabalhos de 2019 na última sexta-feira (1º), o Supremo Tribunal Federal (STF) começa a definir neste mês quais casos serão remetidos para as instâncias inferiores dentre os 25 ex-senadores e ex-deputados investigados na Operação Lava Jato.

Como não foram reeleitos, esses ex-parlamentares não terão mais o chamado foro privilegiado, pelo qual só respondiam a processo no STF.

Os ministros devem ouvir a Procuradoria Geral da República antes de definir se os casos seguirão para a Justiça estadual (crimes comuns) ou para a federal (crimes previstos na lei federal), se vão para primeira instância ou se eventualmente devem permanecer no STF por terem relação com políticos que mantêm a prerrogativa de foro. As análises serão feita pelo ministro relator de cada caso.

Os não reeleitos investigados em procedimentos no STF são oito ex-senadores e 17 ex-deputados. Alguns desses parlamentares têm contra si mais de um inquérito no Supremo. Isso indica que o volume de processos da Lava Jato deve ser reduzido após a posse, na última sexta-feira (1º), dos integrantes da nova legislatura no Congresso.

O número de investigações a deixar o STF pode aumentar ainda mais porque no ano passado o tribunal limitou o foro privilegiado para os fatos ocorridos durante o mandato e que tenham relação com o cargo.

Há casos de senadores que se elegeram deputados federais, como Aécio Neves (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR). Como se trata de outro cargo, a expectativa é que casos como esses deixem o STF.

Há dúvida, porém, se deputados e senadores reeleitos para a nova legislatura também terão processos remetidos para outras instâncias na hipótese de o caso ter relação com o mandato anterior. O STF ainda terá que dar uma posição definitiva sobre o foro no chamado "mandato continuado" (reeleição).

OS 25 EX-PARLAMENTARES

Ex-senadoresEx-deputados
Benedito de Lira (PP-AL)Alfredo Nascimento (PR-AM)
Edison Lobão (MDB-MA)Andre Moura (PSC-SE)
Eunício Oliveira (MDB-CE)Anibal Gomes (DEM-CE)
Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)Arnaldo Faria de Sá (PP-SP)
Lindbergh Farias (PT-RJ)Decio Lima (PT-SC)
Paulo Bauer (PSDB-SC)José Otávio Germano (PP-RS)
Romero Jucá (MDB-RR)Julio Lopes (PP-RJ)
Valdir Raupp (MDB-RO)Jutahy Junior (PSDB-BA)
Lucio Vieira Lima (MDB-BA)
Luiz Fernando Faria (PR-SP)
Luiz Sérgio (PT-RJ)
Manoel Junior (MDB-BA)
Marco Maia (PT-RS)
Milton Monti (PR-SP)
Nelson Meurer (PP-PR)
Roberto Britto (PP-BA)
Roberto Teixeira (PP-PE)


Casos específicos
No Senado, um dos parlamentares investigados que perdeu o foro e terá os processos reanalisados é Romero Jucá, alvo de nove procedimentos. Ele é réu em um caso, está denunciado em duas investigações e é investigado em mais seis inquéritos. Jucá nega envolvimento com corrupção e recebimento de propina.

Na Câmara, entre os deputados investigados no STF que não se reelegeram, está Lúcio Vieira Lima, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Uma investigação sobre ele deve seguir para as instâncias inferiores. Mas Lúcio Vieira Lima também é réu em uma ação penal.

O ex-deputado nega ter cometido irregularidades. Mesmo perdendo o foro, ele deve ser julgado pelo Supremo na ação na qual é réu, acusado de organização criminosa e lavagem de dinheiro no caso dos R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento em Salvador (BA). O irmão Geddel Vieira Lima ainda está preso em razão da mesma acusação.

O caso dos R$ 51 milhões ficará no STF porque está em fase final. Quando restringiu o foro privilegiado apenas a casos referentes ao mandato, o Supremo decidiu que ações em estágio avançado seriam julgadas pelo próprio tribunal a fim de evitar que todo o trabalho realizado na coleta de provas e de depoimentos fosse desperdiçado.

fonte: G1

Bolsonaro segue sem complicações, diz novo boletim

O novo boletim médico do Hospital Israelita Albert Einstein informa que uma tomografia do abdômen realizada no presidente da República, Jair Bolsonaro, descartou complicações cirúrgicas. Segundo o documento, o presidente continua apresentando evolução clínica estável, permanece sem dor e sem infecção.

