sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Dodge denuncia manobra de Gilmar para garantir a impunidade de operador do PSDB

De acordo com recurso impetrado pela Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, a decisão do ministro Gilmar Mendes de ampliar o prazo para a produção de provas no caso da Dersa, tem um objetivo bem claro: garantir a impunidade do operador do PSDB, publica o Jornal da Cidade.
A dilação do prazo vai possibilitar que Paulo Preto complete 70 anos antes do deslinde da ação.
Isto acontecendo, por lei, o prazo prescricional para septuagenários é reduzido a metade, o que garantiria a absoluta impunidade do sujeito acusado de desviar 7,7 milhões de reais na obra do Rodoanel, em São Paulo.
A conclusão de Dodge é astuta, providencial e o recurso foi no cerne da questão.
A vigília tem que ser constante...

Envolto em tantos crimes, Lula pode ganhar novo processo "de graça", junto com Boulos

No próximo dia 26, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será novamente ouvido pela Polícia Federal.
Desta feita, trata-se de uma investigação que apura a invasão do triplex do Guarujá pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
Lula teria contribuído para que o crime se consumasse.
Num discurso, Lula afirmou que tinha sido condenado por um “desgraçado de um apartamento que eu não tenho”. E afirmou que já tinha pedido “para o Guilherme Boulos (líder do MTST) mandar o pessoal dele ocupar” o imóvel.
Caso a PF constate que a fala de Lula influenciou para a deflagração da criminosa algazarra, o ex-presidente pode ter mais um processo criminal para a sua vasta coleção, desta feita na companhia de Guilherme Boulos.
texto de Otto Dantas, articulista e repórter
(Jornal da Cidade conteúdo)

A farsa orquestrada pela Rede Globo no vazamento de Gustavo Bebianno

No dia 19, ouvi alguns discursos no Senado e fiquei preocupado.
Que vazamento foi esse, capaz de causar tal reboliço?
À noite, a Globo não falava de outra coisa. Seus comentaristas tratavam de “levantar” a matéria com esforços de halterofilismo. Exibiam fragmentos como se estivessem falando de Renato Duque, de Joesley Batista, de Palocci, de mensagem levada pelo “Bessias”, de lista da Odebrecht, de revelações estarrecedoras.
Vazou, vazou! Parem as máquinas! Conversa por WhatsApp é ou não é conversa?
A matéria era apresentada no mesmo estilo dos velhos escândalos para ampliar a suposta semelhança. Os noticiários matutinos vieram no mesmo tom.
A Globo, cada dia mais Globo.
Manhã seguinte, em jornal, li com atenção a totalidade dos diálogos. Realmente um escândalo! Realmente um escândalo a tentativa de tratar daquele assunto de um modo escandaloso. Desonestidade pura e simples.
Nada, absolutamente nada há ali que justifique sequer um ponto de exclamação.
São afirmações lineares sobre um desentendimento entre o ministro e o presidente, situação na qual se pode escolher quem tenha razão por mera questão de gosto, mas na qual resulta vão qualquer esforço de as transformar em diálogos do submundo.
Aliás, de minha longa experiência com temas e condutas inerentes à política, eu diria que nem em política secundarista, de grêmios estudantis (e por aí andei muito na minha adolescência) um assunto desses ganharia a dimensão que a ele tentaram atribuir os referidos veículos.
Tenho certeza de que aqueles adolescentes com espinha no rosto, numa situação assim, saberiam que tentar extrair ganho político de tal fato ajudaria muito mais o atacado do que o atacante.
Por outro lado, volto à primeira frase deste artigo, na qual digo que fiquei preocupado com as primeiras informações. O motivo da preocupação mudou, mas ela persiste porque a sequência de episódios e de reações dos veículos da extrema imprensa deixa claro uma total indiferença com os destinos do país. Não apenas um desejo de causar ao governo todo mal possível, mas a total desconsideração às consequências das respectivas posições editoriais.
A quem serve desestabilizar um governo que conta seus primeiros dias?
Certamente não ao leitor destas linhas. Certamente não aos conceitos e propostas que orientaram os resultados eleitorais vitoriosos em outubro do ano passado.
Nesta quinta-feira (21), circularam áudios de um novo “vazamento” produzido a partir de um diálogo entre Onix Lorenzoni e o presidente sobre a conversa que aquele iria ter com Bebianno (até agora advogado de Bolsonaro) em que este mostra preocupação com os honorários advocatícios que passaria a pagar.
Diferentemente de Lula, que tem uma legião de advogados e não se importa com os custos, Bolsonaro se preocupa com isso, sim. Mas sua preocupação vazou porque o telefone do chefe da Casa Civil estava aberto numa ligação com alguém de O Globo.
Convenhamos, estaremos no melhor dos mundos quando inabilidades passarem a conduzir nossas ocupações e preocupações!

artigo de Percival Puggina, Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário, escritor e colunista de dezenas de jornais e sites no país. 

