quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Com líderes processados, esquerda já defende abertamente o fim da Lei da Ficha Limpa

Com inúmeros processos criminais em curso e pressentindo uma verdadeira devastação nas suas lideranças, todas envolvidas em casos escabrosos de corrupção, a infame esquerda brasileira começa a perder totalmente a linha, a vergonha e a decência.

Um dos partidos que funciona como verdadeiro apêndice do PT, o tal Partido da Causa Operária (PCO), acaba de dar início a uma campanha pedindo o fim da Lei da Ficha Limpa. Um absurdo para quem realmente acredita na democracia.

Veja abaixo o post do PCO:


Rapidamente a campanha vem ganhando apoio de outros partidos, personalidades e artistas com afinidade ideológica.
Ora, a Lei da Ficha Limpa foi uma iniciativa popular. O povo organizado entendeu que réu condenado por órgão colegiado não poderia ser candidato. Pronto! Não se discute mais. É a vontade soberana da sociedade.
Entretanto, chega a ser hilariante o fato de que essa lei que hoje causa pânico nessa gente, foi promulgada justamente pelo presidiário Luiz Inácio Lula da Silva.
Na realidade, fica claro que sempre acreditaram piamente na impunidade, nunca imaginaram que um dia poderiam ser alcançados pela Justiça.
artigo de Amanda Acosta, articulista e repórter
Jornal da Cidade

“O pacote do Moro já tem o apoio da população”

Rodrigo Maia, registra O Antagonista, disse à GloboNews que “se a gente antecipar esse debate [do pacote anticrime de Sergio Moro], podemos contaminar o da Previdência”.

Daniel Coelho, líder do PPS na Câmara, pensa diferente. O deputado afirmou o seguinte:

“No caso da Previdência, Jair Bolsonaro terá que se engajar para convencer parte da população sobre a necessidade da proposta. O pacote do Moro já tem o apoio da população e já tem seu garoto-propaganda.”

É claro que dá para tocar as duas coisas ao mesmo tempo, afirma O Antagonista.

A nova TV Brasil de Bolsonaro

Jair Bolsonaro pediu aos ministros para receberem equipe da TV Brasil em seus gabinetes para prestarem depoimentos de “boas-vindas” a uma nova era da emissora pública, informa Ricardo Feltrin, no UOL.

“Informamos que o Governo Federal irá inaugurar uma nova TV pública com um objetivo mais voltado para o cidadão. A nova TV do governo terá uma programação toda nova e totalmente voltada para o povo brasileiro”, diz o comunicado do presidente.

O medo de Lula

O medo de Lula é ser trancado numa penitenciária.

Diz a Folha de S. Paulo:

“A possibilidade de que Lula seja transferido para o sistema prisional do Paraná depois da segunda condenação criminal assustou pessoas ligadas ao petista.”

Maduro recebeu propina da Odebrecht depois de liberar obras

A Odebrecht pagou propina a Nicolás Maduro imediatamente depois que o governo venezuelano liberou verbas para suas obras.

O inquérito contra o ditador, obtido pelo Estadão, cita alguns exemplos:

“Em 17 de setembro de 2014, o ministro de Obras, Haiman El Troudi, solicitou novos recursos ao presidente. O pedido era que 106 milhões de dólares fossem ‘reorientados’ para o projeto do metrô, conhecido como Linha Guarenas, uma obra da Odebrecht. Maduro aprovou a liberação.

No dia seguinte, 18 de setembro de 2014, um primeiro pagamento de 600 mil dólares foi realizado. O depósito foi feito pela Cresswell, empresa de fachada usada pela Odebrecht com contas na Suíça. O dinheiro foi enviado para um banco em Dubai. Os beneficiários, segundo as investigações, seriam operadores do regime chavista (…).

Em 26 de janeiro de 2015, foram solicitados a Maduro mais 616 milhões de dólares e 268 milhões de euros para que os repasses fossem feitos para a empresa brasileira. Uma vez mais, entre as obras beneficiadas, estava a Linha Guarenas. O presidente aprovou o novo aporte e disse que o dinheiro deveria vir de um ‘fundo chinês’.

Em 12 de fevereiro de 2015, a Odebrecht voltaria a fazer um pagamento no exterior ligado à Linha Guarenas. Uma transferência de 5 milhões de dólares seria realizada pela Cresswell, entre Viena e uma conta no Panamá.”

