quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Bolsonaro recebe alta e deixa hospital em São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta no início da tarde desta quarta-feira (13), após 17 dias internado no Hospital Albert Einstein, na região central de São Paulo.

A informação foi confirmada pelo porta-voz da presidência. Ele deixou o centro médico por volta das 12h20, e seguiu para o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul. 

Neste momento ele está voando para Brasília, em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), que decolou às 13 horas.

O boletim médico, divulgado pelo hospital logo após a saída do presidente, afirma que Bolsonaro "recebeu alta nesta manhã com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral".

fonte: G1

URGENTE: BOLSONARO RECEBE ALTA

Jair Bolsonaro acaba de receber alta do Albert Einstein, após 17 dias internado.

Sob forte escolta policial, o presidente está a caminho do aeroporto de Congonhas, de onde seguirá logo mais para Brasília em um avião da FAB.

Jair Bolsonaro “recebeu alta nesta manhã com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral”, informa o boletim médico do Albert Einstein.

“Durante o período de internação, realizou exercícios de fisioterapia respiratória e motora, com períodos de caminhada fora do quarto. Medidas de prevenção de trombose venosa também foram adotadas.”

As grandes tragédias do Brasil e a pior de todas as tragédias... Quem tem a culpa?

Somente este ano, que mal começou, o Brasil se deparou com duas grandes tragédias que poderiam ter sido evitadas, e cujos saldos foram centenas de vidas brutalmente ceifadas pela avalanche de lama, e uma dezena de jovens vidas consumidas pelo fogo. Uma lástima.
Se aceitar os resultados das tragédias causadas por desastres naturais é algo que para nós não é fácil, mesmo que não tenhamos sido de alguma forma envolvidos nas suas consequências, imaginem o que deve ser para aqueles que perderam entes queridos. Conviver com tragédias que poderiam ter sido evitadas e que foram causadas pelo descaso e pela negligência é algo infinitamente pior. Além da dor e do sofrimento pela perda, há o elemento da inconformação. Só quem sabe avaliar a extensão desse sentimento é quem passou ou está passando por isso.
A apuração da culpa e a punição dos culpados não traz as vítimas de volta, mas certamente causa algum conforto, pelo sentimento de justiça feita. Mas qual justiça, se aqueles que são diretamente responsáveis pelas tragédias são os primeiros a posar de "vítimas"? Qual justiça, se no Brasil a impunidade e o esquecimento sempre andaram de mãos dadas?
Vale a pena aqui fazer uma breve retrospectiva pegando apenas alguns desses tristes eventos que culminaram na morte de um grande número de pessoas.
ELEVADO ENGENHEIRO FREYSSINET
 

No Rio de Janeiro, em 20 de novembro de 1971, um trecho de 50 metros do Elevado Engenheiro Freyssinet desabou sobre o cruzamento da Rua Haddock Lobo com a Avenida Paulo de Frontin, na Tijuca, matando 29 pessoas e ferindo outras 18.
Erros no cálculo estrutural e também a abertura de janelas de inspeção fizeram com que apenas um caminhão betoneira passando pelo viaduto – ainda em construção – provocassem o colapso da estrutura. O engenheiro Sérgio Marques de Souza foi condenado a um ano e quatro meses, mas não ficou preso porque conseguiu um sursis, uma dispensa do cumprimento da pena. Quem pagou pelos erros alheios? As 29 pessoas que morreram.
EDIFÍCIO ANDRAUS
      

Em 24 de fevereiro de 1972 a cidade de São Paulo viu arder um dos seus grandes prédios comerciais – o Edifício Andraus. O prédio de 32 andares foi tomado pelas chamas, causadas por um curto-circuito proveniente de uma sobrecarga elétrica no segundo andar. As chamas foram tomando os andares superiores. Foram 16 mortos, e o número de vítimas só não foi maior graças ao resgate aéreo, cujos pilotos extremamente habilidosos fizeram a maioria dos salvamentos.
Uma sobrecarga não ocorre dissociada de um erro técnico na instalação, e erros técnicos acontecem associados à falta de vistorias sérias, rígidas e que exijam a utilização de padrões de segurança corretos.
EDIFÍCIO JOELMA