O FIM DO LULA LIVRE

O desembargador Fernando Paulino da Silva Wolff Filho mandou desmantelar o circo lulista erguido em frente à sede da PF, segundo O Antagonista.

Ele determinou também uma multa diária de 500 mil reais caso os militantes do PT e da CUT não abandonem o local.

Gleisi Hoffmann, nesta sexta-feira, prometeu apresentar recurso ao STF.

Bebianno comprovou todo o seu mau-caratismo e sua “linha direta” com a Globo (Veja o Vídeo)

O ex-ministro Gustavo Bebiano sai do governo em situação deprimente e com a comprovação inequívoca de que se infiltrou para fazer ‘lobby’ e defender interesses inconfessáveis da Rede Globo e de outros setores da mídia que sempre se chafurdou no mar de lama das verbas oficiais, publica o Jornal da Cidade.
Segundo a publicação, não foi a toa que toda essa grande imprensa saiu desesperada em sua defesa.
Ora, uma imprensa que normalmente ataca os ministros de Bolsonaro, por vezes submetendo a episódios humilhantes, como fez com a ministra Damares Alves, saiu numa defesa apaixonada e desenfreada a Bebianno.
Felizmente, a ‘maça putrificada’ está devidamente excluída, logo no início do governo.
Por outro lado, fica a lição de que a tarefa de Jair Bolsonaro não será fácil.
A turma do mal é incansável e está com os bolsos ardidos, 'perdendo' verdadeira fortuna diariamente.
No vídeo abaixo, o jornalista Políbio Braga analisa a questão e conclui o quanto esses episódios foram desmoralizantes para o próprio Bebianno, para a Rede Globo e para a Revista Veja.

Fachin nega novo habeas corpus para Lula

O ministro Edson Fachin negou novo pedido de habeas corpus ao presidiário Lula.
O pedido da defesa questionava decisão individual do ministro do STJ e relator da Lava Jato no órgão, Félix Fischer no caso do triplex, registra o Jornal da Cidade.
Lula foi condenado a 12 anos de prisão no caso, mas o processo ainda não passou pela segunda instância. A defesa alegou que Fischer não poderia negar seguimento ao recurso que buscava rever a condenação no caso do triplex e que permitiria que Lula respondesse em liberdade. Fachin negou todos os pedidos, rejeitando o seguimento da ação.

Maduro, o queridinho de Gleisi, fecha fronteiras com o Brasil

Ditador venezuelano impede chegada de comida e remédio ao povo venezuelano faminto e doente.
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou na tarde de hoje que fechará a fronteira de seu país com o Brasil, o que efetivamente ocorreu a partir das 21 horas de Brasília.
Lembrem-se de que Gleisi Hoffmann, presidente do PT, foi à “posse” de Maduro há pouco tempo, em claríssima traição dos interesses do Brasil.
Com a escalada na fronteira, que ecoa até a Rússia (!), para evitar a chegada de itens básicos para um povo faminto e doente, refém deste psicopata, Gleisi Hoffmann deveria ser convocada imediatamente para dar satisfações às autoridades, sob risco da própria estar alimentando o, agora oficialmente, inimigo.
Resta saber:
Por quê o PT ainda não foi extinto? Por quê Gleisi não está algemada?

texto de João Ferreira
(Jornal da Cidade conteúdo)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Justiça Eleitoral decidirá por abertura de inquérito ou arquivamento de caixa 2 de Onyx

Marco Aurélio Mello entendeu que caso não cabe ao STF
O ministro do STF, Marco Aurélio Mello, enviou à primeira instância da do TRE-RS a apuração preliminar das denúncias de caixa 2 contra Onyx Lorenzoni, publica o Jornal da Cidade.
Segundo a publicação, Onyx admitiu ter recebido R$ 100 mil da J&F para a campanha de 2014. Porém, delatores afirmam que outra planilha registra mais um repasse ao então deputado em 2012. Onyx, hoje Ministro Chefe da Casa Civil nega a acusação.
Marco Aurélio entendeu que, pelos fatos terem se dado quando Onyx era deputado, a prerrogativa de foro privilegiado não cabe.