Enfim, Simone consegue derrotar Renan na bancada do MDB

Definitivamente Renan Calheiros será doravante apenas um mero ‘senadoreco’, sem expressão, derrotado e humilhado.
O jovem presidente Davi Alcolumbre, outrora um digno representante do baixo clero, está conseguindo anular totalmente o coronel do alto clero, publica o Jornal da Cidade.
Assim, acaba de alijar Renan da possibilidade de presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Simone Tebet é a vitoriosa e terá seu nome anunciado pelo senador Eduardo Braga, líder do MDB.
A engenharia utilizada por Alcolumbre para que a senadora pudesse ser a escolhida foi extremamente inteligente.
Oficialmente deu a presidência da CCJ para o PSDB, que só concordou em abrir mão em favor do MDB, caso Simone fosse a indicada.
Assim, de ameaçada de expulsão do partido, Simone foi guindada a presidência da mais importante comissão do Senado Federal.
O PSDB, por sua vez, ficou com a vice-presidência, que será ocupada pelo mineiro Antonio Anastasia.

Policial não pode ser tratado como homicida, diz Moro

Na tarde desta quarta-feira (6), depois de se reunir com deputados na Câmara para tratar do pacote anticrime, Sergio Moro afirmou que “ninguém” deseja a morte de criminosos, relata O Antagonista.

O ministro da Justiça acrescentou, porém, que, “se um incidente acontecer, o policial não pode ser tratado como homicida”.

Moro voltou a dizer que o projeto não prevê “licença para matar”. Segundo o ministro, se alguém avalia dessa forma, “está fazendo uma leitura absolutamente equivocada, que não é consistente” com o texto apresentado.

“Chega em boa hora”

O ministro Herman Benjamin, do STJ, aprovou o pacote anticrime de Sergio Moro.

Ele publicou no Estadão:

“O conteúdo do projeto é, no geral, inovador e necessário. Mas também corajoso, por não se limitar a apresentar diagnósticos. Faz, ao 
contrário, claras opções legislativas e de política criminal (…).

Algumas das mais importantes alterações visam impedir que, pela procrastinação do processo, a sanção penal deixe de ser aplicada, vire uma quimera, inclusive pela prescrição (…).

Os crimes do colarinho-branco sempre foram tratados com certa benevolência – por distorção cultural, mas também legal e jurisprudencial –, vistos com carga de lesividade menor do que os crimes de sangue ou de violência e, por isso mesmo, suavemente punidos. A proposição, corretamente, agrava a situação do infrator nesses tipos penais e dá resposta mais adequada a tal comportamento extremamente nefasto.

O projeto avança no aprimoramento e modernização do ordenamento jurídico penal e processual penal brasileiro. Chega em boa hora. A Nação passa por momento de depuração ética e exige o enfrentamento da criminalidade, tanto a violenta, como a organizada de qualquer natureza, inclusive a mais organizada de todas – a corrupção. Tal sentimento popular legítimo, que nada apresenta de anticivilizatório, deve-se refletir nas leis que regem a sociedade.”

E agora Lula, o que você vai dizer para Analua, a sua bisneta?

Lula foi condenado nesta quarta-feira (6) pela segunda vez. 12 anos e 11 meses de cadeia.
Desta feita, quem o julgou em 1ª instância foi uma juíza. Portanto, duas condenações, com dois magistrados distintos. Quase 25 anos de pena para cumprir. E outras condenações virão em breve.
A defesa de Lula, certamente muito bem paga, tentou todos os recursos possíveis e imagináveis. Perdeu todos, em todas as instâncias.
Até um renomado jurista, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi contratado a peso de ouro. Não teve jeito. Lula foi mantido preso.
Vale observar que nos tribunais superiores, a grande maioria dos ministros foi nomeada pelo PT.
Fica difícil alguém em sã consciência acreditar que Lula foi condenado sem provas.
Por outro lado, há poucos dias, o Jornal da Cidade Online publicou um longo depoimento de uma neta de Lula, mãe da Analua, a bisneta.
A jovem mãe, de apenas 23 anos, clamou pela liberdade do avô. Ela, que vivenciou os tempos de glória, ainda consegue acreditar na medíocre cantilena de que Lula foi condenado sem provas.
Analua ainda é um bebê. Não vivenciou os tempos de glória, onde a lambança da propina inundou o dia-a-dia da família Lula da Silva, contaminando a todos.
Em fase de crescimento, a bisneta vai crescer com o bisavô preso. Certamente terá uma outra visão da realidade. Vai ter a oportunidade de ver um novo Brasil renascer.
Analua possivelmente não será uma fanática e poderá questionar a mãe, a avó e talvez um dia o bisavó presidiário.
E ai Lula, o que você vai dizer para a Analua?