Em 1974 tivemos a clara demostração de que a lição não havia sido aprendida com o evento do Andraus, ocorrida a quase exatos dois anos antes, e outra tragédia abala São Paulo. Por volta das 08h50 do dia 1º de fevereiro o edifício Joelma, localizado no Vale do Anhangabaú, pegou fogo depois de um curto-circuito no sistema de refrigeração do Banco Crefisul, que ocupava boa parte do prédio.
O incêndio começou no 12º andar, durou mais de três horas, destruiu 14 pavimentos, deixando como saldo final 187 mortos e mais de 300 feridos. Não houve a responsabilização de ninguém e a conta foi paga com a vida, por aqueles que não tinham culpa no evento.
PAVILHÃO DO PARQUE DAS GAMELEIRAS

Passados apenas três dias do incêndio do Joelma, do qual o Brasil não havia ainda se recuperado emocionalmente, outra tragédia acontece, agora em Belo Horizonte. Às 11h45 do dia 4 de fevereiro toda estrutura – 10 mil toneladas – do pavilhão em construção no Parque das Gameleiras veio abaixo.
A obra estava atrasada. O então governador de Minas, Israel Pinheiro, vivia seus últimos dias no cargo, pois deixaria o Palácio da Liberdade em 15 de março de 1974. Com esse atraso, o governo começou a pressionar os trabalhadores para que as obras terminassem antes do fim do mandato.
Sem ouvir os operários, o governo mandou retirar as vigas de sustentação, o que foi feito apesar das recomendações contrárias e avisos dos operários que já vinham alertando o governo sobre fissuras e estalos nos alicerces. Com a queda , mais de 69 trabalhadores morreram e muitos ficaram por meses internados em hospitais da capital mineira – vários deles sofreram amputações. Ninguém foi punido. Quem pagou? 69 pessoas que morreram no local e outros que vieram a morrer no hospital.
BATEAU MOUCHE

Na noite do dia 31 de dezembro de 1988 a embarcação Bateau Mouche IV zarpou do Iate Clube do Rio de Janeiro, na Urca, para as comemorações da virada do ano em Copacabana. O barco tinha a capacidade para 62 passageiros, mas levava 142. Assim que a embarcação deixou a boca da barra, ou seja, a saída da baía de Guanabara, uma movimentação de passageiros no deck superior fez com que o barco adernasse e afundasse. 55 pessoas morreram.
Em 1993 os sócios majoritários da empresa proprietária do barco foram condenados por homicídio culposo (???), sonegação fiscal e formação de quadrilha, em maio de 1993, a quatro anos de prisão em regime semiaberto (só dormiam na prisão).
Em fevereiro de 1994, graças a uma lei extremamente benevolente e também a uma sentença estúpida, em vez de retornarem para a prisão, eles fugiram para a Espanha, onde vivem muito bem. Alguns aguardam uma extradição que jamais acontecerá. 55 pessoas efetivamente pagaram com a vida pela omissão e pela irresponsabilidade de outros.
Vale lembrar que tragédias semelhantes ocorrem quase todos os anos nos rios da Amazônia, deixando até saldos maiores de vítimas. E ninguém paga por isso... só as vítimas.
BOATE KISS

Vamos dar um salto para o fatídico dia 27 de janeiro de 2013. Na madrugada daquele dia, centenas de jovens se divertiam na Boate Kiss, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Por volta das 2h30 h durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, a segunda banda a se apresentar na noite, o irresponsável vocalista da banda resolveu detonar um sinalizador de uso externo no interior da boate.
O teto revestido por material inflamável pegou fogo e em cerca de três minutos uma fumaça espessa se espalhou por toda a boate. Numa ação criminosa, os seguranças não permitiram inicialmente que as pessoas saíssem pela única porta do local, por acharem que se tratava de uma briga, e que as pessoas estavam saindo sem pagar. Foram 242 mortos.
Seis anos se passaram e não tem ninguém na cadeia. Não houve sequer a responsabilização do Corpo de Bombeiros local, que era responsável pela vistoria de segurança e emissão do certificado de conformidade, sendo que a casa não tinha saída de emergência e havia materiais inflamáveis por todos os lados.
Quem pagou por isso até agora? As 242 vítimas e mais as 242 famílias que, passados seis anos da tragédia, continuam de luto, não viram a justiça ser feita e muito provavelmente não verão.
MARIANA