Um recado para Augusto Marighella, o filho de Marighella... extensivo a Wagner Moura e Seu Jorge

“O Brasil detesta tirania, isso não combina com o nosso país”. disse Augusto Marighella, filho do Carlos Marighella, em palestra na Unicamp em agosto de 2013.
Mas a que tirania você se referiu, Sr. Augusto?
Se tomada ao pé da letra, a sua frase até que faz sentido. Realmente odiamos a tirania e foi justamente por isso que os militares combateram aqueles, como o seu pai, que queriam instalar aqui uma ditadura socialista/comunista, que se tivesse dado certo, estaríamos hoje no mesmo nível da "democracia" de Cuba e Venezuela.
O Brasil odeia também os marginais como o seu pai, que em seu manual de guerrilha urbana, na página 7, prega (SIC) "A exterminação física dos chefes e assistentes das forças armadas e da polícia e a expropriação dos recursos do governo e daqueles que pertencem aos grandes capitalistas, latifundiários, e imperialistas, com pequenas expropriações usadas para o mantimento do guerrilheiro urbano individual e grandes expropriações para o sustento da mesma revolução (leia-se assassinatos, invasões e roubos)"
Já na página 13, Sr. Augusto, seu pai afirma que "o tiro é a razão da existência do guerrilheiro urbano"; Na sequência ele ensina sobre a utilização de armas e explosivos contra inocentes. O nome disso não é tirania?.
Na página 29, Sr. Augusto, seu pai pregava a "democracia" de usar meios como (SIC) assaltos, invasões, ocupações, emboscadas, táticas de rua, greves e interrupções de trabalho, deserções, desvios, tomas, expropriações de armas, munições e explosivos, libertação de prisioneiros, EXECUÇÕES, sequestros, sabotagem, terrorismo, propaganda armada e guerra de nervos.
Que maravilha, não é? Ele era "tudo de bom". Me espanta o tal manual não ter como título MANUAL DO MARGINAL PERFEITO.
Graças ao seu manual, hoje vemos o crime organizado estabelecido e aterrorizando a população, pois aprenderam tudo com os seguidores do seu pai, já que a cooptação de marginais comuns também constava das instruções passadas por ele.
Segundo seu pai, Sr. Augusto, na página 44 ele diz que "o objetivo da sabotagem é para doer, danificar, deixar sem uso e para destruir pontos vitais do inimigo assim como a economia de um país; a produção agrícola e industrial; sistemas de comunicação e transporte; sistemas policiais e militares e seus estabelecimentos e depósitos; o sistema repressor do sistema militar-policial e empresas e propriedades norte-americanas no país.
Trocando em miúdos, pela ideologia dele que se danasse a vida do brasileiro e a nação, e que tudo e todos fossem destruídos, desde que fosse em prol de sua vitória.
Logo, seu pai não foi "assassinado pela repressão" como a esquerda prega. Foi em combate e no contra-ataque ao tiro que ele pregava. E certo fizeram as forças de segurança em eliminar um psicopata perigoso e traiçoeiro, que queria pela força e pela imposição estabelecer no Brasil a tirania que você disse que nós odiamos.
E quanto a vocês, Wagner Moura e Seu Jorge, vocês pra nós, brasileiros, são dois pulhas intelectualmente desonestos do mesmo quilate de Marighella. A diferença é que vocês usam a história distorcida para atingir seus objetivos, porque são covardes o suficiente para não usarem os métodos ensinados pelo ídolo de vocês.
Pra quem quiser conferir no MINI MANUAL DA GUERRILHA URBANA se algum dado apresentado aqui é mentira, está aí disponível pra vocês, no link abaixo.
Só tome um engov antes, porque dá vontade de vomitar.
texto de Marcelo Rates Quaranta, articulista

Globo: jornalismo cocô! (Veja o Vídeo)

Os programas jornalísticos da Globo querem criar uma falsa crise no Governo Federal com a demissão de Bebiano.
O episódio já está superado. Ademais, o que pesa contra Bolsonaro?
Se opôs contra a atitude do ex-ministro de alcovitar no Palácio um diretor da Globo, que bate no Presidente até no céu da boca?
E mais: a justificativa usada por Bolsonaro nos áudios foi “não dar privilégios” à Globo! Qual foi o erro? Ter exonerado um ministro que vazava informações? Ou foi porquê mandou investigar as práticas de uso indevido do fundo partidário?
Bebiano revela seu caráter ao vazar - em vindita pessoal - os áudios privados! Que belo caráter, não?
O Governo perde o quê com a saída desse ministro?
Que força ele mostra ter, a não ser a capacidade de fazer um estardalhaço sem nenhuma consequência?
A Globo, a Folha e a Veja agem tal qual o eixo do mal na II Guerra.
E por falar nisso: guerra é guerra! Bolsonaro tem mais é que enfrentar a Globo mesmo! E tem o direito e o dever de mandar embora o ministro que se comportou como um inimigo na trincheira.
Afinal sendo o Presidente é quem escolhe seus auxiliares de acordo com critérios de segurança e confiança.
Ou será que deveria deixar Bebiano para agradar a Globo?
Assista ao meu vídeo com os comentários:


Luiz Carlos Nemetz, Advogado.
Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.