“[O presidente] foi submetido à tomografia de abdome que descartou complicações cirúrgicas. Encontra-se com sonda nasogástrica aberta [para retirada de acúmulo de líquido no estômago], em jejum oral e nutrição parenteral [por via venosa] exclusiva. Realiza fisioterapia respiratória e motora no quarto e segue com as medidas de prevenção de trombose venosa”.

Segundo a assessoria de comunicação da Presidência, Bolsonaro não está mais apresentando quadro de náusea e vômitos, como ocorreu na tarde de ontem (2). De acordo com os assessores, o resultado do exame de tomografia foi “tranquilizador”.
Por ordem médica, o presidente continua com restrição para receber visitas. Na manhã de hoje ele estava acompanhado da esposa, Michelle Bolsonaro, e do filho Carlos Bolsonaro.

fonte: Portal R7

COMPLICAÇÃO DE BOLSONARO PODE ESTENDER INTERNAÇÃO

Como registramos anteriormente, o quadro de vômitos apresentado por Jair Bolsonaro ocorreu porque as movimentações de seu intestino delgado paralisaram.

Segundo especialistas ouvidos por O Globo, é como se a recuperação do presidente tivesse retornado à estaca zero.

“E aí o tempo de internação pode subir para 15 dias”, afirmou um cirurgião do aparelho digestivo ao jornal carioca.

Bolsonaro com paralisia no intestino

O cirurgião Antonio Macedo disse à Folha que as náuseas e vômitos apresentados por Jair Bolsonaro no último sábado ocorreram porque o intestino delgado dele parou de funcionar.

A condição clínica é chamada de “íleo paralítico”.

Quando o intestino delgado (íleo) para de contrair, acumula líquido no estômago. E o paciente sente náusea e ânsia de vômito.

A declaração de Macedo contradiz os assessores da Presidência, que afirmaram ontem que os vômitos seriam uma “reação normal e decorrente da retomada da função intestinal”.

Outros especialistas ouvidos pelo jornal disseram que os sintomas apresentados por Bolsonaro representam uma piora no estado clínico e que no quinto dia depois da cirurgia, o paciente deveria estar comendo pela boca e evacuando.
As informações são do início da manhã de hoje.

De acordo com informações da assessoria do Planalto, divulgadas no final da manhã, Jair Bolsonaro continua usando sonda para retirar líquido acumulado no estômago.

Informações mais detalhadas sobre o estado de saúde de Bolsonaro serão divulgadas em novo boletim médico, por volta das 17h deste domingo.


Davi recebe telefonema de Toffoli

A Folha relata que Davi Alcolumbre, agora presidente do Senado, recebeu ligações de ACM Neto, Paulo Guedes, Sergio Moro e de Dias Toffoli.

“Quem acompanhou este último telefonema diz que o clima foi apenas de confraternização, sem constrangimentos ou cobranças por causa da decisão que Toffoli havia tomando horas antes, de madrugada, anulando os efeitos da votação que Davi fizera na sexta-feira (1º), estabelecendo voto aberto para a eleição de presidente do Senado.”

Ontem, Toffoli havia tentado ligar para Alcolumbre logo após sua vitória. Não conseguiu na primeira tentativa de contato pois o novo presidente do Senado o deixou aguardando na linha enquanto ouvia outros senadores no plenário da Casa.

O povo quer, o povo pode...

Contra o povo nada se sustenta. O povo é dono de todo o poder.
É para o povo, pelo povo e com o povo que se constrói a República!
Hoje o Brasil se livrou de mais uma das muitas amarras que o prendem a o que há de mais atrasado, de mais venal e corrupto na nossa história republicana.
Esse calhorda tem que ser varrido da história política do país!
Renan foi derrotado! E sua quadrilha, também!
Um passo à frente! E ele acusou o golpe.
E não se iludam: a derrota só se deu em razão da pressão popular! Da força da Nação unida!
Fora, Renan! O Brasil não te quer mais! O Brasil não te merece!
Canalhas, nunca mais! Sigamos vigilantes, atentos, sobretudo atentos!
#forarenan

texto de Luiz Carlos Nemetz, advogado

Alvíssaras: O Brasil está livre de Renan

Esta é a melhor notícia para os brasileiros honrados, desde a condenação e prisão do Princeps Corruptorum, o Grande Canalha, Lula.

Renan Canalheiros, o Lampião de Murici, Alagoas, desiste da candidatura e deixa o Plenário do Senado.

Pena que não para sempre.