artigo de Otto Dantas, articulista e repórter
Jornal da Cidade

OAS DELATA IRMÃO DE TOFFOLI

Léo Pinheiro, presidente da OAS, disse em delação premiada que pagou propina e repassou dinheiro em caixa dois para o irmão de Dias Toffoli, que foi prefeito de Marília, pelo PT, informa O Antagonista.

O depoimento, obtido pela Folha de S. Paulo, revela que “o empreiteiro conheceu Ticiano Toffoli em 2001, num jantar, em Brasília, junto com o então presidente do DAEM (Departamento de Água e Esgoto de Marília), Antonio Carlos Guilherme de Souza Vieira, conhecido como Sojinha (…).

‘Foi solicitada vantagem indevida no valor de R$ 1 milhão com a finalidade de comprar a renúncia do então prefeito do município de Marília, Mário Bulgareli (PDT)’, disse Léo Pinheiro em sua delação (…).

Segundo a delação, após a substituição no comando do município realizou-se uma licitação direcionada para que a empreiteira baiana vencesse a disputa pela obra (…)

Ticiano Dias Toffoli concorreu à reeleição e novamente a OAS teve que desembolsar uma quantia para ajudá-lo, segundo a delação.

‘Desse modo, com a finalidade de manter a gestão de Ticiano e, com isso, a possibilidade de execução da obra vendida, determinei a realização de doação da quantia de R$ 1,5 milhão em espécie, via caixa dois’, disse Pinheiro aos procuradores.

Segundo ele, embora Ticiano não tenha sido eleito, Sojinha procurou representantes da empresa após a eleição para solicitar a importância de R$ 1 milhão para custear as dívidas de campanha.”

Homens e mulheres têm de ter, sim, a mesma idade de aposentadoria

Se mulheres têm expectativa de vida mais alta do que os homens, por que elas deveriam se aposentar mais cedo?

Porque, dizem os seus defensores, é uma forma de compensar as desigualdades no mercado de trabalho, visto que elas ganham, no geral, menos do que os homens e, não raro, têm jornada dupla, acumulando o serviço doméstico, registra O Antagonista.

Só que dois erros não fazem um acerto, senhores. Que as desigualdades sejam suprimidas pelas empresas e no seio das famílias. O que não dá é para jogar essa conta nas costas da Previdência.

Igualar as idades mínimas de aposentadoria, como quer Paulo Guedes, pode ser um bom empurrão para que as mulheres sejam tratadas como os homens.

Perdeu de novo, Renan

Corre no Senado a informação de que, apesar de tudo o que ocorreu no último sábado, Renan Calheiros poderia acabar garantindo a CCJ.

Os ataques pornográficos do alagoano a Dora Kramer no Twitter, porém, o tornaram “uma pessoa tóxica” até mesmo entre os mais próximos, diz um senador.

“Foi algo inacreditável. Ele está completamente insano”, acrescenta o parlamentar.

Ninguém ainda se mexeu para denunciar a “insanidade” de Renan, diz O Antagonista.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

“A Nova República acabou”

A derrota de Renan Calheiros, uma figura grotesca que ganhou um peso descomunal na cleptocracia lulista, representa o fim de um tormento, diz O Antagonista.

Seu colega de partido, Moreira Franco, resumiu:

“A Nova República acabou.”

LULA É CONDENADO A 12 ANOS E 11 MESES NO CASO DO SÍTIO DE ATIBAIA

A juíza Gabriela Hardt acaba de condenar Lula a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do sítio de Atibaia, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O petista foi sentenciado por, segundo a juíza, receber R$ 1 milhão em propinas referentes às reformas do imóvel, que está em nome de Fernando Bittar.

Segundo a sentença, as obras foram custeadas pelas empreiteiras OAS, Odebrecht e Schahin.

ATITUDES OPOSTAS

Na primeira reunião da Assembleia Legislativa do RS, nesta segunda, dia 04, a péssima deputada Luciana Genro, do PSol, usou o microfone para reclamar da estrutura física do seu gabinete, dizendo que não tem espaço suficiente para comportar 17 ASSESSORES, número MÁXIMO permitido. Que tal?