(com Jornal da Cidade conteúdo)

Freixo mente sobre "descriminalização" do caixa 2 por Moro e demonstra incapacidade para interpretar textos

Como já noticiamos, diversos veículos de mídia utilizaram uma fala do ministro Sérgio Moro para a fabricação de manchetes enganosas que induzem o leitor a crer que o ministro não considera criminosa a prática de caixa dois. Porém, Marcelo Freixo foi além, publica o Jornal da Cidade.
Segundo a publicação, Freixo postou uma grosseira mentira deslavada, afirmando que Moro teria retirado do projeto anticrime a criminalização da prática de caixa dois a pedido de Onyx Lorenzoni, que admitiu ter recebido verba ilegal desta forma. Freixo "confundiu-se". A informação é falsa. O que o aconteceu é que, para facilitar a aprovação dos projetos no Congresso, a prática não será punida da mesma maneira com que se pune o crime de corrupção, previsto no Código Penal.
Freixo tentou ainda demonstrar uma suposta contradição de Moro, afirmando que, em 2017, o então juiz federal disse que caixa dois seria pior que corrupção. Entretanto, a tipificação e tratamento diferenciados para a prática não foram retirados do projeto de Moro, tornando-se simplesmente um projeto isolado e sem fazer qualquer juízo de valor sobre qual dos crimes é mais grave. Moro, inclusive, referiu-se aos dois crimes, de corrupção e de caixa dois, como "crimes graves", o que demonstra que Freixo apresenta certa dificuldade cognitiva para interpretar textos, dado que enxerga contradições onde não existem.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Condenado e sem mandato, Lindbergh não consegue mais ter sossego em aeroportos (Veja o Vídeo)

Assim como tem acontecido com Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias não tem mais tido sossego nos aeroportos e em alguns lugares públicos,registra o Jornal da Cidade.
Com frequência é hostilizado e ridicularizado.
O povo realmente não perdoa.
Gleisi, por sua vez, vive reclusa. A Revista Época descreveu o seu martírio de impopularidade:
“(...) sem conseguir andar pelas ruas de Curitiba diante do risco de vaias, se mudou de vez para Brasília com os filhos e vive em isolamento em casa. A impopularidade de Gleisi Hoffmann chegou ao ponto de impedi-la, quando tem de ir ao Paraná, de cruzar o aeroporto Afonso Pena. Como fazem alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, ela desce por uma escala lateral, diretamente do avião para a pista. Quando reconhecida, acelera o passo.”
Com Lindbergh, a situação não é diferente, com uma agravante, não é mais detentor de mandato e, assim, tem que se arriscar e atravessar o aeroporto. E mesmo no aeroporto de João Pessoa foi reconhecido por um paraibano solitário. Covarde, tentou agredir.
Veja no vídeo abaixo, o ‘carinho’ com que é tratado:

"Bebianno nunca foi flor que se cheire", diz Renata Barreto

Gustavo Bebianno já me preocupava antes mesmo da campanha eleitoral começar. Nunca foi flor que se cheire. Mas Bolsonaro e companhia sabiam disso e mesmo assim optaram pelo PSL com articulação feita por ele. Era um risco que sabiam que iam correr, andar com gente que tem "problema" escrito na testa nunca é algo tranquilo.
Nem por isso acho correta a atitude do Carlos, vazando os áudios como se o governo do pai dele fosse um reality show, sendo repostado pelo próprio Presidente. Roupa suja se lava em casa e essa mania de expor tudo custe o que custar pode acabar sendo um tiro pela culatra em algum momento. Afinal, quem manda nessa porcaria? É um governo que resolve os problemas e depois comunica, ou um que expõe suas falhas de maneira infantil?
Hoje deve sair a exoneração de Bebianno, que não é uma coisa ruim, per se, mas a notícia de que a ele teria sido oferecido um cargo em estatal, preocupa. Ele, claro, já disse que vai cair atirando, que tem "documentos" que podem mostrar coisas ruins de Bolsonaro, chamando-o ainda de "louco", pedindo desculpas por tê-lo ajudado a se eleger. É claro que ele vai tentar se fazer de vítima e manchar a reputação do Presidente e da família que, em sua concepção, o traiu.
A suspeita das candidaturas laranja devem ser investigadas com todo o rigor da lei. É preciso que o governo seja maior que o partido, diferentemente do que aconteceu nos últimos 16 anos. Se querem governar pelo exemplo, a exoneração está mais do que correta, o problema é o modus operandi até chegar nisso.
Nada pode atrapalhar a aprovação da reforma da previdência. Então que se resolvam, se acertem e aniquilem a fofoca, comunicando de maneira eficiente e madura o que se passa.
Seguimos.
(Texto da economista liberal Renata Barreto, publicado nesta segunda-feira (18) em seu Facebook).
(Jornal da Cidade conteúdo)