Na tarde de 5 de novembro de 2015 no subdistrito de Bento Rodrigues, a 35 km do centro do município de Mariana-MG, um estrondo é ouvido. A barragem do Fundão, construída para acomodar rejeitos tóxicos se rompeu, e um verdadeiro tsunami de lama invadiu o pequeno lugarejo, levando tudo o que estava em seu caminho. Foi uma tragédia de proporções monumentais, com um impacto ambiental ainda impossível de ser calculado, e que causou a morte de 19 pessoas.
O Ministério Público de Minas Gerais havia sido contrário à renovação da licença de funcionamento da barragem, tendo solicitado a realização de análise de ruptura e um plano de contingência para o caso de riscos ou acidentes. A barragem já apresentava riscos e no entanto funcionava normalmente graças a alvarás concedidos sabe-se lá por quanto. Houve negligência, sabe-se nomes e funções, mas ninguém foi responsabilizado criminalmente até hoje e ninguém foi punido. Quem pagou? 19 pessoas... com a vida.
CICLOVIA TIM MAIA



Construída para ligar a praia do Leblon a São Conrado e margeando a encosta da Avenida Niemeyer, a ciclovia Tim Maia havia sido inaugurada em janeiro de 2016. Apenas três meses após a sua inauguração, no dia 21 de abril, uma onda mais forte – devido a uma ressaca - atinge parte da ciclovia e 20 metros da sua estrutura desmoronam.
A construção tinha várias falhas no seu projeto e na sua construção. Os cálculos não levavam em conta a possibilidade de uma ressaca e os efeitos de uma onda mais forte sobre a estrutura da ciclovia, cujo piso era apenas assentado sobre as colunas de sustentação. Duas pessoas morreram. Três anos se passaram e ninguém sofreu qualquer punição.
BRUMADINHO



No dia 25 de janeiro de 2019 a certeza da impunidade, a irresponsabilidade técnica e a benevolência do governo em conceder autorizações causaram aquele que é considerado o maior desastre com rejeitos de mineração no Brasil. Repetindo Mariana, só que em proporções muito maiores. a barragem de rejeitos localizada em Brumadinho-MG se rompe resultando em um desastre com mais de 160 mortos confirmados (até agora) e 200 desaparecidos.
Classificada como de "baixo risco" e "alto potencial de danos", era controlada pela Vale S.A – mesma empresa responsável pela barragem de Mariana.
A única certeza que temos até agora é que ninguém será punido.
NINHO DO URUBU



No último dia 8 de fevereiro o Brasil acordou com a notícia de mais uma tragédia. Um incêndio causado por um curto-circuito no ar condicionado de um dormitório ceifou a vida de dez crianças cheias de sonhos.
O local não possuía alvará de funcionamento, quem deveria fazer um laudo técnico de segurança não fez, quem deveria fiscalizar não fiscalizou, quem deveria interditar a área não interditou e o local funcionava normalmente, à parte da legalidade.
Mais uma vez, quem será responsabilizado? Ninguém. O caso não passará de homenagens aos mortos e em pouco tempo será apenas uma história a ser lembrada.
A PIOR DE TODAS AS TRAGÉDIAS
Todas esses mortos foram vítimas daquela que eu chamo de "mãe de todas as tragédias", e que é a nossa justiça. Essa mesma justiça que com seus códigos carregados de erudições e pouca objetividade garante infindáveis recursos, cometendo a negligência de permitir a impunidade.
Leis ultrapassadas, cheias de brechas e permissivas em excesso pelos infindáveis recursos, traduzem na sua linguagem pomposa e rebuscada que as únicas sentenças advindas da sua morosidade e ineficiência são aquelas que condenam as vítimas ao esquecimento ou que precificam cada corpo.
E é justamente por isso que vamos continuar acordando escandalizados pelas tragédias, que vão continuar acontecendo pela omissão da justiça, que por sua inoperância faz e sempre fez cara de paisagem diante das perdas de vidas humanas, e tem em suas mãos o sangue de todas essas vítimas, por ter garantido a impunidade e até a fuga dos culpados, abençoando as negligências em vez de punir exemplarmente os responsáveis.
Aqui Juízes se sentam sobre processos que se arrastam até a prescrição ou são cooptados por aqueles que deveriam perder a liberdade. Na concepção da Justiça brasileira, apenas valorar monetariamente os corpos e forçar as indenização das famílias parece ser suficiente. Não é. O dinheiro não é suficiente para trazer a sensação de que a Justiça foi feita e muito menos tem qualquer caráter didático que venha a prevenir o acontecimento de outras tragédias e mais perdas de vidas.
Todavia, o sangue dessa gente também respinga em nós. Esquecemos que a Justiça deve ser feita para dar ordenamento a uma sociedade e não para ser propriedade e poder absoluto daqueles que a operam, e cuja manipulação muitas vezes se faz com descaso e apartada de qualquer humanidade.
Abaixamos a cabeça para os "intocáveis de toga donatários incontestes de toda a verdade" e adotamos uma conduta cordata diante de discrepâncias como os recursos dos recursos dos recursos, em vez de pressionarmos fortemente os legisladores para que promovam as mudanças necessárias nas Leis, e também aos operadores para que apliquem essas Leis de acordo com a lógica e com o rigor que se espera.
Mas o que esperar de uma Justiça que nada de braçada no corporativismo e que pune o Juiz que erra com o prêmio de uma aposentadoria compulsória e salário integral?
O que nos falta: Dura Lex Sed Lex. Centenas de mortos e ninguém preso. Experimente estar desempregado e atrasar 3 meses de pensão alimentícia, e verá o quanto a Justiça é implacável, na forma de um Oficial de Justiça batendo em sua porta...