Já para outros deputados,  como é o caso do PENSADOR Fábio Ostermann e também de Giuseppe Riesgo sobra espaço. Ambos desfizeram-se de mesas e cadeiras que ficariam sem uso nos seus gabinetes, porque optaram  por limitar o número de assessores. Ostermann nomeou apenas SETE e Riesgo nomeou SEIS. 

fonte: coluna do Fernando Albrecht - Jornal do Comércio

EU SOU APENAS O CARTEIRO

65 ANOS
Segunda-feira (04) à tarde vazou uma informação dando conta que no texto de um dos três estudos que estão sendo finalizados para encaminhar a proposta de REFORMA DA PREVIDÊNCIA ao Congresso Nacional, informa que a idade mínima é de 65 ANOS para todos os contribuintes, independente do sexo. 
 
SETE ANOS MAIS
Quem se propõe a analisar com o máximo cuidado apenas esta parte do texto (vazado ontem), à luz do que atestam não só o IBGE como todos os institutos que medem, constantemente, a expectativa de vida dos brasileiros, não terá dúvida de que, no Brasil, as mulheres  vivem, em média, SETE ANOS mais do que os homens. 

TRATAMENTO IGUAL
Ora, considerando que a realidade é esta, de forma nua e crua, não há como imaginar que qualquer  REFORMA DA PREVIDÊNCIA proponha algo que não tenha por princípio o estabelecimento de uma verdadeira JUSTIÇA SOCIAL. Isto significa que, no mínimo, tanto os homens quanto as mulheres deveriam ter tratamento IGUAL. 

JUSTIÇA SOCIAL
Digo -no mínimo- porque se o interesse fosse de impor uma verdadeira JUSTIÇA SOCIAL, isto só se seria possível se, de fato, fossem atendidos o que atestam os estudos estatísticos, que medem a expectativa de vida de homens e mulheres. Portanto, de novo: baseados nestes estudos (todos), a tal IDADE MÍNIMA DAS MULHERES deveria ser SETE ANOS a mais daquela que é hoje atribuída aos homens.
 
CINCO ANOS ANTES
Pois, independente de tantas INJUSTIÇAS SOCIAIS que a atual PREVIDÊNCIA impõe, principalmente no que diz respeito aos nojentos PRIVILÉGIOS concedidos aos servidores públicos (cidadãos de PRIMEIRA CLASSE), as mulheres, além de viverem SETE ANOS mais do que os homens, se aposentam CINCO ANOS ANTES. Pode? 
 
CARTEIRO
Sei, perfeitamente, que não serão poucos aqueles que não vão gostar nem um pouco das VERDADES ditas neste editorial.  Peço, no entanto, que antes de destilarem o ÓDIO TÍPICO DOS DESCONTENTES, tratem de se informar, pois o meu papel é apenas de CARTEIRO. Assim, todas as manifestações contrárias aos estudos devem ser encaminhadas diretamente aos institutos que medem a expectativa de vida dos brasileiros. 

editorial de Gilberto Simões Pires, escritor, pensador e analista político

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Sem mandato e sem foro, Lindbergh é condenado em 2ª instância

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve na tarde desta terça-feira (5) a condenação do ex-senador Lindbergh Farias.
O petista havia sido condenado em 1ª instância no processo que tramitou na Comarca de Nova Iguaçu, pela distribuição de leite a população, acompanhada de material de promoção pessoal.
O recurso do ex-parlamentar não obteve êxito e o TJ confirmou a condenação, registra o Jornal da Cidade.
Pelo visto, a Justiça, bem mais cedo do que Lindbergh imagina, deve bater à sua porta.
Mais informações em breve.

GOVERNO VAI PROPOR IDADE MÍNIMA DE 65 ANOS PARA HOMENS E MULHERES SE APOSENTAREM

O governo de Jair Bolsonaro vai propor idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil, informa o Estadão –o jornal teve acesso à minuta da PEC sobre o tema.

Duas fontes da área econômica disseram ao jornal que se trata de versão preliminar e ainda são possíveis mudanças –ainda há discussão, por exemplo, sobre se a idade mínima final será a mesma para homens e mulheres.

Hoje, há duas formas de se aposentar. Uma é por idade: 65 anos para os homens e 60 para as mulheres, com no mínimo 15 anos de contribuição.