NÃO, Moro não disse que caixa dois não é crime

A mídia corporativa tradicional não levou mais de uma hora para replicar copiosamente uma afirmação descontextualizada do ministro da Justiça, Sérgio Moro. As manchetes disseminadas trazem em destaque a fala de Moro nesta terça-feira (19) após anúncio do fatiamento do seu projeto anticrime antes do seu envio ao congresso: “Caixa 2 não é corrupção”, publica o Jornal da Cidade.
Segundo a publicação, a isca atrai acessos, mas é enganosa. Na fala, Moro explicava que o crime de corrupção não compartilha a mesma natureza jurídica do crime de caixa dois, mas em qualquer momento deixou de referir-se ao crime de caixa dois como o que é: um crime.
Enquanto o crime de corrupção é previsto pelo Código Penal, o crime de caixa dois é previsto no Código Eleitoral. Nada mais que isso.
“Caixa dois não é corrupção. Existe um crime de corrupção, existe um crime de caixa dois. São dois crimes. Os dois crimes são graves.”, declarou o ministro.
“O crime não está muito adequadamente tipificado e o que o governo faz, assumindo o compromisso, na linha de fortalecimento institucional do estado democrático de direito, é propor uma tipificação mais adequada do caixa dois. Qual governo fez antes? Nenhum”
A ideia de dividir o projeto em três partes deu-se exatamente para facilitar a aprovação dos projetos no congresso, já que haveria resistência de parlamentares por tratar os dois crimes da mesma maneira, lembrando que projetos similares não avançaram no Congresso nos últimos anos.

Deltan manda duro recado para Gilmar Mendes

É bom ver que as pessoas do bem estão reagindo contra as velhas raposas.
O Procurador da República Deltan Dallagnol é um típico exemplo.
Jovem, inteligente e extremamente corajoso.
Sem medo de enfrentar quem quer que se coloque no caminho da verdadeira Justiça.
A nova prisão de Paulo Preto, suscitou o questionamento sobre a possibilidade de Gilmar Mendes novamente soltá-lo.
Deltan não titubeou, mandou logo um recado direto para o senhor supremo, que ultimamente anda bem mais cauteloso em suas estripulias.
Será que Gilmar vai ter coragem?
Vamos aguardar.
(Jornal da Cidade conteúdo)

Maju: a 1ª mulher negra a ocupar a bancada do JN. Glória Maria era loira dos olhos azuis...

Depois de ouvir que a Maju é a primeira mulher negra a ocupar a bancada do Jornal Nacional, descobri, então, que a Glória Maria é uma sueca loira dos olhos azuis.
Eu até entendo as novas gerações, criadas totalmente dentro da "guerra de classes" dos anos petistas, caírem nessas conversinhas idiotas. Mas ver pessoa com mais de 30 anos reproduzindo o discurso, só pode ser esclerose.
Cresci vendo uma negra como âncora do Fantástico. Cresci vendo um nordestino, um negro, um "galã de periferia" e um "caipirinha" formando o maior grupo de humor da televisão. Cresci vendo um travesti participando de todos os programas para a família brasileira. Cresci vendo um negro gay sendo um dos maiores comediantes nacionais. Cresci vendo um transexual sendo considerado uma referência de beleza e, inclusive, estampando a capa de uma das principais revistas masculinas do país. Cresci vendo um gay, rebolando em roupas nem um pouco ortodoxas, sendo um dos maiores nomes da música brasileira.
Hoje, a esquerda "luta" contra os monstros que ela mesma criou e combate os rótulos que ela mesma colocou.
Há algumas décadas, o que contava não era a cor da pele ou a conduta entre quatro paredes. Isso é algo MUITO PEQUENO para definir uma pessoa. O importante era o TALENTO.
Bons tempos da meritocracia.
PS.: Sim, eu sei. A Glória Maria nunca foi a âncora oficial do JN, mas chegou a apresentá-lo por algumas edições. Na bancada permanente, teve a Zileide Silva (essa, sim, a primeira mulher negra a ser âncora permanente do noticiário).
(Texto de Felipe Fiamenghi)
via Jornal da Cidade.