artigo de Marcelo Rates Quaranta, articulista
via Jornal da Cidade

Na morte de Boechat só a Veja quebra o “código de ética” estabelecido pela imprensa

Há um código de ética tacitamente aceito entre os veículos de comunicação prevendo que, na hipótese de falecimento de um profissional da imprensa, aguarde-se a comunicação à família antes de se noticiar o fato. De preferência, aguarda-se a comunicação do falecimento pelo veículo em que trabalhava o jornalista, relata o Jornal da Cidade.
Ontem, embora já soubessem da morte de Boechat, Globo, Record, Folha e Estadão só anunciaram o fato após a família ter sido comunicada e Datena ter dado a notícia ao vivo na Band.
Enfim, quase todos respeitaram esse Código.
Quase.
A Veja fez questão de ser a primeira a dar a notícia, com a medonha tarja de “exclusivo”.
A mesma Veja que em 2001 havia sido responsável por um escuso ataque à reputação de Boechat e que ocasionou sua demissão da Globo.
Ô revistinha nojenta.
(Texto de Fernando Cañadas)

Valesca Popozuda defende amigo gay eleitor de Bolsonaro e é atacada por militância LGBT de esquerda

Os fãs da cantora Valesca Popozuda, militantes LGBT de esquerda, promoveram, durante essa terça-feira (12), um verdadeiro "assassinato de reputação" à artista, registra o Jornal da Cidade.
Seus seguidores levantaram a hashtag #RipValesca no Twitter, chegando a posição de segundo lugar nos trending topics nacionais. O motivo da revolta foi pelo fato de que a cantora publicou um vídeo em que ela aparece com Agustin Fernandez, um famoso maquiador uruguaio que mora no Brasil e é defensor ferrenho de Jair Bolsonaro.
"Quero dizer que respeito muito vocês e aceito a opinião de todo mundo. Mas quero dizer que o Agustin é meu amigo e o que ele faz é problema dele. Não vou criticar ele. Só espero que me respeitem e respeitem o Agustin", disse a cantora, posando ao lado do maquiador.
No Facebook de Agustin, o maquiador demonstrou sua gratidão à cantora, sua amiga de longa data.
Os tais fãs de Valesca afirmaram que irão deixar de segui-la nas redes sociais e deixarão de ouvir suas músicas em players digitais, além de publicarem diversos comentários ofensivos como "morre a defunta", "vergonha de você", "oportunista", entre outros, que marcaram a tentativa de boicote.
Em resposta ao alvoroço criado pela "esquerda tolerante" e militância LGBT que Agustin sempre faz questão de criticar, o maquiador publicou em seu Facebook:
"Esse movimento tosco LGBT1234 só cria mais rejeição.
Antes as pessoas tinham preconceito com a homossexualidade, agora elas acham que somos mal educados, inconvenientes, agressivos, violentos, radicais, maldosos, mimizentos, vitimistas e intolerantes."