A outra é por tempo de contribuição. Nesses casos, não se exige idade mínima, mas são necessários 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) de pagamentos ao INSS.

A reforma da Previdência que deve ser enviada pelo governo até o fim do mês ao Congresso acaba com a aposentaria por tempo de contribuição.

PT dispara contra pacote anticrime

O PT já está metralhando o pacote anticrime de Sergio Moro.

Se o projeto for aprovado, Lula e seus comparsas nunca mais vão sair da cadeia,relata O Antagonista.

O pacote anti-STF

Marco Aurélio Mello, que tentou dar um golpe para soltar Lula, já avisou que vai sabotar o pacote anticrime de Sergio Moro.

Ele disse à Folha de S. Paulo que o projeto de lei sobre a prisão de criminosos condenados em segundo grau não resolve a questão:

“Continuamos com o mesmo conflito. Lei ordinária, claro, no bom sentido, não se sobrepõe à Constituição Federal e esta encerra o princípio da não culpabilidade, da inocência.”

Antes de aprovar o pacote anticrime, é preciso criar um pacote anti-STF.

Moro: “Isso não é autoritarismo, isso não é fascismo”

Ao defender o regime inicial fechado para crime cometido com arma de fogo, Sergio Moro disse que “o maior pânico do cidadão brasileiro é ser vítima de um roubo nas ruas, e pior: roubo seguido de morte”, registra O Antagonista.

Ele disse que, em caso de crimes hediondos, por exemplo, não adianta jogar a pena de 30 para 50 anos. “Tem que aumentar o percentual necessário em regime fechado”, reiterou.

“Isso não é autoritarismo, isso não é fascismo. Temos que ser rigorosos com crimes graves.”

Para Moro, é inadmissível que criminosos desse tipo logo retornem ao convívio social como se nada tivesse acontecido.

Moro facilita a missão de policiais que precisam matar criminosos

Sergio Moro, no seu pacote, também propõe que policiais possam ser julgados em liberdade, quando vierem a matar criminosos, e tenham a sua pena reduzida pela metade, no caso de “o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção”. Segundo O Antagonista, ele também amplia o que pode ser considerado legítima defesa dos agentes:

“O agente, em qualquer das hipóteses deste artigo, responderá pelo excesso doloso ou culposo.

O juiz poderá reduzir a pena até a metade ou deixar de aplicá-la se o excesso decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção.”

“Considera-se em legítima defesa:

“I – o agente policial ou de segurança pública que, em conflito armado ou em risco iminente de conflito armado, previne injusta e iminente agressão a direito seu ou de outrem; e

II – o agente policial ou de segurança pública que previne agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes.(NR)”

“Se a autoridade policial verificar, quando da lavratura do auto de prisão em flagrante, que o agente manifestamente praticou o fato nas condições constantes dos incisos I a III do caput do art. 23 do Código Penal, poderá, fundamentadamente, deixar de efetuar a prisão, sem prejuízo da investigação cabível, registrando em termo de compromisso a obrigatoriedade de comparecimento a todos os atos processuais, sob pena de revelia e prisão.”

A esquerda já está chiando.

Pacote de Moro dificulta a vida de criminosos nos tribunais superiores

No pacote de Sergio Moro, um dos pontos mais relevantes diz respeito aos recursos extraordinários ou especiais aos tribunais superiores, muito utilizados para adiar o cumprimento da pena de corruptos condenados em segunda instância.

Moro propõe que esse recursos tenham efeito suspensivo, relata O Antagonista, apenas em casos flagrantemente inconstitucionais, com abundância de provas nesse sentido:

“Art. 637. O recurso extraordinário e o recurso especial interpostos contra acórdão condenatório não terão efeito suspensivo.

§ 1o Excepcionalmente, poderão o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça atribuir efeito suspensivo ao recurso extraordinário e ao recurso especial, quando verificado cumulativamente que o recurso:

I – não tem propósito meramente protelatório; e

II – levanta uma questão de direito federal ou constitucional relevante, com repercussão geral e que pode resultar em absolvição, anulação da sentença, substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos ou alteração do regime de cumprimento da pena para o aberto.