Boulos afirma: filme "Marighella" será lançado no Brasil em uma invasão do MTST

O ex-candidato a presidência da República e líder do famigerado Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, comemorou em sua conta no Twitter, nesta segunda-feira (18), que o lançamento do filme sobre o terrorista Carlos Marighella, no Brasil, será em uma "ocupação" do MTST.
O filme já é "sucesso" em comentários negativos entre internautas, inclusive sua nota no IMDb - famoso site de base de dados sobre filmes, séries, música, etc. - chega a 2/10. Entretanto, o site decidiu remover a nota e as avaliações dos usuários, uma vez que constatou-se que grande parte das avaliações vinham de brasileiros e o filme ainda não foi lançado no país. Tal rejeição no Brasil parece assustar o pessoal da "resistência" fazendo com que movam o filme para um ambiente distante, longe de espaços públicos movimentados no centro de cidades.
Mas, os julgamentos depreciativos também vem de longe.
Críticos alemães também detonaram o filme e seu iminente fracasso ao distorcer a história do terrorista brasileiro. Veja as duras críticas de três jornais alemães:
Jornal Der Tagesspiegel:
“O herói de [Wagner] Moura é uma figura trágica. Por mais convincente que ele pareça ser no seu sentimento de injustiça – e a junta militar que tomou o poder em 1964 lhe dá motivos suficientes para isso – nenhum caminho conduz da violência para a benevolência das massas. A não ser que se esteja morto e transformado em lenda. E é exatamente essa mitificação que o filme Marighella pretende”.
Jornal RBB:
“Não somos terroristas”, grita Marighella aos reféns de um assalto a banco. “Somos revolucionários!” Declarações como essa há um pouco demais no filme. O herói tende a monólogos impulsivos e discussões que, apesar da determinação com que são feitas, soam estranhamente sem vida”
Jornal Taz:
“A estética “Marighella” de Wagner Moura é assim involuntariamente reveladora. Ela revela sobretudo um corte significativo na mentalidade do populismo de esquerda na América Latina e como este, hoje, ajeita a história a seu gosto.”
“Penetrante e grotesca é a representação da influência do governo americano nos acontecimentos na América Latina. Até hoje ela serve ao populismo de esquerda local como desculpa para o próprio fracasso”.
Com tantas desaprovações pelo grande público e pela mídia internacional, o único público esperado para assistir o provável fracasso de filme, parece ser o próprio MTST e demais agremiações esquerdistas que louvam terroristas.
A página Caneta Desesquerdizadora comentou com êxito sobre o fato:
"O filme sobre um terrorista lançado em uma invasão de um movimento controlado por um terrorista. Faz todo sentido."
(Jornal da Cidade conteúdo) 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