Em 30 segundos, Caio Coppolla externa a mais perfeita definição de Gleisi Hoffmann (Veja o Vídeo)

Participando de uma entrevista no canal “Desmascarando”, o comentarista Caio Coppolla conseguiu em apenas 30 segundos dar a mais perfeita definição da deputada Gleisi Hoffmann, atual presidente do PT.
Para Caio, Gleisi consegue a proeza de ser o pior quadro do partido.
Ser o pior num mar de hipocrisia, pilantragem e corrupção é realmente uma façanha.
Gleisi é insuperável.
Veja o vídeo:

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

REAÇÕES SOBRE OPINIÕES

MORTE DE RICARDO BOECHAT
A comoção que se instalou no Brasil todo com a morte trágica do radialista Ricardo Boechat, de forma praticamente idêntica tanto no meio jornalístico quanto na cabeça dos milhões de ouvintes e telespectadores espalhados por todo o País, no meu entender se coloca como uma oportunidade ímpar para que os meios de comunicação entendam como o público em geral interpreta as notícias, informações e opiniões que são ditas no ar.
 

GANHA-GANHA
Como atuei por muito tempo no Rádio e na Televisão, sempre manifestando opinião e nos últimos anos passei a manifestar opinião na forma escrita, as reações dos ouvintes, telespectadores e leitores me levaram a entender que o texto de um comunicador, do tipo que tem uma linha editorial clara e bem definida, quando se encontra com quem dispõe de boa capacidade de discernimento, produz  o almejado esclarecimento, do tipo ganha-ganha.

FRUSTRAÇÃO E IRRELEVÂNCIA
Já se a mensagem do mesmo comunicador (que tem linha editorial definida) se deparar como um ouvinte/leitor com baixo nível de discernimento, aí o resultado é considerando frustrante. Invertendo para o caso de um texto produzido por um comunicador confuso e oportunista que é lido/ouvido por quem goza de boa capacidade de discernimento, a reação obtida é de total irrelevância.

ANALFABETISMO FUNCIONAL
Entretanto, se consideramos que o ANALFABETISMO FUNCIONAL é uma verdadeira TRAGÉDIA BRASILEIRA, cujos índices são simplesmente alarmantes, e é imenso o número de comunicadores que manifestam opiniões voltadas para a ideologia do atraso, do tipo que aprovam governantes e medidas populistas, é praticamente impossível a obtenção de bons resultados.
 
FORMAÇÃO DE OPINIÃO
Diante desta nua e crua realidade, onde os governos socialistas se apresentam, com rara capacidade, como fortíssimos agentes de transformação das mais estranhas mentiras em verdades absolutas, os ANALFABETOS FUNCIONAIS se tornam presas fáceis dos maiores meios de comunicação. A maioria entende que quanto maior o tamanho da emissora mais credibilidade ela oferece para a formação de opinião.
  
LINHA EDITORIAL DEFINIDA
O comunicador Ricardo Boechat, ontem falecido, se notabilizou por opiniões firmes e sempre com endereço certo. Como tinha uma linha editorial definida, ganhou milhões de ouvintes e telespectadores. Simples assim.

editorial de Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e colunista político

O inevitável impeachment de Dias Toffoli (Veja o Vídeo)

A situação vai verdadeiramente se afunilando para o Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o Ministro Dias Toffoli.
Além de todas as suas questionáveis intervenções na condição de julgador, diuturnamente fatos de sua vida pregressa estão demonstrando sua inaptidão para exercer o cargo que ocupa, relata o Jornal da Cidade.
O jornalista Marco Antonio Villa, da Rádio Jovem Pan, fez nesta segunda-feira (11) mais um duro comentário contra Toffoli, desta feita em razão do vídeo que viralizou nas redes sociais neste final de semana, onde o próprio ministro confessa a sua participação no ‘roubo’ de um processo para evitar uma medida judicial.
Na ocasião em que Dias Toffoli deu esse depoimento absolutamente imoral, ainda vivíamos sob o maldito império da era PT, onde todos ainda acreditavam na impunidade.
Hoje, porém, tudo está mudando e a revelação põe Toffoli numa situação extremamente delicada.
Abaixo, o comentário de Villa e, na sequência, a malfadada confissão de ‘roubo’ do Presidente do STF.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Nada será fácil... 3 senadores retiram assinaturas e Alcolumbre arquiva CPI da Lava Toga

Numa inimaginável rapidez, o Presidente do Senado Federal arquivou nesta segunda-feira (11) a CPI da Lava Toga, registra o Jornal da Cidade.
A alegação para o procedimento foi a ausência de assinaturas necessárias, 27.
Na semana passada o senador Alessandro Vieira apresentou o requerimento de abertura da CPI com o apoio de 27 senadores.
Durante o final de semana, três senadores pediram a retirada de suas assinaturas.
Os nomes: Tasso Jereissati, do PSDB, Eduardo Gomes, do MDB, e Kátia Abreu, do PDT.
Anotem!