§ 2o O pedido de concessão de efeito suspensivo poderá ser feito incidentemente no recurso ou através de petição em separado, dirigida diretamente ao Relator do recurso no Tribunal Superior e deverá conter cópias do acórdão impugnado, do recurso e de suas razões, das contrarrazões da parte contrária, de prova de sua tempestividade e das demais peças necessárias à compreensão da controvérsia.’ (NR)

‘Art. 638. O recurso extraordinário e o recurso especial serão processados e julgados no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça na forma estabelecida por leis especiais, pela lei processual civil e pelos respectivos regimentos internos.'(NR)”

PRECISAMOS DE MAIS MOROS

O Brasil já teve como ministro da Justiça Renan Calheiros, Tarso Genro e Márcio Thomaz Bastos.

Agora tem Sergio Moro.

É uma mudança perceptível pelos cinco sentidos.

Precisamos de mais Moros.

IMPORTANTE CAMADA NA PAVIMENTAÇÃO

CAMADA DE PAVIMENTAÇÃO
Com a eleição do deputado Rodrigo Maia, sem qualquer surpresa, como presidente da Câmara Federal; e do senador Davi Alcolumbre, que a maioria dos brasileiros desconhecia até então, como presidente do Senado, o caminho que está sendo construído para que o nosso empobrecido Brasil possa chegar a um porto seguro recebeu uma importante camada de pavimentação.
  
RODRIGO MAIA E DAVI ALCOLUMBRE
No tocante a eleição de Rodrigo Maia, como já era esperado, o clima foi de absoluta tranquilidade e respeito. Já no que diz respeito ao processo que resultou na eleição de Davi Alcolumbre, que concorria com o insuportável Renan Calheiros,  simplesmente excedeu todas as expectativas possíveis e imaginárias.

FRAUDE ELEITORAL
Por mais que tudo que se viu e ouviu não tenha se constituído em algo realmente surpreendente, a longa e tumultuada sessão atingiu o seu clímax quando a urna revelou a existência de 82 votos, quando o número de senadores não passa de 81. Ou seja, os casos de suspeições que se verificaram, principalmente,  nos períodos em que Renan Calheiros esteve a frente do Senado, se fez presente, desta vez com a clara tentativa de fraude eleitoral.

ESPERANÇAS AUMENTADAS
Pois, deixando de lado os episódios que marcaram as eleições das duas Casas, o fato é que da forma como  produziu efeito importante no sentido de aumentar em muito as esperanças dos brasileiros -de bem- quanto à aprovação dos inúmeros projetos que a partir de hoje deverão ser encaminhados ao Legislativo. 

CONFIANÇA
No que se refere aos projetos que exigem maioria simples (metade mais um) dos parlamentares para serem aprovados, a situação ficou bastante confortável. No que diz respeito às REFORMAS, que serão apresentadas em forma de PECs ( projetos de emenda constitucional ), que exigem aprovação por maioria qualificada (3/5), ainda que gerem maior preocupação, a eleição da dupla do DEM fez com que aumentasse a confiança de que o Brasil vai, enfim, entrar numa nova e boa era.
 
ESTRATÉGIA CORRETA
Enquanto vários meios de comunicação tratavam apenas de desqualificar o Senado como um todo,  levando muitos leitores, ouvintes e telespectadores a concordar com que diziam, preferi confiar e aplaudir a bela estratégia montada, e executada com grande êxito,  por aqueles que desde a semana anterior se mostravam fortemente dispostos a acabar com a possibilidade de Renan vir a ser eleito, considerada até então como fava contada.  

Felizmente, tudo que eu estava esperando, com muita confiança e expectativa, acabou se confirmando. Viva!

editorial de Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político.

 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Um Brasil novo poderá nascer, basta vontade política...