A caixa-preta do BNDES e os escabrosos escândalos de corrupção

Se antes já era um problema, agora é uma catástrofe.
O BNDES sempre foi um banco voltado para o desperdício do dinheiro público. Com a chegada do PT ao poder pipocaram os escândalos de corrupção. Entre os protagonistas que contribuíram para essa desgraça está o ex-ministro do Planejamento e da Fazenda dos governos Lula/Dilma, Guido Mantega, principal conselheiro econômico do partido e autor da frase “estelionato eleitoral” para criticar o Plano Real do “sociólogo” Fernando Henrique Cardoso.
Na presidência do BNDES, Mantega mandou e desmandou, até assumir a pasta da Fazenda no lugar de Antonio Palocci, atualmente em prisão domiciliar por envolvimento em corrupção. Ao deixar o banco, Mantega se instalou na Fazenda para não mais sair: tornou-se o mais longevo ministro da história da República. Permaneceu tanto tempo no cargo que teve de ser demitido, assim mesmo depois de forte resistência.
Acusado de ter realizado, juntamente com o secretário do Tesouro Arno Augustin, as fraudes fiscais apreciadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), tentou apagar sua passagem pela presidência do banco antes de deixar o governo.
Mantega indicou para substituí-lo o companheiro Luciano Coutinho, que utilizou os mesmos critérios para a concessão de créditos a países e empresas falidas. Ele e Coutinho, entre 2007 a 2014, praticamente destruíram o banco. Agora respondem a processos para explicar a devassa com o dinheiro público.
A dupla ainda colaborou para a criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que ganharia cada vez mais importância como plataforma política. De tão badalado, conseguiu fazer Dilma Roussef sucessora de Lula.
O grande financiador do PAC foi o BNDES, cujos ativos saltaram, entre dezembro de 2008 a dezembro de 2014, de R$ 272 bilhões para R$ 871 bilhões, face a grande injeção de dinheiro do Tesouro fornecido pelos dois governos petistas. Essa expansão permitiu a maior e a mais desenfreada concessão de crédito já fornecida por um banco público. Foi nessa época que o banco começou a soltar dinheiro para algumas ditaduras, a exemplo da Venezuela e Cuba. Desta última recebeu pesos cubanos como garantia do empréstimo para a construção do Porto de Mariel.
Dinheiro para gastar era o que não faltava. Entre 2009 e 2014 o aporte de caixa do Tesouro foi de R$ 450 bilhões, representando um salto de 4.500% em relação aos R$ 9,9 bilhões recebidos em 2009. Essa dinheirama representava mais de 8% do PIB e 17,3% da dívida pública federal, acima dos 3 trilhões de reais. Considerando que o governo paga juros superiores à Selic e o banco empresta dinheiro cobrando juros menores que a inflação, o povo acaba subsidiando governos e empresas beneficiárias do dinheiro público, numa quantia superior a 35 bilhões anuais.
O presidente Jair Bolsonaro, diante de tanto descalabro, prometeu abrir a caixa-preta do banco. Nas redes sociais ele usou essa expressão para atender ao anseio do povo.
No Twitter, escreveu:
“Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa-preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que foi feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que esse é um anseio de todos”.
Não contente com isso, acrescentou:
“Vamos abrir todos os sigilos do BNDES, sem exceção. É o dinheiro do povo e nós temos que saber onde está sendo usado”.
O BNDES está sendo alvo de investigações da Polícia Federal, sendo que, em uma delas, o desfecho foi indiciar Mantega, Palocci, Luciano Coutinho e o empresário Joesley Batista, da JBS, por suspeitas de práticas altamente prejudiciais à instituição e ao Brasil.
Nunca é demais lembrar que, nessa época, praticamente todos os líderes do PT ganhavam dinheiro. Segundo a revista Veja, Zé Dirceu, entre 2006 a 20013, faturou 29,2 milhões de reais, sendo R$ 1,2 milhões enquanto ele estava preso, segundo a imprensa.
Renato Duque, seu afilhado, que ficou o tempo todo calado na CPI da corrupção, transferiu mais de 20 milhões de euros da Suíça para o Principado de Mônaco, também segundo a imprensa.
Cristiano Kok, da Engevix, admitiu à Folha ter pago ao menos 10 milhões de reais para obter contratos com a Petrobras. A quantia paga garantia um contrato de 700 milhões da refinaria Abreu e Lima, também conhecida como Abreu e Lula, além de 3 milhões de reais por obras na refinaria de Cubatão: “Pagamos em prestações mensais para três empresas do Alberto Youssef, como se fosse prestação de serviços”, disse ele.
O povo está esperando que Bolsonaro cumpra a promessa. Chegou a hora de se abrir a caixa-preta do BNDES.

artigo de Luiz Holanda, advogado e professor universitário
(via Jornal da Cidade)

O Jogo Sujo contra Jair Bolsonaro está apenas no começo (Veja o Vídeo)

Na realidade a oposição política contra Jair Bolsonaro é apática, praticamente inexistente.

Segundo o Jornal da Cidade, os partidos de esquerda, notadamente o PT, estão totalmente desmoralizados, sem condições alguma de se contrapor a um governo com forte apelo popular.

A tentativa insana de inviabilizar o atual governo, vem daqueles que estão perdendo milhões e milhões com o direcionamento que vem sendo dado por Bolsonaro, secando a farta distribuição de dinheiro público para grandes conglomerados que sempre se beneficiaram das ‘mamatas’ do poder, cumprindo desta forma com o que foi exaustivamente prometido na campanha eleitoral.

E se o Presidente da República se mantiver firme e irredutível, os ataques não irão cessar. As crises serão fabricadas com frequência e a luta contra esse conluio criminoso será extremamente árdua.

No vídeo abaixo, o jornalista Políbio Braga explica com detalhes todas essas questões.

Vale a pena assistir.

“O bunker de Paulo Preto tinha o dobro do dinheiro encontrado no apartamento de Geddel”

O procurador Roberson Pozzobom disse em coletiva que Paulo Preto mantinha um apartamento somente para guardar o dinheiro em espécie que era usado no esquema investigado na 60ª fase da Lava Jato.