Zanin vai a Fachin

O advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, se encontrou hoje com Edson Fachin, no STF.

Foi levar ao ministro parecer no qual o Ministério Público opina em favor do julgamento do recurso de Lula contra a condenação no triplex pela Quinta Turma do STJ, com participação da defesa. Em novembro, Félix Fischer negou o recurso de forma monocrática, registra O Antagonista.

Ainda não há data marcada para o STJ analisar novamente o recurso de Lula. No STF, além da soltura, Zanin quer anular a condenação proferida por Sergio Moro.

Câmara de Comércio Brasil-EUA escolhe Bolsonaro como Pessoa do Ano

Jair Bolsonaro foi escolhido como a Pessoa do Ano pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, informou hoje a entidade com sede em Nova York.

A premiação, explica a Folha, é concedida há 49 anos e busca homenagear dois líderes, um brasileiro e um americano, reconhecidos por melhorar as relações entre EUA e Brasil.

Em comunicado, a Câmara diz que a escolha do presidente é um “reconhecimento de sua intenção fortemente declarada de fomentar laços comerciais e diplomáticos mais próximos entre Brasil e EUA e seu firme comprometimento em construir uma parceria forte e duradoura entre as duas nações”.

Bolsonaro deve receber o prêmio num jantar de gala no Museu de História Natural de Nova York, em 14 de maio. No ano passado, Sergio Moro –hoje ministro da Justiça– foi o brasileiro agraciado.

Jornalista Ricardo Boechat morre em queda de helicóptero em SP

O jornalista Ricardo Boechat, de 66 anos, da TV Bandeirantes, morreu nesta segunda-feira (11) após a queda de um helicóptero. 

A aeronave caiu sobre um caminhão, na ligação do Rodoanel com a rodovia Anhanguera, em São Paulo. 

A informação foi confirmada pela própria TV Bandeirantes.
Em pronunciamento, ao vivo, o jornalista José Luiz Datena disse: "Com profundo pesar desses quase 50 anos de jornalismo, cabe a mim informar a vocês que o jornalista Ricardo Boechat, pai de família, companheiro, o maior âncora do jornalismo da TV brasileira, morreu hoje em um acidente de helicóptero no Rodoanel em São Paulo".

Datena disse que Boechat voltava de Campinas, a 99 km de São Paulo, e ia em direção ao heliponto da emissora. "Jamais pensei que eu iria dar essa informação", comentou. "É um momento muito triste para o jornalismo brasileiro, para a família Band."

Boechat tem passagens por diversos jornais como O Globo, O Dia, O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil. Atualmente, era âncora de dois programas: um na rádio BandNews FM e outro na TV. O jornalista já ganhou três prêmios Esso.
Horas antes do acidente, Boechat comentou no programa Café com Jornal as grandes tragédias que acontecem no Brasil e, em sua grande maioria, "ficam livres de punição".

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o chamado de socorro para o acidente ocorreu às 12h14. O helicóptero, que caiu no km 7 da via, é da marca BELL.

As vítimas eram, segundo a Corporação, o piloto, o jornalista e o motorista do caminhão. Este último, por sua vez, foi socorrido pela concessionária CCR, que administra a via. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.

O helicóptero Águia-13, da Polícia Militar, foi acionado, além de 11 carros do Corpo de Bombeiros. Segundo a CCR Rodoanel Oeste, que administra a via, uma faixa está interditada, na alça do Rodoanel para a Anhanguera.

fonte: portal R7

Justiça poderá obrigar Flamengo a pagar de R$15 milhões a R$ 20 milhões de indenização