A derrota de Renan Calheiros tem um significado muito maior do que simplesmente o afastamento de um corrupto que tem inúmeros inquéritos contra ele. Representa a libertação do Congresso Nacional das amarras do fisiologismo.
Sem Renan ditando a pauta somado ao descompromisso do Governo Federal com partidos e loteamentos de cargos, a chance que temos de ver a verdadeira Justiça começar a avançar no Brasil é bastante grande. Mas há algumas pedras no caminho.
Conseguimos sim fazer uma depuração parcial do Congresso Nacional, mas não se pode negar que ainda que resta tirar de lá os adeptos da velha política. A missão agora será enfraquecê-los a ponto de se tornarem sem voz, rebaixando-os a algo inferior ao baixo clero: O clero abissal. Aquele que manda menos que o ascensorista do elevador de serviço do Congresso.
A segunda coisa a fazer é a depuração do Supremo Tribunal Federal, expurgando de lá tudo o que não presta. Que sejam desengavetados os pedidos de impeachment contra o Laxante-Mor e Protetor Geral dos Bandidos Amigos Gilmar Mendes, e também que voltem à pauta outros processos que foram esquecidos, contra outros Ministros do Supremo, que mais do que escravos da Lei e servidores da Nação, acham-se semideuses midiáticos donos da verdade absoluta. E isso é demonstrado pelas suas atrapalhadas decisões monocráticas que vão contra os interesses da Nação e do próprio princípio de Justiça.
Não se pode esquecer que o Jurista Modesto Carvalhosa já havia protocolado o pedido de impeachment contra Lewandowski, por aquele episódio em que mandou prender um advogado após o voo, mas o pedido não prosperou justamente porque o dono da pauta era o Eunício, seguidor do Renan. Hora de desenterrar este pedido também.
Se o Brasil quiser avançar, terá que fazer uma faxina no Legislativo e no Judiciário.
Que seja votada a PEC 52/2015 de autoria do Senador Antonio Reguffe, que defende o fim das indicações políticas para a escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal e de outros tribunais superiores. Ele apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição prevendo concurso público de provas e títulos para o cargo de ministro de tribunal superior. O texto também acaba com a vitaliciedade e estabelece um mandato de cinco anos para os Ministros. Esse seria um exemplo de TRANSPARÊNCIA, e fim da partidarização dos Tribunais.
O terceiro passo que deveria ser dado refere-se ao fim da obrigatoriedade do exame da OAB e da vinculação do advogado à entidade. A proposta pra isso já existe. Trata-se do Projeto de Lei 2426/07, de autoria do então deputado Jair Bolsonaro, e atual Presidente da República. Seria o mesmo que a decretação do fim de uma pelegada que hoje quer mandar mais na política e nos rumos do Brasil do que cabe na sua responsabilidade, e sempre com viés de esquerda.
A OAB virou uma espécie de "quarto poder" e já está na hora de podar as asas de quem em vez de querer voar, deveria manter os pés no chão.
Eu espero sinceramente que o novo Presidente do Congresso, Senador Davi Alcolumbre, seja sensível a essas demandas, que representam o desejo da maioria dos brasileiros de bem. Se assim for, um novo Brasil nascerá daí.
artigo de Marcelo Rates Quaranta, articulista
Jornal da Cidade conteúdo

Presidente Bolsonaro envia mensagem pelo twitter

O Presidente Bolsonaro enviou mensagem pelo twitter, no final da manhã de hoje.
Veja:
"Após uma semana da terceira cirurgia, no espaço de menos de 6 meses, graças a Deus, funções voltando à normalidade e fisioterapia contínua nos fortalecendo para que possamos voltar o mais rápido possível às atividades rotineiras com plena força. Agradeço a todos pelo apoio!"