“Podemos dizer que o bunker de Paulo Preto tinha o dobro do dinheiro encontrado no apartamento de Geddel.”

Filme sobre Marighella é desmascarado internacionalmente

Já estamos acostumados com a baixeza da classe artística, mas Wagner Moura decidiu levar isso a um outro nível. O antigo intérprete do lendário Capitão Nascimento, recebeu autorização para captar 10 milhões de reais via lei Rouanet para fazer um filme sobre o terrorista comunista Carlos Marighella.
O filme inclusive foi exibido no festival de Berlim. Com direito a beijo na boca de Jean Wyllys, estava tudo armado para Moura lacrar internacionalmente e distorcer a história do Brasil para forçar sua narrativa esquerdista, mas ele não contava com uma coisa: a internet.
Milhares de internautas foram a sites de avaliação de filmes e detonaram o longa-metragem! No IMDB, o filme possui uma média de 2,5 pontos de 10. No espaço dedicado à publicação de críticas, milhares de brasileiros desmascararam as mentiras sobre Marighella, tanto em português, quanto em inglês. "Uma mentira descarada, Mariguela é um terrorista, um assassino sanguinário". Diz a crítica com maior número de curtidas. "This movie is as stupid as it would be if you made a Bin Laden movie, it tries to paint a psycho as a good guy". Declarou o segundo colocado, cuja tradução poderia ser: "Esse filme é tão estúpido quanto seria fazer um filme do Bin Laden onde tentassem pintar um psicopata como um cara bom."
Ainda houve outros que lembraram que Marighella sequer era negro e que Wagner Moura estaria tentando criar uma narrativa falsa sobre racismo. O ator e diretor reagiu rápido, disse que seu filme não é uma resposta ao atual governo e que espera que ele seja "maior do que Bolsonaro", ainda complementou pedindo aos internautas para "não darem notas falsas" no IMDB.
Em seguida, afirmou que seria difícil lançar o filme no Brasil devido à "polarização", o que soou como uma desculpa esfarrapada de quem está com medo de enfrentar o contraditório.
Assim como a grande mídia, a classe artística está em desespero, principalmente após as mudanças anunciadas pelo governo Bolsonaro nas leis de incentivo à cultura que agora, visariam beneficiar artistas iniciantes, e não mais "globais", como Wagner Moura. O fato é que eles tentarão de toda forma reescrever a história para no futuro, pintarem a si mesmos como heróis que lutaram pela democracia. Porém, dessa vez enfrentarão resistência, pois a internet deu voz ao povo e o florescer da mídia alternativa dá cada vez mais espaço para pessoas compromissadas em desmontar as mentiras da esquerda.
texto de Felipe Branco, Cristão conservador, estudante de direito e aspirante a escritor.
via Jornal da Cidade

De “Zé Ninguém” a “grande articulador político”, segundo a Rede Globo

Li hoje (18) pela manhã um notório blogueiro de Economia e Política do G1 - O Portal de Notícias da Globo - exercitando aquilo que a Rede Globo faz de melhor: novelas.
Segundo ele, o Governo Bolsonaro pode não aprovar a Reforma da Previdência porque perdeu seu maior articulador e os filhos do Presidente Jair Messias Bolsonaro vão continuar usando o Twitter para fazer política.
Temos um novo recorde mundial: de Zé Ninguém a maior articulador político do país em 45 dias. Gustavo Bebianno era um Winston Churchill e não sabíamos! Ah, vá...
Cuide-se Aguinaldo Silva, porque tem colunista do Portal G1 querendo seu lugar na criação de historinhas de realismo fantástico.
texto de Helder Caldeira, Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista *Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

Com apenas uma tuitada, no final da noite de Domingo, Alexandre Garcia desvenda o caso Bebianno

A imprensa brasileira tem se debruçado durante os últimos dias sobre o assunto envolvendo a demissão do ministro Gustavo Bebianno, registra o Jornal da Cidade.
Não faltam teorias, notadamente advindas da ‘grande imprensa’, que tenta insanamente desestabilizar o governo. E será sempre assim...
A questão obviamente são as milionárias verbas publicitárias, que deixarão de existir.
Todavia, coube ao inigualável jornalista Alexandre Garcia, com uma tuitada no final da noite deste domingo (17), definir com absoluta precisão o que ora acontece.
“Quando eu era menino, em tempos de II Guerra, ouvia muito falar em “quinta-coluna”, - infiltrados a trabalhar pelo inimigo, a agir contra. Jamais pensei que iria ser contemporâneo disso outra vez.”