Mas sua ausência na Presidência daquela Casa representa um ato de higienização moral que os brasileiros honrados estavam exigindo. Leva consigo, para o ostracismo, toda a bancada do MDB, o partido da boquinha, o mais fisiológico e retrógado da História da República; PT à parte, claro.

Com a ausência deste bandido na Presidência do Senado, a eterna ameaça de golpe legislativo na Lava-Jato se perde à distância.

Aliás a tenacidade de Canalheiros em lutar por sua eleição tinha um propósito maior: barrar a Lava-Jato, em sua ação higienizadora, do estamento político. A presidência do Senado para este cangaceiro de Alagoas tinha um propósito maior: livrá-lo do alcance da Justiça.

Ao sair do plenário, Canalheiros reconheceu que desistia porque o PSDB havia decidido abrir os votos: “Tudo o que havia na primeira votação poderia ter repetido na segunda. O que não podia era por pressão o PSDB na segunda votação abrir o voto. Porque a perspectiva que nós tínhamos era de ter 4 votos no PSDB.”

Sim, é claro, Canalheiros pertence a uma subclasse de políticos híbrida com vampiros: não suporta a luz do dia. Seu forte é, como ocorre com os vampiros, o trabalho nas sombras. E, para sua desgraça, o PSDB resolveu acender uma lanterna. Aí, Canalheiros virou pó, como o Drácula de Bram Stoker. Que a História registre este fato em favor do PSDB. Finalmente prestou um grande serviço ao Brasil.

Vejam abaixo a notícia da desistência de Canalheiros, como apresentada pelo site O Antagonista:

Renan atribui a votos abertos do PSDB decisão de deixar candidatura

Renan Calheiros atribuiu à decisão do PSDB de abrir os votos, sua renúncia da disputa pela presidência do Senado.

“Tudo o que havia na primeira votação poderia ter repetido na segunda. O que não podia era por pressão o PSDB na segunda votação abrir o voto. Porque a perspectiva que nós tínhamos era de ter 4 votos no PSDB.”

Questionado se a decisão de Flávio Bolsonaro declarar voto em Davi Alcolumbre também pesou, Renan Calheiros desconversou.

“A maioria ontem não pôde deliberar. Eles queriam abrir o voto para constranger a maioria e vêm atropelando o Congresso Nacional desde ontem.”

texto de José J. de Espíndola, Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado. 

(via Jornal da Cidade)

“Roubo” de Kátia Abreu precisa ser analisado com rigor pelo Conselho de Ética

O país é testemunho do show circense que a senadora Kátia Abreu (PDT-TO) e demais membros da famigerada “bancada da chupeta” no Senado já deram no passado ao Brasil.
Mais uma vez assistimos à grande falta de respeito ao Senado e ao país que a senadora Kátia Abreu – exímia na arte de trocar de partido -, lamentavelmente, deu à sociedade brasileira na primeira sessão do Senado, em 2019.
Cenário degradante igual não se vê nem em escola primária. Que negócio é esse? Como se pode acreditar na seriedade de parlamentares como Kátia Abreu, que se arvorou no direito de impor o seu extinto teratológico, bizarro e arrogante ao arrancar das mãos do presidente da Sessão, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), a pasta dos trabalhos sem devolvê-la?
O ato de insubordinação da senadora Kátia Abreu, por si só, já ensejaria motivo de exame pelo futuro conselho de ética da Casa por falta de decoro parlamentar.
É muito lamentável, diante do país e de familiares que foram participar da posse dos novos e das novas parlamentares, o comportamento antirrepublicano de uma senadora, que demonstra desequilíbrio emocional com os fatos adversos decorrentes do estado democrático de direito.
A renovação majoritária do Senado denuncia que o país exige moralização do estamento, e que palhaçadas protagonizadas como as da senadora Kátia Abreu sejam exemplarmente punidas.
texto de  Júlio Cesar Cardoso, bacharel em direito e servidor (federal) aposentado.
(via Jornal da Cidade)

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Redes sociais derrotam Renan

A participação da sociedade brasileira foi fundamental para a que Renan Calheiros sofresse uma fragorosa derrota neste sábado (2).
São ventos de novos tempos que continuam a soprar no Brasil.
O significado do resultado é extremamente expressivo, pois põe na lona um sujeito mequetrefe, mas muito bem articulado com toda a banda suja da politicagem nacional.
Um homem que tirou o presidente do Supremo Tribunal Federal de pijamas, diz o Jornal da Cidade, para fazer um despacho infame na calada da noite.
Uma grande vitória do Brasil.
Renan retirou a sua candidatura.
Fora Renan!