Após duelo surreal, um Renan apequenado deixa cabisbaixo o Senado

O novo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, travou um verdadeiro duelo de titãs neste final de semana na disputa pela presidência da casa contra Renan Calheiros.
Foi empolgante assistir. Sim, apesar de tudo, agora política nos empolga, nos instiga a pensar e participar.
Na sexta-feira ficamos um tanto estarrecidos com os acontecimentos, afinal foram nove horas de pura tensão, com o Davi Alcolumbre ocupando a cadeira da presidência da mesa, ininterruptamente, para que não se apropriassem de seu lugar. Se ele se levantasse e saísse da cadeira, por certo tomariam seu assento, tanto é que até pasta com documentos oficiais foi roubada pela senadora Kátia Abreu, descaradamente... E como se rosas brancas com pedido de desculpas no dia seguinte desfizessem a coisa toda...
Naquela sexta, testemunhamos o pior do ser humano na figura de alguns senadores e senadoras que disputavam o poder. E diante de zoações, xingamentos, provocações, tratativas arrogantes e desrespeitosas, o que víamos era um senador resoluto à mesa do Senado: Davi demonstrava serenidade, equilíbrio emocional, espírito mediador, determinação, coragem, humildade e muita resiliência. Uma verdadeira liderança crescia e se consolidava, aos olhos da nação.
Se até aquela sexta algum senador ainda titubeava quanto ao seu voto para presidência do Senado, aos poucos se formava uma forte convicção: Davi estava preparado para vencer Renan Calheiros e finalmente quebrar a tradição do Senado de, há décadas, eleger para presidente o representante da maior bancada, ou seja, o do MDB.
Tal tradição foi criada pela consolidação de dois hábitos. O primeiro, dos eleitores: elegiam muitos senadores do MDB, formando a maior bancada. O segundo, dos senadores: elegiam o representante da maior bancada, MDB, para o cargo de presidente do Senado Federal. Um hábito não existiria sem o outro, é bom lembrar.
Sempre o MDB participou maciçamente do legislativo, sim, do legislativo federal, pois o MDB também dominava a Câmara dos deputados..., e por decorrência atuava fortemente no executivo, seja ocupando a vice-presidência, como foi o caso do Temer, seja ocupando vários ministérios. Não importava de qual partido era o chefe do Poder Executivo ... O comando do legislativo fazia todo o resto acontecer.
E assim vinha sendo governado, ou desgovernado, esse país: MDB diretamente e indiretamente entranhado nos poderes e comandando como queria e, claro, colocando toda a “infelicidade” dos antigos governos do Brasil exclusivamente na conta de quem estava à frente do executivo, como se o MDB nunca tivesse responsabilidade pelas mazelas de nossa República.
Falemos então do primeiro hábito. Os brasileiros ainda estão com ressaca das eleições do ano passado, da disputa presidencial que polarizou o Brasil e fez tantos grupos de whatsApp se desmancharem, no entanto, restou um novo hábito para muitos de nós: conversar sobre política. Já era tempo... Percebemos finalmente o poder do nosso voto, de nossas opiniões, e o quanto temos o dever de externar nosso pensamento e fiscalizar a atuação dos políticos. Ainda há muito que amadurecer a fim de tratarmos dos assuntos públicos, de interesse de toda a sociedade, de forma natural e saudável. É um hábito em construção.
Este novo hábito se refletiu nas urnas, com uma grande renovação da bancada da Câmara e do Senado Federal. O eleitorado parece ter entendido que para que o Estado seja governável é necessário eleger um legislativo forte e plural, que represente os anseios da população, e que possa, de fato, ter uma relação independente e harmônica com o Executivo e o Judiciário, objetivando o Bem Comum.
Então no sábado, 02 de fevereiro, assistimos o desfecho do duelo surreal. Em uma ponta, um Senado renovado, com novos senadores empenhados em corresponder o voto de seus eleitores e alguns antigos senadores com novo espírito, contagiados por este sentimento de transparência e prestação de contas à sociedade, e desejando “ficar de bem com seu aeroporto”. Na outra ponta, a velha política e tudo que ela significa, a continuidade do toma lá dá cá, negociatas, individualismos, lobbies...
Na plateia virtual havia vários brasileiros, eleitores, acompanhando a eleição pelas redes sociais e pela TV e comentando o que está ocorrendo, em tempo real. E aí é que está a diferença: a empolgação, a participação, a fiscalização dos eleitores. Isso dá a liga na nova política.
E recomeçam os trabalhos... ou melhor, o duelo.
Mesmo com a decisão do STF, às três da manhã de sábado, confirmando que o voto para a eleição do presidente do Senado deveria ser secreto, vários senadores decidiram declarar abertamente seu voto, já que não havia impedimento legal, demonstrando coerência com a votação do dia anterior e respeito aos cidadãos. E fez-se a mágica: quebrou-se o segundo hábito.
Desordem. Fraude. Anulação da primeira votação... E durante a conturbada segunda votação, Renan Calheiros surta e vai à tribuna discursar, de forma arrogante. Aos berros, histericamente brava “Davi não é o Davi, Davi é o Golias... ele é o próximo presidente do Senado” e retira sua candidatura...
O que um Renan agonizante ainda não havia percebido é que os eleitores é que são Golias... e também são Davi. Agora ele entendeu o recado.
Cena imperdível, na sequência: um Renan cabisbaixo, incrédulo e diminuto se retirando do Senado, silenciosamente, enquanto a votação prosseguia como tinha que ser.
E a plateia, nas redes sociais, assistiu diversas manifestações eufóricas dos pequenos brasileiros que aos poucos se dão conta do quanto, quando unidos, somos gigantes.
Assista:


artigo de Lívia Martins, articulista e repórter
Jornal da Cidade