Contêiner é para transporte ou guarda de mercadoria. Sua utilização para qualquer outro fim é imprópria. Para servir de morada, abrigo ou dormitório para animais e/ou seres humanos, aí mesmo é que pode vir a caracterizar uma das muitas modalidades de crime de perigo comum.
Mas, desgraçadamente, contêiner serve para a perigosa improvisação de tudo: Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), Escritórios de canteiro de obras...e muito mais. O alojamento que o Clube de Regatas do Flamengo improvisou para meninos que o clube hospedava e abrigava na formação de suas equipes de base, por si só já era humilhante. E não bastasse a humilhação, os contêineres pegaram fogo: 10 meninos mortos. Tragicamente mortos. Todos queimados vivos.
Não existe a mais mínima excludente ou atenuante de ilicitude, civil (e penal), que possa aliviar a integral responsabilidade do clube, na reparação do dano. Este é o assunto em pauta.
O clube estava para com aqueles meninos que abrigava numa situação análoga à do pai com relação aos filhos menores. Do tutor com relação a seus pupilos-tutelados. Do curador com relação àqueles que lhe são curatelados...
Todos, rigorosamente todos (meninos vitimados, filhos, tutelados e curatelados), enquanto perdurar a dependência dos infantes com seus protetores, estão aqueles sob o poder, guarda, zelo, proteção e comando destes.
Destes, chamados adultos!!. Qualquer dano que menores e interditos causarem a terceiro, pela indenização respondem seus representantes legais. Ou seja, os adultos.
Assim como qualquer dano que sofrerem os infantes, em razão do mau exercício do dever de proteção, zelo, guarda, vigilância e garantias do fundamental direito à vida, à saúde, ao saber e muitos outros mais, responde o representante legal. Responde o guardião deles. E este, no caso do incêndio do Centro de Treinamento do Ninho do Urubu, tem nome e endereço mundialmente conhecidos: Clube de Regatas do Flamengo, Rio de Janeiro.
Dinheiro não indeniza nem paga a morte de ninguém. Mas é com dinheiro que a lei determina que o dano seja reparado, se é que a dor tem preço.
Advoguei 40 anos seguidos exclusivamente nesta área (Responsabilidade Civil). Sempre e sempre em defesa dos vitimados. Milhares e milhares de ações patrocinei de tragédias rumorosas ocorridas aqui na Cidade do Rio de Janeiro. E cada cliente, cada família que me procurou no escritório foi uma lágrima derramada. Daí porque, de tanto absorver o luto e a dor do próximo, parei. Acumulei dor, muita dor. Mas acumulei, também, muita experiência com tragédias de pequeno e grande porte.
Geralmente, nos primeiros dias, o responsável civil logo anuncia que dará todo amparo às vítimas. É só nos primeiros dias. Depois contesta as ações na Justiça e faz arrastá-las por décadas e décadas até.
Agora, arranjaram uma locução só para impressionar os inocentes e incautos: gabinete de crise. Conversa fiada. Pura enganação Demagogia para fazer o tempo passar.
E aqui vai um importante alerta às famílias das vítimas: o prazo para pedir indenização na Justiça contra o Flamengo é curtíssimo. É de 3 anos apenas, a contar do dia da tragédia.
Veja o que diz o artigo 206, parágrafo 3º do Código Civil:
"Prescreve em três anos a pretensão de reparação civil".
Se este prazo for ultrapassado e a vítima (ou seus familiares) não deram entrada na Justiça com a ação indenizatória, a pretensão torna-se prescrita. E uma vez prescrita, a ação não pode mais ingressar na Justiça. E o dano resta sem ser reparado e as famílias abandonadas.
Conforme decisões do Superior Tribunal de Justiça o valor do dano moral por morte gira em torno de 500 a 1000 salários mínimos. O arbitramento fica sempre ao prudente arbítrio do Judiciário que leva em conta a posição econômica do ofensor e o sofrimento experimentado pelos parentes da vítima.
Estão legitimados a pedir indenização contra o Flamengo os pais e irmãos dos atletas mortos.
A ação pode ser proposta perante a Justiça do lugar onde a família reside. Tomemos a média de 750 salário mínimos: R$750 mil reais. Considerando que foram 10 vitimados mortos, o total apenas a título de dano moral vai girar em torno de R$7.500.000,00 (Sete Milhões e Quinhentos Mil Reais).
O ofensor também fica obrigado a pagar pensão mensal enquanto os pais da vítima viverem. Se não houver prova de ganho, o valor referência passa a ser o salário mínimo.
E o Flamengo ficará obrigado a imobilizar capital que a juros de 6% ao ano, produza pensão mensal de R$1 mil (valor aproximado do salário-mínimo). E o valor a ser imobilizado será de R$200.000,00 (Duzentos Mil Reais). Considerando que são 10 mortes, o total a imobilizar será R$2 milhões.
Conclusão: sem levar em conta verba de jazigo, luto, funeral e a eventualidade de ganho maior do que o salário-mínimo. Sem levar em conta os sobreviventes, acometidos de incapacidade laboral e danos psicológicos. Sem levar em conta que os valores aqui sumariamente apurados podem ser quadruplicados ou até mais, se vê que por muito menos de R$15 milhões o clube poderia ter investido no Ninho do Urubu e preservado a vida de seus meninos e futuros ídolos.
Má administração, ganância, falta de sabedoria e falta de respeito ao próximo dá nisso.
Estima-se que a indenização que o Flamengo suportará fique entre 15 a 20 milhões de reais.

texto de Jorge Béja, advogado no Rio de Janeiro e especialista em Responsabilidade Civil, Pública e Privada (UFRJ e Universidade de Paris, Sorbonne). Membro Efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB)
(Jornal da Cidade conteúdo)

Atentem para quem são os “incomodados” com o pacote Anticrimes de Sérgio Moro

Se as propostas de Sua Excelência, Sérgio Moro, titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública, estão incomodando e sendo criticadas por "especialistas" da imprensa, por togados garantistas dos Tribunais Superiores, pela OAB, por organizações criminosas disfarçadas de partidos políticos e pelo Dr. Kakay-bermudão-no-STF, é nosso dever cívico apoiá-las com veemência.
O Brasil mergulhou na lama e estava cavando buraco abaixo do porão do fundo poço graças à leniência e impunidade que sempre prevaleceram nessas "instituições" e "partidos".
Lembremo-nos sempre: eles são os alvos e não os beneficiados.
#SouMaisSérgioMoro
texto de Helder Caldeira, Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista - *Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.
(Jornal da Cidade conteúdo)

Briga no PT: Haddad e Gleisi se estranham em reunião da executiva

Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann nunca se deram bem, mas sempre se toleraram, nunca tiveram um confronto direto.
As desavenças se resumiam a troca de farpas e sabotagem, pura pilantragem de ambos os lados. Uma disputa medíocre pelo protagonismo e pela preferência do presidiário, relata o Jornal da Cidade.
A ida de Gleisi à posse do ditador Nicolas Maduro foi o ponto escolhido por Haddad para espezinhar a deputada.
Segundo o Estadão, questionado sobre suas considerações com relação a ida da presidente petista a posse de Maduro, Haddad teria argumentado que suas críticas à viagem de Gleisi foram de "método e não de mérito".
Indomável, a insana deputada deu o troco:
"Eu discordo dele. Acho que não é só questão de método. Tem um fundo político nisso. O PT tem que discutir, mas já temos uma posição pública que é a defesa da autodeterminação dos povos, da soberania e do reconhecimento do resultado das eleições."
Ao final da reunião, a hipocrisia voltou a reinar. Gleisi elogiou o ex-prefeito pelos mais de 47 milhões de votos recebidos na eleição presidencial e Haddad retribuiu com um beijo no rosto da deputada.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Haddad: “Família Bolsonaro está mais enrolada em 30 dias do que PT em 39 anos”

Durante a comemoração do aniversário de 39 anos do PT, neste sábado, Fernando Haddad afirmou que a família Bolsonaro está “mais enrolada” do que o PT, registra O Antagonista

“Colocaram uma família no poder que está mais enrolada em 30 dias que esse partido em 39 anos. Não conseguem explicar nada e vão surgindo escândalos. Vão fugindo dos debates, fazendo o que fizeram na campanha. Eles fogem porque não têm o que explicar”, disse, no seu discurso.

Haddad é um mentiroso hiperbólico.

Presidente Bolsonaro: “Quem mandou Adélio praticar o atentado?”

Jair Bolsonaro publicou na tarde de hoje, no Twitter, um vídeo em que agradece aos médicos e outros profissionais do hospital Albert Einstein e da Santa Casa de Juiz de Fora, para onde foi levado no dia em que foi esfaqueado.

O presidente também cobrou da Polícia Federal uma solução para o caso do atentado.

“Espero que nossa querida Polícia Federal tenha a solução para o nosso caso nas próximas semanas. Esse crime, essa tentativa de homicídio, praticado por um ex-integrante do PSOL, não pode ficar impune. Quem foi, ou quem foram os responsáveis por determinar que o Adélio [Bispo de Oliveira] praticasse aquele crime em Juiz de Fora?”